Capítulo 17: O dia em que você descobriu meu amor...
Janeiro de 1999.
04 de Janeiro.
- Como assim Rony não quer que nos vejamos mais?! – gritou indignado, em pleno corredor. Hermione o silenciou com um olhar mortífero. Ele abaixou o tom – Ele ficou louco ou coisa assim? Somos amigos desde sempre!
- Eu sei, Harry! – repetiu ela pela centésima vez – Tentei argumentar com Rony, mas ele está irredutível. Ele está com ciúmes de estarmos mais juntos, por causa das férias que tivemos.
- Idiota! – xingou de novo – Quem ele pensa que é? – ela parou de andar abruptamente.
- Meu namorado, Harry. É o que ele pensa e é o que ele é!
Harry parara de andar com o comentário. Olhou para ela e percebeu que aquela frase significava mais do que parecia, mas preferiu ignorar, para o próprio bem deles.
- Eu sei que ele é seu namorado. Mas, droga! Por que ele está fazendo isso?
- Já disse, ele está com ciúmes por estarmos andando juntos por mais tempo, por rirmos de coisas das nossas férias e ele não entender... Ele está se sentindo rejeitado!
- Ninguém está o rejeitando, Mione!
- Eu sei, Harry! – “centésima primeira”, ela pensou.
Continuaram andando em direção à biblioteca, com Harry xingando Rony de várias coisas. A mais leve era “carente”. Sentaram-se à mesa maior da biblioteca e Harry parou de tentar entender o comportamento de Rony. Agora a questão era outra:
- Você vai fazer o que ele pede? – e então ele percebeu o quanto Hermione estava magoada com aquela situação, dividida entre o namorado e o melhor amigo. Ela abaixou a cabeça, envergonhada.
- Eu não sei... – ela declarou baixinho. Harry segurou sua mão, um pedido para ela olhá-lo. Ela o fez.
- Mione... – ele hesitou – Você o ama?
- O que isso tem a ver? – ela perguntou confusa.
- Tem tudo a ver – ele sentia vontade de se matar com o que ia dizer. – Mione, se você o ama, eu não posso ficar entre vocês. É simples...
- Mas... – ela choramingou – Harry... Eu não quero me afastar de você por um capricho do Rony!
- Mas você o ama. Acredite, cada parte de mim está negando a minha atitude, mas eu simplesmente não conseguirei viver em paz se vocês se sentirem desconfortáveis em minha presença. E talvez seja melhor assim...
- Harry... – ela chamou, mas ele já se levantara, dera em beijo em sua bochecha e saiu da biblioteca sem olhar para trás.
“Vai
Vou te esquecer
Se você já não me quer mais na sua vida
Eu vou lembrar você
Mas tenho que esquecer
Nossos caminhos já não tem outra saída” (*)
- Garotos! – murmurou indignada, com o coração na mão. Desistiu de estudar e arrumou as suas coisas, rumando para o Salão Comunal, onde passou o resto da tarde chorando.
05 de Janeiro.
Sentara ao lado do moreno propositalmente na aula de Poções do dia seguinte. Não iria aceitar aquele afastamento assim tão fácil.
- Precisa cortar sua sanguessuga ao meio, Harry. – ela comentou casualmente, adicionando alguns ingredientes em seu próprio caldeirão – E mexer até atingir uma coloração azulada.
Ele seguiu as instruções da moça e constatou que sua poção ficara azulada do jeito que o livro pedira. Sorriu para ela.
- Agora despeje três pedaços de gengibre. Somente três.
Harry o fez.
- Agora espere ferver e adicione uma cocleária para tirar o odor do gengibre e uma descurainia. Depois disso espere uma semana até a poção ficar pré-pronta.
- Ainda não estará pronta? – ele contestou indignado.
Hermione riu.
- Não. As piores partes serão na próxima semana, você vai ver.
Ele bufou, contrafeito. Mexia seu caldeirão calmamente quando a jovem chamou sua atenção.
- Viu só como a minha companhia não é tão ruim?
Harry parou o que fazia e suspirou longamente.
- Eu nunca disse que sua companhia era ruim.
- Então por que insiste em me evitar?!
- Você sabe o porquê, Mione! – ele protestou baixo, para que os colegas não o ouvissem – Rony...
- Não coloque Rony na história! Estou falando de nós dois!
Ele a olhou profundamente.
- Não existe “nós dois”, Mione... – e se levantou, andando em direção ao professor e sussurrando que terminara por aquele dia. Slughorn o liberara e o moreno voltara à mesa que dividia com Hermione.
- Vai mesmo me ignorar, Harry? – ele não ligou, arrumando suas coisas e saindo rapidamente dali. Hermione suspirou, indignada.
“Ah, mas não vai fugir mesmo, Potter!”, pensou orgulhosa, arrumando suas coisas também e saindo dali rapidamente. Encontrou-o dois andares acima.
- Será que você pode me ouvir? – ela gritou em pleno corredor. Estavam sozinhos.
- Não! Escute-me você! – ele falou seriamente, aproximando-se dela – Será que você não percebe, nem por um instante, que isso está me fazendo mal?
- Mas Harry...
- Não, Hermione! – ele a interrompeu bruscamente. Respirou fundo, tentando controlar o nervoso, e quando falou, sua voz saiu deprimida: – Não vê? Eu estou... cansado! Cansado de lutar, sozinho, por nós dois. Eu preciso... – ele hesitou – Eu preciso esquecer você.
Foi como levar um tapa no rosto. Os olhos da moça arregalaram-se em choque.
