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3. Capítulo 02


Fic: Então é amor...


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(Cap. 3) Capítulo 02


 


Capítulo 02


 


Parecia até outra vida quando eu pensava no dia em que tudo aconteceu. Era nossa primeira missão pela Ordem da Fênix sem supervisão e iríamos até a Irlanda em busca de um manuscrito perdido que tinha pertencido a Merlin.


Alastor Moody era o responsável por nos passar as coordenadas da missão. Estávamos reunidos com ele na sala do Grimmauld Place, esperando o horário para partir.


 


– Vocês vão entrar na Floresta Groomk pelo sul, pois dali será mais rápido chegar até o povoado de Fround. – Moody nos dizia. Estávamos tão ansiosos que permanecíamos calados.  – Eu já entrei em contato com um duende que me devia uns pequenos favores e ele irá guiá-los até a entrada da trilha que Dumbledore supõem estar o manuscrito.


– Certo. – Disse com confiança Harry. – Quando podemos ir?


– Daqui a pouco. – Moody disse. – Só estou esperando Snape chegar.


– E por quê? – Eu disse curiosa.


– Quero ter certeza se irão ou não encontrar Comensais pelo caminho. – Ele respondeu.


Entreolhamo-nos e pude perceber o medo passando pelo rosto dos meus amigos. Rony estava mais branco que o normal, o Harry olhava para os próprios pés e toda sua segurança tinha ido para o espaço e, a Luna, bem ela tinha um olhar lúcido. Aparatamos meia hora depois tendo a certeza que os Comensais estariam no nosso encalço. Tudo ao nosso redor era verde, a mata era muito fechada e os galhos arranhavam minha pele. Levamos quase uma hora para chegarmos ao povoado de Fround, que comparado ao Gringotes era bem mais simples.


Mal adentramos o local e o duende designado para nos levar acenou para nos aproximarmos. Quando chegamos perto o suficiente ele foi logo se apresentando.


– Me chamo Rocco e irei levá-los até a trilha da Colina. Posso saber o que querem lá?


Antes que nós pensássemos numa resposta plausível, Luna respondeu.


– O Sr. Moody lhe disse algo a respeito disso?


– Não! – Respondeu o duende muito a contragosto.


– Então não seremos nós a dizer! – Ela replicou.


O Rony estava com uma cara muito engraçada, como se tivesse visto a Luna pela primeira vez. Eu também estava surpreendida, mas consegui disfarçar. O Harry não expressou nada e se dirigiu ao duende.


– Vai nos levar até a trilha ou não?


– Sim. – Dito isso saiu andando pisando forte e com pressa o pequeno duende.


Nós o seguimos por dentro da floresta numa caminhada de quase duas horas, ninguém conversou durante o trajeto com medo de revelar alguma coisa ao pequeno duende. Quando faltavam mais ou menos uns duzentos metros para chegarmos à base da colina, Rocco disse:


– Aqui eu me separo de vocês. Sigam as pedras e elas os levaram até o riacho Lórien, ali acaba a trilha. Espero que saibam para onde estão indo.


– Obrigada por trazer-nos até aqui. Adeus. – Disse Rony, no que foi imitado por todos nós.


Eu tentava não pensar em nada, mas era difícil, principalmente quando Rony me olhava como se lembrasse do beijo que tínhamos trocado. Eu não tinha certeza do que sentia por ele e não queria iludi-lo com falsas esperanças. Eu continuava andando sem prestar muita atenção no caminho, meus pensamentos continuavam em meus sentimentos. Terminamos de subir a Colina no pôr-do-sol e achamos a ponte mais uns dez minutos depois. O lugar era muito bonito, o verde das árvores e a água que corria no riacho emitiam um brilho tão intenso que aquele lugar com certeza era guardado por magia. Decidimos por atravessar a ponte, para ver se encontraríamos algum outro sinal. Olhamos para o lugar por um tempo, mas parecia não haver nada que indicasse um caminho.


– Pessoal! Olhem aquelas pedras ali. – Apontou Rony para umas pedras a uns dez metros de distância.


– O que têm elas? – Perguntou Harry.


– Mas é claro! Eles estão formando uma espécie de seta! Como não notei antes? É tão óbvio e ao mesmo tempo tão discreto...


