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20. O Beijo


Fic: Desencontros


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 20

Mais rápido do que gostariam, o início do novo ano letivo se aproximou, fazendo com que os jovens de Bourghill tentassem aproveitar ao máximo aquela última semana de férias. O calor no final de tarde de verão, convidava a todos para aproveitarem o anoitecer passeando pela praça, saboreando um sorvete ou apenas conversando com os amigos.

A única coisa que realmente incomodava Harry era que, exatamente por esse motivo, se tornara comum esbarrar com os irmãos mais velhos de Ginny, Bill e Charlie, pela cidade. E por mais que estes estivessem quase sempre acompanhados por Fleur Delacour e Nymphadora Tonks, Harry ainda sentia o olhar de ambos queimando-o à distância. Procurar a tranqüilidade do sobrado onde morava também não era uma boa alternativa. James já tinha sido informado por Lily sobre tudo o que acontecera durante sua ausência, o que rendeu ao rapaz uma constrangedora conversa entre pai e filho. Definitivamente ficar sob a vista dos pais estava fora de cogitação. Ao menos Bill e Charlie, às vezes, pareciam mais interessados em conversar com suas garotas, do que em controlar todos os movimentos dele e de Ginny.

Naquele domingo, pelo menos, Harry não tinha do que reclamar, mesmo sendo o último dia de férias. Tinha ido almoçar na Toca, mas havia uma considerável diferença daquela vez. Bill e Charlie haviam sido convidados para um almoço na casa dos Tonks e, por coincidência, seus pais também. A perspectiva de uma tarde inteira sem supervisão o deixara radiante e depois de se deliciar com a comida da senhora Weasley, Harry, Ginny, Ron e Hermione - que também fora convidada - decidiram dar uma volta de bicicleta.

Os quatro foram até a beira do lago, onde sempre acabavam parando em grupo ou separados, quando não tinham destino certo. Sozinhos, ficavam apenas apreciando a paisagem, ou colocando os pensamentos em ordem. Ao irem os casais, normalmente trocavam a paisagem bucólica pela penumbra e privacidade da casa da árvore. Nas vezes em que o quarteto estava completo, como naquela tarde, sentavam-se próximos a uma velha faia, a mesma onde Harry vira Ginny pela primeira vez, para conversar.

Ron e Hermione estavam abraçados, encostados no tronco, enquanto Harry deitara sua cabeça no colo de Ginny. Conversaram um bocado sobre o que imaginavam que iria acontecer durante o ano letivo que se iniciaria. As reclamações de Ronald sobre ter de usar os livros que foram de Fred e George (e que antes haviam pertencido a Percy), só foram interrompidos quando a irmã o lembrou de que ela usava os dele, sendo assim, a última da longa fila de usuários dos mesmos livros didáticos dos Weasley.

Harry oferecera os seus a ela, que deveriam estar em muito melhor condição que os de Ron, mas Ginny recusou, informando com um sorriso matreiro, que tinha suas vantagens usar os livros que foram dos irmãos. Normalmente, as respostas já haviam sido marcadas por algum deles, poupando tempo na hora de responder aos exercícios.

- Será que Draco vai voltar? - Ginny perguntou de supetão, no meio da conversa sobre a escola.

- Bem que eu gostaria que aquela doninha albina sumisse.

- Ron! - Hermione rolou os olhos. - É claro que ele vai voltar. O pai dele é do Conselho da cidade, não pode ir embora assim. Eles só foram visitar alguns parentes.

- Não ia ser uma grande perda se os alemães lançassem uma bomba sobre aquele cabelo platinado.

- Francamente Ronald, que horror!

- Acho que você não ia ter tanta sorte, Ron. É mais fácil o Malfoy passar as coordenadas para os nazistas acertarem a cidade - Harry argumentou, provocando risos no amigo.

- Você acha mesmo que ele concorda com os alemães?

- Eu não acho, Ginny. Tenho certeza. - Harry falou enquanto se sentava e olhava sério para a namorada. Depois virou para os amigos e lembrou. - Vocês ouviram quando ele comentou durante uma das últimas aulas: "...os alemães é que estão certos em tentar se separar da escória...". Não me surpreenderia de vê-lo, algum dia, com aquele uniforme deles e saudando "Hi Hitler".

-Ah Harry... eu não sei - Hermione contrapôs. - O Draco tem aquele jeito dele, mas não acho que...

- Você não vai defender aquele cara, vai?

Ronald interrompeu, encarando-a com ferocidade enquanto a soltava.

- Não é defender Ronald. Só estou tentando ser justa.

- Eu não acredito nele, não gosto dele e não confio nele - Harry cortou a discussão dos amigos, voltando a deitar no colo de Ginny. - Ainda lembro claramente o modo como ele agia quando o Zabini tentou... bem, naquela época.

- Vamos mudar de assunto?

- Boa idéia Ginny. Vocês já pensaram no que vão fazer quando saírem da escola?

- Hermione, ainda falta dois anos!

