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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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8. CAPITULO OITO


Fic: Plano B


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Bom gente eu não sei se avisei a vocês que postaria domingo, na verdade eu planejei sim postar esse capitulo ontem, mas ai aqui onde eu moro começou a chover e como a net já é ruim fica bem pior quando esta chovendo e acho que a net caiu lá pelas 17h00min e só voltou hoje de manhã as 06h00min, mas ainda bem que estarei postando agora, espero os comentários de vocês e nas notas finais terá noticias sobre a fic Reescrevendo a História.


CAPITULO OITO


Havia se passado uma semana desde que Helena aceitara Carlinhos para morar com ela, até que estava tranqüilo, ela havia dito as regras, na verdade ela não precisava ter dito algo do tipo, Carlinhos sabia seus limites, em uma das normas da casa era não bagunçar muito, ele poderia fazer o que quiser com o próprio quarto, mas o resto da casa tinha que ficar limpa, ele não podia fazer festinhas na casa dela com os amigos, o fato era que Helena não sabia que o ruivo não era do tipo que trás amigos em casa para beber e jogar algum jogo de cartas, e na opinião dela a regra mais importante era: NÃO TRAZER NAMORADINHAS PARA O APARTAMENTO DELA.


Carlinhos enquanto ouvia o que ela falava revirava os olhos de tédio, o que ela estava pensando que ele era, um adolescente que nunca tinha a casa para si mesmo e por isso fazia estripulias enquanto os pais estava fora? Mas com os dias que estavam passando juntos Helena via que ele não era do tipo que ela estava pensando, ao menos não na casa dela, eles iam em restaurantes quase todos os dias, na maioria das vezes era para jantarem, o ruivo tinha até uns toques culinários, fazia o básico, sua especialidade era macarronada, é claro por ter se mudado para a Romênia ele não podia ficar pedindo para sua mãe ir para lá toda hora para fazer algo para comerem, então ele teve que dar um jeito, ou melhor, se virar.


Astória ao saber que Carlinhos estaria acompanhando Helena para tudo quanto é lado teve uma boa conversa com ele, disse o que ele devia fazer, ficar atento a ela, sempre perguntar se ela estava bem caso achasse que algo estava errado, reparar se Helena não andava demais e por isso ficava cansada e é claro quanto ao que ela comia, a medica havia dito que orégano poderia causar aborto e por isso ela deveria ficar longe do tempero, ela também havia dito outros temperos fortes que ela devia evitar, Carlinhos escutou atento tudo o que ela falava.


— E o principal, nada de álcool, pode causar de ela desejar isso, mas ai você tem que arrumar um jeito de ela consumir a menor quantidade possível. — Falou Astória.


— Mas como eu vou realizar o desejo dela se ela não pode beber? — Perguntou Carlinhos confuso.


— Eu não sei, reze para que isso não aconteça. — Falou Astória.


Helena havia conversado com Astória sobre ela querer ir fazer sua viagem, a medica fez alguns exames e disse que ela tinha sim autorização para isso, só que ela disse que era melhor evitar transportes mágicos, ou melhor, evitar magia em seu próprio corpo, também havia lembrado que Helena podia andar de salto por enquanto que a barriga não estava tão grande.


Sirius depois de saber que Carlinhos havia conseguido autorização para ficar lá teve a capacidade de os fazer uma visita apenas para sorrir para Carlinhos como se assim ele estivesse dizendo “esta vendo como eu sabia que você ia conseguir”, naquela noite Marlene fez o jantar para eles, pelo que virá Helena não era muito fã de cozinhar.


Carlinhos estava dormindo no quarto de visitas no apartamento de Helena, era até confortável, um guarda roupa simples — mas o suficiente para que toda suas coisas caibam —, uma cama de casal que na opinião dele se ele tivesse uma daquelas não a colocaria no quarto de visitas e uma cômoda simples, era bem decorado, em cores branco e preta.


Não fazia nem mesmo três horas que ele estava dormindo quando ouviu batidas na porta, se levantou, usava apenas uma calça de moletom, Helena já havia visto suas cicatrizes no peito e nas costas, feita por dragões, então por isso não se preocupou em vestir uma camisa, mas  nunca havia visto Helena daquele jeito, ela usava apenas uma camisa grande, ou melhor, uma camisola em forma de camisa, o ruivo arregalou os olhos ao vê-la, afinal não era todo dia que tinha a visão das lindas pernas de Helena e aquela camisa/camisola deixava o volume dos seios dela bem aparentes.


