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Visualizando o capítulo:

9. Uma confissão no escuro


Fic: A decisão de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá gente, valeu pelos comentários... adorei...

Thaiana.... pois é menina, lindo neh... muito legal o Snape querendo protegê-la e no fim deixando-a descobrir que ele era o senhor misterioso...mas as coisas nem sempre são como nós queremos neh... veja nos próximos capítulos... bjus

Anny Malfoy...Valeu pelo comentário, que bom que está gostando da fic, espero que goste mais ainda... bjus


Capítulo 9 - Uma confissão no escuro

O tempo foi passando e Hermione não conseguia dormir. Cada vez que o vento tocava em sua pele ela lembrava-se dos arrepios que a boca dele lhe causava.


- Severus. – Suspirou.


Virava-se na cama sem conseguir pregar os olhos. A sensação de solidão que sentia depois dele a deixar na porta do Largo Grimmauld era grande demais. Ela queria mais do contato dele, mais de suas mãos em sua cintura. A grifinória suspirou alto e olhou para o teto do quarto antes de fechar os olhos e passar suas próprias mãos em sua cintura como se conseguisse sentir a pele dele em contato com a sua.


Gina dormia tranquilamente na cama ao lado. Resmungava algumas vezes fazendo Hermione crer que estava sonhando com Harry, provavelmente estava brigando com o namorado por algum motivo que a deixava muito brava devido as caretas e resmungos que dava de vez em quando. Hermione podia culpar a amiga e sua falação, mas o verdadeiro motivo de não conseguir entrar no mundo dos sonhos não era a coitada da ruiva adolescente e sim do moreno que não parava de aparecer em sua mente.


Não agüentando mais ficar deitada, se levantou e ficou olhando para o céu escuro do lado de fora, seus olhos dispararam para o relógio de pulso que deixou no criado mudo.


Duas da manhã.


Duas horas da manhã e ela ainda não conseguia dormir, nem sequer sentia o sono chegar. A janela fechada apenas mostrava a luz difusa dos carros que passavam na rua e o brilho de uma lua cheia no alto.


Suspirando fundo, afundou novamente na cama e se deitou de lado olhando para o criado mudo onde estava seu relógio e o quadro que sempre manteve no mesmo lugar. Nele estavam ela e Robert patinando em um parque no inverno de Londres. Os dois davam risadas enquanto Robert tentava deixá-la em pé sem sucesso. Os dois estavam tão felizes, eles eram felizes. Enquanto olhava para ela mesma sorrindo na foto, sua mente ficava pensando se o amor que criaram juntos havia acabado com o acontecido.


Um erro.


Um grave erro da parte dele. Ela se machucou, se chateou. Mas será que não deveria deixar isso para trás?


As pessoas erram, mas merecem uma segunda chance.


O problema é que dar uma segunda chance para Robert significava não dar chance alguma para ela e Severus.


- Severus. – Sussurrou o nome para a noite solitária.


Nem ao menos sabia se o professor gostava dela. Não podia ter certeza absoluta. Não sabia se poderia confiar apenas nas caricias que ele fez. Desejo todos sentem e alguns sentem por ela. Como saber se era verdade? E ainda por cima ele é um homem formado, seu ex-professor.


Não, era pura ilusão.


Já Robert era jovem também e a amava. Isso ela tinha certeza, dava para ver em seus olhos, dava para ouvir em sua voz, ele era verdadeiro. Pediu desculpas pelo que fez.


Pensava se era o certo perdoá-lo, ele mexia com ela, deixava-a tonta ao chegar muito perto. Quando já era três horas, Hermione não agüentou continuar deitada pensando nas dúvidas que tinha, muito menos porque sabia que não conseguiria chegar à uma conclusão e nem seu sono apareceria para afastá-la delas. Colocou seu roupão enquanto Gina, que ainda dormia, falava que Harry era o amor da sua vida e que teriam dez filhos jogadores de quadribol. Hermione se impressionava com o quanto a amiga falava dormindo, dava até para escrever um livro.


Fechando o roupão de seda, saiu do quarto tentando não fazer barulho, sua varinha iluminava o caminho escuro pela sede da Ordem onde todos dormiam. Devagar desceu as escadas tentando não fazer barulho algum, até que se lembrou que o quadro da mãe de Sirius fora retirado da casa. Estava frio e seu rosto ficou vermelho quando um vento passou por suas bochechas ao chegar perto da janela na sala que estava aberta. Ela esfregou as duas mãos uma na outra e olhou para fora, nada de anormal acontecia. Afastou-se da janela e a fechou terminando com o vento frio que entrava, ela olhou para o corredor adiante, escuro e vazio. Estava tudo quieto, sem nenhum barulho que fosse ouvido.


