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5. CAPITULO CINCO


Fic: Plano B


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO CINCO


DUAS SEMANAS DEPOIS


No apartamento de Helena, a morena estava de frente para o calendário que havia comprado e deixado no quarto, ela marcava cada dia que se passava, e naquele exato momento, em que ela riscou o 14º dia da semana depois do dia em que fez a inseminação, se arrumou e foi a procura de uma farmácia, demorou até um pouco para achar, mas logo que achou comprou um teste de gravidez, foi para casa e fez tudo que estava explicado na embalagem do teste, fez o teste e esperou que aparecesse duas linhas no pequeno objeto, estava no banheiro quando escutou a campainha, saiu correndo e foi para a sala, abrindo a porta e se deparando com Carlinhos.


— O que você quer? — Perguntou Helena emburrada.


— Nossa, que mal educada, o que esta acontecendo com você? TPM? — Perguntou Carlinhos rindo e entrando no apartamento, sem ao menos pedir permissão — Seu apartamento é mesmo muito bonito. — Falou Carlinhos olhando em volta.


— Fica a vontade. — Falou Helena ironicamente fechando a porta logo em seguida — Ainda não me respondeu, o que veio fazer aqui? Não é normal você vir me visitar. — Falou Helena indo até o sofá e se jogando ali.


— Estão todos preocupados com você Helena, só isso. — Falou Carlinhos dando de ombros e se sentando de frente para ela que revirou os olhos de tédio.


— Sou grandinha demais para cuidar de mim mesma Carlinhos, não me trate como uma criança. — Falou Helena dando de ombros.


— Também era grande o bastante para saber andar por Hogwarts, e mesmo assim se perdeu, lembra? — Perguntou Carlinhos para a morena que assentiu — Então me diga, o que esta acontecendo? Da ultima vez que te vi assim, meio isolada, foi porque terminou com aquele ridículo. — Falou Carlinhos dando de ombros, a morena riu pela forma que ele falara de um dos seus primeiros namorados.


— Estou apenas dando um grande passo na minha vida. — Falou Helena dando de ombros.


— Além do passo de morar sozinha? Que passo é esse? — Perguntou Carlinhos.


— Você não se acha muito curioso? — Perguntou Helena com os olhos estreitados, ele riu antes de assentir.


— Diga logo. — Falou Carlinhos;


— Espera ai, só preciso ter certeza de uma coisa. — Falou Helena se levantando e voltando para o banheiro, olhou no chão e viu o teste, nem havia se lembrado que havia deixado cair.


Helena sentiu seu coração parar ao ver duas linhas preenchendo o teste, não soube quanto tempo demorou para lagrimas começarem a descer por seu rosto, antes que pudesse se segurar voltou para a sala e ao ver Carlinhos em pé, olhando confuso para ela, ela se jogou nos braços dele o abraçando como nunca havia abraçado antes, e ele logo correspondeu, mesmo estando confuso.


— O que foi? Que felicidade é essa? — Perguntou Carlinhos confuso.


— Eu estou grávida, grávida. — Respondeu Helena pulando pela sala como se fosse o dia mais feliz de sua vida, e estava sendo o segundo melhor dia de sua vida, sendo que o primeiro melhor dia de sua vida fora o dia em que sua mãe voltara a vida.


— Como assim grávida? Desde quando? E de quem? — Perguntou Carlinhos ainda confuso.


— De quem eu não sei, mas estou grávida a no máximo duas semanas já. — Falou Helena ainda pulando pelos lados do apartamento.


— Helena, você ficou maluca? Não saber quem é o pai do seu filho? Isso são atitudes de mulheres que não se tem respeito a si própria. — Falou Carlinhos como se a tivesse repreendido, como se ela fosse apenas uma adolescente.


— Carlinhos, você não me entendeu. Eu fiz uma inseminação artificial, sente-se aqui. — Falou Helena o puxando para o sofá, ele se sentou e ficou a observando, esperando que ela começasse a explicar — Bom, a algum tempo atrás eu fui fazer alguns exames de rotina, e fui diagnosticada com uma doença que impossibilitaria eu de ter filhos, então como eu não tenho namorado ou marido, resolvi fazer uma inseminação artificial, é feito em uma clinica que recebe doações de espermas de homens saudáveis, eu tinha que escolher as características física do dono do esperma que eu gostaria que fosse inserido em mim, e agora estou grávida, não ficarei sozinha, ao menos terei uma filha ou um filho pra mim, espere aqui que tenho que marcar horário para hoje com um médico. — Falou Helena saindo do sofá e indo até o telefone, deixando Carlinhos um pouco pensativo.


