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3. A Sala Especial


Fic: A Armada de Hogwarts


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Três – A Sala Especial


 


O primeiro dia de aula, no dia seguinte, pareceu comum demais. Todos tinham em mente tudo o que estava para acontecer: os horários, as aulas, os preparativos e a grande invasão. Interiormente, desejavam que as aulas especiais começassem logo, um pouco por curiosidade, muito por um verdadeiro desejo de participar de tudo aquilo e provar que mereciam estar na Ordem.


Às onze e quinze na noite de terça-feira, quando toda a sala comunal já estava silenciosa e vazia, cada um dos alunos trancou as cortinas de suas camas e saiu sorrateiramente, carregando uma mochila ampliada por dentro carregando roupas, materiais e objetos pessoais. Encontraram-se na sala comunal e, sem falar nada, saíram pelos corredores do castelo. Em minutos chegaram à sala de transfiguração. Antes que entrassem, a porta se abriu e Dumbledore saiu por ela.


– Ótimo, já estão aqui! – disse ao ver os alunos segurando as varinhas para manter as mochilas pesadas no ar – Vejo que estão preparados. Venham, entrem.


Em silêncio, os alunos o seguiram para dentro da sala até a mesa da professora. Dumbledore ficou em frente à parede e todos pararam atrás dele.


– Atenção, agora, para não ficarem presos do lado de fora. Para entrar na sala, vocês deverão ficar na frente da entrada e estender a palma da mão, assim, e dizer a senha, que trocaremos a cada dois dias. Magines Curandis. – o arco se abriu, blocos da parede desaparecendo um a um – Vocês têm meia hora para desfazer suas bolsas em seus respectímos quartos. Então, venham para a sala comunal, atrás da cortinas, para fazemos uma breve reunião.


Sem dizer nada, as garotas e os garotos se separaram. As portas não tinham maçaneta.


– Só precisam pedir com educação. – avisou Dumbledore


Harry olhou para a porta – Posso, por favor, entrar no quarto?


A porta se abriu.


 


* * *


 


Às onze e quarenta da noite estavam todos na sala comunal, as cortinas completamente fechadas. A ansiedade aumentara ainda mais. Sentaram-se todos nos sofás e ficaram esperando. Pouco depois, a cortina foi aberta em um dos cantos e, por ela, entraram Dumbledore e Snape.


- Sua primeira aula de hoje será de Defesas Especiais Gerais. Espero que estejam com todo o material que solicitamos na lista. – Snape começou a falar assim que entrou. – Não teremos tarefas muito pesadas hoje, não no início. O Professor Lupin não estará presente nessa primeira aula, mas ensinará esse assunto em parceria comigo, e em alguma aulas vocês contarão com a presença do próprio professor Dumbledore, como será hoje.


Todos se entreolharam, a animação de repente aumentando por ter uma aula tão interessante assim. Todos voltaram a atenção novamente para as explicações, exceto por Rafaela, que ouvia com atenção, mas não olhava na direção dos professores. Ainda não conseguia agir normalmente na presença de Snape, muito menos olhar na direção dele. Sentia um incômodo físico, como se seu corpo gritasse para que ela fugisse dali. Viu Dumbledore olhando na direção dela algumas vezes, e tinha a impressão de que ele a entendia.


Ao contrário do que imaginaram, as lições com Dumbledore eram as mais fáceis de aprender. O diretor tinha um senso pedagógico incrível. O tempo passou bastante rápido, porém foi cansativo. Moveram-se, após as apresentações, para a ala escolar e se acomodaram nas carteiras. Aprenderam novos feitiços de defesa, e  já começaram a aprender algumas seções teóricas do chamado “Corpo Fechado”, feitiço cujo ápice seria deixar o corpo protegido dos principais feitiços e poções malignas.


- Vocês também vão aprender – disse Dumbledore – com o tempo, que as Artes das Trevas têm terríveis truques e requerem muito treinamento, mas também exigem muito em troca. A pessoa tem que oferecer o pouco de bom que tem a cada atitude maligna.


- Como se a cada feitiço houvesse um dementador por perto? – perguntou Harry, lembrando-se que Dementadores alimentavam-se de boas lembranças e bons sentimentos das pessoas


– Sim… E não. – o diretor respondeu – É terrível demais para imaginar. Sai da noção humana de que tudo o que se faz é para, de alguma forma, encontrar a felicidade. É muito pior do que um dementador, porque o sentimento que o demetador traz é ruim até mesmo para bruxos das trevas.