Finalmente eu tinha algo para me distrair.


– Mione calma. Não temos certeza de nada... O que acham de irmos até lá? – Propôs Rony.


Seguimos o caminho apontado pelas pedras e descobrimos uma gruta escondida pelas sombras que as árvores faziam. A entrada estava fechada por uma espécie de vidro grosso e nada ali parecia dizer como desfazer a barreira.


– Olha ali, parece que há algo gravado na pedra acima da entrada...


– É tem sim, Luna, mas eu não sei que língua é aquela não. – Rony respondeu.


– Mas eu sei Rony, é celta. Está escrito assim: diga a verdade em seu coração e entre. Mas que diabos isto significa? – Eu respondi.


– Deve ser pra você dizer o que mais deseja do fundo de seu coração e a passagem irá se abrir... – Disse Luna, com uma expressão sonhadora em seus olhos.


– Eu sei o que mais quero, então vou testar.


Olhei para Harry se afastando e rezei para que tudo desse certo. Esperamos alguns segundos e sorrimos, ele tinha entrado. Ficamos montando guarda em locais estratégicos. Rony foi para perto da ponte, Luna seguiu para a entrada da gruta e eu fui para a parte de trás. Começava a anoitecer e nada do Harry sair. Eu começava a me preocupar com o que poderia ter acontecido com ele, minha mente começava a maquinar diversas possibilidades quando os vultos negros apareceram – Comensais da Morte. Ouvia meus amigos gritando, mas estava longe deles duelando com Belatriz Lestrange.


– Sua Sangue-Ruim nojenta!!! Eu vou acabar com você hoje! – Ela dizia num rosnado.


– Não mesmo! – Eu estava com medo, pois me sentia fraca e a qualquer momento poderia desabar ali, uma tontura estava tomando conta do meu corpo, não sabia até quando aguentaria – Protego! – Gritei protegendo-me dos inúmeros feitiços que a Comensal lançava em mim.


– Avada Kedrava!


Neste instante eu senti minhas pernas falharem e as vistas escurecerem, mas não senti a dor de ser morta nem nenhum feitiço me atingir. Apenas algo quente e suave alisava meu rosto, me chamando, pedindo para que eu acordasse. A sensação que aquele calor me causava era tão boa, tão aconchegante que eu não queria abrir os olhos, mas me forcei a isso. Quase enfartei ao ver quem me acordava: Draco Malfoy!


– Mas, o quê?!? – Não consegui terminar a frase, Draco tinha tampado minha boca com mão e pediu para que fizesse silêncio.


– Vai ficar quieta ou vou ter que te estuporar? – Ficou me olhando esperando uma resposta. Eu estava tão assustada... O que Malfoy fazia comigo nos braços? Por que ele não tinha me matado? Respondi que sim com a cabeça.


– Por que está aqui comigo nos braços e não me matando? – Foi a primeira coisa que eu perguntei. – Não era para eu estar morta? Eu me lembro da Belatriz me lançando uma maldição... – Nada fazia sentido para mim. Esperei que Malfoy falasse alguma coisa.


– É, mas eu lancei um feitiço para te proteger e estuporei a Bela. – Disse isso com aquela cara de deboche que só um Malfoy é capaz de fazer!


– E por que diabo você fez isso? – Eu retruquei fora de órbita.


– Não sei, simplesmente não consegui imaginar você morta. – Ele me olhava de uma forma estranha e completamente nova para mim: Malfoy me olhava com desejo. – Mas não vai se animando não Sangue-Ruim! – Ele disse, notando que tinha se exposto demais. – Não sei o que deu em mim, devo ter batido muito forte com a cabeça em algum lugar!


– Tá, er... Obrigada Malfoy, por ter salvado minha vida... – Me aproximei do loiro e dei-lhe um beijo na bochecha. – Acho melhor voltarmos e explicar o que aconteceu.


Eu tentava me colocar de pé, mas meu corpo estava fraco ainda. Tomei um susto quando Malfoy puxou meu corpo para perto do seu. O ar faltou nos meus pulmões e minhas faces ficaram coradas. A sensação de ter ele perto era assustadora, pois eu estava gostando do cheiro que ele emanava, minhas mãos queriam tocar seus cabelos lisos, seus olhos cinza eram tão profundos que não pareciam ter fim. Muito depressa ele se separou de mim, me deixando apoiada numa pedra.


