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4. Prazeres - NC


Fic: Zona de Risco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 4 – Prazeres

Não se ouvia, absolutamente, nada fora daquela biblioteca. Ali dentro havia dois corações ofegantes , que pertenciam a duas pessoas que não estava raciocinando direito...


... ele me beijou! Merlim!! Ele está me beijando. Seus lábios estão contra os meus, seus olhos acabaram de se fechar, e os meus acabaram de fazer o mesmo. Suas mãos ainda estão segurando meu rosto,puxando-o contra o seu, contra seus lábios. Eu sinto arrepios por todo o meu corpo, uma onda de eletricidade dominando meus nervos. Eu estou sendo beijada por alguém que eu nunca imaginei encostar um dedo se quer, e agora estou com o corpo inteiro encostado nele. Merlim! Que beijo! Seus lábios se movimentam perfeitamente contra os meus, tão umedecidos por nossas salivas e tão quentes. Eu sinto sua língua tentando invadir minha zona... uma das minhas zonas de risco. Eu não sei se devo permitir que ele explore minha boca ou se devo simplesmente afastá-lo de mim e empunhar minha varinha novamente, em defesa. Mas eu não preciso me defender... não de uma língua, Merlim. Que mal há nisso? Eu não pensei muito, permiti que ele explorasse cada canto mínimo de minha boca. Era a melhor sensação do mundo, aquela língua de encontro a minha, tão selvagem. Nossas cabeças se moviam em sincronia, enquanto eu sentia seus dentes mordiscando meu lábio inferior. Uma de suas mãos havia escorregado para minha nuca e agora se concentrava em causar arrepios por lá, eriçando meus pêlos. Foi quando eu senti sua mão saudável apertar forte minha cintura, por debaixo de minha blusa, e estremeci com aquele toque grosseiro, mas que me causava um tipo maior de prazer. Ele podia me ferir naquele momento, mas enquanto nossos lábios estivessem unidos, eu sentiria prazer. Minhas mãos voaram apressadas por sobre seus ombros, uma delas acariciando sua nuca e sentindo os arrepios que estavam causando lá, e a outra puxando com força os cabelos loiros, implorando para que aquele beijo não terminasse nunca.

Estavam na mesma posição, se não pelas mãos que já estavam em lugares estratégicos. O chão já não representava mais a frieza de antes, não comparado ao calor que emanava de seus corpos.

Ela está correspondendo, sim, ela está correspondendo meu beijo. E eu pensei que isso não aconteceria, que ela me repudiaria pelo resto da vida por isso. Ela estava desejando também? Eu não saberia dizer, mas aquele puxão em meus cabelos tinha que significar alguma coisa. Eu só conseguia invadir sua boca com minha língua, explorar cada canto e me deliciar com o gosto de nossas línguas se encontrando. Eu só conseguia enlaçar meus dedos em seus cachos e apertar firme sua cintura tão bem modelada, eu só conseguia respirar ofegante, mesmo que quisesse recuperar o fôlego. Nada estava importando mais, eu só a queria pra mim, de todas as formas possíveis. E eu tinha a sensação de que ela não mostraria resistência alguma quanto a isso. Eu escorreguei minha mão de sua cintura para cada vez mais dentro de sua blusa, percorrendo com os dedos a sua barriga tão esbelta. Como eu nunca parei pra observar isso? Eu podia sentir seus músculos se contraindo... de prazer ou cócegas? Eu tive que controlar um sorriso. Ela não estava mostrando resistência alguma. Merlim... ela estava gostando. Eu senti sua respiração aumentar, e então eu tive a certeza de que podia qualquer coisa com ela. Eu desci minha mão torcida em direção a sua cintura, tentando apertar o mais forte que eu conseguia, e a outra eu escorreguei para suas pernas. Eu não tinha mais medo da reação dela. Alisei, compulsivo, a sua cocha que estava a mostra pela meia-calça completamente rasgada, e continuei a sentir seu corpo estremecer com o contato. Mas eu não estava me importando. Merlim, ela estava me atiçando. Sim... ela havia desabotoado alguns poucos botões da minha camisa e suas mãos estavam percorrendo desesperadas o meu peito nu. Eu não havia nem mesmo percebido, mas estava gostando. Então eu apertei com força sua coxa, com minha mão saudável, lógico. Ela pareceu gostar disso, porque levou uma das mãos a minhas costas e encravou algumas unhas por lá. Eu estava realmente gostando disso...

Seus corpos estavam cada vez mais próximos, mas ainda havia muito espaço a ser preenchido, por mais que isso parecesse impossível. Draco estava ofegante e nenhum deles estava agindo pela razão.