— O que aconteceu? Algo de errado? — Perguntou Carlinhos confuso se recompondo.


— É só que é... Desejo. — Falou Helena meia que envergonhada.


— Diga que é algo fácil para se conseguir. — Pediu Carlinhos suplicando.


— É muito fácil, só não tem isso aqui em casa, já que é algo masculino. — Falou Helena dando de ombros.


— O que é? — Perguntou Carlinhos.


— Whisky de fogo. — Respondeu Helena fazendo com que o ruivo arregalasse os olhos.


— Helena, se você quer passar por cima das regras da medica tentando me pedir algo assim achando que eu me esqueci apenas porque estava dormindo, você esta muito enganada. — Falou Carlinhos encostando a cabeça no batente da porta.


— Não é isso, mas é que eu estava vendo fotos e vi uma em que eu me lembrei a sensação de ter o whisky descendo por minha garganta, e foi isso que me fez desejar, uma lembrança, por favor, estou com a boca cheia d’água. — Falou Helena com os olhos brilhando.


— Como eu vou fazer para lhe ajudar? Você não pode beber uma gota de álcool. — Falou Carlinhos.


— Eu sei, eu ao menos tenho que sentir o gosto em minha boca, por favor me ajude. — Pediu Helena suplicando, Carlinhos começou a pensar no que faria.


— Eu vou visitar o Harry, conversar com ele e vejo se consigo lhe ajudar, mas você aceita sentir o gosto de whisky de fogo de qualquer forma? — Perguntou Carlinhos para ela que assentiu.


— Sim, é claro. — Falou Helena.


— Ótimo, volta para o seu quarto que eu vou pegar uma camisa e não vou demorar. — Falou Carlinhos para Helena que assentiu e foi para seu próprio quarto, em poucos minutos ele já estava na frente da casa de Harry, apertando a campainha continuamente.


Em poucos minutos a porta se abriu e por ela apareceu Harry com os cabelos bagunçados e olheiras, ele olhou indignado para Carlinhos, afinal o que ele estaria fazendo numa hora daquela em sua casa.


— O que faz aqui? — Perguntou Harry confuso.


— É que Helena esta com um desejo estranho e eu não sei como ajudar. — Respondeu Carlinhos, o moreno deu passagem para que ele entrasse e ele assim o fez.


Carlinhos explicou a ele, quando Harry disse que ele não poderia fazer nada, o ruivo repetiu cada palavra dita por Helena, disse que ela falou de uma forma suplicante e que pelo jeito poderia ficar doente se não sentisse o gosto de whisky de fogo.


— Bom, tem um jeito de você resolver isso, mas eu já não sei se você esta disposta a fazer algo assim. — Falou Harry.


— Explique. — Pediu Carlinhos.


— Na primeira gravidez da sua irmã ela teve desejo de vários sorvetes, mas a medica disse que sua saúde estava um pouco frágil e que isso poderia causar uma gripe forte e isso a impossibilitou de chupar sorvete, eu para ajudá-la chupei sorvete e a beijei, ela sentiu o gosto do sorvete e até mesmo o beijo gelado, na opinião dela ajudou bastante. — Falou Harry dando de ombros.


— O que quer que eu faça? Que eu beba whisky e simplesmente a beije? — Perguntou Carlinhos como se aquilo fosse a coisa mais impossível de se acontecer.


— É por isso que é melhor que ela tenha um homem do que um amigo. — Falou Harry se jogando no sofá da própria casa.


— Harry, se eu a beijar vai ficar difícil de cuidar dela, vai ficar estranho entre nós. — Falou Carlinhos como uma desculpa de dizer não.


— Vocês são adultos, se conhecem, já ficaram com pessoas que nem conheciam, qual o problema de se beijarem? É só deixar claro que tudo voltara ao normal depois disso, que só será uma forma de ajudá-la. — Falou Harry dando de ombros.


— Tem uma garrafa de whisky de fogo ai? — Perguntou Carlinhos.


— Tenho, mas o que vai fazer? — Perguntou Harry enquanto ia em direção de um balcão onde ficava as bebidas, era alto o suficiente para ficar longe das mãos curiosas de James, ele pegou a garrafa de whisky que estava pela metade e entregou a Carlinhos que o examinou.


