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7. Reencontros


Fic: Lembranças de Harry Potter


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Setembro de 1998.


 


Como se tivesse sido um acordo mudo, Harry e Hermione não se encontraram de novo até o início das aulas. Trocaram umas poucas cartas durante o restante do verão e prometeram entre si não comentar com ninguém o que havia acontecido em Hogsmeade.


O dia primeiro de setembro amanhecera alegre e ensolarado. Harry acordara bem disposto, apesar de quase não ter dormido com tanta ansiedade. Seus amigos estariam chegando ao anoitecer, conversariam até altas horas da noite, e reclamariam até o fim do ano letivo por causa das aulas chatas. E estava feliz, quase que principalmente, porque iria rever aquela que era dona de seu coração...


O último encontro dos dois ainda estava vivo nos pensamentos de Harry. Arrependera-se mais de uma dúzia de vezes da promessa que fizera. Infelizmente não poderia mais fazer quase nada a respeito disso.


QUASE nada.


Prometera que nunca mais iria beijá-la, e não que iria deixar de amá-la. Até porque isso seria impossível! Seus “planos” de conquistar Hermione ainda estavam de pé. E disso não abriria mão! O difícil seria ser discreto... Discreto o suficiente para que nem ela, que o conhecia tão bem, suspeitasse que ele estivesse tomando conta de seu coração aos poucos.


E com esse pensamento em mente, passou o dia revisando seu material para o dia seguinte, arrumando os dormitórios da Grifinória, até mesmo o da futura monitora-chefe (Harry sorriu imensamente ao fazer isso), e dando voltas pelo castelo recém-reformado, dando atenção às novas estufas e ao campo de quadribol.


Resolveu tirar um cochilo antes do grande jantar de início do ano letivo e acabou se atrasando. Tomou um banho rápido, vestiu o uniforme de praxe e correu para o grande salão. Conseguiu chegar a tempo de ver a seleção de novos alunos pela metade. Foi saudado por muitos colegas da Grifinória e por outros tantos de outras Casas. Sentiu uma nova atmosfera no ar: a antiga rivalidade entre as Casas da Grifinória e Sonserina parecia, se não toda, pelo menos uma boa parte dela, ter se extinguido por completo depois da derrota de Lord Voldemort. Até mesmo Draco Malfoy, que era seu inimigo desde o primeiro ano em Hogwarts, acenou para ele do outro lado do salão.


Visualizou um par de cabeleiras ruivas quase na metade da mesa grifinória. Encaminhou-se até ali e sentou-se entre Rony e Gina. Deu um caloroso abraço na caçula da família Weasley e um abraço amigável em Rony. O ruivo ainda parecia chateado com ele, provavelmente com ciúmes desde o dia de sua festa. Não se importou.


- Onde está Mione? – ele perguntou animado.


Nenhum dos dois precisou responder. No instante seguinte, as portas do Salão Principal abriram-se novamente e por ela passaram Hermione e um calouro que parecia ter metade de sua altura. Ela indicou a fila de calouros para o jovem menino, que correu apressado até ali. Hermione os procurou com os olhos e pareceu distingui-los também pelos cabelos. Andou até ali e sentou entre Rony e Harry. Deu um rápido beijo em Rony e um abraço apertado em Harry.


- Por que a demora, Mione? – perguntou Gina. As duas pareciam ter se acertado.


- O menino estava à flor da pele! – respondeu a garota com eficiência – Tive que levá-lo até a enfermaria para tomar uma poção calmante, coitado.


- Onde será que ele vai ficar? – perguntou Rony, distraído.


- Não tenho a menor idéia – a morena respondeu.


O menino fora surpreendentemente indicado para a Grifinória, fazendo Hermione dar palmas de alegria e Gina uma careta duvidosa. Harry riu das atitudes das garotas e voltou sua atenção para a seleção, que não demorou muito. McGonnagall fez o tradicional discurso de abertura, pedindo atenção, cuidado e obediência de todos os alunos, principalmente dos novatos. Deu as boas-vindas a todos e desejou um bom jantar e um excelente ano letivo.


O jantar estava saboroso como sempre. Harry serviu-se, mas comeu pouco. Estava louco para que aquilo tudo acabasse o mais rápido possível...


Todos se fartaram com o jantar, principalmente Rony, que não cansou de elogiar a boa comida dos elfos. Harry mantinha um papo animado com Gina e dois amigos da Grifinória que resolveram fazer novamente o sétimo ano, Dino e Simas, sobre quadribol. Minerva dera o cargo de capitão do time para Harry, que já combinava com os três os futuros testes e treinos da seleção da Grifinória.


