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10. A despedida


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá.... aqui vai mais um capítulo, é pequeno, vou tentar postar uns maiores... ok...bjuss

Thaiana, no amor nós fazemos escolhas dificeis e muitas vezes idiotas, mas só assim conseguimos aprender a fazer o que é certo. Valeu pelo comentário.


Capítulo 10


A despedida 


 


Quando Gina abriu seus olhos já era de manhã e o sol começava a nascer, podia até mesmo sentir a diferença de temperatura no ar, começaria a esquentar logo logo. Já estava até mesmo achando estranho o fato de estarem no verão e fazer tanto frio ali em Londres, mas finalmente o calor estava chegando. Suspirando alto por não mais conseguir voltar a dormir a menina afastou as cobertas e levantou-se espreguiçando e esfregando os olhos com preguiça. Após o que pareceu alguns minutos de um ritual básico para se manter acordada e longe da tentação de voltar a dormir, Gina olhou para o lado e se deparou com Hermione muito bem acordada e já vestida. Havia um livro em suas mãos que ela lia com afinco, pois nem mesmo ouviu Gina à chamando:


- Mione?


A amiga não respondeu, apenas continuou sentada na cama olhando para o livro. Não estranhando esse comportamento, pois Hermione quando lia um livro interessante esquecia do mundo, Gina levantou e foi para o banheiro, ao voltar enxugando os cabelos na toalha percebeu que Hermione não se movera um único centímetro. Deixando a toalha na cadeira mais próxima, Gina deixou os cabelos molhados caírem em seus ombros antes de se aproximar e sentar ao lado da amiga olhando com mais cuidado para o rosto da menina. Agora Gina sabia por que a amiga não lhe respondeu quando a chamou, Hermione não estava lendo como pensou antes, o livro “Runas pelos países esquecidos” estava aberto na mesma página de antes e os olhos da menina não se moviam, pelo contrário, estavam parados olhando fixamente para um único ponto no meio da página e deles vertiam lágrimas silenciosas que desciam pelo seu rosto e morriam em sua roupa.


- Mi? – Chamou Gina passando o dedo por seu rosto.


Ela não respondeu de imediato. Depois de alguns minutos a menina finalmente falou secando as lágrimas com as mãos.


- Eu vou voltar para Hogwarts quando começarem as aulas. Preciso terminar o sétimo ano.


- Mi, o que houve? Você não iria voltar agora, por que essa mudança repentina?


- Porque sim. Às vezes precisamos decidir o que é melhor para nós e para mim o melhor no momento é ir para Hogwarts.


- Não é por isso que você vai voltar, por mais que goste de estudar, sei que está indo por outra coisa.


- Deixa isso para lá está bem? – Pediu Hermione deixando o livro de lado e se levantando para pegar uma bolsa na cômoda – Vou com sua mãe comprar o material hoje lá no beco diagonal.


Sem dar chances para que a amiga começasse a fazer maiores questionamentos Hermione colocou a bolsinha no ombro e saiu do quarto descendo diretamente para a cozinha para assim poder tomar café com seus amigos. Ela tentou disfarçar seu mau humor, seu desapontamento, mas não teve tanto sucesso.


- Mione? O que houve? – Perguntou Rony com um pão na boca assim que a amiga entrou na cozinha apressada.


- Estou indo tomar café caso não tenha percebido.


- Nossa que mal humor.


- Desculpe Ron, eu não acordei bem hoje. Vou com vocês comprar o material, estou voltando para Hogwarts dia primeiro de setembro.


- Mas e ST’Mungus?


- ST’Mungus está muito bem somente com o professor Snape, e ele pode arrumar outra ajudante.


A frase e o tom de Hermione não passou despercebido por Molly Weasley, a matriarca da família Weasley conhecia Hermione como se fosse sua própria filha, por isso era fácil saber que algo a incomodava, principalmente pelo tom triste que a menina usara ao pronunciar o professor Snape. Uma mãe como Molly nunca se engana, alguma coisa acontecera entre a menina e o ex-comensal.


