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24. A vida fora de Hogwarts


Fic: Lembranças de Harry Potter


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Junho/Julho de 1999.


 


Harry, Hermione e seus amigos foram abordados por loucos repórteres assim que saíram do Expresso de Hogwarts. Gina, a primeira do grupo a sair, deparou-se com vários fotógrafos e foi engolida pela multidão antes mesmo de conseguir voltar para os outros e alertá-los.


- Afastem-se da minha filha, seu bando de urubus! – ouviram o berro da Sra. Weasley.


Hermione arregalou os olhos, ainda na cabine do trem.


- O que está acontecendo lá fora?


Harry se aproximou da janela e soltou um suspiro cansado.


- Droga! – praguejou o rapaz – Eu havia me esquecido deles!


- Deles quem? – perguntou curiosa, juntando sua cabeça com a dele na janela. Um erro talvez, pois logo os jornalistas os avistaram e apontaram em sua direção, tirando várias fotos antes de Harry conseguir fechar a cortina.


- Malditos!


- Não é que eu esteja defendendo eles, mas... – ela comentou indiferente, voltando-se para sua bolsa – Eles passaram quase um ano sem notícias suas. Estão loucos para ver novamente o menino-que-sobreviveu. E duas vezes!


O moreno riu, terminando de arrumar suas coisas e oferecendo o braço para Hermione.


- Preparada para ser assediada pela imprensa então, Srta. Granger? – ele brincou.


- Assediada? Por quê?


- Ah, por quase nada! – ele ironizou, fingindo seriedade – Você é apenas uma integrante do “Trio de Ouro” de Hogwarts... – ele começou a numerar nos dedos, fingindo indiferença – Passou quase um ano escondida comigo e com Rony, ajudando a derrotar Voldemort; foi uma das pessoas que mais lutou na Última Batalha; é a aluna mais brilhante da sua geração... Ah! – dramatizou como se lembrasse de algo importante – E é namorada de Harry Potter!


Hermione riu, dando-lhe um tapinha no ombro.


- Você é horrível, Potter!


Ele sorriu, dando um beijo na morena antes de chegar à porta do vagão.


- Acha que eles já sabem? – ela perguntou baixinho, mas Harry pôde ouvi-la.


- Sobre o quê?


- Sobre nós dois – falou tímida. – Honestamente, estou receosa sobre o que falarão.


- Hermione Granger preocupada com jornalistas? – ele brincou, somente para relaxá-la, colocando sua mão na testa da jovem – Está com febre, Mione.


Ela sorriu, tirando a mão dele do rosto.


- Mas é verdade que falarão, Harry. Eu estava com Rony no início do ano. Agora descerei ao seu lado e...


- E com a cabeça erguida! – o rapaz interrompeu – Está sendo boba, minha linda. Esqueça os repórteres. Você está comigo agora, e é somente isso que importa.


Hermione respirou fundo antes de mostrar um sorriso agradecido para o namorado. Segurou firme a mão dele e saíram do vagão, quase ficando cegos com tantos flashes das câmeras. O casal quase não conseguiu chegar até seus malões devido à multidão que se aglomerara ali para receber os heróis da guerra.


- Já estou sentindo falta de Hogwarts! – Hermione protestou no ouvido do rapaz – Pelo menos lá estávamos sossegados.


Harry teve que concordar. Lembrou-se de quando partira para reformar o castelo, insatisfeito que a notícia se espalhara, encontrando tantos jornalistas quanto agora. Implorou para que o deixassem em paz e se livrou deles alguns minutos depois. Quando achou que finalmente ficaria livre, decepcionou-se ao ver as dezenas de corujas com pedidos de entrevistas de revistas bruxas famosas. Ele as negou por duas semanas inteiras e, ao ver que as corujas não parariam de chegar, simplesmente ignorou-as. Levou quase dois meses para se livrar da imprensa por completo, que foi quando a própria Minerva McGonagall irritara-se com as cartas insistentes e mandara um telegrama grosseiro para cada novo convite de entrevista recebido.


O moreno, no entanto, ficara preocupado que os colegas agissem de forma diferente com ele, e relatou isso à professora. Ela pediu para que não criasse receio antes da hora, tentando convencê-lo de que muitos dos alunos também participaram da guerra e também estavam sofrendo pressão dos jornais e revistas. Harry não se convenceu... E mostrou que sua preocupação era real quando a própria diretora o salvara de vários ataques de alunas histéricas e “apaixonadas”. Hermione e Gina quase pegaram uma detenção ao ameaçarem três quintanistas da Grifinória... O rapaz sorrira com a lembrança das garotas bufando de raiva, quase rindo alto ao recordar que a namorada pediu à McGonagall que fizesse um anúncio no Salão Principal para que parassem de incomodar Harry. O pedido foi aceito, e a professora o proferiu em meados de outubro, acrescentando que o “nosso herói” precisava de paz, assim como todos os outros que eram constantemente assediados por terem sobrevivido a uma guerra, incluindo Hermione, Gina, Rony, Draco e Neville. O decreto da diretora foi obedecido aos poucos, até que pararam definitivamente. O moreno ficou deveras aliviado, quase se esquecendo que era famoso até voltarem para Londres. Balançou a cabeça tristemente, saindo dos pensamentos com a voz alta da matriarca da família Weasley.


- Ora, deixem os dois em paz também, pelo amor de Deus! – a Sra. Weasley bradara novamente, assustando vários colunistas do Profeta Diário que ainda os perseguiam – Não têm mais o que fazer?!


Sentiram Molly os puxando firmemente, ameaçando matá-los caso a seguissem. Os dois riram de sua fúria tão familiar e a seguiram para fora da plataforma nove três quartos, onde os outros Weasleys e os pais de Hermione já os esperavam. Luna e Draco apareceram logo depois, e o clima ficou pesado no instante que o loiro chamou Gina para conversarem a sós.


- O que será que ele quer? – Arthur Weasley perguntou para a mulher, desconfiado, sem tirar os olhos de Gina.


- Espero que não esteja pedindo para reatar o namoro – falou irritadiça.


Hermione engasgou-se ao ouvir a conversa dos dois, olhando surpresa para Harry e Rony, que tinham os mesmos semblantes confusos no olhar.


- Re... Reatar?


- É, minha querida! – Molly lhe dirigiu a palavra carinhosamente – Eles estavam namorando no começo do ano, mas terminaram logo depois. Não sabiam?


- Sabíamos, Sra. Weasley! – Harry falou rapidamente, compreendendo tudo rapidamente e calando Hermione – Devem ser as provas. Mione anda com a cabeça na lua ultimamente.


- Eu não ando com a cabeça na lua! – a morena sussurrou raivosa para Harry e Rony que a puxavam para um canto distante dos Weasleys e dos Grangers.


- Você não notou? – Rony a calou – Mamãe e papai não sabem que os dois estão juntos!


- E provavelmente Gina e Draco nem se deram ao trabalho de contar – Harry completou.


- Isso é um absurdo! – a moça indignou-se – Eu contei para meus pais que estávamos juntos no dia que você me pediu em namoro! – apontou acusadoramente para Harry.


- Mas seus pais não são contra nosso namoro, Mione!


- Pois é! – enfatizou o ruivo – Os pais dele também não aprovam o namoro. Acho que se eu fosse eles, com os pais que têm, faria a mesma coisa!


- Você está falando de seus pais!


- Exatamente! Quer uma garantia melhor que a minha de que Gina está certa em esconder o namoro com Draco?!


Hermione bufou, insatisfeita.


