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16. Uma noite de gritos


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O tempo passou rápido em Hogwarts, principalmente por causa dos testes e deveres cada vez mais difíceis que os professores passavam, os alunos mal viram o tempo passar e logo o verão virou outono fazendo as folhas caírem no jardim que era habitado somente pelos alunos mais jovens, aqueles que não precisavam estudar para os NIEMs, mas igualmente rápido e despercebido o outono foi embora dando espaço para o inverno gélido da Escócia. Já não havia mais folhas nos galhos das árvores nuas e cruas que rodeavam o castelo. A margem do lago mostrava indícios do congelamento que ocorreria em breve e a neve caia pesadamente prendendo os alunos dentro da escola.


Ninguém estava olhando ou sequer pensando no lado de fora de Hogwarts, mas se alguém olhasse pela janela veria uma dupla um tanto quanto estranha saindo da floresta, não era todo dia que se via o guarda caças Hagrid saindo da floresta proibida acompanhado de ninguém menos que Severus Snape.


- Professor, muito obrigado. Acho que o bichinho não agüentaria se o senhor não ajudasse. Unicórnios são difíceis de curar.


- Continue a administrar a poção corretamente Hagrid, logo ele ficará bem.


Snape virou-se sem dar ouvidos aos agradecimentos de Hagrid, estava aborrecido como esteve desde o dia do banquete de boas vindas. Desde aquele dia não conseguia ver Hermione o tempo que achava ser necessário vê-la. Quase todos os dias o namorado vinha fazer uma visita e os dois ficavam no lago, vendo o por do sol, almoçavam juntos e algumas vezes dormiam juntos embaixo de uma árvore no jardim, agora que estava nevando eles provavelmente estavam juntos no quarto da monitora chefe da grifinória, dificilmente Snape teria a sorte do dia de ida para Hogwarts, quando Robert não pôde levá-los para o expresso de Hogwarts.


Claro que por ele, Robert jamais entraria em Hogwarts, mas o senhor Laine foi muito mais ousado do que ele pensava, o jovem apelou diretamente para o conselho escolar dizendo que Hermione já era maior de idade e a grande heroína do mundo bruxo, por esse motivo ela tinha direito de ver seu namorado quando quisesse. Dumbledore não pôde discordar do conselho e o senhor Laine era figura constante no castelo agora, para completo desgosto de Snape.


Mas apesar da raiva que sentia, ele se sentia aliviado por saber que ela estava bem com ele, que estava feliz. Ela sorria quando o via e parecia realizada quando estavam juntos. Seu coração doía por vê-los e saber que eram as mãos de outro que acariciavam seus cabelos volumosos e outros lábios que beijam-na, mas cada vez que olhava-se no espelho, sem o feitiço que era obrigado a usar, ele tinha certeza que de que o lugar dela não era ao seu lado.


Snape afastou esses pensamentos de sua mente e respirou fundo o ar gélido antes de se dirigir para o castelo. Suas botas estavam molhadas pela grama encharcada da chuva noturna e seus cabelos estavam molhados pela neve que derretia, queria muito suas masmorras e sua lareira, principalmente seu firewiski. Mas ao chegar perto da entrada ele olhou diretamente para o lago e viu.


Seus olhos só podiam estar lhe enganando, mas ela estava lá, na beirada, encostada em uma árvore em uma parte escondida, vestida com o sobretudo que deu à ela. O tom preto realçando o rosto de pele branca com os cabelos castanhos voando enrolados em cachos definidos caídos livre pelas suas costas. Os botões fechados apenas na barriga acentuando os seios fartos cobertos pela camisa branca com os botões de cima abertos deixando o colo alvo a vista. A calça justa o permitia ver as pernas cumpridas. Ela estava parada sem ter foco em sua visão olhando para frente sem ter um ponto fixo. Sua expressão era séria, concentrada em seus devaneios, ouvidos nada atentos para os passos lentos que se aproximavam.


- O que uma grifinória está fazendo em um sábado nublado e frio de visita a Hogsmead?


- Esperando o professor de poções aparecer e perguntar – Disse baixinho sem se virar – E o que o professor de poções faz aqui também?


- Quer que eu responda? – Ele disse colocando a mão na cintura dela e a puxando encaixou-se atrás dela aspirando o perfume de seus cabelos.


- Não é preciso – Encostou sua cabeça no peito dele sentindo-se ser abraçada por aquele corpo quente.


