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4. Capítulo IV


Fic: Krumione: A Garota das Poções - CONCLUÍDA NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Naquela noite, Hermione não conseguiu conciliar o sono. As palavras de Gina não lhe saíam do pensamento. Impaciente, rolava de um lado para outro da cama. Talvez a amiga não tivesse compreendido exatamente o que se passara entre ela e Viktor. Desconfiada demais... Admitia que talvez Gina tivesse razão, mas, por outro lado ela não conhecia Viktor e suas deduções baseavam-se apenas no relato de Hermione.


Cruzou os braços sob a cabeça, desistindo de tentar dormir. Deixou o olhar vagar pelo quarto. No escuro, os objetos eram apenas imagens indistintas, confusas; um autêntico reflexo do estado de espírito de Hermione. Angustiada, sentou-se e abraçou os joelhos. Precisava ser racional e encarar de frente o problema.


Não podia descartar a hipótese de ter sido injusta com Viktor. Neste caso, deveria deixar as coisas como estavam ou tomar alguma atitude? Precisava ser honesta consigo mesma e admitir que desejava esclarecer tudo. O único problema era descobrir uma forma de fazer isso. Não podia simplesmente aparecer diante dele e dizer que gostaria de esquecer o que se passara e recomeçar de onde haviam parado. Viktor, com certeza, pensaria que ela era louca e Hermione não poderia censurá-lo. Deitou-se outra vez sob as cobertas, imaginando um jeito de tentar uma aproximação.


Quando o despertador tocou, às seis horas da manhã ela já estava de pé e vestida. Havia encontrado uma resposta para o seu problema. Pelo menos era o que esperava.


Às sete horas, Hermione aparatou no Ministério da Magia, mas, deliberadamente evitou as sala em que Viktor deveria estar. O início da manhã era o período de maior atividade para os bruxos. A caminho de sua sala, Hermione sentia-se exultante. Agora ela fazia realmente parte de toda aquela engrenagem e era uma peça vital para o seu bom funcionamento.


Draco não estava lá quando ela chegou, mas havia deixado um bilhete, onde determinava algumas necessidades que deveriam ser examinadas com especial cuidado. Não havia nenhum caso sério, apenas os problemas habituais, de modo que lá pelas dez horas, Hermione já havia terminado seu trabalho; Com passos decididos, saiu de seu laboratório de poções. Era momento de colocar seu plano em ação.


Cada bruxo tinha sua visita previamente elaborada. A cada passo, Hermione sentia que sua segurança diminuía. O que diria quando estivessem frente a frente? Tudo havia parecido tão mais simples antes.


Desapontou-se ao constatar que Viktor não estava por perto, a não por algumas pessoas ao redor, o lugar parecia abandonado. Já estava a ponto de ir embora, quando ouviu alguém chamá-la. Voltou-se e reconheceu um dos companheiros de Viktor, Dimitrov, o homem que se machucara no dia anterior. Ele mancava um pouco e uma das mãos estava enfaixada.


— Que bom encontrá-la aqui, Srta. Granger. — Havia sinceridade na sua voz e uma expressão de alegria nos olhos escuros. — Eu queria mesmo conversar com a senhorita.


— Eu estou sempre por aqui, Dimitrov — falou Hermione.


— A senhorita tem um minuto?


Um minuto? Hermione tinha todo o tempo do mundo. Agora que terminara de examinar os pedidos de seu único cliente fixo, tinha o dia inteiro livre pela frente.


— É claro, Dimitrov.


Nunca haviam sido apresentados um ao outro; conheciam-se apenas de vista, mas Hermione sempre simpatizara com Dimitrov. Seu amor por criaturas mágicas era evidente pela forma abnegada com que fazia o seu trabalho. Nenhum outro seria tão dedicado. Devia ter mais de vinte e cinco anos, mas a vida ativa que levava ajudava-o a conservar-se ágil e em boa forma.


— Espero que você não esteja muito machucado — disse Hermione, apontando para a mão enfaixada.


— Não foi nada. Eu tive sorte. Do jeito que aquele hipogrifo praticamente me jogou para fora do estábulo... — Estremeceu ao lembrar-se daquele momento de pânico. — Eu poderia não estar aqui agora.


— Nem diga isso, Dimitrov.


