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23. “Sangue forte e...”


Fic: UM VIZINHO PERFEITO- H-Hr---U.A.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NA: Então gente esse capítulo é uma pontinha do que vai vir pela frente... :D Aproveitem!!!!


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Capítulo23:"Sangue forte e...."


 


 


Muito tempo depois de a garoa haver cessado, de a noite haver caído e de Harry haver aparecido sorrateiramente em seu quarto para matar a saudade e testar a enorme cama de casal, Hermione suspirou alto.


O dia havia sido quase perfeito. Quase tão perfeito que ela se aninhou mais junto de Harry, deitado ali, a seu lado. Então se permitiu imaginar que ele era um príncipe que havia escalado as paredes da torre do castelo para ir ao encontro dela. Para amá-la. Para ficar com ela para sempre.


- Diga-me uma coisa - sussurrou Harry, relaxado e desfrutando o calor do corpo de Hermione junto ao dele.


- Hum-hum - murmurou ela, em resposta. - Qualquer coisa.


- O que diabos significou toda aquela conversa com seu avô? Hermione levantou a cabeça e afastou os cabelos do rosto. Então revirou os olhos. - Oh, aquilo. Eu não o avisei antes porque tive a ingênua esperança de que não seria neces¬sário. Reconheço que a culpa foi toda minha. - Passando a perna sobre as dele, ela o fitou por um momento. - Sabia que tem olhos lindos, Harry? Eles são de um tom de Verde diferente, como a cor da água do mar em Fernando de Noronha no Brasil.- Já foi até lá?.


- Não, Esse foi um comentário sincero ou apenas um artifício para fugir do assunto principal?


- Ambas as coisas. - Ela riu. Porém, vendo que não teria como escapar das perguntas dele, Hermione se sentou, beijou-o e vestiu o robe que havia deixado ao pé da cama.


- Por que sempre se veste para conversar comigo? - Harry perguntou. Hermione olhou-o por cima do ombro, parecendo surpresa e acanhada ao mesmo tempo.


- Um impulso puritano latente?


- Incrivelmente latente - anuiu ele, sorrindo ao vê-la amarrar o robe com firmeza na cintura.


- Agora, a respeito de seu avô e do súbito interesse dele pelo sobrenome da minha família... Ou, como ele disse durante o jantar, o "sangue forte" dos meus ancestrais...


- Bem, Harry, você é escocês.


- Da terceira geração de minha família.


- Isso pouco importa no vasto e histórico esquema das coisas. - Hermione serviu um copo de água.


- Primeiro, quero me desculpar - disse, sem olhar para ele. - Espero que compreenda que meu avô não fez aquilo por mal. Ele age assim porque se preocupa conosco e não teria feito aquilo se não houvesse gostado de você.


Harry sentiu um aperto no estômago.


- Feito o quê, exatamente? - Não me dei conta... Pelo menos, não até chegarmos aqui. Mas deveria ter prestado mais atenção - murmurou ela, sentando-se na cama e entregando o copo a ele, antes de tomar um pouco da água.


- Na outra noite, quando você mencio¬nou que já o conhecia e que ele havia sugerido que você ficasse no apartamento em frente ao meu, eu deveria ter prestado mais atenção aos detalhes. Bem... - Ela deu de ombros. - De qual¬quer maneira, não teria importado muito.


- Sobre o que está falando, Hermione? - Harry franziu o cenho, confuso. Ela exalou um suspiro e fitou-o diretamente nos olhos.


- Meu avô o escolheu para mim, Harry. Isso porque ele me ama muito - ela se apressou em acrescentar. - Ele quer apenas aquilo que acha que é melhor para mim, e isso significa um casamento, uma família e um lar. E, pelo visto, ele está achando que você me dará tudo isso.


Harry passou a mão nos cabelos, aturdido. - E como diabos ele chegou a essa conclusão? - indagou, colocando o copo sobre a mesinha-de-cabeceira com um ruído seco.


- Não se trata de um insulto, Harry- falou ela, quase indignada. - É um elogio. Como eu disse, vovô me ama muito, portanto, deve ter uma grande estima por você, por achá-lo suficientemente adequado para se tornar meu marido e o pai dos meus filhos, que serão os bisnetos que ele tanto deseja ter.


- Pensei que você não quisesse se casar. - Eu não disse que queria. Eu disse que ele queria isso para mim. - Levantando-se, ela foi até a penteadeira e pegou uma escova. Em seguida, começou a escovar os cabelos.


