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1. Capítulo I


Fic: SEUS OLHOS CAPÍTULO DOIS NO AR


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eu podia sentir seus olhos em mim. Duas esmeraldas me queimando com a ira da justiça. Ah, eu sabia porque Harry estava bravo comigo, mas não me importava.

Eu voltei meus olhos para o homem sentado diante dele. Os olhos azuis de Rony passeavam por nós dois, medindo nossas reações. Foi Rony que perdoou primeiro. Naquele jeito dos homens, briga de soco, nariz quebrado, lábio cortado e virilidade sobrando, tudo regado a Whisky de Fogo Ogden, problema resolvido. Como mulher, eu não tinha essa sorte.

Nataniel, meu encontro da tarde, um previsível garoto três anos mais novo, mas assim como eu um calouro em Cambridge, chegou mais perto. Ele descansou a mão em minha perna bem abaixo da bainha da saia, e quando eu não protestei, ele a deslizou mais pra cima.

Rony colocou uma de suas mãos no braço de Harry para prevenir qualquer tentativa de pular da cadeira e atravessar o bar como um furacão.

Cruzando o garfo eu me abaixei até Nataniel e pressionei meus lábios nos dele em um beijo quente de boca aberta. Seus dedos se flexionaram convulsivamente em minha coxa enquanto sua outra mão se enrolava no cabelo atrás do meu pescoço me puxando para perto, explorando minha boca com sua língua.

Por mais que meu corpo gostasse do contato das mãos de um homem e do gosto de uma boca masculina na minha, minha mente não se divertia com aquilo. Tudo o que eu conseguia pensar era que não era o Rony ou o Harry.

E era por essa razão que eu atormentava Harry.

Nataniel cessou o beijo de repente e começou a rir descontroladamente. Confusa por um momento eu olhei para Harry. Ele tinha um sorriso satisfeito em seu rosto enquanto terminava de guardar sua varinha. Quem ele achava que era pra azarar meu caso! Eu procurei minha varinha na mochila e apontando na direção de Nataniel murmurei “Finite Incantatem”.

Ele começou a se desculpar copiosamente, dizendo não saber o que tinha acontecido. Eu dispensei suas desculpas beijando-o.

Depois de um momento, eu escutei uma briga na direção dos meninos, depois umas exclamações de nojo dos clientes do bar.

Parando de beijar Nataniel, eu olhei para Rony e Harry. O que eu vi não foi o que esperava. De fato, me excitou.

Eu pedi desculpas para Nataniel, dizendo a ele que eu tinha visto alguns amigos e que a gente se via na aula no dia seguinte. Quando ele parecia não querer ir embora – claro, tendo sido dominado e provocado sem misericórdia, com certeza ele não quer ir embora sem você, Hermione – de forma discreta lhe joguei um feitiço de memória. Eu odiei fazer isso, mas eu precisava sair dele e chegar até Harry e Rony. Funcionou. Ele se virou de lado e começou a conversar com uma mulher.

Eu já namorei o Rony. Eu já namorei o Harry. Aliás, foi ter beijando Rony enquanto namorava Harry que fez aqueles olhos cor de esmeralda me olharem com desaprovação em cada oportunidade que tiveram, além de dois meses de silêncio. Mas eu nunca imaginei que tinha alguma coisa acontecendo entre os dois.

O que eu vi foi Rony pressionando o corpo inteiro de Harry com o seu num beijo de tirar o fôlego. Então os sons de nojo de alguns clientes. E a onda de desejo que tomou conta de mim, fazendo os cabelos do meu braço levantarem e minha respiração engasgar na garganta.

Eu andei até a mesa que tinha se esvaziado, ou seja, a mesa de que Harry tinha saído na tentativa de chegar até mim e de que Rony tinha saído para segurar Harry. Derretendo-me na cadeira, fiquei olhando. Pelo jeito de Harry, Rony estava correndo sua língua pelos dentes no fundo da boca de Harry. Eu conhecia bem esse beijo e ele nunca falhava quando ele queria alguma coisa.

Rony largou Harry e sentou-se na mesa com um sorriso nos lábios. Harry estava pregado no chão. Talvez eu estava errada em pensar que isso já vinha acontecendo há algum tempo porque parecia que Harry tinha sido atropelado por um caminhão. Sorri para Rony.

