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9. Ego fragmentado


Fic: Desintegrando o Ego


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os personagens desta fanfic  e o Universo Harry Potter não me pertencem, Pertencem à  J.K Rowling (verdadeira rainha da Inglaterra) e não pretendo comercializá-los ou me beneficiar de algum fim lucrativo.  Além de me distrair


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Harry passou correndo por sua tia e entrou em seu armário, fechou aporta atrás de si e sentou-se na beira da cama, passou as mãos nervosamente pelos cabelos e entrelaçou as mechas entre os dedos inspirando profundamente pelo nariz, pois ele precisava se acalmar,  mal acreditava no que havia acontecido à poucos minutos na garagem, pensava em como seu tio pôde fazer aquilo com ele, depois de tantos anos morando ali, já não bastavam as surras, agora também haviam tentativas de violações,  o garoto achava tudo aquilo um absurdo, sinceramente ele não sabia o que pensar.


 


Ainda com a toalha enrrolada na cintura, Harry se deixou  cair de costas na cama com os braços abertos e fitou o teto empoeirado, escurecido e cheio de teia de aranha, por longos minutos, era uma parte da casa tão conhecida pelo garoto de olhos verdes, pois ele já havia passado tanto tempo perdido em seus pensamentos olhando aquelas teias e manchas, mas nunca tão perdido quanto estava naquele momento.


Engoliu em seco e sentiu a garganta doer como se estivesse inflamada, tossiu um pouco e virou de lado para poder respirar melhor, levando as mãos até a região dolorida e a massageando inutilmente, pois a dor não passava.


Fechou os olhos e os esfregou com as pontas dos dedos por trás das lentes dos óculos e foi assaltado pelas imagens de seu tio e as expressões de prazer do homem ao empurrar o membro intumescido em sua boca, lembrou a sensação de ter os lábios quase partidos pelo esforço em abrí-la.


Apertou mais as pálpebras e as imagens ficaram mais nítidas em sua mente. Ele podia ouvir os gemidos guturais do porco a cada estocada que ia no fundo de sua garganta e o impedia de respirar, podia ouvir ainda o rock que tocava no aparelho de som e as notas que embalaram os movimentos dos enormes quadris que esfregavam os pêlos pubianos em seu rosto e do cheiro pungente que exalava dele e invadia suas narinas.


Back in black, I hit the sack,


I've been too long,


I'm glad to be back


Yes I'm let loose from the noose,


That's kept me hangin' about


I been livin like a star 'cause it's gettin' me high,


Forget the hearse, 'cause I never die


I got nine lives, cat's eyes


abusing every one of them and running wild


Franziu o nariz em uma careta de nojo puro , ante a lembrança horrivel e seu estômago embrulhou, sentiu lágrimas arderem em seus olhos querendo derramar, mas le não iria permitir, pois havia chorado demais em sua vida e nada mudava, queria afastar as lembranças, mas era inútil, ainda podia ouvir o rock. Harry levou as mãos até os ouvidos e os tampou firmemente, mas era inútil,


Well, I'm back in black,


Yes, I'm back in black-ow!


Pois o som da guitarra e a voz estridente do vocalista reverberavam dentro de sua mente e somente agora podia ouví-la direito, dentro daquele armário silencioso, e somente ele ouvia.


and I'm beatin' the flack,


Nobody's gonna get me on anothertrap


So look at me now, I'm just a makin' my pay,


Don't try to push your luck,


just get outta my way


Era como estar no inferno e Harry sentiu isso em seu âmago, pois percebeu num infimo instante que tinha que se libertar, dar um basta em tudo ou explodiria, então sem pensar direito se pôs de joelhos na cama ainda tampando os ouvidos e começou a gritar a plenos pulmões.


Ele gritava tudo que o estava sufocando, pois tudo o que vibrava em cada célula de seu corpo era ódio, gritou mais alto ainda, pois sua voz devia sobrepor ao maldito rock.


