Hermione e a maioria dos alunos do sétimo ano estavam no salão comunal estudando pros N.I.E.M.s que se aproximavam. A jovem, no entanto, não estava conseguindo ocupar a sua mente com nada que não fosse Severo Snape. A cena daquele mesmo dia mais cedo inundava a sua mente a cada minuto.
Flashback
- Descurainia é um ingrediente fundamental para a preparação de que poção? – Snape perguntou para turma.
O braço de Hermione, como sempre, subiu. Ele disse sem nem olhar pra jovem:
- Srta. Granger.
- Poção Polissuco, Senhor.
- E a senhorita saberia dizer quando a Descurainia pode ser colhida?
- Durante a lua cheia, senhor.
Hermione viu o professor respirar fundo e olhar dentro dos seus olhos. A intensidade com que ele a encarava tornava impossível que qualquer um dos dois desviasse o olhar. O professor abriu a boca e disse as palavras jamais proferidas antes:
- 10 pontos para a grifinória.
Todos os alunos da grifinória e da sonserina viraram-se para o homem assombrados. A aula se passou em um silencio maior que o normal, mas quase ninguém prestava atenção. Todos estavam se entreolhando, cada aluno presente naquela sala procurava uma explicação para o acontecimento.
Quando a aula terminou e todos saíram da sala de poções, Harry, Rony e Hermione juntaram as cabeças para comentar a fala do Mestre de Poções.
- O que foi aquilo? – Harry foi o primeiro a falar.
- Não faço ideia. – Hermione respondeu.
- Já é a segunda vez que ele faz algo assim este mês. – Rony comentou. – Como se não estivéssemos suficientemente assombrados com o negócio do Quadribol, agora ele distribui pontos para grifinória.
- Ele não distribuiu pontos para grifinória. – Hermione falou, ofendida. – Eu mereci os pontos.
- É claro que sim. – Rony revirou os olhos. – Mas aí é que está, você sempre mereceu os pontos. Desde o primeiro dia que colocou os pés na aula dele.
- E ele nunca os concedeu. – Harry completou o raciocínio do amigo.
- Talvez ele esteja arrependido de ser tão injusto. – Ela tentou parecer casual.
- Talvez ele esteja sob efeito da maldição Imperius. – o ruivo tentou.
- Não acho que seja isso. – Harry respondeu. – Ambas as teorias são improváveis. Ele não pode ter se arrependido do nada e é um bruxo muito bom para não resistir a maldição Imperius.
- Bom, nunca vamos saber não é mesmo? – Hermione disse e mudou de assunto.
Cansada de tentar inutilmente estudar, a bruxa tomou uma decisão. Sem pensar muito nas consequências, Hermione virou-se para Harry e sussurrou:
- Harry, me empresta a capa hoje à noite?
- É claro, Mione. – ele falou baixinho para que Rony não ouvisse. – Quando vou saber com quem está saindo?
- Em breve, Harry. – a menina sorriu.
Depois de alguns minutos esperando Harry ir até o dormitório pegar a capa da invisibilidade e passa-la furtivamente para Hermione, a menina se retirou do salão comunal com a desculpa de que precisava passar na biblioteca.
Vestiu a capa assim que passou pela saída o salão comunal. Era fim de tarde e o sol já estava se pondo. Andou sorrateiramente pelo castelo até as masmorras como fizera no dia do jantar. Então, bateu na porta de Severo Snape.
O professor abriu rapidamente.
- Hermione. – ele chamou para o vazio. – É você?
A menção ao primeiro nome dela a fez estremecer. Ela despiu uma parte da capa para que ele a reconhecesse. Snape deu espaço para que ela entrasse e logo que ela passou fechou a porta.
- O que faz aqui Srta. Granger? – Ele já tinha recuperado a compostura. Estava sério, mas não hostil.
- Severo... – ela sussurrou ternamente, quebrando a resistência do homem a sua frente.
Hermione esticou os dedos e tocou o rosto dele delicadamente, se aproximou o suficiente para seus corpos se encostarem e então ergueu-se na ponta dos pés para tocar os lábios de Severo Snape com os seus.
O homem fechou os olhos diante do toque da jovem. O beijo, como sempre acontecia entre eles, tornou-se rapidamente urgente e profundo. Severo ficou impressionado com o fato de que o beijo era exatamente igual, mesmo sem os efeitos da Amortentia. Ele a desejava como se a poção do amor mais potente do mundo corresse em suas veias.
Severo colocou os braços em torno de sua cintura e a puxou para mais perto de si. Hermione sentia todo o calor que vinha do corpo daquele homem, sentia os braços fortes a apertando e uma vontade imensa de se entregar completamente a ele.