- Ao contrário, Ron. Só faltam dois anos - Hermione ressaltou enfática. - Eu estou estudando minhas possibilidades. Não sei se a universidade de Manchester tem as disciplinas que eu quero.

- Você vai para a universidade?

- É claro, Ron. Por que o tom de surpresa? Eu falo sobre isso desde... sei lá quando. Eu quero me tornar professora.

- Eu ainda não sei o que vou fazer - Ginny falou, impedindo que Ron e Hermione voltassem a discutir. - Na verdade, não tenho muita escolha. Meus pais não têm condição nenhuma de me mandar para a faculdade. Vou ficar feliz se conseguir algum trabalho por aqui mesmo até me casar.

- Eu vou para a guerra.

A declaração de Harry foi feita de tal modo que os outros três se calaram, incapazes de dizerem qualquer coisa. Hermione foi a primeira a falar, alguns minutos depois.

- Talvez a guerra já tenha acabado até lá.

- Você acredita mesmo nisso?

- Espero que sim.

- Eu não vejo como... Pelas coisas que meu pai conta, essa guerra parece que não vai acabar nunca... Mas se acabar, eu entro na RAF mesmo assim. Ou no exército, o primeiro que me aceitar.


---xxxx---

Nymphadora passou por seu pai, que entrava em casa, e se aproximou do grupo de amigos, sentados no fundo do quintal, carregando cuidadosamente uma bandeja com alguns sanduíches. Ficara realmente feliz quando soube que Charlie e Bill haviam retornado e não hesitara em convidá-los para o almoço em sua casa, em comemoração ao seu aniversário que acontecera no meio da semana.

Antes que os alcançasse, porém Charlie foi ao seu encontro e tomou a bandeja de suas mãos com um sorriso largo. Se fosse há algum tempo, tal gesto a deixaria exultante. Agora, porém, apenas lhe retribuiu o sorriso com um leve constrangimento, ciente, mais que nunca, das demais pessoas presentes. Quando, após devorar um par de sanduíches, Charlie segurou em sua mão e Nymphadora sentiu nitidamente o peso de alguém os observando. Mas quando se virou para olhar, ninguém os encarava. Na verdade, o primo de sua mãe, Sirius Black e os amigos dele, James Potter e Remus Lupin, que também haviam sido convidados, pareciam imersos num início de discussão.

Sorrira involuntariamente ao se lembrar de Jéssica, a filha pequena do senhor Lupin, carregando, sob a supervisão paterna, um ramalhete de flores do campo, e quase caindo por cima delas antes de conseguir lhe entregar. Fora um dos presentes que mais gostara. A pequena lembrança das flores, que agora enfeitavam seu quarto, fez com que a mente de Nymphadora se afastasse dali e a deixasse alheia à conversa ao seu redor.

Contudo, o som de vozes exaltadas, do outro lado do quintal fez com que tanto ela, quanto seus amigos se virassem a tempo de ver o senhor Lupin sair, visivelmente irritado, de perto dos amigos e entrar na casa.

Coincidentemente, naquele mesmo instante, o sorriso de Nymphadora se apagou e ela reparou na grande quantidade de nuvens no céu, acobertando o sol naquela tarde.



----xxxx---

Remus ouvia a conversa animada entre Sirius e Ted sem prestar muita atenção. Seus olhos seguiam cada movimento que Nymphadora fazia, inconscientemente. Ela parecia uma visão colorida no meio de imagens cinzentas. Ouviu-a rir de algo e o som fez com que ele sorrisse sem se dar conta. O aviso de Ted que iria pegar mais alguns petiscos dentro de casa fez com que Remus aterrisasse novamente na cadeira onde estava sentado. Forçou-se a encarar a mesa de madeira e beber mecanicamente do copo à sua frente. Percebeu que seus amigos o observavam em silêncio e perguntou:

- O que foi?

- Por que você não vai em frente?

- Ahm?

- Com a minha prima. Por que não tenta se aproximar mais dela, conhecê-la...

- Não sei do que você está falando.

- Sirius está falando do jeito como você não perde de vista nenhum movimento que a filha do Ted faz, do sorriso idiota que surge quando ela fala algo ou da carranca quando o jovem Weasley começa a cortejá-la.

- Exatamente.

- Eu não... não... - Remus não sabia o que dizer. Seus olhos se voltaram para a jovem sentada num banco mais afastado conversando com Fleur e os dois filhos mais velhos de Arthur Weasley. Um gosto amargo espalhou-se lentamente por seu corpo e ele soube que não teria como negar o que sentia para seus dois melhores amigos. - Olhem para ela! Jovem, bonita, divertida... Que chance eu teria? E eu... eu não posso. Marlene...

- Marlene está morta! Não jogue suas próprias inseguranças sobre ela. - Sirius exclamou um pouco mais alto do que pretendia.

- Sirius - James advertiu, segurando o braço do amigo que o olhara exaltado.

- O que é James? Você vai deixá-lo se afogar nesse mar de auto-piedade em que ele se enfiou?