Forget the hearse, 'cause I never die


I got nine lives, cat's eyes


abusing every one of them and running wild


Depois de algum tempo ele ouviu de longe o estalar de algo se partindo, mas não importava realmente com nada, tudo devia ruir e explodir, assim como sua alma estava quebrada e seu ego estraçalhado em pedaços.


Ouviu depois de alguns minutos, o som do silêncio reverberando pelo lugar, respirou fundo e abriu os olhos lentamente, tudo estava desfocado e embaçado e percebeu que estava sem seus óculos, tateou a cama e quando o encontrou o coloou sobre a ponte do nariz e piscou repetidas vezes.


Harry ficou um tanto surpreso com o que viu ali, se ajeitou na cama e percorreu o olhar por todo o armário, suas coisas estava reviradas, a pequena prateleira que ficava na cabceira de sua cama, estava vazia e os livros que ficafam nela, espalhados por todos os lugares e pequenos bonecos velhos também, o globo de neve estava estilhaçado no chão com o líquido derramado, e suas roupas estavam todas fora do baú. Parecia que um furacão havia passado por ali


_E agora isso, tia Petúnia ficará furiosa - Harry falou para si mesmo a ponto de hiperventilar


Ele estava confuso e sem saber por onde começar, se pôs de pé e notou que ainda continuava de toalha, do mesmo jeito que saiu do banho. Desatou a toalha da cintura e a deixou cair ficando nu e olhou para seu corpo miúdo demais, traçou os hematomas com a ponta dos dedos mas não sentia dó de si mesmo ao olhá-los, desviou o olhar para o retrato de seus pais, que estranhamente era o único objeto que continuava em seu devido lugar e o virou para a parede, não conseguia olhar para ele.


_Não me olhem, não me mostrem estes sorrisos, não hoje -falou amargo


"O que acharia de mim agora? " -pensou sorrindo sem humor


Harry olhou para um caco de espelho que estava jogado no chão e se abaixou para pegá-lo, viu seu reflexo partido ao meio durante alguns segundos e torceu os lábios em um sorriso enigmático.


_Quer saber...por mim ela pode ter até uma síncope, não vou arrumar nada!


Ergueu-se novamente e começou a procurar por algo para vestir, suas roupas estava por toda parte, procurou minuciosamente cada peça de roupa e apanhou a menor camisa que encontrou e a menor calça, depois se vestiu rapidamente, penteou os cabelos com os dedos mesmo e arriscou a abrir a porta, pois se lembrou que não ouviu sua tia passar a chave na fechadura, vendo que estava certo saiu do seu "quarto"


Petúnia ficou parada no meio da cozinha, vendo seu marido caminhar com dificuldade, ferido e ensaguentado, levando um pé a frente do outro lentamente e se segurando nas mobílias e paredes para se sustentar de pé, escorou-se no batente da porta que dava para o corredor e continuou caminhando rumo à escada, respirou ruidosamente como um porco moribundo e recomeçou a andar pé ante pé.


Petúnia piscou saindo de sua paralisia momentânea causada pelo choque e moveu as pernas, conseguindo caminhar rapidamente e chegar até ele, aproximou-se de seu marido e tocou-lhe nas costas e o mesmo arqueou-se e urrando de dor


_Ah!


_Ver-Vernon! O que...


_Não Petúnia, agora não... -sussurrou segurando na parede com a mão roliça espalmada e suja de sangue seco.


_Precisamos ir ao hospital! Ou melhor, vou telefonar para o Drº Grant...


_Não! -ele a cortou


_Não... já disse que... -respirou


_Já lhe disse que não é necessário!


_Mas...


_Sem mas, só preciso de um banho e descanso, foi...foram alguns pregos que tinha em... uma caixa que caiu por cima de mim


O cérebro de Petúnia tentava processar o que seus olhpos azuis viam. Seguiu seu marido em seu encalço para tentar apará-lo caso ele se desequilibrasse.


