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7. Orgulho e Preconceito


Fic: A Amortentia de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aquele tinha sido o ultimo dia de aula antes das férias de natal. Os alunos da grifinória estavam muito animados e todos arrumavam suas coisas para partir na manha seguinte. Ninguém do sétimo ano passaria o Natal na escola, só Hermione Granger. A jovem estava muitíssimo irritada de perder o Natal para ajudar aquele idiota arrogante.


Estava sentada em uma das poltronas do salão comunal com cara de poucos amigos. Rony tentava animá-la.


- Tem certeza que não quer ir passar o Natal na Toca?


- Não posso Rony. – ela disse com tristeza. – O estúpido do Snape já avisou que os testes não pararão por causa do Natal.


- O Snape está abusando. – Rony falou com indignação. – Ele disse que seria apenas uma semana. Já faz três semanas que você passa as tardes na sala dele preparando poção atrás de poção e nada dele mandar sua carta de recomendação.


- Você tem que entender, Rony, que Snape não quer mandar essa carta. – Harry se intrometeu. – A esperança dele é que Hermione prepare uma poção de forma incorreta para ele ter uma desculpa pra não recomendá-la.


- Hermione nunca vai preparar uma poção incorreta. – Rony revirou os olhos. – Ele pode fazer testes até o final do ano.


- Acho que ele já notou isso. – Gina também entrou na conversa. – E está tentando uma nova tática. Ele está prendendo Mione todas as tardes, impedindo que ela estude outras matérias ou fique com os amigos e agora quer prendê-la durante o Natal. Vocês não percebem? Ele quer que Hermione desista.


- Maldito Snape. – Disse Rony muito irritado.


- Hermione. – Neville chamou assim que entrou no salão comunal. – A diretora pediu que te entregasse esse bilhete.


Neville estendeu um pedaço de pergaminho para Hermione. A jovem pegou e abriu rapidamente.


Srta. Granger,


Fico muito contente em informar que o Professor Snape me entregou sua carta de recomendação para a Universidade Inglesa de Medibruxaria. Acabo de despachá-la via correio coruja. Dito isso, a senhorita está liberada para passar o Natal em casa.


Atenciosamente,


Minerva McGonagall


- O que está dizendo? – Harry questionou


Hermione estendeu o bilhete para o amigo e Rony se aproximou para ler também.


- Está dizendo que McGonagall colocou Snape contra a parede e eu vou passar o natal na toca. – Disse Hermione admirada com a engenhosidade da diretora ao lhe informar tão discretamente que Snape não estava mais sobre o efeito da Amortentia.


- Eu tinha certeza que McGonagall iria intervir a seu favor. – Harry disse contente.


- É claro. – Gina comentou. – McGonagall não ia deixar Snape estragar seu futuro só porque ele, gratuitamente, não gosta de grifinórios.


- Gina, vamos para o dormitório das meninas? – Hermione disse louca para conversar com a amiga. – Quero ajuda para arrumar as malas.


- Vamos sim. – A ruiva disse e deu um beijo no namorado antes de seguir Hermione para o dormitório.


 


 


 


Severo Snape não conseguia compreender. Há semanas recebera a notícia de que a Amortentia não corria mais em seu sangue. Nenhuma magia induzia seus pensamentos a se fixarem em Hermione Granger, mas mesmo assim era nela que ele pensava.


Isto, no entanto, não era o pior. Lembrando-se da forma como a jovem retribuiu o seu beijo e entendendo que ela já era maior de idade e só estava na escola por causa do ano que perdera lutando contra Voldemort, Snape resolveu que precisava manter algum tipo de contato com a jovem para compreender os próprios sentimentos e os dela.


Sendo assim, ele escreveu:


Senhorita Granger,


Não consigo entender e nada no mundo seria mais contra os meus próprios desejos, mas não consigo esquecê-la. Os efeitos da Amortentia se foram, mas a lembrança daquela noite em Hogsmeade não me sai do pensamento.