Snape, continuando o raciocínio de Dumbledore – Dementadores são terríveis até para criaturas malignas. As artes das trevas, apesar de serem prejudiciais para quem as recebe e para quem as ministra, um tipo de terrível satisfação, um desejo de se aprimorar, mesmo que se saiba o quão mal faz.


Snape tinha uma seriedade estranha, um pouco de mágoa no olhar e na voz. Pela primeira vez, Harry olhou para Snape como se ele fosse humano. Percebeu que o que ele havia falado sobre a sofreguidão do desejo de aprimoramento se aplicava a ele mesmo. Harry notou que talvez a amargura e a seriedade que estava sempre no professor vinham dessa época negra, do sofrimento e loucura que ele tivera nessa fase. Agora, livre disso, restavam as cicatrizes, escondendo um possível ser humano com bons sentimentos.


– Sim, mas relembrar coisas negativas do passado não nos tratá nada de bom no momento. – disse Dumbledore – Que tal um lanche agora? Podemos terminar a aula um pouco mais cedo, você não acha professor Snape?


- Certamente. – Snape respondeu e tentou dar um sorriso, apenas torcendo seus lábios levemente – Essa foi a primeira aula... E foi mais rentável do que eu esperava. – disse procurando não olhar diretamente a nenhum aluno. Virou-se e começou a andar a passos largos.


Quando o professor saiu pelo portal secreto, Dumbledore virou-se aos alunos:


– Acredito que já tenham entendido que – Dumbledore recomeçou olhando Harry mais atentamente – Professor Snape não é uma má pessoa, como vocês todos pensaram que ele fosse.


– Ele parece um solitário. – disse Ginny


– Sim, isso é verdade. Mas não estamos aqui para fofocar a respeito da vida dos professores. Severus passou por inúmeras situações traumáticas em sua vida, e se recuperou de todas elas. É quase impossível imaginar um Comensal se recuperando.


- Isso que ele falou de “terrível satisfação”... – começou Rafaela, encarando o tampo da carteira – Eu não entendo. Por mais terrível que seja, ainda é uma satisfação, e ele não pareceu precisar se esforçar muito pra... Você sabe... Me atacar.


- Eu posso entender profunamente que você não se sinta a vontade na presença dele, Rafaela, e isso pode demorar para acontecer, pois o que ele teve que fazer foi algo horrível. Mas preciso que tenha a conciência de que tudo o que ele fez foi por obrigação, e que ele jamais teria feito se não estivesse sendo observado, e também que ele correu um grande risco ao ajudá-la. Se você tiver conciência disso, o tempo fará essa sensação ruim passar, e a convivência poderá ser pacífica.


Rafaela acenou concordando para Dumbledore, tentando um sorrisinho. Em seguida, dirigiram-se para a mesa que havia próxima à grande porta que dava para o jardim. O café da manhã já estava posto. Dumbledore permaneceu com os alunos durante o lanche e pediu permissão para repetir esse gesto durante as manhãs que estivesse por lá.


– Seis uma honra, professor! – sorriu Hermione


– Mais uma coisa: – disse o diretor – Nós não precisamos ser cerimoniosos, como todos sabem, são alunos especiais e os horários dos professores, assim como os meus, também mudaram muito para se adaptar ás nossas necessidades. Portanto, a relação entre eu e vocês agora é diferente – disse Dumbledore, olhando nos olhos de cada aluno –, e eu não os quero me chamando de senhor, professor, mestre ou alteza. Apenas pelo meu nome, Albus.


Após o lanche os alunos ficaram um pouco no jardim – apesar de ainda ser madrugada, a iluminação de lá imitava perfeitamente uma linda manhã e sol, para os alunos não se sentirem muito deslocados tento aula de madrugada – enquanto a sala se arrumava sozinha para a próxima aula e Dumbledore se reunia rapidamente com o Flitwick, que seria o primeiro professor a dar revisões dos mais importantes tópicos de sua matéria àqueles alunos. Hermione estava relembrando alguns feitiços que aprendeu no sexto ano – obrigando Ronald a também revisar. Harry e Ginny estavam sentados em um dos bancos escondidos atrás de arbustos perfeitamente aparados. Harry estava sentado em frente à namorada, de pernas cruzadas, com um grande livro de Feitiços no colo.


