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12. Erros e Acertos.


Fic: A Marca e o Beijo (Repostada)


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Capítulo 12 – Erros e Acertos


Arthur Weasley, Severo Snape e Hermione Granger se encontravam em uma densa floresta no norte da Inglaterra. Assim que chegaram ao local, sendo direcionados por Severo, o homem falou:


- Aqui é o mais longe que podemos ir por aparatação, teremos que ir andando.


Os três fizeram todos os feitiços de proteção que podiam em torno de si. Enquanto caminhavam pela Floresta o dia foi deixando suas últimas luzes no céu e a noite caiu escura e sem estrelas. Sr. Weasley havia enfeitiçado uma chave de portal para que eles retornassem para a Toca, sob orientação de Snape. Segundo este último, chave de portal seria o único meio mágico de sair do esconderijo.


Hermione e Sr. Weasley tentaram questionar a Snape qual era o plano para resgatarem Gina, o professor lhes respondera que eles saberiam na hora. Hermione tinha um pressentimento ruim que não a abandonada, ela tentava dizer em sua mente que deveria confiar nele, se Severo não havia dito o que fariam, é porque havia uma boa razão. Arthur Weasley também estava bem desconfiado, mas chegou à conclusão que Snape previa algum risco para si próprio e não queria que Hermione se desesperasse. A única coisa que não fazia sentido nesse argumento era ele ter permitido que a moça fosse com eles.


Depois de um longo tempo de caminhada os três avistaram uma clareira no centro da qual havia um casebre velho, pobre e fétido. Hermione estranhou a situação, imaginara que um Malfoy jamais entraria em um local assim, nem mesmo para se esconder e se livrar de um julgamento. Ao verem o casebre, tanto Sr. Weasley quanto Hermione acharam estranho o fato deles terem encontrado o esconderijo de um comensal da morte tão fácil assim. Lúcio não fizera feitiços de proteção?


- Snape, porque está tão fácil? – Arthur Weasley questionou.


- O lugar já é protegido por feitiços, somente um bruxo ou bruxa que possui uma marca negra pode encontra-lo. – Snape murmurou. – Mas temos que tomar cuidado, se ele soube da gravidez de Gina, provavelmente também está muito bem informado sobre mim, sabe que fui inocentado. Ele sabe que eu posso encontra-lo. Além disso, depois que ultrapassarmos os limites da clareira, nossos feitiços de proteção vão se desfazer.


- Então, o que vamos fazer? – perguntou Hermione, aflita.


- Eu vou na frente, imagino que Lúcio vai estar esperando. – Snape falou. – Peguem a Weasley e fujam. Eu vou distraí-lo.


- O que? – Hermione gritou. – NÃO


Então tudo aconteceu ao mesmo tempo. Hermione e o Sr. Weasley se deram conta de que Snape sabia muito bem que Lúcio Malfoy aguardaria esse resgate e estava esperando pelo antigo colega comensal da morte, querendo vingança por ajudar Potter e trair o Lorde das Trevas. Se deram conta de que Snape nunca pensara em voltar para a Toca na chave de portal, ele iria distrair Lúcio para que Arthur e Hermione pudessem resgatar Gina e depois ele planejava duelar com Malfoy e mata-lo ou incapacita-lo para poder fugir. Hermione percebeu que não teria como impedir Severo de seguir seus próprios planos e então, no último segundo, antes que Snape pisasse na clareira, a moça escorregou um objeto para dentro do bolso da calça do ex professor de poções.


Snape entrou na clareira e Lúcio já o esperava, tão preparado que o desarmou em meio segundo e já estava com a varinha encostada em seu pescoço. Snape tinha tido azar, se estivesse entrado na clareira em qualquer outro ponto, Malfoy estaria um pouco mais longe dele, de modo que ele teria a chance de desarmar o outro ou de iniciar um duelo. Infelizmente, Malfoy estava posicionado exatamente no ponto da clareira no qual Snape entrou, de modo que antes que ele pudesse mentalizar um feitiço, a varinha de Lúcio Malfoy já pressionava a sua garganta. Severo Snape se deu conta que seu plano sofrera um sério revés, no entanto, Hermione e Arthur Weasley ainda tinham chance de resgatar Gina e sair dali com vida.


Hermione e Sr. Weasley adentraram a clareira e viram a cena. Ao lado de Lúcio Malfoy estava Gina, amarrada e amordaçada, caída no chão. Parecia arrasada, seus cabelos despenteados, imensas olheiras e hematomas diversos por todo o corpo. Na barriga, dava pra ver um grande corte vertendo sangue de maneira intensa e perigosa. O pai correu para sua filha imediatamente, Hermione mal teve tempo de registrar que Gina estava viva, porém muito machucada. Ela prendeu os olhos da varinha de Lúcio Malfoy apontada para o pescoço de Severo. Naquele momento, ela se deu conta de que o comensal tinha sido mais rápido que Snape e ele não teria chance de vencer um duelo nessas condições. Ela não poderia nem ao menos tentar um duelo com Lúcio Malfoy, qualquer feitiço hostil poderia fazer com que Lúcio atingisse Severo com algo ainda pior.


- Podem ir, pobretão Weasley e sangue ruim Granger. Eu já me vinguei de Potter da pior maneira possível. – Lúcio Malfoy disse, friamente. Ele estava dando permissão para que eles resgatassem Gina. – Eu mesmo a teria devolvido, se não fosse a esperança de me encontrar com o meu amigo Severo.


- Vão! – Snape ordenou a Hermione e ao Sr. Weasley.