Eu juro que tentei levar em consideração a sua juventude e o fato de não suportar seus amigos. Lutei para convencer a mim mesmo que qualquer relação entre nós jamais seria adequada ou teria êxito. Porém, desejo que nos encontremos de novo.


Sinto muito se a carta não soou romântica. Eu não sou nenhum tipo de príncipe encantado e optei por ser sincero com você.


Severo Snape


Severo solicitou a um Elfo Doméstico que a carta fosse entregue a Hermione quando a jovem estivesse sozinha. Durante quase um dia inteiro o professor esperou sem resposta. Não sabia se o Elfo ainda não tivera oportunidade de entregar a carta ou se a menina não quisera responder.


No fim da tarde, pelo mesmo Elfo, a resposta chegou. Junto com a carta de Hermione vinha um pacote que parecia conter um livro. Snape abriu a carta primeiro, com ansiedade.


Professor Snape,


Com todo respeito, se a noite na qual nos beijamos não sai da sua cabeça o dia seguinte a ela não sai da minha. Eu me coloquei a disposição para ajudá-lo com a Amortentia, me abri para você ao falar da situação com a minha família e retribuí aos seus gestos de afeto. E mesmo assim o senhor não pensou duas vezes antes de me humilhar.


Deixou que os alunos da Sonserina rissem de mim e que Malfoy me machucasse, infligiu detenções aos amigos que vieram em minha defesa e nem ao menos permitiu que Harry me acompanhasse a enfermaria, mesmo sabendo que eu estava arrasada e com dor.


Sobre a sua sinceridade na carta, eu somente tenho a dizer que a sua atitude pouco cavalheiresca apenas me poupou o desgosto de recusar o seu pedido, se tivesse sido feito de outra forma.


Posso dizer que desde o princípio, desde o primeiro instante quase em que o conheci, as suas maneiras me convenceram de que era um homem arrogante, pretencioso e de que tinha a maior indiferença pelos sentimentos dos outros. Esta impressão foi tão profunda que constituiu, por assim dizer, o alicerce sobre o qual os acontecimentos subsequentes elevaram uma indestrutível antipatia.


Embora eu tenha achado realmente admirável suas atitudes durante a Guerra e tenha me encantado com o homem com o qual jantei em Hogsmeade, as suas ultimas atitudes provaram que minha primeira impressão não falhou e fiquei convencida de que o senhor seria o ultimo homem no mundo com quem eu me relacionaria.


H. Granger


Snape estava chocado quando terminou de ler a carta. Ele não tinha certeza de que seria aceito, mas não imaginou que seria rejeitado dessa forma, com tamanha amargura e desprezo nas palavras.


Ela dissera que sua antipatia por ele sempre existira e ele sabia disso. Assim como a antipatia dele por ela. Ele se lembrou da garotinha de 11 anos que chegara a Hogwarts um pouco deslocada e logo fez amizade com Potter e Weasley. Os três sempre com aquela mania de heroísmo quiseram salvar a pedra filosofal e desconfiaram que ele estivesse tentando roubá-la.


Claro que Severo sabia que não era simpático, muito menos com os alunos da grifinória, mas não imaginou que a jovem guardaria tanta mágoa do episódio com Draco Malfoy. Ele sabia que ela ficara chateada porque o ignorou nas tardes seguintes, mas não nessa dimensão. Snape começou a pensar se não tinha exagerado. Talvez ele devesse ter punido Draco de alguma forma ou ao menos deixado que Potter a acompanhasse até a enfermaria.


Confuso, o homem abriu o pacote a fim de achar mais respostas no livro que ela lhe dera. Era um exemplar de bolso, bastante manuseado de um livro chamado Orgulho e Preconceito. Severo ergueu as sobrancelhas para o título. Seria uma acusação? Ao observar melhor a obra notou que se tratava de um romance trouxa escrito por uma autora chamada Jane Austen. Mesmo com um pé atrás sobre o enredo do livro, Severo decidiu ler.