Merlim... ele estava escorregando as mãos pra dentro da minha saia. Pra uma primeira ficada, estamos bem adiantados, não? E quem se importa? A qualquer momento um comensal com o rosto deformado por cicatrizes pode entrar por aquela porta e nos lançar um avada. Eu tenho que aproveitar, tenho que retribuir... eu estou ansiando por isso. Eu acariciei suas costas e tentei cravar o menor número possível de unhas ali, eu não queria machucá-lo, só queria liberar os prazeres que estava sentindo com o contato frio de suas mãos. Eu senti sua mão saudável se perder em baixo de minha saia, acariciando grosseiramente minha coxa, que estava a mostra pela meia-calça de péssima qualidade, agora, esfarrapada. E pensei se aqueles dedos escorregariam para mais uma de minhas zonas de risco. Não, ele não faria isso de primeira... Merlim... eu estou mesmo desejando que ele faça isso? Eu sinceramente não me importo se ele fizer, eu só quero que ele continue a me beijar.Seu cabelo loiro platinado é tão macio, que eu não consigo parar de puxá-lo e acariciá-lo, mas aquele peito másculo era a maior tentação de todas, ao menos a mais visível até agora. Merlim, eu deveria sentir vergonha de pensar essas coisas. Foi quando eu senti minha perna direita ser erguida e levada para cima do corpo dele, pela mão saudável dele. Fazia isso com uma certa dificuldade, verdade, ele só esperava que eu entendesse o que ele estava planejando e o ajudasse nisso. Eu não tinha muito tempo para pensar, eu não estava pensando, na verdade. Eu só permiti que ele movesse minha perna para cima de seu colo e me encarreguei do resto. Levei meu corpo para cima dele e sentei em seu colo, em uma posição que deve tê-lo atiçado, porque ele respirou mais forte agora, e apertou minha cintura com força demais... e foi com o pulso torcido. Eu deveria estar enlouquecendo-o, porque ele não parecia sentir dor em seu braço.

Hermione não se importava se estava sendo precipitada ou qualquer coisa do gênero, em momentos como esse, não se pode pensar muito nessas coisas.

Meu pulso doía, latejava, mas eu não me importava. Ela estava me excitando de um jeito que estava sendo difícil de controlar. Eu a puxei para mais próximo de mim, permitindo que ela enlaçasse suas pernas em minhas costas. Interrompi o beijo por alguns instantes, uma oportunidade de recuperar o fôlego e tentar visualizar sua expressão. Eu não enxergava muito com o escuro, mas a expressão dela era como uma súplica para que eu não interrompesse o momento. Como eu poderia recusar uma súplica sua? Eu a beijei mais profundamente do que antes, diminuindo a intensidade do beijo por vezes. Minhas mãos tateavam desesperadas os botões de sua blusa, e por sorte consegui desabotoá-la sem perder muito tempo nisso. Eu estava enlouquecido pelo cheiro de colônia e pela maciez de sua pele. Ela era tão perfeita, mesmo que eu não pudesse observá-la completamente, mas podia sentir. Percebi que ela havia estremecido quando deslizei minha mão da cintura dela em direção aos seus seios. Eram de um tamanho razoável, mas isso não tinha tanta importância, eu só queria senti-los e isso já era o suficiente. Suas mãos estavam desalinhando meu cabelo e o apertando firme conforme meus dedos tentavam invadir seu sutiã, mas não havia vitoria nenhuma nisso, e eu senti a necessidade de tirá-lo, ou enlouqueceria com aquilo. Ela não mostrou resistência nenhuma, novamente. Pousei minhas mãos em seu ombro e retirei sua blusa, não me importando onde ela cairia. Meus dedos sabiam perfeitamente bem o caminho que seguiriam, e fizeram isso depressa. Aqueles feixes sempre me rendiam lutas, mas eu consegui ser rápido. Retirei depressa o acessório intimo, eu nem sabia como ou de que cor era, e o joguei distante dali.

Draco não podia entender como aquilo estava fazendo sentido, mas seus hormônios não se importavam com isso. Agia por impulso.