- Por favor, me deixe esquecê-la...
Uma lágrima teimosa caiu no rosto de Hermione, e ela soube que não agüentaria passar mais um segundo perto de Harry. Afastou-se dele rapidamente e saiu correndo dali.
08 de Janeiro.
Passara os dias seguintes presa nos estudos, pouco ligando pra quem tentava chamar sua atenção, seja para conversar ou para qualquer outra coisa existente na face da Terra. Precisava ficar sozinha, tendo como companhia apenas seus preciosos livros. Apenas eles faziam-na esquecer, nem que fosse por instantes, de dois garotos que brigavam por seu coração.
- Mione, quer fazer o favor de prestar atenção? – Gina indagara pela décima vez. Estavam jantando no Salão Principal, junto de Harry, Rony e Draco na mesa da Grifinória, mas Hermione parecia estar no mundo da lua. – Estou tentando conversar aqui!
- Desculpe. O que estava dizendo?
- Eu dizia...
Mas essas duas palavras foram o suficiente para Hermione mergulhar em seus devaneios novamente. Gina bufara, indignada.
- Eu desisto! – protestou a ruiva, levantando-se e chamando a atenção da morena novamente – Vai aparecer na nossa festinha hoje à noite?
- Não, tenho vigia essa noite. – Gina já ia protestar novamente, mas Hermione a interrompeu antes de começar – Ficarei toda a madrugada fazendo ronda.
- Por que...? – Draco começou a perguntar, mas Hermione o silenciou com um olhar – Ah, é mesmo – tentou disfarçar.
Harry, Rony e Gina trocaram olhares desconfiados. Todos sabiam que as rondas de Hermione e Draco nunca duravam toda a noite, e a tentativa do loiro de fugir do assunto só os deixou ainda mais desconfiados.
- Que festa é essa, Gina? – perguntou Malfoy.
- Não é bem uma festa. – esclareceu – Está mais para uma reunião de meninas. Fazemos isso todo mês, para não ficarmos loucas com os N.I.E.M.'s. Aproveitamos e colocamos o papo em dia. Vamos? – ela ofereceu a mão para o namorado, que comeu mais uma garfada e aceitou a mão da jovem.
- Não voltem muito tarde! – gritou Rony, mas Gina e Draco já estavam longe – Ai, esses dois vão me enlouquecer um dia... – olhou para Hermione e Harry, um à sua esquerda e a outra à sua direita – Vamos?
Harry confirmou, mas Hermione permaneceu calada. Os dois perceberam que já estava perdida em pensamentos novamente enquanto brincava com a comida. Rony deu um beijo em sua bochecha e murmurou:
- Estamos subindo, ok?
Ela apenas meneou a cabeça, mas os garotos perceberam que ela nem ouvira. Harry puxou Rony e seguiram de volta ao Salão Comunal. Hermione percebeu a ausência dos amigos minutos depois, olhando para o relógio e decidindo começar a sua vigia. “A minha fuga”, pensou a jovem, satisfeita por estar sozinha. Mandava um aluno ou outro para a cama, e quando já passava das dez teve certeza de que todos já estavam nos dormitórios. “Malfoy pode fazer a vigia sozinho”, pensou desolada, arrastando-se até a Sala Precisa.
Parou em frente àquela parede vazia e não soube o que pedir. Só sabia que precisava ficar só.
E, misteriosamente, uma porta de madeira apareceu. Hermione estranhou, pois não fizera pedido algum. Girou a maçaneta e, quando entrou, sabia que era o lugar perfeito.
Não conseguia dormir.
Não queria dormir.
Estava preocupado, não adiantava mais negar. Harry via Hermione definhar dia após dia durante aquela semana e sabia, bem lá no fundo, que a culpa era sua. Notara o rosto da jovem ficar mais pálido, quase não a via comer ou dormir, e a via enfiada na biblioteca desde o dia que ele a destratara depois da aula de poções.
“Ela pode estar preocupada com os exames, não pode?”, tentou se convencer.
“Ah, claro!”, sua mente ironizou. “Ela começa a ficar preocupada justamente depois de você resolver ignorá-la, não é? Acorda, Potter! Ela está sentindo sua falta!”.
“Ela tem a Rony”.
“Mas ela ama você!”.
Esse pensamento o despertou completamente. Lembrou-se dos acontecimentos no primeiro dia do ano e no quanto ficara contente ao beijar Hermione e finalmente ser correspondido... “Eu sei, eu sinto... Seu coração também é meu...”, ele lembrou de sua declaração, seguida de um lindo sorriso da jovem, que confirmava tudo o que ele dizia. Ela também estava apaixonada... Perdidamente apaixonada...
Harry levantou-se num pulo e pegou o Mapa do Maroto de sua mesa de cabeceira.
- Juro solenemente que não vou fazer nada de bom... – sussurrou. As mensagens tradicionais dos marotos apareceram juntamente com o mapa do castelo de Hogwarts. Revisou cada centímetro daquele pergaminho procurando um nome em particular. Achou que ela estaria com Draco Malfoy, pois os dois pareciam muito suspeitos no jantar. Mas se enganara. O loiro andava sem pressa em um corredor do segundo andar. Sozinho.
Harry bufou, contrariado. Passou mais alguns minutos procurando e nada. Depois da décima revisão no mapa, uma ideia lhe ocorrera:
- E se ela não estiver acessível ao mapa?
Ele sorrira. Faria mais sentido o olhar mortífero que ela lançara para Malfoy mais cedo: ela não queria ser encontrada.