- Eu realmente gusto de feitiços de cura. – dizia Ginny – Poso até me imaginar estudando isso depois. Na verdade acho que deviam ensinar algumas coisas na escola mesmo. Eu costumava ter uma leve alergia a pó, por ter apenas livros velhos era um problema na hora de estudar, e um dia eu tomei vergonha na cara e fui até Madame Pomfray pedir por algo, e ela me fez um feitiço tão simples e rápido, e que funcionou tão bem, que eu nunca mais tive alergia, e agora sei que o aprenderia só agora no sexto ano.


– Eu conheço esse feitiço. Quando Flitwick nos deu aula disso, ele primeiro nos deu uma poção para nor tornar alérgicos, e nós tínhamos que curar alguém, no meu caso eu devia curar o Ron. A poção que ele tomou o fez ficar... - e começou a rir


- Ficar o quê?


- Ficar alérgico a qualquer coisa com pelos, e o coitado estava deixando crescer aquela barbixa dele – e voltou a rir


– Aquela barbinha ridícula que ele insistia em deixar! – Ginny disse gargalhando em seguida


– É! E começaram a aparecer um monte de pinta cor de rosa na cara dele, e ele ficava se coçando, eu não sabia se ria ou se chorava, e acabei lançando o feitiço errado e ele piorou. Ficou totalmente vermelho, e eu me sentindo culpado mas também não conseguia parar de rir.


– Bom, Harry, você definitivamente não é bom nisso!


– Ué, eu fiquei nervosa!


– É, amor, mais um curandeiro não pode nem pensar em ficar nervosa nessas situações.


– Sim, e enquanto pode estar vendo coisas terríveis...


– É...


Houve um silêncio constrangido onde cada um deles imaginava os tipos horríveis de coisas que poderiam enfrentar em pouco tempo.


– Nem parece que é o meio da noite, parece umas nove da manhã. Esse Sol... – disse Harry olhando para o céu, na tentativa de mudar de assunto


Ginny consultou o relógio – Ah, que pena, a próxima aula já vai começar e eu nem li nada dos livros do sexto ano... Tenho certeza de que quando vocês estiverem revisando a matéria eu vou ficar perdida.


– Imagina, vai ser só a primeira aula. E eu sei que o programa deve considerar que você é do sexto ano, e mesmo que nós todos sejamos do sétimo, sabemos que ainda tem coisas pra aprender que nem podemos imaginar


– Às vezes eu queria ser tão disciplinada quanto a Mione é. De onde ela tira tanto potencial?


– Ela é a prova vida de que mestiços podem ser perfeitamente bruxos.


Uma sineta tocou às quatro e vinte, alertando os cinco alunos de que deveriam retornar à sala. A longa aula de Feitiços foi tranqüila, e não foi difícil para Ginny aprender alguns dos feitiços mais importantes do sexto ano, já que, como tinham tempo, a aula não foi apenas uma revisão, e sim uma aula completa.


– Bom trabalho, classe! – disse o professor Flitwick – Vocês se comportaram perfeitamente e a aula foi muito proveitosa. Nos adiantamos bem e acredito que na próxima semana, nesse ritmo, poderemos começar os feitiços do sétimo ano!


- Mas ainda teremos as aulas regulars do sétimo ano, professor. – disse Hermione


- Mas não temos muito tempo. Na verdade… – e retribuiu o olhar de cada aluno – Não sabemos exatamente quanto tempo temos. É por isso que essas incríveis aulas e preparações estão acontecendo... Mesmo assim, como hoje conseguimos avançar bastante na matéria, pode agora estão dispensados.


Saíram da ala escolar e passaram rapidamente pelo quarto para trocar de roupa e tomar banho, como se tivessem acordado há pouco tempo. A manhã e a tarde foram exaustivas para todos. Ronald foi o que mais reclamou de sono. Na hora do almoço, quando se encontraram novamente, praticamente todos estavam acabados.


