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17. Preparativos para Hogwarts


Fic: A VIDA DE UM MAGO H-G -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 17 Preparativos para Hogwarts


Harry ficou cinco semanas no Hospital. Os médicos não cansavam de dizer que o garoto se salvara por um milagre, ele já não estava agüentando ficar preso no quarto sem fazer nada. Lupin lhe fez companhia quase todos os dias, e sempre contando casos sobre a época dos marotos para passar o tempo. Nos dias em que Lupin precisou ficar fora, por causa da lua cheia, a Sra. Weasley o substituiu.

Harry teve alta no dia em que Remus voltara a ser sua companhia. Os dois retornaram pra casa, e chegado lá, encontraram os três elfos na sala de recepção com faixas e balões por todos os lados. Nas faixas estavam escrito “Bem vindo à casa Harry Potter, senhor” “Seja bem vindo, Mestre Potter”. Os elfos, segundo Lupin, quase tiveram um treco quando souberam do estado dele, em especial Dobby que chegara a desmaiar.

Harry viu a recepção, e mal conseguiu segurar um sorriso, pensando ”elfos malucos”, mas foi tirado de seus pensamentos por Dobby, que choramingava e falava ao mesmo tempo:
– Harry Potter, senhor, Dobby ficou preocupado, Dobby ficou sim. Lobos mal fazer maldade a Harry Potter senhor, se Dobby tivesse lá Dobby fazia eles virarem comida de hipogrifo.
Harry respondeu, com o elfo grudado em sua perna:
– Que recepção! Eu não mereço tanto Dobby, muito obrigado Wink, Grampo e Dobby adorei as faixas – disse sinceramente Harry.
Os outros elfos fizeram cara de descontentamento com as atitudes de Dobby, mas responderam Harry com um sorriso:
– O mestre merece sim, merece tudo por ser um mestre ao bondoso – disse Grampo em uma exagerada reverência, encostado quase o narigão no chão.
– Mestre merece muito mais – disse Wink imitado Grampo.

Harry, com ajuda de Lupin e sobre supervisão de Dobby e Wink, pois Grampo voltara a Gringotes, subiu para o seu quarto onde ficaria de observação, pois ainda estava se recuperando da pancada.

Já era noite quando Harry estava lendo um livro no quarto sob supervisão de Wink, quando Dobby apareceu:

- Wink pode ir agora eu fico de olho no mestre.

- Wink quer ficar ajudado o mestre Wink não vai – disse a elfa embirrando e olhado com raiva para ele.

- Wink tem que deixar Dobby sozinho com o mestre, Dobby estar cumprindo ordens dos pais do mestre – disse Dobby, estufado o peito.

- Wink fez uma careta para ele e desaparatou do quarto.

Harry tinha deixado o livro de lado para escutar a conversa dos elfos. Ele achava tudo divertido, principalmente quando envolvia o puxa saco, como dizia Duda. Quando ele escutou Dobby mencionar seus pais, seu coração disparou, e logo que Wink sumiu ele perguntou ao elfo:

- Dobby você falou sobre meus pais?
- Dobby falou sim, Harry Potter senhor – disse o elfo, estalando os dedos e aparecendo uma carta e entregando ao garoto.
- São os presentes de aniversário dos pais do mestre – disse Dobby feliz por estar fazendo uma tarefa do antigo mestre.


Harry pegou a carta tremendo, e abriu com cuidado.



Querido filho,

Se você esta lendo esta carta significa que eu e seu pai não estamos mais neste mundo. Não vou pedi pra você não chorar, meu garoto, pois não devemos guardar a tristeza em nossos corações. Mas te peço que após chorar sua perda, levante a cabeça e olhe para frente, Harry, não viva remoendo o passado, viva o presente, seja feliz como eu e seu pai fomos.
Eu e seu pai escrevemos algumas cartas que lhe serão entregues futuramente. Nós fizemos tudo que estava em nosso alcance para ajudá-lo em sua jornada. Sendo assim, saiba que a partir do seu décimo primeiro aniversário você será responsável pelos seus atos, ou seja, eu e seu pai te emancipamos. Deixamos a papelada toda pronta no Ministério, e sendo assim, você poderá fazer magia sem punições, e terá o total controle de suas contas e bens. Um conselho: deixe tudo por conta de Grampo, ele é super competente. Só reforce em Gringotes com os duendes, pois eles não gosta de elfos por lá.
Como presente de aniversário deixo para você o anel da família, a espada e e bainha da mais poderosa arma da família. Nunca se separe dela, meu filho.
Feliz aniversário, de sua mãe que te ama