- Não, mas...

- Chega! Vocês dois não têm o direito de ficar se metendo na minha vida.

Remus levantou-se irritado, chamando a atenção do grupo de jovens do outro lado do quintal. Rumou para dentro da casa onde encontrou Jéssica dormindo calmamente no colo de Lily. Ignorando os protestos da amiga e Andrômeda de que iria acabar acordando a menina e que ainda era cedo para ir embora, ele agradeceu o convite, pegou a filha nos braços e saiu porta a fora.

Talvez se tivesse esperado um pouco mais, ou olhado para trás antes de sair da casa, Remus Lupin teria reparado na expressão desapontada que se instalou no rosto de Nymphadora.

---xxx---

Harry não acreditava que o seu penúltimo ano escolar fosse ter grandes emoções. As matérias provavelmente estariam mais difíceis e a carga de estudos seria maior. Seu namoro com Ginny ia de vento em popa e seu pai estava conseguindo vir mais vezes em casa, deixando-o mais tranqüilo.

Porém, parecia que nem todos gostavam de viver mais tranquilamente e procuravam problemas por onde passavam. Uma dessas pessoas era Draco Malfoy. E os problemas que Draco procurava, pareciam todos levá-lo até Harry.

Na saída da aula de sexta feira, da primeira semana de aulas, quando Harry apertou o passo para encontrar Ginny que estava parada perto do portão conversando com Luna, uma voz arrastada feriou-o ao descer o degrau para o pátio.

- Seu papai ainda está vivo? Eu achava que os alemães tinham uma mira melhor... Se fosse eu, já teria abatido ele como se fosse uma mosca.

Ao que tudo indicava, a visita que fizera aos avós durante as férias havia deixado Draco com vontade de brigar. Mas não o emburrecera ao ponto de fazê-lo andar sem a companhia de um capanga, como Dudley, que se postara ao lado do amigo com o mesmo sorriso debochado no rosto.

Harry virou-se para a dupla, sentindo a raiva começar a correr por suas veias, crispando seus punhos e trincando seus dentes. Evitara cruzar com o primo durante todo o período de férias, chegando a desistir de um sorvete certa tarde, porque Dudley estava encarapitado no banco da praça. Mas o sorriso que ostentavam, fez Harry ter ganas de socá-lo, tanto quanto tinha de socar Draco.

- O que disse? - rosnou sem notar que Ron, Hermione e Ginny haviam percebido a briga iminente e se aproximavam.

- Além de cego, você também é surdo? - Draco escarneceu, fazendo Dudley gargalhar. - Eu disse que achava que seu pai já tinha sido abatido.

- Seu...

- Não, Harry. É isso que ele quer.

Ginny se pôs de frente para o namorado, espalmando as mãos em seu peito para evitar que ele se aproximasse mais de Draco. Harry olhou para o rosto sério de Ginny e parou o movimento que havia começado, com intenção de agredir ao outro, soltando o ar preso em seus pulmões com força.

- Olha que lindo! Eu não sabia que ela mandava em você, Potter. Agora fiquei curioso. Me diz uma coisa, - Draco perguntou diretamente para Ginny. - Como é dividir o namorado com o próprio irmão? Ou você é só fachada para eles se encontrarem sem levantar suspeitas?

- Filho da... Me solta, Mione! - Ron rugiu furioso, sendo impedido de avançar em Draco por Hermione que lhe agarrou o braço.

- Ron, não!

- Eu vou acabar com você!

- Harry!

Ginny agora empurrava o namorado para longe, com toda força que possuía. Enquanto Hermione ainda impedia Ron de se aproximar. Draco e Dudley, por sua vez, riam abertamente, zombando deles, que tentavam de toda forma se desvencilhar.

- Vocês não são de nada mesmo, deixam duas garotas controlar vocês... Sabe o que seria perfeito, Weasley? Os alemães acertarem o Potter pai e o avião dele cair bem em cima dos idiotas dos seus irmãos.

- Me solta, Gin.

- Porra Mione, me larga!

- Sabe, "Gin", se isso acontecer, e vocês precisarem de ajuda, pode ir até a minha casa. Eu acharia bem interessante ver você... engraxando meus sapatos.

Draco nem teve tempo de ver quem o acertou primeiro. Dudley, como o bom capanga que era, tentou ajudar, mas o que conseguiu foi ser esmurrado e derrubado por Harry e Ronald, que espalhavam murros, socos e pontapés nos dois rapazes sem distinção. A briga só parou quando ouviram o chamado enérgico da diretora McGonagall.

- Por Deus, os quatro, na minha sala. Agora!


----xxxx----

- Onde você estava com a cabeça?!

James explodiu assim que fechou a porta de casa atrás de si. Ele estava terminando de arrumar a bagagem para voltar a Londres quando recebeu um recado pedindo para que o responsável por Harry Potter comparecesse com urgência na escola. Pensara imediatamente que havia acontecido algum acidente e correra para lá só para descobrir que o filho fora pego brigando na saída da aula.