Ninguém.


Não havia ninguém no recinto.


Sentindo-se bem por estar sozinha, caminhou até o piano de calda no canto e passou os dedos por cima das teclas tomando o cuidando de não afundá-las fazendo-as emitir o som que tanto gostava de escutar enquanto tocava-o. Ainda segurando a varinha a frente, iluminou o sofá para se sentar e quase soltou uma exclamação quando o viu deitado de costas com o braço em sua barriga e o outro em seus olhos, tapando a visão de qualquer luz que entrasse. Respirava tão fraco que parecia estar morto. Seus cabelos negros caindo belamente no sofá, sua pele reduzindo a luz segurada por ela.


Seu corpo estava esticado no sofá, tão grande que seus pés ficavam para fora. A menina perguntava-se porque ele não fora para seu próprio quarto, mas a resposta era óbvia na expressão cansada dele, a exaustão derrubou-o ali mesmo. Hermione aproximou-se e colocou a varinha em cima da mesinha evitando que a luz ficasse virada para o rosto dele, não queria que ele acordasse. Após tomar coragem, ela, com cuidado, desamarrou os sapatos pretos e desgastados, tirando-os para que ele pudesse descansar melhor. Tirou o outro colocando-os arrumados ao lado do sofá.


Ele se mexeu rapidamente apenas para virar o rosto para o outro lado e continuar dormindo.


Hermione assustou-se com o movimento, mas logo conseguiu soltar a respiração que estava segurando e se aproximou. Levou sua mão tremula até os pés dele e subiu pelas pernas grossas, aventurou-se pelas coxas, pulando para o abdômen, subindo para o tórax onde abriu os primeiros botões expondo o peito pálido com alguns ralos pelos negros.


Fechando os olhos, Hermione inclinou-se e beijou suavemente aquele pedaço de pele inspirando o perfume de ervas que tanto a inebriava. Suas mãos aventuraram-se rapidamente pelo peito forte dele, mas logo subiram pelo pescoço parando em seu rosto. Devagar e com delicadeza desenhou as linhas de seu belo rosto com os dedos e parou em sua boca entreaberta mostrando os dentes tortos e amarelos que seus pais adorariam arrumar.


Ela se sentou no canto do sofá com a mão postada no peito dele. O coração batia tão levemente que mal conseguia sentir e o observou dormir, estava lindo, a expressão, ainda que cansada, aparentava uma leveza que jamais conseguiu ver naquele homem, uma leveza que ela não tinha coragem de tirar dele.


- Professor? – Chamou baixinho tendo certeza de que ele estava dormindo.


Chegou o rosto mais perto quase encostando a boca na dele, mas tomando o maior cuidado para não fazê-lo.


- Por que tomou parte de meu coração, professor? Por que me fez sonhar com o senhor, quando sei que jamais poderei tê-lo?


Deu um sorrisinho triste para si mesma.


- Mesmo que o senhor me dissesse juras de amor, eu sei que jamais seria verdade. Uma pessoa como o senhor jamais se interessaria por alguém como eu, desejaria até, mas amar seria ilusão da minha parte.


Sentiu os olhos marejados.


- Em pensar que te amei desde a primeira vez que o vi e somente agora me dei conta deste sentimento.


Uma lágrima caiu molhando a bochecha de Snape.


- Às vezes tenho que me condenar pelos sonhos que tenho. Você era um deles.


Hermione enxugou as lágrimas e se levantou decidida a tomar uma decisão que por mais que não desse certo futuramente, não era uma ilusão. Afastando a mão do peito dele e seu rosto do rosto dele, Hermione segurou novamente a varinha e olhou uma última vez para o rosto belo de Snape.


Como queria que o que sentia por ele não fosse apenas ilusão, desejo de uma ex-aluna. Mas não adianta chorar por algo que não aconteceria, ela não ficaria com Snape, de alguma forma sabia disso. Enxugando as lágrimas que agora caiam com mais força de seus olhos, voltou pelo mesmo caminho sem perceber os dois olhos negros que se abriam na escuridão. A mão pálida secou a lágrima que caíra dos olhos dela diretamente em sua bochecha


- Se assim deseja. – Disse Snape baixinho. – Talvez seja melhor mesmo. – Completou sentindo a marca arder novamente.

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Comentários: 1

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 07/07/2012

Ai, Hermione, não faça isso, mulher ~cry

Me dói tanto ver um deles - ou mesmo os dois - tão confusos.

Na espera pelo próximo cap.!

Nota: 5

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