O rapaz murmurou um “Malfeito, feito” para o mapa, vestiu um casaco por cima do pijama e pegou sua capa de invisibilidade, saindo silenciosamente do dormitório.
“I hope you're doing fine out there without me (Espero que você esteja se dando bem lá fora sem mim)
'Cause I'm not doing so good without you (Porque eu não estou me dando tão bem sem você)
The things I thought you'd never know about me (As coisas que eu pensei que você nunca saberia sobre mim)
Were the things I guess you always understood (Foram as coisas que eu acho que você sempre entendeu)”
Lágrimas escorriam por seu rosto, contrastando com o sorriso de seus lábios. O primeiro de um bom tempo...
Hermione olhava as fotos que conseguira reunir ao longo daqueles anos em Hogwarts. Fotos que a sala lhe fornecera, tanto as suas quanto as dos garotos. Fotos dela pelo castelo, fotos das festas, fotos de seus amigos... Chorara de emoção ao ver uma foto dela e de Harry no último Natal, quando ele lhe dissera palavras lindas e românticas, enquanto ela chorava em seu peito. “Seria de Dênis Creevey aquela foto?”, se perguntara. Pois se fosse, ela iria pedir a mesma no dia seguinte! Era uma foto bela para quem via de fora e não tivesse a menor ideia do que o jovem Harry Potter dizia para aquela garota abraçada a ele, aparentando estar emocionada pela companhia.
Hermione parou de ver as fotos para prestar atenção na música que tocava em um rádio ao seu lado:
“So how could I have been so blind for all these years? (Então como eu pude ter sido tão cego por todos esses anos?)
Guess I only see the truth through all this fear, (Eu apenas vejo a verdade através de todo esse medo,)
And living without you… (E vivendo sem você...)”
Uma lágrima teimosa caiu em seu rosto no momento que o trecho terminava e ela deparava-se com uma foto de Harry. O rapaz sorria tranquilamente na foto, tirada em seu sexto ano, dias antes da morte de Dumbledore. Foi uma manhã tranquila de primavera, em que ela, Harry e Rony aproveitavam o jardim vazio da escola, já que muitos estavam presos no castelo estudando para os últimos exames. Perdeu-se por um instante na lembrança da foto, até ser despertada novamente pela música:
“And everything I had in this world (E tudo o que eu tenho neste mundo)
And all that I'll ever be (E tudo o que sempre serei)
It could all fall down around me. (Poderia cair tudo ao meu redor.)
Just as long as I have you, (Contanto que eu tenha você,)
Right here by me. (Bem aqui do meu lado.)”
Esse trecho em especial fizera Hermione derramar mais algumas lágrimas de tristeza. Ouvir aquela música e ver fotos dela com Harry definitivamente estava mexendo com seu coração. A moça enxugou as lágrimas de seu rosto, reprimindo-se por ser tão boba e emotiva. Como podia deixar-se levar por uma canção?
“I can't take another day without you (Eu não consigo suportar mais um dia sem você)
'Cause baby, I could never make it on my own (Porque, querida, eu nunca conseguiria sozinho)
I've been waiting so long, just to hold you (Eu estive esperando por tanto tempo, apenas para te abraçar)
And to be back in your arms where I belong (E para estar de volta em seus braços, onde eu pertenço)” (**)
- “Sorry I can't always find the words to say” - uma voz atrás dela passou a cantar junto com a música do rádio. Hermione virou-se bruscamente e viu Harry sentado atrás de si, cantando e parecendo sério demais. – “But everything I've ever known gets swept away. Inside of your love...”. (***)
- O que está fazendo aqui? Como entrou?
A voz chorosa dela pareceu afetá-lo.
- Não pediu da sala para se esconder – ele respondeu simplesmente. – Eu apenas pensei em você e a porta apareceu.
- Há quanto tempo está aqui?
- Desde que a música começou.
Hermione desviou o olhar do dele, voltando-se para a foto em sua mão. Nela estava o trio em Hogsmeade, em seu terceiro ano. Harry não podia sair do castelo na época, e se a fotografia caísse em mãos erradas, aquilo poderia comprometê-los muito. Ela sorriu ao vê-los tão sorridentes. Perdeu-se em pensamentos novamente.
- O que está fazendo aqui, Hermione? – Harry perguntou depois de alguns minutos em silêncio. Ela voltou seu olhar para ele e notou seu semblante carregado de pena e confusão.
- Dando-me alguns minutos de loucura. – ela sorriu, mordendo os lábios – Estar lúcida tem sido insuportável ultimamente...
Harry observava sua amada enlouquecendo aos poucos. Via-a sorrir com as lembranças das fotos e chorar quando ouvia músicas românticas ou com um significado muito forte para os dois. Olhava tudo aquilo e não tinha idéia do que fazer.
- Não pode ficar assim para sempre. – ele comentou tristemente – Ninguém consegue viver assim.
- Pois eu prefiro. – ela falou, quase friamente – Não dói tanto.
- Não dói? – perguntou indignado – Prefere mesmo passar o dia enfiada nos estudos, esquecendo da sua vida, para somente de madrugada ficar remoendo tudo o que já viveu e que não volta atrás? – suas palavras desesperadas finalmente chamaram a atenção dela – Como prefere viver assim? Por que prefere viver assim?
- Estou confusa, Harry... – ela falou baixo, olhando fixamente para a foto em sua mão – Não sei o que fazer...
E os deuses iluminaram os pensamentos de Harry.
