NA: Oi galera que está acompanhando "Um vizinho perfeito"!
O final esta começando a se aproximar... Mas não se preocupem ainda vai acontecer bastante coisa!
Obrigada a todos que estão lendo!!!! Fico muito feliz, mesmo!!!!!
:D
Resolvi adiantar o capítulo 20, afinal reunião de família no domingo é uma loucura, primos correndo para lá e para cá, gente conversando da sala a cozinha, prima aborescente querendo mexer no meu Note,kkkk!.(Hoje em dia ela é legal mas quando eu era mais nova ela era chatinha, kkkk!)
É complicado se concentrar em uma tanta coisa. Não sabia se iria conseguir postar mais tarde.
Então aí está!!!
Tem NC18 (eu disse que iria avisiar quando tivesse).
Bom... Divirtam-se!
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Capítulo20: “Uma viagem?” (NC18)
Como já passava da meia-noite quando Hunter foi embora para o hotel, Hermione achou melhor tomar um banho e ir direto para a cama. Não havia dormido o suficiente na noite anterior, e nem Harry. Portanto, a coisa mais prática e sensata a fazer no momento seria tentar ter seu merecido descanso.
Porém, quando deu por si, já havia atravessado o corredor e estava apertando a campainha do apartamento em frente ao seu. Estava começando a pensar que Harry já havia ido dormir quando ouviu a chave girando na fechadura.
- Oi, não quer tomar um último drinque antes de ir dormir?
Ele olhou por cima da cabeça dela, tentando enxergar o interior do apartamento em frente.
- Onde está seu irmão?
- A caminho do hotel. Abri uma garrafa de conhaque para ele e...
Hermione não se surpreendeu quando, antes mesmo de terminar a frase, Harry puxou-a para dentro do apartamento, trancou a porta e enlaçou os braços em torno da cintura dela. E também não se surpreendeu quando os lábios dele esmagaram os dela em um ávido beijo.
- Pelo visto, não vai querer tomar conhaque - falou ela, ofegante. Sem se importar com o fato de Harry já haver começado a tirar sua blusa, acrescentou: - Ou alguma outra bebida.
A força do desejo que sê apoderara dele no momento em que vira Hermione era quase incontrolável. Saber que poderia tê-la novamente para si deixara-o ansioso, impaciente para amá-la outra vez.
Hermione também se deixou levar pelo desejo, colando seu corpo ao dele com gemidos de prazer, enquanto sentia Harry deslizar sua calça para baixo, por sobre seu quadril. Sim, queria pertencer a ele mais uma vez. E por isso não perdeu tempo em se livrar do restante das peças que cobriam seu corpo.
Sentiu as mãos de Harry acariciarem seus seios, segundos antes de ele tomar um dos mamilos entre os lábios, sugando-o e mordiscando-o sensualmente. Ofegante, Hermione foi deixando pontos avermelhados nas costas de Harry, causados pelo efeito de suas unhas, em meio ao enlevo de prazer.
A pele acetinada de Hermione era como um convite ao toque e à carícia. Um convite irrecusável para um homem atormentado pelo desejo. Devagar, ele foi deslizando os lábios sobre o corpo dela, até alcançar o ponto mais sensível do corpo de Hermione e sentir os dedos dela se cravarem em seus ombros. Gemidos de prazer começaram a soar pelo ambiente.
Não era possível que alguém pudesse sobreviver a todo aquele prazer, foi o último pensamento coerente que passou pela mente de Hermione, antes de ela se deixar levar completamente. Harry afundou os dedos em suas nádegas, enquanto a levava à loucura com os lábios e a língua.
Um grito de prazer logo irrompeu em sua garganta, enquanto, por um instante, o ar pareceu sumir de seus pulmões. Rendida, encostou-se à porta, ainda entregue aos lábios ávidos de Harry.
Sua postura pareceu acender ainda mais a chama do desejo nele. Harry deslizou as mãos pela pele úmida de Hermione, enquanto continuava sua doce tortura com os lábios, exigindo mais, mais...
Até sentir-lhe o corpo recomeçar a estremecer e se mover com cada vez mais sensualidade, em busca do novo êxtase.
Deixando-a quase no limiar do clímax, Harry levou-a até a única cadeira que havia na sala. Livrando-se das próprias roupas, sentou-se e puxou-a para si de maneira quase selvagem. Então guiou-a até seu membro pulsante e ambos finalmente se tornaram um. Sem deixar de fitá-la nem por um instante, maravilhou-se ao ver o âmbar intenso dos olhos dela se escurecerem de prazer.