Merlim, eu suplicaria por ajuda se não estivesse gostando disso. Mas eu estou... delirando de prazer. Ele descolou os lábios dos meus e os deslizou para meu pescoço, deixando um rastro de beijos pelo caminho. Estava mordiscando e beijando com gosto, enquanto suas mãos me causavam o prazer que eu não esperaria sentir hoje, não com o meu “inimigo mortal”. Ele estava acariciando meus seios com uma grosseria que eu não me importava, eu estava enlouquecendo com esse contato, e deixei escapar um suspiro. Então percebi que só o ajudei a se excitar ainda mais, porque ele gostou de me ouvir suspirar, e desceu os lábios ligeiros do meu pescoço e os posicionou sobre um dos meus seios. Minhas mãos apertavam firme seus cabelos, eu sabia que estava atiçando-o mais com isso, mas não havia forma de emanar meu prazer senão daquele jeito. Ele beijava, mordiscava, sugava meus seios, e eu sabia que ele deixaria alguma marca ali. Eu não me importei. Eu fui puxada, então, para mais próximo dele, e senti, nesse exato momento, que seu membro estava rígido.Era uma sensação boa, ter meu corpo sobre o membro excitado dele. Minhas mãos estavam ansiosas para se moverem de seu cabelo, e eu não as impedi disso. Deslizei-as por seu ombro, me desfazendo de uma vez por todas da sua camisa e, em seguida, deslizei as mãos pelo seu abdômen perfeito. Quadribol não era um esporte tão desprezível assim. Então eu alcancei os botões de sua calça, e não me intimidei em nada, simplesmente os abri. Ele não pareceu perceber isso, estava entretido demais em espalhar beijos por meus ombros e seios, e isso era muito bom. Eu alcancei seu membro no exato instante em que ele havia retirado a boca do meu seio direito, e senti sua respiração se intensificar, senti suas mãos procurarem equilíbrio em minha cintura. Ele estava excitado, e eu estava enlouquecendo-o ainda mais com minhas mãos acariciando seu membro. Aquela calça estava atrapalhando... e ele percebeu isso no mesmo instante. Foi quando me segurou firme pela cintura e se ergueu com facilidade, apoiando-se contra a parede atrás dele. Eu estava enlaçada em seu quadril, e não percebi quando ele me sentou em uma mesa próxima. Só conseguia sentir seus beijos desesperados em meus lábios, em meu pescoço, em meus ombros, seios, barriga e umbigo.

Como aquela relação havia evoluído tanto, eles não saberiam dizer. Mas isso não fazia muita diferença agora...

Ela não estava protestando, não estava me afastando dela ou resistindo. Ela era toda minha e eu estava sendo todo dela. Quando eu senti aqueles seios rígidos em meus lábios, em minhas mãos, eu tive certeza de que aquilo não poderia para por ali. E ela provou isso, quando invadiu minha calça com sua mão, tão pequena, mas tão capaz de me levar a loucura. Eu a encarei por alguns instantes, naquela posição sentada sobre a mesa, com os seios nus, as pernas entreabertas porque meu corpo estava entre elas. Seus olhos não expressavam nada. Como eu podia saber como agir desse jeito? Eu arriscaria. Deslizei minha calça já aberta por minhas pernas, feliz por ela ter escorregado com tanta facilidade, e a retirei depressa, chutando-a pra um canto distante. Não faria a menor falta. Eu usava uma cueca boxe preta e ela não era suficiente para esconder meu membro rígido. Eu sabia que ele estava se sobressaindo e ela já havia notado isso, mas eu podia ver desejo em seus olhos. Eu esperei que ela entendesse, ela pareceu ponderar a situação, mas então agarrou meu rosto com uma das mãos e me beijou com intensidade, enquanto sua outra mão deslizava por meu peito e invadia minha cueca. Eu senti ela afastar o pano e baixá-lo, deixando meu membro à mostra. Aquela era uma zona de risco, mas quem se importaria. Eu não resisti, a onda de prazer foi maior do que eu esperava, e agarrei sua cintura, trazendo-me para próximo dela. Sua mão era pequena, mas movia-se com experiência pelo meu membro, alisando-o, de inicio, lentamente, e intensificando os movimentos conforme eu ia dando-lhe sinais de que estava gostando. Meus lábios já não conseguiam mais corresponder aos beijos, eu estava inebriado demais de prazer para isso. Então resolvi beijar-lhe o pescoço, onde eu podia despejar o meu desejo. Minhas mãos caminharam até sua perna novamente e apalparam grosseiramente suas coxas, deslizando por dentro delas e invadindo sua saia. Afinal, porque eu ainda não havia me livrado dela? Certo, eu também não estava em condições disso agora, não quando ela estava deslizando sua mão em meu membro e o tornando cada vez mais rígido... Eu podia ver estrelas...

A sala estava escurecendo cada vez mais, e a luz do luar não estava mais sendo suficiente para iluminá-los.