Ela tentava imaginar como ele se ferira daquela forma e principalmente , por que ele se negava a ir a um hospital e só a menção de chamar o médico da família o apavorou.


Continuou acompanhando Vernon e suprimiu um soluço que se formou em seu peito ante a conclusão que queria se formar em sua consciência quando uma voz muito parecida com a de Lily soava em seu subconsciênte e lhe dizia que ela já sabia todas as respostas para as perguntas que formava-se em sua mente sobre o estado de seu marido, mas que se negava a ouví-las


Fechou os olhos e inspirou para tentar se acalmar e mais tarde conversaria com Vernon com mais calma e veria que não era nada escabroso, veria que sua mente lhe pregava peças ás vezes, mas derrepente ouviu um barulho na sala, como se fosse vidro quebrando, assustada desceu a escada correu até a sala e estacou na porta.


O lustre da sala havia caído sobre a mesinha de centro e os cacos de vidro estavam espalhados pelo carpete, ela apertou os lábios e cerrou os punhos, estava irritada, pois não instalavam nada direito, era direito


_Será possível! Os rapazes disseram que nem um terremoto derrubaria o lustre desta vez!


Continuou resmungando frases como "sempre assim" e "não há um lustre que dure nesta casa"


Desistiu de juntar os cacos e rumou para o corredor, seu marido já estava completamente esquecido, pois pensava somente em chamar o menino para arrumar a bagunça, quando se aproximou da porta do armário viu que Harry vinha tranquilamente em sua direção.


_Harry!


_Sim tia Petúnia? -falou colocando a maior cara de inocente no rosto angelical


_Como saiu?


_A porta estava aberta!


_E me diz isso assim?


_Não fui eu quem esqueceu de fechar -deu de ombros


Petúnia bufou e fez um gesto com a mão


_Venha arrura esta bagunça, depressa...


_Esta bem...


_O que houve aqui? -perguntou ao ver a sala


_Eu quem devo perguntar, o que houve aqui? -ela estreitou os olhos


_Não sei, como vou saber, eu estava no meu quarto o tempo todo, só sai agora por que precisava usar o banheiro -mentiu


Depois de alguns minutos Hrry ja havia limpado asala e deixado sem vestígios de que algo se quebrou ali e Petúnia ficou o tempo todo com os olhos fixos no menino.


_O que houve com Vernon? -perguntou ela


_Hm?


_Perguntei o que houve com meu marido


_Caiu na garagem... -ele falou displicente


_Pensa que acredito?


_Talvez Dudley também não acredite -sorriu enviezado


Ela arregalou os olhos brevemente e logo voltou a olhá-lo com a mesma friesa de sempre.


_Já terminou com isto?


Ele ia dizer algo mas apenas assentiu e seguiu para seu quarto, mas antes de entrar viu sua tia subir a escada e a seguiu a passos silenciosos.


_Oh meu Deus! Vernon... o que foi isso?


_Já disse...


_Mas, ora Vernon! Um tombo não o deixaria neste estado...


Vernon tinha a maior parte do corpo coberto por bolhas, algumas que estouraram deixando em carne-viva e algumas ainda para estourar e vários hematomas pelo corpo.


_Acho que algum material corrosivo cai sobre mim também, não reparei direito, é foi isso! Material corrosivo


_Mas é perigoso, vou ligar para o Drº você querendo ou não!


Levantou e saiu do quarto, passou por Harry que estava espiando ancostado na parede mas nem o notou de tão afoita que estava, desceu a escada e rumou para a sala.


Harry entrou no quarto a passos lentos e viu seu tio deitado e com os braços e pernas abertos, semi-nu, pois as roupas lhe feriam a pele.


_Como está se sentindo tio Vernon? -perguntou com um rosto angelical


_Por que quer saber moleque?


_Nada, só estava preocupado...


_Insolente!


_Oras, não devia tratar a um sobrinho dedicado e preocupado assim... -falou se aproximando


_O que quer dizer?


