NA: Resolvi presentear a todos leitores da Fic: Um Vizinho Perfeito com o capítulo 16.
( Eu resolvi adiantar a postagem para hoje 06/09/13 aproximadamente as 22:51).
O capítulo fala por si só. Acho que é um dos maiores capítulos postados até então...
Segurem o folego!
Boa Leitura!!!! :D
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Capítulo16: “Sexy em preto-e-branco” (NC18)
Hermione o estava esperando na calçada quando ele saiu. De pé, sob a luz de um poste elétrico, mantinha uma mão sobre o quadril, a cabeça ligeiramente inclinada e um ar de riso nos lábios.
A imagem fez Harry pensar naquelas fotos em preto-e-branco, tiradas por fótógrafos profissionais para serem incluídas em revistas de moda. "Sexy em preto-e-branco", foram as palavras que lhe vieram à mente.
Ele foi se aproximando devagar, notando mais detalhes conforme a distância entre eles ia se tornando menor. Os sedosos cabelos castanhos-claros emolduravam o rosto delicado de um modo discreto e sensual ao mesmo tempo. O vestido preto, curto, moldava cada curva do corpo perfeito, fazendo-o engolir em seco, ao ter uma visão mais aproximada. Nenhuma jóia para distrair seu olhar. Sapatos com salto alto e transparente delineando pernas completamente esguias. Deus, ela queria mesmo matá-lo.
As únicas cores intensas no visual de Hermione eram a de seus olhos Âmbar e a de seus lábios pintados de rubro. Lábios que, segundo ele logo notou, encontravam-se ligeiramente curvados, com um ar de satisfação feminina.
Estava a três passos dela quando um delicioso perfume lhe invadiu as narinas, deixando-o excitado e expectante ao mesmo tempo.
- Olá, vizinho - disse ela, em um tom sensual.
Harry inclinou a cabeça, arqueando uma sobrancelha.
- Mudança de planos... vizinha?
- Espero que não.
Hermione se aproximou mais, deslizando as mãos deliberadamente sobre os braços, os ombros e o pescoço dele. Então moldou o corpo ao dele, antes de sorrir e dizer:
- Os planos eram para nós dois, seu bobo.
Imaginou se fora o esclarecimento ou o insulto velado que o levou a estreitar o olhar, com um ar especulativo.
- É mesmo?
- Harry - disse ela, aproximando-se até deixar seus lábios a centímetros dos dele. Mantendo os olhos fixos nos dele, umedeceu os lábios devagar.
- Eu não lhe disse que você seria o primeiro a saber?
- Sim. - Com a mão que se encontrava livre, Harry segurou-a pela nuca, mantendo aqueles lábios convidativos a centímetros dos dele.
- Consegue andar rápido com esses saltos?
Hermione riu, ligeiramente ofegante.
- Não muito. Mas temos a noite inteira, não temos?
- Talvez seja necessário um pouco mais do que isso. - Harry se afastou, oferecendo a mão a ela.
- Onde conseguiu essa arma letal? O vestido - acrescentou, quando Hermione lhe lançou um olhar confuso.
- Oh, isso. - Dessa vez, o sorriso dela foi repleto de lisonja.
- Eu o comprei hoje, pensando em você. E quando o vesti esta noite, estava pensando em como seria acompanhar cada um de seus movimentos quando você o tirasse de mim.
- Deve ter andado praticando algum método de sedução - concluiu ele.
- Está se mostrando boa demais nisso.
- Posso parar, se estiver se sentindo incomodado...
- Nem pense nisso - Harry a interrompeu.
Parecia incrível que uma simples noite de primavera em Londres pudesse se transformar em um tórrida noite de verão nos trópicos.
- Sinto muito por não haver sido mais específica ao escrever o bilhete. Eu estava com a cabeça cheia de idéias. - Virou-se, satisfeita pela altura de seus saltos deixá-la com os olhos na altura dos lábios dele.
- E todas elas relacionadas a você.
- Fiquei aborrecido e saí. - Harry não se sentiu tão mal em admitir aquilo quanto imaginou que se sentiria.