O café fora servido e aos poucos todos estavam na mesa. O Sr Weasley foi o primeiro a sair, tinha que ir ao Ministério junto com Percy, Jorge foi para a loja com Fred. Quando todos já estavam terminando seu café a porta da cozinha se abriu e por ela entrou Severus Snape com sua carranca habitual. Claro que ninguém ali gostou de sua presença, mas era visível que a mais incomodada era Hermione que não conseguia olhar em direção à porta e ficava mexendo-se na cadeira como se de repente ela estivesse pinicando sua pele. A Sra Weasley respirou fundo olhando de Hermione para Snape. Sim, era exatamente isso que tinha acontecido, ela sabia. Hermione era praticamente uma adulta, bonita e inteligente, mas era nova demais. Não era certo para Snape, ela sabia, mas era difícil criticar o professor quando era visível sua dor ao olhar a aluna.


- Olá Severus – Cumprimentou a Sra Weasley - Chegou tarde, mas se quiser posso preparar-lhe um belo café da manhã.


- Obrigado Molly – Dispensou cordialmente – Mas não vim aqui para tomar café.


Molly seguiu o olhar de Snape e o viu encarando Hermione que o olhava para o outro lado tentando ignorá-lo e controlar a respiração.


- Vim por outro motivo – Disse Snape encarando a mulher.


- Entendi – Disse a Sra. Weasley olhando de Hermione para Snape – Certo, vamos andando todos vocês – Indicou os filhos e Harry – Todo mundo indo se arrumar que não quero demorar muito para ir comprar os materiais. Anda Rony – Acrescentou quando o menino fez menção de pegar mais uma torrada. Hermione você pode ficar querida. Já está arrumada e ainda não terminou de comer, mas vocês podem subindo.


Todos saíram deixando Hermione sozinha com Snape. Com um único e leve movimento o professor trancou a porta e lançou o feitiço abafiato sobre a cozinha. Hermione não o olhava, permanecia encarando os ovos mexidos de seu prato. Snape respirou fundo e retirou sua capa colocando-a em uma cadeira próxima, devagar ele contornou a grande mesa e se aproximou de Hermione que continuou com os olhos longes dele. O mestre de poções parou ao seu lado e tirou um envelope do bolso de seu sobretudo colocando-o ao lado do prato da menina, Hermione arquejou quando olhou para o envelope e fechou os olhos por um instante.


- Isso estava em meu quarto hoje de manhã.


Ele não disse alto, nem com raiva, apenas sussurrou as palavras para ela, mas eram tão carregadas de dor que Hermione quase não conseguiu responder


- Eu sei. Ontem...ontem a noite eu fui até seu quarto e coloquei em sua cama.


Snape se aproximou mais e retirou uma mecha de cabelo castanho caído no ombro dela colocando-o atrás da orelha antes de descer sua mão delicadamente pelo pescoço e tocar em seu colar de coração. Hermione arfava com o toque.


- Tem certeza do que quer senhorita?


Hermione sabia muito bem que Snape não estava falando do trabalho no ST’Mungus e exatamente por isso ela não conseguiu formular uma frase coerente, pois ela não sabia ao certo o que queria, fora tão fácil pensar e escrever a carta de demissão quando estava longe dele e agora com ele tocando nela era difícil até mesmo pensar.


- Eu...


Ele reparou que ela tremia levemente a mão que segurava o garfo. Descendo os dedos finos pelo braço dela arrepiando seus pelos ele retirou o talher da mão dela pegando e entrelaçando os delicados dedos nos seus. Sem nada dizer Snape sentou-se ao lado da menina e a virou encarando os olhos amendoados e molhados. Respeitando os sentimentos estranhos e deixando-se ser espontâneo como nunca antes, o professor beijou a mão da menina postando-a em seu peito logo em seguida. Hermione continuava arfando e tentando falar algo, mas as palavras não eram capazes de sair, sem pensar ela o puxou para si enterrando seu rosto em seu pescoço chorando a dor que seu coração não agüentava segurar. Snape a puxou para seu corpo e acariciou suas costas.


- Hermione. – Sussurrou antes de beijar seu ombro e seu pescoço.