Então, com um gemido erótico, ela começou a se mover. Dessa vez, seria Hermione quem ditaria o ritmo do prazer. E ela o fez melhor do que ele poderia esperar. A cada movimento daqueles quadris perfeitos, Harry sentia como se fosse explodir de prazer a qualquer momento. O gosto da sensualidade de Hermione permanecia em sua boca, enquanto o excitante aroma de seus corpos unidos lhe invadia as narinas, enevoando-lhe os sentidos e fazendo-o ansiar pelo alívio final.
Aqueles sons sensuais e quase selvagens emitidos por Hermione o estavam deixando louco, assim como o arrebatamento erótico presente na expressão do rosto dela e naqueles lábios entreabertos.
Harry sentiu que estava muito próximo do clímax e teve de se esforçar para conseguir se conter mais um instante, só mais um instante, até satisfazer Hermione completamente.
De fato, não teve de esperar muito, pois logo a viu inclinar a cabeça para trás, com uma concentrada expressão de êxtase, ao mesmo tempo em que um gemido mais alto e mais prolongado anunciou a força de seu ápice de prazer.
Então Harry também fechou os olhos, arrebatado por uma intensa onda de prazer. Gemeu, ao sentir os lábios e a língua de Hermione em seu pescoço, o complemento perfeito para aquele momento tão especial.
Lembrou-se do que ela havia lhe dito antes, que ninguém a havia tocado como ele. Também ninguém o havia tocado como ela. No entanto, por mais que fosse hábil com as palavras, não conseguia imaginar uma maneira de dizer a Hermione quanto ele a considerava especial.
- Passei a noite inteira querendo fazer isso com você. - Pelo menos isso ele podia dizer, sem arriscar o futuro de ambos.
- E pensar que eu quase fui dormir. - Com um longo suspiro pleno de satisfação, Hermione passou a mão pelos cabelos, ajeitando-os. - Eu sabia que esta cadeira era perfeita para você.
Harry sorriu com charme.
- Eu estava pensando em mandar restaurá-la, mas agora acho que vou mandar pintá-la de dourado, como uma espécie de troféu.
Ela riu inclinando a cabeça para trás, então voltou a olhá-lo e segurou o rosto dele entre as mãos.
- Adoro quando você tem esses surtos de bom humor.
- Não estou brincando - declarou Harry, com expressão séria. - Isso vai me custar uma fortuna.
Queria vê-la rir, fazendo aquele som, do qual ele se tornara quase dependente, soar pela sala.
Mas Hermione se limitou a sorrir, com um brilho de divertimento no olhar.
- Harry - disse, antes de beijá-lo nos lábios.
O beijo suave, mas intenso, foi como uma espécie de compartilhamento de algo muito especial. Harry estremeceu. Aqueles dedos carinhosos entrelaçados a seus cabelos e os lábios doces de Hermione o fizeram ansiar por algo que ele se recusava a admitir.
Algo muito intenso estava acontecendo em seu ser, tornando suas mãos trêmulas no esforço de se manter imune àquele turbilhão de sensações. Mas Hermione era encantadora demais para ele conseguir resistir. Havia cruzado aquela tênue linha entre querer e precisar, sentindo-se perigosamente próximo do limite de amar.
Hermione suspirou, encostando o rosto junto ao dele. Se pelo menos Harry pudesse amá-la tanto quanto ela o amava...
- Está com frio? - perguntou Harry, ao notar a temperatura do rosto dela.
- Um pouquinho. - Ela manteve os olhos fechados por mais algum tempo, lembrando a si mesma que nem sempre era possível se ter tudo que se queria.
- Estou com sede. Também quer um pouco de água?
- Sim, eu vou pegar - respondeu ele.
- Não, não precisa se incomodar. - Hermione ficou de pé, deixando Harry com uma incômoda sensação de perda. – Hunter gostou de você - comentou, indo em direção à cozinha.
- Também gostei dele. - Hunter respirou fundo, recuperando o autocontrole.
- Aquela escultura cor grená em seu ateliê é trabalho dele?
- Sim. Maravilhoso, não? Hunter tem uma visão muito singular das coisas. E vê-lo trabalhar, quando ele está de bom humor e não ameaça matar quem o estiver observando, é uma experiência incrível.
Hermione abriu uma garrafa de água, encheu um copo alto até a borda e bebeu quase um terço de seu conteúdo, antes de entregá-lo a Harry. Não notou o olhar surpreso que recebeu quando se aninhou feito uma gata manhosa sobre o peito dele.
- O que acha de fazermos uma viagem? - perguntou ela, de repente.
- Uma viagem?