- Vamos ficar quietos quanto a isso, tudo bem? – perguntou Harry – É um assunto dos dois, e eles que têm que tomar atitude e contar. Não temos nada com isso.


- Mas...


- Não, Mione! – Rony interrompeu novamente – Harry está certo. Ficaremos quietos. Gina e Draco que têm que contar tudo.


- Mas... – insitiu a moça.


- Não! – decretou Harry de uma vez – Apenas esqueça.


A morena bufou, contrariada, cruzando os braços à sua frente. Harry e Rony riram de sua irritação, levando-a de volta para a família. O Sr. Granger até puxou Harry para um abraço, algo que o fizera corar. Hermione e sua mãe riram de seu rosto constrangido.


 


“Hold on, what's the rush? What's the rush? We're not done, are we? (Espere, pra que essa pressa? Pra que essa pressa? Ainda não acabamos, acabamos?)
Cause I don't need to change this atmosphere we've made if (Porque eu não preciso mudar essa atmosfera que nós criamos)
You can stay one more hour. Can you stay one more hour? (Se você puder ficar mais uma hora, você pode ficar mais uma hora?) (*)


- Prometa que vai escrever!


- Eu prometo.


- Todos os dias? – perguntou ansiosa.


- Todos os dias, não. Umas três vezes por semana é o suficiente.


Gina lhe deu um tapinha no ombro.


- Você é horrível!


Ele sorriu.


- Eu posso te abraçar? – Draco perguntou nervoso, de vez em quando olhando de relance os pais da moça.


- Acho que sim – ela respondeu hesitante. – Apenas não me beije.


O loiro a abraçou, e Gina retribuiu com força.


- Vou sentir sua falta, Chocolate – sussurrou no ouvido da moça. Ele saiu do abraço e avistou seus pais entrando na estação, já lhe lançando olhares furiosos. – Prometa que vai me escrever também!


- Irei! – ela lhe garantiu, um sorriso saudoso no rosto – Dia sim, dia não!


Draco não resistiu à distância, voltando a abraçá-la.


- Nos veremos mais cedo do que pensa – ele a apertou mais carinhosamente. – Não vou passar muitos dias longe de você, ruiva. Fique avisada.


Ela se afastou um pouco, dividida entre a animação e o medo de serem pegos. Respirou fundo antes de dizer:


- Estarei esperando.


O jovem Malfoy arriscou um beijo na bochecha da namorada, afastando-se com um enorme sorriso nos lábios.


 


- E para onde está indo, Harry? – a Sra. Granger perguntou.


- Para o Largo Grimmauld – respondeu prontamente, ajudando Hermione a pôr o malão no porta-malas do carro.


Haviam se despedido dos Weasleys há poucos minutos, e eles insistiram que não era porque as aulas acabaram que ele e Hermione não deveriam mais visitá-los durante o verão. O casal sorriu, agradecido, acenando até todos os ruivos desaparatarem.


- Ora, coloque o seu também! – advertiu o pai de Hermione – Deixaremos você lá.


- Por favor, Sr. Granger, não precisa!


- Eu faço questão.


Harry se rendeu à pressão do futuro sogro, como gostou de imaginar, e colocou seu malão no carro também, sentando ao lado da namorada no banco traseiro. Ela segurou sua mão, animada, começando a contar para os pais tudo o que aprendera na escola. O moreno concordava vez ou outra, estranhando o fato de que eles não lhe faziam perguntas a respeito do namoro, ou como o casal deviam se portar a respeito. Harry comentou isso com Hermione enquanto os Grangers entretinham-se numa conversa animada.


- Eles já sabem tudo sobre você, Harry – falou a morena carinhosamente. – Eu já lhes contei tudo. Eles são gratos a você por ter salvado minha vida durante a guerra.


- Esqueceu de contar que foi você quem me salvou, não é? – Harry perguntou espertamente.


Hermione piscou o olho, confidente, fazendo-o sorrir e unir sua testa à dela.


- Eu amo tanto você!


- E eu cada vez mais...


Harry arriscou um beijo nos lábios da moça, segurando o rosto dela com as mãos e sentindo o coração bater forte ao perceber que ela retribuía na mesma intensidade. O Sr. Granger deu um pigarreio ao volante, e os dois se separaram, envergonhados. Hermione tinha o rosto vermelho ao voltar o rosto para frente e segurar a mão de Harry novamente. Ele sorriu, bobo.


- Janta conosco no sábado? – a jovem perguntou quando pararam em frente aos números onze e treze do largo.


- Ah...


- Por favor! – implorou, olhando para ele com seu melhor olhar pidão – Tenho certeza que mamãe adorará fazer seu melhor assado para o genro!


O moreno ficou ainda mais receoso com a oferta, olhando para a mãe de Hermione e vendo-a concordar com a cabeça, um sorriso enorme nos lábios.


- Por favor, Harry! – a senhora falou – Eu e John fazemos questão!


Já estava pensando que era facilmente influenciável quando olhou de volta para a namorada e a viu quase pulando de ansiedade.


- Por favor...


- Ah... Tudo bem, então. Mas só se não for dar trabalho!


- Trabalho nenhum, Harry! – o pai da moça argumentou – Jane só quer um motivo para fazer aquele assado! Garanto que é maravilhoso.


Ele riu, aceitando o convite e saindo do carro junto de seu malão. Acenou para os três até o carro fazer a curva e sumir de vista.


 


“You know I'm gonna find a way to let you have your way with me (Você sabe que eu vou encontrar um jeito de ter você aqui comigo)
You know I'm gonna find a time to catch your hand and make you stay (Você sabe que eu vou encontrar um tempo para pegar na sua mão e fazer você ficar) (*)


- GINA! GINA, VOCÊ TEM VISITA!


A ruiva acordou assustada com os berros da mãe. Olhou para o relógio no pulso e viu que passavam das quatro da tarde.


- Droga, dormi demais.


Depois de praguejar aos sussurros de ter cochilado após o almoço, arrumou as vestes e desceu até a cozinha.


- Quem, mamãe?


- Na sala – respondeu impaciente, cortando verduras com força.


Gina estranhou, tentando imaginar quem entraria ali com o desagrado da mulher. Deu de ombros e andou calmamente até o outro cômodo, o queixo caindo ao ver Draco Malfoy olhando curiosamente para o relógio da família, que em vez de mostrar as horas, mostrava onde e como estava cada Weasley. O loiro notou sua aproximação, sorrindo abertamente ao vê-la.


- Olá, Ginevra!


A moça fez uma careta ao ser chamada pelo nome, e o rapaz riu.


- Sabe que não gosto que me chamem assim.


- Eu sei – falou contente. – Precisava te ver irritada para animar meu dia!


- Como você é baixo – ironizou.


Draco riu, puxando-a pela mão e abraçando a garota com força.


- Merlin, como eu senti sua falta!


Ela retribuiu o aperto, encantada por estar nos braços dele novamente.


- O que está fazendo aqui, Draco? – questionou preocupada – Deu vontade de morrer, foi?


- Não, Gina. Deu vontade de te ver. É diferente...


- Não é.


- Tem razão – concordou indiferente, fazendo-a sorrir. – Vim te chamar para um passeio. Prometo devolvê-la antes das dez.


- Dez da noite? – perguntou surpresa.


- Também gostaria que fosse da manhã, mas acho que devemos viver mais um pouco.


Gina deu um tapinha em seu ombro, e ele riu.


- Não tem graça, Draco. Sabe que mamãe não vai me deixar sair com você!