Lúcio Malfoy lançou um feitiço de silêncio e depois petrificou Severo Snape, que caiu no chão da clareira. Hermione correu para ampará-lo, mas a varinha do comensal ainda estava encostada em Snape e Lúcio lhe lançava um olhar que afirmava que não ia permitir que a garota se aproximasse. Hermione viu o Sr. Weasley pegar a xícara que havia enfeitiçado para tirá-los dali. Arthur ativou a chave de portal e estendeu a mão para Hermione, ela tinha apenas alguns segundos para se segurar no Sr.Weasley e retornar a Toca; mas não se movimentou nem um centímetro do lugar onde estava e encarou firmemente Lúcio Malfoy.


Gina e seu pai partiram na chave do portal.


Hermione Granger voltou seus olhos para Snape, ele não podia falar, estava petrificado, mas seus olhos deixavam claro o desespero que sentia. Tinham conseguido resgatar Gina e o Sr. Weasley voltara para Toca com a filha em segurança; mas Hermione não partira na chave do portal. É claro que não, Snape pensou, ela jamais me abandonaria aqui.


- Jogue a varinha no chão, Sangue Ruim. – disse Malfoy. – se não quiser ver Snape morrer.


Hermione jogou a varinha no chão, aos pés de Lúcio, imediatamente e sem pensar duas vezes.


- Não acredito. Você se apaixonou por ele? – Lúcio se aproximou da moça, deixando Snape petrificado no chão. – Meio velho pra você não acha?


- Não. – ela manteve a cabeça erguida.


Lúcio parecia achar graça.


- Todo aquele charme e mistério, imagino? – o homem riu um riso frio. – O comensal que queria ser bom. Aposto que ele não te mostrou a marca negra, ou você teria fugido rapidinho e visto que este não é um homem para um romance água com açúcar. Como ele faz pra esconder a marca? Ele te come de camisa?


Hermione ignorou, mantinha seus olhos em Severo, que do chão, sustentava seu olhar. Lúcio então se virou para ele.


- E você se apaixonou por ela também. Mais uma sangue ruim Snape? – ele questionou. – Eu soube da sua paixonite pela mãe do Potter. Como você ousou trair o Lord por uma grifinoriazinha de sangue sujo?


E então, voltou-se para Hermione.


- E você Granger. Não se importa que ele foda você enquanto pensa na mãe morta do seu amigo? – ele disse, mas não esperou que a menina respondesse. – Acho que sei o jeito perfeito de me vingar da sua traição Snape. Vamos entrando!


Lúcio Malfoy entrou, carregando a varinha de Hermione e de Snape no bolso. Sua própria varinha apontada para Severo Snape, fazendo-o levitar para dentro do chalé. Ele não precisou enfeitiçar Hermione para que a moça entrasse, ela o seguiu imediatamente, com medo do que poderia ser feito a Severo.


O chalé tinha apenas um cômodo e era ainda mais feio e nojento por dentro do que por fora. Haviam correntes penduradas no teto e Snape foi preso nelas. As algemas eram muito apertadas, machucando seus pulsos e tornozelos. Lúcio Malfoy retirou o feitiço petrificador, o que significava que aquelas correntes tinham poder mágico e Snape não conseguiria fugir.


- Eu faço qualquer coisa para protege-lo. – Hermione disse, seu tom era firme, mas imprimia um tom desesperado. Ela estava implorando para Lúcio que não machucasse Severo.


- NÃO HERMIONE! – gritou Snape, que agora sem o feitiço podia falar, em sua voz estava nítido o terror que sentia. – POR FAVOR VÁ EMBORA.


Severo Snape daria qualquer coisa para que a moça saísse dali. Mas ela simplesmente não iria embora, e ele sabia disso. Ela faria todo tipo de estupidez para protege-lo. Ele queria chorar, gritar, matar Lúcio Malfoy com as próprias mãos. Ele queria morrer, por que havia trazido ela com ele? Ele sentia a ironia, ela disse que viria para protege-lo e ele achara lindo e se sentira amado. Agora que ela iria fazer isto de fato, parecia uma piada sem graça.


- Ela não vai embora, Severo. Ela é grifinória. Vai proteger você. Isso não é romântico? – Lúcio disse cínico, olhando para Snape. Depois, se voltou para moça. – Agora, vamos fazer uma pequena brincadeira. Eu te digo o que vou fazer e você me responde se prefere que eu faça com ele ou com você.


- Certo. – Hermione sentia mais medo do que jamais sentira em toda sua vida, mas ainda assim respondeu. Ela ia permitir o que ele quisesse, ela jamais deixaria que Severo fosse machucado, não importa quanta dor isso causasse nela.


- HERMIONE, EU TE IMPLORO, POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO. – Severo Snape gritava, enlouquecido de pavor e desespero.


- Que tal começarmos com uma Cruciatus. – um sorriso maligno se instaurou nos lábios de Lúcio Malfoy. – Diga Granger: Você ou ele?


- Eu.


E então uma dor invadiu todo seu corpo, dos dedos dos pés até a cabeça. Hermione se contorcia e gritava, sentindo todo seu corpo queimar em agonia. Parecia que as chamas consumiam toda sua pele e seus órgãos. Parecia que cada centímetro do seu corpo era ao mesmo tempo açoitado, esfolado e perfurado. Não existia dor no mundo que se comparasse a dor de uma Cruciatus bem feita. Seu coração doía também, pois em meio a tanta dor física, ela ouvia os gritos desesperados de Severo que assistia impotente a sua tortura.


 


 


 

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