— Mas é verdade. A senhorita estava lá e viu como aquele animal estava enfurecido. Em tantos anos de profissão, nunca enfrentei uma situação tão difícil. — Sorriu, como para atenuar o efeito trágico daquela lembrança. — Eu me senti um artista de circo; num momento estava de pé; no seguinte estava em pleno ar.


Hermione sorriu também e, decidida a adotar o tom brincalhão dele, acrescentou:


— Foi um verdadeiro show.


— Aposto que foi mesmo. — E ambos caíram na risada.


— Falando sério, Dimitrov. Fico feliz em ver que você está bem.


— Obrigado. Foi mesmo uma sorte. Eu não posso me dar ao luxo de ficar hospitalizado justo agora, durante os preparativos para os principais páreos da temporada.


— Mas o que você quer falar comigo? — perguntou Hermione. — É sobre o que aconteceu ontem?


Dimitrov confirmou, a fisionomia subitamente grave.


— Nós já recebemos o resultado da autópsia.


— E... — Hermione mal conseguia disfarçar a ansiedade.


— O hipogrifo estava com um coágulo no cérebro.


Era como se houvesse tirado um peso dos ombros dela. Então estava certa, mas em seguida lembrou-se de que a incompetência de Martin Desmond poderia causar problemas a Viktor.


— Mas felizmente nós não vamos ter problemas com a companhia de seguros — adiantou Dimitrov, antes que ela perguntasse qualquer coisa. — O Dr. Desmond declarou que o hipogrifo estava expondo todos, inclusive ele, a um grande risco e que não lhe restava outra alternativa senão sacrificá-lo.


— Entendo...


Hermione procurou evitar que a revolta transparecesse em sua fisionomia. Quanta desumanidade! O animal poderia ter sobrevivido se Martin Desmond lhe houvesse dado essa chance. O pior de tudo era que, mesmo sabendo do resultado da autópsia ele não se emendaria. Talvez a sua reputação estivesse um tanto arranhada agora, mas em breve, aquele incidente seria esquecido e Martin continuaria a usar seus métodos arbitrários. Um homem como ele era indigno de usar o título de tratador de criaturas mágicas.


— Bom, pelo menos a perda não foi total — afirmou Hermione embora intimamente achasse esse detalhe insignificante. Que importância tinha o dinheiro se comparado à morte estúpida de um belo animal?


— É verdade — concordou Dimitrov numa voz inexpressiva.


— Há muito tempo eu venho insistindo com o Sr. Krum para que troque de tratador. Depois do que houve essa medida me parece ainda mais necessária. — E, para surpresa dela, acrescentou: — Eu gostaria que a senhorita cuidasse dos nossos animais, srta. Granger. O que acha disso?


O coração de Hermione disparou. Dois clientes tão importantes num só dia? Era bom demais para ser verdade. Estava achando engraçado que ela, uma mestre de poções estivesse sendo chamada para tratar de criaturas mágicas. Aquela nem era sua área, de fato! Desejava ir, mas, no instante seguinte, já não estava tão convicta. Como poderia aceitar aquele convite? Trabalhar para Viktor significaria encontrá-lo todos os dias envolver-se com ele além do limite aconselhável. Não, não podia arriscar-se tanto. Não quando era incapaz de controlar suas emoções perto dele.


Mas, por outro lado, só um louco recusaria uma oportunidade como aquela. E ela não podia se dar ao luxo de virar as costas à sorte.


— Viktor... O Sr. Krum concorda com você?


— Claro que sim! — confirmou Dimitrov. — Ele não anda satisfeito com o Dr. Desmond. Há muito tempo eu venho procurando convencê-lo a escolher outro tratador, mas... — Calou-se de repente, temendo falar demais. — Bom, isso não importa agora. O que interessa é que ele concordou.


Hermione ainda tinha dúvidas. Viktor teria concordado mesmo? Nesse caso por que não falara pessoalmente com ela a respeito? Talvez Dimitrov estivesse se adiantando, agindo sem o aval do patrão.


As palavras de Gina voltaram-lhe à mente com a rapidez de um relâmpago. Novamente estava sendo desconfiada demais. O treinador não havia afirmado que Viktor decidira contratá-la? Ele não seria leviano a ponto de agir à revelia do patrão.


Se o convite fosse para valer então ela o aceitaria sem hesitar. Não iria dar um pontapé na sorte só porque havia um mal-entendido entre eles. Não permitiria que aquela atração irracional que sentia por Viktor a impedisse de agir em benefício de sua carreira. Precisava ser mais objetiva e concentrar-se apenas no trabalho.


