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28. Tulipas pat.2( Tem NC)


Fic: UM VIZINHO PERFEITO- H-Hr---U.A.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo28: “Tulipas parte2”


 


Hermione seguiu o conselho de Harry e demorou um bom tempo relaxando na banheira. Precisava daquele tempo para se acostumar àquela nova atitude dele. Ou seria aquilo, ponderou ela, apenas um lado de sua per­sonalidade que ele ainda não havia tido oportu­nidade de demonstrar?


Como poderia imaginar que Harry tinha um lado tão romântico? E como poderia prever que o fato de ele lhe demonstrar isso dificul­taria ainda mais o controle de seus próprios sentimentos?


Amava-o de qualquer maneira, sob qualquer cir­cunstância. Mas não havia mulher que resistisse a todas aquelas demonstrações de gentileza e ro­mantismo. Deus, até onde seu amor iria chegar? Seria possível conseguir amá-lo ainda mais? Di­fícil. Mas não impossível.


Tinha noção de que Harry estava fazendo aquilo para se desculpar, por havê-la magoado. Na verdade, ele não tinha idéia do que realmente havia feito a ela. Contudo, o mais importante, pelo menos para ela, era o fato de ele querer se desculpar de alguma maneira. Como poderia negar um pedido de desculpas vindo de Harry?


Uma noite tranqüila, com um jantar íntimo e casual, seria perfeita para eles. Harry não gostava de multidões e, no momento, ela própria também não estava com disposição para ir a um lugar mais agitado. Por isso, comer pizza diante da tevê lhe pareceu um bom programa. Ela e Harry teriam a chance de rir e de conversar sobre amenidades. Mais tarde, talvez até fizessem amor no sofá enquanto um filme em preto-e-branco estivesse sendo exibido na sessão da madrugada. Finalmente as coisas voltariam a ser simples entre eles.


Sentindo-se mais calma e relaxada, vestiu um longo robede seda azul, escovou os cabelos e começou a descer a escada. Foi então que uma música suave lhe chegou aos ouvidos. Um som envolvente e sedutor. Não ficou surpresa. Afinal, Harry gostava daquele tipo de música e até tocava aquele estilo com seu sax.


Porém, ao descer mais alguns degraus, viu o candelabro sobre a mesa com suas velas acesas.


Harry estava ao lado da mesa, esperando-a com um sorriso charmoso. Havia trocado de roupa e estava trajando uma calça e uma camisa pretas, que destacaram ainda mais a cor verde-esperalda dos seus olhos,  além de haver feito a barba.


Ao vê-la, ele lhe estendeu a mão. Hermione se aproximou devagar e pousou a mão sobre a dele, encantada com a maneira como a chamas das velas se refletiam sobre os cabelos e os olhos dele.


- Está se sentindo melhor?


- Sim, muito. O que está acontecendo aqui?


- Nós vamos jantar.


- Mas o cenário está um pouco elaborado para... - Hermione se interrompeu quando Harry levantou-lhe a mão e roçou os lábios sobre seus dedos, deixando-a sem fôlego por um instante. - Pizza - completou ela.


Harry sorriu.


- Gosto de olhar o seu rosto à luz de velas - explicou. - Gosto do efeito das chamas no brilho de seus olhos. - Puxando-a delicadamente para si, beijou-a nos lábios. - E sobre sua pele. - Roçou os lábios sobre a face dela. - Acho que esqueci de quanto você é delicada e acabei indo longe demais em minha falta de consideração.


- O quê? - Hermione estava se sentindo ligeira­mente zonza.


- Tenho sido descuidado com você, Mione. Mas não serei esta noite. - Dizendo isso, beijou a mão dela, provocando-lhe um arrepio. - Tenho algo para você - falou ele, pegando uma pequena caixa com um laço cor-de-rosa que havia sido deixada sobre o balcão.


Hermione levou as mãos às costas, em um gesto instintivo.


- Não quero nenhum presente, Harry. Não preciso de presentes.


Ele franziu o cenho, surpreso com o tom defen­sivo na voz dela. Somente depois de alguns se­gundos, foi que se deu conta de que ela estavapensando em Cho.


- Não estou lhe oferecendo isso porque você precise, ou porque tenha pedido - explicou a ela.


- Quero lhe dar isso porque me fez lembrar de você. - Ele entregou a caixinha a ela. - Abra antes de se decidir. Por favor.


Sentindo-se meio infantil, Hermione pegou a caixi­nha e retirou o laço com cuidado.