Uma música conhecida começou a tocar no rádio e o moreno sorriu, desejando para aquela sala um pouco mais de luz. Seu desejo foi atendido, transformando aquele lugar triste e depressivo em um iluminado e cheio de alegria.
- O que você fez? – Hermione perguntou rapidamente.
Harry sorriu e se levantou, oferecendo uma mão a ela. Viu que ela lhe lançava olhares desconfiados, mas manteve o sorriso doce em seu rosto, fazendo com que ela aceitasse o convite.
“Oh!! Thinking about all our younger years (Oh! Pensando em nossos tempos de juventude)
There was only you and me (Só tinha eu e você)
We were young and wild and free (Nós éramos jovens, selvagens e livres)”
Hermione deu um pequeno sorriso quando uma pista de dança apareceu e Harry a puxou para um abraço calmo e carinhoso. Passaram-se a mover devagar, ao ritmo da música.
“Now nothing can take you away from me (Agora nada pode te tirar de mim)
We've been down that road before (Nós já estivemos naquela estrada antes)
But that's over now (Mas agora já acabou)
You keep me coming back for more (E você continua voltando pra ter mais)
(Chorus)
Baby you're all that I want (Meu bem, você é tudo o que eu quero)
When you're lying here in my arms (Quando você está aqui deitada em meus braços)
I'm finding it hard to believe (Eu acho isso difícil de acreditar)
We're in heaven (Estamos no paraíso)
And love is all that I need (E o amor é tudo o que eu preciso)
And I found it there in your heart (E eu o achei aqui em seu coração)
Isn't too hard to see? (É tão difícil de ver?)
We're in heaven (Nós estamos no paraíso)”
Harry cantou o refrão no ouvido da jovem e percebeu ela se arrepiar no momento em que ele cantou “E eu o achei aqui em seu coração”. Ele sorriu, dando um leve beijo na bochecha da jovem.
- Fique aqui comigo... – ele pediu.
“Oh! Once in your life you find someone (Oh, uma vez na sua vida você acha alguém)
Who will turn your world around (Que irá fazer seu mundo virar)
Bring you up when you're feeling down (Te colocar para cima quando você se sentir para baixo)
Yeah!! Nothing could change what you mean to me (Nada pode mudar o que você significa para mim)
Oh there's lots that I could say (Oh, tem muitas coisas que eu poderia dizer)
But just hold me now (Mas só me abrace agora)
'Cause our love will light the way (Porque nosso amor irá iluminar o caminho)”
- Lembra quando te pedi para não esquecer que eu a amo? – ela confirmou com a cabeça – Eu estava falando sério...
"(Chorus)
And, baby you're all that I want (Meu bem, você é tudo o que eu quero)
When you're lying here in my arms (Quando você está aqui deitada em meus braços)
I'm finding it hard to believe (Eu acho difícil de acreditar)
We're in heaven (Nós estamos no paraíso)
Yeah! And love is all that I need (Yeah! E o amor é tudo o que eu preciso)
And I found it there in your heart (E eu o achei aqui em seu coração)
Isn't too hard to see? (É tão difícil de ver?)
We're in heaven (Nós estamos no paraíso)
I've been waiting for so long (Eu estive esperando por tanto tempo)
For something to arrive (Por alguma coisa que chegasse)
For love to come along (Por um amor que viesse junto)
Now our dreams are coming true (Agora nossos sonhos estão virando realidade)
Through the good times and the bad (Através dos bons e maus momentos)
Yeah!!! I'll be standing there by you (É, eu estarei lá por você)"
Hermione afastou o rosto para olhá-lo. Ele estava sério, e Harry soltou uma mão para acariciar o rosto da jovem, não desviando o olhar do dela nem por um segundo.
- Eu ainda amo você...
“(Chorus)
And, baby you're all that I want (Meu bem, você é tudo o que eu quero)
When you're lying here in my arms (Quando você está aqui deitada em meus braços)
I'm finding it hard to believe (Eu acho difícil de acreditar)
We're in heaven (Nós estamos no paraíso)
Yeah! And love is all that I need (Yeah! E o amor é tudo o que eu preciso)
And I found it there in your heart (E eu o achei aqui em seu coração)
Isn't too hard to see? (É tão difícil de ver?)
We're in heaven (Nós estamos no paraíso)
Heaven... (Paraíso...)
Oh
You're all that I want! (Você é tudo o que eu quero!)
You're all that I need! (Você é tudo o que eu preciso!)” (****)
Beijou levemente aqueles lábios nos últimos segundos da música. A conhecida sensação de estar nas nuvens tomou conta de si, e ele afastou-se, relutante. Uma nova música passou a tocar e ele sorriu para Hermione.
- Minhas escolhas me trouxeram até aqui, de alguma forma já sentia isso antes. Então era pra acontecer... O destino me fez ir embora. O tempo vai nos dizer quem é quem. – ele cantou, olhando-a apaixonadamente – Pode não ser o fim da nossa história... O destino me trouxe até aqui. Minha intuição me diz pra continuar e seguir meu coração... (*****)
E seu coração enfim se acalmou quando sua amada abriu um sorriso sincero.
- O que eu faria sem você? – ela perguntou bobamente.
Ele sorriu.
- Faz um favor para mim? – ela confirmou – Não deixe mais de viver por minha causa.
O sorriso da jovem sumiu de seu rosto ao ver que Harry falava sério. Abaixou o olhar, envergonhada, e assentiu. O moreno segurou o queixo dela, obrigando-a a olhá-lo. Ele deu um pequeno sorriso.
- Viva, minha princesa... Conquiste o mundo! Deixe-me ter orgulho de amá-la...