- Não sei de nada. Ainda não perguntei.


A ruiva arregalou os olhos, quase amedrontada.


- Você não ousaria...


Ele lançou um sorriso vitorioso em sua direção, afastando-se dela e partindo para a cozinha.


- Draco! – tentou impedi-lo, mas ele foi mais rápido.


- Sra. Weasley – chamou educadamente. – Posso falar com a senhora um instante?


A mulher estreitou os olhos, desconfiada. Draco tinha uma aparência refinada à sua frente, enquanto Gina estava ofegante ao lado do rapaz.


- Diga.


- Gostaria de pedir sua permissão para levar Ginevra para um passeio pelo Jardim Botânico de Birmingham – falou pomposo, sem um pingo de nervosismo na voz. – Ela me contou que sempre teve vontade de conhecê-lo.


- E onde fica isso?


- Em Birmingham, Sra. Weasley. Na região centro-oeste da Inglaterra. Por lá florescem as mais belas flores, segundo ouvir dizer.


Molly Weasley estava estranhamente vermelha, como se controlasse sua raiva. Draco não se intimidou.


- Que horas pretende trazê-la?


Gina arregalou os olhos, surpresa. “Ela está deixando?”, Draco também pensou por um instante, lutando para não deixar transparecer o contentamento.


- Na verdade, Sra. Weasley, pretendo também levá-la para jantar num ótimo restaurante de Londres. E se minhas contas não estiverem enganadas, devemos chegar aqui até dez horas.


Os dois ficaram no mesmo lugar, ansiosos, temendo ouvir gritos de protestos. Protestos que nunca chegaram.


- Agora me escute você, Sr. Malfoy – a mulher apontou a faca em sua direção, a voz irritada. – Eu permitirei, sim. Mas não pense que com isso ganhará minha permissão quanto a um namoro entre vocês, me entendeu bem?


- Perfeitamente.


- E estou deixando porque Gina me contou que, mesmo depois de terminarem aquele caso sem sentido, continuaram amigos. Estarei confiando em vocês!


- Sim, senhora.


- E quero Ginevra em casa às dez em ponto! Um segundo a mais e nunca mais verá essas cabeleiras ruivas novamente! Fui bem clara?


- Com certeza.


- Gina! – apontou a faca para a garota – Suba para se arrumar. E fique bem avisada também: não quero saber de gracinhas. Se eu souber que alguma coisa aconteceu além do passeio e do jantar, ficará de castigo até casar!


- Eu já sou maior de idade! – protestou Gina.


- Pretende começar o castigo agora?


Gina negou rapidamente com a cabeça, saindo depressa dali e subindo as escadas. Draco sorriu nervosamente.


- Você pode esperar na sala, Sr. Malfoy.


O rapaz concordou rapidamente, saindo da cozinha antes que aquela faca pontiaguda voasse em sua direção.


 


A campainha tocou no andar de baixo, e Hermione ficou nervosa. Estava na frente do espelho há alguns minutos, num mantra silencioso para que a noite desse certo... Torcia para seus pais aprovarem formalmente seu namoro com Harry num disfarçado jantar. Respirou fundo várias vezes antes de sua mãe gritar:


- Hermione! Harry já chegou!


- Estou indo – gritou de volta.


Olhou para o espelho mais uma vez, conferindo se não havia nada errado. Um vestido branco, tomara-que-caia, com um laço preto ao redor da cintura... Simples e bonito. O cabelo preso num coque delicado, ressaltando sua franja contornando um lado do rosto... Elegante. Brincos, pulseiras e sapatos pretos... Tudo combinando. Depois de tanto conferir o visual, respirou fundo e abriu a porta do quarto, descendo as escadas devagar. Ouviu as risadas do pai e de Harry vindas da cozinha, dirigindo-se até lá com um sorriso nervoso no rosto.


- Veja quem finalmente resolveu descer! – falou o Sr. Granger animado – Achamos que não ia descer mais hoje!


A mãe de Hermione riu, e a moça olhou para Harry. Os olhos verdes brilharam quando a viram, um sorriso logo tomando conta dos lábios do rapaz.


- Está linda, Mione!


Ela sorriu timidamente, encabulada.


- Obrigada...


Harry virou-se por um instante, pegando uma flor e entregando-a para Hermione. Ela sorriu de novo, encantada com a rosa branca e inalando seu perfume.


- O jantar já está pronto, mamãe?


- Quase. – ela piscou um olho para a filha – Podem dar uma volta pelo jardim. Eu os chamo quando estiver tudo pronto aqui.


Os dois sorriram cúmplices, e Hermione pegou a mão do rapaz e saiu com ele pela porta dos fundos. Harry passou um braço pelos ombros da moça e andou com ela pelo vasto gramado, num silêncio confortador e relaxante. Ela parou ao chegarem no final do terreno, ficando de frente para o rapaz e o olhando amorosamente.


- E então? Como foi a arrumação da nova casa?


Harry riu.


- Monstro fez a maior parte do trabalho. Acho que até a semana que vem a casa pode se tornar habitável de novo.


- Então poderei visitá-lo a partir da próxima semana? – disse com um sorriso sugestivo. Harry devolveu-lhe um olhar no mesmo estilo, enlaçando-a pela cintura.


- Se for o que estou pensando, acho que poderá me visitar amanhã mesmo...


Hermione riu também, passando os braços pelo pescoço do moreno e o beijando apaixonadamente. Ele retribuiu com gosto, apertando-a mais contra si, um sorriso aflorando nos lábios ao recordar do primeiro beijo entre os dois, há quase um ano...


- No que está pensando? – ela perguntou docemente.


- Na primeira vez que te beijei... – murmurou bem próximo à boca dela, os olhos fechados – E em quando eu a beijei em Hogsmeade... Eu tinha prometido para mim mesmo que te conquistaria um dia. E que a teria só para mim...


Hermione sorriu, beijando-o novamente.


- Você cumpriu sua promessa – ela falou com a voz carregada de orgulho e emoção. – Sou sua. Para sempre...


 


“Hold on, I'll be here when it's all done, you know? (Espere, eu vou estar aqui quando tudo acabar, voce sabe?)
Cause what's the point in chasing if I can't enjoy your face and (Porque qual é o ponto de perseguir, se eu não consigo apreciar seu rosto e)
We can't be wrong tonight. Can we be wrong tonight? (Nós não podemos estar errados, esta noite. Podemos estar errados essa noite?) (*)


Draco e Gina tiveram uma surpresa ao ver que a Sra. Weasley não concordara completamente com a ideia dos dois saírem juntos. O casal encontrou Rony esperando-os na porta, e disse que iria acompanhá-los pela ordem da mãe. Os dois bufaram, saindo dos terrenos d’A Toca e aparatando nos jardins que Draco prometera. O ruivo soltou um bocejo e acenou um adeus para os outros dois.


- Onde está indo? – perguntou Gina confusa – O caminho é para lá – apontou para a direção oposta que o ruivo tomava.


- É ruim que eu vou ficar de vela para vocês! – falou como se fosse óbvio – Eu os acompanhei até aqui porque mamãe obrigou. Ela não precisa saber que não estou com vocês, certo?


Gina sorriu para o irmão, agradecida.


- E onde está indo? – perguntou Draco.


- Ver Luna – ele se afastou e, de costas, acenou para os outros dois. – Encontro vocês às nove e cinquenta no pomar atrás d’A Toca. Não se atrasem!