Hermione sentia o nariz de Snape em sua cabeça sentindo o perfume de morango de seu shampoo, sua mão grande e fria acariciava seus cachos soltos e a outra espalmava-se em sua barriga segurando-a perto de seu corpo. Ela fechou os olhos aproveitando o carinho da mão grande e os beijos depositados em seu pescoço.


- Isso é tortura – Ela sussurrou entrelaçando seus dedos aos dele


- Não mais do que a que me faz sofrer.


Os lábios frios encontraram a junção entre o pescoço e o ombro. Ali se acabaram, beijando a pele aveludada, mordiscando de leve o ombro que expôs afastando a blusa branca.


- Sabe que não posso – Disse Hermione baixinho.


- Eu estou pouco me lixando para o seu namorado


As mãos dele já haviam desabotoado o sobretudo e o jogado no chão molhado, agora desabotoavam os botões da camisa branca, seus movimentos eram leves e precisos, seus lábios ainda lambiam seu pescoço com desejo.


- Quer saber – Ofegou a menina quando sua blusa foi aberta expondo os seios dentro do sutien de renda preta – Eu também não estou.


Ela se virou encaixando seu corpo no corpo másculo dele. Sua mão na nuca dele, seus olhos lascivos, o fogo queimando em suas pupilas. Pegou uma das mãos de Snape e levou até suas coxas. Ele apertou pegando-a pelas pernas e levantando-a. Hermione encaixou as pernas na cintura de Snape sendo pressionada contra a árvore, o rosto dele em seu colo respirando forte sentindo as ondas de prazer passarem como relâmpagos pelas suas veias.


Ela baixou o rosto e beijou sua testa, bochechas, ponte do nariz e lábios, lábios vermelhos que lhe mordia e chupava a língua. Mas os lábios mudaram, tornaram-se secos, ásperos. O clima mudou, tornou-se completamente gelado como se sua alma mergulhasse no lago congelado, era cruel, dolorido, sentia seu coração parar, mas os lábios secos não paravam de beijá-lo, ardentemente.


No entanto era diferente, era menos quente, menos gostoso. Separou-se dela devagar e abriu os olhos. Os cabelos vermelhos lisos caídos sobre o colo cobrindo o seios nus, redondos, alvos com mamilos rosas, uma barriga definida com um ventre perfeito acima do sexo nu, suas pernas torneadas o agarrando sem deixá-lo escapar. Seus olhos de um tom verde pecaminoso o encarando.


- Lily.


Snape passou a mão pela testa sentindo o suor descendo pelo seu rosto e pelas costas nuas. Passou a mão pelos cabelos negros e tentou normalizar seu coração desesperado. Ele fechou os olhos por um momento e respirou fundo abrindo-os logo em seguida e olhando para a minúscula janela. Ainda estava escuro, mais uma madrugada perdida pelos fantasmas de seu passado.


Ainda transtornado com o pesadelo que tivera, Snape levantou da cama deixando o corpo quente contra o frio do quarto. Vestiu apenas sua capa deixando o restante do corpo nu e foi até seu armário. No canto esquerdo do armário empoeirado estava a caixinha dela, a que roubara de sua mala sabendo que se pedisse ela não daria.


Pequena, revestida de pedrinhas vermelhas, um pequeno feche que não o impedia de ver as fotos que ali ela guardava. Seis pequenas fotos dela sorrindo belamente no jardim de Hogwarts e nos dormitórios femininos grudada com suas amigas e apenas uma guardada como relíquia de um dia de verão em que ela em seu segundo ano, o convencera a tirar uma foto com ela.


Ele não sorria, bem típico dele, mas ela não ligava para isso, nem para seu humor sádico e mórbido. Ela o abraçava mesmo assim envolvendo seus braços no pescoço dele e juntando seu rosto ao dele com um sorriso aberto mostrando seus dentes brancos e perfeitos. Ele estava com seus cabelos jogados para frente cobrindo metade do rosto, mas ela afastara algumas mexas  para dar um beijo casto nas pálidas bochechas que ficaram vermelhas. Se fosse possível ouvir som naquela foto ouviria uma banda completa que era seu coração quando os lábios quentes dela tocaram sua pele fria.


