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10. Simulação de Feitiços


Fic: A Armada de Hogwarts


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Bom, antes de começar essa capítulo, uma breve explicação: A Visão Amaldiçoada e A Armada de Hogwarts são histórias que existem a muitos anos. Começei a escrever a primeira antes mesmo de o quinto livro ser lançado, então de todos esses anos pra cá precisei mudar várias coisas (por exemplo, já que o quinto ainda não havia sido lançado, o Sirius era personagem constante, mudei tudo a alguns anos), e logicamente as coisas reveladas sobre o passado do Snape no sétimo livro eu ainda nem sonhava em saber. Por isso, o passado entre Snape e Lily não existe, aqui é um passado alternativo. Espero que gostem! J


 


Capítulo Dez – Simulação de Feitiços


 


Após o fim do expediente letivo normal da sexta-feira, Snape preocupou-se em conversar com Dumbledore sobre o dia seguinte, oito de novembro, quando aconteceria a simulação de Feitiços para Ginny e Rafaela. Confirmando que poderia sem problemas estar ausente naquele dia, Snape logo arrumou uma pequena bolsa com uma muda de roupa. Jantou normalmente como os outros professores e saiu discretamente do castelo. Desaparatou para a estação de metrô onde, mais uma vez, comprou seu bilhete para a América do Sul com a mulher que não parava de resmungar. Embarcou às dez e meia da noite no horário local, e desembarcou na Colômbia, na imensa Estação Sul-América, quatro horas mais tarde – dez e meia agora no horário colombiano. Muito cansado, assim que alcançou a calçada da agitada cidade de Cartagena, procurou o primeiro hotel de fundo de quintal e hospedou-se. Dormiu mal devido a sua ansiedade e à cama dura.


Na manhã do Sábado saiu do hotelzinho sem tomar café e olhou mais uma vez para o pedaço de pergaminho que carregava no bolso o tempo todo. Apesar de não ter sido fácil na última vez conseguir o endereço que lá estava escrito, Snape sabia que as chances de não encontrar exatamente quem procurava eram enormes. Talvez conseguisse uma breve informação, talvez não conseguisse nada.


Na mesma rua do hotelzinho, entrou em um beco isolado, escondendo-se atrás de um limpa-entulho. Pelo menos algo estava em seu favor: o endereço ficava em uma vila bruxa que já conhecera na última visita. Aproveitando-se disso, muito nervoso, desaparatou para lá. Sentindo o estômago roncar, entrou na primeira lanchonete de boa aparência que encontrou. Enquanto comia apressado, lia o pergaminho até decorar o endereço.


Quando saiu, já era manhã alta. Caminhou bastante, devido à incerteza do local exato do endereço e às informações erradas. Passou diversas vezes pela mesma praça, chamando a atenção das outras pessoas, que achavam-no no mínimo um louco que havia saído correndo de um hospício com aquela capa pesada no novembro da América do Sul. Já irritado, parou numa barraquinha e comprou um refresco que já estava pensando em tomar desde a quarta vez que passou por lá. Sentou-se em um banco da praça e tirou a capa, guardando-a na pequena bolsa que carregava. Retomou a caminhada agora bem mais aliviado, evitando os lugares que já conhecia. Quinze minutos depois encontrou a casa, que realmente ficava um pouco escondida, mas não parecia com as demais. Era de cor bege bem clara e tinha bastante janelas, todas bem abertas, dando-a um aspecto agradável de organização – coisa rara no mundo bruxo, principalmente o europeu. Receoso, mas decidido, Snape subiu uma escadinha e bateu à porta branca.


Um senhor de cabelos muito brancos e já escassos abriu a porta – Pois não?


– Senhor Hunt?


– Eu mesmo.


– Imagino que não esteja me reconhecendo. Severus Snape.


O homem ficou calado e observou melhor Snape. Estava espantado em vê-lo lá, diante de sua porta, depois de tantos anos.


– Entre.


A casa era pequena e tão bem cuidada por dentro quanto por fora. O senhor ofereceu o sofá para Snape e sentou-se ao mesmo tempo em uma poltrona, ao lado de uma antiga televisão trouxa que parecia ser apenas um objeto de decoração.


– Em que posso ajudar?


– Já faz vinte anos, senhor, e eu queria ter vindo antes, mas só agora foi que eu... Tive a verdadeira iniciativa... – silêncio – Eu preciso de notícias sobre a sua filha...


