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Visualizando o capítulo:

9. "O brilhante e premiado roteir


Fic: UM VIZINHO PERFEITO- H-Hr---U.A.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NA: Então... Não devia mas... Lá vai o Capítulo 9!!!


Vocês vão ver o que vai rolar. :D


 


 


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Capítulo 9:


"O brilhante e premiado roteirista"




 


Hermione estava descendo para o andar de baixo, após uma manhã de intenso trabalho. Ao ouvir o familiar e agradável som do sax, pensou em bater à porta de seu vizinho para lhe oferecer um café, mas o som do interfone lhe interrompeu os pensamentos.


- Sim?


- Estou procurando o sr. Potter, do 3A - disse uma voz feminina.


- Não, ele está no apartamento 3B.


 - Oh, droga, então por que ele não está respondendo?,


- Provavelmente porque não ouviu o interfone, já que está tocando sax - explicou Hermione.


- Então poderia me anunciar, querida? Sou a empresária dele e já estou cansada de ficar aqui tocando esse interfone.


- Empresária dele? - Hermione repetiu.


Bem, se Potter tinha uma empresária, queria conhecê-la. Já havia pensado em indicá-lo a várias pessoas e talvez essa fosse sua chance de ajudá-lo de alguma maneira.


- Claro, pode subir - dizendo isso, acionou o botão que destravava o portão de entrada.


Em seguida, abriu a porta de seu apartamento e ficou esperando do lado de fora. A mulher que saiu do elevador parecia muito profissional e bem­-sucedida(uma mulher de aspecto severo, com óculos de lentes quadradas e os cabelos presos em um coque), segundo Hermione notou- com certo espanto. O tailleur preto e uma echarpe verde esmeralda que lhe atribuía um ar de ele­gância e sofisticação, assim como a pasta execu­tiva de modelo feminino.


Hermione franziu o cenho. Então por que o clien­te dela parecia estar passando por dificulda­des financeiras?


- Você é a moradora do 3A?


- Sim, meu nome é Hermione.


- Sou Minerva MacGonagall, mas pode me chamar de Minerva. Obrigada por haver aberto o portão para mim, Hermione. Nosso "garotão" aqui não está atendendo ao telefone e, pelo visto, esqueceu-se de que tínhamos uma reunião à uma hora, no Restaurante Four Seasons.


- O Four Seasons? - Hermione se surpreendeu. Aquele era um dos restaurantes mais caros da região. - No parque?


- Esse mesmo. - Com um sorriso, Minerva apertou a campainha do apartamento 3B. - Harry é muito talentoso, mas temperamental demais de vez em quando.


- Harry? - Hermione levou um instante para entender sobre quem ela estava falando. - Ah, Harry Potter. - Com um suspiro de indig­nação, acrescentou: - O autor de Rede de Almas.


- Isso mesmo - confirmou Minerva. - Vamos lá, Harry, abra logo esta porta... - falou ela, tam­borilando os dedos sobre a madeira. - Quando ele decidiu passar alguns meses na cidade, pensei que conseguiria ter mais acesso a ele. Mas, pelo visto, eu me enganei mais uma vez. Ora, até que enfim.


Ambas ouviram o ruído das trancas sendo aber­tas com gestos súbitos e, aparentemente, mal-hu­morados. Então ele abriu a porta.


- O que diabos... Minerva?


- Você perdeu o almoço - ironizou ela. - E não atendeu ao telefone.


- Eu me esqueci do almoço e o telefone não tocou.


- Você carregou a bateria?


- Provavelmente não. - Harry continuou no mesmo lugar, olhando para Hermione, logo atrás de Minerva.


- Entre - disse à empresária. - Só me dê um minuto, sim?


- Eu já lhe dei uma hora - ironizou Minerva, falando por sobre o ombro enquanto passava pela porta. - Obrigada mais uma vez, querida - ela agradeceu a Hermione.


 


- Não há de quê. - Hermione forçou um sorriso. Então fuzilou Harry com o olhar. - Canalha - disse ela por entre os dentes, antes de entrar em seu apartamento e bater a porta.


 


- Não há nenhum lugar para se sentar aqui? - protestou Minerva, atrás dele.


- Não. Quer dizer, sim. No andar de cima - resmungou em resposta, tentando ignorar a onda de culpa que o atingiu. - Não costumo ficar muito neste andar.