E eu aqui, com esperma de sobra e ela foi procurar em uma clinica, e ainda por cima de alguém que ela não conhece. — Sussurrou Carlinhos para si próprio, mas arregalou os olhos ao perceber no que pensara, balançando a cabeça de um lado para o outro, em forma de tirar tal pensamento da cabeça.


— Tudo bem doutor, daqui 40 minutos eu estarei ai, obrigado. — Falou Helena desligando o telefone e voltando a se jogar no sofá, com Carlinhos ainda a olhando — Poderia me fazer um favor? Por favor Carlinhos, só um, sabe que não se deve dizer não a uma grávida. — Falou Helena com os olhos brilhando, Carlinhos revirou os olhos.


— Já não basta minha irmã, fala Helena, o que quer? — Perguntou Carlinhos para ela que sorriu largamente.


— Quero que reúna toda a família na Toca, pedi pra sua mãe fazer um jantar, poderia fazer isso por mim? Mas sem contar o motivo dessa reunião de família. — Falou Helena para Carlinhos que fez cara de desgostoso.


— Helena, sabe como é difícil enganar minha mãe, ela vai tentar arrancar minha pele se eu não contar o motivo dessa tal reunião de família. — Falou Carlinhos.


— Diga que você não sabe. — Falou Helena dando de ombros.


— O problema é que eu sei, e minha mãe sabe muito bem identificar minhas mentiras, quer dizer, não apenas as minhas, as de todos da família, até mesmo a do James, isso que ele faz parte dos marotos originais, imagine eu que sou uma pessoa normal que não gosta de mentir. — Falou Carlinhos.


— Eu imagino que sua mãe não gostara de saber que você é um galinha de primeira categoria na Romênia. — Falou Helena.


— Isso é chantagem. — Falou Carlinhos.


— E negar algo a uma grávida deveria ser considerado um pecado. — Falou Helena sorrindo.


— Tudo bem, eu vou dar um jeito na minha mãe, mas e quanto a seus pais, o que faço com eles? — Perguntou Carlinhos — Seu pai fica um pouco agressivo quando o assunto é você. — Falou Carlinhos.


— Tem medo do meu pai? — Perguntou Helena rindo.


— Não, mas é que ele é muito exagerado quanto a você, ele vai achar muito estranho eu saber de algo que nem mesmo sua mãe sabe, ele pode pensar algo errado de nós dois, imagine. — Falou Carlinhos.


— Depois eu esclareço tudo a ele, você só tem que enrolar sua mãe e mandar o convite da reunião para os familiares, e quando eu digo familiares, me refiro em chamar a Luna também. — Falou Helena.


— Helena, convite? Essa reunião ta mais parecendo uma festa. — Falou Carlinhos.


— Convite foi apenas modo de dizer anta, pode mandar um patrono para avisar mesmo, e agora eu tenho que ir me arrumar, então vai logo. — Falou Helena se levantando e puxando Carlinhos pela mão, o ajudando a levantar e o empurrando em direção da porta.


— Porque mulheres costumam ficar exigentes e chantagistas quando estão grávidas? — Perguntou Carlinhos ao se ver sozinho do lado de fora do apartamento, já que Helena havia fechado a porta na cara dele — Era só o que me faltava, uma mulher me mandando arrumar confusão com outra. — Falou Carlinhos se referindo ao fato de ter que arrumar um jeito de enrolar sua mãe.


Helena corria pelo apartamento, ia de um lugar para o outro em busca de todas suas coisas, foi até a lavanderia atrás de uma toalha limpa, até seu quarto a procura da roupa adequada e logo em seguida para o banheiro, tomou um banho relaxante, já estava saindo do apartamento quando escutou o telefone tocar, soltou um longo suspiro e foi até o telefone, o atendendo logo em seguida.


— Alo. — Falou Helena.


— Alô, eu gostaria de falar com Helena Black. — Falou uma voz feminina.


— Sim, é ela. — Falou Helena.


— Boa tarde Srta. Black, é que você tinha uma consulta para daqui 10 minutos, mas aconteceu um imprevisto e o doutor não poderá lhe consultar hoje, gostaria de remarcar a consulta para outro dia? — Perguntou a recepcionista.


— Não, cancela essa consulta completamente. — Falou Helena, estava ficando com raiva.


— Tudo bem, qualquer coisa ligue. — Falou a recepcionista encerrando a ligação logo em seguida.


— E agora, o que eu vou fazer? — Perguntou Helena colocando o telefone no gancho, lembrou de alguém que não via a algum tempo, sabia que ela era medica, rezava para que ela a atendesse naquele mesmo momento, foi até seu quarto e mexeu nos criados mudos que ficavam na lateral da cama.