“Eu achei que você não ia querer o Garoto Maravilha atrapalhando seu encontro” Rony comentou secamente.

Correndo minha língua pelo lábio superior, eu respondi, “Obrigada”, ignorando o fato de que a distração de Rony foi o fim da picada pro meu encontro. Virei pra olhar Harry enquanto ele colocava os dedos nos lábios, sentindo o inchaço causado pelo beijo, e perguntei Ron, “Você acha que ele me perdoa?”

Sua cadeira fez barulho enquanto ele a arrastava para trás e respondia. “Ah, perdoa. Mas você vai ter que transar com ele primeiro”.

“O que?” Eu exclamei enquanto mudava meu foco de atenção para Rony. Um cacho de cabelos vermelhos caiu sobre um de seus olhos dando a impressão de inocência. Eu me aproximei e o arrumei, deleitando-me em sua textura. “È isso que vocês discutem?”

“Comer você?” Rony sorriu. Ele elevou os dois braços e uniu as duas mãos atrás da cabeça, fazendo sua camiseta se apertar no peito. Seus olhos azuis se escureceram. Apesar da provocação estar no rosto e no tom de voz, não se refletia em seus olhos. Eles estavam escuros de desejo.

Antes que Rony pudesse continuar, Harry retornou para a mesa e chutou a cadeira debaixo de Ron. Ele caiu no chão com barulho, irritando mais clientes.

Rosnando de frustração e fúria, tanto pelo comportamento deles quanto pelo meu desejo, encarei os dois e fui embora. Provavelmente na hora certa, pois o barman passou por mim direto para a mesa, provavelmente para pedir que fossemos embora.

Eu estava quase na esquina quando ouvi Rony chamar meu nome. Eu parei e me virei.

Rony e Harry sempre fizeram uma combinação interessante, mesmo agora que somos adultos. Harry pensativo e misterioso, finalmente ganhou um pouco de altura na sexta série sua estrutura de apanhador não permitindo nenhum excesso. Rony alegre e cheio de vida, finalmente ganhando músculos como um filhote de Dooberman no sétimo ano, mas não chegando a ser um armário. Os dois altos e lindos. E admita pra você mesma Hermione, sexy como o inferno. Chegar aos 20 fez muito bem aos dois.

Agora eu controlava a atenção dos dois. Esse poder era meu. Eu aprumei minha mochila nos ombros esperando eles me alcançassem. Antes de entrarem em meu campo de audição, Harry cochichou alguma coisa no ouvido de Rony, um sorriso safado no rosto.

Eu comecei a me preocupar. Harry nunca sorria desse jeito. Ele normalmente era muito sério pra isso. Talvez ele esteja passando muito tempo com os gêmeos.

Quando Harry soltou Rony, ele parou do meu lado. Harry parou na beira da calçada e chamou um táxi. Que diabos eles estavam aprontando?

Com as mãos na cintura, eu coloquei o peso do meu corpo em uma das pernas e exigi “O que é que você ta aprontando Rony?” Ele ignorou a pergunta, pegando meu braço e me empurrando sem muita gentileza pra dentro do táxi.

Ron nem tinha fechado direito à porta quando o motorista saiu cantando pneus e me jogou contra o banco e Harry. Eu engoli com dificuldade. Ele e eu não tínhamos nos tocado ou conversado por várias semanas e eu sentia falta dele, tanto quanto amigo do que como namorado.

Seu braço musculoso deslizou pela minha cintura e me prendeu contra ele; sua mão livre deslizou em meu cabelo colocando-o atrás da minha orelha. Eu mordi meu lábio pra sufocar um gemido quando senti o hálito de Harry aquecer meu lóbulo.

“Eu te perdôo”, ele começou, sua voz um sussurro rouco. Eu senti meus mamilos endurecerem com o arrepio que tomou conta de mim. Olhando para Rony sentado de frente pra nós, vi que ele se movimentava na cadeira não tirando os olhos de nós dois.

Sobre o que esses dois estavam falando? E eu queria mesmo saber? Quando eu senti a língua de Harry traçando os contornos da minha orelha eu decidi que não me importava.

Eu deslizei um pouco pelo banco quando o motorista freiou no próximo sinal. Eu não pensava nada dessa natureza até Rony, chocado, perguntar “Você está usando calcinha Hermione?”