- Estou vendo. Quem é a garota que mora em frente?


- O nome dela é Hermione Granger.


- Achei que ela me parecia familiar. É a cria­dora das tiras cômicas Amigos e Vizinhos, Hermis Granger, é como ela assina, não é? O Sirius é o empresário dela. Ele é louco por ela. Vive dizendo que ela é sua única cliente à prova de ego e livre de neuroses. Nunca se queixa, não atrasa os prazos e está sempre lhe dando lucro com a venda de seus personagens em agen­das, calendários e outras coisas do gênero. Claro que ele trabalha por diversão, já que os Black são ricos ( bom... teve o caso da mãe de Tonks*).


Diante do silêncio de Harry, Minerva resolveu mudar de assunto e acrescentou:


- Imagino como seria bom ter um cliente livre de neuroses, que se lembrasse dos almoços de negócios e que me mandasse presentes no meu aniversário.


- As neuroses fazem parte do pacote, mas sinto muito sobre o almoço.


O aborrecimento de Minerva cedeu lugar à preocupação.


- O que aconteceu, Harry? Parece alterado por algum motivo. O roteiro não está indo bem?


- Não, ele está caminhando. E melhor do que eu esperava. O problema é que não tenho dormido muito bem ultimamente.


- Continua saindo para tocar seu sax até altas horas da noite?


- Não.


Estava era passando as noites em claro pen­sando em Hermione, Harry admitiu para si mesmo. Andando de um lado para outro e desejando tê-la em seus braços. Só que agora ela devia estar pro­fundamente magoada com ele.


- Bem, já que não teremos mesmo o almoço, que tal me oferecer um café? - sugeriu Minerva.


- Ainda há um pouco na garrafa - disse ele. - Estava fresco às seis horas da manhã.


- Então, deixe-me preparar outro.


Depois de preparar o café, com os ingredientes que já se encontravam sobre a pia, Minerva abriu alguns armários, à procura de algo para comerem. Considerava o bem-estar de Harry como parte de seu trabalho.


- Meu Deus, Harry, por acaso está fazendo greve de fome? Não há mais nada aqui, além de restos de batatas fritas e do que um dia foi um pão francês, mas que agora só serve para expe­rimento científico.


- Não fui ao supermercado ontem - explicou ele, sem conseguir deixar de pensar em Hermione.- Para jantar, geralmente faço um pedido a algum restaurante.


- Pelo mesmo telefone que você não atende?


 - Eu vou recarregar a bateria, Minerva.


- Espero que sim. Se pelo menos ele estivesse funcionando, agora estaríamos sentados a uma mesa do Four Seasons, tomando champanhe Cris­tal para comemorar. - Com um sorriso, acres­centou:


 - Fechei o contrato, Harry. Rede de Al­mas vai se transformar em um grande sucesso do cinema. Terá os produtores que quiser, o di­retor que preferir e a opção de fazer o roteiro pessoalmente. Tudo isso regado a uma generosa quantia, claro.


- Não quero que estraguem o roteiro - foi a primeira reação dele.


- Isso só dependerá de você. - Minerva suspi­rou.


- Para não correr o risco de que algo não o agrade, faça você mesmo o roteiro.


Sem dizer nada, Harry se aproximou da ja­nela, ainda tentando absorver a notícia. Um filme mudaria a perspectiva que a peça havia atingido no teatro, mas, por outro lado, geraria uma renda de milhões de dólares.


- Não quero me envolver demais nisso, Minerva. Toda aquela loucura do cinema não me agrada.


Ela serviu duas xícaras de café e se aproximou da janela, entregando uma a ele.


- Então faça apenas o trabalho de supervisão. Ou de consultoria, se preferir.


- Sim, acho que isso será suficiente para mim. Providencie tudo, está bem?


- Pode deixar comigo. Agora, se você conseguir parar de dar pulos de alegria, poderemos conver­sar sobre seu trabalho atual.


Harry curvou os lábios, sem conter o sorriso.


 


Levado por impulso, deixou a xícara sobre o pa­rapeito da janela e segurou o rosto de Minerva entre as mãos.


- Você é a melhor e, com certeza, a mais pa­ciente empresária desse ramo.


- Está absolutamente certo. Espero que esteja tão orgulhoso de você quanto eu estou. Vai dar a notícia à sua família?