Depois de muito procurar achou sua antiga agenda, da época em que ela era apenas uma estagiaria do Ministério, rezava para que ela continuasse com o mesmo numero, era até raro uma pessoa como ela ter um numero telefônico, já que telefone era uma coisa de trouxa.


Correu para a sala, pegou o telefone e o puxou um pouco, esticando o cabo do telefone dando para se jogar no sofá, discou o numero e esperou que atendesse.


— Alô, quem fala? — Perguntou uma voz masculina do outro lado da linha, Helena franziu as sobrancelhas confusa, mas tratou logo de falar pensando que o homem encerraria a ligação.


— Ér, aqui é Helena Black, com quem falo? — Perguntou Helena ainda confusa.


— Com Draco Malfoy, o que você quer Black? Faz muito tempo que não a vejo, qual o motivo dessa ligação? — Perguntou Draco.


— Eu achei que esse numero fosse da Astória Greengrass, poderia me passar o numero dela? — Perguntou Helena.


— Não é mais Astória Greengrass, é Astória Malfoy, e sim, esse numero é dela, poderia saber o que deseja com minha esposa. — Falou Draco.


— Esposa? Espero que você tenha mudado desde 1995, porque se a Astória se casou com aquele menino, tenho até dó dela. — Falou Helena mais para si mesma do que para Draco do outro lado da linha, mas como não tinha afastado o telefone do rosto, o loiro do outro lado havia escutado, Draco soltou um longo suspiro do outro lado do telefone, estava demorando para alguém falar dele daquele jeito, já estava até acostumado.


— Black, a minha mudança interessa apenas a minha esposa e a minha família, agora que você já me ofendeu, me diga o que quer com a Astória, que passarei o telefone a ela. — Falou Draco.


— Há, me desculpe, foi meio que automático, é que eu me lembro que Astória era médica lá no St. Mungus, por isso liguei querendo saber se ela poderia abrir uma exceção para mim e me atender, não é nada complicado, apenas precisava que ela me confirmasse uma coisa. — Falou Helena.


— Espere um minuto que passarei o telefone para ela, esse assunto já não é comigo. — Falou Draco, passou alguns minutos e Helena escutou uma voz feminina.


— Helena? — Perguntou Astória do outro lado da linha.


— Astória? — Perguntou Helena.


— Sim, o que deseja? Draco disse que queria falar comigo sobre meu emprego. — Falou Astória.


— Sim, você tem algum tempo livre no seu consultório lá no St. Mungus? — Perguntou Helena.


— Um minuto, vou ver aqui e já te digo. — Falou Astória, Helena escutou algum barulhos, um pode identificar como folhas de cadernos sendo virada, depois de um tempo, Astória voltou a falar — Bom, no momento estou no meu horário de almoço, já esta quase na hora de eu voltar, e minha próxima consulta será apenas as 14:30, se a consulta for rápida, eu posso te atende-la. — Falou Astória.


— Sim, é uma consulta rápida, só preciso de uma confirmação. — Falou Helena.


— Ér, eu poderia saber que confirmação é essa? — Perguntou Astória.


Helena riu fraco antes de responder.


— Sim, preciso confirmar se estou grávida ou não. — Falou Helena.


— Entendi, daqui 15 minutos você me encontra no meu consultório? Qualquer coisa se você não saber quais deles são, pergunte na recepção. — Falou Astória.


— Tá bom então, até daqui 15 minutos. — Falou Helena sorrindo.


— Até. — Falou Astória encerrando a ligação logo em seguida.


Helena soltou um longo suspiro e foi para a cozinha, abriu a geladeira e pegou um iogurte que tinha ali e tomou, jogou a embalagem no lixo e logo em seguida aparatou para outro beco que ficava perto da entrada de St. Mungus e logo já estava dentro do lugar, de frente para a recepcionista.


— Em que posso ajudá-la? — Perguntou a recepcionista sorrindo largamente.


— Eu queria saber onde é o consultório da Doutora Greengrass. — Falou Helena, mas achou estranho a recepcionista ficar com cara de confusa.


— Doutora Greengrass? —Perguntou a recepcionista confusa.


— Há, desculpe-me, a Doutora Malfoy, ainda não me acostumei com o fato dela ser casada, fiquei sabendo ultimamente. — Falou Helena sorrindo para a recepcionista que fez cara de entendida.


— O consultório da Srta. Malfoy fica no sexto andar. — Falou a recepcionista, fazendo Helena ficar confusa, não sabia que tinha um sexto andar naquele lugar.


— Sexto andar? — Perguntou Helena confusa.


