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14. CAPITULO XIV


Fic: Lorde do Deserto - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione.Potter: fazer o que, até o gostoso do Harry faz umas burradas sem tamanho... mas o resto o post responde...
camila de sousa: realmente muuuuuuuuuuuuuito safado... mas fazer o que, o homem é inseguro... ah, relmente Diana Palmer é apaixonante... quando começo a ler uma série naum consigo mais parar... é viciante...
Bjus...
.
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A expressão de Harry alterou-se. Os punhos se abriram.
— O quê?
— Você me ouviu — respondeu Hermione, olhando para o objeto de seu comentário.
— Eu queria que visse as cicatrizes — disse ele, sentan¬do-se na cama.
— Ah... e por quê?
— Achei que seria uma vingança comparável à sua fuga.
— Vingança? Como assim? — indagou ela, sem entender. Em vez de responder, ele a beijou suavemente. Sentiu que as mãos dela procuravam seu peito, depois se apoiaram ali. O gesto provocou nele uma espécie de arrepio interno. Sen¬tiu em seguida as carícias que os pés dela faziam em suas pernas e deslizou para a cama, deitando-se a seu lado.
As mãos acariciaram o rosto de Hermione enquanto a beijava. A língua traçou o contorno exterior dos lábios, de¬pois penetrou na abertura. O silêncio tornou-se explosivo. Ele sentiu-se como quando era adolescente, com a mesma ansiedade para experimentar. Tratou-a como trataria uma virgem, primeiro excitando-a, depois negando o prazer pelo qual ela suplicava. Outro ponto sensível era despertado, para terminar da mesma forma, estabelecendo um ritmo crescente de excitação. Quando ele por fim se dispôs a con¬sumar tudo, ela tremia violentamente de pura necessidade.
Hermione gemia no ouvido dele, marcando os ombros com as unhas, enquanto era penetrada. Ele sentiu que os qua¬dris dela se projetavam na direção do movimento.
Leu a necessidade nos olhos castanhos, repletos de amor. Apanhou um travesseiro e o colocou sob os quadris inquie¬tos. Em seguida, moveu-se até o fundo.
— Assim...
Ela gemia enquanto era beijada de forma completa. Ele sussurrava coisas que a faziam mover-se ainda mais depres¬sa. A cada impulso ambos eram elevados um pouco mais, até assumirem um ritmo enlouquecedor e frenético.
Harry sentiu as contrações internas, que o fizeram abandonar todo o controle. O prazer dela era o que mais tinha poder de excitá-lo. O corpo todo suava ao atingir o êxtase, quando os músculos se imobilizaram.
Assim que a respiração voltou ao normal, os olhos se abri¬ram, para deparar com o rosto pálido e cheio de lágrimas.
— Hermione! Machuquei você?
Os lábios dela tremiam. Hermione sentia-se humilhada, envergonhada por haver cedido, quando tudo que o mari¬do desejava era estar da mesma forma com Brianne. Ele a usara e ela permitira, pois seu amor era demasiado. Mas isso não era certo.
Hermione empurrou-o para o lado. Curvou-se em posi¬ção fetal e recusou-se a falar.
— Machuquei você? — insistiu ele. Ela negou com um gesto de cabeça.
— Então o que aconteceu de errado?
Ela engoliu em seco, odiando-o pelo prazer que recebera.
— Ela é casada. Mas até um cego pode ver que é pareci¬da comigo. Acho que esta noite eu fui à substituta dela, não é? Não pôde ir para a cama com ela, então veio para cá. Espero que tenha apreciado a dublê.
— Como? — foi o que ele conseguiu dizer.
— Estou tão envergonhada... nunca me senti tão humi¬lhada na vida. Nem sequer tenho força de vontade para ne¬gar. Deixei que você... me usasse.
Harry jamais se sentira tão ultrajado. Ergueu-se da cama e vestiu a roupa antes mesmo de perceber o que esta¬va fazendo. Ficou tão furioso com o intolerável insulto que esqueceu das cicatrizes. De qualquer forma, ela continuava encolhida, de costas para ele.
Atirou as cobertas sobre o corpo dela, praguejando-a em três idiomas, nenhum deles compreensível.