- Bem, quem não gosta de presentes? - disse, com bom humor. - Além do mais, você esqueceu meu aniversário.


- Esqueci?


Harry se mostrou tão chocado que a fez rir.


- Sim, ele foi em setembro do ano passado, e o fato de que você ainda não me conhecia não serve de desculpa para não ter me dado um presente. Então este aqui...


Hermione se interrompeu de repente, olhando para o inusitado par de brincos repousados sobre o ve­ludo da caixinha. Dois pingentes de hematita mos­trando vários peixinhos sobrepostos. Feito um pe­queno cardume de sardinhas prontas para entrar na lata.


- Eles são ridículos. - Hermione riu, encantada.


- Eu sei.


- Mas eu adorei.


- Eu sabia que você ia gostar. – Harry sor­riu, satisfeito.


Com um brilho de felicidade no olhar, ela se­gurou os pingentes junto às orelhas.


- Que tal?


- Adoráveis e inusitados, como você.


Hermione enlaçou os braços em torno do pescoço dele e o beijou com uma paixão que fez Harry sentir o sangue esquentar. Então ouviu um soluço.


 - Ah, meu Deus. Não, não faça isso.


- Sinto muito. - Hermione soluçou novamente, es­condendo o rosto junto ao pescoço dele. - É que flores, candelabros e peixinhos... Muita coisa de uma vez, entende? - Respirando fundo, tentou se acalmar e deu um passo atrás. - Muito bem, já passou - declarou, passando as mãos pelo ros­to, com ar decidido.


- Graças a Deus. - Harry passou o polegar pelo rosto dela, enxugando uma lágrima que in­sistira em surgir. - Pronta para o champanhe?


- Champanhe? Ora, é difícil não se estar pronto para tomar champanhe.


Hermione ficou olhando Harry ir até a cozinha e começar a abrir o champanhe deixado em um balde com gelo. O que dera nele afinal? Tinha de haver um motivo para todo aquele contentamento...


- Já sei! - exclamou ela, de repente. - Você ter­minou o roteiro! Oh, Harry, você conseguiu terminar?


- Não, não terminei.


A rolha do champanhe finalmente saltou e ele serviu a bebida.


- Oh. - Voltando a se sentir confusa, Hermione fran­ziu o cenho.


- Então, o que estamos celebrando?


- Você. - Harry tocou o copo no dela, em um brinde. - Apenas você.


Ele pousou a mão sobre o rosto de Hermione, antes de levar seu próprio copo aos lábios dela.


Hermione provou a bebida, fechando os olhos por um instante para apreciar melhor aquele sabor todo especial. A maneira como Harry a estava fitando quando ela voltou a abrir os olhos deixou-a entontecida.


- Não sei o que lhe dizer.


- Não precisa dizer nada - respondeu ele.


- Apenas aproveite a noite que preparei para você. Hermione sentiu um arrepio de expectativa.


- Puxa, quais serão as surpresas que me aguar­dam? Já estava me sentindo feliz demais com as que tive até agora.


- Eu ainda nem comecei... - Harry tirou o copo da mão dela e o deixou de lado, antes de envolvê-la em seus braços. Roçando os lábios nos dela ao ritmo da música, ele sussurrou: - Nunca a tirei para dançar.


- Não. - Hermione fechou os olhos. - Nunca.


- Então dance comigo, Mione.


Como se aquele fosse o gesto mais natural na­quele momento, ela levou a mão ao ombro dele e encostou a cabeça em seu ombro, deixando-se le­var pelo ritmo da música. Iluminados apenas pe­las suaves chamas das velas, os dois ficaram ali durante algum tempo, desfrutando aquela agra­dável atmosfera de intimidade.


Ao sentir os lábios de Harry roçando seu quei­xo, Hermione levantou o rosto de modo que seus lábios encontrassem os deles. Sua pulsação estava ace­lerada, mas seus movimentos, ao ritmo da música, eram lentos, quase preguiçosos.


- Harry... - murmurou, equilibrando-se na ponta dos pés para beijá-lo com mais intensidade.


- Deve ser o jantar - falou ele, ainda com os lábios junto aos dela.


 - Hum?


 - O jantar. A campainha.


 - Oh.


Hermionel tivera a impressão de ouvir uma campainha, mas o ruído lhe parecera tão distante que ela pensara que o som. houvesse vindo de outro apartamento.


- Espero que não fique desapontada - disse Harry, enquanto abria a porta.


- Não é pizza.


- Oh, tudo bem. Qualquer coisa está bom para mim.