- Sinto muito, mas considero isso lisonjeador. Quando bati à sua porta e ninguém respondeu, tive essencialmente a mesma reação. Passei muito tempo me preparando para você. Portanto, também pode se sentir lisonjeado.
- De fato, deve ter levado algum tempo para se arrumar desse jeito - observou ele.
- Não apenas isso - salientou Hermione, com um sorriso. - Também preparei o jantar.
Até aquele momento, havia conseguido manter seu coração batendo em um ritmo normal. Contudo, sentiu que ele acelerou ao chegarem à entrada do prédio.
- É mesmo? - Harry se surpreendeu.
Hermione notou que ele não pareceu apenas lisonjeado e excitado com tudo aquilo, mas essencialmente tocado.
- E dos mais saborosos, se me permite dizer - acrescentou ela, seguindo na frente. - Com um vinho leve para acompanhar e uma taça de champanhe para a sobremesa.
Ao chegar ao elevador, apertou o botão do terceiro andar e encostou-se em uma das paredes.
- Pensei em tomarmos o champanhe com a sobremesa na cama - sugeriu, provocante.
Harry se manteve a um passo dela, sabendo que se a tocasse os dois acabariam demorando tempo demais no elevador.
- Há algo mais que eu precise saber a respeito de seus planos?
- Oh, não creio que seja necessário eu lhe explicar todos os detalhes.
Dizendo isso, ela saiu do elevador e lançou um de seus sorrisos sedutores por sobre o ombro, enquanto se encaminhava até a porta de seu apartamento.
Se conseguisse entrar ali sem explodir de desejo, pensou Harry, talvez fosse capaz de mostrar a ela que também tinha planos.
- E a chave? - perguntou a ela.
- Hum...
Mantendo os olhos fixos nos dele, Hermione insinuou o dedo indicador para dentro do decote até tocar o metal da chave, deliciando-se ao ver o olhar de Harry se enevoar de desejo. Então tirou o dedo do decote e o deslizou sensualmente pela base do pescoço.
- Puxa, acho que não estou conseguindo encontrá-la. Não quer procurá-la para mim?
Harry chegou à conclusão de que havia acabado de se transformar em um experimento científico: era possível se permanecer totalmente lúcido e consciente mesmo sem nenhum vestígio de sangue na cabeça.
Insinuou o dedo ao longo da convidativa curva do decote de Hermione e foi penetrando-o devagar, até encontrar a renda da lingerie. Notou quando ela estremeceu, tornando-se ligeiramente ofegante. Então insinuou o dedo mais para dentro, tateando a pele macia até roçar o mamilo de Hermione, que se tornou túrgido sob seu toque. Os olhos âmbar se tornaram enevoados e ela os fechou devagar.
- Acho que foi você quem andou praticando - murmurou ela, fazendo-o sorrir.
- Estou apenas fazendo o que me pediu.
- E melhor do que eu esperava - ela confessou. - Não se detenha por minha causa.
Harry não pretendia mesmo parar. Pelo menos pelas horas seguintes.
- Parece que a encontrei - anunciou ele, tateando a chave.
- Sim. - Hermione deixou escapar um longo suspiro. - Eu sabia que você conseguiria.
Retirando a chave do seu esconderijo, segurou-a no ar.
- Convide-me para entrar, Hermione.
- Entre.
Harry abriu a porta e puxou-a delicadamente para dentro, antes de voltar a girar a chave na fechadura, isolando-os do resto do mundo.
- Vamos jantar? - perguntou Hermione, quando ele pousou as mãos em sua cintura.
- Isso pode esperar.
Quando passaram pelo telefone, ele o tirou do gancho.
- Quer vinho?
- Depois - foi a resposta. - Bem depois... Quando chegaram à base da escada, Hermione hesitou. Harry sorriu com charme e disse:
- Continue subindo.
Com as pernas trêmulas, ela começou a subir devagar.
- Peça-me para tocá-la.