— Você simplesmente não suporta a verdade, não é? — começou Hermione, sentando-se na cama. — Deseja o que é nobre demais para ter. Não teve coragem de me apresentar a ela como esposa, mas na hora de fazer sexo, veio corren¬do para mim. Estou à disposição!
— Pois você não é mais minha esposa! Eu me divorcio de você. Pode voltar para o Texas e casar com o capataz da sua fazenda, com as minhas bênçãos!
— É, e você pode conseguir que Brianne se divorcie para casar com ela, não pode?
— Acredite no que quiser, madame.
Harry girou nos calcanhares e saiu do aposento, pra¬guejando alto e provocando a fuga de vários criados. Leila entrou correndo.
— Senhora, o que posso fazer para ajudar?
— Pode me ajudar a fazer as malas e chamar Hassan. Estou saindo agora mesmo!
— Mas, minha senhora... — começou Leila.
— Você escutou. Todo o palácio escutou. Ele se divorciou de mim. Não moro mais aqui — declarou Hermione, recom¬pondo-se e saindo da cama. — Quero tomar banho e de¬pois quero que chame o motorista para me levar com Hassan até o aeroporto.
— Irei para ajudar — ofereceu Leila.
— Vou sentir saudade de você, sabia? Mas não pode via¬jar comigo. Logo terá outra ama para servir, aqui.
— Ela é casada, madame.
— Isso pode ser resolvido com tanta facilidade quanto foi aqui. Vamos, quero terminar logo e entrar no avião.
Uma semana mais tarde, Hermione não apenas voltara ao Texas, como também retornara ao trabalho, em Jacobsville. A moça que tomara seu lugar na firma de advocacia de Barnes & Kemp ficara grávida e desistira do trabalho en¬quanto tivesse enjôos pela manhã. O cargo estava temporariamente vago, mas Hermione procurava algo permanente.
A surpresa foi descobrir que Callie Kirby também não estava mais lá. Algo estranho pairava no ar, e ninguém fa¬lava sobre o assunto. Os mexericos diziam que havia um grande traficante de drogas envolvido, e que Micah Steele, meio-irmão de Callie, também desaparecera. Fora isso, não se sabia mais nada.
Hermione poderia ter descoberto toda a verdade com Marc, mas ele não estava em casa quando ela chegou. Remus Lupin, o velho capataz da fazenda e sua esposa, Tonks, a acolheram com os braços abertos, assim como Simas Finnigan, Patrulheiro do Texas e amigo de Marc. Parou para visitá-la e ficou surpreso ao encontrá-la com um árabe de dois metros de altura que a acompanhava a todos os lugares.
— Onde você o conseguiu? — quis saber ele.
— Hassan? Oh, ele é meu dote. Meu acordo de casamen¬to, devo dizer. Nunca me senti mais segura em toda a mi¬nha vida. Ele toma conta de mim.
— Você vai ao banheiro sozinha? — brincou Simas.
— Ele fica do lado de fora, esperando — contou ela, rin¬do. — E imponente, não é?
— Ele fala inglês, ao menos um pouco?
Hermione fez um movimento de cabeça numa negativa e sorriu para Hassan, que retribuiu o sorriso.
— Mas é um amor. Eu me sinto completamente segura ao lado dele.
Simas reparara num brilho rápido nos olhos do estrangei¬ro, mas não comentou nada.
— O que vai fazer a respeito do seu casamento?
— Não há nada a fazer. Ele se divorciou de mim antes que eu saísse do país. Estou livre.
— Não parece muito legal.
— O casamento só era válido no Quawi — lembrou Hermione, sentindo uma leve náusea. Talvez tivesse apanha¬do algum verme no Quawi, enquanto estava no deserto. — Como vai o trabalho?
— Está difícil. Colocaram-me trabalhando com um parcei¬ro novo, e não nos damos muito bem. Tenho saudade do tempo de Marc. Ele nunca vai ser feliz, andando de um lado para outro nos confins do mundo. Por que não volta para cá?
— Acho que ele mesmo começa a se perguntar isso. Pa¬rece que não está contente no FBI. Não gosta de ser obriga¬do a viajar tanto.
— Ótimo. Espero que piore, a ponto de ele não conseguir dormir à noite.