E desaparatou. O lugar estava quase vazio, e nenhum trouxa notou que o ruivo desaparecera em pleno ar. Draco sorriu e pegou a mão de Gina, puxando-a para conhecer o enorme parque construído em meados de 1820. A moça sorria encantada para as mais belas paisagens, e o loiro ficou pesaroso de acabar com a alegria da namorada quando anoiteceu. Levou-a para ver o pôr do sol antes de levá-la para jantar. Gina adorou comer pizza!


- Quando poderemos sair de novo? – ela perguntou ansiosa, já a caminho d’A Toca.


- Não sei. Ainda estou pensando na desculpa que vou dar para meus pais por chegar tarde.


Pararam de andar no pomar atrás da casa dos Weasley, Gina olhando o relógio a cada minuto.


- Faltam dez minutos para as dez – ela observou. – Tomara que Rony não se atrase.


- Relaxe, ruiva. As luzes da casa nem estão acesas.


- Você realmente não conhece minha mãe...


Ele riu, abraçando a jovem e dando-lhe um beijo apaixonado.


- Eu amo você – Draco olhou profundamente nos olhos cor-de-chocolate.


- Eu também amo você – os acinzentados dele também chamando a atenção. Gina achou que brilhavam quase tanto quanto a lua...


Seus lábios estavam bem próximos de novo, mas foram interrompidos por Rony, que aparatara a quase meio metro deles.


- Ei! Na minha frente não!


Riram com o tom divertido do rapaz, e Gina deu um último selinho em Draco antes de acompanhar Rony de volta à Toca. Entraram na casa em silêncio, esbarrando em poucos móveis até chegarem à escada.


- Ronald Weasley! – a luz da sala de estar acendeu-se magicamente, e a voz da Sra. Weasley ecoou pelo aposento – Ginevra Weasley! Isso são horas?!


- Avisamos que chegaríamos tarde – argumentou a garota.


- Achei que teriam a decência de chegar cedo!


- Nós somos maiores de idade! – falou Rony, indignado.


- Mas continuam sob meu teto!


Rony e Gina bufaram, irritados. Não adiantava tentar convencer a mãe. Repararam que o pai estava sentado em sua poltrona favorita a alguns metros atrás de Molly, o rosto parcialmente escondido pelas mãos cruzadas a sua frente, os cotovelos apoiados nos braços do móvel. Os irmãos ficaram intimidados... Era raro Arthur Weasley ficar irritado, mas quando ficava... Não era nada bom.


- Onde estava, Gina? – o homem perguntou, sem rodeios.


- Com... Com Rony – falou hesitante – E Draco... Fomos ao parque, depois jantamos.


O Sr. Weasley a olhou seriamente antes de continuar.


- Quem acha que está enganando?


Ela engoliu em seco.


- Não... Não estou mentindo.


- Mas também não está dizendo toda a verdade, não é? – Gina arregalou os olhos, e o senhor voltou-se para Rony – Onde você estava?


- Com Gina e Draco, oras – respondeu nervoso, as orelhas ficando vermelhas.


- E por que chegou quase cinco minutos depois deles no pomar?


Rony deixou o queixo cair, surpreso. As orelhas ficaram vermelhas e ele começou a gaguejar:


- Não... Não che... Não cheguei depois! Eu... Eu só... Eu só me... Eu só me atrasei.


Gina deixou a cabeça pender para o lado. O jogo estava perdido.


- Eu o vi com os Lovegood no final da tarde, Ronald! – a Sra. Weasley voltara a berrar – Vocês dois não têm vergonha de mentir?


- Mas mãe... – Rony tentou falar, mas o pai o interrompera.


- Suba, Ronald – falou seriamente, apontando a escada com a cabeça. – Depois falamos com você.


O rapaz engoliu em seco, acenando com a cabeça e olhando para a irmã com um olhar do tipo “Eu sinto muito!”, e subiu. Gina respirou fundo antes de encarar os pais novamente.


- Eu já disse uma vez – o homem começou, a fúria bem clara em seus olhos – e vou dizer uma última: eu não quero você com Draco Malfoy!


A moça sentiu um arrepio passar pela espinha com as palavras duras do pai. Os lábios tremeram com a raiva repentina.


- Eu gosto dele!


- Não estou preocupado com isso – disse friamente. – Haverão outros rapazes decentes na sua vida, Gina. Você poderá se interessar por eles.


- Não quero saber de outros! – quase gritou, exasperada – Estou apaixonada por Draco!


- Assim como você era por Harry! – a mãe falara irritada – Ou por Dino! Ou por Córmaco!


- É diferente! Eu realmente gosto de Draco!


- Bobagem, Gina! Aquele moleque nunca iria gostar de pessoas como nós!


- Não é verdade! – magoara-se – Ele realmente gosta de mim, sei disso... Draco provou para a escola inteira que mudou.


- E quem garante que ele apenas não se aproveitou de você?!


- EU garanto! Eu vi as cartas que ele recebeu dos pais. Elas eram tão frias quanto as de vocês.


Um silêncio desconfortável pairou ali, e os olhos de Gina marejaram com a raiva nítida dos pais.


- Por favor... – ela implorou – Eu o amo...


Pronto. Fora o estopim.


- Chega – o Sr. Weasley voltara para a conversa, levantando-se da cadeira e olhando fixamente para Gina. – Eu não quero mais saber. Afaste-se de Malfoy, de uma vez por todas!


- Não! – uma lágrima teimosa caiu em seu rosto, mas ela encarou firmemente o pai – Não vou me afastar dele. Não de novo!


- Não ouse me desafiar, garota! – o homem quase gritara, e ela deu um passo para trás, nervosa – Ou...


- Ou o quê?


Arthur Weasley estreitou os olhos antes de pronunciar com a voz sem emoção:


- Ou pode se considerar expulsa de casa.


Os olhos de Gina arregalaram-se. Sentiu a boca secar e mais lágrimas caírem no rosto.


- O que... O que disse?


- Eu disse – falou firmemente – para se afastar definitivamente de Draco Malfoy. Ou pode subir e arrumar suas coisas agora mesmo.


Ainda incapaz de acreditar no que ouvia, virou-se para a mãe, que tinha o mesmo rosto chocado que o seu.


- Arthur...


- Não, Molly – o homem interrompeu bruscamente. – Isso tem que acabar!


Gina enxugou os olhos rapidamente, respirando fundo antes de tomar uma decisão e olhar seriamente para o pai.


- É sua palavra final?


- É sim.


Ela confirmou com a cabeça, fungando uma última vez antes de dar as costas para os pais e subir as escadas.


 


- Posso vir aqui amanhã? – ele perguntou ansioso.


- Claro que sim!


Harry sorriu, contente em ter que se livrar da faxina em pleno domingo. Beijou seus lábios uma última vez antes de voltar-se para os pais da moça.


- Obrigado, Senhor e Sra. Granger. O jantar estava ótimo!


- De nada, Harry. – falou a mãe de Hermione docemente – Guardarei um pouco do assado para você comer amanhã.


- Obrigado – ele falou maravilhado. Jane Granger tinha mãos de fada para a cozinha, tão boas quanto as das Sra. Weasley. Harry ficou com água na boca só de imaginar...


- Ei, acorde! – Hermione brincara.


Ele sorriu quando ela o beijou, acenando um adeus para os três antes de desaparatar ao final da rua.


- E então? – a moça não dera tempo para os pais, que sorriram com sua pergunta. Eles entraram com Hermione perguntando nervosamente.


- Então o quê? – o pai fingira inocência.


Hermione dera um muxoxo de indignação.


- Ora o quê! Estou falando de Harry!


