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5. Os Trasgos de Hogwarts


Fic: A Armada de Hogwarts


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Capítulo Cinco – Os Trasgos de Hogwarts


 


Os alunos estavam tão ansiosos para irem a Hogsmeade no sábado seguinte, que tudo o que menos queriam era ter que usar tantas vezes aquele vira-tempo. Voltaram até às 16h, como sempre, e tiveram as aulas até quase meia-noite. Dormiram, tomaram café e às 10h retornaram novamente à meia noite, tiveram as aulas até às oito e finalmente estavam dispensados para o café da manhã no salão principal, com os outros alunos.


Quando o correio chegou, mais uma vez dezenas de jornais foram entregues aos alunos, além de cartas de casa. Hedwig trouxe o jornal de Harry, Panther deixou duas cartas e um pequeno bilhete para Rafaela, e a minúscula coruja de Ronald o entregou uma carta.


– Tem uma lista. – disse Harry, ao abrir o jornal – Conhece algum desses nomes? – perguntou para Ginny, que estava ao seu lado


– Não... – ela respondeu, lendo – Mas é tão ruim quanto se conhecesse...


– É sim. E a lista só vai aumentar… Eu quase desejo que ele venha logo pras pessoas pararem de morrer por aí. – ele disse, atirando o jornal na mesa


– Tudo no tempo certo, Harry. – disse Ginny. – Se ele vier logo, nada vai estar preparado. Vai ficar tudo bem, você vai ver.


– Olha isso! – disse Ronald, interrompendo – Ginny, carta do Charlie! – e baixou a voz para falar com os amigos – Contando que Dumbledore pediu que ele venha pra Hogwarts e ficar na Sala. Ele vai trabalhar com a gente!


– Ótimo! – comemorou Ginny – Mas ele vai ficar só lá, não é? Não teria motivo pra estar no castelo.


– Não explicou nada aqui. – respondeu Ronald – Veremos..


– Provavelmente vai trabalhar com o Hagrid e as criaturas. – disse Hermione


– Dragões! – sussurrou Harry – Claro, gente, nós vamos usar dragões na batalha!


Todos sorriram trocando comentários felizes do quanto isso seria legal.


– Já conheceu o Charlie, Rafa? – Ronals perguntou


– Não. – ela respondeu, tirando os olhos da carta que recebera de uma amiga brasileira – Além de vocês e gos gêmeos, só Bill e Fleur.


– Ah, eu acho que você vai gostar dele. – disse Ronald, dando um sorriso significativo – Meu irmão é muito legal.


Rafaela riu – Ah, Ronald, não vai tentar me arrumar namorado!


Já em Hogsmeade, por volta das três da tarde, Ginny decidiu que queria fazer algumas compras para cuidar um pouco da Sala Especial que, segundo ela, estava com cara de sala de aula demais. Harry foi com junto, deixando Hermione, Ronald e Rafaela no bar.


– Nossa, que lindo! – ela disse assim que entrou na loja – Você já viu? – chegou perto do grande vaso em que as flores estavam expostas e observou as pétalas mudando as cores e formas, formando a cada segundo um arranjo diferente


Harry também aproximou-se – Na verdade sim. Já comprei seis delasuma vez.


Ginny o olhou – Pra quem?


Harry riu – Pro Ron!!


– Como assim, comprou flores pro meu irmão?


– Comprei! Uma vez ele precisava delas pra uma poção pra espinhas, é um dos ingredientes, e ele não queria que a Hermione pensasse que ele estava comprando flores pra alguém que não fosse ela, eles ainda nem estavam juntos, então eu comprei. Entrar no castelo com as flores não foi tarefa fácil!


Os dois riram e, minutos mais tarde, saíram da loja empurrando um carrinho cheio de buquês e vasos, e decidiram se sentar em um banco que estava vazio, em uma rua estreita do vilarejo, para ficarem um pouco sozinhos como vinha sendo tão difícil nos últimos dias.


– Você acha mesmo que o Lupin vai gostar dessa planta? – Harry disse ao pegar um vaso que tinha um cacto esquisitão.