— Costuma beber? — Perguntou Carlinhos.


— Não, apenas um golinho por semana quem sabe, mas não fique bravo, sua irmã não bebe, eu costumo colocar um feitiço nas garrafas, sua irmã costuma ser rebelde, ela não faria algo para colocar o bebê em perigo, mas é só para garantir, sem contar o James. — Falou Harry o acompanhando até a porta.


— Obrigado Harry. — Falou Carlinhos aparatando logo em seguida, um segundo depois Harry fechou a porta, já iria apagar a luz da sala quando viu Gina no primeiro degrau da escada.


— O que foi aquilo que eu acabei de ouvir? — Perguntou Gina sorrindo, esse sorriso dizia que ela havia escutado toda a conversa.


— Sirius esta dando o jeito dele, foi apenas um empurrão. — Falou Harry indo em direção a ela.


— Porque acha que acontecerá algo? Em festinhas de adolescentes as pessoas costumam passar bebidas no corpo para tomarem logo em seguida, poderia ter dado essa idéia. — Falou Gina.


— Pense bem, se eu desse essa idéia ele provavelmente diria para ela passar um pouquinho de whisky no braço e lamber depois, mas se ele chegar dizendo que vai beijá-la ela poderá ficar chocada e não conseguirá pensar, pense melhor, uma mulher grávida e um homem se beijando, o que isso daria? — Perguntou Harry já perto dela, enlaçando sua cintura com os braços.


— O que seria? — Perguntou Gina.


— Eles terão algo que a gente também fazemos, só que sem whisky. — Falou Harry, ela estava em um degrau acima do dele, o que significava que estava mais alta que ele, segundos depois ela o beijou, beijo esse que ficou fervoroso, em poucos minutos eles já estavam deitados em sua cama, sem desgrudarem os lábios despiam um ao outro.


 


Helena olhava para o relógio no criado mudo a cada cinco minutos, já fazia um bom tempo que Carlinhos havia saído e ele não dava nem mesmo um único sinal de vida, pegou o controle ao lado do relógio e ligou a televisão, sabia exatamente o que poderia estar passando naquele momento, provavelmente filmes com cenas inadequadas para menores, e não ficou surpresa ao se deparar com uma cena em que um casal faziam sexo, era até estranho olhar aquilo sem pensar nela mesma naquela mesma situação com alguém, estava tão entretida em seus pensamentos que deu um pulo na cama ao ouvir o som alto que significava aparatação, ficou a olhar a porta esperando que Carlinhos aparecesse o que não demorou para acontecer.


— Eu não sabia que gostava de filmes desse tipo. — Falou Carlinhos entrando no quarto e fechando a porta atrás de si, ele colocou uma garrafa de whisky em cima do criado mudo e foi até a janela, a fechando e junto com ela as cortinas.


— Eu não gosto, mas é que estava passando e me veio um pensamento na cabeça, acabei me esquecendo de trocar de canal. — Falou Helena dando de ombros, ela olhou confusa para ele, já que o mesmo estava um tanto quanto pálido, ele foi até o banheiro de seu quarto, desligou a luz que estava acesa e fechou a porta atrás de si — O que foi? O que esta acontecendo para você nos trancar aqui dentro?


— Desliga a TV. — Falou Carlinhos para a morena que assentiu, ela achou estranho quando ele saiu do quarto, mas voltou logo em seguida com um pequeno copo na mão — Bom, eu sei de uma forma que você possa sentir o gosto de whisky de fogo e ai seu desejo vai acabar.


— E como é? — Perguntou Helena ansiosa.


— Desliga a TV. — Falou Carlinhos novamente indicando a TV, Helena olhou confusa, era mesmo, ele havia pedido para ela desligar a TV — E o abajur também, quer dizer, deixa que o abajur eu mesmo desligo.


Helena deu de ombros e desligou a TV, viu Carlinhos ir até o criado mudo e colocar um pouco de whisky no copo, segundos depois de a bebida estar no copo Helena pode sentir o cheiro forte.


— Eu achei que eu não pudesse beber. — Falou Helena.


— Você não vai beber. — Falou Carlinhos se sentando de frente para Helena, ela olhou confusa para ele, o viu beber todo o liquido no copo e fazer uma careta logo em seguida, aquilo era sacanagem contra ela, ela ali morrendo de vontade e ele tomando na frente dela.