A mãozinha da jovem desceu pelo tronco de Severo o fazendo estremecer. Ele precisava dela com uma intensidade que não podia conter. Sem nem perceber que o fazia, ele guiou Hermione pela passagem que levava aos seus aposentos. Hermione se deparou com um quarto grande e bem mobilhado, mas não conseguiu registrar mais do que isso. Sua mente só tinha espaço para os toques daquele homem.
Severo desabotoou a blusa da garota com lentidão, a cada botão ele ia expondo os belos seios de Hermione. Ao retirar por completo a blusa e o sutiã dela, Severo deu um passo para trás a fim de admirá-la. Ela era linda demais, ele estava completamente a mercê daquela grifinória.
Ele aproximou-se de novo e acariciou seus mamilos com a ponta dos dedos, Hermione ofegou. Encorajado pela reação da moça, Severo abaixou-se e colocou um dos mamilos na boca, acariciou com a língua habilidosa, arrancando um gemido baixo da menina.
Hermione sentia seu corpo ficando quente e excitado. Estendeu as mãos para despir Severo Snape, de quem recebeu ajuda imediata. Em poucos segundos, apenas uma cueca preta cobria o homem. Ela o conduziu para cama de casal e os dois continuaram se acariciar deitados nela. A saia de Hermione já estava enrolada em sua barriga, então ninguém se importou em tirar.
Severo beijava e acariciava todo o corpo de Hermione com reverencia. Ela era a mulher mais linda e apaixonante com quem ele já tivera o prazer de estar. Quando não aguentou mais, tocou a sexualidade de Hermione por cima da calcinha e a encontrou úmida e quente. Um forte arrepio passou pelo seu corpo ao notar a excitação dela.
Hermione se adiantou e retirou a própria calcinha. Severo acariciou a moça naquele ponto tão doce. Ele queria sentir Hermione estremecer de prazer. Os movimentos que ele fazia com os dedos faziam ela agarrar os lençóis. Ela o queria mais do que qualquer outra coisa no mundo.
Severo retirou a própria cueca e deitou seu corpo nu por cima da nudez da moça, tomou seus lábios com urgência em um beijo longo. Hermione sentia o homem rígido e excitado contra seu corpo.
- Eu quero ser sua. – Ela sussurrou.
A reação de Severo a estas palavras foram imediatas. Ele posicionou-se e a penetrou com lentidão. Vários segundos se passaram até ele se colocar inteiro dentro dela. Hermione sentiu um pouco de dor e uma sensação estranha diante da invasão dele, mas logo passou e ela se sentiu completa e preenchida.
Os movimentos de Severo começaram lentos e foram aumentando gradualmente. Hermione estava tão inundada de prazer que seus gemidos enchiam o quarto e a mente de Severo Snape. Totalmente embalado pelos sons incoerentes que saiam da boca de Hermione, ele se enterrava nela cada vez mais profundamente.
Quando Severo achou que não poderia mais aguentar, Hermione explodiu de prazer embaixo dele. Ele sentiu o corpo dela apertá-lo e então se entregou ao prazer, atingindo o auge junto com a moça.
Por vários segundos, ninguém falou. Só permaneceram deitados, de olhos fechados, sentindo o calor que o outro emanava. Depois que os dois se recuperaram, Hermione foi a primeira a falar:
- Respondendo a sua pergunta; eu vim até aqui agradecer pelo que fez por Rony e pelos pontos que concedeu a grifinória.
- Sei. – ele disse brincalhão. – Se é assim que você vai agradecer, estou disposto a conceder 200 pontos para grifinória e tornar Weasley Ministro da Magia.
Ela ficou bastante vermelha, mas ele apenas depositou um beijo em seus lábios.
- Fiquei muito feliz que tenha vindo aqui. – ele disse sério. – Mesmo que isto não tivesse acontecido, eu teria ficado feliz só de você ter vindo.
- Mas... – Hermione disse ruborizando ainda mais. – Você ficou feliz com isso que aconteceu?
Um sorriso brincou nos lábios de Severo Snape.
- Está perguntando se eu gostei?
- É que como eu não tenho experiência... – ela tentou se explicar.
O rosto de diversão do homem se transformou rapidamente em choque.
- Hermione. – ele arregalou os olhos. – Você era...
- Virgem. – ela explicou.
- Merlin! Porque não disse nada? – ele questionou com preocupação. – Eu te machuquei?
- Estou bem, não se preocupe. – Ela abriu um sorriso terno para o homem e depois deitou a cabeça no peito dele. – Eu achei maravilhoso.
Severo Snape abraçou a moça. Ele nunca havia se sentido tão feliz, ela havia confiado nele e se entregado. Mais do que isso, ela o perdoara pelo seu orgulho e injustiça. Ela o queria da mesma forma que ele. Ele mal conseguia acreditar que pudesse merecer alguém como Hermione Granger