Eu não lembro de já ter estado tão excitada como eu estava naquele momento. O que esse loiro estava causando em mim, Merlim? Eu não enxergava absolutamente nada, e não era porque estava de olhos fechados não, era porque eu senti minha calcinha se umedecendo com o meu toque em seu membro. Eu estava fazendo isso como se fosse a última coisa que eu faria na vida. Meu corpo estava rígido, quente, já não sentia mais a brisa da noite. Sentia apenas os lábios de Draco o percorrendo, pousando em meus seios e se perdendo por lá. Eu notei a ausência de suas mãos em meus cabelos, em minha nuca, em minha cintura... não...elas estavam muito abaixo disso. Estavam invadindo minha saia, acariciando minha coxa por dentro. Seus dedos tatearam por cima da minha calcinha e encontraram o ponto certo que me daria prazer. E quanto prazer, Merlim... Ele estava agressivo naquele ato, mas eu não me importava, ele estava me levando às alturas. Eu só queria que ele continuasse com aquele movimento, assim como eu não pararia com o meu em seu membro. Eu senti alguns dos seus dedos deslizarem para dentro da minha calcinha e eu não consegui fazer mais nada a não ser soltar um gemido de prazer, sentindo seus dedos invadirem meu sexo, de forma que precisei interromper por alguns segundos o meu ato em seu membro.Mas ele me lembrou disso quando retirou os dedos dali e eu percebi que, na verdade, havia interrompido o meu ato na hora certa. Sua expressão era de completo prazer, uma onda visível de tesão em seus olhos, e por pouco ele não havia gozado em minhas mãos. Eu sorri fracamente, mas ele não notaria o meu sorriso. Isso não era justo, ou ele levava aqueles dedos de volta para onde estavam antes de quase gozar em mim, ou eu iria tachá-lo de egoísta. Ele pareceu ler meus pensamentos, porque eu senti suas mãos alisando minha barriga e descendo rapidamente para minha zona de risco.

*--*

Não era possível, aquilo era completamente inusitado para mim. Porque durante sete anos da minha vida eu repudiei aquela grifinória, e agora a estava quase possuindo. Mas havia muita coisa melhor a fazer que pensar nisso. Ela deve ter percebido minha expressão contorcida de prazer quando eu quase liberei meu sêmen sobre ela, mas foi quase como se ela houvesse adivinhado que aquilo aconteceria, porque ela interrompeu o movimento a tempo para que isso não acontecesse. As mãos delas estavam em volta de meu pescoço e já voltavam a desalinhar meus cabelos, enquanto eu estava deslizando meus dedos pela costura de sua calcinha, sentindo a respiração dela se intensificar. Eu queria invadir aquele pano com todos os meus dedos, mas me livraria dele antes disso. E foi exatamente isso que eu fiz, tirei-o de vista, deslizando não só a calcinha mas também a meia calça rasgada para longe de suas pernas. Ainda havia a saia, mas a pressa de me perder ali era maior e eu não pensei duas vezes, movi minha mão saudável para seu sexo e acariciei o local, enquanto meus lábios procuravam e encontravam os lábios dela e aplicavam-lhe um beijo ardente e selvagem. Eu procurei pelo ponto certo e encontrei seu clitóris com a menor das facilidades. Eu alisava o local e tentava ser o mais cuidadoso nisso, porque o prazer que estava me inebriando estava quase me fazendo perder a cabeça. Eu senti a respiração dela se tornar ofegante em nosso beijo ardente, e deixei que ela respirasse com mais facilidade, movendo meus lábios para o seu pescoço e, com minha mão torcida, acariciei seus seios... a mão torcida estava sendo mais útil do que eu imaginava. Eu sentia as unhas dela se encravando em minha pele, conforme eu roçava minha mão rapidamente pelo seu clitóris. Foi impressão minha o que eu acabei de ouvir foi um gemido? Sim. Ela tentou abafar, mas ecoou audível pelo local. Eu estava causando prazer nela. Então, eu estava cada vez mais motivado a causar-lhe prazer... Pra isso, aumentava a intensidade de meus movimentos, sabendo que estava a enlouquecendo dessa maneira. Eu avistei seus seios novamente, tão chamativos e tão perfeitos, que foi inevitável não apreciá-los em meus lábios novamente. Ela cravou mais algumas unhas e mais alguns puxões de cabelo, e mais um gemido. Aquilo me excitou mais do que antes e, achando o ponto certo com facilidade, eu penetrei meus dedos dentro do sexo dela novamente. Eu ouvi mais gemidos, e fiz isso mais vezes.