- Quadribol? – intrometeu-se Hermione – Já? As aulas nem começaram ainda!


Os outros três deram muxoxos de impaciência. Odiavam quando Hermione tentava rebaixar o quadribol ao nível de uma aula sem importância, como Adivinhação. Harry riu.


- A velha Hermione de sempre!


Hermione mostrou a língua para Harry, no mesmo momento em que Minerva anunciava o fim do jantar e dava boa-noite para os estudantes. O moreno fora rápido e tirara um pedaço de papel dobrado do bolso, segurando a mão de Hermione logo em seguida. Olhou discretamente para os lados e confirmou que ninguém tinha visto nada. Hermione chamou a atenção dele, que voltou o olhar para ela rapidamente.


- Vamos? – ele comentou animado. Ela percebeu que teria que “atuar” também e logo abriu um sorriso também.


- Vamos, sim. Rony! Gina! – ela chamou os irmãos – Vamos?


Os outros dois nem repararam as mãos unidas de Harry e Hermione. Conversavam animadamente durante todo o percurso até a torre da Grifinória, Rony e Hermione aliviados de não terem mais a obrigação de ensinarem o caminho para os mais novos. Rony porque abrira mão do cargo de monitor e Hermione porque era monitora-chefe, que mais orientava do que trabalhava. Isso parecia deixá-la bastante orgulhosa consigo mesma. A velha e c.d.f. Hermione...


- Sabugueiro enlouquecido – anunciou Harry à Mulher Gorda.


Eles entraram e Rony anunciou que iria dormir. Deu um beijo apaixonado em Hermione, fazendo Harry desviar o olhar deles, e subiu. Hermione foi excelente na hora de soltar a mão de Harry e segurar o bilhetinho que ele lhe escrevera. Harry deu um sorriso bobo e deu um abraço de boa-noite na amiga. Não tinha um pingo de sono e resolveu se jogar em uma confortável poltrona, em frente à lareira. Demorou a perceber que Gina tinha ficado e parecia nervosa, querendo conversar com ele.


- Não vai dormir? – ele resolveu facilitar.


- Não. Quero conversar um pouco.


Direta. Como sempre.


- Diga.


Nada no mundo podia prepará-lo para o que iria acontecer. Gina ajoelhou-se em frente a ele, puxou seu rosto e o beijou. Aquele beijo ousado e envolvente de Gina o fizera lembrar-se da época em que namoravam. Não foi uma fase ruim, tinha que admitir que fora o contrário até. Mas aquilo tudo lhe parecia tão... Errado! Não sentia mais o coração se acelerar com aquele beijo que, por muito tempo, o fascinara. Não sentia o cheiro doce que passara a amar de todo o coração, e sim um perfume floral, que pertencia àquela por quem um dia já fora apaixonado.


O beijo parou abruptamente por causa de um barulho de porta batendo. Provavelmente a porta do quarto da monitora-chefe... Harry olhou para Gina, suplicante.


- Gina...


- Não! Não fale. Apenas... Fique comigo.


- Não posso! – ele a impediu de beijá-lo novamente – Por favor, entenda! Eu a amo... – ele indicou com a cabeça a porta do quarto de Hermione - Você sabe, é esperta! Admitiu para mim naquele dia, lá no hospital. Contou que percebeu, e bem antes de eu admitir para mim mesmo!


A declaração de Harry para sua melhor amiga a magoara profundamente. Harry nunca lhe dissera um “eu te amo” na época que namoravam... Notou que os olhos da garota encheram-se de água. Mas ela não chorou. Sempre admirara a força de Gina.


- Perdoe-me. Não seria certo eu usá-la dessa maneira.


A ruiva o olhou duramente.


- Ela não te ama.


- Eu sei – ele confirmou amargurado.


- E o que o faz pensar que ficará com ela um dia?


- Não tenho a menor idéia. Talvez o mesmo pensamento com que você chegou aqui – ele rebateu.


Sem ter o que responder, Gina lançou-lhe um último olhar frio e levantou-se. Teve certeza que antes de subir as escadas, ela o ouviu:


- Perdoe-me...


Ele arriou no sofá. Foram grandes emoções para uma só noite. Olhou para o relógio.


10 horas.


Faltavam duas.


 


00h15min.


“Ela não vem!”.


“Vem sim! Pode ter ocorrido um imprevisto. Alguém pode ter pegado ela fora da cama...”.


“Ou ela pode ter ficado chateada com o beijo que flagrou. Ou chateada ou animada... Talvez ela pense que você voltou com Gina!”.


“Não... Isso não. Ela sabe que não sou mais apaixonado por Gina!”.