LiLy Potter

PS :Junto tem um livro explicando sobre o anel e a espada.


Harry lia com as mãos trêmula, e as lágrimas escorriam livremente pelo seu rosto. Terminando a carta de sua mãe, abriu a outra.

Filhão querido,

Onze anos heim garotão, deve estar enorme. Queria antes de tudo disser que você é meu maior tesouro Harry, e saiba que te amo meu garoto.
Esse ano você entrará em Hogwarts, e como presente de aniversário, deixo para você uma missão: que você seja feliz. Os anos em Hogwarts foram os melhores de nossas vidas, Harry, e tenho certeza que serão os seus também. Ah, e por favor quebre meus recordes de detenção, sim (se sua mãe ler essa carta eu estou frito). Quando estudava, eu tinha um grupo que se chamava Os Marotos. Sobre eles, com certeza ficará sabendo por algum dos membros. Tenho certeza que adorarão contar nossas aventuras, e como ajudar na suas. Te deixo três presentes: minha capa de invisibilidade, o mapa do maroto e um livro de oclumência para que possa esconder suas aventuras dos professores e não entrar em fria.

Feliz aniversário,
James Potter

Ps 1: “Juro solenemente não fazer nada de bom” fale isso e aponte sua varinha para o mapa que acontecerão coisas interessantes nele.

Ps 2: Peça a Remus Lupin para te ajudar no início com o livro, depois é só você praticar.

Ps3: “Malfeito feito” fecha o mapa.

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Dobby, chame Lupin correndo – disse Harry, ainda chorando. Tão logo Dobby saiu, começou a abrir os presentes. O primeiro tinha uma espada muito bonita cheia de pedras preciosas, e gravada nela estava escrito “Gryffindor’. Junto havia uma bainha toda coberta de pedras preciosas . Em seguida, abriu uma pequena que continha uma anel com pequenas pedras vermelhas em forma de um G, junto com um livro de capa vermelha escrito: “Segredos dos Gryffindor”. Abriu outro embrulho e colocou a capa. Ficou maravilhado quando viu apenas sua cabaça pelo espelho. Ficou brincando um tempo com a capa até Lupin entrar no quarto correndo, seguido de Dobby .

A capa de seu pai, Harry, quem te deu ?- perguntou Lupin admirando a capa com um olhar saudosista.

Leia você, meu amigo, pois eu não tenho condições de te explicar nada – disse Harry com uma voz embargada .

Lupin leu as cartas em uma velocidade impressionante. Logo após releu novamente com uma cara hora de choro hora de alegria, e então deu um suspiro, e seus olhos pousaram em Harry, que tinha um mapa e um livro na mão .

Harry – chamou Lupin sem obter resposta -Harry em que mundo você está? - perguntou sorrindo, mas ainda com os olhos mareados.

Sabe, Remo, eu não te falei antes por que eu pensei que era um sonho, mas...-disse Harry, que em seguida abriu e fechou a boca umas duas vezes.
Remo, vendo a indecisão do amigo, encorajou-o:
- Harry, pode falar o que quiser comigo. Eu quero que você saiba que eu era muito amigo de seus pais, e a amizade que eu tinha por eles também se estende a você.

