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47. Sonho misterioso


Fic: Harry Potter e a Volta do Príncipe


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Harry acordou em cima de uma cama macia, rapidamente olhou para o ambiente onde estava, e logo reconheceu como sendo a ala hospitalar da ordem da fênix. Estava escuro, apenas a luz do luar que entrava pelas grandes janelas, iluminava o ambiente.

Harry se posiciona melhor na cama, e logo vê seus óculos da mesinha ao lado, estende seu braço para pega-lo observa que não sente mais a dor que o incomodava, olhou para o ombro onde deveria estar um grande ferimento, e lá encontrou apenas uma cicatriz.

_[i]Como assim uma cicatriz?!?[/i] – Harry se perguntou em pensamento. Nunca um ferimento causado em solo mágico o deixou com uma cicatriz, a não ser a cicatriz feita por Voldemort a vinte dois anos atrás.

Harry não entedia como isso havia acontecido, sabia que de certo havia alguma poção que deveria fechar o ferimento o deixando livre de qualquer evidencia de que havia se machucado. Ele queria saber por que não haviam lhe dado essa poção enquanto estava desacordado

Harry levanta da cama e anda até próximo a outra cama. Seu corpo estava de certa forma pesado, como se estivesse se cansado de alguma forma. Não vê ninguém dali além dele mesmo, não estranhou, apenas continuou a andar até a saída.

Ao chegar próximo a saída escuta duas pessoas conversando do outro lado do cômodo. Eles eram separado apenas por uma parede que seria rapidamente atravessada, se Harry apenas desse três passos para a direita, dando a volta no cômodo.
Não reconheceu a quem pertenciam as vozes, diminuiu gradativamente os passos afim de tentar descobrir a quem pertenciam.

Harry conseguia escutar a batidas se seu coração acelerar pouco a pouco devido a adrenalina que começava a tomar conta de seu corpo ao escutar com mais nitidez as vozes, mas ainda impossíveis de se saber a quem pertenciam.

_Você sabe que não deveria ficar andando pelos corredores a essa hora da noite... – Harry pode ouvir uma voz masculina, grossa e ridiculamente irônica dizer.

_Cale a boca cuide da sua vida... Você é que não deveria estar [i]aqui[/i] na Ordem! Ainda mais assim! – uma voz feminina aparentemente doce, e decidida respondeu ríspida, demonstrava claramente que não estava a fim de conversar a àquela hora.

_Tenho direito de andar por onde eu quiser, enquanto estou na Ordem!

_Tem o direito... – a voz feminina gargalhou alto ironicamente – Tem direito enquanto não te descobrem, idiota!

_Olhe como você se dirige a mim... – a voz diminuiu ao sussurro fazendo Harry se aproximar em passos pequenos e sorrateiros para tentar ouvir o murmúrio grosso do outro lado de parede, ouvindo apenas um fino grito alto e novamente um murmúrio.

_Matty! – falou a mulher em reclamação ao gesto do homem. – Você ainda vai se arrepender de ter nascido... - a voz feminina respondeu em um misto de choro e desprezo, não demonstrando nenhuma preocupação em falar alto.

_Hermione... Hermione, não faça ameaças a mim... Você sabe que eu não sou de perdoar ou de tolerar essas provocações... – ele advertiu em um sussurro vitorioso sendo acompanhado de um gemido baixo, provavelmente ele apertava o braço da mulher – Apenas continue fazendo o que eu mando!

_E se eu não quiser continuar mais com essa farsa?! – a castanha disse em um tom desafiador, tentando não demonstrar medo ou insegurança.

_Morte... Apenas isso acontecerá... – Respondeu ele

_Não tenho medo de morrer... – desafiou Hermione.

_Eu não disse que seria [i]você[/i] quem a morrer... – Matty disse com a voz fria soltando uma gargalhada insana ao observar o pavor nascer nos olhos da mulher que segurava os braços com força.

Harry não acreditava no que os seus ouvidos haviam acabado de escutar, Matty e Hermione estavam juntos em uma farsa? Mas como isso era possível, se Matty jamais havia estado no mundo bruxo?

O moreno não sabia o que fazer. Precisava chorar, gritar, se expressar de alguma forma para demonstrar o que estava sentindo. Raiva.

Ser traído pelo melhor amigo e pela mulher que tanto ama seria um castigo pesado de mais para Harry. Decididamente ele não merecia isso. Harry tenta falar algo, mas sua voz não sai.

_[i]O que é isso?[/i] – pensou ele. Tentou mais uma vez, mas foi inútil, sua voz não parecia não querer sair. O desespero começava a tomar conta de Harry.

Sua respiração começara a ficar ofegante, sua garganta seca engolia um nó que parecia não querer descer, e uma lágrima solitária percorreu lentamente seu rosto, morrendo em sua boca, a selando como um motivo para nunca mais falar.

Foi tudo muito rápido e Harry precisava fazer algo, ele não podia ficar ali parado sem nenhuma reação. Ora! Ele era Harry Potter, todos sempre esperavam mais dele, principalmente ele próprio. Decide tirar tudo isso a limpo, precisava buscar explicações para tudo o que estava acontecendo, e em um rápido movimento Harry caminha para a esquerda afim de chegar ao cômodo onde Matty e Hermione estavam conversando de uma forma nem um pouco amigável.