A vermelhidão que tomou conta das minhas bochechas rivalizava com qualquer um dos Weasley. Eu tinha esquecido que havia deixado esse item particular fora de minhas roupas essa tarde, esperando torturar Harry se ele espiasse.

Parece que o feitiço se virou contra o bruxo. Eu senti Harry dar risadas e me dizer, “Você é safada não é, meu cupinzinho?”

Rony deu a ele um olhar de pura exasperação com o canto do olho, mas eu gostei. Eu adorava a idéia de ser safada ao invés de doce. Decidindo me divertir, eu virei minha cabeça para ver Harry, alcancei seu pescoço e o puxei colando meus lábios nos dele.

Eu mantive meus olhos abertos enquanto beijava Harry, fixando meu olhar em Rony. Suor tomou conta de sua testa enquanto o braço de Harry subia de minha cintura, tomando um dos meus seios. Eu suguei a língua de Harry e gemi.

Ron se mexeu de novo no assento. Ele devia estar bem desconfortável agora. Eu estava começando a entender o sorriso de Harry mais cedo.

Eu sabia desde a hora que eu comecei a provocar os dois que isso ia virar uma festinha a três. A idéia não parecia nojenta ou vulgar como era no passado – e eu tinha pensado nisso várias vezes assim como eu acho que cada um deles também pensou. Se não tivessem pensado Rony não tinha beijado Harry daquele jeito sem levar um soco.

O táxi parou. O motorista falou o preço. Enquanto Rony abria a porta e saía Harry e eu nos desenroscamos. Rony me ajudou a sair enquanto Harry pagava o taxista. Então eu vi que não tinha a mínima idéia de onde eles tinham me levado.

Isso não me assustou o tanto que deveria. Eu confiava neles. È difícil não confiar em dois garotos que te salvaram de um Troll Montanhês quando você tinha onze, mesmo tendo uma tendência a te colocar em situações arriscadas depois.

Eu olhei para o prédio enquanto Rony me dava o braço. Era o prédio onde eles dividiam um apartamento. Eles tinham tentado me fazer mudar pra lá com eles depois de deixar a escola, mas eu queria viajar. Então, eu os deixei na Toca e fui conhecer o mundo. Depois de enfrentar Voldemort e seus Comensais, ser uma mulher viajando sozinha não me amedrontava.

Enquanto eles faziam o treino para Auror ficavam morando na Toca, Harry ensinando Rony (e Sr. Weasley) o suficiente sobre os Trouxas para que eles não ficassem embaraçados enquanto estavam no treinamento. Quando eles o terminaram, se mudaram para um flat na Londres dos trouxas.

Com um cutucão, Rony me guiou através das portas que Ron estava mantendo abertas para mim. Harry, tão pensativo e mal humorado mais cedo, parecia agora um demônio. Esse lado dele não era sempre visto – e quando era, os gêmeos eram os instigadores.

Rony me guiou até o elevador, uma mão no meio das minhas costas. Harry a minha esquerda, cheirando a erva e whisky de fogo. Rony a minha direita cheirando a chocolate e rum. Adivinha o que eles estavam bebendo essa noite Hermione. A presença dos dois era quase devastadora. Harry usualmente preenchendo o espaço e Rony intimidante. Eu me senti pequena e protegida entre eles.

O elevador chegou com um pequeno “ding”, suas portas se abrindo para sair um casal de mãos dadas.

Harry entrou primeiro, segurando as portas, então Rony e eu entramos. Ron apertou o botão para o andar deles enquanto Harry pegava minha mão e me puxava pro fundo do elevador.

Estávamos no meio do caminho quando Harry acenou para Ron. Eu levantei minhas sobrancelhas em questionamento. O que eles vão fazer agora? Ron apertou o botão de “pare”, o elevador deu um solavanco e parou entre os andares catorze e quinze.

Harry me deu toda sua atenção, pressionando meu corpo contra a parede do elevador com todo seu peso em mim. Eu tive que fechar os olhos; o olhar de Harry era tão selvagem, como se ele fosse me devorar. Perdi o fôlego quando senti o corpo de Rony pressionado contra meu lado esquerdo. Não passe mal agora Hermione.

“Me diga cupinzinho”, Harry rosnou na minha orelha direita enquanto Rony traçava a linha da minha orelha esquerda. “Você já fez sexo em um elevador?”

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