- Ele me provocou! - Harry respondeu ainda caminhando em direção a escada.

- E daí? Vai dar ouvidos a um filhinho de papai? Pensei que... - James rebateu, sendo interrompido pelo filho que virara para encará-lo.

- Ele falou de você! Ofendeu Ginny...

- Você não pensou que o seu tio e o pai daquele outro podem prejudicar a vida da sua mãe e a sua também?

- Grande merda, se o senhor não sabe, eles fazem isso desde o primeiro momento em que pus os pés nessa cidade! - Harry esbravejou. - Na verdade, acho que deveria ter batido um pouco mais neles por causa disso.

- Olhe como fala, rapaz.

- O que houve? - Lily apareceu no corredor que vinha da cozinha e perguntou assustada.

- Nada Lily. Fique com Jéssica ai dentro até eu e Harry terminarmos nossa conversa.

- Eu não tenho mais nada para falar - Harry disse, fazendo menção de subir a escada.

- Ah, tem sim, pode voltar aqui. - James alcançou o filho e segurou-o pelo braço, fazendo com que ficassem novamente de frente um para o outro. - Seria demais pedir para que você não nos causasse esse tipo de preocupação?

- Em breve vocês não vão ter mais que se preocupar comigo, - Harry rosnou enraivecido. - Quando eu for para a guerra...

- Então é isso que você pensa? Que se for para a guerra tudo será diferente? - James interrompeu o filho, largando seu braço. Um misto de exasperação e incredulidade estampados em seu rosto. - Surpresa! Quando, e se, você for para a guerra vai nos causar ainda mais preocupação. Você acha que sua vida vai ficar melhor se você for para a guerra? Acorda garoto! A guerra vai mudar sua vida sim, mas para pior! Numa guerra não existem vencedores. Você vai voltar para casa, se voltar, repleto dos horrores que viu ou passou. Rezando para acordar no dia seguinte e descobrir que sua única preocupação é o castigo que vai receber por ter brigado na escola. Você acha que é homem suficiente para ver seus amigos morrerem ao seu lado e ter de seguir em frente? Se forçar a atacar, a matar outras pessoas? Então, vá em frente! Pois isso é só uma mísera parte do que você terá que enfrentar.


Após o discurso inflamado, James se jogou na poltrona e apoiou a cabeça nas mãos. Estava se sentindo exausto. Tudo que gostaria de fazer naquele momento era ficar ao lado de seu filho e de sua esposa, sem ter que se afastar para tão longe, para onde só havia incertezas. Mas não podia fazer nada. Tinha que se apresentar ao comando da RAF. Era seu trabalho e ele não podia escapar, ainda mais com o país em guerra.

- Pai...

- Agora não, Harry. Eu... ainda tenho que arrumar algumas coisas para poder viajar amanhã cedo. - Harry não conseguia encarar o pai e tornou a subir as escadas, cheio de remorso pelo que tinha dito. Já estava no meio do caminho quando ouviu seu pai falar novamente: - Remus precisou deixar Jéssica aqui em casa hoje e sua mãe está cuidando dela. Quando o jantar estiver pronto ela irá até o seu quarto te avisar.

- James, você não acha que foi muito duro com ele? - Lílian perguntou entrando na sala depois que ouviu a porta do quarto de Harry se fechar às costas dele.

- Acho, mas se não fosse assim, ele... Ele quer ir para a guerra, Lily! Para a guerra!

- Assim como você, James.

Lily sentou-se no braço da poltrona onde o marido estava, mas logo foi puxada para o colo dele. James afundou a cabeça no colo da esposa, que passou a acariciar os cabelos dele.

- Ele não pode! Ele não sabe o horror que é tudo aquilo. A incerteza de não estar vivo no momento seguinte, as barbaridades...

- Eu sei querido, eu sei. Só acho que você deveria ter falado com ele com mais calma.

- Você está certa. Eu estava com a cabeça quente. O Vernon e aquele outro, olhando para nós como se fossem os donos do mundo... - James levantou o rosto para olhar nos olhos de Lily.

- E aí você brigou com Harry por ter feito o que você estava com vontade de fazer.

- Mas eu me controlei - ele resmungou em resposta.

- Ainda bem, já que ele é o adolescente da casa... Você não vai viajar assim, um aborrecido com o outro, não é?

- Não. Eu... eu vou falar com ele mais tarde.

Harry, James e Lily jantaram em silêncio, enquanto Jéssica dormia no sofá. Apesar dos olhares firmes da esposa, James não conseguiu iniciar uma conversa com o filho, que amenizasse o clima pesado instalado na casa. Harry, imerso em pensamentos, comeu calado e tão logo conseguiu, fechou-se em seu quarto. Seu padrinho Sirius, voltara para Londres no início da semana e ele pôde ficar sozinho e deprimido, como queria, sem a interferência de ninguém.