– Eu quero a minha cama. – coramingou Ginny


- Hoje tudo o que eu preciso é da minha cama! – disse Hermione


- Quase dormi em Transformações. – disse Ginny


- E nós que precisamos passer a última aula olhando para a cara do professor Flitwick de novo! – reclamou Ronald – Não agento mais ele hoje.


– E eu ainda estava pensando em ir visitor o Hagrid no intervalo. – disse Harry


- Acha que da tempo? – perguntou Ginny


- Não sei, acho que assim que der três horas eu só vou querer correr pra minha cama, que é onde eu estou acostumado a dormir


A última aula normal do dia custou a acabar. Todos estavam muito cansados e não viam o tempo passar. Assim que bateram as três horas e acabaram as aulas do sétimo e sexto ano, enquanto a maioria dos alunos corria para a próxima aula que ainda teriam, os cinco corriam para a torre para poderem tirar um cochilo. No caminho, Neville os alcançou e começou a acompanhar seu passo apressado.


– Estão indo pra sala comunal? Eu também, tenho Herbologia depois


- Hermione nos convenceu a pegar Aritmancia. – disse Ronald


- Eu até pensem em escolher mais uma matéria pra pegar, mas eu nunca escolheria Aritmancia. Não sou muito bom com números... O que eu prefiro mesmo é a aula de política com a Professora Rivez. Vocês gostam?


- Tivemos que deixar política pra pegar arutmancia. – disse Harry – Tomava muito tempo


- Mas é tão importante!


Chegaram, finalmente, próximo à mulher gorda e viram Ginny, lá na frente, já entrando no salão e correram, gritando a senha, para entrarem depressa.


– Calma, gente, a aula só começa em meia hora! – Neville estranhou


– Nós sabemos! – disse Hermione – Mas temos a lição de casa do Snape, é muita coisa pra ver, não queremos deixar pro último minuto.


Quando conseguiram ficar sozinhos de novo, sentiram-se aliviados. Odiaram ter que mentir e enrolar um amigo tão querido como Neville, mas não poderiam ter agido de outra forma. Descansaram em suas camas por algum tempo, e então pegaram mais alguns pertences e levaram-nos ao local combinado para a utilização do vira-tempo. Hermione, Ginny e Rafaela ficaram por quase quinze minutos esperando por Harry e Ronald no vestiário com as bolsas pesadas. Quando eles finalmente chegaram, explicaram que Seamus os havia parado para perguntar como seria o time de Quiddich da Gryffindor naquele ano, e Harry precisou inventar algumas idéias na hora para não parecer estranho que ele ainda não tivesse sequer pensado naquilo. Hermione virou cinco vezes o vira-tempo e dali sumiram, aparecendo na sala da professora McGonnagal apenas às quatro e quinze, atrasados para a aula de Snape. Ginny colocou rapidamente a mão na parede e disse a senha. Quando entraram, Snape já os esperava.


– Finalmente os atrasadinhos se lembraram que tinham uma aula para comparecer.


– Desculpe professor, - exlicou Hermione – ficamos esperando peloss meninos desde as nove, mas eles ficaram presos com o Seamus e...


– O motive é irrelevante, vocês deviam ter saído antes, não em cima da hora. Deveriam ter se encontrados às oito e meia. – ele disse e continuou sem se importar com a expressão que os alunos fizeram – Vou abrir uma excessão e não puni-los apenas porque essa é a primeira aula. Espero que todos demonstrem mais dedicação e vonrade, porque as poções que veremos são coisa séria. O que aprenderemos nessas aulas especiais, todas as semanas, é a respeito da alma, não do corpo como a maioria das poções. São níveis muito avançados dessa especialidade, e será de extrema importância que vocês alcançem tais níveis. A todo momento deverão estar equipados com antídotos, poções mortais e de reposição de energia, e deverão ser capazes de prepará-las em situações em energência, rapidamente. Precisarão experimentar, praticar, treinar muito e ter muita força de vontade. Deverão se esforçar como jamais se esforçaram, e não simplesmente ficar se atrasando para as aulas. Isso é coisa séria. Muito séria. Não vamos perder mais tempo. Sentem-se.