- O que tem o Harry?


- Pare de tentar me enganar! – falou ansiosa – Diga-me de uma vez o que achou de Harry.


John rira, satisfeito com o truque que usava em Hermione desde que a mesma era uma criança. Olhou orgulhoso para a filha, abrindo os braços e a convidando para um abraço. Ela aceitou, relutante e nervosa.


- Diga de uma vez.


- Ele é um bom rapaz, minha menina... – ele falou carinhosamente, e os olhos dela marejaram – Harry gosta muito de você. Até eu notei isso!


- Eu concordo! – falou Jane juntando-se ao abraço – Harry Potter a fará muito feliz, temos certeza!


Hermione deu pulinhos de alegria, emocionada. Abraçou a mãe apenas por alguns instantes, ouvindo a campainha tocar com insistência.


- Estou indo! – gritou em resposta.


Correu até a porta, imaginando se seria Harry perguntando de algo que esquecera. Sorriu antes de abrir, a alegria sumindo ao deparar-se com os olhos vermelhos de sua melhor amiga.


- Gina! – abraçou-a rapidamente, e a ruiva chorou ainda mais em seu ombro – Merlin! O que aconteceu?


- Por favor... – Gina falou baixo entre os soluços – Eu posso passar a noite aqui?


- Claro! – Hermione puxou a garota para dentro, preocupada. Ajudou a outra moça a se sentar e ficou ao lado dela no sofá da sala – Gina... – falou docemente, enxugando as lágrimas do rosto pálido – O que aconteceu?


Os pais de Hermione apareceram na sala, olhando preocupados para a ruiva em prantos.


- O que houve, querida?


- Eu... – falou chorosa – Eu posso passar a noite aqui? Eu... – engoliu em seco, hesitante – Eu briguei com meus pais...


Jane a olhou consoladora, sentando do outro lado da ruiva e dando um beijo carinhoso na bochecha dela.


- Claro que pode, meu bem. Vou fazer um chá para você e preparar uma cama no quarto de Hermione, sim?


Gina confirmou com a cabeça, ainda tristonha.


- Obrigada... – foi só o que conseguiu dizer.


 


“You know I'm gonna find a way to let you have your way with me (Você sabe que eu vou encontrar um jeito de ter você aqui comigo)
You know I'm gonna find a time to catch your hand and make you stay (Você sabe que eu vou encontrar um tempo para pegar na sua mão e fazer você ficar)
I don't care what clothes you wear, it's time to love and I don't care (Eu não me importo que roupa você veste, é tempo de amar e eu não me importo)
You know I'm gonna find a way to let you have your way with me (Você sabe que eu vou encontrar um jeito de ter você aqui comigo) (*)


- Boa tarde, Harry! – falou a mãe de Hermione assim que ela abrira a porta da casa. A senhora parecia abatida, mas ele teve o bom-senso de não comentar nada.


- Boa tarde, Sra. Granger. Hermione está?


- Ah, está sim. – ela abriu caminho para o rapaz, apontando para as escadas – Ela está no quarto. Segunda porta à esquerda.


Harry estranhou tal comportamento, olhando intrigado para a mulher.


- Você vai entender quando chegar lá.


Ele confirmou com a cabeça, ainda confuso. Subiu as escadas e bateu na porta indicada. Hermione não demorou a abrir, demonstrando surpresa ao vê-lo.


- Esqueceu que eu vinha? – brincou.


- Sim, me desculpe – falou envergonhada, abraçando forte o rapaz e dando um rápido beijo nele. – Entre.


Harry ficou surpreso ao ver Gina ali, distraída com um livro da morena.


- Hei! – chamou a atenção da garota, que sorriu ao vê-lo – Não vai me dar um abraço?


A ruiva deu um sorriso triste, indo até ele e o abraçando forte. Harry não a soltou.


- O que aconteceu? – murmurou no ouvido da amiga.


- Nada...


- Você não me engana, Weasley! – ele se afastou um pouco, o semblante preocupado – Está pálida, Gina. O que houve?


Hermione os puxou até sua cama antes que a outra pudesse responder. Gina apoiou a cabeça no ombro da morena, os olhos já marejados. Harry sentou do outro lado.


- Vamos, conte o que aconteceu.


Gina respirou fundo, uma lágrima caindo em seu rosto, e contou tudo para Harry. Falou do passeio com Draco, na ajuda de Rony... Contou que os pais descobriram o “plano”, brigando com eles. Terminou por dizer todas as palavras duras que o pai lhe proferira, o rosto já banhado de lágrimas. Hermione as enxugou carinhosamente, e Harry notou seus olhos marejados. Ele mesmo estava mexido com aquela história... Aquele simplesmente não parecia com o Sr. Weasley, calmo e paciente, que conhecera. Ele estaria com tanta raiva assim do namoro de Gina? Resolveu não pensar nisso por enquanto, abraçando a ruiva também.


- Queria poder te dizer que vai ficar tudo bem... – falou sincero, olhando no fundo dos olhos castanhos – Mas não sei se vai... Eu só quero que saiba que pode contar comigo, ok? Se enjoar da cara da Mione, pode ir lá para casa. Receberei você com muitos chocolates!


Gina riu junto com Harry da cara indignada de Hermione.


- Pretende tirar Gina da minha casa oferecendo doces?


- Quase funcionou, não foi? – ele brincou para a ruiva, piscando-lhe um olho. Hermione quase se jogou em cima dele para dar seus tapas, arrancando gostosas gargalhadas da Weasley.


Os três passaram a tarde conversando, o casal satisfeito por trazer Gina Weasley de volta ao normal aos poucos. Falaram sobre banalidades até Hermione dar uma escapulida para conversar alguma coisa com os pais. Ela voltou somente quando Harry e Gina terminavam uma partida de xadrez de bruxo.


- De onde isso surgiu?


- Eu trouxe na mochila – a ruiva respondeu indiferente. – Quase todas as coisas do meu quarto estão na bolsa, Mione. Só deixei lá o que não me fará falta.


- Como o quê?


- Livros de aula.


Os olhos da morena arregalaram-se com a resposta, e Harry sorriu bobamente com sua namorada sabe-tudo.


- Está babando em cima do rei, Harry – ironizou a ruiva. Ele mostrou-lhe a língua.


O rapaz fez um último movimento com seu bispo, e Gina lhe venceu numa batalha digna de um filme com sua rainha. Ela sorriu orgulhosa, gabando-se que Rony lhe ensinara bem. Os outros riram, e a moça resolvera tomar um banho. Hermione se juntou a Harry na cama, sentando no colo do rapaz.


- Onde estava? – ele perguntou enquanto beijava o pescoço da morena – Você demorou.


- Não consigo te enganar por muito tempo, não é? – ela falou hesitante, e Harry a olhou.


- O que foi, Mione?


Ela hesitou mais uma vez.


- Não sei se fiz o certo, mas... – respirou fundo antes de continuar – Mandei uma carta para os pais de Gina, avisando que ela estará aqui até as coisas esfriarem.


- E qual é o problema disso?


- O problema chega agora: eu mandei uma carta para Draco também.


Harry arregalou os olhos.


- O que você escreveu?


Hermione enrolou um pouco antes de continuar, quase deixando o namorado aflito com tanto suspense.


- Diga, Hermione!


- Ah, tudo bem! – rendeu-se – Eu falei para Draco que Gina brigou com os pais por causa dele, e que ela foi expulsa de casa. Contei que ela está aqui, e que ele pode visitá-la. Dei o endereço daqui direitinho. Mas... – hesitou – Mas pedi que conversasse com o Sr. Weasley antes de vir aqui.