---xxx---

Se Nymphadora não tivesse prometido a Charles, provavelmente teria preferido ficar em casa em vez de aventurar-se pela noite abafada de final de verão, dentro do pub. Provavelmente, o ar de lá estaria ainda mais opressivo, por conta dos cigarros que muitas pessoas atualmente gostavam de tragar, mas que, pessoalmente ela detestava.

Charles não fumava. Na verdade, nenhum dos garotos Weasley era adepto de qualquer "mau hábito". Garotos Weasley... Era engraçado pensar em Charles e Bill assim, uma vez que não existia mais nenhum traço de garotice neles. Eram dois homens fortes e bonitos. O trabalho árduo, primeiro nas minas e atualmente na guerra, tinha-os deixado com as feições mais másculas, o que só os deixara ainda mais belos. Em outros tempos, Nymphadora teria adorado ser o alvo das atenções de Charlie. Eles haviam sido colegas de escola e ela o idolatrara por anos. Como um cavalheiro, Charlie percebera e não se aproveitara do fato, ao contrário, fora cortês e educado. Segundo ele, precisavam apenas de um tempo para entender melhor o que realmente sentiam.

O afastamento natural depois de terminarem o período escolar, abrandou os sentimentos, deixando-a levemente frustrada. Nymphadora fora estudar em Londres, enquanto Charles se juntara ao irmão Bill, que havia se mudado para Rotherham para trabalhar nas minas de carvão. Quando se reencontraram, no ano anterior, ela esperara sentir mais do que realmente sentira, mas acreditara verdadeiramente que com o tempo, e agora que ele se mostrava mais receptivo, os sentimentos voltassem a ser como foram um dia. Ela se esforçara, mas esse tipo de coisa - a paixão - deveria ser como um daqueles bibêlos de cristal que ela vira muitas vezes na casa da avó. Depois que se quebrava, não havia meio de ajeitar.

E ainda havia outro motivo. Um motivo que andava invadindo seus pensamentos. Um motivo cuja voz baixa e calma fazia seus sentidos aguçarem. Um motivo cujos olhos e o sorriso franco apareciam em seus sonhos com mais freqüência do que deveriam. Um motivo no qual não deveria estar pensando...

Rumou apressada para o pub onde era esperada, entrou e ainda ouvindo o tilintar do sininho sobre à porta, encontrou Charlie a admirá-la. Adiantou-se pelas mesas, chegando rapidamente onde ele, juntamente com Fleur e Bill, a aguardavam.

- Olá a todos. Desculpe a demora.

- Não tem problema, Nymphadora. - Charlie falou antes de beijá-la no rosto. - Nem foi tanto assim.

Nymphadora rolou os olhos ao ouvir o amigo pronunciando seu nome de batismo, que ela tanto detestava. O pior é que ela tinha certeza de que ele não fazia isso para provocá-la. Charlie realmente achava que era apenas algum tipo de charme da parte dela. Do outro lado da mesa, após trocar um olhar com o namorado, Fleur comentou:

- Ecxatament querrida. Nem deu tampe parra os rrapazes terrminarrem a segunda parrtida do jogo de dards.

Com um olhar enviesado para a cunhada, Charles disse, levantando-se:

- Eu vou pegar uma caneca de cerveja para você Nymphadora.

Depois de tomar um longo gole da cerveja que Charlie trouxera, Nymphadora iniciou com Fleur uma conversa animada sobre o início do ano escolar. Trocavam impressões já que uma trabalhava com as crianças nas séries iniciais e a outra com turmas mais adiantadas. Em meio aos risos provocados por um comentário de Bill sobre o professor de matemática, o qual quase ninguém apreciava a companhia, Nymphadora sentiu-se observada. Perscrutou o recinto e se surpreendeu ao notar que estava certa. No balcão, do outro lado do pub, Remus Lupin a encarava com raiva. Era algo quase imperceptível, mas que estava lá, no brilho dos olhos castanhos, deixando-a incomodada.

Sob o olhar indagador de Charles, Nymphadora se levantou e sem dar nenhuma explicação, foi de encontro a Remus.

- Boa noite, senhor Lupin.

- Foi por causa dele que você não pôde ficar com Jéssica? Do seu namoradinho?

- Ahm? - ela respondeu atônita, levando apenas um instante para compreender o que ele falava e responder secamente. - Pensei que o senhor tivesse compreendido a situação, quando a minha mãe lhe explicou que como ela viajaria e minhas férias já acabaram, não seria possível deixar Jess lá em casa hoje.

- Sim, ela disse. - Com um gesto brusco, depositou algumas moedas sobre o balcão e falou: - Tome Rúbeo. Pode ficar com o troco.

Nymphadora ficou observando-o sair, sentindo a raiva dentro de si borbulhar. Como ele ousava? Sem pensar, e nem mesmo lembrar que deixara seus amigos sentados no bar, ela seguiu Remus, encontrando-o na calçada, apoiado com o ombro na parede externa do pub.

- O que houve com você? - ela explodiu, no momento que ficou de frente para ele.