- Sim. – Respondeu Hermione após conseguir se controlar um pouco. – Eu tenho certeza.


Snape a afastou um pouco para olhar em seus olhos e doeu ver a tristeza neles, mais ainda do que sentir a dor de ser rejeitado pela menina. Sem desviar o olhar dela, limpou uma das lágrimas que manchavam o pequeno rosto.


- Se assim deseja, eu vou respeitar sua decisão. – Disse antes de beijar sua bochecha.


Hermione sentiu a falta dele após as mãos grandes afastarem-se de seu corpo. Devagar Snape encaminhou-se para a porta e antes de sair olhou uma última vez para a menina. Ele se sentia completamente estranho em relação à ela, não era como quando estava com Lillian, com Lillian tudo era fácil, fluía com naturalidade, sua amizade com ela era normal. Mas quando estava com Hermione, uma menina de apenas 17 anos, ele não sabia como agir, por mais que tivesse mais do dobro da idade dela, ele sentia e agia como se estivesse na escola. Era demais para agüentar, ele precisava sair dali o mais rápido possível. Saber a resposta dela o magoou, mas já era esperado. Ela diz que ele não a queria, mas seria ela que não o quereria depois de um tempo. Conviver com Severus Snape não é fácil, ele sabia disso. Não se declararam, mas na verdade não era preciso. Amavam-se, mas ele sabia que isso era agora, o verdadeiro amor dela era Robert.


Ela ainda o amava, por mais que já tenham terminado, por mais que sentisse algo pelo professor, ela pertencia a outro homem, não à ele. Jamais deveria ter deixado aquele rostinho o conquistar. Não podia ter essa fraqueza. Não depois de ontem, não depois do que descobriu.


Olhou para o braço.


- Definitivamente não.


Snape saiu da cozinha e passou por todos da casa que curiosamente agiam nervosamente e tentavam disfarçar, sem sucesso, que estavam tentando ouvir a conversa dentro da cozinha. Mas Snape não ligou para isso, apenas continuou dirigindo-se até a porta de entrada.


- Severus. – Chamou a senhora Weasley alarmada.


- Sim Molly?


- Você não vai se disfarçar?


- Parece que não.


- Mas por que? Pode ser perigoso.


- Tenho meus motivos e eles não lhe interessam, com licença.


Quando Snape preparava-se para aparatar o carro que levaria todos para as compras chegou e de dentro dele saiu Robert Laine, mais bonito do que nunca, vestia uma calça preta com uma camisa de seda também preta. Seus cabelos estavam arrepiados dando maior destaque aos seus caramelizados olhos. Ele caminhou até os presentes e parou na frente de Snape.


- Snape. – Cumprimentou desgostoso.


- Senhor Laine. – Devolveu o cumprimento fuzilando-o com o olhar.


Todos estavam calados vendo a briga silenciosa entre os dois. Ninguém se atrevia a falar algo, mesmo Molly achando que logo um dos dois acabariam lançando um feitiço e isso não seria nada bom. A porta da casa se abriu mais uma vez e por ela apareceu Hermione tão linda quanto inteligente. Seus olhos vermelhos eram visíveis e estavam agora intrigados.


- Robert? – Chamou Hermione olhando de Robert para Snape que permaneceu de costas para ela. – O que está havendo?


- Nada minha amada, eu e Snape estávamos apenas colocando nossos assuntos em dia. – Sorriu falsamente parando ao lado de Snape. – Cuidado Snape. – Sussurrou. – O que é roubado pode ser recuperado.

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Comentários: 2

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Enviado por Ninah em 14/12/2012
Eu tenho vontade de dividir o Robert em pedacinhos joga-lo em uma fogueira e ficar correndo em volta rindo A hermione ainda quer esse filho de uma mãe larga esse cara pelo amor de deus mulher.
Nota: 5

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 15/07/2012

Quero matar o Robert lenta e dolorosamente, sim, claro, óbvio ou com certeza? /rosna

Meus olhos marejaram diante da 'despedida' deles. Pois é, doeu em mim também. Quero mais fic!

Nota: 5

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