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12. Um pesadelo real demais.


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá... mais uma vez quero agradecer os visitantes... obrigada, espero que estejam gostando da história...

Thaiana: eu tb fiquei nessa torcida... loka para que ela não aceitasse......vmos ver a resposta agora neh....


Capítulo 12 - Um pesadelo real demais.
Quando a noite já ia longe os adolescentes dançavam no meio da pista enquanto Hermione descansava a cabeça no ombro de Robert, a mão com a aliança prateada estava no peito dele sentindo a leve respiração do jovem. Robert acariciava os cabelos castanhos caídos no belo rosto emoldurado. Sentia o cheiro dela, morango recém colhido.


Ela dormia e ele velava o seu sono, feliz com a reconciliação feita. Virava a aliança em seu dedo agradecendo aos deuses pela mulher que agora voltava a dormir colada em seu corpo.


Hermione estava no momento em seu sonho encantado, onde exatamente ela não sabia, mas querer acordar ela não queria. Era bom ali. Ela sentia as mãos que acariciavam seu cabelo, o peito que subia e descia levemente, o vento que batia em seu rosto deixando um rastro gelado na macia pele de pêssego fresco.


Seu corpo repousava em um campo verde, limpo, grande e amplo. Borboletas voavam no ar, pássaros cantavam nas árvores e os lobos uivavam na beira do rio azul.


O sol reluzia no céu com nuvens brancas em formas inimagináveis. Sentiu um rastro molhado em sua bochecha. Sabia, sem abrir os olhos, que era uma lágrima, limpa, pura e triste.


O suspiro saiu um pouco mais alto acordando quem dormia. Os olhos castanhos olharam para ele sem entender ao certo o porquê de olhá-lo. Estava lindo, mais ainda do que sempre, se era possível. Os cabelos pretos voavam com o vento, os olhos negros tristes, as mãos magras mantidas em seu cabelo, o rosto manchado pelo caminho das lágrimas que desciam de seus olhos. Ela levou devagar uma mão pequena até o rosto do homem e enxugou-as. Ele estava gelado, como se seu corpo não compartilhasse do sol quente que a aquecia, como se fosse o contrário do seu.


Ele olhou para ela e esboçou um singelo sorriso triste. Sua mão acariciou as bochechas rosadas da menina e ele lhe falou com a voz sempre baixa, arrastada, aveludada e sexy, mas com uma pontada de amargura.


 


Durma


No colo de seu cavalheiro


Durma


Descanse sua alma


Sonhe


Com os desejos mais solitários


Esqueça


Daquilo que passou


De quem passou


Leve


Consigo o meu amor


Guarde-o


No mais profundo infinito


Lembre-se


De que um dia eu estive aqui


De que eu ainda estou aqui


Durma”


 


Ele se aproximou devagar e os lábios se juntaram.


Gelo e fogo fundiram-se em um só. Mas aos poucos ele foi embora, esvaiu-se entre seus dedos como neblina. Hermione suspirou ao acordar devagar com a voz de Robert chamando-a. Seus olhos estavam embaçados e o sono ainda pedia para que ela voltasse a dormir. Ela queria voltar a dormir


- Ei Bela Adormecida, acorda. Temos que voltar para casa antes que a senhora Weasley tenha um ataque do coração.


- Está bem – Disse colocando a mão na testa e encostando um pouco na cadeira.


- Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa?


- Não, não foi nada., é que eu tive um sonho estranho.


- Sonhos são apenas sonhos. Vamos.


- Certo.


Hermione levantou-se sentindo-se completamente estranha. Por mais que soubesse que aquilo era um sonho, ela sentia dentro de si que tinha sido mais, tudo aquilo parecera tão real. Ela conseguia até mesmo sentir o gosto dos lábios dele nos seus, sentir a textura da pele na sua. Até mesmo o cheiro de ervas que ele emanava ela conseguia sentir.


Mal sabia a pequena grifinória que em uma sala vazia do castelo de Hogwarts, Snape olhava pela janela o jardim verde, molhado pela chuva forte que deixava o barro descer o pequeno barranco perto da casa de Hagrid. Uma mão estava em seus lábios acariciando, tentando manter intacto o gosto dela. O beijo, um singelo beijo tão esperado, realizado em um sonho. Fechando os olhos ele se dirigiu para as masmorras e sentia o frio do local começar a atacar seu corpo, ele não ligava, a partir daquele dia era aquilo que ele merecia. Snape tirou a capa, o sobretudo e a camisa deixando-os no chão, largados, depois colocou a poção do sonho real, Sonites Felicites, na mesa e foi se deitar sentindo-se mais solitário do que jamais se sentiu.


Novamente aquele sentimento o dominava, a perda. A quanto tempo não sentia aquilo?


Ser trocado por outro.


Amar alguém e não tê-la.