Hermione sentiu um arrepio ao ouvir a voz aveludada de Harry tão próxima a seu ouvido.
- Toque-me.
Suspirou quando as mãos dele deslizaram sobre seus quadris. Ao chegarem ao alto da escada, Harry virou de frente para ele. Fitando-a nos olhos, falou:
- Peça-me para prová-la.
- Prove-me.
Ela gemeu quando Harry deslizou a ponta da língua pela base de seu decote. No momento em que alcançaram a porta do quarto, ele lhe mordiscou o lóbulo da orelha e a delicada curva de seu pescoço, deixando-a sedenta por um beijo.
- Beije-me, Harry.
- Vou beijar - respondeu ele, roçando o canto dos lábios dela com a ponta da língua.
- Assim que eu acender a luz.
- Não, eu espalhei velas perfumadas pela casa. - Dizendo isso, ela pegou uma caixa de fósforos, mas desistiu de usá-la.
- Não vou conseguir - confessou.
- Estou tremendo muito. Não é ridículo?
Harry pegou a caixa de fósforos.
- Quero que fique trêmula - afirmou ele.
- Fique aqui - pediu, indo acender as velas.
Em pouco tempo, o ambiente do quarto se tornou agradavelmente iluminado, com um suave perfume se espalhando no ar. Deixando os fósforos de lado, Harry voltou para junto dela.
- Agora... - Puxou-a para si.
- Peça-me para possuí-la.
Hermione não desviou os olhos dos dele.
- Me possua.
Os lábios de Harry capturaram os dela, em um beijo intenso e exigente. Hermione se rendeu a ele sem receio, unindo a chama de seu desejo à do desejo de Harry. Fora por isso que ansiara. Por aqueles gestos incontidos e aquela exigência silenciosa. Aquela tormenta de sentidos, verdadeira guerra de emoções e desejos.
- Eu te quero, Harry- confessou, com voz rouca, beijando-o com voracidade.
- Quero tê-lo em minha cama.
Sobressaltou-se quando ele a levantou nos braços de repente. Por um instante, viu o reflexo de ambos no espelho do quarto. Uma visão perfeita. Excitante.
- Temos a noite inteira - Harry lhe sussurrou ao ouvido.
- Agora fique olhando...
Dizendo isso, ele a deitou na cama e ocultou o rosto junto ao pescoço dela, antes de ir descendo devagar, mordiscando-a e sugando-a sensualmente por cima do vestido.
Hermione gemia a cada gesto, trêmula de antecipação. Ficou observando as mãos de Harry deslizarem para cima até alcançarem seus seios. Então eles os segurou com ar de possessividade, por cima da seda. Em seguida, começou uma doce tortura, acariciando-lhe os mamilos por sobre o tecido, fazendo-a arquear o corpo e desejar que ele a livrasse de uma vez daquele empecilho.
Quando pensou que já houvesse sido suficientemente torturada, gemeu alto quando Harry tocou seu centro de prazer por cima da seda, deslizando a mão sensualmente para cima e para baixo.
Foi quando ele voltou a beijá-la, insinuando a língua entre seus lábios. Ela o havia deixado louco no clube e, pelo visto, ele pretendia revidar aquilo até o último instante.
- Diga que quer mais.
Hermione estava lânguida, movendo o corpo rendido à sensualidade.
- Harry, por favor...
Ele continuou movendo a mão para cima e para baixo, sentindo o excitante calor da intimidade de Hermione sob o tecido deslizante.
- Diga que quer mais.
- Oh, Deus... - Hermione inclinou a cabeça para trás, com um gemido ofegante.
- Eu quero mais.
- Eu também.
Esforçando-se para conter a urgência que ameaçava dominá-lo, Harry virou-a de lado e puxoo zíper do vestido para baixo. Quando livrou Hermione da peça, jogando-a de lado, não conteve um gemido de prazer.
"Sexy em preto-e-branco", as palavras lhe vieram à mente mais uma vez.
