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12. [A05C12] Doçuras do Primeiro B


Fic: FreGeMione: How Can I Resist U?


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* * *


H E R M I O N E


 


Gui sabia então que dois de seus irmãos gostavam de mim e queria fazer ciúmes a eles para ver se tomavam uma atitude? Era muito estranha toda essa história. De todo modo, eu sou Hermione Granger, uma grifinória curiosa. Acho que isso já explica porque concordei com todo aquele plano.


Foi depois do almoço que toda a loucura começou. Gui e eu estávamos muito próximos, mas isso não me dava nenhuma pista de quem fosse os dois garotos, visto que todos na Toca estranharam nossa proximidade e a trataram de modo diferente. Exceto Molly, é claro, que adorara a idéia de me ter como cunhada, mesmo com a diferença de idade que havia entre eu e Gui. Nós apenas ficávamos de mãos dadas, sentávamos juntos, nos abraçávamos, entre essas coisas bobas, mas estava tudo muito convincente.


E eis que as coisas teriam ido muito bem, se a senhora Weasley não tivesse escolhido o jantar como um horário perfeito para comentar sobre a nossa repentina 'união'.


 


— Estou tão feliz por vocês, queridos. — ela disse sorridente — Nem posso acreditar que Hermione está entrando para a nossa família! Não é Arthur?


 


— Hm, claro. — ele pigarreou alto, nervoso com a situação — Foi algo que me pegou de surpresa, mas estou feliz por vocês.


 


— Eu sempre achei que nossa Hermione fosse acabar se apaixonando por Rony...— ela disse, fazendo meu amigo ficar vermelho de vergonha — Mas Gui? Faz total sentido! Os dois são tão inteligentes.


 


— Obrigado mãe. — ele riu, me enlaçando os ombros — O jantar estava ótimo, como sempre. Se não se importam, gostaria de passar mais algum tempo com Hermione antes de ir embora.


 


— Mas por que não fica, meu filho? — ela questionou com nítido carinho, fazendo Rony esconder o rosto entre as mãos — Podemos arrumar o quarto que era de Percy para você, seria ótimo te ter de volta.




— Molly querida, Gui já não é mais um garoto como Fred e George. Ele precisa de espaço.


 


— Acho que o nobre senhor Arthur está certo. — Gui disse entre risos, enquanto se levantava da mesa e puxava minha cadeira para trás, me dando espaço para acompanhá-lo — Eu venho me despedir da senhora antes de rir, não se preocupe.


 


E então eu o segui escada acima, na direção do quarto que um dia fora dele. Nunca havia entrado ali. Era enorme e agora abrigava alguns projetos dos gêmeos, considerando que aquele havia sido o primeiro lugar que eles consideraram se tornar o depósito de logros. Mas é claro que Molly os proibira daquilo.


Quando me sentei na cama livre de bagunças, que eram organizadas por acenos de varinha que Gui fazia, o observei melhor. É, seria bom me apaixonar por ele, mas era nítido que não seríamos um casal nunca. Não fazíamos esse tipo, éramos mais como amigos, assim como eu e Rony.


 


— Está disposto a me dizer agora quem são? — questionei, o fazendo olhar para mim.


 


— Gostaria muito que você descobrisse sozinha. — ele riu — Sei que é capaz disso.


 


— Mas você poderia facilitar um pouco as coisas... — sugeri chorosa — Sabe, preciso poupar meus neorônios para as incansáveis loucuras que Harry e Rony me colocam todos os anos.


 


— Vocês voltam a Hogwarts depois de amanhã. — Gui disse, sentando-se ao meu lado e mudando totalmente o assunto — Eu sinto tanta falta disso.




— Acho que vou sentir também, quando terminar.


 


— Vai sim, tenha certeza. Vai se lembrar de cada momento. Conversas, jogos de quadribol, salas, professores, invasões à cozinha, andar nos corredores pela noite fugindo de Filch... — ele riu, balançando a cabeça para os lados — Eu costumava aprontar muito.


 


— Fora as loucuras que tenho que fazer ocasionalmente, sou uma boa moça. — sorri para ele.


 


— Tenho certeza de que é.


 


E então a porta foi aberta, revelando duas cabeças alaranjadas com expressões desconfiadas. Eram Fred e George, que logo se puseram diante de nós.