Fora Lily e seus belíssimos olhos verdes que o aceitaram como amigo quando todos o excluíam. Fora ela que conseguira fazê-lo chorar as lágrimas presas pelas magoas da vida. Lily foi a única pessoa para quem contou sobre sua vida. A única que o ajudava com seus pesadelos quando sua mente não suportava. A única que amou incondicionalmente e por quem ainda suporta transformar-se em um carrasco quando lhe mandam. Por ela ele matou, por ela ele virou monstro, por ela ele sofreu ao dilacerar os corpos infantis, por ela ele se machuca sabendo que assim evitaria machucar dez outras pessoas, por ela ele se arrisca, por ela ele morre todos os dias somente para nascer novamente e por ela lutar mais um pouco.


É por ela que ele, na madrugada fria se vestia completamente preparando-se para atender ao chamado do Lord. Uma reunião a essa hora não era algo simples. O Lord era excêntrico o bastante para apenas querer divertir-se com seus comensais e ele, Severus, era seu querido braço direito, sendo assim tinha o privilégio de escolher sua diversão, e ele conhecia bem demais essa diversão, já o fez várias vezes.


Sua mente podia muitas vezes apenas arquivar tudo, mas jamais poderia se livrar das mortes em sua mão, as almas que tirou. A voz dos inocentes, por vezes apenas crianças, pedindo clemencia em seus braços eram piores que seus mais terríveis pesadelos.


Mas comensais não tem clemencia, nem dó, não perdoam e nem sofrem. Apenas sacam suas varinhas e cortam o ar com um sorriso maligno no rosto. Desistiu de contar as vezes que sua varinha fizera uma vida se esvair.


A marca ardeu novamente, mais forte dessa vez. Ele era exigido.


Sua capa esvoaçava pelo jardim em direção aos portões, não olhava para trás nessa hora, não tinha coragem para isso, pois se fizesse o comensal dentro de si iria embora e nesse momento era dele que ele mais precisava, sem ele não haveria a coragem para prosseguir com seus deveres, ele não era tão forte quanto o comensal, pelo contrário, era apenas um ser vulnerável, precisava ser forte, firme e sem dó. Parando de pensar nisso, Snape apenas saiu e aparatou sem ver o olhar da grifinória no alto da torre, em seu dormitório vendo-o sair mais uma vez para voltar novamente caindo pelo jardim precisando chamar Hagrid para levá-lo para dentro. Não era preciso que alguém confirmasse isso para ela, ela sabia que Lord Voldemort voltara e era com isso que estava mais preocupada.


Mal sentiu seu corpo se desgrudar da grama verde e lamacenta e já estava pisando no chão duro da masmorra escura da mansão Malfoy. O cheiro era de mofo, lodo, sujeira. Ar abafado que comprimia seus pulmões o impedindo de conseguir respirar.


Ficou parado, apenas parado. Sua mente esvaziando-se de tudo que não poderia deixar transparecer. Sua personalidade, seu eu escondendo-se em algum lugar, em um baú negro em sua mente. Sua alma quebrada em várias partes continuava ali, junta, sem abandoná-lo. Dela veio a imagem do ser em quem se tornaria. O comensal de máscara. Pensava qual era sua verdadeira máscara agora.


Aquela que vestia ou aquela que tinha?


Qual era sua verdadeira história?


Podia ele distingui-lo de si mesmo?


Seus passos eram pesados, uma luta interna para enfim fazer nascer novamente seu olhar mais sádico, seu sorriso mais sínico, seu ódio mais puro. Levantou a mão e abriu a porta  entrando no meio da confusão de vozes. O recinto era luxuoso, diferente das masmorras frias e cheia de lodo. Ali tudo era muito claro. Um lustre de cristal, grande e luxuoso enchia a sala de luminosidade. A grande lareira estava acesa fazendo o fogo dançar jogando labaredas para cima. Todos davam risadas sentados em poltronas confortáveis de cor verde escuro. Alguns cantos mais escuros que os outros onde gemidos de prazer eram ouvidos em meio ao som de risadas bêbadas.


- Chega – Disse baixo a voz do Lord calando os comensais em volta – Severus, demorou demais.


- Desculpe-se Milorde – Disse curvando-se em uma reverência um tanto quanto exagerada. – Vim o mais rápido que pude.


- Ora, não tem problema Severus – Levantou o rosto do professor com a mão esquelética – Afinal, hoje a noite é sua.


- Minha?


O tom na voz de Snape bailava entre o surpreso e o ansioso. O Lord por vezes recompensava seus súditos com uma noite inteira de farra pelas ruas trouxas de Londres.


Prazer


Sexo


Loucura


- Hoje darei a você meu presente pela sua lealdade. Uma noite Severus, ao meu lado, uma noite em que você vai tomar as decisões, você fará o que quiser, uma noite especial.