Vê-la com outro


Seu inimigo


Saber que ela escolheu amar outra pessoa.


Ele já passou por isso.


Lily Potter foi sua primeira maldição


Hermione Granger é a sua segunda.


Viva


Agora


Fazendo doer o que há muito tempo estava petrificado.


Deitou-se na grande cama com lençóis negros de seda e descansou a cabeça no travesseiro. Mal fechou os olhos e a dor no braço começou. O ardor interminável. Não gritou, não tinha o porquê, não havia ninguém para ouvir, ninguém para lamentar junto com ele ou mesmo lhe dizer que ia ficar tudo bem, ele estava sozinho. Como sempre apenas se levantou ignorando a dor no braço e se vestiu adequadamente rumando logo em seguida para o destino que escolheu há muitos anos atrás. Destino que retornara sem ninguém saber, sem ninguém esperar.


Respirou fundo sabendo o que estava para vir.


 


Ssssssssss


 


- Meu mérlin, olha a hora! – Exclamou a senhora Weasley


- Mãe, passou cinco minutos da hora que você disse para voltarmos – Reclamou Rony


- Não interessa, já para a cama, todos vocês.


Da porta Robert e Hermione olhavam a senhora Weasley conferir se seus filhos chegaram inteiro, até mesmo Harry tinha que passar na vistoria.


Quando todos foram dormir os dois ficaram sozinhos, mas não antes da senhora Weasley olhar feio para o casal e mandar que Hermione não demorasse muito. Hermione dissera que iria dormir logo e esperou a mulher sair de vista para poder dizer alguma coisa, mas ao virar-se para Robert as palavras fugiram e a deixaram sozinha com ele. Seus olhos então desviaram-se e olharam para o chão, ela não sabia como agir. Sempre teve um bom relacionamento com Robert, mas agora não sabia o que fazer nem o que falar.


- Sabe Hermione – Começou ele quebrando o silêncio – Você me deixou muito feliz hoje.


- Eu também estou feliz Robert.


- Que bom.


Ele colocou a mão em sua cintura puxando-a levemente para mais perto. Ela fechou os olhos sentindo o toque dele. Era familiar, gostoso. Ele chegou mais perto, ela podia sentir o hálito quente dele no lóbulo de sua orelha. O arrepio passou pela espinha, ela abriu a boca, os olhos fechados, doce pedaço de pecado.


Ele juntou seus lábios aos dela, molhados, quentes, sensuais. Um beijo lânguido, esperado, apaixonado.


Alguns minutos depois Hermione entrou em seu quarto com um sentimento de profunda tristeza no coração. Aquele beijo no sonho pareceu tão real, tão quente. Foi tão especial que quando beijou Robert se sentiu muito estranha, como se não fosse aquele beijo que ela queria, que a preenchia. Não eram aqueles lábios que ela tanto desejava. Tentando afastar a imagem do homem que não saia de sua cabeça e mais ainda do sonho que tivera, Hermione retirou a roupa e deitou na cama esperando o sono chegar, mas não conseguia, toda hora os olhos negros de Snape vinham em sua cabeça. Depois de várias horas se revirando na cama finalmente conseguiu dormir.


 


Aquele lugar era escuro. Suas paredes frias estavam cheias de musgo.


Andava descalça pelo chão sujo.


Seu vestido branco arrastava-se pelo caminho.


Não havia portas, nem janelas, nem tochas com fogo iluminando-a, mas mesmo assim tinha vento balançando seus cabelos castanhos e cheios.


Do final do longo corredor vinham vozes, algumas exaltadas de felicidades, outras suplicantes e algumas caladas como o silencio, e apenas uma delas chegou nítida aos seus ouvidos.


- Não Milorde!


- Severus!”


 


O grito de Hermione acordou Gina na cama ao lado.


- Mione o que houve? – Ela passava a mão pelo rosto da amiga, estava molhado de suor.


- Não sei, acho que é só uma sensação ruim, um pesadelo e nada mais.


- Você chamou pelo professor Snape


- Tive um pesadelo com ele, mas pareceu tão real.


Agora Hermione se dava conta de que todos os sonhos que teve com ele eram bem reais, o beijo parecia real, e agora aquilo parecia realidade demais.


- E se for real? – Perguntou para si mesma sentindo o medo subir pela sua espinha – E se ele voltou?

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Comentários: 1

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 30/07/2012

Queria ter uma poção dessas pra sonhar com o Morceguinho, comofas/ HUAIOHSIUAHOSIOAHUSHAOIHSAIUHSOUIA

Eu sempre sofro com essas divagações sobre ele. De ter perdido uma vez a mulher que amava e esse fantasma o atormentar - mesmo que temporariamente - por uma segunda vez.

KDKDKDKD MAIS FIC?

Nota: 5

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