Naquele momento, Hermione notou que o brilho do desejo nos olhos verdes dele se tornou quase selvagem. E, para sua surpresa, deu-se conta de que era exatamente isso que ela queria. Queria que Harry a possuísse de um modo incontido, como que mal conseguindo conter a ânsia do desejo.
Levada por um ímpeto de sensualidade, guioas mãos dele até seus seios.
- Comprei esta lingerie hoje - sussurroumantendo as mãos sobre as dele.
- Para que você tirasse de mim esta noite.
Então entrelaçou os dedos nos dele, quando Harry deslizou a mão sobre a renda macia.
Sobressaltou-se quando, com um gesto súbito ele abriu o fecho, localizado na frente da peça. Os seios eretos finalmente se libertaram, preenchendo a visão de Harry com a imagem de algo que precisava ser tocado, saboreado.
Capturando um dos mamilos entre os lábios, lambeu-o e mordiscou-o até que o bico se tornasse túrgido e úmido, feito uma fruta recém-provada. Ofegante, Hermione gemia de puro prazer, perguntando-se se conseguiria sobreviver a tanto prazer. Quando pensou que fosse explodir, sentiu seu outro mamilo ser submetido à mesma tortura deliciosa que levou seu corpo a se arquear e a ondular sobre os lençóis.
Com um sorriso de satisfação se insinuando nos lábios, Harry deslizou a mão para dentro da outra peça de lingerie. E, em questão de segundos, levou Hermione a emitir um gemido sensual e prolongado, rendida a seu primeiro ápice de prazer. Então livrou-a daquela última peça, ao notar que ela queria mais.
Um perfume sensual lhe invadiu as narinas, enquanto Hermione levava as mãos à sua roupa, também ansiosa para despi-lo. Quando Harry se livrou da camisa, adorou sentir os dedos femininos afundando em suas costas, enquanto ela o puxava mais para junto de si. Com as mãos e a boca tão impacientes e ávidas quanto as dele, não demorou muito para que ela também o ajudasse a tirar as peças restantes.
No momento em que ambos finalmente se uniram em um abraço íntimo, durante o qual Harry a possuiu por completo, a explosão final de prazer não tardou a chegar. Passo a passo, movimento a movimento, o ritmo que envolvia os corpos nus foi se tornando cada vez mais intenso, até Hermione arquear o corpo em um espasmo mais prolongado.
Seduzido pelo prazer de vê-la sentir prazer, Harry observou o lindo rosto absorver a chama do desejo para expulsá-la novamente na forma de um longo e prazeroso gemido sensual. Então, finalmente ele sentiu-se livre para se entregar. Quando veio, seu próprio clímax o arrebatou com a força que move uma tempestade que chega em meio a um vento e uma chuva intensos, para depois ceder lugar à calmaria, à tranqüilidade.
Os dois permaneceram deitados naquele abraço íntimo por um longo tempo.
- Ainda estamos respirando? - Hermione foi a primeira a quebrar o silêncio.
Deitando-se ao lado dela, Harry pousou a mão em seu pescoço, examinando-lhe a pulsação.
- Seu coração ainda está batendo.
- Ótimo. E o seu?
- Também parece estar.
- Tudo bem - falou ela. - Então talvez seja mais seguro ficarmos aqui pelos próximos cinco ou dez anos. Somente então acho que terei forças para me mexer.
Harry levantou a cabeça. Mesmo mantendo os olhos fechados, Hermione sabia que estava sendo observada por ele, mas não se importou com isso. Com um sorriso, disse:
- Eu consegui provocá-lo, Harry Potter. E foi incrivelmente bom vê-lo responder à altura da provocação.
- Era o mínimo que eu poderia fazer.
- Nunca alguém me fez sentir assim antes. - Hermione abriu os olhos. - Ninguém me tocou dessa maneira antes.
Assim que terminou de falar, Hermione percebeu que havia cometido um erro, pela maneira como Harry se retraiu. Eles poderiam até haver compartilhado algo maravilhoso, mas, para ele, aquilo não poderia ser confundido com nada além de atração física.