_Que quero ajuda tia Petúnia a cuidar do senhor! -sorriu


_O que?... -Vernon perguntou desconfiado


_Olha só... -falou Harry colocando a mão sobre o braço dele


_Precisa limpar seu ferimento... - apertou o braço de Vernon que gritou de dor


_Ah! Nã-não fassa isso seu infeliz!


_Mas eu quero ajudar -falou em um tom rude


Harry esfregou um pano úmido na barriga protuberante do homem com tanta força, que o pano ficou todo manchado de sangue.


Vernon gritou com os olhos cerrados e Harry riu sacudindo o pequendo corpo, pois cada célula dele vibrava com os gritos esgarniçados do infeliz


_Por Deus garoto! não faça isso! -implorou


_Oh! Eu sou um garoto agora? Que bom ... o senhor gosta de mim então?


_O que... -Vernon o olhou como se tivesse crescido mais uma cabeça no menino


_Responda! - gritou apertando agora na verilha do homem que fez um esforço enorme para não gritar


_S-sim...eu sempre gostei -mentiu sabendo que Harry não acreditaria, mas que era exatamente o que ele queria ouvir no momento.


_Que bom... eu ja estava pensando que não era amado nesta casa -sorriu


Ele continuou a percorrer o corpo do homem com as pequenas mãos e o esfregar com o pano úmido, ele apertava em algumas partes sensíveis e prendia uma gargalhada, quando sentia o homem tensionar os músculos e trincar os dentes para não gritar.


_Sabe, gostei muito do que fez comigo na garagem... fique sabendo que vou retribuir seus gestos amáveis... para saber o quanto gostei... -falou e fitou o tio com os olhos verdes quase negros pelas pupilas dilatadas.


Vernon estremeceu minimamente e sentiu um arrepio lhe percorrer a espinha, os olhos do menino estavam diferentes, quase animalescos, a áurea que o rodeava era sinistra e sombria. Já não sabia o que esperar pela frente, pois o garoto não estava em seu estado normal, sentiu o medo invadir seu ser e engoliu em seco, sentiu-se patético por temer a uma criança que até pouco tempo tratava da forma que queria, mas não era isso que acontecia, ele estava com medo e não podia negar isso.


Harry sorriu e se inclinou para a frente e colou os pequenos lábios nos do tio o pegando totalmente de surpresa, deu-lhe um beijo casto e em seguida lhe mordeu o lábio inferior tirando um filete de sangue, Vernon queria gritar pelo corte, mas se o fizesse alarmaria Petúnia, pois achava uma sorte que ela não tivesse ouvido os gritos que dera a poucos minutos, apenas cerrou os pequenos olhos azuis e aguentou a dor, quando Harry se afastou, deu um tapa em sua coxa que espalhou uma dor terrivel por sua pele e depois se levantou.


_O que está fazendo aqui garoto? -perguntou Petúnia desconfiada


_Nada, quer dizer... apenas ajudando a senhora a cuidar do tio Vernon...


_O que?


_Oras, me apiedei dele, afinal... lhe devo respeito como se fosse meu pai não é mesmo? -falou e fez uma cara tão inocente que impediu o cérebro de sua tia de funcionar corretamente.


_Bem... eu... -balbuciou ela


_Já limpei seu ferimentos, eu tinha dito ao tio Vernon na garagem, antes dele cair e se acidentar assim, que era perigoso manter ácido sufúrico em uma prateleira alta...tsk -suspirou em falso pesar


_Bem...vá logo para seu quarto! -ela ordenou meio atônita


_Mas a senhora precisa de ajuda, não quer que eu lave a louça e prepare o chá?


_Pode...pode ser


_Então até daqui á pouco -disse e saiu do aposento deixando uma tia perplexa e um tio em pânico.


Harry desceu a escada sorrindo para si mesmo, pois prepararia um chá especialmente para seu tio e ele não saberia como agradecê-lo por isso.



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N/A: Então gente, mereço reviews? xD 





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