A história se passa na Inglaterra no século dezenove, uma jovem (Elizabeth) cuja família não tem muito dinheiro vive com sua mãe, seu pai e suas quatro irmãs. Elizabeth conhece Mr. Darcy em um baile na cidade em que mora. O homem é muito rico e demonstra desprezo pela família e amigos de Elizabeth.


O melhor amigo do Sr. Darcy (também rico) se interessa pela irmã mais velha de Elizabeth. Depois de um tempo os dois homens saem da cidade e vão para Londres. Jane (irmã de Elizabeth) fica muito triste porque estava apaixonada pelo amigo do Mr. Darcy.


Depois de muitas reviravoltas na trama Elizabeth fica sabendo que foi Darcy quem separou Jane de seu amigo porque acreditava que ela se casaria com ele por interesse. Foi diante dessas circunstancias que Darcy pede Elizabeth em casamento (dizendo que tentou esquecer a inferioridade da condição dela, mas não conseguiu).


Snape reparou como sua própria carta havia ficado parecida com o pedido de casamento de Darcy, mesmo que ele nunca tivesse sequer ouvido falar da história. No entanto, foram nas palavras de Elizabeth que ele encontrou a resposta de Hermione. A menina tinha copiado nos últimos três parágrafos de sua carta, quase palavra por palavra, a fala da heroína do livro.


Com a certeza de que Hermione conseguiria escrever uma resposta sem precisar copiar ninguém, Severo foi levado a crer que a jovem quis lhe dizer que estava se sentindo da mesma forma que Elizabeth Bennet. E que ele próprio estava sendo tão orgulhoso e insensível quanto Mr.Darcy naquela ocasião.


Também não pode deixar de observar que no final do livro a dama e o cavalheiro citados se casam. Por isso, ele não pôde deixar de ter esperança de, assim como Mr. Darcy, conquistar a jovem em questão.


 


 


 


 


 


 


 


 


NA: Queridos leitoros, sei que muitos de vocês não estão familiarizados com o romance citado no capítulo. Para que não se sentissem perdidos tentei incluir no capítulo uma breve explicação sobre o enredo.


No entanto, para todo mundo que curte o casal Hermione e Snape eu recomendo a leitura do romance Orgulho e Preconceito ou pelo menos o filme que está disponível no YouTube. Mr.Darcy me lembra Severo Snape em diversos aspectos.

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Comentários: 6

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 13/02/2014

Ai, cara, Orgulho e Preconceito é uma obra tão perfeita, foi inevitável eu reconhecer o trecho utilizado pela Mione.

Outra história de época que amo muito é Jane Eyre, da Charlotte Brontë. O casal Jane e Rochester tem tudo a ver com Snape e Hermione <3

E você faz nossa alegria ao atualizar com frequência ~correndo pra ler o próximo.

Nota: 5

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Enviado por Larissa Rebecca da Silva Cabral em 11/02/2014

Orgulho e Preconceito é fantástico! Amei ele ter sido inserido nesse capítulo.
Sim, Mr. Darcy é divino!
Como Snape, Darcy é sisudo e introspectivo, mas quando alcançada sua verdadeira personalidade, ele mostra-se um encanto!
Recomendo a leitura também.
 

Nota: 5

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Enviado por catia santana torres em 11/02/2014

ansiosa pelo proximo capitulo desta linda e maravilhosa história, amooooo esse casal

Nota: 5

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Enviado por HermioneSnape em 11/02/2014

Ansiosa pelo próximo capítulo! 

Nota: 5

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Enviado por Luiza Snape em 11/02/2014

#continua 
 

Nota: 5

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Enviado por Tay Snape em 11/02/2014

Oh God, esse capitulo foi perfeito! E sim, logo quando começei a ler a carta do Severo me lembrei imediatamente do Sr. Darcy, e com certeza eles lembram muito a Lizzy e o Darcy *-*     Amo de paixão esse livro <3 Ansiosa pro próximo!

Nota: 5

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