- Como? - Remus piscou com força, olhando para ela. - Desculpe Do... Senhorita Tonks. E-eu acho que não estou me sentindo muito bem.

- E certamente isso é um motivo para ter sido tão grosseiro - falou com sarcasmo.

- Não, é claro que não. Me desculpe por isso também...

Remus falara baixo, depois franziu o cenho e gemeu. Olhando melhor, Nymphadora percebeu como ele estava pálido e com algumas gotas de suor brotando em sua testa. Preocupada, tocou-lhe a face com as costas da mão, arregalando os olhos ao senti-la tão quente.

- Você está ardendo em febre.

- É, acho que sim.

- Você não deveria ter ido até o pub.

- Eu... eu só tomei um brandy... Para me aquecer...

- Venha, eu vou levar você para casa.

- Não precisa. E-eu vou até os Potter, buscar Jéssica. Pode... pode voltar para o seu namoradinho.

- Não recomece com essas tolices.

Nymphadora segurou firme o braço de Remus, apoiando-o mais do que ele mesmo percebia, pelo caminho até a pequena casa onde ele morava. Ajudou-o a entrar e a recostar no sofá, só então largando a bolsa sobre a mesa.

- Talvez seja melhor eu ir chamar o doutor Granger...

- Não precisa. É só uma gripe - Remus balançou ao ficar de pé, sendo forçado por Nymphadora a sentar-se novamente. - Eu ia pegar um analgésico.

- Oh, por Deus! Eu posso fazer isso, é só me dizer onde guardou.

- No armário do banheiro - ele murmurou fechando os olhos.

Antes de pegar os comprimidos, Nymphadora foi até a cozinha, colocou um pouco de água para ferver na chaleira e procurou dentro dos armários, pelo que precisava para fazer um chá. Enquanto esta fervia, foi até o banheiro e vasculhou entre os diversos vidros guardados ali, até encontrar o remédio que procurava. Voltou à cozinha, preparou o chá e levou-o para a sala. Encontrou Remus ainda recostado no sofá, com o semblante contraído. Colocou a bandeja com o chá na mesa ao lado dele e tocou levemente seu braço, chamando-o:

- Preparei um chá para você.

- Não precisava.

- Não comece. - Ela entregou a xícara nas mãos dele, esperando enquanto ele sorvia o líquido e pegava os comprimidos que ela estendia na outra mão. Assim que ele lhe devolveu a xícara vazia, ela se levantou. - Agora deixe o remédio começar a agir enquanto eu arrumo a cozinha. Já volto.

Não havia muito que fazer na cozinha. Remus era, para surpresa de Nymphadora, um homem bastante organizado e sua cozinha estava praticamente impecável. Limpou tudo que havia sujado e guardou algumas louças que ele deixara sobre a pia, quando saíra para trabalhar. Gastou o máximo de tempo que podia antes de voltar à sala. Sentia uma ansiedade que só aumentava a cada passo que dava ao se aproximar do sofá onde o senhor Lupin se encontrava.

Sentou ao lado dele e encostou novamente as costas de sua mão no rosto dele, para verificar a temperatura, agora aparentemente mais baixa do que da primeira vez que sentira. Com o toque, Remus abriu os olhos castanhos, lentamente, cravando-os no rosto de Nymphadora, que tratou logo de se afastar.

- Você deveria se deitar um pouco, até se sentir melhor.

- Eu não posso me deitar, tenho que buscar Jéssica.

- Você não está em condições de cuidar da Jess.

- Eu não tenho escolha.

- Você tem seus amigos... Você tem a mim.

- Tenho?...

Quem ouvisse a conversa, não perceberia nada de estranho ou diferente. Mas tanto Remus quanto Nymphadora sabiam, mesmo fingindo que não, que não estavam mais falando sobre a capacidade dele de cuidar da filha. A voz dos dois era cuidadosa e baixa - a de Remus se tornara quase gutural -, e eles olhavam nos olhos um do outro, sem desviar.

- Você sabe que sim.

- Eu não posso...

- Tem coisas que a gente não escolhe. Elas simplesmente acontecem.

- Dora... - Foi um misto de chamamento com veneração, calado pela ponta dos dedos que Nymphadora encostou em seus lábios.

- Shshshshs...

Mesmo ainda levemente zonzo e febril por causa da gripe, Remus percebeu que agia e pensava normalmente. Seu corpo já não sentia nenhum dos desconfortos causados pelo mal estar. Seu coração acelerara e algo dentro dele impulsionava-o a agir. Agarrou a mão que Nymphadora encostara em sua boca e com um único movimento, puxou-a para si. Com a outra mão, segurou-a pela nuca enquanto colava seus lábios nos dela, que tremeram surpresos diante da voracidade que ele impingia.

