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2. CAPITULO II


Fic: DARK ROSE


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NOTAS DO CAPITULO

Olá! Aqui está o segundo capitulo. :D Descubra quem está cuidando de Severus.




CAPITULO II


LUZ


...


Ela tinha encontrado Severus na Casa dos Gritos, ele estava ensanguentado e pálido, por Merlin ainda não tinha morrido. O ferimento no pescoço não parava de sangrar, ela rasgou um pedaço de sua capa e colocou no ferimento. Sabia que não podia estancar o sangue ainda, o veneno de Nagini estava em seu sistema, à cobra era mágica também, tinha que esperar até que a cobra estivesse morta para aplicar as poções.


Dumbledore lhe deu instruções de ir atrás de Severus, ela não o deixaria morrer depois de tudo que ele fez nesses anos e de sua lealdade a Dumbledore, seu padrinho, ela também sabia de todo plano dos dois, Dumbledore a tinha contado do plano de fingir sua morte. Naquela noite na torre de astronomia foi tudo fingimento, Dumbledore transfigurou uma tabua a sua forma quando Severus lançava o Avada.


Depois de sua falsa morte, Dumbledore a procurou, ele ainda estava com o ferimento na mão e a poção que tinha tomado na caverna estava fazendo efeito. Ela descendia de um povo muito antigo, que possuía um poder de cura muito raro, com seus poderes ela curou Dumbledore de qualquer mal, e com ele também curaria Severus.


[...] [...] [...]


Fazia mais de um mês que Severus estava naquela cama. Foi preciso tirar todo o veneno antes de começar a cicatrização do ferimento, além disso, não ouve nenhuma outra complicação. Ele tomava poção restauradora de hora em hora, e outra fortalecedora, sua magia também não fora comprometida, nem nenhuma de suas funções motoras.


"É bem estranho ter alguém cuidando dele assim" ela pensava. Ele sempre fora odiando por todos, também ele não era a melhor pessoa do mundo. Ele fora seu professor e diretor de sua casa, ela sempre teve muita admiração e respeito por ele, e isso só aumentou quando descobriu de que lado que ele estava.


Sua família era grande amiga de Dumbledore, assim quando ela nasceu seus pais o escolheram para ser seu padrinho. Depois que seus pais foram mortos por comensais da morte, ele a acolheu e a protegeu. Assim ele se tornou como um pai para ela e um grande amigo.


Precisava descansar, passara dias sem dormir direito, como Severus se encontrava bem melhor decidiu deitar no sofá ao lado da cama onde ele se encontrava e dormir um pouco. Assim que deitou começou sentir seus olhos fecharem e o sono a atingir.


[...] [...] [...]


Aos poucos Severus foi abrindo seus olhos, levou algum tempo para se acostumar com a claridade, quando se deparou que estava deitado em uma cama com lençóis de linho branco, e pode constatar que estava em um quarto grande com moveis de mogno.


Severus sentia sua garganta arder um pouco, precisava de água, a olhar mais para o quarto se deparou que no sofá a seu lado dormia alguém, e pelo visto era uma mulher. Não quis fazer nenhum barulho, para não acordá-la, mas quando tentou tocar em seu ferimento na garganta soltou um gemido baixo, isso fez a pessoa no sofá se mexer e abri os olhos.


- Professor? – ela disse com um sorriso – É bom vê-lo acordado, senhor.


Severus não pode responder de imediato, a sua voz não saia. Percebendo o que estava acontecendo, ela levantou do sofá e lhe ofereceu um copo de água e o ajudou a tomá-lo.


- Senhorita Graham! – disse com voz rouca. Ela apenas acenou com a cabeça.


Ele não poderia acreditar que era ela que estava ali. Elizabeth Athell Graham, afilhada de Dumbledore. Tinha dado aula a ela desde os seus onze anos, uma sonserina, uma das melhores alunas que já tivera, mas ela estava diferente, não era aquela garotinha de dezessete anos era evidente que tinha crescido, ainda tinha os cabelos negros só que estavam maiores se comparados aos tempos de escola; não estava tão magra com naquele tempo, via-se curvas em suas formas.


Severus não queria pensar porque tinha reparando tanto nela, desviou o olhar. Tinha outras questões a tratar, queria saber onde se encontrava, mas antes de perguntar ela interrompeu seus pensamentos.