Estavam entregues naquele momento que nem em seus sonhos mais remotos ousaram pensar que pudessem acontecer, mas não havia sentimento de culpa ou mesmo repulsa pelo o que estavam fazendo, só havia desejo e vontade de irem cada vez mais a fundo.

Eu estava sendo dominada por uma onda de prazer que eu já conhecia, mas essa estava sendo diferente, porque eu estava desejando isso mais do que nunca. Eu não era inexperiente, eu tinha um namorado afinal, e eu não me importava sobre o que ele acharia disso tudo. A única coisa que me importava agora, era que eu queria mais do que aqueles dedos dentro de mim. Então, eu pensei que tinha que dar algum tipo de incentivo a ele. Deslizei minhas mãos de sua nuca por seu abdômen perfeito, apertando seus músculos e imaginando porque Harry não tinha músculos como aqueles. Merlim, espero que ele não seja bom em legimência, porque o fato de eu estar pensando em meu namorado nesse momento o faria desanimar. Então eu fechei meus dedos de volta em seu membro rígido, sentindo a consistência do mesmo e retornando aos movimentos de antes. Eu senti a respiração dele aumentar e os seus lábios voarem de encontro aos meus novamente. Aquela cena ficaria marcada em minha memória pra sempre: eu estava masturbando e sendo masturbada por meu “inimigo mortal”, presa em uma biblioteca escura e totalmente enfeitiçada. Foi quando eu percebi que o beijo estava se intensificando de uma forma que estava fazendo surgir um calor maior por meu corpo. Eu entendi, então, que meu incentivo havia tido efeito sobre ele. Draco retirou os dedos e a mão do meu sexo, me causando uma certa decepção, porque eu não queria que aquele movimento acabasse nunca. Mas eu não interrompi em momento algum o que eu estava fazendo em seu membro, apenas deixei que ele também quebrasse nosso beijo e deslizasse minha saia para longe de minhas pernas. Era só impressão minha ou agora estávamos igualmente nus? Merlim, ele tinha um físico perfeito, e eu estava sentindo vergonha de meu corpo. Eu podia ver seu rosto, finalmente, porque alguma iluminação maior surgiu pelas vidraças, e eu deduzi que havia sido um feitiço lançado nos jardins. Seus lábios estavam entreabertos, havia um leve inicio de transpiração em sua testa e eu podia até mesmo vez o prazer jorrando de seus olhos.

A guerra ainda continuava fora daquela biblioteca, e a prova disso havia sido a claridade gerada por um feitiço atirado nos jardins do castelo. De todas as pessoas naquela escola, eles eram as mais seguras, mesmo que houvesse feitiços das trevas em portas e janelas. Draco estava completamente inebriado de prazer, o prazer que Hermione estava proporcionando a ele. Mas ele precisava interromper a tempo, mesmo que não quisesse. Foi então que ele pousou sua mão saudável sobre a mão de Hermione e a fez interromper o ato, e ela entendeu de primeira o que aconteceria se continuasse. Hermione sorriu abertamente, sentindo as mãos dele em sua cintura, em suas pernas e em seus seios, e Draco retribuiu ao sorriso discreto, recuperando-se aos poucos.

Não haviam trocado uma única palavra desde o primeiro beijo e desde que aquela sessão de preliminares havia começado. Era tudo perfeito e prazeroso demais para ser estragado com palavras.

Aquela claridade repentina fez com que eu pudesse visualizar seu rosto, aquele rosto perfeito, modelado por cachos. Ela tinha a expressão de prazer que eu imaginei que estivesse, e sorri de volta quando ela sorriu pra mim. Eu sabia que não teríamos muito tempo ali, uma hora aquela guerra acabaria, e eu precisava aproveitar antes que isso acontecesse e, pior, antes que eu perdesse a coragem. Eu a queria só pra mim, eu queria tê-la... eu queria possuí-la. Eu não pensei muito, eu lia isso nas expressões dela também. A mesa em que ela estava sentada, não parecia forte o suficiente para aguentar o nosso peso.Então, eu dei uma olhada para o chão e vi minha capa jogada num canto próximo a nós.Me afastei um pouco dela , apenas para pegar a capa e forrá-la sobre o chão frio,de pedra.Provavelmente , ela entendeu qual era a minha intenção,pois quando eu me voltei novamente para ela , Hermione já havia descido da mesa e estava de pé me observando.Eu encostei meu corpo ao dela,beijando-a mais uma vez, e , aos poucos me abaixando e trazendo-a junto comigo.Continuamos assim até que nossos joelhos encontraram o chão coberto pela minha capa.Fui tombando o corpo para frente,ainda sem desgrudar os lábios,fazendo com que ela deitasse sobre a capa. Não era a cama mais confortável que poderia haver, mas nós não nos importávamos muito com isso. Eu apoiei meu antebraço no chão e evitei pesar muito sobre ela, enquanto acariciava seus cabelos e sua face. Aquela posição me permitia enxergar mais de seu rosto do que antes, e podia ver os olhares de excitação dela. Meu membro rígido estava roçando contra seu sexo e isto, por si, já estava nos inebriando de desejo. Eu deixei que minha mão saudável deslizasse por todo seu corpo, pela face, lábios, ombros, seios, pela barriga esbelta, apertando seus quadris e alisando sua cocha com tesão. Eu senti a respiração dela ofegante, e sabia que precisava de uma permissão para o que queria fazer a seguir.