Os lábios de Nymphadora eram doces e não demoraram a deixá-lo aprofundar o beijo. O corpo que Remus prendia junto ao seu - com a habilidade de quem sabia segurar uma mulher, firme e delicadamente - era macio e não ofereceu resistência. O perfume que ela exalava o inebriava a tal ponto que somente após longos minutos saboreando-a com paixão, foi que Remus se deu conta do que faziam. As mãos que até um segundo antes a estreitavam, passaram a afastá-la. Os olhos de Nymphadora se abriram devagar e encontraram culpa nos dele.

- Desculpe - Remus murmurou. - Eu não dev...

- E-eu vou avisar Lily, que... que você está doente. - Nymphadora interrompeu-o rapidamente, levantando-se. Não ia deixar que ele estragasse aquele momento com as palavras que certamente iria dizer, se ela desse a oportunidade. - Bo-boa noite.

Com passos apressados, Nymphadora pegou a bolsa e saiu porta a fora. Permitiu-se ficar parada na calçada de fronte à casa por um minuto ou dois até que seu coração voltasse ao ritmo normal e em seguida foi até a casa dos Potter, onde avisou Lílian que o senhor Lupin encontrava-se adoentado. Agradeceu intimamente quando a senhora Potter não fez nenhuma pergunta sobre como ficara sabendo do estado de saúde dele.

Nymphadora só se permitiu sorrir com a lembrança do beijo, um pouco mais tarde, na quietude de seu próprio quarto.

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N/B Nika: Essa fic deveria ser roteiro de seriado. Falo sério! Pensa na atmosfera? Nas cores, nos móveis, nos carros passando na rua, nas velhas bicicletas. O que? A Pri não descreve tudo isso? Mas e como é que eu VEJO tudo isso? Mais ainda, todas as imagens têm sempre aquele rádio tocando num mono chiado algum jazz maravilhoso do passado. Este capítulo eu li ao som da divina Nina Simone (ok, ela é uma pouco mais jovem, mas combinou perfeitamente). Era ela que estava cantando enquanto Harry e James discutiam. Oh my God! Qua coisa maravilhosa foi aquela discussão!! E as coisas ditas pelo James? Não foram perfeitas? Certo, a gente não chegou a "ver" o James da JK como um pai mesmo, mas a gente imagina que, totalmente adulto, a "irresponsabilidade" dele ficou aplicada apenas a si mesmo. Sempre acho que o James pai´seria o típico caso de faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Agora, a Nina estava cantando mesmo e muito, mas muito românticamente, para Remus e Tonks... ahhh jazz é pura sedução. Garanto que se o volume do rádio estivesse mais alto, eles tinham continuado aquele beijo, ah isso tinham, hehe. Pri, amore, de novo e sempre, PARABÉNS!!!! Mais um capítulo tudibom!!!



N/B Paty: MANAAAAAAAAAAAAAAAA... (abraça, aperta, esmaga e amassa) quanto tempo né? Eu tava louca pra voltar a betar sua fic, simplismente demais. Eu tenho mesmo que dizer que estava ansiosa para finalmente ver o beijo da Tonks e do Remo??? Ai que fofo (suspira), amei tudo. Adorei a conversa séria de James e Harry, não tô gostando nadinha dessa história dele ir pra guerra, OH MERLIM!!! Humf... mas tudo bem, isso já era de se esperar vindo do Harry rsrsrs... será que é preciso eu comentar que gostaria muitisssssssssssissssssimo de ler mais sobre um certo Capitão da RAF????? (suspira) Ok, ok, vou parar por aqui, só tenho a dizer que tenho cada vez mais vontade de ler sua fic em primeira mão, pq é exatamente isso que eu faço, não tem quase nada pra consertar rsrsrs... beijos mana, TE AMO!!!!

N/B Sônia: "E eu assumo a honra de betar a fic NESTE capítulo!!!! =D =D =D - Que beijo foi esse, por Mérlin? A Pri já tinha balançado minhas estruturas com o "Não" mais sexy da história fanfictional, e agora ela me derrubou de vez...*suspirando* E o homem estava gripado!!!! Imagine em plena saúde??? Misericórdia... - Ver o Harry e o Ron acertarem umas bifas bem dadas na Doninha oxigenada e sua catrefa é sempre bom demais! =D - Mas, por todo o tempo, por trás de romances empolgantes e cascudos bem dados, ali está a sombra da guerra, cercando, assustando, ameaçando... :( Na amargura de James ou na resolução perigosa de Harry, sempre presente, sempre por perto... Você, mana, consegue nos colocar nesta situação com excelência de detalhes, de sentimentos, de sensações. BRAVOS! =D - Muito obrigada por me deixar fazer parte desta história! Parabéns por mais um capítulo TUDO DE BOM! - Até o próximo! MUITOS MUITOS MUITOS BEIJOS, MANA!!! =D =D =D"


N/A: Pois é, saiu um dos beijos mais esperados da história. Pelo menos para mim, já que esse casal, Remus/Tonks, não surgiu no decorrer da trama. Quando eu desenvolvi o enredo de Desencontros, quando ainda escrevia "Depois do Funeral", esse casal já estava lá. E a cena onde Sirius percebe o interesse do amigo pela prima, foi uma das primeiras que escrevi, há mais de 1 ano. Foi bom finalmente colocá-la no capítulo... Outra coisa importante a se comentar é que, como alguns já perceberam, a guerra está cada vez mais próxima dos personagens. Antes ela acontecia e os envolvia indiretamente, mas agora não. A segunda guerra está a cada capítulo mais próxima de envolver, e arrebatar, alguns personagens, e quando isso acontecer a segunda fase, a fase tranquila da fic, estará terminada.