- Já está na hora de sua poção e dos exames regulares. Depois disso o senhor poderá me perguntar qualquer coisa que desejar. – lhe disse.


Severus esperou ela fazer os feitiços necessários e tomou sua poção, sentiu um grande alivio assim que a tomou.


- Os exames estão excelentes. O senhor está bem melhor. Daqui uns trinta minutos seu almoço checará, nesse meio tempo responderei o que quiser. – disse sentando em uma cadeira ao lado da cama.


Severus respirou fundo e lhe disse:


– Onde estou senhorita?


- Provavelmente na Escócia, esta é uma casa protegida de Dumbledore. – disse com calma. Ele resmungou alguma coisa inteligível.


- Faz um mês que o senhor está aqui, neste meio tempo Dumbledore apareceu para o mundo bruxo. É claro que isso foi um baque para muitos. – disse refletindo em seguida – Como está pensando senhor, somos prisioneiros aqui, nas abas de Dumbledore.


- Por que estou aqui senhorita? Eu deveria estar morto. – disse com severidade.


- Dumbledore nunca o deixaria morrer senhor. Ele concedera como um filho e lhe tem em alta estima. Como ele mesmo disse o senhor merece uma segunda chance.


- Albus sempre manipulando minha vida. – falou exasperado.


- Não só a sua. – ela disse com um sussurro. Neste momento Severus percebeu que ela estava ali desde que seus pais morreram. Dumbledore o tinha contado toda sua história e que jurou aos pais dela que iria protegê-la.


- Ele está aqui, senhorita?


- Não, está muito ocupado depois que a guerra acabou. Está ajudando o ministro e coordenando a reconstrução de Hogwarts. – ela disse isso em um tom de desagrado.


Um elfo apareceu com seu almoço.


- Obrigada Link. – disse para elfo pegando o prato e se aproximando de Severus.


- Nem pense nisso, não vai me dar comida na boca. – Severus disse rude.


- Nesse mês o senhor acha que como comia? O senhor nunca reclamou quando eu lhe dava as refeições. – disse serena.


- Estava desacordado e não me lembro disso. – disse sarcástico – E melhor a senhorita pensar muito bem no que está fazendo.


- O senhor não vai conseguir levantar seus braços, passou muito tempo deitado nessa cama, e seu corpo ainda não esta o respondendo direito. – disse com calma – Prefere morrer de fome? Sei que está com fome, essa teimosia não vai valer de nada.


Depois de muito reclamar Severus cedeu contrariado, ela começou a da lhe o caldo de galinha.


[...] [...] [...]


Terminada a refeição de Severus, Elizabeth foi à lareira e pediu para ela um chá com bolinhos.


- Onde estávamos mesmo? – disse pensativa – Dumbledore não é, preciso mandar uma mensagem a ele. – disse para si mesma.


Assim um gato irrompeu de sua varinha, seu patrono, ela lhe disse a mensagem a ser enviada, e o mandou a Dumbledore.


- Preciso agora refazer o curativo no seu pescoço, senhor. – ela pediu licença e começou a desfazer o curativo velho, quando as ataduras foram tiradas ela fez uma cara feia.


- Como está? Deixe-me vê-lo. – percebendo o olhar dela.


Elizabeth lhe deu um espelho de mão, que estava dentro da gaveta do criado mudo. Severus pegou o espelho e refletiu o seu próprio rosto, estava bem pálido, uma palidez de morte, desceu o espelho para o pescoço ali estava uma ferida horrível, ainda não cicatrizada totalmente, tinha um pouco de sangue também. Abaixou o espelho dando permissão para que ela continuasse, ela passou uma pasta da ferida e conjurou um feitiço muito antigo, depois pegou ataduras novas e refez o curativo.


- Está demorando um pouco mais para cicatrizar do que é esperado. – disse tentando acalmar ele ao perceber seu olhar.


Antes mesmo de tentar responde-la a porta abriu revelando um senhor de barba branca.


- É bom vê-lo meu filho. – disse com sua característica voz bondosa.


continua...




NOTAS FINAIS


Quem será o senhor de barba branca? (Como se ninguém soubesse hahaha)




PRÓXIMO CAPITULO


Um amigo. Quase um pai, amigo, mentor e padrinho.




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