“Isso, garoto. Continue se iludindo. Talvez não doa muito ao amanhecer, quando você confirmar que ELA NÃO VEM!”.


Seus pensamentos estavam torturando-o de forma inimaginável. Hermione nunca fora de se atrasar. Nem um minuto sequer! O bilhete que ele lhe dera era claro como água:


“Meia-noite na Torre de Astronomia”.


Talvez devesse se conformar que ela não viria. Tolice pensar que ela apareceria para “um encontro às escondidas” com ele, naquela hora e com aula logo cedo pela manhã. Virou-se para sair no instante em que a porta se abria, e por ela entrava uma Hermione com o rosto corado. Deveria ter corrido para chegar ali. O sorriso de Harry não poderia ser maior.


- Não devia estar fora da cama a essa hora, Potter...


Ele resolveu entrar na brincadeira:


- Nem você.


- Sou monitora.


- Não é seu dia de ronda.


- E como sabe?


- Fui eu quem estabeleceu seus horários.


- Como assim?


- Um pequeno favorzinho que cobrei de Minerva.


Hermione sorriu, rendida.


- Achei que não viria! – ele confessou, segundos depois de puxá-la para um abraço apertado. Esforçou-se para separar-se dela – Por que demorou tanto?


Hermione riu de seu desespero.


- Achei que estava ocupado. – ela piscou o olho pra ele. – E também porque Madame Nor-r-ra me viu. Tive que despistá-la.


- Não estava com Gina! – ele comentou ligeiramente indignado – Sei que viu o beijo que ela me deu, mas não voltei com ela se era esse o motivo de tanta alegria e atraso!


- Foram só quinze minutos, Harry.


- Quase uma hora para o seu padrão!


- Seu bobo! – ela o puxou para sentarem-se perto do parapeito – Por que esse encontro tão tardio em plena segunda-feira? – ela perguntou depois de terem se acomodado.


- Porque estava com saudades! – ela o olhou, divertidamente desconfiada – É verdade! Estava louco pra conversar com você. Você me faz bem.


Harry pôde ver as bochechas de Hermione ficarem coradas.


- Você também.


- E também...


- Eu sabia! – ela cantou vitoriosa.


- Eu sei que sim. – ele riu – E também porque queria te dar uma coisa.


Ele levantou-se e buscou um embrulho, parcialmente escondido embaixo da mesa da professora. Sentou-se e ofereceu para ela.


- Obrigada.


Hermione abriu o embrulho com um brilho no olhar que fez Harry sorrir ainda mais. Estava linda com aquele olhar... Aquele sorriso... Banhada pelo luar...


- Oh, Harry!


Era um pequeno vaso, contendo apenas uma rosa branca, completamente desabrochada. À luz da lua, parecia ainda mais mágica envolta naquela redoma de vidro.


- É linda... – ela comentou sonhadora – Onde achou?


- Eu que fiz... – notou o ligeiro espanto dela – Para você. Sabia que ia gostar.


- Gostar? Eu amei! É linda demais! Mas... – ela o olhou preocupada – Ela não vai murchar aqui dentro?


- Não – ele a tranqüilizou. – Enfeiticei a terra para que ela dê tudo o que a planta precisa pra sobreviver. Uma pequena ajuda da professora Sprout... – ele confessou – Tudo o que você precisa fazer é deixá-la no seu quarto, numa posição onde o sol não bata diretamente, mas que garanta que ela receba luz. Eu aconselharia a sua escrivaninha próxima à janela.


Hermione ficou encantada.


- Falando assim, parece até que foi você quem colheu a flor, escolheu o vaso e o vidro, enfeitiçou tudo e embrulhou. E até que decorou o meu quarto!


Ele ergueu as sobrancelhas em resposta. A garota ficou boquiaberta.


- Uau! Decorou até o meu quarto?


- Principalmente seu quarto! Deixei tudo do jeitinho que você gosta, não deixei?


Hermione confirmou, animada.


- Fiquei dormindo lá durante “as férias”. Aquela cama é dos deuses! Flitwick deu uma caprichada em cada colchão desse castelo. O seu passou duas vezes por ele, para te garantir um maior conforto. Afinal, vai estudar que nem uma louca durante o ano, que eu sei. Vai merecer boas noites de sono...


 


Aquela dedicação... Aquele encantamento... Aquela paixão estampada em seu olhar, que ele fazia de tudo para disfarçar... Nada parecia ter mudado, com exceção de sua beleza e altura. Parecia ter envelhecido alguns anos depois da reconstrução do castelo, dando a ele um ar mais adulto, mais viril... Seus músculos e peitoral davam-lhe um ar de superioridade, enquanto que seus cabelos negros contrastando com seus brilhantes olhos verdes davam a ele um ar de menino travesso... Aquela poderosa combinação parecia irresistível!