– E por qual motivo alguém não se regozijaria da presença de um poeta como eu? – disse a voz grave e pomposa do cacto, exibindo-se com um largo sorriso


– Porque você me lembra de um ex-professor meu: metido e inútil!! – respondeu e pendurou o cartão no “pescoço” do cacto, que agora recitava Sheakspeare.


Ginny, mexendo nas flores, encontrou um vaso com algumas rosas-camaleão, um pouco menor do que nos buquês em que eram mais vendidos na loja.


– Olha, veio algo que não compramos!


– Não, eu comprei. – Harry respondeu sorrindo – Pra você, amor!


Ginny corou, sorrindo abertamente.


– E comprei em caso. O buquê não dura nada. Assim você as terá por bastante tempo.


Ele tirou uma das flores, quebrando o cabo e colocando-a na orelha de Ginny, arrumando seus cabelos – Porque você merece.


Minutos depois, os dois foram distraídos por um bilhete que chegou voando até eles, dobrado como um origami. Ginny o pegou e abriu, lendo em voz alta.


– “Vocês precisam vir ver isso. Rafaela está bêbada!”


À mesa do bar da Madame Rosmerta, Hermione não sabia o que fazer com a amiga chorona. Rafaela estava debruçada sobre a mesa, de cabeça escondida e falando em português sem parar.


– Como alguém consegue ficar bêbado com cerveja amanteigada? – perguntou Ginny assim que ela e Harry chegaram – É quase um milk-shake!


– Parece que ela está triste. – disse Hermione


– Mas por que está triste a ponto de encher a cara? – perguntou Harry


– Não faço idéia. – respondeu Ronald – Ela está falando alguma coisa nessa lingual dela e eu nem imagino o que aconteceu.


 


* * *


 


No domingo, cada um foi fazer algo diferente. Ronald e Hermione passeavam pelos jardins do castelo, Rafaela foi para a biblioteca, e Ginny ficou no quarto com as colegas do sexto ano, conversando. Harry ficou sozinho. Saiu para andar pelo castelo, algo que não tivera tempo de fazer nos últimos dias, a não ser pelos corredores secretos por dentro das paredes. Estava tão acostumado com aquilo que, sem precisar de mapa, entrou por uma passagem no teto de um armário de vassouras para chegar mais rápido até a ala oeste do castelo, apenas pelo passeio. Quando decidiu sair da passagem e voltar para os corredores normais, não encontrava nenhum lugar vazio para sair. Desejou andar sempre com sua Capa da Invisibilidade. Continuou andando pelo corredor, consultando o mapa de vez em quando. Quando percebeu que estava indo para o lado errado, achou um corredor muito estreito que saía de um canto escuro da passagem secreta. Aproximou-se, curioso, e viu que era uma escada. Sem consultar o mapa, subiu-a. Passou por uma porta despedaçada e continuou o corredor, que ficava mais largo e agradável. Olhou novamente para o mapa e viu-se, em um pontinho vermelho, parado dentro do armário de vassouras por onde havia entrado vários minutos antes. Achando aquilo muito estranho, começou a andar sem tirar os olhos do mapa, e o ponto continuou parado onde estava.


Tentou voltar o caminho, mas chegando à antes porta despedaçada, viu que ela havia se transformado em uma rija e nova porta de mogno envernizado, e muito bem fechada. Nenhum alohomorra ou outro feitiço foi capaz de abri-la. Desesperou-se. Após quinze minutos de agonia, decidiu que deveria continuar por aquele corredor, já que não podia voltar. Olhou mais uma vez para o mapa e percebeu que todos os outros pontinhos moviam-se. Indignado, Harry prosseguiu, sem desgrudar os olhos do mapa por algum tempo, ainda sem ver seu pontinho se mover.