- Deixe-me primeiro digerir a idéia por al­guns dias.


- A notícia vai se espalhar logo, Harry. Não vai querer que eles a recebam por outros meios, não é?


- Tem razão - anuiu ele. - Vou ligar para eles. - Com um sorriso, completou: - Depois de recarregar a bateria do telefone, claro. Por que não saímos para comemorar, tomando champanhe?


- Pensando bem, por que não? Ah, só mais uma coisa - falou Minerva, em um tom casual. - Não vai me dizer o que está havendo entre você e a bela garota do apartamento 3A?


- Não tenho certeza de que haja alguma coisa para dizer - respondeu Harry, em um resmungo.


 


 


Harry continuava a não ter certeza sobre aqui­lo quando bateu à porta de Hermione naquela mesma noite. Mas sabia que tinha de fazer alguma coisa a respeito daquela sombra de indignação e tristeza que vira nos olhos dela, horas antes.


Não que aquilo dissesse respeito a ela de algu­ma maneira, lembrou a si mesmo. Não pedira a ela que bisbilhotasse sua vida. De fato, fizera tudo para que ela se mantivesse afastada. Pelo menos até a noite anterior, concluiu ele, com um suspiro exasperado.


Sempre detestara agir por impulso, e fora justa­mente isso que fizera na noite anterior. Para come­çar, não deveria ter aceitado sair com ela. Ainda mais por um motivo tão idiota. E muito menos bei­já-la, ainda que por um motivo louvável: puro desejo.


Quando Hermione abriu a porta, Harry estava mais do que pronto para um pedido de desculpas.


- Ouça, sinto muito - começou, com um certo tom de impaciência. - De qualquer maneira, isso não era da sua conta. Vamos apenas esclarecer as coisas.


Ele fez menção de entrar, mas parou de repente quando Hermione o deteve, levando a mão a seu peito.


- Não o quero na minha casa.


- Não diga tolices, Hermione, foi você quem come­çou. Talvez eu tenha deixado as coisas saírem um pouco do controle, mas...


- Comecei o quê?


- Isso!


Harry levantou as mãos, aborrecido pela falta de palavras e detestando ver aquela sombra de tristeza no olhar dela.


- Tudo bem, eu comecei - Hermione admitiu. - Nunca deveria ter levado biscoitos para você. Sim, foi pura idiotice da minha parte. Também não deveria ter me preocupado em arranjar um em­prego para você e nem em lhe oferecer uma re­feição decente, por pensar que você não tinha con­dições de pagar uma.


 


- Droga, Hermione...


- Você deixou que eu pensasse tudo isso! - ela o interrompeu, furiosa. - Deixou que eu acreditasse que estava passando por dificuldades, que era um músico desempregado, e aposto que deve ter rido muito disso. O brilhante e premiado roteirista Harry Potter, autor da magnífica peça Rede de Al­mas. Aposto que está surpreso por eu conhecer o seu trabalho. Uma idiota feito eu não anda por aí lendo críticas sobre peças de teatro.


Harry continuou em silêncio, e ela o fez dar um passo atrás.


- Não é mesmo, Harry? O que uma "dese­nhistazinha" de tiras cômicas de jornal iria en­tender de arte? Ainda mais sobre teatro, sobre literatura séria? Deve ter rido muito à minha cus­ta, não? Seu arrogante elitista! - A voz de Hermione falhou, sendo que ela havia prometido a si mesma que isso não aconteceria. - Eu estava apenas tentando ajudá-lo.


- Mas eu não pedi sua ajuda. Eu não queria sua ajuda.


Harry notou que ela estava prestes a explodir em lágrimas. E quanto mais isso se evidenciava, mais furioso ele se sentia. Sabia muito bem como as mulheres usavam o choro para arrasar um ho­mem, e não deixaria isso voltar a acontecer em sua vida.


- Meu trabalho diz respeito apenas a mim - acrescentou.


- Seu trabalho é produzido na Broadway e, se você não sabe, isso o torna público – retrucou Hermione.


- Não tinha nada que andar por aí fingindo ser um saxofonista.


- Toco sax porque gosto de tocar, só isso. Não estava fingindo ser, alguma coisa, foi você quem deduziu isso.


- E você não fez a mínima questão de me esclarecer.


