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1. Grifinória?


Fic: That is not possible.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 1 – Grifinória?


O Beco Diagonal estava cheio de famílias bruxas comprando materiais para o ano letivo de seus filhos em Hogwarts. Dentre eles, a família Carter.


      Os Carter eram uma família de sangue totalmente puro e desde as primeiras gerações não respeitavam trouxas nem os nascidos trouxas. Eram parentes distantes dos Malfoy.


      William Carter era o chefe do Departamento de Cooperação Internacional em Magia no Ministério e sua mulher – Elizabeth Malfoy Carter - trabalhava no Departamento de Execução das Leis da Magia.


      Eles tinham três filhos, Noah de doze anos, que estava em seu segundo ano em Hogwarts e foi para a Sonserina, para o orgulho de sua família. Anne de onze anos e estava indo para o primeiro ano da escola de magia e o caçula, que se chamava Dylan, tinha apenas cinco anos, mas já havia dado os primeiros sinais de que seria um bruxo.


      A família Carter, ao contrario dos Malfoy, não tinha nada contra as famílias Potter e Weasley – apenas achava inapropriado um bruxo se mostrar tão interessado em trouxas como a segunda família era – e até tinha certa admiração pelos feitos de Harry Potter.


      Os cinco estavam agora no Empório das Corujas escolhendo um animal para a garota da família.


- O que você vai querer, filha? – perguntou Elizabeth enquanto a menina olhava para as corujas.


- Acho que vou querer uma coruja – falou sem muita certeza.


- Uma coruja? – perguntou o pai – porque não um gato? Sei que você gosta deles.


      Anne realmente adorava gatos, mas sempre quis ter uma coruja. Ela tinha visto uma em sua casa. Era linda. Uma coruja da neve de olhos âmbar e penas totalmente brancas. Anne queria aquela coruja, mas sabia que já tinha dono e que ela não poderia ser sua.


      Varreu os olhos pelo lugar a procura de algo que a agradasse e encontrou a coruja perfeita para ela. Era branca, porém não toda. Algumas penas possuíam uma cor tipo castanho claro e cinza. Os olhos eram pretos como piche. Era quase tão bonita quanto a coruja que viu em sua casa.


- Papai, quero essa – apontou para a coruja.


- Vamos levar – William disse ao dono da loja.


      Com tudo comprado eles voltaram a mansão em que moravam.


 


1º de setembro.


 


      A família Carter já se encontrava na Estação King’s Cross e se despediam. Elizabeth estava orgulhosa de seus filhos, já William queria que sua filha também fosse para a Sonserina e Anne queria isso quase tanto quanto seu pai.


- Cuide da sua irmã, sim? – William falou para o filho mais velho.


- Tudo bem, pai – falou Noah revirando os olhos.


- Vou ficar com saudades – disse Elizabeth dando um ultimo abraço na filha.


- Vou escrever para você, mãe, não se preocupe – acalmou a mãe.


      Eles se despediram e Noah e Anne embarcaram no trem.


- Pronta para ir para Grifinória? – perguntou Noah.


      Desde que a garota tinha recebido a carta de Hogwarts o irmão a provocava dizendo que iria para a casa rival da sua e isso a deixava realmente com medo, afinal, toda a sua família pertenceu e pertence a Sonserina, ela não queria quebrar a tradição e nem decepcionar seus pais.


- Cala a boca, Noah. Vamos procurar Scorpius – disse.


      Caminhavam pelos corredores apertados do Expresso de Hogwarts a procura do primo distante. Estavam quase no final do vagão quando Tiago Sirius chamou a atenção de Noah.


- E ai, Carter – falou fazendo os irmãos se viraram.


- Não enche, Potter – Noah falou antes que se irritasse com o garoto.


- O que? Está sem os amiguinhos da Sonserina e fica com medo? – riu Tiago.


- Já falei para não encher.


      Em Hogwarts Tiago e Noah não se davam bem. Tinham ficado de castigo inúmeras vezes por duelarem nos corredores pelo simples fato de um passar perto demais do outro.