Harry viu os olhos dela lacrimejarem novamente.
- Lembra do que eu te disse no dia de Natal? Lembra que eu disse que nada nesse mundo me deixa mais feliz do que vê-la feliz? – ela confirmou, uma lágrima já correndo por seu rosto. O rapaz a limpou carinhosamente. – Mesmo que...
- Mesmo que eu nunca seja sua – ela completou.
Aquelas palavras lhe doeram tanto quanto no dia da festa. Ele fechou os olhos por um instante, sentindo o impacto daquela frase dura e cruel. Abriu os olhos novamente.
- Exatamente.
Hermione confirmou com a cabeça uma última vez antes de Harry sair do abraço e se encaminhar para a saída.
- Hei! – ela o chamou. O moreno parou com a mão na porta, olhando-a de lado – Você quebrou sua promessa.
Ele sorriu.
- Ainda bem que quebrei... – e saiu.
09 de Janeiro.
Acordou na manhã de sábado com uma indisposição que não era sua. Sentia vontade de passar o dia todo na cama, sem ter que olhar para cara de Rony ou evitar os olhares de Harry... Olhou para a cabeceira de sua cama sem-querer e deparou-se com a rosa mais bonita que já vira na vida. Hermione levantou-se, atenta, e pegou a rosa. Ela tinha uma textura delicada e parecia enfeitiçada... Hermione aproximou a rosa do rosto para sentir o cheiro da flor e embriagou-se com o que sentiu, com a sensação de que já sentira aquele cheiro em algum lugar, só não lembrava onde. Possuía um cheiro forte e amadeirado, com um levíssimo toque doce... Mas onde já sentira isso? Voltou a olhar para a rosa e surpreendeu-se: ela tinha agora um leve tom de rosa... Hermione sorriu.
- O feitiço da rosa branca...
Voltou seu olhar para a mesinha e encontrou um cartão, com umas poucas palavras:
“Para aquela que encantou meu coração.
Para a garota dos meus sonhos.
Para a mulher da minha vida...”
Apareceu no Salão Principal depois de se vestir ligeiramente às pressas e encontrou Rony na mesa da Grifinória, bastante distraído com seu cereal. Chegou por trás dele e o abraçou carinhosamente.
- Obrigada, querido! – falou ainda o abraçando. Soltou-o e sentou-se de frente para ele, que estava com a cara mais confusa do mundo – Adorei! – finalizou.
- De nada... – ele respondeu confuso – Mas o que eu fiz?
- A rosa, Rony! Amei a rosa!
- Que rosa?
- A que você deixou do lado da minha cama hoje, Ronald!
- Eu não deixei nenhuma flor pra você! Não sou disso, e você sabe muito bem! – ele concluiu nervoso e voltou a sua atenção para o cereal.
Hermione ficou chocada com a frieza de Rony. Agradeceu a si mesma por não ter falado no cartão, senão o ruivo teria um ataque, e isso era a última coisa que queria no momento. Resolveu tomar seu café longe de Rony, e acabou tendo um vislumbre de Harry, que tinha um sorriso discreto nos lábios...
Voltou para o Salão Comunal depois do café, decidida a passar o dia todo na cama. Para sua infelicidade, Rony já estava lá, e parecia furioso. Tiveram uma discussão violenta, com muitos alunos olhando, por causa da rosa que Hermione ganhara e pelo bilhete do tal admirador, que Rony encontrou ao lado de sua cama.
- Por que não admite de uma vez que está com outro garoto? – berrava Rony de um lado.
- Porque eu não estou com outro garoto! Você é o único idiota que acredita nessa hipótese! – rebatia Hermione – Eu não sou você! Não tenho casos com outros pelas suas costas!
Rony parecia surpreso.
- Achou mesmo que estava escondendo seu caso com Luna? – gritou Hermione furiosa – Não menospreze minha inteligência, Ronald! Eu sei disso há tempos! Precisamente desde o dia que você disse que não ia a Hogsmeade comigo por não estar se sentindo bem. Eu o vi aos beijos com Luna horas depois!
A briga pareceu durar muito tempo, até que Hermione disparou:
- Chega, Ronald! Eu não agüento mais tudo isso! Eu simplesmente me cansei de você! Acabou!
O ruivo ficou lívido. Teve mais alguns ataques de fúria e saiu do Salão Comunal, pisando firme. Hermione demorou a perceber que vários alunos a olhavam, curiosos e espantados com a cena que presenciaram.
- O que estão olhando? – ela perguntou alto, dividida entre a raiva e o profissionalismo – Não têm mais o que fazer? – rapidamente os olhares cessaram. Ela respirou fundo e tomou uma atitude. Saiu apressada do Salão Comunal também.
Corria pelos corredores sem se importar com os protestos daqueles com quem esbarrava ou chamados de conhecidos. Eles pouco importavam no momento. Ela só precisava encontrar uma pessoa, e só ela: um belo moreno de olhos verdes como duas esmeraldas. Depois de percorrer o castelo inteiro e não o encontrar, resolveu voltar para o Salão Comunal, onde, coincidentemente, o viu conversando com Dino e Gina. Foi até eles.
- Permitam-me roubar Harry por alguns instantes, sim?
Ela nem esperou resposta. Pegou a mão do rapaz e o puxou para dentro de seu quarto de monitora.
- Abaffiato! – ela conjurou na porta assim que entraram.
- Minha nossa! – ele brincou – Ou eu fiz algo muito sério ou vou ganhar um presentão! Eu acertei?
