NA: Não acredito que já estamos a dois capítulos do fim.
Ai,ai...(suspiro) Vou ficar com saudades de vocês, mesmo aqueles leitores fantasminhas que não comentam nem que o próprio Tio Voldi( é o meu apelido carinhoso para o Lord das trevas, kkkk) aponte a varinha dizendo: -Comentem, ou acabarão como eu, virando purpurina!
kkkkk! Mas sério, que ele virou purpurina, virou.kkkk!
Aquilo não parecia cinzas das trevas nem a aqui, nem em nenhum lugar da face da terra, kkkkk!
Mas voltando ao que importa, Aí está o capítulo 34!!
P.S.: Acho que a minha próxima adaptação vai ser do filme "PROM?". Já ouviram falar? É de um filme teen da disney, mas acho que a história é bem legalzinha.
Vocês leitores que já tiverem visto o filme me digam(comentem) se vale a pena, se não nem vou queimar meus neuronios tão cedo para essa adaptação, ok?
Boa Leitura! :D
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Capítulo34: “Raposa bisbilhoteira”
- Blake - disse Grant, por entre os dentes, com um brilho de fúria no olhar. - Raposa bisbilhoteira.
Aquele era apenas mais um dos termos que ele inventara para se referir a Daniel, desde que a esposa havia contado a ele sobre os planos casamenteiros do patriarca da família em relação a Hermione, na noite anterior.
Gennie riu. Sabia que, no íntimo, seu marido adorava Daniel Blake.
- Pensei que fosse "velho alcoviteiro" - disse ela.
-- Isso também. Se ele não estivesse com pelo menos seiscentos anos, juro que eu chutaria aquele traseiro dele.
- Grant. - Gennie deixou de lado o esboço que estava fazendo e olhou para ele.
- Você sabe que ele faz isso por amor.
- Mas não funcionou, funcionou?
Gennie começou a falar, mas se interrompeu ao ouvir o motor de um carro se aproximando.
Experimentando uma súbita onda de expectativa advinda de sua intuição feminina, respondeu:
- Não tenha tanta certeza disso.
- Quem diabos pode ser? - perguntou Grant, demonstrando mais uma vez a reação que costumava ter quando alguém ousava invadir seu território.
- Se for outro daqueles repórteres, vou pegar a arma.
- Você não tem uma arma.
- Então vou comprar uma.
Sem conseguir conter o riso, Gennie ficou de pé e o abraçou.
- Oh, Grant, eu te amo.
A delicada proximidade de Gennie agiu sobre ele como o sol despontando por trás de uma nuvem escura e invadindo-a sem hesitar.
- Geneviève - murmurou ele, chamando-a pelo nome completo, como costumava fazer em momentos mais íntimos. - Diga, a quem quer que seja, que vá embora e que nunca volte.
Gennie manteve os braços em torno do pescoço dele e a cabeça repousada sobre seu ombro, enquanto ouvia o possante motor do carro se aproximar cada vez mais.
- Acho que isso dependerá de Hermione.
- O quê? - Grant virou-se para a janela no mesmo instante, observando a estrada com ar desconfiado. A estrada que Gennie vivia lhe pedindo para ele mandar reparar.
- Acha que é ele? Ora, ora... - Teria saído de imediato, se a esposa não o houvesse detido. - Parece que vou poder chutar um traseiro afinal.
- Comporte-se.
- Uma ova que vou me comportar. Ela sorriu.
- Venha. Vamos para a varanda - disse, segurando a mão dele.
(continua...)
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NA: Até o próximo capítulo!
E não se esqueçam... Comentem sobre a minha idéia para a próxima adaptação ou façam alguma sugestão(se estiver ao meu alcance, farei) tá valendo também. :D