– Bem...


– E também sobre o meu filho, senhor.


Hunt respirou fundo, encostando-se melhor à poltrona e segurando as próprias mãos. Pensou um pouco e voltou a falar – Minha filha não mora mais aqui, nem a ‘criança’ dela. Faz muito tempo.


– O senhor... Pode me informar para onde foram?


– Faz mais de dez anos que não moram mais aqui. Não temos mais contato, ela não veio me visitar nem mesmo quando a mãe dela morreu...


– Sinto muito. Não sabe pra onde ela foi? A cidade, o bairro, nada?


– Ela saiu da Colômbia com a criança. Casou-se no Brasil e... Deixou o endereço, mas aposto que não deve ser o mesmo.


Snape ficou sem reação. Deveria ter imagina que depois de vinte anos as chances de isso ter acontecido era muito grandes. Ultimamente lembrava-se da antiga namorada mais do que nunca. Não tinha certeza do que o fizera tomar aquela decisão tantos anos depois.


Morgan Hunt era aluna do mesmo ano que Snape em Hogwarts, mas em casa diferente. Como uma Ravenclaw, Morgan dividira-se pelo namorado e a própria casa, já que Snape era Slytherin e muito diferente dela e dos amigos. Mesmo assim, não pudera evitar de gostar dele e os dois se envolveram às escondidas. Snape nunca fora bom em demonstrar sentimentos, mas com ela tudo parecia ser diferente. Sentia-se feliz, mesmo que ninguém pudesse perceber, e desejava secretamente pedi-la em casamento assim que se formassem na escola.


Porém, tudo aconteceu diferente do que havia imaginado. Já estavam em seu sétimo ano quando Morgan descobriu-se grávida. Snape ficou preocupado por ainda não ter condições para casar-se e criar um filho, mas aceitou a situação e acabou ficando feliz. Essa felicidade, porém, durou muito pouco tempo. Quando Morgan contou tudo à família, sobre o namorado e a gravidez, não foi apoiada. A família Hunt não queria Morgan ainda mais envolvida com o Slytherin que, segundo eles, tinha a aparencia de ser propenso demais a se ligar às artes das trevas. Proibiram que eles continuassem se vendo e sumiram com a filha, carregando no ventre o bebê de Snape. O que os Hunt não sabiam era que, com a mulher que amava e um filho, Snape jamais teria se envolvido nas artes das trevas.


O tempo passou, Snape cumpriu o que os Hunt imaginavam sobre ele, depois arrependeu-se voltando para o lado do bem e, agora, queria sua vida de volta. Tentara se analizar e achava que o motivo era a maior proximidade que agora tinha com os alunos, que tinham pouco menos idade que seu filho deveria ter hoje.


Apesar do Sr. Hunt nunca gostado de Snape, agora era alguém muito solitário, com a morte da mulher e a ausência da única filha. Também não recebia visitas com freqüência, e, além disso, viu em Snape uma oportunidade de reencontrar Morgan. Sabia que deveria ajudar, afinal a convicção de Snape em achá-la era visível. Não é por situações banais que uma pessoa sai da Inglaterra até a Colômbia a procura de alguém.


Sendo assim, além de receber bem o ex-moleque-com-cara-de-mal-sujeito, deu a Snape uma cópia da foto mais recente que tinha de sua filha, com o endereço que ela tinha no Brasil. Snape ficou mais um pouco conversando com o senhor, pois sabia o que era sentir-se só e a expressão de Hunt denunciava isso. Ao fim, convidou-o a uma visita na Inglaterra, meramente por simpatia, e prometeu diversas vezes que voltaria a contatá-lo a cada notícia de Morgan. Já na porta, Snape lembrou-se que ainda tinha uma pergunta a fazer.


– Bem... Como o senhor disse, ela não tem respondido as cartas, e por isso o senhor conclui que mudou de endereço.


– Sim.


– Eu também tenho a mesma opinião, porque ela teria voltado ou pelo menos mandado uma correspondência quando soube do falecimento da mãe. De qualquer forma, para achá-la novamente, eu precisaria saber o sobrenome que ela adotou após o casamento.


– Andrada. O marido dela chama-se Júlio Andrada.


– Obrigado.