O moreno deixou o queixo cair.


- Por que fez isso?


- Porque é o certo, Harry! – falou quase desesperada, saindo do colo dele e andando de um lado para outro no quarto – Do que adianta ele poder visitá-la se não tentar conversar com os pais dela primeiro? O que resolverá eles continuarem se encontrando escondidos, sem fazer as pazes com os pais?


O moreno sabia que ela tinha razão... Hermione sempre pensava muito bem antes de agir. O difícil seria convencer Gina que sua atitude fora para o próprio bem dela...


- Ela vai ficar uma fera, não vai? – sua Mione lhe perguntou aflita.


- Vai.


- O que eu faço?


Harry não pôde responder, pois logo ouviram o pai de Hermione chamando por ela e por Harry. Os dois desceram, estranhando o que o homem poderia querer com os dois. O Sr. Granger apenas apontou para a sala de estar.


- Draco? – os dois falaram ao mesmo tempo.


O loiro se virou rapidamente, andando até eles e fazendo uma simples pergunta:


- Onde ela está?


Hermione virou-se para o pai um instante, tranquilizando-o que o rapaz loiro era namorado de Gina. O homem deu de ombros, apertando a mão do jovem Malfoy e indo até a cozinha.


- Vamos lá para cima – a morena falou. – Gina deve estar terminando o banho...


Draco subiu na frente, apressado. Harry puxou a namorada para um canto sem que Malfoy percebesse.


- Afinal, quando mandou essas cartas?


- Mandei a carta para Draco de manhã... E a dos pais dela essa tarde.


Harry compreendeu melhor... Talvez Draco já tivesse falado com os pais de Gina a essa altura...


- Draco? – ouviram a voz surpresa da ruiva, que correu para abraçá-lo assim que se recuperara do susto – Merlin! Como soube que eu estava aqui?


Ele negou com a cabeça e não respondeu, apertando-a mais.


- Teimosa, teimosa! – ele sussurrou no ouvido da moça, parecendo indignado – Mil vezes teimosa!


Gina se afastou um pouco dele, confusa.


- O que eu fiz?


- Agiu como uma tola! – falou desesperado – Precisava fazer uma besteira dessas?!


A moça ficou repentinamente séria, saindo do abraço e olhando de Draco para Hermione, entendendo tudo em segundos.


- O que você contou?


Hermione ficara envergonhada, apertando a mão de Harry com força.


- A verdade, Gina – falou baixo. – Ele precisava saber.


A ruiva já ia protestar, mas Draco a calou.


- Ela está certa, Gina! Realmente pretendia esconder isso de mim?


- Draco...


- Não, ruiva! Não faz sentido algum... – ele voltou a abraçá-la, o pânico cada vez mais nítido – Não devia ter saído de casa, Gina. Não por minha causa...


Ela se afastou de novo, chateada com as palavras do rapaz.


- E o que queria que eu fizesse? Que aceitasse a proposta absurda de meu pai?!


- É claro! Será possível que você não vê? Sua atitude só piorou as coisas...


Gina estreitou os olhos, como se desafiasse o loiro a dizer mais alguma coisa.


- Está arrependido por eu ter escolhido você, Malfoy? – ela sibilou furiosa, e Draco surpreendeu-se – Eu estou começando a ficar...


O rapaz abaixou a cabeça, negando veementemente seus pensamentos. Os olhos arderam, furiosos.


- E o que pretende fazer de agora em diante? – ele devolveu no mesmo tom que a namorada – Morar com Hermione para sempre? Ficar com raiva de seus pais por mais tempo ainda, e por minha causa?


- Eu mandei uma carta para o Harpias de Holyhead semana passada – disse com firmeza. Harry e Hermione ficaram tão surpresos com a notícia quanto Draco. – Eles me responderam ontem, pedindo que eu me apresentasse no treino da próxima sexta-feira.


- E você vai? – Harry perguntou surpreso.


- Obviamente. – ela voltou-se para Draco – Não sou uma inútil, sabe? Eu posso e quero trabalhar. Não pretendo depender de ninguém para seguir com a minha vida.


- Gina... – o loiro gaguejou, ainda atônito com a revelação.


- Eu não nasci em berço de ouro, Malfoy – ela enfatizou seu sobrenome, magoada, e Draco sentiu um arrepio. – Não sou mimada, e não tenho a intenção de me tornar uma. Irei trabalhar e ajudar Hermione com as despesas daqui até achar um lugar para mim. Isso já estava decidido no instante que botei os pés aqui.


Draco a silenciou com outro abraço, mergulhando a cabeça no pescoço da ruiva e segurando apertado. Ficou ali até Gina render-se e abraçá-lo também. Ele afastou-se um pouco, apenas para olhar em seus olhos, e viu a surpresa dela ao ver que ele chorava.


- Eu tenho orgulho de você... – falou para que somente ela escutasse, juntando sua testa com a dela – Admiro sua força, ruiva. Não sei se teria coragem para tanto...


- Não é uma questão de coragem – ela disse balançada. – É bom-senso... Talvez assim eles percebam que eu gosto de você de verdade.


Ele beijou a ponta do nariz da moça, fazendo-a sorrir pequeno.


- É teimosia, ruiva. Não confunda as coisas.


Draco abraçou-a de novo, sussurrando em seu ouvido:


- Pode contar comigo, tá bom? Pra qualquer coisa.


- Obrigada...


 


“And if I was running, you'd be the one who I would be running to (E se eu corria, você seria a única pessoa com quem eu estaria correndo)
And if I was crying, you would be lining the cloud that would pull me through (E se eu chorava, você seria a linha da nuvem que me puxava)
And if I was scared, then I would be glad to tell you and walk away (E se eu estava com medo, então eu ficaria contente em te dizer e ele iria embora)
But I am not lying, I am just trying to find my way in to you (Mas não estou mentindo, estou apenas tentando encontrar meu caminho até você) (*)


Hermione acordou com a campainha tocando insistentemente. Já ia gritar para os pais abrirem a porta de uma vez quando se lembrou de que os dois saíram cedo para o consultório.


- Merlin, quem será a essa hora?! – ouviu a ruiva reclamar na cama ao lado.


As duas se levantaram, zonzas, e Gina a acompanhou até o andar de baixo. A morena abriu a porta e se deparou com Harry e Draco olhando-as com sorrisos enormes no rosto.


- Sabem que horas são? – a ruiva perguntou mal-humorada.


Draco fingiu pensar, olhando para o relógio e conferindo as horas.


- Agora sim – falou ironicamente. – São oito horas.


- Não vão nos convidar para entrar? – Harry falou animado.


Hermione abriu passagem, acompanhando-os até a sala.


- Agora digam o motivo para madrugarem aqui.


Os dois rapazes trocaram olhares cúmplices.


- Conto eu ou conta você? – o moreno perguntou ansioso.


- Conta você o começo. Eu termino.


Harry concordou, levantando-se do sofá, empolgado.


- Fomos selecionados para fazer o treinamento de aurores!


Hermione e Gina deram gritinhos histéricos, animadas. Abraçaram os dois antes de Gina indagar:


- Mas não é qualquer um que faz o treinamento? A dificuldade não é em passar?


- Não exatamente – Draco esclareceu. – É preciso fazer uma prova de coragem e astúcia para fazer o treinamento. Se não passar nela, não há treinamento.


- E quanto tempo dura esse treino?