 


Conversaram sem perceber as horas passarem. Quando Hermione finalmente olhou para o relógio, tomou um susto considerável, passando uma bronca no moreno durante todo o percurso de volta ao Salão Comunal. Saíram debaixo da capa de Harry quando o relógio marcava três e meia da manhã.


- Merlin! – a garota continuava reclamando – Já passam das três da manhã! Poderíamos ter sido pegos! Pegado uma detenção! Ou pior: poderíamos ter sido expulsos!


- Mas não fomos! – ele a cortou – Deixe de reclamar, Mione. Estamos bem, não fomos pegos.


Ela já iria continuar com seus protestos, mas Harry a silenciou com um olhar.


- Deixe de teimosia, minha pequena, e venha me dar meu abraço de boa-noite.


Harry pôde perceber que ela ainda queria reclamar muito por estarem fora da cama àquela hora. E podia ver que ela fazia um grande esforço para permanecer quieta.


- Boa noite, minha princesa.


Deu um beijo casto na testa da moça e se separaram. Hermione não pôde controlar a língua:


- Afinal, por que não voltou com Gina?


Ele respirou fundo.


- Não seria justo, nem com ela e nem comigo. Eu não sou mais apaixonado por ela. O nosso namoro seria apenas uma ilusão, que a faria sofrer dia após dia. E a última coisa que quero é fazer mal à Gina... Ela é como uma irmã caçula que eu nunca tive, entende? Não seria certo.


Harry hesitou.


- Seria como pedir a você que largasse Rony para ficar comigo.


O moreno pôde ver a compreensão chegando pelos seus olhos cor-de-mel. Ela ficou ligeiramente vermelha e desviou seu olhar do dele.


- Entendo... – ela falou constrangida – Bem, boa noite, Harry.



~x~x~x~x~x~
N.A.: Capítulo super-tranquilo, só para terminar bem o fim-de-semana... =)
Sei que algumas leitoras vão querer me matar por causa da cena com a Gina, mas... Não posso fazer muita coisa. ^^"
Precisava que ela se afastasse um pouco, para eu poder focar bastante no casal principal no próximo capítulo. Espero que gostem desse aqui, porque eu só vou postar o oitavo capítulo na quarta-feira... (Apenas acertando alguns detalhes, como cenas extras e coisas assim. Não esperava publicar essa fic, então fiquei meio atrapalhada com a ordem cronológica... =/).
E obrigada mais uma vez a Melissa Hashimoto, que me deixa "babona" com seus comentários gigantescos!! =D Não fica com raiva de mim, não, Melissa... Eu juro que amo o casal Harry/Hermione, mas você tem que concordar comigo que uma long-fic como a minha não tem graça se tudo der certo do começo ao fim... A Hermione ainda vai dar muito trabalho pro Harry, acredite em mim. Mas, no fim, vai valer a pena... =)
Agradecimentos também à nova leitora rosana franco!! Seja bem-vinda ao meu mundinho meio louco de Harry Potter!! ^^" 

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Comentários: 4

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Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 24/07/2012

Isis!! Curti muito esse capítulo!! A Gina não iria desistir do Harry facilmente ne?? Não faz o tipo dela... Não mesmo! E o modo cavalheiro com ela foi bem legal também...
Vc fez do Harry um cara mais maduro... alguém que sofreu com a guerra e se tornou sincero e meio rasgado! Muito bom isso!!  

Nota: 5

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Enviado por EnigmaticPerfection em 04/06/2012

Cara, fiquei uns diazinhos sem entrar aqui e... BAM! Isso! Sacanagem essa ceninha da Gina, hein? Hahaha Mas concordo com vc, uma fic sem um pouco de drama ñ é uma fic de verdade. Tá perdoado, principalmente pq eu aqui AMO um drama haha. Continua perfeita a fic, e eu sempre adoro as ceninhas do  nosso casal maravilhoso. Quero o plano do Harry dando super certo, ouviu? Beijos!

Nota: 5

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Enviado por Laauras em 04/06/2012

Eu achei necessária a cena da Gina pra Mione sentir um pouquinho de ciúme do Harry! 
Eu quero flores que nem a da Mione!!! kkkkkkkkkk 

Nota: 5

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Enviado por rosana franco em 04/06/2012

Bom pelo menos ele é persistentente vamos ver até onde ele vai aguentar afinal ele tambem é humano e vai sofrer muito.

Nota: 5

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:: Página [1] ::

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