Antes que ela pudesse dizer algo ele se esticou e desligou o abajur, Helena ficou um pouco assustada, as luzes estavam apagadas e o quarto totalmente fechado, o que significava que não podia ver Carlinhos e não sabia se ele podia a ver.


— Eu vou beijar você. — Falou Carlinhos assustando ainda mais a morena.


— Ficou maluco? Da onde tirou isso? — Perguntou Helena indignada.


— Foi idéia do Harry, ele me disse que uma vez a Gina queria sorvete e ela não podia chupar sorvete, então ele fez isso, se você não quiser pode começar a pensar em outra idéia melhor, é só dizer que eu faço. — Falou Carlinhos se mudando de lugar, Helena percebeu o colchão da cama farfalhar e se mexer, pelo jeito o ruivo estava ao seu lado, encostado na cabeceira.


Helena começou a pensar em uma idéia melhor, mas nada passava por sua cabeça, nada que a ajudasse com o desejo sem mesmo prejudicar o bebê.


Droga, o que eu vou fazer agora? Perguntou Helena para si própria.


Passou minutos e eles ainda estavam na mesma situação, os dois em silencio, Carlinhos se martirizando mentalmente por ter aceitado aquela idéia e Helena não via outro jeito.


— Vai ser só um beijo? — Perguntou Helena para ter certeza.


Carlinhos riu.


— Você quer mais? — Perguntou Carlinhos ainda rindo, Helena não se conteve e conseguiu beliscar ele na perna ouvindo um resmungo de dor — Helena, se decidi logo que eu estou quase dormindo aqui.


— Ninguém mandou você decidir cuidar de mim. — Falou Helena. — Só um beijo mesmo? — Perguntou Helena novamente.


— Se você quiser mais eu não me importo, o único problema é como vamos ficar depois disso. — Falou Carlinhos dando de ombros no escuro.


— Como assim? —Perguntou Helena.


— Eu sempre achei que uma mulher saber que foi beijada apenas como favor é o mesmo que dizer que ela não beija bem, ou melhor, que ele não queria e que não gostou de ficar com ela. — Explicou Carlinhos.


— Os homens costumam pensar da mesma maneira? — Perguntou Helena.


— Não sei, eu ao menos não gostaria de ganhar um beijo apenas como favor, porque? — Perguntou Carlinhos confuso, Helena podia imaginar que ele estava com as sobrancelhas arqueadas.


— É que eu já beijei homens apenas como um favor para minhas amigas. — Falou Helena dando de ombros.


— Mas a nossa situação é diferente. — Falou Carlinhos.


— É, imagine se a Elliz nasce com cara de whisky de fogo? — Perguntou Helena fazendo uma leve careta ainda no escuro, ela revirou os olhos quando ouviu a risada do ruivo ao seu lado — Mas você disse que teme de como ficaremos depois disso, eu ainda não entendi, o que você teme?


— Helena qual a sua reação quando revê alguém que já ficou? — Perguntou Carlinhos.


— Eu me sinto um pouco desconfortada. — Respondeu Helena.


— Exatamente, não quero que fiquemos assim, ainda mais porque ainda vai demorar para eu ir embora, não quero que você fique assim, sem contar que ficaremos juntos 24 horas. — Falou Carlinhos.


— Mas é só pensarmos que é por Elliz. — Falou Helena.


— Você vai ficar bem? — Perguntou Carlinhos apenas para ter certeza.


— Acho que sim. — Falou Helena sentindo seu corpo se arrepiar, a verdade é que os dois sabiam que não tinham certeza de como eles ficariam depois daquilo.


— Ér, me passa a garrafa ai, preciso tomar mais um gole. — Falou Carlinhos para a morena, ela tateou o criado mudo com a mão e logo achou a garrafa, entregou-a para Carlinhos, ouviu o barulho do liquido cair no copo e quando ele ficou em silencio ela imaginou que ele tinha bebido. O pensamento de como ele conseguiu se servir passou por sua cabeça, mas não perguntaria agora.


— Não seria melhor ligar a luz? — Perguntou Helena insegura.


— Não, se ligar eu não consigo. — Falou Carlinhos.


— Eu sou tão feia assim? — Perguntou Helena indignada.