— Dê mais um tempo, acho que ele está fraquejando — sorriu ela.
— Para dizer a verdade, não me conformo — disse Simas. — Não sei bem até hoje por que Marc saiu da Patrulha. Ele adorava aquilo.
O motivo de Marc ter saído ainda o incomodava, por isso Hermione não pretendia entregar o irmão.
— Ele teve vontade de mudar de ares, só isso.
— Eu sei. E de se afastar de alguém nesse processo.
— Eu não disse nada. Meus lábios estão selados.
— Deixe para lá, sei quando parar de insistir.
Simas fez mais duas visitas antes de terminar suas férias e ter de retornar ao quartel-general em Austin. Hermione gos¬tava dele, mas sentia-se um pouco intimidada.
Não era esse o caso com o capataz e sua esposa, que to¬mavam conta da casa. O casal tinha mais de cinqüenta anos e ela imaginou o que Harry diria se soubesse que tinha seis anos quando fora apaixonada por ele, que era muito mais velho. Fora mais um pai do que empregado. Harry ficara com uma impressão errada, porém isso não a inco¬modava mais. Ainda estava indignada por ter sido tratada como escrava na própria cama, fazendo o papel de outra mulher. Seu orgulho fora ferido, mas isso não amenizava a solidão. Sentia falta de Harry todos os dias.
Chegara a nutrir esperança de que ele a procurasse, ou escrevesse, talvez até aparecesse algum dia em sua porta. Porém, depois que um mês se passou sem nenhuma indi¬cação da presença dele, Hermione desistiu. Sentia-se cansa¬da a metade do tempo e enjoada a outra metade, mas sorria para todos que trabalhavam com ela. Continuou assim até que certo dia desmaiou no escritório, e foi parar no consul¬tório da Dra. Lou Coltrain.
Quando voltou a si, Hassan a colocara na van e fora até o consultório da médica. Só Deus sabia como o encontrara, mas sua ação fora rápida e providencial. Praticamente a car¬regara, com todo cuidado, até a sala de espera.
— Hassan acha que eu deveria ver a Dra. Lou — expli¬cou Hermione, irritada. — Acabei de desmaiar.
— O Sr. Hassan é seu marido? — indagou a recepcionis¬ta, arregalando os olhos.
— Se eu for explicar o que ele é, terei de escrever um li¬vro. Tem um horário para mim?
— Naturalmente. Por sorte a doutora está atendendo a última paciente do dia. Ia para casa mais cedo, mas tenho certeza de que poderá atendê-la. Sente-se, por favor.
Foi o que Hermione fez. Hassan sentou-se ao lado dela, sem reparar nos olhares das outras pessoas na sala de espe¬ra. Alguns minutos depois, foi chamada pela recepcionista que a conduziu a um pequeno cubículo. Hassan ergueu-se o ficou junto à porta.
Lou Coltrain entrou pouco depois, não sem antes medir com os olhos o gigante árabe.
— Parece que você tem uma sombra — ela disse sorrin¬do para a paciente.
Ela era loira, e casada com Coltrain "Cobre", o outro médico do consultório.
— É Hassan — explicou Hermione. — Às vezes eu o chamo de Elvis. Ele foi meu dote.
— Como assim?
— Meu marido me deu como dote de casamento. Ainda o mantenho, apesar de meu marido ter se divorciado de mim. Ele é meu guarda-costas.
— Você precisa de um? — indagou a médica.
— Eu... fui casada com o sheik de um pequeno país cha¬mado Quawi. Ele se divorciou de mim e me mandou para casa, mas um dos inimigos está tentando tomar o poder. Ele acha que posso sofrer algum atentado, por isso Hassan pre-cisa morar comigo até que um de nós morra ou o inimigo seja preso — finalizou Hermione, orgulhosa do próprio re¬sumo da situação.
— Bela história. Já pensou em publicar?
— É verdadeira.
— Claro que é. Agora, por que não me conta o que está acontecendo com você?
Hermione descreveu o que sentia de anormal. Lou fez uma pergunta e ela teve uma surpresa ao constatar que não fica¬ra menstruada nos dois últimos meses. Lou franziu a testa e chamou a enfermeira para tirar amostras de sangue.