- E se eu tivesse feito isso? Eu me mudei para cá em busca de um pouco de paz e tranqüilidade. Queria ficar sozinho. Mas quando me dei conta, lá estava você me trazendo biscoitos, seguindo-me pela rua e me fazendo passar metade da noite em uma delegacia de polícia. Como se não bas­tasse, depois apareceu pedindo que eu saísse com você para se livrar do olhar bisbilhoteiro de uma mulher de setenta anos, só porque não tem coragem de dizer a ela para não se meter em sua vida pessoal. E quando pensei que já tinha visto tudo que poderia ver, qual não foi meu espanto ao receber a proposta de ganhar cinqüenta dólares por um beijo.


O sentimento de humilhação finalmente fez uma lágrima rolar pelo rosto de Hermione, enquanto uma espécie de nó se formava em sua garganta.


- Não comece com isso - disse Harry.


- Quer que eu não chore vendo-o me humilhar desse jeito? Vendo você me fazer sentir idiota, ridícula e envergonhada? - Hermione não se importou com as lágrimas que começaram a molhar seu rosto. Simplesmente continuou a encarar Harry com toda sua indignação. - Sinto muito, mas não sou tão fria assim. Ainda choro quando alguém me magoa.


- Foi você mesma quem pediu isso.


Harry tinha de dizer aquilo. De fato, ele estava desesperado para acreditar naquilo.


- Você conhece os fatos, Harry - disse ela, num fio de voz. - Tem todos eles à sua disposição, mas insiste em ocultar seus sentimentos por trás deles. Levei biscoitos para você porque pensei que poderia precisar de um amigo. Já me desculpei por havê-lo seguido, mas posso me desculpar novamente.


- Eu não quero...


- Ainda não terminei - Hermione falou com tanta dignidade que o fez sentir uma onda de culpa. - Levei-o para jantar porque não queria magoar uma senhora muito doce e por pensar que você poderia estar faminto. Gostei de sua companhia e senti algo diferente quando você me beijou. Na verdade, pensei que você também houvesse sen­tido. Portanto, você está certo - ela assentiu, en­quanto outra lágrima rolava por seu rosto. - Fui eu mesma quem pediu isso. Suponho que guarde todas suas emoções para o seu trabalho e que por isso não encontre uma maneira de aplicá-las em sua vida. Sinto muito por você. E sinto muito por haver pisado em seu solo sagrado. Nunca mais farei isso.


Antes que Harry pudesse pensar em algo para responder, Hermione fechou a porta. Então ele ouviu as trancas sendo acionadas com fúria. Girando sobre os calcanhares, voltou para seu apartamento e seguiu o exemplo dela, também fechando as trancas da porta.


Finalmente tinha o que queria, disse a si mes­mo. Solidão. Quietude. Hermione não voltaria a bater à sua porta, não o interromperia, não o distrairia e nem o envolveria em conversas das quais ele não queria participar. Não lhe traria sentimentos com os quais ele não sabia o que fazer.


De pé, na sala vazia, suspirou alto. Estava exausto daquilo tudo.


 


 


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NA: Isso não tem na história original da Nora roberts,mas achei legal incluir já que coloquei o Sirius na História.


 


 


*O caso da mãe da Tonks foi o seguinte:


 


Andrômeda Black  foi deserdada por não ter realizado um casamento respeitável como o de suas irmãs, preferindo se casar com um homem de familia pobre, Ted Tonks(professor de uma escola pública), então ela reconstruiu sua vida e começou a trabalhar para a Família Grandeau  na cidade de Carlisle (mais especificadamente para a mãe de Genviève Grandeau Granger(mãe de Hermione) e também para  Adelaide Grandeau( tia avó de Hermione), ou seja, ela ajudou a criar a mãe de Hermione e depois de alguns anos Sirius a encontrou e ajudou-a e a sua família que provalmente a essa altura já tinha Tonks, ela viveu honradamente, feliz e morrendo de  velhice ou algo assim como deu a entender Tonks  no capítulo que ela fala com Hermione na Boate: “Tonks’s”.


 


 


 


 


 


NA: Que coisa feia Potter, essa é uma atitude claramente qualificada como de um boboca, babuino, balbuciando... no seu caso sozinho,kkkkkk!


 É isso! Vamos ver o que vai acontecer... :D


Até o próximo capítulo!!!


 

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