— Não é isso, mas é que já nos beijamos antes, você era uma criança, nem nos conhecíamos direito, e foi um pouco difícil conversarmos normalmente depois daquilo. — Falou Carlinhos dando de ombros no escuro.


— Foi só um descuido, estávamos em um baile, isso acontece de vez em quando. — Falou Helena.


— Você me beijou, você tinha apenas 15 anos, era uma criança e eu já era um homem. — Falou Carlinhos.


— É que eu estava confusa, não estava sendo fácil para mim, eu estava convivendo com pessoas que seriam minha família, meus filhos e todos falavam de nós, quer dizer, do casal Helena e Carlinhos do futuro tão bem, eu tinha ficado tão triste, não fazia muito tempo que havia terminado um namoro, queria saber do porque de termos ficado junto, quer dizer... Há você me entendeu né? Eu só queria deixar as coisas mais claras para mim. — Explicou Helena.


— E o que conseguiu? — Perguntou Carlinhos.


— Não consegui nada, você beija bem e tudo mais, mas eu não senti nada especial por você. — Falou Helena dando de ombros.


— Não se dá para começar a amar alguém apenas com um beijo, Helena. — Falou Carlinhos rindo.


— Eu sei disso agora, mas é que quando se é adolescente, tudo se começa com um beijo, e você não tem que falar nada, nunca esta com uma pessoa a sério. — Falou Helena.


— É diferente, eu até gostaria de ter alguém, eu já amei alguém, quer dizer, eu amo, e quando você ama alguém e não é correspondido é mais difícil seguir em frente, mas eu tento, mas eu espero que exista alguém que me faça esquecer essa outra pessoa. — Falou Carlinhos.


— Você precisa de um tempo em que só exista alegria, sabe, em volta de varias pessoas, dando gargalhadas, porque quando se esta gargalhando não há espaço para se lembrar de outras pessoas a não ser a que esta em volta de você, e não ficar se isolando na Romênia. — Falou Helena.


— Eu não me isolo, mas é que dragões é minha segunda paixão. — Falou Carlinhos.


— Entendo, você não se assusta consigo mesmo ao ver suas varias cicatrizes? — Perguntou Helena como sempre curiosa.


— Não, essas cicatrizes foram feitas a muito tempo, no inicio, quando eu comecei a cuidar de dragões e como tudo no começo é meio atrapalhado. — Explicou Carlinhos.


— Entendi. — Falou Helena assentindo no escuro, se sentiu idiota por fazer aquilo, afinal ele não a veria.


Passou-se minutos e eles ficaram em silencio.


— Vamos nos beijar ou vamos ficar aqui sem fazer nada? Porque se formos demorar muito terei que tomar outro gole de whisky, sem contar que daqui a pouco ficarei bêbado. — Falou Carlinhos.


— Pode ser. — Falou Helena.


— Quer que eu fique de frente para você? — Perguntou Carlinhos.


— Pode ser, não tem problema. — Falou Helena.


Mais uma vez ela ouviu o colchão farfalhar e afundar um pouco a sua frente, ele ficou em silencio por algum tempo, cerca de alguns segundos, logo em seguida ela sentiu alguém tocar em sua mão que estava em seu colo, ela estava com as pernas no estilo borboleta, se não soubesse que ele estava ali provavelmente teria levado um susto, sentiu ser puxada levemente pela mão.


— Se ajoelha. — Falou Carlinhos com a voz mansa.


Helena franziu as sobrancelhas, mas mesmo assim fez o que ele pediu, ela se ajoelhou, mas ainda não podia vê-lo ou até mesmo senti-lo, ela esperou alguns segundos e a mão dele foi em direção de sua cintura a puxando para mais perto de si, a única coisa que Helena pode fazer foi depositar suas mãos no peito do ruivo que estava coberto por uma camisa que ela nem mesmo se importou em notar a cor.


Eu nunca lhe imaginei assim. — Sussurrou Helena.


Assim como? — Perguntou Carlinhos no mesmo tom de voz que Helena.


Você, você esta sendo delicado, quando eu ti beijei na primeira vez, você foi diferente, mais... Homem. — Sussurrou Helena.


— Não estou sendo homem? — Perguntou Carlinhos confuso.