Dimitrov aguardava a resposta dela. Hermione sorriu e estendeu-lhe a mão, que ele apertou com ar satisfeito.


— Será um prazer trabalhar com vocês, Dimitrov. — Sua voz soou decidida, mas no fundo ainda temia estar cometendo um grande erro.


Hermione nunca imaginara que as notícias se espalhariam com tanta rapidez. No dia seguinte, todos já comentavam a sorte da Srta. Granger e os que não a conheciam estavam curiosos para saber quem era aquela principiante que, de uma só vez, conquistara a confiança dos proprietários dos dois maiores serviços da região. Antes que a semana terminasse ela já havia sido procurada por vários homens do ramo e em sua agenda, não havia mais horário disponível.


Os dias vazios e inativos não faziam mais parte da rotina de Hermione. Só voltava para casa após o escurecer exausta, mas feliz por aquela guinada em sua vida. Como era bom sentir-se útil e realizada, conseguir vencer finalmente, após tanta luta e dedicação.


Só uma coisa a impedia de se sentir completamente feliz. Ou melhor, duas coisas, admitiu para Gina certa noite. Estavam sentadas no chão da sala de Gina, tomando vinho branco gelado. Há uma semana não tinham oportunidade de conversar, pois a amiga passara os últimos diasem Nova York, dando assessoria a uma grande epidemia que havia se alastrado.


— Poxa eu bem que gostaria de arrumar um emprego como o seu — comentou Hermione, rindo. — Dois jantares e três festas numa única semana! Não sei como você tem disposição para trabalhar depois dessas noitadas.


— Eu gosto de viver intensamente — admitiu Gina. — Durante o dia eu me concentrava nas análises e não pensava em mais nada, mas, à noite, tratava de me divertir o máximo que pudesse. — Tomou um gole de vinho e apoiou a cabeça nas almofadas do sofá. — Eu adoro Nova York, Hermione. Que cidade fascinante! Há tanta coisa para se ver, para se fazer. Nós podíamos ir para lá nas férias. — Seus lábios entreabriram-se num sorriso cheio de malícia. — Garanto que iríamos nos divertir muito. Ainda mais agora que eu conheci dois caras fantásticos. Um deles é bem o seu tipo.


— Sinto desapontá-la, mas acho que tão cedo não vou tirar férias. Você nem imagina o que aconteceu por aqui esta semana. — Fez uma pausa para criar um pouco de suspense. — Eu consegui tantos clientes que agora estou com a minha agenda repleta. Estou cuidando de seis negociadores e fui obrigada a recusar outros três.


Em poucas palavras, contou a Gina seu encontro com Dimitrov, as propostas de trabalho que se seguiram às do companheiro de Viktor, a súbita amabilidade das pessoas que a haviam ignorado durante o tempo em que era apenas uma principiante lutando por uma chance.


Gina ouviu atentamente e vibrou com o sucesso da amiga.


— Quer dizer que o grande Viktor Krum convidou você para trabalhar para ele, hein? Eu sabia que ele tentaria uma aproximação.


— Bom, não foi exatamente assim — confessou Hermione. — Eu conversei apenas com o companheiro de Viktor.


— E daí? Ele estava representando o patrão, certo?


— Suponho que sim...


— Mas então, qual é o problema? Você está tão estranha! — constatou Gina.


— É que... Oh eu não sei o que há comigo! — desabafou Hermione. — O que me perturba é não ter visto Viktor sequer uma vez, depois daquela noite.


— Ah...


Hermione franziu as sobrancelhas.


— Posso saber o que significa esse "ah"?


— Nada. Apenas "ah".


— Se você... Se você pensa que eu estou interessada nele...


— E não está?


— Não! Apenas eu... — Interrompeu-se ao ver a expressão divertida da amiga. Sabia que não podia esconder nada dela. — Muito bem eu admito: estou interessada nele. Quem ficaria indiferente a um homem tão atraente, seguro, bem-sucedido? — perguntou, tentando justificar-se.


— Ele é solteiro?


— Absolutamente.


— Como você sabe?


— Ouvi alguns comentários.


— Então qual é o problema? Não me diga que é aquela bobagem de não querer misturar trabalho e vida afetiva.


Hermione suspirou, contrariada. Gina tinha o poder de ir sempre direto ao ponto. Nada lhe escapava.