Um beijo imenso às minhas betas Sally Owens (pode pegar no meu pé o quanto quiser!!!!), Paty Black (que finalmente apareceu para betar o capítulo depois de meses sequestrada pelos índios ianômamis), e a recém nomeada Sônia Sag (pode ser cada vez mais intrometida, eu deixo). À minha mana Pamela Black também é claro, apesar dela não ter tido tempo de betar esse capítulo, foi ela quem me ajudou a decidir como Remus e Tonks se beijariam (isso há uns 3 meses atrás, hauhauahua), e foi a primeira a ler a cena.

Uma beijoka especial à querida Kelly que participou do quiz na comu do orkut e acertou de quem era a fala, conseguindo, por isso, o direito de ler o capítulo em primeira mão. Fiquem atentos a cada capítulo teremos novas perguntas. Participem.

Obrigada a todos que leram o capítulo, mesmo aos que não comentaram. Agora as respostas aos comentários feitos no último capítulo:

Pedro Henrique Freitas: Acho que você tinha razão, o Remus ia pedir conselhos pra Lily, mas NUNCA na frente do Sirius, hihihi. A Mione confia no Ron, mas acha que eles estão indo rápido demais. Temos que considerar que ela é uma jovem respeitável da década de 40... Realmente, algo me diz que nuvens negras começarão a nublar o céu de Bourghill. Bjks e obrigada pelo comentário.

Ana Potter: O Remus não acha que tem direito de ser feliz, após a morte da esposa. Isso faz dele um fofo, não é???? E também um tolo... Obrigada e bjks.

Jéssica M. Adams: KKKKKKKK Ri muito com a "moça do tempo". O Sirius é "sem noção", mas talvez isso seja uma parte do seu charme. Você ficou imaginando a cara dos Weasley e do Harry e riu? Meu marido odeia a parte que, do nada, eu começo a rir sozinha e de repente ele me encontra escrevendo... Obrigada, bjks

Lua Potter: Eu também não via a hora deles voltarem. Não gosto de vê-los separados. E o Remus não podia chamá-la de 'Tonks'. Tinha que ser algo mais intimo. Bjks e obrigada.

Sonia Sag: Minha nova beta!!!!! Seus comentários são no mínimo adoráveis. Adorei a parte do pai da Tonks e do Harry dançando mabo juntos kkkkkkkkk O timing deles está com defeito, só pode!!! Obrigada mana, te amo muito. Beijos.

Bernardo Cardoso: Querido, que saudade!!! Quer fazer o favor de parar de trabalhar um pouco e aparecer no msn!!! Aff, como eu vou fazer sem meu consultor para assuntos estratégicos??? Huahuahuahau. Beijos amore, to com saudade.

Paty Black: MANA, cadê você??? Espero que você tenha gostado desse. Sabe por que o Sirius voltou para Londres antes do James? Pra ficar com a namorada. Uma secretária do comando da RAF, conhece??? Huahauahua. Te amo. Beijos

Sally Owens: Não precisa se desculpar, afinal você foi a primeira que deu a opinião. E sem ela o capítulo não teria ficado tão bom. Obrigada mesmo. Te amo, beijos.

Naty L Potter: Acho que muitas das suas rezas não foram tão eficientes quanto você queria: Sirius, James, Bill e Charlie já voltaram para a guerra; não teve conversa Remus/Lily (mas acho que ainda vai rolar); e quanto à paciência do Ron, essa nem eu sei... Hahaha. Obrigada querida, bjks.

Luluh Black: Que bom que você está de volta. Espero que não suma mais. Obrigada pelos elogios. Bjks.

Sô: Viu, você me alcançou, hahahaha. Que bom que você está gostando. Obrigada por tudo querida, beijos.

Ninha: Realmente, o Harry quando está com a Ginny esquece da vida, do mundo, e também dos perigos que corre, hauhauahau. Bjks e obrigada.

Bruna G Weasley: Obrigada querida. Você nem imagina as ameaças que Bill e Charlie fizeram ao Harry durante os poucos minutos que Ginny os deixou sozinhos... Huahuhauhau, eu imaginei, huahauhauahua. Bjks

Patty Potter Hard: Obrigada querida. Bjks

Danda Jabur: Obrigada! Mas menina, faz isso não, virar a noite lendo fic!!! Eu não consigo, hihi. Adoro dormir, fico mal-humorada quando estou com sono. Espero que você goste cada vez mais da história. Aguardo os comentários. Bjks





















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