— Não é isso, você é homem e eu posso ver isso, mas é que esta sendo delicado, e normalmente eu vejo isso em Harry e Gina, e eles são diferentes quanto ao nosso caso. Deixa pra lá, esquece o que eu disse. — Falou Helena se arrependendo.


— Esta parecendo uma adolescente insegura. — Falou Carlinhos rindo.


Helena respirou fundo ao sentir o hálito forte em seu rosto.


— Cala a boca. — Falou Helena se recompondo.


— Olha só quem voltou ao normal, eu já estava estranhando esse momento sensível. — Falou Carlinhos sorrindo mais uma vez.


Helena já iria falar algo quando sentiu ser puxada mais uma vez para perto de Carlinhos, antes de se recuperar do susto e da aproximação ela sentiu seus lábios serem tocados pelos de Carlinhos, no mesmo instante seu corpo relaxou e suas mãos como se estivessem ganhado vida própria enlaçou o pescoço do ruivo enquanto sentia sua cintura ser abraçada com intensidade, Carlinhos aprofundou o beijo que foi correspondido pela mesma forma por Helena.


A morena sentia o gosto forte da bebida em sua boca, a cada investida que o beijo tinha ela queria mais e mais, e percebeu que Carlinhos queria o mesmo já que ele a puxou para mais perto de si, em poucos minutos ela já não estava nem ai se o gosto de whisky não tivesse mais tão forte, nem estava mais ligando para isso, a única coisa que ela queria naquele momento era mais, e teria da forma dela.


Helena colocou um pouco de força nos braços e empurrou Carlinhos que ainda a abraçava com firmeza, a levando junto com ele quando o mesmo caiu de costas na cama, estavam um pouco desconfortável até que Helena se sentou encima do ruivo, se apoiando no peito dele.


— Já acabou? — Perguntou Carlinhos confuso.


Não. — Sussurrou Helena o segurando pela camisa e o puxando para mais perto de si, ele se sentou e mais uma vez seus braços estavam em volta da cintura dela.


— Achei que fosse apenas um beijo. — Falou Carlinhos, ele nem mesmo sabia do porque de estar falando aquilo, havia sido muito bom.


— Era para ser, mas o que eu posso fazer, culpe a Elliz depois. — Falou Helena reiniciando um novo beijo, esse já era diferente do que o de antes, já começou intenso, a morena direcionou suas mãos para os cabelos do ruivo e o puxava de vez em quando, o ruivo puxou Helena para mais perto de si e cada vez queria a mesma mais perto, queria sentir o corpo dela perto do seu, se lembrou que ela estava usando apenas uma camisa grande e com facilidade colocou suas mãos por baixa da camisa de cor branca, suas mãos foram para a cintura dela novamente, só que dessa vez por baixo da blusa, ele foi as descendo vagarosamente, passou pelo quadril dela e foi para suas coxas, dando um leve aperto forte ali — O que pensa que esta fazendo? — Perguntou Helena para o ruivo que em um movimento rápido a deitou na cama e se deitou por cima.


— Você costuma ficar com homens fracos Helena, não no modo literal, são fracos o suficiente por serem domados por você. — Falou Carlinhos.


— E o que você tem a ver com isso? — Perguntou Helena desafiante.


— Lhe mostrarei o que é um homem de verdade, Helena Black. — Falou Carlinhos a beijando fervorosamente, ele estava entre as pernas da morena e a mesma gemeu ao sentir ele a segurar com força pela coxa e juntar sua parte intima a dele.


Ele pressionou seu membro que já começava a ficar ereto na intimidade dela e a ouviu gemer, Helena entre o beijo colocou suas mãos nas costas do ruivo o arranhando, ela puxava a camisa dele com um pouco de pressa, sentiu o homem afastar o peito musculoso que pressionava seus seios, com facilidade ele tirou a própria camisa e a jogou longe, Helena ainda não havia percebido que o peito dele estava despido, mas logo percebeu quando ele segurou suas mãos e as levou para seu próprio peito, ela não imaginava que existisse alguma outra forma de conhecer as cicatrizes dele, a viu com seus próprios olhos, mas conhecê-las com seu toque já era outra coisa, ele pressionou seu membro novamente na mesma região e guiou sua boca para o pescoço de Helena, beijando ali levemente enquanto descia para os ombros, enquanto seus lábios fazia o serviço em cima, suas mãos faziam o serviço em baixo, já que em poucos minutos a barra da camisa estava acima da curva dos seios, Carlinhos não os vira ainda, mas estava com uma vontade imensa de tocá-los, e foi o que ele fez.