- Tem mãos maravilhosas - disse Hermione, notando a tensão no semblante dele e tentando recuperar a atmosfera de antes.
- Definitivamente milagrosas - insinuou, com um sorriso.
- Você também tem detalhes bem interessantes.
Harry deitou de costas, aborrecido consigo mesmo por estar querendo manter certa distância enquanto Hermione o olhava com tanta ternura no olhar. Mas não podia permitir que as coisas se confundissem entre eles. Se isso acontecesse, teriam de romper para sempre. Seu lado sonhador e romântico havia desaparecido havia muito tempo.
Hermione notou que Harry continuava muito tenso. Queria abraçá-lo e aninhar seu corpo junto ao dele, mas achou melhor se conter. "Mantenha as coisas simples", disse a si mesma. "Ou ele irá embora por aquela porta e nunca mais voltará."
Sentando-se na cama, passou a mão pelos cabelos desalinhados.
- Acho que aquele vinho cairia bem agora, não?
- Sim. - Harry deslizou a mão pelas costas dela. Tinha de fazer aquilo e manter o contato com ela de alguma maneira.
- Mencionou algo sobre jantar antes?
- Tenho um jantar maravilhoso esperando por você - respondeu Hermione, com um sorriso. - Inclinando-se, beijou-o nos lábios.
- Está tudo pronto, exceto o crepe de marisco, que eu vou preparar diante de seu olhar espantado.
- Vai cozinhar?
- Hum-hum.
Harry ficou olhando ela se levantar e ir até o guarda-roupa.
- Para que isso?
- Isto? Chama-se robe - respondeu Hermione, com um sorriso, vestindo a peça. - Geralmente é usado para encobrir a nudez.
Ele também se levantou e se aproximou dela.
- Tire isso - mandou, abrindo o cinto do robe.
Hermione sentiu um arrepio pelo corpo.
- Pensei que quisesse jantar.
- E quero. Mas também quero vê-la cozinhar...
- Então... Oh. - Hermione riu novamente, voltando a fechar o robe.
- Não vou cozinhar crepes nua. Essa sua fantasia é perigosa demais para o meu gosto.
Harry olhou para os lados.
- Na verdade, eu estava pensando se você não teria algo mais... - Ele olhou para a cama, onde as peças de lingerie haviam sido deixadas.
- Mais parecido com aquilo.
Surpresa, depois intrigada, Hermione arqueou as sobrancelhas.
- Uma mulher inteligente nunca tem apenas um único conjunto sedutor de lingerie - admitiu ela.
- Tenho outro conjunto como esse, só que vermelho.
Um sorriso charmoso se insinuou nos lábios dele.
- Então por que não o veste? Estou com fome.
Preparar crepes vestida com uma lingerie sensual tinha lá seus riscos, mas também era compensador.
Hermione logo teve a chance de descobrir como era ser acariciada junto à porta da despensa: incrível. E "nocauteada" sobre o tapete da sala. Inacreditável.
Oh, e fazer amor sob o jato quente e intenso da água do chuveiro foi uma experiência que ela logo se mostrou ávida por repetir.
Harry passou a noite acariciando-a, nunca parecendo completamente satisfeito mesmo tendo Hermione bem ali, a seu lado. E a atitude dela em relação a ele também não era muito diferente disso. Os dois estavam tão sintonizados que, por vezes, chegavam a dizer uma mesma palavra ao mesmo tempo. Então, logo caíam na risada, compartilhando uma atmosfera de cumplicidade.
As velas perfumadas já haviam se apagado em meio a pequenas poças de parafina e a única luz presente no quarto era a da lua, entrando suavemente pela janela e pairando sobre parte da cama onde Hermione finalmente adormeceu, exausta.
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NA: Bom... Eu sei que o Capítulo esta gigantesco mas, achei que não dava para dividir quebraria o raciocinio da situação (risos), acredito eu.
Aguardem os próximos capítulos muita coisa ainda vai acontecer...
Obrigado a todos os leitores !!!
Vou postar o próximo capítulo amanhã a noite...
Até logo! :D