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1. lembranças


Fic: Reconquistando o amor- dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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– Draco– o loiro de olhos cinza agarrou com força a cintura da castanha aumentando o ritmo das estocas, abocanhou o mamilo róseo e turgido sugando com vontade fazendo a mulher soltar um grito de prazer anunciando o gozo, girou o corpo agora por cima ainda se movendo rapidamente, com força- Diga que é minha mon petit– agarrou a coxa dela com força aumentando ainda mais o contato- Diz meu amor– as palavras saiam entrecortadas– Eu sou sua só sua meu amor, Draco por favor– agarrou a cintura da morena indo o mais fundo possível- Goza pra mim– e com mais uma estocada ela chegava ao seu máximo novamente, a contração do seu canal foi o estopim para o prazer do loiro fazendo ele se desmanchar dentro dela. Ofegante saiu com de dentro do abrigo que era o corpo dela, deitando ao seu lado puxando o corpo pra si.


– Senti sua mon petit!


– Também senti a sua- ela disse com um sorriso no rosto- me promete uma coisa? Ela girou o corpo pra encarar a face do marido.


– Claro meu amor o que quiser!


– Nunca mais fique tanto tempo longe, ainda mais agora...


– Agora?


– Você vai ser pai Malfoy, nós vamos ter um bebê!


Os olhos cinza se arregalaram em choque, um bebê? Ele mal tinha vinte anos e já seria pai, olhos nos olhos avelas da esposa, felicidade brilhavam naqueles olhos, sorriu também ele tinha feito sua escolha quando lutou por ela não imaginou que seria pai tão cedo, mas encararia, pai ele não conhecera uma figura paterna por isso naquele momento ele decidiu que seria o melhor pai do mundo para aquele bebê e para os próximos que viriam.


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– Pai? Pai? Acorda pai! Um garotinho loiro de olhos cinza extremamente parecido com o pai, pulava na cama sacudindo o corpo do homem.


– Já vou filho.


– Vai rápido pai porque a Annie tá chorando e a Fran não sabe mais o que fazer.


Se sentindo extremamente cansado ele levantou espreguiçando-se, tomou um banho gelado afugentando os resquícios de sono do corpo forte e bem moldado, sem vontade fez a barba olhando depois para o seu reflexo no espelho, se alguma coisa mudara desde o seus 17 anos era que o tempo fizera muito bem a ele, seu corpo estava forte ressaltando seu ar elegante, os olhos cinza continuavam gélidos, seu rosto era de um homem maduro, ele estava muito bem para seus 25 anos.


– PAIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!


Um sorriso se formou nos lábios finos se não fosse por seus filhos ele não sabia o que seria dele, hoje fazia 2 anos, 2 longos que ela não estava mais ali, que ele não ouvia mais a sua voz, nem sentia seu cheiro, se não fosse por Scorpio e Annie ele não aguentaria disso tinha certeza.


– Pronto filho- agachou perto do menino, Scorpio com quatro anos era uma miniatura sua, assim como Annie os dois tinham o mesmo cabelo loiro platinado os olhos cinza, puxaram da mãe somente a alegria e a inteligência, o menino deu um beijo no rosto do pai abraçando seu pescoço, ele pegou o menino no colo dirigindo-se ao quarto de sua filha. A menina chorava, colocou o garoto no chão pra depois pegar a menina do colo da elfa que parecia desesperada.


– Papá. A menina abriu um grande sorriso pro pai.


– Oi meu anjinho.


Draco levou os filhos para a sala de jantar, a mesa farta do café já posta pelos elfos agradou as crianças, a refeição foi animada, tanto que permitiu ao homem um momento de alívio pra a dor que sentia, ali com seus filhos ele não pensou na esposa ali ele se permitiu sorrir sem culpa.


 


...


Segurava firmemente a mão do garoto, enquanto carregava a menina no colo, as pessoas que passavam ali já estavam acostumadas com a constante presença da imponente família Malfoy, Draco conseguira tudo o que seu pai almejou, ele era poderoso, respeitado e rico, muito mais rico do que um dia seu pai pensou em ser, mas nada disso importava pra ele porque ela não estava lá.


– Tia Gina! Soltou a mão do garoto que segui em direção a mulher ruiva parada na porta do quarto perto de um homem moreno de olhos incrivelmente verdes e um outro homem também ruivo. Scorpio ficou feliz na presença dos “tios” conversando com eles e contando tudo o que fizera na semana, Annie também parecia feliz, pois logo começou a chamar pelo tio “aly”.


Depois de dar atenção aos sobrinhos Gina se aproximou de Draco, dando um abraço reconfortante e um beijo na bochecha.


– Como você esta hoje Draco?


– Bem Gina! Potter, Weasley! Cumprimentou os homens com um aperto de mão com o passar dos anos apreenderam a se respeitarem e podiam dizer que até eram amigos.


– Vamos entrar?


Suspirando Draco abriu a porta, o quarto era incrivelmente branco as janelas estavam abertas fazendo que os raios solares iluminassem a face da mulher morena que estava deitada na cama ligada à vida por aparelhos, o coração do loiro se apertou Hermione mon petit, aproximou-se da cama passando as mãos pelos cabelos ralos e sem vida da esposa, dois anos e ela ainda estava ali, a culpa sempre o atingia nesses momentos se ele estivesse em casa naquele dia como ele havia prometido ela não estaria ali, ela estaria em casa cuidado dos filhos e brigando com ele por mima-los demais.


– Oi meu amor -disse com a voz rouca- trouxe nossos filhos para te ver!


Scorpio olhava para o corpo da mão com lagrimas nos olhos, sabia que seu filho sentia muito a falta mãe já que esteve com ele por dois anos antes do fatídico dia, enquanto Annie apenas observava com curiosidade, o acidente aconteceu quando ela tinha apenas dois meses, ele sofria por isso ela não conhecia a mãe por culpa dele só dele.


– Não se sinta culpado Draco, você não tinha como saber. Potter colocou a mão sobre o ombro do homem loiro, consolando o quase amigo. Um silencio se abateu pela sala até que um medico interrompeu o momento


– Senhor Malfoy? O loiro se virou em direção ao medico- temos que conversar.


 


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