 


— Nós já sabemos de tudo. — um deles disse.


 


— Vocês estão fingindo.


 


— Mamãe vai ficar tão triste quando souber, Gui. — continuaram — E você Hermione, não se envergonha disso?


 


Por um instante me senti culpada. Era verdade, Molly ficaria muito chateada quando descobrisse. Considerei então contar toda a verdade, já que a culpa me corroía de repente, mas Gui se adiantou.


 


— Por que estão dizendo isso? — franziu a testa — Não está suficientemente claro que eu e Hermione estamos juntos?


 


— Vocês parecem apenas amigos. — um dos gêmeos revirou os olhos.


 


— Nunca nem mesmo vimos vocês se beijando.


 


— E tenho certeza de que não seriam capazes de fazê-lo agora, na nossa frente.— o outro disse — Porque estão mentindo.


 


Engoli em seco. Gui já demonstrara que estava disposto a continuar com a mentira para realizar o plano, mas beijá-lo? Bem, isso não estava no nosso planejamento. Malditos gêmeos.


 


— Somos discretos, ...


 


— Fred, eu sou o Fred.


 


— Pois bem, Fred. Nós temos bom senso e não precisamos ficar nos agarrando em frente aos outros, mas se insistem em ver isso...


 


E foi então que ele se aproximou de mim devagar. Seria meu primeiro beijo. Eu sempre sonhara em ter meu primeiro beijo com um principe encantado, um namorado eterno, mas Gui superava essas expectativas. Estávamos próximos graças ao tal plano e eu podia dizer que ele era um amigo que eu levaria no coração para sempre.


Então, senti ele afastar uma mecha dos meus cabelos com os dedos. Não era um toque ocasional, como os teatrais que fazia quando estávamos na frente dos outros. De repente, era ele e eu, e o tempo pareceu parar. Fechei os olhos em um segundo e no outro pude sentir os lábios dele sobre os meus. E foi doce. Muito doce. Até que, alguns instantes depois, ele se afastou de mim devagar. E quando abri os olhos, foi o seu sorriso que eu vi.


E os gêmeos já não estavam mais lá.





* * *


F R E D


 


Eles estavam mesmo juntos.


Não entendi porque, mas quando vi os dois se beijarem, alguma coisa me incomodou muito e eu precisei sair dali. Não fazia sentido os dois! Gui e Hermione? Como ele podia beijar ela daquele jeito?


 


— Vamos logo, Fred. — meu irmão disse — Já está na hora de irmos encontrar Katie e Angelina.


 


— Sou só eu ou...


 


— Não, eu também. — ele respondeu, saindo do quarto na minha frente.


 


Atravessamos o corredor em silêncio. Um silêncio incômodo. Então não era só eu, menos mal. George também estava incomodado com tudo aquilo.


 


— Será que nós estamos... apaixonados— sussurrei a palavra final, parando diante da lareira.


 


— Não, isso não faz sentido. — ele riu, nervoso — Acho que só estamos desejando ela fisicamente. Sabe, o que vimos na piscina foi fatal.


 


— É, acho que você está certo. — sorri.


 


— Agora ande, está na hora.


 


— Isso tem que funcionar. Vai funcionar.





* * *


G E O R G E


 


— Eu tinha esquecido o quanto você era delicioso— disse Angelina no meu ouvido.


 


Arrepiei involuntariamente. Estávamos na casa dela, no quarto dela. Bem, na cama dela. Fred não estava muito diferente de mim, eu imaginava. Podia escutar os gemidos de Katie invadindo meus ouvidos na cama ao lado. Ele estava levando aquilo tudo tão a sério quanto eu.


Senti Angelina descer o corpo pelo meu outra vez. Estar dentro dela nunca tinha parecido ser uma necessidade como agora e eu agradeci a Merlin por ela rebolar no meu colo daquele jeito. Porque Angelina parecia ser única em tudo aquilo.


Ela já havia chegado ao ápice algumas vezes, mas eu continuava ali, incansável. Minha mente estava nebulosa enquanto todas aquelas sensações me dominavam. Era ótimo. Por fim, os espasmos começaram a ficar próximos e com isso eu apertei as coxas de Angie com força, fazendo ela gemer alto. Mas acho que Merlin resolveu se revoltar contra mim, porque o que aconteceu a seguir foi um verdadeiro desastre.


 


* * *


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