- E fique sabendo que o fato de você estar tão abalado é muito insultante.


- E aposto que você considera tudo isso divertido.


- Acho encantador.


- Acha encantador que seu avô de noventa e tantos anos escolha um marido para você?


- Ele não colocou um anúncio no jornal e nem um luminoso diante da casa. - Sentindo-se magoada, ela deixou a escova sobre a penteadeira. - Mas não precisa entrar em pânico, Harry. Não vou me deixar levar pelos planos de meu avô. Serei perfeitamente capaz de arranjar um marido sozinha, quando e se eu achar que devo arranjar um. Por enquanto, continuo não querendo nada disso. Ela inclinou a cabeça, olhando em torno de si. Na falta de algo melhor para fazer, abriu um pote de creme e começou a passá-lo nas mãos.


- Agora, estou cansada e quero dormir. E já que não se importa mesmo em dormir comigo depois do sexo, então é melhor ir embora.


Aquilo era apenas indignação, pensou Harry, ou haveria algo mais por trás da reação de Hermione?


- Por que está brava?


- Por que estou brava? - repetiu ela, sem saber se começava a chorar ou a gritar. - Como é possível que uma pessoa que escreve sobre os sentimentos dos outros com tanta precisão, com tanta sensibilidade, faça uma pergunta dessa? Por que estou brava, Harry? - Respirou fundo e continuou: - Porque você está sentado aí, na cama que acabamos de dividir, completamente chocado com o fato de que alguém que me ama possa querer que exista algo mais do que apenas sexo entre nós.


- Claro que há mais do que sexo entre nós - declarou ele, começando a vestir o jeans.


- Há mesmo? Há mesmo, Harry?


O tom frio de Hermione o levou a olhá-la fixamente. Sentiu uma onda de culpa ao ver a sombra de tristeza nos olhos dela.


- Eu gosto de você, Hermione. Você sabe disso.


- Você me acha divertida. Não é a mesma coisa.


Sim, era mais do que indignação, concluiu Hermione. Hermione estava magoada. De alguma maneira, ele a havia magoado novamente sem querer. Segurando o braço dela, virou-a de frente para ele, com delicadeza.


- Eu gosto de você. A expressão de Hermione se amenizou. - Tudo bem. - Pousou a mão sobre a dele, forçando um sorriso.


- Vamos esquecer tudo isso, sim? Harry queria concordar com ela e resolver aquilo de maneira simples. Mas o sorriso de Hermione não foi espontâneo.


A sombra de tristeza continuava preente nos olhos dela.


- Hermione, não posso lhe oferecer mais do que isso.


- Não estou lhe pedindo mais. - Aproximando-se da janela, ela mudou de assunto:


- A lua apareceu e não há nenhuma nuvem no céu. Poderemos caminhar pelas colinas amanhã. A paisagem fica linda nessa época do ano. - Contendo um arrepio, massageou os braços. - Puxa, está ficando frio aqui. Talvez seja melhor eu pôr mais um pouco de lenha na lareira. - Pode deixar que eu ponho - Harry se ofereceu. As chamas da lareira ainda estavam bem ativas, mas, mesmo assim, Harry acrescentou mais um pedaço de lenha a elas. Então ficou parado por um momento, vendo as chamas crepitarem, começando a consumir o novo pedaço de lenha. Durante algum tempo, o único som que se ouviu no quarto foi o da madeira crepitando em meio às chamas da lareira.


Por fim, Harry foi o primeiro a falar:


- Poderia se sentar um instante?


- Prefiro ficar aqui, olhando as estrelas - res¬pondeu Hermione, diante da janela. - Não conseguimos ver muitas estrelas em Londres, com todas aquelas luzes. Acabamos nos esquecendo de olhar para cima e nem nos lembramos de que existem estrelas. No condado Lancashire, Blackpool, onde fui criada, o céu vivia repleto delas. Nunca me dei conta de quanto sentia falta daquela visão até ir morar na cidade. É possível passarmos longos períodos sem uma porção de coisas e nem mesmo nos darmos conta de quanto elas nos fazem falta.


Hermione se tornou tensa ao sentir as mãos de Harry sobre seus ombros. De fato, teve de se esforçar para voltar a relaxar e não demonstrar quanto a proximidade dele a afetava.


Ao virar-se para ele, conseguiu até sorrir.


- O que acha de sairmos para vê-las melhor?


- Hermione, quero que se sente e que me ouça.


 


(Continua...) 


 


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NA: Até o próximo capítulo! :D

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