NA: obrigado r.ad pelo seu comentário!
Em sua homenagem postarei o capítulo35, mais cedo do que pretendia ... :D (Desculpem a demora para postar, já são 17horas, a minha internet está mais lentar que um verme-cego,kkk!)
Amanhã de manhã estará disponivel o último capítulo com o fim dessa história.
Bom... divirtam-se é o penultimo capítulo!
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Capítulo 35: “O casal Granger”
Harry os avistou a distância e enrijeceu o maxilar. Ao longo dos últimos quilômetros, havia se preocupado mais em xingar a falta de manutenção daquela estrada do que em imaginar como seria seu encontro com os pais de Hermione. Quem quer que fosse o encarregado pela manutenção daquela estrada, não era lá muito responsável.
Surpreendeu-se ao notar que o casal Granger se encontrava abraçado na varanda da casa. E então se perguntou qual dos dois iria tentar matá-lo primeiro.
Com um suspiro resignado, conduziu o carro adiante, observando o lugar onde, provavelmente, logo ele seria enterrado em uma cova rasa.
O lugar era maravilhoso, com a mansão branca cercada de uma vegetação bem cuidada. Hermione havia sido criada ali, pensou ele. E talvez por isso ainda carregasse no espírito aquele cativante comportamento espontâneo.
Ao parar o carro diante da casa, sentiu que seus nervos não estavam tão calmos quanto ele imaginara que estariam naquele momento. O casal continuou a observá-lo da varanda. Mesmo à distância, notou que a expressão do pai de Hermione não era de muito boas-vindas.
Respirando fundo, saiu do carro, determinado a viver pelo menos o suficiente para ver Hermione e abrir seu coração para ela. Depois disso, nada mais importaria.
Não era de admirar que sua filha estivesse perdidamente apaixonada, pensou Gennie, ao observar o belíssimo rapaz que se aproximou pelo pátio. Notando a tensão de Grant, segurou o braço dele com mais força, em sinal de apelo.
- Sra. Granger, sr. Granger - Harry os cumprimentou com uma inclinação de cabeça, tendo o cuidado de não oferecer a mão ao pai de Hermione. Sabia que seria um bocado difícil. digitar com os dedos quebrados.
- Sou Harry Potter. Preciso de... Preciso ver Hermione- ele corrigiu.
- Quantos anos você tem, rapaz?
Harry franziu o cenho, parecendo surpreso com a pergunta.
- Vinte e oito.
Grant inclinou a cabeça.
-- Pois se quiser completar os Vinte e nove, sugiro que entre novamente naquele carro e que volte para o lugar de onde veio.
Harry se manteve no mesmo lugar, encarando aquele olhar mortífero.
- Não irei embora antes de ver Hermione. Depois disso, o senhor mesmo pode me expulsar daqui se quiser. Ou tentar.
- Não vai chegar perto da minha filha nem por cima do meu cadáver.
Grant colocou Gennie de lado, como se esta não pesasse mais do que uma boneca. Mesmo quando ele deu um passo à frente, em uma atitude ameaçadora, Harry manteve os braços abaixados. O pai de Hermione poderia dar o primeiro soco, concluiu. Ele até que merecia.
- Chega!
Gennie se posicionou entre eles, levando uma mão ao peito de cada um. Então lançou um olhar de aviso para o marido, antes de dirigir outro mais ameno a Harry.
Ele levou um momento para se dar conta de que havia sido perdoado por uma rainha, como na História Antiga. Somente então respirou aliviado.
- Ela tem seus olhos - não pôde deixar de dizer, admirado. - Hermione. Ela tem seus olhos. Um brilho de satisfação surgiu nos olhos dela.
- Sim, eu sei. Ela está na colina, atrás do farol.
- Gennie! Mas que droga!
Quando deu por si, Harry já havia pousado a mão sobre aquela que ela ainda mantinha em seu peito.
- Obrigado, sra. Granger. - Então levantou a vista para Grant e sustentou o olhar.
- Não vou magoá-la, sr. Granger. Eu prometo.
- Droga - resmungou Grant, quando Harry começou a se dirigir à colina com passos firmes. - Por que você fez isso?
Com um suspiro, Gennie se voltou para ele e lhe segurou o rosto entre as mãos.
- Por que ele me lembrou alguém.
- Tolice.
Ela riu.
- E acho que nossa filha vai se tornar uma mulher muito feliz antes do que você imagina.
Grant ficou olhando Harry seguir em frente, até desaparecer a certa altura do caminho.
- O rapaz está mesmo apaixonado por ela - ele finalmente admitiu. --Pude ver isso nos olhos dele.
- Eu sei. E você se lembra de quanto a sensação era assustadora?
- Ainda é. - Com um sorriso, Grant a puxou para si. - O rapaz tem coragem. Mas se bem conheço nossa filha, duvido que ela o perdoe facilmente. O coitado está perdido.
- Perdido de amor, você quer dizer - corrigiu Gennie, com ar sonhador. - Mas Mione vai perdoá-lo, sim. Ele merece. Para variar, Daniel acertou mais uma vez.
- Eu sei. - Grant sorriu para ela. - Mas não vamos contar nada a ele durante algum tempo para fazê-lo sofrer um pouquinho.
(Continua...)
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NA: Agora pouco revi a cena em que a Hermione desce as escadas para o baile no 4° ano, a cara do Harry de estasiado é muito engraçada, nenhum garoto que fosse só seu melhor amigo, iria ficar com aquela cara, fala sério, né?
:D Até amanhã!