Seus corpos estavam juntos, no chão nada confortável mas que parecia bom para uma noite em que não tinham muitas opções de conforto.

O que ele estava esperando? Eu gritar para que Hogwarts inteira escutasse, algo como “Me possuía, Malfoy.”??! Não, eu não precisava gritar, ele podia ver isso em meus olhos, ele estava me fitando já há tanto tempo que eu pensei que ele já houvesse tirado essas conclusões por si só. Mas então eu senti os lábios dele pressionarem os meus, de leve. Senti sua língua umedecer meus lábios, e tentarem invadir a zona. Eu estava entendendo o que ele estava planejando, eu já havia vivido experiências como essa antes. Era uma permissão que ele queria. Eu permiti: entreabri meus lábios e deixei que sua língua invadisse minha boca, indo de encontro direto à minha língua. Estávamos visivelmente excitados, e não era apenas o membro rígido dele que demonstrava isso, era minha respiração ofegante e meus músculos que se contorciam de desejo. Ele entendeu a permissão dada e pressionou uma das mãos forte em meu quadril, enquanto eu ajustava meu corpo ao dele, de forma que facilitasse o ato. Seus lábios se descolaram dos meus e seus olhos ainda me deram uma última fitada, antes que ele aproximasse seu quadril do meu e o encaixando perfeitamente ali. Eu senti meu coração bater mais forte, eu queria gritar para que ele fizesse aquilo o mais depressa possível, ou então eu explodiria de prazer. Um sorriso travesso escapou por seu lábio, quando eu senti seu membro penetrar cauteloso meu sexo. Meu corpo todo estremeceu com isso, mas ele não se importou, simplesmente continuou a penetrar cada vez mais, e fez isso lento de inicio. Ele por acaso estava esperando por algum hímen para ser rompido? Bobo...

Definitivamente, seus corpos estavam juntos agora. O momento era quase mágico, e não era pelos feitiços em portas e janelas, era pelo desejo que emanava de seus poros e os inebriava até a última gota de suor.

Eu havia ganhado a permissão que desejava. Isso não podia estar sendo melhor, eu a estava possuindo. Meu sorriso maroto revelou o quanto eu estava feliz por tê-la? Eu pressionei meu quadril ao dela e impulsionei meu membro para dentro dela. Merlim, eu me queria dentro dela mais do que a minha própria vida. Era como se eu quisesse prolongar aquele momento... seria a primeira, e provavelmente única, vez que eu estaria entrando em Hermione. Mas o desejo e o tesão estavam me enlouquecendo , então me impulsionei ainda mais para dentro dela. Era incrivelmente apertadinho e quente, aquilo estava sendo meu combustível. Pressionei sua cintura com mais força e não sei se o gemido dela havia sido causado por dor ou por prazer, porque agora eu movimentava meu membro dentro dela, em movimentos de vai-e-vem, intensificando aos poucos, conforme eu percebia que não a estava machucando. Ela era tão frágil aos olhos. Eu senti uma onda de êxtase que não acabava mais, e sabia que aquele momento estava sendo perfeito.

Seus corpos estavam se movendo em um ritmo ensaiado, enquanto suas respirações se tornavam cada vez mais ofegantes. Hermione não dava a mínima para o quanto errado ou certo aquilo poderia ser, simplesmente queria aquela experiência para ela. E Draco jamais se importaria se estaria fazendo o certo ou errado, porque havia aprendido que, na vida, importa apenas a intensidade das coisas que se faz. E aquilo era intenso para ele, e seria enquanto ainda estivesse guardado em sua memória.