Uma noite de gritos, de sangue, tortura e morte


Se Snape se olhasse no espelho veria o prazer nascendo em seus olhos, brilhando com sede e vontade de saciar essa loucura esfomeada, já conseguia até mesmo sentir as reações em seu corpo diante do pensamento do que viria a seguir


- Vamos meus servos. Londres nos espera.


Em uma fumaça preta Snape desapareceu, aparecendo lentamente em uma rua escura com casa iguais, seus jardins bem cuidados e seus carros importados na calçada sem temerem serem roubados. Sentiu o cheiro da noite, aquele cheiro o invadiu o corpo, subindo pelas veias até fazer seu sangue bombear mais rápido, sua adrenalina aumentando gradativamente, seu prazer chegando enquanto tudo o que o tornava fraco era engolido pela escuridão de sua mente e alma. O Lord estava ao seu lado enquanto olhava para a noite de lua cheia. Um circulo formou-se envolta dos dois, máscaras monstruosas escondendo o rosto dos verdadeiros monstros embaixo delas.


- Dê a ordem Severus, hoje a noite é sua.


Snape tirou sua máscara prateada e mostrou seu sorriso de satisfação. A glória de uma noite de comando em suas mãos, vidas em suas mãos, felicidades em suas mãos, ele as pegou bem em sua palma e fechou-a esmagando-os como um tomate que deve ter sua polpa extraída.


- Entrem, destruam, queimem, matem, façam o que for preciso para ver a felicidade sair dos olhos desses imundos.


Os gritos assombraram a noite de trovões que se seguiu, no alto céu da noite a chuva evidenciava que seria uma noite gloriosa.


- Severus, eu tenho um presente para você, venha comigo.


Snape, como um bom servo, seguiu seu mestre até uma casa no fim da rua. Era branca igual as outras. A porta não estava trancada para sua surpresa.


- Eu já deixei tudo preparado para você, ela é perfeita, do seu gosto.


Entraram na sala espaçosa, na estante tinham muitos quadros de pessoas sorrindo. Snape pegou um deles na mão, um casal, sorriam, felizes. Felicidade que o insultou, sua mãos fecharam-se no quadro quebrando-o em pedacinhos, seu ódio queimou a foto instantaneamente.


- Não podem ser felizes Severus. A vida é assim. Por que, meu caro, deixaremos esses trouxas serem felizes sendo que nós, bruxos e poderosos, não tivemos essa proeza, fomos roubados Severus, nos roubaram nossa felicidade, nosso amor fraternal. Não temos família. Então por que deixar que eles tenham?


O Lord pegou em seu ombro o indicando o caminho, subindo a escada. Cada degrau fazia sumir aquele Severus Snape da Ordem da fênix, aquele menino franzino que estudou nos cantos da escola, o professor que corrigia os exames dos cabeças ocas. Aquele Severus já não existia, não por hoje. Hoje a noite era dele, apenas dele, seu lado negro, seu lado infeliz, seu lado comensal. Empurrou com uma mão a porta do último quarto.


Estava tudo escuro, mas ele não precisava que acendesse a luz. Ligou apenas o abajur. O quarto era pequeno, rosa, cheio de moveis bonitos e estrelas que brilhavam no teto. Uma cama no canto, cobertores rosas, ursinhos em volta e no meio deles, uma garota linda, linda garotinha de quinze anos no máximo.


- Samantha – Sussurrou a voz grossa de Snape ao ler a pulseira dourada que ela usava.


Loira, linda, graciosa.


Ele respirou fundo e sentou-se devagar ao lado dela na cama apenas observando-a respirar, suas feições estavam leves, ela não imaginava o que estava para acontecer naquele recinto, muito menos sabia sobre ele a velando. Como era linda, seus cílios eram grandes e grossos, sua pele era de um branco invejado, seus cabelos ruivos pareciam um véu vermelho sobre os travesseiros. Tão parecida com Lillian


Ele permaneceu admirando-a até sentir o odor do Lord em sua nuca, podre como o próprio se sentia, podre.


- Linda não é?


A mão esquelética do Lord tirou devagar os cobertores dela e expôs o corpo esguio, apenas de calcinha e camiseta ela mostrava as pernas torneadas do corpo de uma jovem atleta.


- Está vendo Severus o que eu lhe dou pela sua lealdade que me demonstra.


Snape comensal quase teve um orgasmo de excitação quando o Lord começou a lhe dizer o que poderia fazer com ela e o Snape professor gritava preso em uma jaula com espinhos em suas grades sabendo o que estava prestes a fazer.