– Há mais uma pergunta que você quer fazer. – afirmou o sr. Hunt


– Não. – mentiu, mas lembrou-se em seguida – Desculpe-me, esqueci que o senhor é especializado em leitura de mentes... Sim, há. Gostaria muito de saber...


– O nome da minha neta... É Sophia. Sophia Hunt. É uma linda criança...


Snape sentiu o peito gelar. Era a primeira vez que sabia que aquele bebê era uma menina, e agora ouvira seu nome. Nunca havia sentido nada parecido em toda a sua vida.


– Ela... Não deve mais ser uma criança, senhor Hunt.


– Eu sei. – o sr. Hunt suspirou – Mas assim eu guardei a imagem dela. Bom, já está escurecendo e é melhor você ir andando... As viagens noturnas de metrô bruxo não são muito confortáveis...


O sr. Hunt sabia que Snape não tinha más intenções, e também gostava de companhia, mas não suportava as lembranças de sua filha e sua neta, que viu crescer de tão perto. E não sentia-se a vontade de sentar com Snape, pai ausente por tantos anos, e ficar mostrando-lhe álbuns e álbuns de fotos de sua filha. Lembrava-se de como ralhava com Morgan por ter escolhido um par nada adequado, e como sempre previu que ele um dia ia para o lado das trevas. Agora, porém, sentia que Snape estava recuperado do mal, e recuperando um humor pela vida que havia sentido apenas nos melhores momentos de sua adolescência, quando estava com Morgan. De qualquer forma, despediu-se de Severus e voltou para a sua vidinha de sempre, esperando novos contatos.


Apesar de ter dúvidas enormes na cabeça, Snape sentiu-se bem e aliviado. Não teria coragem, energia e muito menos conhecimento o suficiente para partir tão logo para o Brasil, por isso desaparatou novamente para o centro de Cartagena. Procurou alguns hotéis com aspectos confortáveis, mas estavam todos lotados àquela época do ano. Cansado, tentou como última opção e só encontrou vaga naquele que já havia passado a noite. Subiu as escadas arrastando os pés e entendeu o porquê dos americanos sentirem tanta necessidade de tomar banho todos os dias.


Não conseguiu parar de pensar em tudo o que conversou com o senhor Hunt, principalmente no nome de sua filha. Tirou de sua pequena mala a foto de Morgan e leu novamente o endereço. Lembrou-se de Rafaela e do tamanho da ironia e coincidência que aquele endereço fosseem São Paulo. Já estivera lá, mais de um ano antes, quando foi buscar Rafaela. Tirou também da bolsa uma sacola com um lanche que comprara na lanchonete em que tomara seu café-almoço. Já era noite e a janela do hotel era voltada para a agitada rua da cidade. Por um breve instante, enquanto comia, Snape sentiu-se como há pouco mais de vinte anos atrás, antes de definir-se como bruxo das trevas. Foi uma época de muito amadurecimento em sua vida, ainda porque Morgan sempre fora muito madura para a sua idade. Na verdade até então não sabia se, no fim, Morgan havia utilizado uma das principais poções proibidas que conhecia: a de abortar. De certa forma, apenas saber que Sophia existia era um alívio e tanto.


Já meio atordoado de sono, Snape continuou a pensar na vida... Lembrou-se da beleza e bom humor de Morgan, e pensou se Sophia não era como ela. Sentiu alguma coisa ruim, pensando que também a menina poderia parecer-se com ele, com um enorme nariz de gancho. Assim seguiu a noite. Quando finalmente pegou no sono, dormiu muito mal. Acordava todos os momentos, atormentado pelos inúmeros pensamentos, dúvidas, arrependimentos... E pela cama dura. No dia seguinte embarcou bem cedo para Londres, decidido que não era o momento certo para ir ao Brasil. Deixaria isso para depois, quem sabe com a ajuda de Rafaela. Já estava mais do que na hora de esquecer os resquícios do orgulho que o impedia de tentar aprender com os alunos.