Helena gemeu ao sentir as mãos geladas dele tocar na parte de seus seios que estavam descobertos, ele a forçou a se sentar em seu colo enquanto tirava a camisa dela.


— Não quero pular nada. — Falou Carlinhos se referindo a parte do corpo de Helena que antes estava tampado, ele a deitou novamente e começou a beijá-la, beijou todo o ombro de Helena e depois o outro, enquanto ela o acariciava nas costas e nos ombros, desarrumando seus cabelos enquanto o rosto dele descia mais e mais, ele beijou toda a região que o sutiã destampava e desceu direto pela sua barriga, já estava no cós da peça intima de baixo de Helena, no momento em que poderia ter avançado ela girou seu corpo por cima do dele.


O que estamos fazendo Carlinhos? — Perguntou Helena com a respiração ofegante.


— Bom, eu estou lhe mostrando o quanto eu sou homem, mas eu quero saber o que você quer, você quer continuar ou parar? — Sussurrou Carlinhos.


Nós combinamos que ficaríamos bem depois dessa noite, não é? — Perguntou Helena com os olhos fechados, antes dele responder o mesmo deslizou sua mão das coxas dela até os seios, apertando fortemente ali, a fazendo gemer.


Sim, foi esse o combinado. — Respondeu Carlinhos sussurrando.


Então eu acho que não tem perigo continuarmos um pouco mais, não é? — Sussurrou Helena.


É, não tem perigo algum. — Sussurrou Carlinhos de volta.


Carlinhos que estava por baixo colocou sua mão na nuca da morena e puxou o rosto dela para perto do seu, no mesmo instante suas cabeças bateram, eles riram e logo já estavam se beijando, o ruivo colocou suas mãos nas costas da morena e assim foi a descendo, ao passar pelo bumbum da morena ele não se conteve e deu um forte aperto ali, ouvindo-a gemer mais uma vez.


Vem. — Sussurrou Helena como uma forma de chamá-lo, ela o fez se sentar e saiu de seu colo, estava pensando em se levantar, mas não deu certo já que Carlinhos se jogou em cima dela fazendo-a cair deitada de costas na cama — Carlinhos, isso não vale.


É claro que vale. — Sussurrou Carlinhos segurando as mãos dela e as prensando contra o colchão macio, diversas coisas passaram pela cabeça de Helena ao sentir estar presa, ela o sentiu dar um leve selinho em seus lábios e depois descer por seu pescoço, descendo cada vez mais até os seios fartos — Eu não deveria pedir autorização para tal coisa, mas vou pedir. Me deixe tirar seu sutiã, posso?


— Tirar? — Sussurrou Helena para si mesma, ela pensou no que tudo aquilo poderia dar, não estava agüentando, seu corpo estava em chamas, ele não estava fazendo nada, mas o suficiente para fazer seu corpo ficar em tal estado — Pode, pode tirar, mas eu quero tirar a sua calça.


— Perfeito. — Sussurrou Carlinhos saindo de cima dela, com um pouco de dificuldade para achar a beirada da cama e sair da mesma, ele se levantou e a puxou pela perna para perto da beirada, encontrou os braços dela e a puxou para junto de si, os dois estavam em pé ao lado da cama.


Senta aqui. — Falou Helena girando seus corpos, com facilidade ela o obrigou a se sentar na cama, a mesma se sentou no colo dele — Pode tirar, o fecho é na frente.


Carlinhos deslizou suas mãos por toda a barriga da morena e logo elas já estavam nos seios, não foi tão fácil de abrir o fecho, já que o sutiã com fecho na frente era mais fácil de ser aberto quando os seios eram pequenos.


(Autora aqui: Não sei se é verdade, mas eu tinha uma amiga que o sutiã dela sempre abria por ela ter seios pequeno e a qualquer movimento ela corria para fechar)


Sabe, eu nunca reparei nos seus seios. — Falou Carlinhos enquanto os segurava com suas mãos, acariciando com leveza e carinho.