      O primogênito dos Potter olhou para a garota que acompanhava Noah e supôs que aquela deveria ser sua irmã e estava no primeiro ano de Hogwarts já que nunca tinha visto ela por lá. Aproveitando a situação disse:


- Mais uma Carter? Espero que não vá para Sonserina, assim poderemos ser amigos.


- Fique longe da minha irmã! – gritou Noah irritado.


- Relaxa cara – brincou Tiago e voltou para a cabine.


- Vamos Noah – Anne puxou a mão do irmão com medo de qualquer reação.


      Ele se deixou levar e logo encontraram Scorpius com outros colegas da Sonserina. Passaram o resto da “viagem” contando como foram as férias entre outros assuntos. Anne ficou olhando para a janela a viagem inteira.


      Ela estava, de fato, muito nervosa para a seleção das casas. Sabia que se não fosse para a Sonserina seus pais ficariam decepcionados, assim como resto da família. Mas se não fosse para essa casa queria, pelo menos, ir para Corvinal.


- Ei – ouviu a voz de Scorpius – chegamos – sorriu para a “prima” vendo que ela estava distante.


      Suspirando, se levantou e seguiu os outros.


 


(...)


- Bem vindo a Hogwarts – disse Neville Longbottom, professor de Herbologia e vice-diretor de Hogwarts – Logo daremos inicio ao banquete, mas antes de tomar seus lugares no Salão Principal, vocês serão classificados em suas casas. A cerimônia de classificação é muito importante, pois enquanto você está aqui, sua casa será como sua família dentro de Hogwarts. Você terá aulas com o pessoal de sua casa, dormir no dormitório da casa e passar o tempo livre na Sala Comunal. As quatro casas são chamadas de Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina. Cada casa tem sua própria história e cada uma produziu bruxos e bruxas exemplares. Em quanto estiverem em Hogwarts os seus triunfos irão gerar pontos para as casas e as regras que quebraram serão pontos perdidos. No final do ano, a casa com mais pontos é premiada com a Taça das Casas, uma grande honra. Espero que cada um de vocês seja um credito para a casa que irá. A cerimônia de seleção acontecera em alguns minutos em frente ao resto da escola.


      Os estudantes estavam bem nervosos pelo inicio do ano. Dois deles em especial. Dois que não queriam decepcionar os pais. Alvo Severo estava quase tão nervoso quanto Anne e ambos respiraram fundo antes de entrar no Salão Principal.


      O vice-diretor chamava os nomes e o chapéu seletor anunciava a qual casa pertencia.


- Carter, Anne – chamou o professor.


      A menina foi lentamente até o lado do professor, que gentilmente depositou o chapéu em sua cabeça.


- Realmente muito difícil – ouviu o chapéu dizer – inteligente sim, muita coragem e lealdade...


      O chapéu ficou bons minutos ainda pensando em que casa iria coloca-la. Seu olhar foi direito para a mesa da Sonserina, onde seu irmão e Scorpius a olhavam com expectativa.


- Grifinória! – o chapéu anunciou em alto e bom som para todos os presentes do Salão Principal.


      Imediatamente os olhos de Anne se encheram de lágrimas e algumas caíram silenciosamente até que ela chegasse à mesa da Grifinória, onde muitos estavam surpresos, pois conheciam muito bem as origens da família Carter.


      A garota manteve sua cabeça baixa, não queria nem olhar para o irmão e não percebeu quando sentou ao lado de Tiago Potter que apenas ria de cara que Noah fazia ao ver a irmã sentada ao lado do garoto que ele odiava.


- Potter, Alvo – chamou Neville.


      Tiago olhava o irmão com expectativa e apesar das brincadeiras que fizera com ele, queria com todo o coração que o irmão fosse para a mesma casa que ele.


- Grifinória! – anunciou o chapéu e Alvo suspirou aliviado.


 

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Comentários: 1

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Enviado por Vicky Black em 16/04/2013

E ai mana linda do meu coração??? Tudo beleza??? Olha eu aqui te enxendo em outro site... Tu não se livra de mim nunca!!!
Vou ser repetitiva tá? A fic tá diva... Muito perfect! Não vou falar ansiosa por mais, por que néh???
Um beijo da sua mana linda
V Black 

Nota: 5

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