No trem, sua mente continuou a vagar. Agora sabia com certeza que Morgan era casada, algo que ele sempre tentara imaginar durante os anos, e pensou no quando aquilo era óbvio. Uma mulher bonita como ela não deveria ficar sozinha por tanto tempo, o que imediatamente fez qualquer idéia de que o passado pudesse voltar a se tornar realidade, que mesmo que tentasse evitar, tinha em mente, se afastasse por completo. Não acreditava agora que algo pudesse acontecer, e não se sentiu mal por isso. Vinte anos haviam se passado e ele era uma pessoa diferente agora, assim como ela também devia ser. Além disso, não era como se ele não tivesse, mesmo que secretamente e guardado a sete chaves em seus pensamentos, alguém que viesse ocupando esse lugar que ficou em aberto por tanto tempo. Ter a certeza de que Morgan não voltaria a ser seu presente e ficaria para sempre no passado tirou dele um certo medo que sentia de levar aqueles pensamentos a diante.


 


* * *


 


A manhã de sábado para Ginny e Rafaela foi semelhante à de Harry e Hermione na semana anterior. Viram todos os alunos dirigirem-se felizes a Hogsmeade, sem nem imaginar o que lá acontecera com os trasgos há poucos dias. Nem mesmo havia batido o meio-dia e as alunas já estavam na sala de Transfiguração, muito ansiosas, decorando feitiços e também usando suas artimanhas para não terem problemas. Ginny levava sua varinha, mas a ordem era que não a usasse. Além disso, estava preparada para passar por uma prova que provocasse ferimentos, ainda que leves, para que ela soubesse curar. Por isso, já anteriormente havia feito um feitiço poderoso de proteção em si mesma eem Rafaela. Certamenteteria que faze-lo nos outros alunos, professores e quem mais estivesse por perto em um ataque inesperado. Rafaela, assim como Hermione na semana anterior, cuidou da preparação, embalagem e camuflagem da maioria das poções. Apenas as medicinais ficaram por conta de Ginny. Rafaela sabia que a prova cobraria que ela usasse seu talento com Feitiços em cima de suas outras habilidades, como vôo e transfiguração. Uma tarefa bastante difícil que ela já estava praticando com certa facilidade era tornar-se invisível e outros objetos também, e como não teria um desafio de transfiguração, já que era aluna única, provavelmente essas habilidades seriam exigidas nas outras atividades, como em Feitiços.


– Ginny, a única coisa que eu tenho medo de fazer é fazer os outros ficarem invisíveis... Por isso, qualquer coisa, eu pego a vassoura sozinha e vou na frente.


– Eu peguei a capa do Harry emprestada... Mas acho que em breve a gente vai precisar de mais.


– E eu vou ter que desenvolver mais esse negócio... Da última vez tentei com a própria professora, coitada da Minerva, ficou meio transparente, mas meio azul... – Ginny riu – Sabe, igual aquelas pedrinhas preciosas? Não vou negar que é uma cor bonita...


– Para peixinhos e estátuas, e não para gente.


– Exatamente.


Continuaram conversando e preparando-se, tentando combinar algumas coisas antes mesmo de saber o que aconteceria. Gina chegou a comentar que uma habilidade que ela gostaria de desenvolver era prever o futuro, mas quem já não nasce com isso, não consegue aprender Flitwick interrompeu o diálogo e as preparações, chegando ao meio dia. Entregou, como elas já esperavam, um pergaminho a cada uma, com as instruções. Não estava muito simples, mas perto do que Hermione e Harry tiveram que fazer, parecia tranquilo. Apesar disso, o que parecia muito simples complicava-se devido ao fato que, quanto mais perfeitos e potentes os feitiços, e quanto mais rápido terminassem, mais pontos sua casa receberia. Se não terminassem no prazo, no entanto, a Grifinória não perderia pontos, porque causaria estranheza n os outros alunos, mas misteriosamente as outras três casas ganhariam os ponto referentes ao que deixaram de fazer no tempo determinado.


– São as novas normas votadas e aprovadas pelo conselho dos professores, é claro, com a palavra final do chapéu. É para o bem de todos que damos esses “incentivos” – e voltou ao seu tom bem-humorado de sempre – Mas pensem pelo lado positivo. Vocês são ótimas alunas e vão se dar muito bem!


– Obrigada... Rafa, vamos fazer isso o mais rápido possível, tá?


– Antes que comecem a combinar, segundo a regra, precisarei ler a tarefa para vocês para não termos dúvidas...


 


Início: 12h30m


           


Primeiro passo – As alunas deverão dirigir-se à entrada do castelo assim que soar o toque de invasão, selando as principais passagens e impedindo as criaturas, agouros e pessoas que estarão tentando adentrar nos terrenos e no castelo. Assim que expulsarem ou dominarem a maioria, deverão selar a entrada do castelo, para que não entre mais criaturas.