- Acertou – ela falou seriamente, o que o fez parar de rir quase que imediatamente. – No primeiro chute, Potter!
Hermione enfatizando seu sobrenome quase nunca era um bom sinal. Ele respirou fundo antes de perguntar:
- E o que eu fiz?
- Você... Você foi... – ela parecia buscar uma boa palavra para xingá-lo – Audacioso! Ousado! Um completo intrometido!
Ao ver que Harry não entendia o que queria dizer, ela continuou:
- Seu golpe foi muito baixo! – ela o acusou – Você não tinha o direito! Não mesmo!
- Calma, Mione. – ele tentou acalmá-la – O que eu fiz, exatamente? Direito...? Direito de quê?
- De se intrometer na minha vida desse jeito! De embaralhar tudo e achar que está tudo bem!
Harry ainda parecia não entender nada. Apenas levantou as mãos num gesto de rendição e foi se aproximando lentamente. Hermione permitiu que ele a abraçasse.
- O que eu fiz, minha princesa? – ele murmurou carinhosamente – O que eu fiz que te magoou tanto? Fale, para que eu me redima da forma apropriada, sim?
Hermione lutava para segurar o choro. Balançou a cabeça, confirmando. Ele a guiou até a cama, fez com que ela se sentasse e ajoelhou-se na sua frente.
- O que houve, minha pequena? Diz pra mim.
Algumas lágrimas teimosas caíram no rosto de Hermione. Harry as enxugou e segurou seu queixo de forma delicada, para que ela o olhasse. Tudo o que sentiu vontade de dizer, de jogar na cara dele, acusá-lo... Tudo sumiu depressa quando ele se dirigiu de forma tão carinhosa para ela.
- A flor... – os olhos do moreno mostravam confusão – A rosa, Harry. A rosa branca...
Finalmente ele entendeu. Soltou o rosto de Hermione e desviou o olhar, envergonhado.
- Foi você mesmo, não foi? Foi você quem fez o feitiço?
Ela sabia que não precisava de resposta. O feitiço da rosa é muito simples de entender e muito complexo de se fazer. É necessário cozinhar alguns ingredientes raros por quase um mês inteiro, sendo preciso até adicionar um pouco do próprio sangue na poção. Depois de pronta, uma rosa branca (insubstituível) deve ser mergulhada no caldeirão, e alguns feitiços em latim devem ser ditos. O fabricante da rosa, por assim dizer, não deveria tocá-la, tendo que segurá-la com uma luva ou algum pano. A primeira pessoa que tocasse na rosa emanava uma magia pessoal através do toque. A tal magia, também chamada de sentimento por alguns pesquisadores, era sentida pela flor, que produzia uma cor apropriada. Rosa significava amor... Em poucas palavras, significa que Hermione amava o dono ensangüentado. A mão enfaixada de Harry o denunciava... Ele suspirou e sentou ao seu lado.
- Sim, fui eu... – ele tinha um tom tímido – Mas vou entender se não quiser me mostrar, ou quiser esquecer isso para sempre. – ele tentou se desculpar – Foi uma tentativa... Desesperada, eu acho.
Harry segurou sua mão, mas evitava olhá-la nos olhos. Ficaram em silêncio por algum tempo, até Hermione quebrá-lo:
- Você me ama, Harry? – ela perguntou com a voz firme, apesar de se sentir mais nervosa do que nunca.
- Claro que amo! – ele respondeu rapidamente.
Foi a vez dela de segurar o queixo do rapaz, para que ele a encarasse.
- Estou falando de outro tipo de amor... – os olhos dele brilharam – Não estou falando de amor entre amigos. Estou falando de um amor que um homem sente por uma mulher...
- Sim, Mione. – ele hesitou apenas por um instante – Eu a amo como um homem ama uma mulher. Tenho certeza desde que te beijei pela primeira vez. E desde lá nunca mudou...
Ela abaixou o olhar para que ele não visse as novas lágrimas que escorriam por seu rosto. Tentativa fracassada: ele levantou seu rosto e enxugou suas lágrimas novamente.
- Perdoe-me, Mione... – ele uniu sua testa à dela, fechando os olhos com força – Perdoe-me por amá-la... Eu tentei tanto te esquecer! Tanto! Mas não consigo... É mais forte do que eu! Simplesmente não posso mais fingir que não sinto nada! – ele abriu os olhos, e Hermione pôde ver que estavam marejados – Eu adoro tanto seu sorriso... E o jeito como você olha pra mim...! De como você me abraça... Gosto do seu calor, da sua voz, do seu cheiro... Enfim, eu...
Se esperasse um segundo a mais, Hermione sentia que poderia ter morrido! Interrompeu a declaração de Harry acabando com a mínima distância que existia entre seus lábios. Segurou o rosto do rapaz para que não houvesse engano de que ela queria aquele beijo tanto quanto ele.
Harry desvencilhou os lábios dos dela e a olhou com um misto de espanto e confusão no olhar.
- O que você...?
Hermione ficara tão emocionada com a declaração que acabou esquecendo-se de explicar. Ela deu um sorriso consolador.
- Fique aqui.
E levantou-se. Harry a viu percorrer o quarto e parar em frente ao armário, do outro lado do quarto. Ela o abriu e pegou algo que parecia ter guardado a sete chaves. Ele a viu fechar o armário e carregar algo até ele, mas que escondeu nas costas antes que o moreno visse.
- O que é?
Hermione tinha um sorriso triunfante no rosto. Ele a encarava sem saber se sorria ou se assustava. Ela sentou ao seu lado novamente.