— Há, ultimamente teve a construção do sexto andar, para consultas mais comuns, sabe, do dia a dia, foi feita uma pesquisa e o resultado foi que muitos bruxos não gostam de ser consultados por trouxas, por isso o sexto andar. — Explicou a recepcionista.


— Obrigado, as vezes me confundo com os andares, são sempre para algum acidente mágico. — Falou Helena sorrindo e seguindo para o elevador, com certeza o St. Mungus estava moderno comparado ao mundo trouxa.


Apertou o botão que indicava o sexto andar e esperou que chegasse ao andar, não demorou muito e chegou ao local, o elevador até que ficou relativamente vazio até ela chegar ao sexto andar, chegou ao extenso corredor e pode ver varias portas com placas na porta indicando o nome dos médicos, não demorou muito e encontrou a porta com o nome de Astória, deu três batidas na porta e recebeu a autorização para poder entrar.


Abriu a porta e assim que viu Astória sorriu largamente para ela que sorriu de volta.


— Entra logo Helena, temos que ser rapidinhos em. — Falou Astória sorrindo.


— Obrigado por me receber Astória, ficarei te devendo uma. — Falou Helena sorrindo largamente e sentando na cadeira de frente para Astória que logo se levantou.


— Não precisava nem sentar, preciso que tire a blusa e se deite ali, para eu poder examinar seu ventre. — Falou Astória apontando para onde Helena teria que se deitar.


Helena deu de ombros, tirou a blusa e se deitou no local, observou Astória pegar a varinha e passar por cima de todo seu ventre e também por seus seios que estavam tampados por um sutiã preto, não demorou muito e Astória já havia parado.


— Pode se vestir e se sentar aqui. — Falou Astória para Helena que assentiu e fez o que ela havia dito se sentando logo em seguida na cadeira de frente para morena que começou a preencher alguns espaços em um pedaço de pergaminho — Me conte sobre seu período mestrual e sua vida sexual, estão normais? Estique o braço, preciso de um pouco do seu sangue para fazer um exame completo, não precisa ficar preocupada — Perguntou Astória se levantando e pegando uma seringa, Helena esperou a médica tirar seu sangue e voltar a se sentar, para assim responder suas perguntas.


— Bom, minha mestruação esta atrasada a mais ou menos duas semanas, e minha vida sexual esta parada. — Respondeu Helena dando de ombros.


Astória olhou confusa para ela.


— Helena, eu não entendo, se você não esta com a vida sexual ativa, como quis fazer esse exame de gravidez? Você fez o recomendável? Que é fazer primeiramente um teste de farmácia quando se esta com duvida se esta grávida ou não? — Perguntou Astória.


— Vou te explicar, eu fiz uma inseminação artificial, eu queria engravidar e então fiz, sabe o que é isso né? — Perguntou Helena.


— Sei, sei sim, você fez mesmo o teste de gravidez de farmácia? — Perguntou Astória para Helena que assentiu.


— Fiz e deu positivo, poderia me explicar aqueles movimentos que fez em mim com a varinha? — Perguntou Helena que havia ficado confusa com aquilo.


— É simples, os testes de gravidez mágicos são assim, tem seus feitiços padrões, mas ao usar o feitiço a médica pode sentir se tem algo ali, por exemplo, o movimento é feito no ventre porque dá pra sentir se tem um feto em desenvolvimento ali e nos seios é feito para ver se já esta sendo realizado a produção de leite materno. — Explicou Astória.


— Entendi, mas então você tem CERTEZA que estou grávida? Que sentiu. — Falou Helena.


— Sim, tenho toda certeza, você esta grávida, quero que você venha aqui consultar a cada duas semanas, se por acaso sentir algo estranho, é só aparecer aqui, se não conseguir chegar aqui, me ligue que eu vou até sua casa, você poderia me passar seu endereço? — Perguntou Astória entregando uma pena e um pedaço de pergaminho para Helena que marcou o endereço de seu apartamento — Também preciso do contato de alguém próximo de você, seu pai, mãe ou algum parente. — Falou Astória.


— Pra que? — Perguntou Helena confusa enquanto marcava o numero da casa de seus pais.


— Caso aconteça algo eu possa informá-los e pedir ajuda. — Explicou Astória — Obrigada. — Falou Astória pegando o pergaminho e colocando em meio a varias folhas de um caderno.


— Eu vou indo, preciso ir, hoje vai ser um grande dia. — Falou Helena sorrindo.


— É apenas o começo de longos 09 meses. — Falou Astória sorrindo.


— Tchau, até daqui duas semanas em. — Falou Helena sorrindo e saindo do consultório, seguindo para o elevador, pensando em quais palavras usaria para contar a todos aquela noticia.


(Autora aqui: POR FAVOR COMENTEM!)

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