- Um ano – os dois falaram empolgados. Hermione e Gina, no entanto, fizeram caretas.


- O que foi?


- Hã... – a morena hesitou – Isso significa que ficarão super-ocupados por um ano inteiro, não é?


- Sim – continuou Draco. – Mas só começamos em setembro. A academia vai nos sugar até ficarmos loucos, mas vai valer a pena.


Hermione ainda parecia insatisfeita com o comentário quando Gina voltou a perguntar:


- E qual era a segunda notícia?


- Ah é! – Draco levantou também, quase tão empolgado quanto Harry – Estávamos de passagem pelo Departamento de Esportes e... – ele se calou por um instante, fazendo suspense.


- Diga de uma vez! – Hermione falou ansiosa.


- Não tem o teste que Gina fez para o Harpias de Holyhead há quase um mês? – as duas concordaram com a cabeça, desanimadas. Segundo a própria ruiva, o capitão do time a criticara por cada movimento impulsivo que ela tomou. Aconselhou-a até a pensar em outra profissão... Gina voltara para a casa de Hermione abatida.


- Sim, Draco. O que tem o meu teste?


- Ouvimos Ludo Bagman dizer que você foi selecionada!


- O quê? – Gina ficara atônita – Mas... Mas como? O capitão odiou praticamente tudo o que eu fiz!


- É verdade – ele continuava animado. – Mas o que ninguém esperava é que ele a colocasse em outra posição!


- O quê?! – perguntara novamente.


- Você passou no teste, ruiva! – Harry gritara empolgado – Passou no teste para batedora!


- Potter! – Draco protestou – Eu que ia dizer, está lembrado?!


- Desculpe – falou o moreno inocentemente. – Eu me empolguei.


Os dois olharam para Gina, que ainda os encarava com os olhos arregalados.


- A vaga... – falou baixo, como se estivesse temerosa pelo que fosse dizer – A vaga pra batedor... É minha?


- Não. – falou o loiro docemente – Harry disse que você passou no teste, ruiva. A carta de convocação para o último teste deve chegar ainda essa semana.


Gina deu um grito, emocionada, pulando no colo de Draco e comemorando junto com ele. Hermione ao vê-los tão animados sentiu-se mesquinha... Aproximou-se de Harry timidamente e segurou sua mão. Ele a olhou sorridente.


- Parabéns, Harry – falou sincera, olhando profundamente nos olhos verdes do amado. – Parabéns...


Harry a puxou para um abraço também, girando-a em pleno ar.


- Sei que vai ficar ocupado a partir de setembro, mas... – ela continuou, murmurando em seu ouvido – Mas quero que saiba que tens todo meu apoio, está bem? Estarei torcendo por você, aguardando com ansiedade a sua formatura e o momento que se tornará um auror de verdade. Um dos melhores, tenho certeza...


O moreno sorriu, agradecido, beijando-a de uma vez e acabando com a saudade que sentia de sua Mione. Teve vontade de levá-la para cima e amá-la novamente, mas Draco e Gina provavelmente não sairiam dali tão cedo. Parou o beijo, sorrindo bobamente para a namorada.


- Sei que está com medo – ele comentou ao unir suas testas. – Mas farei o possível para te ver com frequência, tá bom? Nem que seja duas ou três vezes por semana.


- Oh, Harry! – ela o abraçou forte. – Eu já estou sentindo saudade!


Ele a apertou mais contra si, inebriado pelo perfume de Hermione.


- Vai dar tudo certo, Mione – disse carinhosamente no ouvido da moça. – Você vai ver...


Hermione olhou na mesma direção que o moreno, e sorriu ao ver Draco e Gina ainda comemorando, entendendo perfeitamente o que ele quis dizer... Enfrentariam dificuldade, é verdade, mas se continuassem juntos, apoiando uns aos outros, tudo ficaria bem no final. Tinha certeza disso, assim como Harry...


~x~x~x~x~x~
N.A.: (*) - Trechos da música "Find A Way", do Safetysuit.
Caramba, que capítulo longo... Quase que eu não termino! rsrs.. Pessoas de meu coração, perdoem-me mais uma vez pela demora. A ideia original era fazer o capítulo me baseando na música, mas percebi que ficaria longo demais, cansativo demais, então encurtei um pouco as coisas. Talvez eu tenha deixado passar um detalhe ou outro, e espero que me desculpem por isso também... Fiquei com um pouco de pressa para entregar esse capítulo, pois o último está dando trabalho...=/
Agora sim eu posso dizer: estamos na reta final da fic, e eu só tenho a agradecer cada um dos leitores que chegaram até aqui... Foi muito importante para mim, de verdade. Prometo me esforçar para a segunda parte não demorar a chegar! ^^" 
Vamos às respostas dos comentários... =)

EnigmaticPerfection - Seu comentário chegou na velocidade da luz aqui, até me assustei!! xD Enfim... Fico feliz (feliz, felicíssima!!) que tenha gostado do último capítulo. Eu fiquei meio desapontada com ele, mas já que você diz que ele ficou bom, então eu acredito. ^^ Eu fiquei com vontade de mostrar o novo vestido da Hermione aqui, mas não achei mais o link. Mas acho que dá pra imaginar um pouco... Por fim, obrigada pelo comentário e pela paciência. Espero que tenha gostado desse capítulo. =)
Laauras - Fico feliz que tenha gostado do capítulo. xD Confesso que fiquei preocupada quando vc me contou sua idade... Tem certeza que a fic não está um pouco pesada para você? Não tô te expulsando não, tá bom? É só precaução... Enfim... Ri demais com sua descrição do Harry "querendo fazer menino"!! Foi hilário!! =D Obrigada pela sugestão de música. Eu a ouvi e achei muito fofa, apesar de não gostar do clipe do Crepúsculo. (=P) A letra é muito bonita... ^^" Obrigada mais uma vez! Espero que aprecie o novo capítulo. xD
Melissa Hashimoto - Nossa, fiquei sem palavras com o que você escreveu... Obrigada pelo apoio, viu? Foi demais! Eu achei que a noite ficou muito grande, com pouca emoção... Mas pela quantidade de gente que discordou disso, acho que eu estava errada. Fico muito (!) feliz que o capítulo tenha agradado, de verdade... xD E não, não foi o Harry (ou eu) quem escreveu aquela música, rsrs. Eu a encontrei já tem alguns anos, quando ainda não se sabia com quem Harry iria terminar. Ela é de um clip H/Hr que encontrei num site, e então eu salvei o clip para mim e me esforcei no inglês por anos para traduzi-la e concordar que ela parece ser feita para os dois... Aliás, você ouviu? Eu super-recomendo. Ela é linda! ^^" E obrigada pelo apoio, tá bom? Foi muito importante! Me incentivou a continuar... ^^ Obrigada pelos comentários, eu adorei! Espero que goste desse capítulo também. =) (Ah é! O vocalista do The Calling é o Alex Band. Eu o adoro!! *---*)
livi rodrigues - Ah, que bom que você gostou... *-* Me deixa super-contente! xD O Harry é um fofo mesmo, não é? Às vezes fico pensando que outra pessoa toma conta do meu corpo e escreve sobre ele, porque não é possível!! Ele é um perfeito cavalheiro... ^^" Obrigada pelo comentário! Espero que goste desse capítulo. xD
Josy - Fico super-feliz que tenha gostado da festa! Fiz o que pude...^^" Que bom que gostou do capítulo! xD Obrigada pelo apoio! E obrigada pelo comentário também. Espero que esse capítulo também tenha agradado. =)
Tito Shacklebolt Finnigan - Tenta imaginar até onde meu queixo caiu quando entrei no meu menu e vi os "milhares" de comentários na minha fic!! *----* Muito, muito, muito obrigada!! Fiquei com os olhinhos brilhando de tanta felicidade! ^^" Eu os li bem devagarinho, e na ordem que você postou, como se você estivesse comentando assim que eu posto o capítulo... Foi maravilhoso!! Também fiquei sem palavras (decentes) pra explicar a minha gratidão! *-* Ah, e vou falar pra você o mesmo que falei para todos/as os/as leitores/as: fique à vontade, tá? Dê sua opinião, faça críticas e tudo o mais... Juro que atento para todo e qualquer comentário, sugestão ou dúvida. ^^" A fic já está na reta final, mas ainda aceito as sugestões, ok? Espero que tudo esteja agradando... Obrigada mais um vez, viu? xD (Continua suas fics!!! Elas estão maravilhosas!! *---------*)