Você disse que só me reparou como mulher semana passada, e por acaso, o fato de você não ter notado os meus seios é algo bom ou ruim? — Perguntou Helena saindo do colo dele e se levantando mais uma vez, ele fez o mesmo e antes que ele pudesse responder Helena já estava com a mão já dentro de sua calça, ela passou sua mão por toda a extensão do membro ereto do ruivo.


É ruim para mim e bom para você. — Sussurrou Carlinhos tirando sua calça por completo, a morena ainda o acariciava.


Enquanto o acariciava Helena colocou seu rosto na curva do pescoço dele, ela mordeu ali e logo em seguida chupou a região, Carlinhos suspirou e logo em seguida caiu de costas na cama, ele se sentou apenas para puxar Helena para cima de si.


Só naquele momento que Helena se lembrou que Carlinhos não era o tipo de homem com quem ela costumava se relacionar, ela preferia homens altos, fortes, as vezes até mesmo o tipo que passava da conta dos momentos maliciosos, mas Carlinhos era totalmente diferente, ele era baixo, ao menos da altura dela ele era, não era o homem mais forte do mundo, mas seus músculos faziam jus ao seu corpo, até mesmo suas cicatrizes pareciam apenas enfeites para melhorar sua aparência, e ele estava sempre misturando sacanagem com delicadeza.


Helena gemeu ao sentir o ruivo acariciar seus seios com as mãos e logo em seguida com os lábios, os dois se acariciavam e ao mesmo tempo se beijavam, Carlinhos já iria adentrar sua mão na peça intima de Helena quando ouviram a campainha do apartamento.


— Quem será a essa hora? — Perguntou Carlinhos se distanciando da morena que deu um pulo.


— Carlinhos, já é de manhã. — Falou Helena se levantando rapidamente ao ver a horas no relógio, marcava quase 07h00min da manhã.


— O que? Mas já? Que horas começamos? — Perguntou Carlinhos se levantando rapidamente e procurando a roupa pelo quarto, ele acabou por cair no chão por estar andando no escuro.


— Estamos nisso a quase duas horas. — Respondeu Helena achando o próprio sutiã rapidamente e o vestindo antes de ir ligar a luz do quarto.


— Duas horas? Desde quando eu demoro duas horas para transar com alguém? — Perguntou Carlinhos para si mesmo, Helena ao ouvir aquilo arregalou os olhos.


— Você achou que eu ia transar com você? — Perguntou Helena.


— Não ia? — Perguntou Carlinhos confuso.


— É claro que não, poderíamos ficar nus ali que eu não ia transar com você. — Falou Helena.


— Porque não? Não estávamos nos divertindo? — Perguntou Carlinhos.


— Acontece que eu não transo com homem na primeira noite, nem se ele for um amigo, não é só porque alguém esta cuidando de mim que eu vou precisar transar com ele. — Falou Helena indo para a outra extremidade do quarto, pegar a camisa que ela ia usar para dormir.


— Então você estava pregando uma peça em mim? — Perguntou Carlinhos.


— Porque estaria? — Perguntou Helena.


— Helena, olha a minha situação, isso é sacanagem contra mim, como eu fico agora? — Perguntou Carlinhos indicando seu membro que ainda estava ereto.


— O combinado era que ficaríamos normalmente depois que acabasse, e para nós acabou agora, não vai ter continuação e se não tivessem nos interrompido também não teria acontecido, agora vai para o banheiro, toma um banho gelado ou usa as mãos, você não me toca, eu não lhe toco e continuamos sendo normais. — Falou Helena saindo do quarto.


— Tudo bem. — Falou Carlinhos para si próprio, ele foi para o seu quarto e pegou uma roupa melhor, logo em seguida já estava no banheiro, já despido ele se colocou embaixo do chuveiro, a água fria ajudava seu corpo se acalmar, teve que pensar em coisas horríveis para conseguir fazer seu membro voltar ao normal, não demorou muito e ele já havia feito sua higiene matinal e estava indo para a cozinha.


 


Notas finais: O próximo capitulo da outra fic esta quase pronto, pensei em fazer como em Hogwarts Lendo HP7, já ir fazendo vários capítulos e depois postando um de cada vez, uma vez por semana no mínimo, mas ai pensei melhor e no momento em que terminar o capitulo já irei postar, não vou ficar esperando dar uma semana, para a alegria de vocês, nos próximos capitulo vocês irão entender essa reação de Helena quanto a acontecer algo entre ela e Carlinhos, algo mais intimo.

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