— Eu não quero que as pessoas pensem que...


— Que você conseguiu o trabalho com Viktor porque foi para a cama com ele — completou Gina por ela.


Algumas vezes a franqueza de Gina deixava Hermione desconcertada e um tanto irritada, mas, novamente, a amiga acertar em cheio.


— Você se lembra do que eu lhe contei sobre Martin Desmond?


— Aquele tratador que você tem vontade de mandar pastar ao lado dos hipogrifos?


— Ele mesmo. Você pode imaginar como está se sentindo depois de ter perdido alguns clientes para mim. Se ele suspeita que entre mim e Viktor...


— Você vai deixar de ver Viktor só por causa daquele sapo velho? — interrompeu-a Gina, indignada.


— Eu não sei... Preciso cuidar da minha reputação.


— O seu conceito de profissionalismo já está beirando o exagero, Hermione — advertiu-a Gina. — O que você quer? Terminar os seus dias velha e sozinha, tendo apenas os caldeirões como companhia? Pode muito bem cuidar da sua carreira e ter um caso com Viktor ao mesmo tempo.


— Se você me disser como...


— Bom, tem que haver um jeito. Os homens não fazem isso? — argumentou Gina. — Por que não nós?


Hermione não soube o que responder. Se Martin Desmond tivesse um caso com alguém, as pessoas achariam muito natural, mas ela sabia que seria alvo de comentários maldosos se decidisse assumir um romance com Viktor.


— É, para um homem é bem mais fácil levar a vida — comentou Hermione, o olhar vago, como se falasse consigo mesma. Gina sentiu-se dominada pela mesma melancolia. — Por que tudo tem que ser tão complicado? — desabafou. — Devia ser mais simples resolver os problemas à medida que ficamos mais velhas e conhecemos mais a vida.


— Quem lhe disse essa bobagem?


Gina sorriu com melancolia.


— Provavelmente algum adolescente. Bom, acho melhor fazermos alguma coisa para sacudir essa fossa — falou Hermione, procurando animar a outra. — Que tal um cinema?


Mas a comédia romântica não foi uma boa escolha. Pelo menos para Hermione. A história lembrou-lhe a sua complicada vida amorosa. Embora o ator principal tivesse cabelos e olhos castanhos e a atriz fosse uma loira exuberante era como se na tela estivessem ela mesma e Viktor vivendo um tempestuoso caso de amor.


Por que ela estava tão interessada nele, afinal? Outros homens já haviam passado por sua vida, mas nenhum conseguira envolvê-la daquele jeito, dominar seus pensamentos ou fazer seu corpo vibrar tanto apenas com um beijo.


Quanto mais tentava esquecê-lo, maior espaço ele ocupava em seu pensamento. No Ministério, o olhar dela buscava ansiosamente por ele. Quando estava tratando de um dos pedidos de Viktor, ouvia com toda a atenção os comentários de Dimitrov e dos outros sobre o patrão; ao menor ruído na porta, seu coração dava um salto no peito, mas em seguida, decepcionada, voltava a concentrar a atenção nos caldeirões. Viktor nunca aparecia quando ela estava trabalhando lá.


Na escuridão do quarto, à noite, Hermione imaginava cada detalhe daquele rosto bonito. O corpo ela nunca vira, mas deixava a imaginação trabalhar: ombros largos, peito de atleta, pernas longas e musculosas. Quanto mais real a imagem, maior o tormento de Hermione. Parecia uma adolescente diante do primeiro amor, mas os seus sentimentos eram mais intensos e profundos que uma paixonite de garota. Suas aspirações e seus desejos eram os de uma mulher madura.


E pensar que ela planejara o futuro com tanto cuidado: a universidade, a opção pelas poções, o trabalho no Ministério; Enfim, uma vida independente e produtiva, sem espaço para emoções que não pudesse controlar. Admitia que pensara na possibilidade de se apaixonar e casar... um dia, mas era uma hipótese remota, que pertencia a um futuro distante.


Mas então Viktor Krum surgira na vida dela e aquele plano tão bem montado ruíra como um frágil castelo de cartas. Era tudo tão absurdo. Mal conhecia aquele homem, mas tinha consciência de que não conseguiria negar-lhe nada quando encontrasse seus olhos castanhos e ouvisse aquela voz rouca envolvente.


E era isso o que a assustava mais do que tudo.

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