Voldemort afastou-se um pouco e deixou Snape subir as mãos geladas pelas pernas da menina que começava a se incomodar, mas ainda dormia. Ele levantou a camiseta dela e respirou perto de sua barriga até que suas mãos postaram-se nos seios com mamilos rígidos de frio.


- Faça – Sibilou Voldemort em seu ouvido


Snape sentiu a força da voz dele entrar em seu corpo e praticamente dominá-lo de forma doentia. Ele olhou para ela e sorriu, suas mãos apertaram os seios brancos de leve.


- Quero que tire esse feitiço do rosto Severus. Deixe-a ver o monstro que está agora, deixe a ver o rosto distorcido que lhe dei.


Snape acenou com sua varinha tirando o feitiço que era obrigado a usar todos os dias para ter uma vida no minimo social.


Sorrindo demonicamente com o rosto rasgado ele passeou as mãos pelo corpo dela. O volume em sua calça aumentando cada vez mais enquanto subia na cama sobre o corpo feminino. Ela se mexeu abrindo mais as pernas quando a mão dele encostou em seu sexo por cima da calcinha. Ela gemeu sonhando.


Ele tirou devagar a calcinha branca e a jogou no chão aproximando seu rosto do fruto proibido de Samantha, sem pensar ele mordeu seu ventre descendo seu rosto cada vez mais.


Os olhos âmbar se abriram ao sentir a dor dos dentes cravados em sua pele, a menina olhou sem entender para o homem que apertava seus seios e lambia sua pele, por um momento ela não teve reação até que o grito instalou-se em sua garganta, porém uma mão postou-se na boca aberta apertando-a, machucando-a.


- Shhh – Disse com o corpo em cima do dela, sua ereção aparecendo dentro de suas calças – Nem pense em gritar, será pior para você


A menina chorava silenciosamente olhando para o rosto desfigurado do homem, seus cabelos negros passavam por seu rosto enquanto ele a virava de bruços e abria a própria calça.


Snape podia sentir a respiração ofegante da menina enquanto chorava pedindo por misericórdia, o panico estava estampado em seu rosto e o medo transformava seu olhar. Ela mexia-se na cama, mas não conseguia se soltar das mãos dele, estava presa fortemente


- Não se preocupe Severus, ela poderá gritara vontade, coloquei feitiço no quarto, sei que você gostava de ouví-las implorar para morrer


O comensal rosnou puxando o cabelo dela, levando a cabeça para trás e arqueando o corpo delicado. Pelo canto dos olhos ele viu o Lord rir sentando-se em uma cadeira.


Sem se importar com a presença de Voldemort, Snape encostou seus lábios na orelha dela, lambendo a extensão até o pescoço, assim que soltou a boca dele ele a ouviu gritar de pavor.


- Então grita vadia – Disse Snape com uma voz sanguinária – Grita que eu quero ouvir, pede clemência para mim, ajoelhe-se e reze, bem rezado, não gosto de nada mal feito. Grita – Abriu as pernas dela pressionando-se em sua entrada.


- Por onde vai começar Severus – Perguntou o Lord.


- Por onde o senhor quiser Milorde.


- Elas sempre gritam mais quando é por trás.


- Está ouvindo Samantha. É melhor relaxar, pois isso vai doer. E muito.


Puxou o cabelo dela trazendo–a mais para trás.


O membro a invadiu.


A pele rasgou


O sangue jorrou


Lágrimas escorreram


E o grito saiu, a quilômetros de distância, em um dormitório em uma das torres mais altas.


- SEVERUS NÃO!

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Comentários: 1

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 16/10/2012

Argh, sorry, mundo, mas eu não resisto dizer que odeio essa vaca ruiva da Lily. Chego a ser redundante ao falar disso, mas não tem como me conter /rosna

"- Entrem, destruam, queimem, matem, façam o que for preciso para ver a felicidade sair dos olhos desses imundos." <<< tô rindo horrores com isso. Não pela sua frase em si, mas pelo que ela me lembrou: "Prendam, segurem, agarrem, capturem! Peguem o pombo agora! Peguem o pombo, peguem o pombo (8)". Tá, eu sei que sou retardada HUSIHOIUSAHUIHAUISHUIAHSIUHAUISHA

Sobre o final, sempre que eu leio essa parte sinto uma agonia. Voldemort filho da p%#@. KDKDKDKD MAIS.

Nota: 5

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