- Obrigado, Remo.
- Sabe, seu pai me chamava de Aluado, por causa do meu... como ele dizia, probleminha peludo, e saiba que você, no momento que aceitou minha condição de coração, conquistou o direito de me chamar assim também. Claro, se assim quiser.
Claro Re.. Aluado - disse Harry dando um sorriso
O apelido dele era Pontas, sabe? Por causa do cabelo que era espetado igual ao seu, e sua forma de animago, que era um cervo – disse um Aluado saudoso. Mas me conta então, Pontas, posso te chamar assim?
- Claro, adorei – disse Harry, abrindo mais ainda o sorriso
Sabe, Aluado, quando eu estava lá no hospital eu vi meus pais – disse Harry vendo Aluado ficar branco.
- Continue, Harry.
- Eu estava em um lugar muito bonito, que dava uma calma, uma sensação de paz tão grande, que eu pesei que poderia até voar. Foi quando eles apareceram e me disseram que me amavam e que deixaram cartas para me ajudar em minha jornada, e que não era a minha hora ainda. Eles me mandaram acordar, mas eu não queria. Eu senti como se uma força me mandasse para fora dali, e agora com essas cartas, eu estou pensando, ou melhor, eu tenho certeza que foram meus pais que me salvaram. Será que eu estou ficado maluco? - perguntou apreensivo.

Após alguns instantes, que para Harry pareceram intermináveis, Lupin abriu um sorriso:

- Eu acredito que isso tem a cara daqueles dois.

Harry não se conteve e deu um pulo e um grito de alegria que logo se arrependeu, pois tonteou na mesma hora, e foi socorrido por Remo e Dobby.

- Ops – disse Harry – acho que me empolguei.
Sente-se Harry, vamos ver os presentes que você ganhou. Não faça esforço, deixe que eu pego. Colocou todos os presentes na mesinha em frente à cadeira em que deixara Harry sob os olhos atentos de Dobby .

- Esse mapa foram os marotos que fizeram: Pontas, Aluado, Rabicho e Almofadinhas(ele disse o último nome rangendo os dentes). Ele mostra todas as pessoas no castelo de Hogwarts se movendo, mas apenas nas áreas que conhecemos, que são quase todas, e suas passagens secretas para fora do colégio, para cortar caminho. Vou te ensinar as mais úteis, o resto você pega com o tempo e a prática.

Dizendo isso, ficou uma hora falando de passagens e aventuras e como confeccionaram o mapa.

A capa, Harry, é muito rara e muito cara. Já tirou seu pai de muitas confusões, e se não me engano, no mundo todo não tem mais do que cem capas dessas. Seu pai tinha verdadeira paixão por ela. Quando um dos marotos tinha que pegá-la emprestada, ele quase surtava tinha o maior ciúmes dela.

Nossa, pode deixar, vou tomar cuidado sim – disse Harry olhando a capa como seu maior tesouro, não por causa de seu valor, mas por ter sido do seu pai .

Com relação ao anel, a resposta você vai encontrar no livro. Infelizmente não sei de nada sobre ele, e acho que como é segredo de família só você deve ter acesso ao livro.

Harry pegou o anel, e pelo tamanho ia, colocá-lo no dedão da mão direita, mas esse, como que por uma força invisível, foi para o indicador da mão direita, emitindo uma luz vermelha e em seguida ficando invisível. Harry e Remo se assustaram.

Não se preocupe, é um presente de sua mãe, nunca te faria mal – disse Remo se refazendo do susto.
- Eu o sinto no meu dedo, Aluado, só não consigo vê-lo.
Não se preocupe quando você ler o livro vai entender.


Já a espada, é uma das armas mágicas mais poderosas de todo mundo, e se você colocá-la na bainha, pelo que li em “Hogwarts - uma História” ela ficará invisível, como se não estivesse ali. Não pode ser detectada e nem te incomodará em nada, podendo até dormir com ela, o que eu te aconselho, pois foi um pedido expresso de Lily .

Harry colocou a bainha e, quando empunhou a espada, uma luz avermelhada como a que saiu do anel, brilhou e um vento não se sabe de onde veio se fez presente no quarto. A luz cobria o garoto todo. O anel estava visível, a bainha emitia o brilho também, e Harry sentiu uma enorme sensação de poder após alguns instantes. Remo falou:

- A espada o escolheu, Harry, ela faz parte de você agora.