Após um tempo, assumiu sua condição de perdido. Continuava sempre em frente, e escolhendo na sorte qual lado pegar quando achava alguma bifurcação. Todo caminho que parecia subida ele seguia, fazendo o mínimo de barulho possível, para ver se ouvia passos ou vozes. Após mais trinta minutos de caminhada, quando já quase se desesperava, ouviu um ruído que vinha da parede à sua direita. Seguiu a primeira entrada deste lado e procurou atentamente nas paredes alguma passagem para o outro lado, que poderia ser uma sala. Não conseguindo acreditar no que estava passando, pegou a varinha e falou todos os feitiços que sabia, “esmurrando”, assim, a parede. Afastando-se dela, encostou-se à outra parede, e sentindo algo estranho e metálico em suas costas, virou-se. Era uma argola de metal, como aquelas de casas antigas para se bater na porta. Vendo qualquer coisa como uma alternativa, tentou puxar a argola e não obteve sucesso. Quando se virou, porém, viu que a parede que esmurrara havia se aberto em um arco, mostrando uma sala muito escura. Hesitou um pouco. Espiou a continuação do corredor e não viu nada de diferente, dos dois lados. De qualquer forma, seria uma saída.


Entrou na sala, e acendeu a ponta da sua varinha. Sentindo medo, foi entrando, ouvia o ruído aumentando de intensidade, até não ser mais um ruído. O barulho era semelhante ao que ouvia na casa de Rony, que o vampiro preso fazia, batendo-se nos canos, nas paredes e na porta. “Será que é uma prisão?” – pensou, primeiramente, mas ainda assim continuou seguindo. O barulho aumentava cada vez mais, até que sentiu que aquela bateria toda vinha dos cantos do imenso e largo corredor. Como Harry seguia em linha reta, com medo, ele não olhava para os cantos escuros. Começou a correr. Não ouvia mais somente os barulhos de fortes batidas que faziam tremer o chão, como já ouvia grunhidos. Quando não agüentava mais seguir em frente sem explorar os cantos daquele imenso e muito largo corredor e o espírito aventureiro obrigou-o a verificar o que era aquilo, decidiu-se aproximar só um pouco do lado direito do corredor.


As batidas aumentavam de intensidade, Harry andava devagar, com o braço esticado com a varinha que o iluminava. Chegando mais perto e com uma vontade imensa de ir ao banheiro, descobriu o que fazia o barulho e grunhia: Deparou-se com uma gigante cela feita de barras muito grossas de algum aço reforçado com magia. Dentro daquela cela havia um gigante trasgo norueguês batendo nas grades com seu bastão. Sem respirar, Harry começou a caminhar para trás, afastando-se, com os olhos arregalados. Andou, abismado, pelo corredor, acompanhando, e viu que havia ali centenas de trasgos, do lado direito, batendo nas celas. Não sabia se corria ou se parava, não estava mais agüentando. Afastou-se para o lado esquerdo, até que percebeu ter se afastado demais. Deste lado havia, também, trasgos, também batendo nas celas, porém esses não tinham bastões. Estranhando o fato, e como já não tinha mais nada a perder, Harry, de pernas bambas, decidiu averiguar o que ocorria. Os trasgos do lado esquerdo eram bem menores, quase do tamanho de Harry. Alguns eram menores ainda. Após pensar um pouco, sacou que os do lado esquerdo eram filhotes, e do lado direito eram os pais.


Harry, exclamando alto – Vocês têm sentimentos!!


De repente, o ambiente foi silenciando-se.


– Podem me entender?


O trasgo adulto que Harry viu de perto o grunhiu alguma coisa.


– Sempre achei que vocês eram maus e sem sentimentos! Pelo menos foi o que pareceu quando eu estava no primeiro ano …


Começou novamente a barulheira. Parecia que não tinham gostado do comentário.


– Tudo bem, tudo bem! Me desculpem!


O barulho não se cessou, e Harry decidiu continuar em frente. Quinze minutos depois, decidiu ir falar com um trasgo filhote:


– Aquela é a sua mãe?


O bicho grunhiu alto, como se entendesse. Seria um não ou um sim, mas pelo menos estava se comunicando.


Harry foi falar com o adulto, do outro lado – Aquele é o seu bebê?


Ao invés do trasgo esmurrar mais, silenciou-se. Parecia um gesto para os outros também o fazerem.


– Eu não vou fazer mal a vocês, aliás eu nem vim pra ver vocês, estou perdido no castelo e acabei chegando aqui. Eu... Eu preciso saber se tem um jeito de ajudar... vocês.


