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6. Arranjar é o mais fácil


Fic: Love and Hate


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aos poucos a idéia de ser mãe tomou conta de todos os instintos de Hermione, seu corpo logo já dava indícios, começou a se cuidar melhor e se importar com o futuro.

Mesmo sem querer fazia planos pro garoto ou garota, e antes de pensar no sexo, nomes, ou roupinhas, já era decidido, ele ou ela estudaria em Hogwards, e se Merlin ajudasse seria um maravilhoso grifinório.

Nesse tempo, por várias vezes se sentou à escrivaninha e começou a escrever a Gina, queria desabafar com a amiga, talvez pedir alguma ajuda, seus conselhos ousados e muitas vezes malucos pareciam a melhor solução nesse momento, mas, Hermione sabia que não tinha esse direito, seria injusto demais... Depois de tantos anos evitando o contado e fugindo do passado, chegar de repente com uma noticia dessas, e mesmo que tentasse esquecer... existia Ronald...

Como o ruivo encararia uma gravidez dessas, qual seria a reação dele ao saber que ela seria mãe? E o principal, seria mãe solteira e que o pai da criança não passava de um imprestável, que em uma noite de bebedeira mudou toda a sua vida...

Deixando tais pensamentos de lado Hermione se conformou, nunca mais poderia ver os amigos, tão pouco poderia voltar a Londres, nunca mais veria nenhum dos weasley’s, família que ela tanto amava e sentia saudades, e daquele certo Weasley em especial, que nunca, nem o tempo e a distancia... e principalmente as circunstâncias a fariam esquece-lo.

Contou com apoio da Sra. Granger, sua mãe, que assim que recebeu chamado da filha viajou imediatamente até Paris.

- Ah, Hermione... como isso aconteceu minha filha, minha menininha! – o misto de pesar e decepção enchiam a voz da mãe da morena. A filha que sempre era sempre tão cuidadosa, tão consciente passava agora por um problema típico...

- Agora não adianta mais chorar, mamãe. – o humor causado pela gravidez ainda prematura, fazia mesmo nesse momento inconveniente que sua mãe achasse graça, sempre imaginou como seria ser avó, ainda mais por que tinha apenas uma filha, é claro, que nunca imaginou a filha na situação que se encontrava... mas, o que importava era que Hermione e o bebe que vinha por ai...

- Mas também isso é o de menos okay... o que importa é você e meu netinho... ou netinha é claro... – largo sorriso abriu nas faces de Hermione com as novas possibilidades...

Tirando todo o peso do ambiente sua mãe a abraçou passando calma e tranqüilidade para a filha.

O tempo começou a voar e sem perceber Hermione já era dona de uma bela barriga de cinco meses...

Sentir os chutes, o bebê se mexendo... cada sensação dessas trazia novas esperanças... esperanças de que o pior já tinha passado e que talvez realmente fossem melhores sozinhos... de que aquilo tudo era prova de o quão valente ela era e o quão amado ele seria...

No trabalho ninguém sabia da sua história, e quando perguntavam sobre um marido ou um suposto pai para aquela criança Hermione desconversava ou até mesmo se dizia viúva, e sempre se saia muito bem, apesar dos olhares desconfiados e os pequenos comentários... sua mãe teve que abandoná-la em pouco tempo... o pai de Hermione, muito doente, exigia cuidados constantes. Apesar de se preocupar e sentir imensas saudades, voltar a Londres, ainda era fora de cogitação, assim recebia noticias quase que diariamente e sempre tentava estar o mais perto possível dos pais...

A gravidez corria bem e a cada chute daquele serzinho ela sentia mais certeza que aquilo era a escolha certa...

O nono mês chegou...

A morena se sentia cada vez mais assustada, e quando finalmente a bolsa estourou, nem a medicina trouxa e tão pouco a bruxa ajudavam a amenizar a solidão... tão pouco o medo...

Escutar o choro fraquinho e vê-lo encostadinho ao seu rosto, diminuindo o choro alto para pequenos resmungos enquanto ia sendo acolhido pelo calor da mãe, foi sem duvida a batalha mais séria que o coração de Hermione já havia travado.

Um pequeno e lindo garoto, olhos muito azuis iguais ao do “pai” e cabelo num castanho idêntico ao da mãe, corpo branquinho e saudável...