Num rápido ato, Harry entra no cômodo e se espanta ao ver a cena que encontrou...

O Nada.Um cômodo vazio, aparentemente sem nenhum sinal de que alguem havia estado ali. -[i]Como assim?[/i] – Harry se questionou, Matty e Hermione tinham que estar ali, não havia como eles terem sido tão rápidos ao ponto de desaparecerem simplesmente caminhando, e muito menos que tivessem aparatado, já que é impossível aparatar dentro da ordem, era um feitiço que o próprio Dumbledore havia feito!

Harry não entendia o que havia acontecido ali, ele olha os detalhes daquela sala onde estava, tentando encontrar explicações para o que havia ocorrido, e de relance observa um objeto no qual ele não havia dado atenção no inicio. Um espelho.

Tudo estava muito confuso, Harry sabia que aquele espelho não estava ali a instantes atrás, ou pelo menos ele pensava que não estava.

Um espelho de certa forma lembrava o espelho de Ojesed, objeto muito conhecido por Harry, que no seu primeiro ano de Hogwarts foi colocado frente a frente com ele.

Nesse espelho Harry pode ver uma escrição talhada no alto que dizia: [i]Haud is may volo animadverto is sudo gaudium hic... Vestri formido may exsisto is sudo laurifer.[/i]Harry sabia latim, e não foi dificuldade nenhuma para ele traduzir aquela escrição mentalmente.

_[i] Não busque encontrar a sua felicidade aqui... Seu medo poderá ser a sua vitória.[/i] O que isso queria dizer? Seria um espelho ao contrario do de Odejed? Ao invés de mostrar o maior desejo, mostrava o maior medo? Harry não sabia ao certo se gostaria de olhar fixamente para ele. De certa forma o seu maior medo acontecera a poucos instantes atrás, quando Matty e Hermione estavam conversando sobre um plano no qual Harry não sabia do que se tratava.

Não poderia ter algo pior do que isso para Harry, e por esse motivo decide olhar mais afundo o espelho e ver qual era o seu maior medo agora.
Seus eram olhos fixos na sua imagem refletida que começa a se tornar um reflexo completamente diferente da verdadeira, Harry tinha os olhos vermelhos e isso só significava uma coisa Voldemort.

A imagem de Harry já se tornara Voldemort por completo, o sorriso em sua face não demonstrava nada mais do que a felicidade por ter obtido a vitória.

O sorriso de Voldemort, esse era o medo de Harry, pois sabia que Voldemort sorria apenas quando estava certo de sua vitória, e a vitória de Voldemort significaria a derrota de Harry, fazendo com que tudo pelo o que ele lutou e defendeu fosse um motivo em vão.

Num piscar de olhos não era Voldemort que estava ali e sim Harry sozinho no escuro da noite... Sim. Esse era mais um medo de Harry, o de ficar sozinho, ficar sem ninguém pra contar quando precisasse de ajuda.

No reflexo de sua face, lagrimas de sangue escorriam de seus olhos. Harry rapidamente Harry toca os olhos com as pontas dos dedos e ao observar vê que tem seus dedos sujos de sangue, seu sangue, o sangue que escorria de seus olhos. Isso estava realmente acontecendo, Harry sangrava pelos olhos, ele não sabia o motivo e nem porque, mas queria que aquilo parasse, era angustiante de mais se ver morrer pouco a pouco.

Harry queria gritar, pedir ajuda, sair da li de alguma forma, mas não conseguia se mover, seus pés estavam colados ao chão.

Harry ficava mais apavorado pelo que estava acontecendo, olha mais uma fez seu reflexo no espelho e lá o encontrou com o rosto banhado em sangue. Ele se desespera e então num súbito momento de quase loucura, Harry grita com toda a sua força, e finalmente consegue ouvir o som grave se sua voz sair de sua garganta com força.

O grito de Harry fora alto o bastante para fazê-lo acordar. Estava em um leito na ala hospitalar da ordem. Sua respiração estava ofegante, seu corpo inteiramente suado, seu coração acelerado, sua vista embaçada devido a falta dos óculos, foram capazes de ver um alguém ao seu lado.

Não soube quem era, pois rapidamente a pessoa saiu dali, Harry foi capaz apenas perceber que se tratava de um homem loiro. Jonh foi resposta que veio imediatamente em sua cabeça. A pergunta que se seguiria, era a mais obvia do mundo, o que ele estava fazendo ali?

Harry rapidamente levanta da cama, em busca de ir atrás de Jonh, mas antes que ele pudesse firmar os pés no chão, se sente tonto e cai a beira da cama.

O horário já estava avantajado, mas não queria dizer que não tinha ninguém ali, rapidamente, uma das medbruxas da ordem que estava de plantão vai ao auxilio de Harry estendido no chão.

_Você não pode se levantar! – Disse Magie, fazendo força para tentar colocar Harry novamente na cama.

_Eu preciso... sair...- Harry fala ofegante levanta-se com a ajuda de Magie. – Hermione... chame Hermione. – Harry pede angustiado para Magie.

_Depois eu chamo, primeiro deite... – Magie tenta falar, mas é interrompida por Harry.

_Agora! – Harry grita com a voz seca e ainda ofegante mas antes que pudesse forçar Magie a fazer o que ele estava mandando, Harry sente o chão frio no seu rosto. Havia desmaiado mais uma vez.

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