— O que acha que é? — quis saber Hermione, preocupada.
— Bem, se quer saber, acho que está grávida — respon¬deu a médica. — Vamos ter certeza com os exames. Mas não creio que tenhamos alguma surpresa.
Hermione sentiu-se tonta.
— Não posso estar grávida! Não é possível.
— Você disse que se casou...
— Não é isso. Meu marido sofreu lesões graves por ter pisado numa mina que explodiu. Vários especialistas dis¬seram que ele jamais poderia ter relações outra vez, ou ter filhos. Estavam errados sobre a parte do sexo, mas ele ja-mais acreditaria que estavam enganados sobre ter filhos. Vai pensar que não é dele... — disse ela, desesperada. — Não posso contar nada para Harry. Não posso...
— Se quiser considerar outras opções... — sugeriu a Dra. Lou, tomando-lhe a mão.
Hermione largou a mão dela, quando compreendeu a in¬sinuação.
— Não! De jeito nenhum! Quero ter meu filho. Só preci¬so dar um jeito de Harry não descobrir.
— Seu guarda-costas está aí na porta. Que não é à prova de som — lembrou a médica.
— Hassan não fala inglês. Ele é bonito, não é?
— Muito. É grande como uma casa... — Lou fez uma pausa, para examinar os exames que a enfermeira trazia.
— É isso mesmo. Você está grávida.
Hermione sentiu como se alguém tivesse agitado uma varinha de condão em sua vida. Seu olhar se suavizou. Seu rosto tornou-se radiante. Olhou para Lou com uma expres¬são um pouco confusa, mas encantada.
— A primeira providência é procurar um ginecologista. O melhor que conheço é em Houston, mas temos um espe¬cialista que vem todas as sextas-feiras e atende no Hospital Jacobsville.
— Eu preferia um médico que me tratasse aqui.
— Está bem. Vou mandar você para a Dra. Genoa. Vai gostar dela.
— Uma mulher?
— Ótima obstetra. Vou pedir que Tilly marque uma con¬sulta para o mês que vem. Até lá, procure descansar bastante. Além disso, tente comer coisas leves... frutas, verdu¬ras, proteínas. Vou receitar um remédio seguro contra seus enjôos — disse a médica, entregando-lhe uma caixa de pí¬lulas. — Não é da minha conta, mas gostaria de informar que seu marido tem o direito de saber, mesmo que tenham se divorciado.
— Vou contar a ele... algum dia — respondeu Hermione.
— Pode ir para casa.
— Sim, senhora.
Hassan a conduziu de volta e dirigiu a van para a fazen¬da, em vez de para o escritório. Parecia ostentar um sorriso dissimulado. Hermione estava tão cansada e aérea com a notícia que não reparou.
Dois dias depois, enquanto ela digitava uma petição para o Sr. Kemp no escritório, uma limusine preta com placa di¬plomática estacionou em frente ao prédio, seguida por ou¬tra, idêntica.
— Vejam! — chamou uma das secretárias, já observando da janela.
Ela arregalou os olhos ao reparar no homem alto e ele¬gante que saía do primeiro veículo.
— O que é? — quis saber Hermione, a atenção presa ao documento que redigia.
— Alguém muito importante! Duas limusines enormes!
— Talvez seja algum político que o Sr. Kemp esteja re¬presentando...
— Só se for um político árabe — respondeu a garota da janela.
Os dedos de Hermione ficaram paralisados no teclado. Ergueu a cabeça lentamente, depois acelerou o movimento quando a porta começou a abrir-se. Harry Potter entrou na sala, seguido de perto por dois guarda-costas usando turbantes e três outros, obviamente americanos, todos com fones de ouvido.
Ele se voltou e olhou para seus companheiros.
— Não podiam voltar e intimidar as pessoas na calçada, ou coisa parecida?
— Lamento, Vossa Alteza, mas temos ordens específicas. Sinto muito — disse um dos americanos.
Ele deu uma ordem em árabe e seus dois homens saíram. Harry voltou-se então para encarar Hermione, furioso. Ela sustentou-lhe o olhar, lembrando-se do último confronto que tiveram e enrubescendo contra a vontade.