Pequeno Matthew... Matthew Granger...

Ele era bem mais do que Hermione sonhará ou idealizava nesses nove meses, era calmo, era lindo, e era um companheiro e tanto...

Pelo que pode perceber nesse pouco tempo nada de Collins se encaixava na criança, a não ser o belo par de olhos azuis, que com certeza seria a única herança significativa que ele poderia dar...

*****

Em Londres a vida corria no devido lugar, Ron era o atual chefe do St. Mungus... solteiro, sério e cobiçado...

Em seus relacionamentos nunca se envolvia e nunca deixava que os amigos e familiares se envolvessem com qualquer mulher que se envolvesse...

Um homem belo, alto, forte... e com uma conta em Gringodes capaz de satisfazer muitas mulheres fáceis pela pequena Hogsmade... nesses mais de seis anos a experiência lhe presenteou com uma beleza máscula... rosto forte e quase sempre com a barba ruiva por fazer... as pequenas sardas ainda salpicavam o rosto e lhe davam uma certa graça inocente...

Costumava sempre ser encontrado pelos bares e baladas bruxas às vezes até algumas trouxas, depois desses anos desenvolveu fascínio interessante pelo mundo trouxa, e até mesmo arrumou alguns relacionamentos por Londres a fora, mas, nunca deixava que mulher alguma o conhecesse...

Harry e Gina mantinham a vida perfeita de casados, sem filhos e ela agora cuidava da ala que antes pertencia a Hermione... era apaixonada pelo trabalho... e muito talentosa... Por muitas vezes entrou em contato com a amiga e sem resposta acabou desistindo, mas, mesmo assim depois de Hermione, poucas foram às amizades que ela confiava, a amiga que cresceu com ela e que junto haviam descoberto quase tudo, nunca poderia ser substituída...

Algo nesses anos todos faltava em todos eles, algo que não sabiam como explicar tão pouco como solucionar... como era possível que um momento pudesse modificar a vida de tantas pessoas?

Ron se sentia culpado apesar de tudo, ouvia a irmã dizer com saudade das épocas onde os quatro eram completos, faziam tudo juntos e maioria do tempo sorriam juntos... Gina como sempre insistia para que o irmão seguisse em frente de deixasse o passado pra trás, era difícil vê-lo deixando a vida passar... quase sete anos depois ele ainda mantinha o mesmo apartamento e quase toda a mobília intacta, até a velha foto mágica, que mostrava lentamente um beijo apaixonado onde Harry e Gina, Ron e Hermione protagonizaram, permanecia intacto em cima da lareira... a única diferença é que hoje, muito mais experiente ele mantinha o apartamento sempre limpo...

- Quando você vai trazer uma namorada pra mamãe conhecer hein? – A Sra. Weasley em um dos típicos almoços de domingo onde a família se reunia fazia questão de perguntar... – Ron eu não sou nova sabia! Não quero morrer sem conhecer um filho seu... providencie! – todos sorriam e Ron apesar de envergonhado respondia a altura...

- Ué, mamãe, arranjar é fácil! È só fazer oras! – o olhar de espanto da matriarca Weasley fez que todos sorrissem...

- É verdade, mamãe, fazer é até o bom da história – Fred disse e a pequena senhora chegou a corar...

- Deixem de ser bobos... vocês entenderam muito bem o que eu disse! – todos sorriam ao ver o embaraço da senhora...

Mais uma tarde se passava e mais uma vez Ron voltava a sua vida... apartamento vazio e escuro, silêncio total... a única coisa que lhe restava era tomar um banho longo e se deitar, esperar que o sono o tomasse e assim ele terminaria outro dia...

*****

N/B: O capítulo ficou super fofo, quase chorei com a descrição da Hermione com o bebê, dei altas gargalhadas com a Sra Weasley... enfim, eu amei! Já virei fã de carteirinha dessa fic!

Beijos e ótima leitura!
^^
Joyce Grint

N/A: gente, tô muito empolgada... tão empolgada que tá indo rápido demais... meu consolo é que ainda vai acontecer muita coisa!!

Mais uma vez meus comentários perfeitos...

patoloko: tá ai mais um capitulo... tomara que goste tá... volta logo!

mila: thank's again baby... smerpe linda... amo vc


Tá meus anjos...

Se der comentem, vcs farão a autora feliz...

beijooooooo e até breve

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