Isso estava sendo melhor do que eu havia imaginado que seria. Eu pensei que me detestaria por estar fazendo isso, que detestaria o momento, pela simples razão de não haver sentimento algum ali, apenas desejo. Muito desejo. Eu sentia seu membro entrando e saindo de mim, e roçando em meu ponto de prazer máximo de leve, causando uma onda de excitação em meu corpo. Era a sensação mais perfeita do mundo, e era Draco Malfoy quem estava me proporcionando. Eu queria gritar, gemer o mais alto que conseguia, mas meus sentidos estavam todos oprimidos pelo prazer. Eu sabia que por vezes liberava alguns gemidos, mas isso parecia atiçá-lo cada vez mais, porque ele intensificava a pressão dentro de mim. Eu afundei meus dedos em sua pele, tentando liberar todo o prazer que estava sentindo, e cada vez que eu fazia isso, eu o atiçava ainda mais. Isso estava sendo divertido, porque estávamos intensificando nossos prazeres a medida que os liberávamos. Eu podia sentir o leve suor fluindo em nossos corpos, apesar de aquela ser uma noite fria. Estava tudo em perfeita harmonia: nossos corpos, nossos desejos, nossos prazeres, nossas respirações ambas ofegantes, nossos gemidos ambos abafados sem sucesso... menos a guerra fora do castelo, que não combinava nada com o sentimento de felicidade que nos dominava. As mãos dele passeavam por meu corpo, afundavam em meus quadris, em minhas coxas, em meus seios, em todos os cantos possíveis. Enquanto eu me afundava em seus músculos.

Mais um clarão ao lado de fora das vidraças que iluminava o local, dando visão a cena que se desenrolava ali. Estavam em sincronia de corpos.

Eu estava delirando de prazer, completamente excitado. Eu explodiria a qualquer momento, e esse momento estava cada vez mais próximo. Eu ouvi um gemido mais alto vindo de Hermione, e aquilo me levou a loucura. Eu apertei firme sua cintura e nem senti a dor que isto causou ao meu pulso. Eu também estava soltando gemidos agora, e o momento de explosão estava cada vez mais próximo. Ela pareceria pressentir isso, mas eu sabia que estávamos alcançando o momento juntos. Não... nós iríamos apenas gozar a qualquer momento. E esse momento chegou. Eu senti uma onda de satisfação percorrer minha espinha, enquanto eu liberava o líquido de meu membro, e me preparava para sair do seu sexo. Fiz isso muito mais do que satisfeito, ainda completamente inebriado. Escorreguei para seu lado, por sorte a capa era suficientemente grande para nós dois sobre ela. Eu ousei um olhar rápido para a face dela e percebi que ela estava tão extasiada quanto eu. Sorri de canto de lábio com essa constatação. Havia sido minha melhor transa de todas que já experimentei.

Os clarões ao lado de fora dos jardins eram mais fortes agora, e iluminavam cada vez mais o local. Estavam exaustos dividindo um ao lado do outro a mesma capa. Hermione sorriu satisfeita, observando a face de Draco por alguns instantes, antes de se encurvar sobre ele e depositar um beijo rápido sobre os lábios dele. Draco sorriu com os lábios juntos ao dela, e enlaçou seus braços em volta de sua cintura.

Aquele líquido todo jorrando dentro de mim foi a sensação mais prazerosa que já tive. Aquele foi meu melhor momento, e eu estava feliz porque não estava com medo do que seria de nós por isso. Eu o beijei ardente, mas ligeira, e fitei sua face uma vez, demoradamente. A iluminação repentina ajudou para que eu entendesse que ele estava feliz também. Era engraçado, mas não havíamos trocado uma única palavra ainda. Ele era tão perfeito. Aqueles cabelos loiros que caiam sobre sua face, agora um pouco molhados pelo suor, aqueles olhos cinzas que me fitavam. Em anos aqueles olhos foram misteriosos e agora eu podia enxergar com facilidade o desejo dentro deles. As suas mãos macias e frias que estavam percorrendo meu corpo agora, estavam me fazendo sentir como se eu fosse uma garotinha boba e apaixonada. Aquilo era tão irreal, mas tão perfeito ao mesmo tempo. Eu queria desaparecer com ele para qualquer lugar que fôssemos só nós dois e mais ninguém. Eu estremeci pensando nisso... não era verdade, havia mais pessoas nessa história toda.

Em questão de segundos a completa expressão de felicidade e realização de Hermione havia se desfeito de seu rosto e, inevitavelmente, a expressão de desejo de Draco também se desfez. Ele estava preocupado com o que exatamente estava preocupando Hermione. Havia tantas coisas inexplicáveis naquela relação, ele simplesmente não queria ter que tentar explicá-las.