A aula de poções foi como nunca haviam visto. Já haviam visto de tudo, poções que mudavam a aparência, feitiços que modificavam o humor, poções medicinais, mas aquelas eram algo que jamais haviam imaginado. Ainda não aprenderam poções malignas, o que provavelmente seria deixado para dali a algumas aulas, mas testaram vários antídotos de diversas dessas poções e aprenderam e treinaram a elaboração de três tônicos poderosos, capazes de reanimar até pessoas à beira da morte se utilizados corretamente, e se a causa da quase-morte não fosse apenas física.


A aula acabou exatamente no horário combinado. Houve um breve momento para lanche. Os alunos ficaram novamente no jardim mais ensolarado que o comum para aquela época do ano, enquanto a sala se arrumava para a aula de McGonnagal e Snape provavelmente guardava suas poções e ingredientes.


- Eu até que gostei da aula. – disse Rafaela aos amigos – Poções sempre foi minha matéria preferida, sempre areceu bem fácil pra mim.


- Eu ainda estou com sono. – disse Ronald


- E ainda temos muito pela frente. – disse Hermione, afagando de leve o cabelo do namorado – Depois da revisão da McGonnagal, ainda temos treinamento.


- Estranho pensar que nesse momento eu estou começando a dormer lá na minha cama na torre – ele disse piscando pesadamente com o carinho


A aula da professora McGonnagal foi tranqüila, assim como fora a de Flitwick. Houve bastante revisões, onde a professora testou as transformações básicas e foi caminhando aos poucos até as últimas que haviam sido aprendidas no ano anterior. Ginny, apesar de ainda não ter aprendido as últimas, conseguiu se adaptar bem, já começando a aprender várias que ainda aprenderia naquele ano. No intervalo seguinte ela precisou tomar poção para dor nas costas, pois havia ficado bastante tensa ao pressionar a si mesma para ter bons resultados.


 


* * *


 


Ginny foi a primeira dentre os seis a acordar. Estava tudo silencioso, Hermione e Rafaela dormiam profundamente nas camas ao lado. Sentou-se na cama e ficou sem saber o que fazer. Consultou o relógio de pulso que havia ficado sobre a mesa de cabeceira, constatando que ainda eram sete e meia da manhã. A professora McGonnagal chegou ao salão especial e passou pelos cinco alunos, que estavam na ala escolar tendo aula, passou rapidamente para não atrapalhar a aula, e entrou pela porta do quarto feminino. Hermione, sentada à sua carteira, imaginou-se dormindo lá dentro.


Ginny saía do banheiro, ao mesmo tempo em que tinha aula lá fora, quando a professora entrou.


– Que bom que está acordada, Ginny, preciso dar um recado importante, e você pode passar para as outras duas. – apontou para as meninas que dormiam – Neste momento vocês estão tendo aula ali fora. – apontou para a porta – Sairão ás oito par air para o salão principal. Portanto, de maneira nenhuma saiam do quarto antes dessa hora.


- Ok, eu falo pra elas. Mas os meninos também precisam sair, talvez um deles esteja saindo do quarto agora...


– Eu pedi para o Sir Nicholas falar com eles, debe estar fazendo isso agora mesmo


E, dizendo isso, desejou bom dia e saiu do quarto. Na ala escolar, Nearly-Headless-Nick passou pelos alunos e riu discreto, ao lado de Rony.


– Você acaba de acordar todo descabelado, Sr. Weasley.


Hermione deu uma gargalhada e tapou a boca com a mão em seguida.


– É mesmo… Acho que me lembro de você dizendo alguma coisa quando acordei.


Às oito da manhã, terminando a aula, os seis saíram pela parede do salão especial e foram tomar café da manhã no salão principal do castelo. Quase no mesmo instante, saíram pelas portas dos quartos e se dirigiram à mesa, onde o café da manhã já estava posto.


– Isso é tão esquisito. – disse Rafaela, enchendo uma grande xicara de cafe


– Enquanto eu estava dormindo, tinha aula bem ali – Ronald apontou pras carteiras – E o Nick me acordou. Não foi um jeito muito bom de começar o dia


Às dez da manhã, usaram novamente o vira-tempo. Viram-se surgir na sala da professora Minerva, de volta à meia-noite. Entraram no salão especial e iniciaram novamente a maratona de aulas até as oito da manhã. Pouco antes disso, Sir Nicholas passou pela sala e brincou com Ronald, e depois todos saíram para tomar café no salão principal, ao mesmo tempo em que saíam de seus quartos para a sala especial.

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