Como ele queria que ela se preocupasse com comida com todo seu corpo ardendo de desejo por ele? Entretanto, não conseguiu esconder o ar de espanto ao ver garçons uniformizados entrando no apartamento.


Aturdida, ficou observando os homens arruma­rem as iguarias sobre a mesa com eficiência e discrição. Eles partiram em menos de dez minutos, e somente então Hermione conseguiu voltar a falar.


- Isso... parece estar maravilhoso.


- Venha sentar-se. - Harry lhe segurou a mão e indicou um lugar para ela, antes de se inclinar e beijá-la na nuca.


Hermione se lembrava de haver comido alguma coi­sa, mas não tinha muita certeza do que fora e nem de como o fizera. Era como se seu poder de observação houvesse decidido abandoná-la de re­pente. Toda sua atenção estava centrada em Harry, e somente nele. Só conseguia se lembrar da maneira como os dedos gentis haviam tocado os seus e de como aqueles lábios macios haviam ro­çado a pele sensível de sua mão em determinados momentos. A maneira charmosa como ele sorrira e servira mais champanhe, que ela bebera até sentir a cabeça ficar leve, muito leve.


Também se lembrava com clareza da maneira como ele a carregara nos braços, com infinita gen­tileza, até o andar de cima. E de como ele a co­locara com todo cuidado sobre a cama, em meio aos lençóis perfumados. Acendeu as velas do can­delabro, como já havia feito antes, mas dessa vez se aproximou de uma maneira diferente. Uma ma­neira permeada por uma espécie de magia cari­nhosa e sensual que Hermione não saberia ao certo como definir, apenas sentir.


Um beijo intenso e apaixonado iniciou o ritual de amor. Harry ofereceu a ela mais do que con­seguia se imaginar capaz de oferecer a alguém, e encontrou na resposta sem reservas de Hermione mais do que poderia sonhar.


Fizeram amor lentamente, sem pressa, sem re­ceios. Para ambos, aquele delicioso compartilhamen­to íntimo foi uma espécie de descoberta mútua, algo que viveria apenas na lembrança dos dois.


Quando Harry abriu o robe de Hermione, ficou algum tempo admirando suas formas perfeitas, lisonjean­do-a com aquele olhar de indisfarçável desejo.


- Você é tão linda, Mione - disse, fitando-a nos olhos.


- Quantas vezes deixei de lhe dizer isso? De lhe mostrar isso?


- Harry...


- Deixe que eu lhe faça isso. Deixe-me vê-la sentir prazer ao ser tocada como eu deveria tê-la tocado antes. Assim... - murmurou ele, percor­rendo toda a extensão do corpo macio e cheio de curvas com a ponta do dedo indicador.


Hermione conteve o fôlego e fechou os olhos, envolvida por uma sensual onda de prazer. Então ele inclinou a cabeça, traçando com os lábios e a língua a mesma trilha de fogo que seu dedo havia deixado.


Gemidos de prazer irromperam na garganta de Hermione, emergindo por entre seus lábios entreaber­tos. Vulnerável ao toque das mãos e dos lábios experientes de Harry, estremeceu completamen­te quando uma onda mais intensa de prazer ar­rebatou-a de repente.


Harry continuou a doce tortura, sentindo-se satisfeito ao vê-la gemer e arquear o corpo em meio ao poderoso abandono sensual. Mas ainda não era suficiente. Queria oferecer mais a Hermione. Muito mais.


Ao se unir a ela por completo, deixou que o desejo, dessa vez permeado por uma infinita ter­nura, conduzisse seu corpo e o de Hermione por aquela escalada de sensualidade. Com movimentos in­tensos e ternos ao mesmo tempo, Harry a ar­rastou consigo para aquele universo de prazer que sempre guardava uma surpresa, nunca se reve­lando exatamente da mesma maneira.


Quando Hermione acordou, sorriu ao ver que Harry continuava ali, a seu lado, abraçando-a com o mesmo carinho com que a envolvera quando os dois haviam adormecido nos braços um do outro, exaustos depois do amor.


 


(Fim do capítulo).


 


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Comentários: 1

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Enviado por Fe-Note em 13/09/2013

Caros Leitores,

São 22:15 e eu ainda estou atolada de trabalho para fazer, sendo assim não vou poder postar nenhum capítulo hoje.

Eu sinto muito, mesmo. :-/

Mas amanhã à noite sem falta postarei mais dois capítulos para vocês.

Desculpem, vou reconpensa-los prometo. ~.~

Nota: 1

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