Bom, é isso... Espero que gostem desse capítulo enoooormee. ^^" E mais uma vez desculpem pela demora. Foi preciso...
O próximo capítulo, o último antes do epílogo, não deve demorar a chegar. Dependendo do "andar da carruagem" do epílogo, acho que posso postar o capítulo 25 já na quarta-feira. Mas não prometo fazer milagre quanto ao epílgo, tá bom? Eu estou com milhões de ideias, e ainda não me decidi por uma só... ^^"
Por último, muito obrigada pelos comentários!! Foram demais!! xD
Abraços, pessoal! E até o próximo capítulo! =D 

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Comentários: 6

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Enviado por Mariana Thamiris em 21/08/2012

Owwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwnnnnnn eu não consigo parar de dizer Awwwwnnns e Owwwnnn direto aqui hauhauahuahuahuahauhau *---------------* dois capítulos magnificamente perfeitos!!! A primeira vez de Harry e Hermione Aiaiaiai Yukitoooo >.< Isis-sama!!! Me deixou de queixo caído!!! hauhauahuahuahuahuahua Em nome de Merlin, Morgana e Circe!!! Foi TUDOOOOOOW!!! Sua narração ficou DIVA divina XD e o momento ficou mais Harmony impossivel (suspiros apaixonados mode on) Owwwwwwwwwnnnnnn eles se completam realmente e a primeira vez ter sido no ultimo dia que passaram em Hogwarts teve um significado mais especial ainda!!!!

 

A situação de Draco e Gina ainda me deixa emocionada por demais!!! Pelos dentes do cão cerberus do Hagrid!!! Draco apaixonado é tão maravilhosamente fofo!!! (desmaia/revive) Ele levando a Gina para um passeio foi lindooooooooooooooooooooooooo!!! O Rony deixando os dois sozinhos foi ultra cute da parte do ruivo!!! Mas, a discussão com os pais da ruivinha me deixou em pânico!!! Pelas calças de Dumbledore tadinha da ruiva!!! Ainda bem que ela tinha a Mione nessa hora!!!

 

O Harry como sempre um cavalheiro jantando na casa da Mione e conhecendo os pais dela *---------* o genro dos sonhos não? hauhauhauahuahauhauauahuahuahuah A Mione mandando cartas para a familia da Gina e para o Draco também foi algo muito legal!! E bastante responsável (a cara da Mione mesmo) hauhauhauahuahauhauhauah

 

Owwwwwwwwwwwnnnn o Draco reencontrando a Gina e pensando no futuro como auror assim como Harry foi maraaaa \o/ só fiquei com pena da Mione que já ficou com saudade do moreno de olhos verdes huahuahuahauhauauhauha

 

agora vou indo para o proximo capítulo hauhauahuahuahuahauhau

 

(pega a vassoura)

 

Ao infinito e aléeeeeeeeem!!!!

 

 

 

Nota: 5

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Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 07/08/2012

Só uma coisa, como a Hermione chegou a pensar que os pais dela não aceitariam o Harry?? oO
Em que mundo ela vive??? Hahaha...
A mais inteligente para algumas coisas... mas quando se trata de si, ela esquece algumas coisinhas!!
Capítulo brilhante Isis, nem preciso dizer né? Você já sabe! =] 

Nota: 5

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Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 07/08/2012

Eu já tinha lido o capítulo, mas era no celular... e é uma merda comentar por celular!! 
Cara, por mais que o sr. Weasley tenha razão em ficar chateado pela Gina namorar com Draco, ele perdeu totalmente a razão em expulsar a filha de casa... que ele se ferre pela escolha que fez!! Em que mundo ele vive?? E poxa, a sra. Weasley? Fiquei decepcionado com a escolha dela também... fala sério!!
Achei muito legal o modo como o Rony agiu, fico me perguntando como ele fará de agora em diante...
E sobre o Harry, que legal Isis!! Nossa, salvou a pátria mais uma vez!! Tomara que a Gina arrebente como batedora e tenha sucesso...
Bom, fico aqui viajando quanto aos seus planos... hehehe... vamos ao próximo capítulo!! 

Nota: 5

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Enviado por livi rodrigues em 31/07/2012

Bom estamos chegando no fim.Bom não propriamente o fim né.....,digamos que e uma nova era dos nossos amados personagens preferidos,sua primeira fic da triologia,hum olha que chique você escreve triologia,foi sem encontrar nenhum outro adjetivo que decidi por escrever esse PERFEITA,nos fez sentir junto com harry,mione,gina tantas emoções,aprenção,raiva,tristeza,imcomprenção.......,nervos a flor da pele,hormônios a flor da pele e bota hormônio nisso rsrssrs,e AMOR esse sentimento é o único que nunca poderia faltar nessa fic.
Bom Ìsia e asim com essas palavras que eu te digo o quanto gostei de sua fic,e vou continuar a acompanhá-la nas continuações.
esse cap foi tenso né,parece que gina e draco e famílias vão bater muito de frente ainda,roni foi uma graça e harry com medo de não ser aceito bom só se o pai da mione fosse cego de não ver o amor que ele tem por ela boom bjs e ate. 

Nota: 1

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Enviado por Laauras em 29/07/2012

Esse capitulo foi tao perfeito quanto os outros! Eu achei graça, chorei e vibrei com tudo oq se passou! As atitudes de todos nao foram bobas, foram de forma q ajudasse a quem se ama!
Isis, a fic tá perfeita pra mim! Eu leio mts fics assim! Esperando ansiosamente o proximo capitulo! 

Nota: 5

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Enviado por EnigmaticPerfection em 29/07/2012

Aaah, mas o que dizer desse cap? Eu sorri, senti raiva, fiquei triste, e ainda foi grande! Resumindo: tudo de bom, né? Amei, amei! Adorei o Rony encobrindo Draco e Gina, mas infelizmente não deu certo -.- Fiquei aflita com a cena do Sr. e da Sra. Weasley e, confesso, a Gina foi bem corajosa! Aposto que os pais dela já, já vão se arrepender. 
Agora, como a Hermione pôde achar que os pais não iriam aprovar o Harry? Quer dizer, quem não aprovaria? hahahahah Ele é tão adorável *-*
Só quero ver o que vai ser daqui pra frente com os meninos treinando para serem aurores. E eles dois foram tão fofos juntos contando as notícias. hahaha Adorei. E isso me lembra... o que o Rony vai ser? =DD
Ah, e eu só comentei rápido daquela vez pq imagine greve de facul, que gera um tempo livre enorme e consequentemente uma falta do que fazer? XDD
Beeijos

Nota: 5

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