- Sim. Passar alguns dias em Carlisle. Hunter vai visitar nossos avós, os Blake, e pensei em fazer o mesmo. Vovô adora reclamar que não os visitamos o suficiente. O lugar é lindo e a casa é... Bem, é impossível descrevê-la. Mas tenho certeza de que você vai gostar tanto dela quanto dos meus avós. E então? Está interessado em deixar a loucura dessa cidade um pouquinho, Harry Potter?
- Isso está me soando a reunião familiar.
Ele se surpreendeu com a súbita sensação de tristeza que o invadiu diante da idéia de ter de passar alguns dias longe de Hermione.
- Com os Blake por perto, tudo soa como uma reunião de família. Vovô adora conversar e fazer novas amizades. Está com mais de noventa anos e tem uma energia invejável.
- Eu sei. Ele é fascinante. Aliás, os dois são. - Harry sorriu quando Hermione franziu o cenho. - Eu já os conheço. Eles são conhecidos de meus pais.
- É mesmo? Eu nunca imaginaria isso. Eu lhe falei sobre todas aquelas ligações familiares meio complicadas, não falei? Blake com Gregor. Gregor com Grandeau. Grandeau com Granger. Granger com Blake... Não necessariamente nessa ordem.
- Não comece com isso de novo, por favor. Só de ouvir essa porção de nomes já estou sentindo a cabeça doer.
Hermione riu e o beijou.
- Bem, se já os conhece e também já foi apresentado a Hunter, pelo menos não vai se sentir em meio a um grupo de estranhos. Venha comigo. - Ela mordiscou a orelha dele. - Será divertido.
- Poderíamos continuar bem aqui, nesta cadeira, e nos divertirmos muito mais...
Hermione riu, lisonjeada.
- Há muitos e muitos quartos no castelo Blake- murmurou ela, junto ao ouvido dele. - E, em vários deles, camas enormes e macias.
- Quando partiremos?
- Oh, está falando sério, Harry? - Ela se afastou para olhá-lo, entusiasmada com a idéia. - Que tal depois de amanhã? Tenho uma reunião pela manhã, mas poderemos partir depois do almoço. Oh, e posso alugar um carro para viajarmos.
- Eu tenho carro.
Hermione inclinou a cabeça, estreitando o olhar.
- Hum, é um carro sexy?
- O que acha dos sedãs de quatro portas? Ela hesitou.
- Bem, é um carro que tem uma certa presença... Gosto de carros assim.
- Que pena, então acho que não vai gostar do meu Porsche.
- Um Porsche?! - Hermione arregalou os olhos.- Oh, não me diga que é conversível?
- Que outro modelo poderia ser?
- Sim, claro. Oh, e diga que ele tem cinco marchas.
- Sinto muito, mas são seis. Ela ficou boquiaberta.
- É mesmo? Verdade? Posso dirigi-lo?
- Claro. Se depois de amanhã o inferno de repente resolver congelar, deixarei você se sentar ao volante dele.
Com uma careta de desagrado, Hermione começou a brincar com os cabelos dele.
- Mas sou uma excelente motorista.
- Tenho certeza de que sim.
Harry achou que seria mais produtivo tentar distraí-la do que continuar ouvindo-a e deixar que ela acabasse fazendo-o mudar de idéia. Encostou o copo frio sobre as costas dela, fazendo-a arquear o corpo levemente, em um arrepio, enquanto seus seios roçavam o peito dele.
- Hum... O que acha que conseguiremos fazer se reclinarmos essa cadeira um pouco para trás? - indagou ele, em um tom sensualmente sugestivo.
Um brilho sedutor surgiu nos olhos de Hermione.
- Hum... Uma porção de coisas loucas e deliciosas... - murmurou, inclinando a cabeça para que os lábios de Harry tivessem mais acesso a seu pescoço. - Sabia que meu avô é o dono desse prédio? - falou, por acaso, mantendo os olhos fechados.
- Sim, eu sei. Aliás, foi ele quem me falou sobre este apartamento quando eu estava procurando um lugar para ficar temporariamente.
- Ele lhe falou sobre este apartamento?
Harry moveu-se de modo a ficar por cima dela, distraindo-a momentaneamente de um vago pensamento que começara a se formar na mente dela.
- Quando ele... Oh, Deus, você é tão bom nisso...
- Obrigado. Mas pretendo ficar ainda melhor.
Um sorriso se insinuou nos lábios de Hermione. Seria possível Harry conseguir fazer amor de maneira ainda melhor? Era o que iria tentar descobrir.
(Fim de capítulo)
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NA: A Tia Nora Roberts é uma gênia, não é?
Até logo gente!!!!! :D