– Enlouqueceu Granger? Ninguém pode saber disso! Fica mais um tempo aí, daqui a pouco os seus amigos vem te buscar! – Ele suspirou. – Eu embaralhei a memória da minha tia para ela achar que você está morta e isso foi levado a sério por todos, eles vão procurar por seu corpo, então fique desaparecida por um tempo ok? Invente qualquer desculpa para seus amigos da Ordem, mas nunca diga que eu te ajudei!


Ele abriu um sorriso que fez meu ventre se contorcer. Como eu nunca tinha reparado em como ele era bonito? Fui tirada de meus devaneios com barulho da aparatação do Malfoy. Fiquei ainda algumas horas esperando que alguém me encontrasse. Mais algumas horas até explicar tudo o que tinha acontecido, mudando apenas alguns fatos do episódio. Nunca disse a ninguém que Draco Malfoy tinha me salvado, até porque, quem acreditaria em mim?


Eu me sentia derrotada. Tinha demorado quase cinco anos para descobrir quem eram meus amigos. Como pude ser tão cega? Estava na minha frente o tempo todo e eu me recusava a ver. As lágrimas que eu tanto segurei rolaram pelo meu rosto deixando um gosto salgado na minha boca, o gosto da traição. Harry e Rony eram meus melhores amigos e tinham me condenado a esta prisão ridícula. Eu perdi anos da minha vida trancafiada, pensando que estaria fazendo meus amigos felizes, achando que desta forma eles estariam tranquilos e poderiam cuidar melhor de si mesmos na guerra.


Como eu estava errada. Todos os dias eu tentava me convencer de que tinham feito isso por amor, para me proteger. Mas eu estava enganada, completamente enganada. Eu conhecia Harry e Rony melhor que ninguém e como um raio de sol perfurando uma nuvem negra eu entendi – eles tinham medo. Eu era boa, muito melhor que qualquer um deles poderia vir a ser um dia e era isso que os assustava. A vaidade deles falou mais alto que nossa amizade. A inveja deles me fez prisioneira.


O reflexo do espelho me mostrava o quanto infeliz eu estava. Meus olhos estavam sem brilho algum, minha boca já não sorria era apenas uma linha sem graça alguma, minha pele estava pálida sem nenhuma cor. Eu buscava dentro de mim razões para reagir, mas pelo que? Pelo que eu lutaria?


– Por você! – Eu respondi em voz alta ainda encarando meu reflexo no espelho. Uma fagulha queimou nos meus olhos e eu a reconheci muito bem.


A raiva começava a pulsar dentro de mim. A traição dos meus amigos queimava como um tumor no meu peito, como uma chaga dentro de mim. Todos os dias eu tentava me convencer de que tinham feito isso por amor, para me proteger. Há cinco anos eu estava presa nessa casa. Cinco longos anos nos quais eu só recebia poucas visitas, pois todos estavam ocupados demais combatendo Voldemort. “É para seu próprio bem, Srta Granger”, dizia Alvo Dumbledore, ex-diretor de Hogwarts e fundador da Ordem da Fênix. Era muito mais fácil ser conduzida por eles do que reagir contra todos, mas eu estava reagindo.


Eu não me deixaria mais ser dominada por eles, não me cegaria mais com sua amizade e preocupação falsa. Eu os amava como irmãos, eu nunca tinha tirado de Rony ou Harry os louros de uma vitória mesmo sabendo que o mérito era meu. Nunca tinha sido egoísta com eles e machucava perceber que eles não me viam da mesma forma. Eu precisava encarar os fatos e faria isso de cabeça erguida. A dor de ser traída tinha virado revolta e nada mais me faria parar.



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N/A: Vou continuar a postar, mas estou triste porque mesmo tendo leitores vocês parecem não gostar... Deixem um comentário se estiverem curtindo! Beijos. 

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Comentários: 1

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Enviado por Steph Granger Malfoy em 11/11/2012

hey não fique triste!!!
Amei a história até agora, e quero saber quanod vai rolar os beijos entre os dois. =P
Posta posssta posttta!!!!  

Nota: 5

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