Harry fechou os olhos e se lembrou do que Dumbledore disse sobre mestre das armas, e flashes de lutas e de comandos com a sua espada foram passando muito rápido por sua cabeça. Ele sabia que a espada o obedeceria. Se ele a chamasse, ela viria ao seu encontro, ou se quisesse que ela ficasse em chamas ou envenenada.

- Já oclumência, Harry, vamos começar a estudar hoje mesmo, até o dia de suas aulas começarem. A partir de amanhã vou te ensinar animagia. Sabe, a oclumência ajuda a animagia, e eu acho que você se tornará um animago muito mais rápido que seu pai, pois já temos toda a técnica mastigada. Deve demorar uns dois anos, mais ou menos. Pois eles levaram três. Eu tenho certeza que em alguns anos será muito difícil entrar em sua mente, para não dizer impossível.- disse Aluado dando uma piscadela pra ele.

Amanhã vamos em Gringotes para você resolver seus assuntos com os duendes, e aproveitamos e marcamos seu teste de aparatação para o início de março, quando você estiver melhor. Dará tempo de você treinar os exercícios que o Ministério passou, além de que termos que comprar seus materiais e sua varinha -disse Aluado, pensando se não teria se esquecido de nada.

- Aluado, me responde uma coisa: por que os duendes não gostam de elfos? - perguntou inocentemente.

- Sabe, Harry, os elfos-domésticos são usados de escravos por bruxos há muitos anos. Sua mãe libertou Dobby, Wink e Grampo sobre protesto dos mesmo, mas ela conseguiu convencê-los, não me pergunte como, a saírem da condição de escravos. Sabe, eles gostam, é meio louco isso, mas é verdade, pois são escravos há tanto tempo que acostumaram já os seus outros elfos-domésticos ela não conseguiu. Ela ensinou os três a ler e a escrever, e ensinou a Grampo a tomar conta dos negócios, para que ele o ajudasse caso eles faltassem, pois os três são de confiança. Seu pai ensinou a Dobby a fazer pesquisas e alguns truques, que por diversas vezes salvara Tiago de muitas enrascadas. Eles fizeram isso em grande parte para te auxiliar na falta deles vendo assim parece que eles já sabiam do futuro - disse com pesar na voz -, e claro, a Wink para cuidar da casa e para que não lhe faltasse nada, mas isso ela já sabia, e muito bem – disse Aluado para um Harry que nem piscava ao ouvir as histórias de seus pais.

- Mas vamos lá, Harry, vamos às aulas. Oclumência é muito simples. Primeiro tem que ter disposição para ser oclumente, tem gente que não nasceu para isso, mas você tenho certeza que não terá dificuldade, é só treinar vários exercícios, e depois aprofundaremos mais. Mas por enquanto, tente esvazia a cabeça e não pensar em nada, apenas em um lugar praticamente vazio e calmo. - disse Lupin com um ar de professor.

Vamos, Harry, esqueça onde você está, pense em um lugar tranqüilo e fique lá só pense nesse lugar. - disse Aluado

Ficaram nessa por três horas, até que Remo disse:
– Muito bem, Harry , agora você vai treinar toda a noite, e quando estiver melhor, passaremos a repelir invasores e criar defesas. Mas não se preocupe, demora mesmo. Você está começado muito cedo e vai ficar muito bom, tenho certeza. Agora vamos dormir que você deve estar mentalmente exausto. Boa noite Pontas - disse Aluado saindo.

- Boa noite, Aluado – disse Harry satisfeito, e em muitos dias, foi a primeira noite que dormiu tranqüilo.


Na manhã seguinte cedinho Harry foi acordado por Wink com um café da manhã na cama. Ela disse que Remus pediu para acordá-lo cedo que eles iriam ao Beco Diagonal.

Quando Harry chegou na cozinha, tinha um sujeito enorme junto com Remo. Ele então disse:

–Bom Dia !