Ele moveu o pescoço como se o colarinho estivesse aper¬tado. Trajava um bem-cortado terno ocidental de seda e uma camisa branca, impecável. O cabelo estava penteado e as unhas aparadas, numa verdadeira figura de modelo.
— Pois não. Posso ajudar? — perguntou ela.
— Quero falar com você. Em particular — disse ele, olhan¬do as outras pessoas na sala.
— Pois eu não quero falar com você, nem sozinha nem acompanhada. Pode voltar e casar com a sua hóspede. Está lembrado? Você se divorciou de mim.
— Não estamos divorciados! — gritou Harry, o sota¬que se acentuando a medida que ele se descontrolava.
— Pois você disse que sim.
— Nesse caso, menti...
Ele continuou falando em árabe, erguendo as mãos para o céu, como se pedisse a Alá para iluminar aquela mulher.
— Não use esse tipo de linguagem na minha presença — disse Hermione, erguendo-se. — Vou falar com seu pai so¬bre isso.
— Já conversei com ele sobre a sua linguagem.
— O que quer? Não pretendo voltar com você, não im¬porta o que aconteça. Estou muito bem aqui no Texas.
— Deve estar mesmo, pelo que disse sobre seu amado capataz. Só espero que ainda se lembre de que é uma mu¬lher casada.
— Pela última vez, Harry, eu não sou casada!
Os dois se encararam por alguns segundos, sem proferir palavras. O Sr. Kemp, sem se dar conta de nada fora do comum, saiu do escritório lendo uma procuração, e depa¬rou com um dos acompanhantes de Harry.
— Que diabo...
— Quem é você? — perguntou Harry, com voz de co¬mando.
— Sou Kemp. Este é meu escritório. E o senhor, quem é?
— Sou Harry Potter, sheik do Quawi, protetor dos ino¬centes, defensor dos fiéis, senhor do deserto e assim por diante.
Kemp ficou impressionado. Olhou para Hermione, que parecia encolher.
— Então esse é seu ex-marido...
— Não sou ex-marido. Sou marido dela! — corrigiu Harry, exasperado.
— Você disse que iria se divorciar! — argumentou Hermione.
— Não conheço nenhum país no mundo onde não seja necessário um documento escrito para terminar um casamen¬to — retrucou Harry. — Pode perguntar a seu chefe.
— Nisso ele tem razão — concordou Kemp, sorrindo.
— Mas, você... — recomeçou ela.
— Já sei. Admito que disse um monte de bobagens. Por isso quero conversar com você. Acho que vamos ter de le¬var o Serviço Secreto, meus guarda-costas e Hassan junto, mas podemos amarrá-los e amordaçá-los num canto para conversar,
— Desculpe, senhor, mas isso não é permitido — lem¬brou um dos homens.
— Se eu usar minha influência, Russell, posso mandar destacar você para vigiar o delegado do Salid, na ONU. Ele tem cobras de estimação e pertence a um obscuro culto que toma banho anualmente...
— Gosto muito de cantos, senhor — respondeu o homem, sem perder tempo.
— Vá para casa — disse Kemp a Hermione. — Nelly pode terminar a petição por você.
— Não é trabalho nenhum — completou Nelly, olhando para o sheik com ar sonhador.
Hermione, já com a bolsa na mão, levou seu trabalho até a mesa da colega e explicou o que faltava fazer. Depois voltou-se para o chefe.
— E não se esqueça da reunião amanhã cedo sobre o novo projeto de irrigação.
— Pode deixar, não me esquecerei. Cuide-se bem, Hermione.
— Obrigada.
Harry e os agentes afastaram-se para que ela saísse da sala. Hassan, sorrindo de uma orelha à outra, estava na calçada.
— Seu vira-casacas! — desabafou ela. — Não sei como entendeu quando a médica deu o diagnóstico, mas sei que Harry veio por sua causa. Seu monstro super-protetor!
— Muito obrigado — disse ele, numa perfeita imitação da voz de Elvis Presley.
Hermione abriu a boca, surpresa, enquanto Harry se aproximava.
— Eu não cheguei a contar para você? Hassan nasceu em Tupelo, Mississipi. Tem um sotaque carregado, mas fala inglês fluentemente.
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Contiua...
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