Draco entendia bem o que estava preocupando a castanha, debruçada sobre seu peito nu. Acariciou os cabelos dela com carinho e cautela, sorrindo amigável, mas ela não estava retribuindo nenhum dos seus sorrisos. Foi então que deslizou sua mão e pegou a mão dela depressa, entrelaçando seus dedos aos dela. Hermione sentiu o contato de seus anéis de compromisso, uns contra os outros. Soltou um suspiro de desânimo e só o fitou novamente quando ele começou a falar, pela primeira vez desde o inicio da transa.

- Nós podemos dar um jeito nisso, não podemos? – sua voz era rouca, não havia sorriso em seus lábios.

Hermione não respondeu, permaneceu em silêncio, observando a expressão do loiro e desejando que ele não lêsse seus pensamentos.

- Não. Não podemos. – Draco respondeu sua própria pergunta, com um tom de tristeza. – Eu realmente sinto muito... porque eu faria tudo para que pudéssemos dar um jeito nisso.

Hermione, novamente, não disse nada. Apenas continuou a fitá-lo.

Havia lágrimas em meus olhos, Merlim, não deixe que ele perceba isso. Eu estou evitando que elas escapem por meus olhos, mas eu não sei até quando vou ser capaz disso.

Draco sorriu amigável para ela, um sorriso amarelo de tristeza. Ele estava se esforçando para não pressioná-la quanto a qualquer decisão. Simplesmente acariciou a face dela novamente e levou sua cabeça de encontro a seu peito nu, fazendo-a deitar-se ali, enquanto fazia-lhe cafuné.

- Foi especial pra mim. Me desculpe se magoei você. – Draco sussurrou em seu ouvido. – Vai ficar tudo bem.

Eu estava tentando passar algum tipo de tranqüilidade para ela. Porque eu sabia o quanto ela estava tensa com aquela situação. Não era nada de que nos orgulhávamos, havíamos traído pessoas que nos amavam. Mas eu não estava me importando com isso. Eu tinha planos pra nós... isso era ridículo, mas eu estava sentindo alguma coisa inexplicável por ela. Eu senti uma gota molhar meu peito. Eu a magoei, mas agora é tarde demais...

Hermione não iniciaria pranto algum. Seu choro não era desesperado, era de tristeza. Sua vida voltaria a ser a mesma quando cruzasse as portas de carvalho.

- Melhor nos vestirmos. – Draco quebrou o silêncio. – A guerra já deve ter acabado.

Hermione se moveu para longe dele, sentindo os arrepios pela brisa fria que entrava pelas frestas de janelas distantes. Draco percebeu isso, e a abraçou tentando aquecê-la. Estavam sentados no chão e aquela era a última oportunidade de Hermione dizer ao menos alguma palavra que tirasse a culpa que ele estava sentindo. A castanha respirou fundo e pressionou seus lábios sobre os dele muito desesperadamente. Ele não esperava por isso, simplesmente segurou sua face em suas mãos e retribuiu caloroso.

Por fim, quando Hermione se separou dele, o fitou o mais fundo que pôde e disse, com a voz quase embargada:

- Especial não é a palavra. Foi minha melhor experiência. E você não me magoou, você só fez com que eu percebesse o quanto fui injusta detestando-o por todos esses anos.

Draco sorriu discreto com isso. Era bom ouvir a voz dela novamente.

• CONTINUA

N/A: aaaaaaaahhhh... porrr faaavoooorr... digam o que acharam!!!! Eu implooroo!! hAUhua...

Bjus e valeu, gente... pelos coments!!!

Valeu:

Mariana, Elros Dust'Amandill, JOSY, MarianaMalfoy, adriele, Mione03, Ane Black Malfoy, NaH Potter Malfoy, SaRoCCaS, karla Moreira, Akasha. **Ane e Lyra B. Malfoy**. Wanneli da Silva Rosa, Naty, Lisa, ; Lalaah Granger Veráciz

Desculpe se esqueci alguém!!!! Aqui está o meu agradecimento!
\o/
Comentem!!!

E tem prévia on do cap. 23 em Era para ter sido apenas um jogo...
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=17868


-- aahh siim... claro... e tem fic nova na áreaa...!!!!
Renaissance - Fora de Controle....

http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=30410

fic minha e da Ju Fernandes...!!! visitem??!!

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 25/12/2013

Putz! Morri aqui! Ai meu deus! Muita perfeiçãaaao!

Nota: 5

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