Remo respondeu:

- Bom dia, Harry, deixa eu te apresentar. Esse aqui é Rubeo Hagrid, ‘GRANDE ‘ amigo meu e de seus pais.

Bom dia, Harry, é um prazer te conhecer – disse Hagrid emocionado - Sabe Harry, eu era grande amigo de sua mãe e do seu pai. Até hoje eu não me conformo... e vendo você tão parecido com seu pai, com exceção dos olhos ahh... esses são da Lily – disse entre uma fungada e outra.

- Hagrid vai nos acompanhar nas compras. Eu pedi um favor ao Alvo e ele mandou a lista de materiais antecipadamente. Enquanto vocês fazem as compras, eu vou ao Ministério marcar seu teste, pois nessa época do ano é demorado, devo ficar umas três horas na fila. É mais ou menos o tempo de vocês comprarem tudo, Grampo já retirou uma boa quantidade de dinheiro do seu cofre peguem com ele e nos encontramos Gringotes, certo? - perguntou Lupin.

- Certo, Aluado eu gostei de Hagrid. Com certeza será um grande amigo – disse o garoto com sinceridade, mas logo se arrependeu, pois o meio-gigante lhe deu um abraço muito forte, ele sentiu até um estalo.

- Pô, Hagrid, isso porque sou seu amigo, imagina se não fosse – disse Harry massageando as costelas, fazendo Lupin gargalhar e Hagrid corar de vergonha.

- Desculpa Harry, é que eu me empolgo às vezes - disse muito envergonhado.

Vendo o embaraço do novo amigo, somado às gargalhadas de Lupin, começou a rir, e logo fora seguido por Hagrid, que começou a achar a cena engraçada.

- É, ele tem o mesmo espírito de Tiago, to vendo que vai dar trabalho aos professores – disse Hagrid rindo.

Imagina, Hagrid. Sabe, meu pai me deixou uma carta com uma missão, sabe qual é?- disse Harry sério, controlando a vontade de rir.

- Qual, Harry, não posso nem imaginar. - respondeu Hagrid se recompondo.

- Imagina só que o loco do Tiago pediu que o garoto quebrasse o recorde dele em detenções – interveio Lupin.

- Eu não acredito. Se a Lily tivesse pego essa carta, não sobraria picadinho dele, disse Hagrid voltando a rir imaginando a cena de Lily torturando o Tiago.

- Eu nem queria estar perto - disse Lupin pensado na idéia assustado.

Mas chega de papo, vamos indo que o dia está cheio hoje, e pode apostar que onde quer que os dois estejam o velho Pontas deve estar correndo de uma ruiva Homicida – falou Lupin.



Três horas depois Harry e Hagrid foram para a porta do banco, e Lupin já os esperava.

- Foi rápido lá no Ministério, Lupin? - perguntou Harry.

- Até que foi. O Sr. Weasley me deu uma forcinha, deu tempo de resolver outras coisas antes de vir pra cá. Mas vamos logo, pois já está quase na hora do almoço.


Dentro do banco, dirigiram-se a um balcão onde ficava um duende recepcionando os clientes. Chegando lá, disse ele seco:

- O que desejam?

- Nós viemos ver o Elfo Grampo, que é o administrador da conta do Sr. Potter, e segundo ele, assinar alguns documentos, pois Harry fora emancipado esse dias – disse Lupin com ar sério.

O duende analisou Harry de cima a baixo e então falou:

– Chame o seu criado, que está com todos os documentos, e ele lhe levará até o seu escritório. Como cliente preferencial e sócio de Gringotes, os Potter têm um escritório dentro do banco, além de poderem aparatar dentro de sua sala, tendo apenas que avisar com antecedência - disse o duende meio contrariado.

- Grampo – disse Harry, e num crack o elfo apareceu fazendo uma enorme reverência:

- O que o mestre precisa?

- Preciso resolver as pendências aqui, e me parece que tenho que assinar alguns papéis. É também e de minha vontade que continue fazendo o bom trabalho tomando conta dos meus negócios.

- Me siga senhor, os documentos estão todos no escritório - disse o elfo muito feliz por ser elogiado na frente do duende.