Ao mesmo tempo, deverão impedir que o que entrar cause danos às pessoas, criaturas e à estrutura de Hogwarts. Feitiços que causem impotência de outros feitiços e passes do mal de manifestem são aconselhados.


Tempo total: Uma hora e meia.


 


Segundo passo – As alunas deverão selar as áreas mais importantes dos terrenos, como jardins que darão acesso a outras áreas do castelo. Além disso, devem procurar dar vitalidade às criaturas e outras pessoas que estejam lutando em defesa do castelo. Atenção para não se enganar com a aparência de pessoas e criaturas.


Tempo total: uma hora.


 


Terceiro passo – Selar todas as entradas ao castelo, secretas ou evidentes, estreitas ou largas. O mapa do maroto será uma boa ajuda. Atenção para não selar a própria passagem, evitando, assim, que fiquem presas sob o próprio feitiço ou o da companheira.


Tempo total: uma hora


 


Quarto passo – Dirigir-se a todos os salões, salas, corredores e escadarias de acesso de Hogwarts, selando cada passagem, de modo que uma criatura ou pessoa não-autorizada (no caso, que não sejam vocês duas) fique impedida de transitar livremente e acessar sem dificuldades áreas do castelo. Começar pelo saguão principal e demais entradas de Hogwarts.


Tempo total: Até duas horas.


 


Quinto passo – Atacar as criaturas que conseguirem alcançar o interior do castelo. Independentemente do andamento da atividade, deverão deixar o que estão fazendo para atacar. Por isso, talvez não dê tempo para completar as duas horas do quarto passo.


 


Término: 18h, independentemente do que for concluído. Boa sorte.


 


– Então... É só isso.


Rafaela – “Só isso” – Rafaela riu ironicamente – Porque até seis horas exatamente?


Eles têm que desfazer o que selaremos antes dos outros alunos chegarem, senão ninguém entra nesse castelo. – explicou Ginny – Se entrar, vai dar uma trombada no nada a cada cinco minutos!


Antes de o professor sair, fez um feitiço nas alunas de modo que os selamentos que fizessem pudessem ser desfeitos pelos professores que possuíssem um certo código. Avisou-as para combinarem rapidamente e sair apenas ás 12h30. Quando já estava na porta da sala, Rafaela perguntou:


– Ei, professor! – disse Rafaela – E o que vocês vão fazer com a criançada dessa vez?


Flitwick sorriu – Levá-las às estufas para uma aula inesquecível de herbologia e de pequenas criaturas mágicas herbívoras, com Sprout e Hagrid. Tenho certeza que nenhum deles irá reclamar! Ainda por cima lá sempre é quente e úmido, o que é bastante confortável nessa época do ano. Não se preocupem que elas não ouvirão ou verão qualquer coisa que estiver passando fora de lá. Boa prova e atenção! Conto muito com vocês! – e saiu com seus passinhos apressados.


Dado o horário exato, Rafaela e Ginny correram para realizar as tarefas. Impressionaram-se com os “efeitos especiais” que os professores inventaram, chegando a ficar realmente nervosas, como se fosse verdadeiro. Em menos de uma hora e meia conseguiram realizar a penúltima atividade (quarto passo), mais difícil e pensada pelos professores como impossível de ser feita naquele tempo estipulado. Havia alguns probleminhas com a selagem – na pressa, uma ou outra não ficaram tão bem feitas de forma a impedir feitiços das trevas a altura de Voldemort –, mas nada que não merecesse uma boa nota para apenas alunas de sétimo e sexto ano de Hogwarts. A velocidade da realização deveu-se, principalmente, à agilidade com o vôo de Rafaela, ao conhecimento de ambas das passagens secretas e a utilização do mapa do maroto, às poções que Rafaela usou para ajudar e, é claro, à especialidade Magine de Ginny. Até as seis em ponto ambas realizaram a quinta e última tarefa (atacar aqueles que conseguissem entrar). Na verdade, nenhuma criatura daquelas usadas por Flitwick conseguiria passar pelos selamentos, mas como os professores tinham os códigos e o objetivo da atividade era realmente ser um desafio, colocaram-nos lá, para que elas desenvolvessem uma eventual ajuda aos alunos de Defesa Contra as Artes das Trevas.

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