O trasgo, como se fosse um humano muito desajeitado, fez um sinal que parecia com “prossiga”.


– Eu sei que no fundo vocês não são maus, porque nos ajudaram a proteger o castelo algumas vezes e nunca atacaram ninguém. Parabéns por isso. Eu posso falar com Dumbledore para deixar vocês ficarem junto com seus filhos em algum lugar... Ah... Mais agradável... E com um cheio melhor. É tudo o que eu posso fazer por tudo que eu sei que vão fazer por nós nesse ano.


O trasgo à frente de Harry tentou dizer algo com seus grunhidos, mas ele não conseguiu entender.


– Se você fosse uma cobra eu te entenderia, mas...


O trasgo fez um gesto chamando Harry mais para perto.


– Ah, não, obrigado, estou be macho, eu preciso mesmo ir agora. – disse afastando-se


O bicho esticou os braços entre as grades para tentar alcançar Harry, que, com medo, recuou, lembrando que os trasgos são maus por natureza, instinto, mesmo que não queiram.


– Não, eu não entro em jaula de trasgo. Obrigada, mas preciso ir. – e continuou andando para trás, até encostar, sem querer, na jaula de um filhote, que o agarrou com força. O adulto conversou alguma coisa com o filhote que, antes de largar Harry, o empurrou com força para frente, de forma que, quase voando, fosse bater na grade do trasgo adulto, que, tendo as grades mais largas, puxou Harry para dentro.


Harry, assustado e com mais vontade de ir ao banheiro – É, você... Poderia baixar o bastão?


O trasgo soltou o bastão, para o alívio de Harry, e pegou-o inteiro, virando-o de ponta cabeça, chacoalhando-o. Harry gritou o mais alto que pôde, e não soltou sua varinha da mão, apesar de estar impossibilitado de fazer qualquer feitiço. Quando foi deixado no chão e começou a recolher suas coisas que caíram de seus bolsos, rapidamente, o trasgo entregou-lhe uma pequena ampulheta.


Harry, pegando-a – Não acredito! Estava comigo o tempo todo? É o vira-tempo!


O trasgo pareceu fazer “sim” com a cabecinha.


Harry continuou – Então posso voltar para a hora em que me perdi.


O trasgo fez um gesto de “mais ou menos”. Sem entender, Harry continuou – Obrigado mesmo, seu trasgo! Valeu!


Como estava programado naquele vira-tempo, Harry, após dar as duas viradas, apareceu na sala de McGonnagal. Estava vazia. Saiu de lá, passou pelo corredor do segundo andar, chegou à escadaria principal, também vazia. Descendo a primeira escada, que movia-se sozinha, decidiu procurar no mapa por seus amigos. Quando olhou o horário, tomou um susto imenso: era duas e cinqüenta da tarde. Ao invés de voltar duas horas, havia avançado.


Correu à sala comunal da Griffindor, quando chegou no térreo, e mal entrou, voou para o banheiro. Estava com um aspecto horrível, cansado e sujo. Saiu daquela mesma forma atrás dos amigos, que estavam no saguão de entrada perguntando a todos por Harry. Quando ele desceu, Ron, Hermione, Rafaela e Ginny correram em sua direção.


– Onde você estava? – perguntou Rafaela, preocupada


– Por que você está assim? – disse Hermione, vendo a sujeira toda


– O que fizeram com você? – perguntou Ginny, começando a alisar seu cabelo


– Estava andando por aí e entrei em um corridor secreto que vi no mapa.


– Nós fomos até essa passage, é em um armário de vassouras, o map ate mostrava lá mas você não estava. – disse Ginny – Ficamos muito preocupados.


– Que bom que vocês não entraram lá!! – ele disse e contou toda a história, dirigindo-se com os amigos à sala comunal.


– Então onde eu estou no mapa agora? – perguntou Harry


– Ainda lá no mesmo lugar. – respondeu Ronald


– Bom, agora você precisa falar com o Albus. – disse Ginny – Você prometeu ajudar aqueles trasgos.

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