- Gostaria de ver a rosa que me deu? – ela perguntou docemente.
Harry pareceu espantado.
- Por... Por quê?
A moça trouxe uma de suas mãos das costas e acariciou o rosto do rapaz.
- Quer ver ou não? – insistiu.
Hermione via que ele sofria uma guerra interior. Saber era o que ele mais queria. Mas, ao mesmo tempo, tinha medo do que pudesse ver... Pareceu decidir depois de muito tempo:
- Mostre-me.
A voz parecia receosa. Ele olhava fixamente para baixo, onde a rosa apareceria em alguns segundos.
- Não deveria ter medo das conseqüências de seus atos, meu amor...
Ela abriu um largo sorriso quando Harry percebeu o que ela tinha lhe falado. Ele voltou seu olhar para ela, com os olhos confusos.
- O que você disse?
Hermione resolveu acabar com aquele suspense, e mostrou a rosa para Harry. Ela mantinha um singelo sorriso nos lábios, e segurava a flor bem em frente ao seu rosto. Agora conseguia se lembrar de onde conhecia aquele cheiro amadeirado que a rosa exalava...
- Rosa.
Foi a única palavra que ele conseguiu pronunciar, tamanha era sua emoção. Seus olhos marejaram novamente... Seu sorriso não poderia ser maior!
Ele demorou a notar que tudo aquilo não era um sonho. Ou melhor, era. Mas um sonho que estava se transformando em realidade... Harry segurou a mão que Hermione segurava a rosa, afastando-a de seu caminho, e com a outra mão puxou o rosto da jovem para um beijo apaixonante.
- Eu te amo, Harry.
Harry parecia não se conter de tanta alegria.
- Diz de novo.
Hermione sorriu.
- Eu amo você, Harry Tiago Potter! Amo com todo o meu coração! E sei que amarei para sempre...
Harry a beijou de novo. Depositou ali todo o seu amor, toda a paixão que tentara esconder por meses... Hermione retribuiu o beijo na mesma intensidade, passando seus braços ao redor do pescoço do moreno e se entregando àquele sentimento que tomava conta de seu ser. E melhor: era partilhado por aquele rapaz, que parecia o homem mais feliz do mundo por ter conquistado a dona de seu coração...
- Perdoe-me por ter demorado tanto tempo para dizer... – ela sussurrou em seu ouvido depois de, sem fôlego, se separarem. – Eu aceito namorar com você, Harry...
~x~x~x~x~x~
N.A.: (*) - Trecho retirado da música "Passou da Conta", do Bruno e Marrone.
(**) - Trecho da música "Here By Me", do 3 Doors Down.
(***) - "Me desculpe por nem sempre achar as palavras pra dizer. Mas tudo que eu sempre soube desaparece. Dentro do seu amor..." (Here By Me - 3 Doors Down).
(****) - Música "Heaven", do Bryan Adams.
(*****) - Trecho retirado da música "O Destino", do Nx Zero.
Olha só! As músicas brasileiras diminuíram, rsrs.. Vocês precisavam ter visto o capítulo original! Tava emo que só! rsrs.
Ok, ok... Antes dos agradecimentos preciso esclarecer algumas coisas antes que as dúvidas surjam. Coisas que não estão claras agora, coisas que só ficarão compreensíveis daqui a um ou dois capítulos. Mas não custa nada eu dizer! ^^" Ah, e detalhes técnicos também!
1 - A poção que a Hermione ajuda o Harry a fazer não faz parte da história da J.K., nem dos sites de HP conhecidos. Surgiu da minha cabeça louca, com uma ligeira ajuda da Wikipedia. Espero que não tenha ficado muito ruim. ^^"
2 - Acentuações inadequadas e tremas talvez existam nesse capítulo porque boa parte dele é do rascunho original, ou seja, do Word 2007, que ainda não está completamente atualizado com a nova ortografia. Corrigi o máximo que pude, mas não sou muito fã dessa nova ortografia e nem me atualizei completamente, então não sei como ficou. ^^"
3 - Harry e Rony não fizeram as pazes desde que o moreno bateu no amigo. Rony ainda tem ressentimentos, mas conversa com Harry apenas civilizadamente. (Ainda tem muita água pra rolar aí também...)
4 - Rony não é tão a favor do namoro da irmã com Draco Malfoy. Isso ficará mais visível nos próximos capítulos.
5 - O Feitiço da Rosa Branca também não faz parte da história da J.K., nem de nenhum site da série Harry Potter. Surgiu de um sonho que tive! Achei que ia ser muito fofo (na época), e escrevi assim que acordei. Tomara que não tenha ficado muito exagerado. =)
Acho que é só. Podemos partir para as respostas aos comentários...