Após quase uma hora assinando papéis Grampo falou:

- A Sra. Potter recebeu uma enorme herança que pertencera a Godric Gryffindor e sua esposa Rowena Ravenclaw . Eles deixaram a maior parte de seus bens para seu primeiro descendente bruxo que receberia apenas quando soubesse da profecia, pois sabiam que seria uma pessoa de bom coração, e que sua família estaria em grande dificuldades, podendo mesmo estar no meio de uma grande guerra. Esse dinheiro serviria para formar ou a manter o exército do bem se assim precisassem. Sua mãe dividiu o dinheiro com sua irmã Petúnia Dursley, mas com a morte dela e de seu marido e filho, você herdou tudo, reunindo a fortuna dos Potter. Hoje você e um dos bruxos mais ricos do mundo, sendo proprietário de imóveis no mundo todo, muitos alugados, outros, como alguns castelos, estão sendo mantido arrumados e prontos para uso, a pedido de seus pais. A maioria tem vários feitiços de encantamentos, como o feitiço Fidelis, que eu te passarei a sos (o fiel dos segredos era Dobby, que depois passou para ele os segredos). Apenas um dos castelos está em uso, o de Hogwarts, do qual você é dono de três quartos, sendo o outro dono Alvo Dumbledore, diretor e administrador do imóvel. Você possui também três cofres de segurança com jóias e livros raros mais três cofre com armas mágicas da família, armaduras espadas e muito mais. Todo o seu inventário está nesse livro, que apenas você pode ler. É só você pensar nele que se materializa em sua mão. Essa é sua carteira, Senhor, tem um cartão de crédito trouxa, que pode ser usando em qualquer lugar do mundo não bruxo, e essas folhas são ordens de pagamentos para compras maiores no mundo bruxo. É só o senhor assinar e endossar que eu providenciarei o pagamento, mas não se preocupe em perder ou ser roubado, eu sempre saberei se o senhor estará comprando de bom grado ou se está sendo de alguma forma forçado. E nesse compartimento terá quatro mil galeões à sua disposição todos os dias, eu mesmo me certificarei e completarei para sempre manter cheia a carteira – disse o elfo de um fôlego só. Lupin chegou a pensar que o elfo ia ter um treco se não parasse de falar.

Certo, e quanto aos livros, por que estão no cofre? Tem tantos na biblioteca de casa.- perguntou Harry.

- Estes são raros e cobiçados, além de ter muitos pergaminhos também. Dobby quem sempre separava para os mestres os materiais de pesquisa. É só o mestre pedir para Dobby que ele separará. Se o mestre desejar procurar ele mesmo, é só mestre falar o assunto que o livro marcará as páginas com a informação desejada.

Além dos livros que estão nos cofres, constam também todos os bens que estão nos imóveis, além das propriedades.

- Muito bem, Grampo, está de parabéns. Eu posso ficar tranqüilo com você tomando conta das coisas. Vamos Lupin, Hagrid - disse Harry animado.

- Vamos – responderam os dois.

- Temos que comprar sua varinha, lembrou Lupin.

- Já compramos, Aluado. Sabe. O vendedor é um cara muito esquisito. Depois que a varinha me escolheu, ele ficou assustado e falou alguma coisa tão baixo que não deu pra escutar só se que ele me olhou meio que com medo - disse Harry pensativo.


- Esquisito mesmo. O Sr. Olivaras é meio amalucado, mas o que você acha disso, Hagrid?

- Não sei Remo, eu não estava lá. Eu fui comprar uma coruja para dar de presente ao Harry, só que não tinha nenhuma boa, felizmente eu me lembrei de um álbum de fotos que Lily esquecera na minha cabana da última vez que esteve lá. Muito estranho ela ter esquecido, sabe, foi um pouco antes da batalha de Gringotes. Lily não era de se esquecer de nada, parece até que ela sabia – disse um pensativo Hagrid. Harry escutava a conversa e nem piscava – e esse vai ser meu presente de aniversário. No ano que vem compro uma coruja para ele.







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