Potter_Salter - Você leu tudo em uma noite? (o.O) Parabéns, você é mais viciada em ler do que eu! rsrs... Brincadeira, heheh. Sou assim também: quando uma história é interessante, eu a leio até o fim! ^^" Obrigada por ter gostado da minha fic! É sempre bom ter mais um leitor (leitora, no caso) com quem compartilhar ideias e inspirações sobre as histórias! Seja MUITO bem-vinda! Espero que goste desse capítulo, que encerra de uma vez por todas o "romance" entre Rony e Hermione. =D
(Ah, a sua fic "Pedaços de Nós Dois" me encantou!! Sei que você postou um capítulo recentemente, mas já estou ansiosa pelo próximo! ^^")
Melissa Hashimoto - Precisava dizer sim! rsrs... Eu adoro seus comentários!! Que bom que gostou do capítulo passado, é o meu favorito! ^^" Eu nem tinha percebido a parte do "sangue derramado" da Hermione... Quando você me perguntou se ia ter, eu disse que "não" porque achei que não foi grande coisa. Apenas queria mostrar a preocupação do Harry, o cuidado sem fim que ele demonstra pra garota que ama... *-* E sim, a Hermione realmente merecia levar uma bronca; estava mais do que na hora, não é? (Principalmente com um monte de leitor reclamando dels, rsrs) Mas ela aprendeu a lição nesse capítulo, finalmente juntando-se ao garoto que realmente ama! E o beijo... Foi lindo, não é? Você ouviu com a música? Garanto que fica mais emocionante ainda! xD E Draco salvando a vida da Hermione... Bom, eu só queria mostrar que ele mudou mesmo de lado, sabe? Uma prova verdadeira que ele agora faz parte "do grupo dos bonzinhos". ^^" E o quanto ao projeto do Harry... Esse capítulo aqui mostrou. Você gostou? ^^" E mais uma vez (nunca vou me cansar) OBRIGADA pelos seus comentários!! São muito (com o perdão da palavra) fodas! =D
(Quando eu disse mais direta, eu estava pedindo aos leitores que não gostaram da fic que falassem o que não gostaram, entende? Não só elogios, ou fingimento. Chegar "na cara dura" mesmo e dizer "ah, eu não gostei disso porque tá muito assim, e assim eu não gosto...". Eu recebi uma nota "1" na fic e fiquei frustrada por não saber o que eu errei pra receber uma nota tão baixa! =/)
EnigmaticPerfection - Coro de novo!! \o/ (rsrsr) Não, não... AGORA que eles largaram a promessa! Aquele beijo foi um lapso de memória... Afinal, quem ia lembrar de promessa no meio de tanta emoção, não é? xD E calma, falta um bocado para eles dormirem juntos, então não crie falsas expectativas para os próximos capítulos. Eu ainda tô escrevendo essa parte (e confesso, está me dando mais trabalho do que pensei)... Ah, Harry e Hermione são lindos mesmos! Que bom que estou conseguindo passar toda essa cumplicidade entre eles, toda a amizade e carinho, agora dentro de um grande amor...^^" E sim, Hermione foi uma (com o perdão da palavra) besta por muito tempo, mas agora ela abriu os olhos! Acabou a era "Rony Weasley" por aqui! Agora o ruivo só aparecerá para criar confusão! Não muito, só um pouco. xD E quanto ao Draco... Que bom que esteja gostando dele. Nesse ritmo, você se apaixonará definitivamente por ele quando ele enfim demonstrar o que sente pela Gina! *-* E juro, fiquei com ainda mais vontade de escrever depois que você falou que se inspira para escrever também!! Isso definitivamente motiva um autor! Obrigada pelo apoio, pelas emoções deixadas num "simples" comentário! Eu adorei! =D (Aliás... Quando sai um capítulo novo na sua fic? ^^")
Laauras - (rindo até agora, rsrs..) Sim, acabou! Finalmente!! Agora ela pertence a Harry Potter e a ninguém mais! \o/ Sim, também adorei a cena do beijo dos dois. Mas você leu escutando a música do Hanson? Garanto que a cena fica muito (muito!) melhor! =D E a música "Endlesse Love" eu já conheço. Eu tenho uma ligeira queda por músicas antigas (e essa é velha que só!), rsrs. Conheço a versão da Diana Ross. A versão do Glee não é ruim, confesso (apesar de não gostar do seriado, tenho que admitir que eles cantam muitas músicas boas), mas acho que vou ficar com a versão antiga. Sugestão anotada! xD Obrigada por mais uma, obrigada pelo comentário, obrigada por tudo! =D
livia de carvalho rodrigues - Acredite, eu não me esquento. xD Eu ouvi a música que você sugeriu. Muito bonita, eu adoro sertanejo! Mas confesso que a letra deixou a desejar... O ritmo é tão bom! ^^" Mas deixa quieto. ;D Voltando à fic... Hermione foi mesmo uma boba por aguentar o Rony por tanto tempo, mas esse período acaba nesse capítulo! Agora ela admite para si mesma o quanto é apaixonada por esse belo moreno de olhos verdes... *-* Fico felicíssima que tenha gostado do capítulo anterior! Acho que já falei que é o meu favorito, né? (rsrs) E não esquente, mais cenas de Draco e Gina ainda vão aparecer. Só falta eu terminar de escrevê-las. ^^" Obrigada pelo (gigante) comentário, pela sugestão de música, pelos elogios... Por tudo! =D
Com exceção do tamanho da "N.A.", que parece ficar maior a cada nova postagem, acho que não tenho mais nada a dizer além de MUITO OBRIGADA! Os comentários foram incríveis! Fizeram eu rir horrores na frente do pc (mamãe até pensou que eu estava ficando doida de vez), rsrs. E é com um imenso POR FAVOR que peço para nunca deixarem de dizer o que realmente acham da fic, ok? Suas verdadeiras opiniões são o que realmente me interessam. Ok, eu também adoro quando me fazem rir ou quando elogiam a história... ^^"
Ah! E digam se a "N.A." estiver grande demais, ok? Prometo que irei parar (só se pedirem) com tanto blá, blá, blá, se acharem que o texto azul incomoda. =)
Próximo capítulo, se tudo der certo, deve vir na madrugada de sexta para sábado. No mais tardar, sábado à noite. Obrigada por tudo, e até a próxima postagem! =D