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7. P.O.V Petunia e Dudley Dursley


Fic: Desintegrando o Ego


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os personagens desta fanfic  e o Universo Harry Potter não me pertencem, Pertencem à  J.K Rowling (verdadeira rainha da Inglaterra) e não pretendo comercializá-los ou me beneficiar de algum fim lucrativo.  Além de me distrair



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Estava cuidando do meu jardim, regando as flores, adubando a terra, podando algumas folhas e galhos, tarefa um tanto trabalhosa, embora eu deteste admitir, o fedelho sabe fazer muito bem, mas não podia chamá-lo, pois ele teria que comer e voltar para o quarto, então mandei que lavasse a louça e varresse o quintal, o que seria muito mais rápido dele fazer, se não começasse fazer corpo mole é claro. Suspirei e continuei a quebrar alguns galhos secos de minha roseira e lírios, reparei que meus copos de leite estavam exuberante, suspirei distraída quando ouvi o motor do carro de Vernon, ele devia já estar entrando na garagem, o ouvi fechar a porta da mesma e seus passos se distanciarem, devia estar entrando pela porta dos fundos, tirei a luvas e recolhi todo o material de jardinagem, guardei numa prateleira na área de serviço e entrei pela porta da frente, como imaginei, Vernon não estava na sala, apenas Dudley assistindo doctor who, uma série a qual não vejo graça alguma, afaguei seus cabelos e ele nem me notou, continuou assistindo e comendo um pedaço de bolo.
Subi a escada e segui para meu quarto, ele não estava lá também deve estar tomando um banho -pensei
Fui para a cozinha e coloquei uma chaleira com água para ferver, já era quatro e meia e eu não gosto de atrasar o chá das cinco, retirei uma torta de amoras do forno e a coloquei sobre a mesa, peguei o pote de biscoitos pettit four que Vernon adora e coloque ao lado da torta, despejei os saches de mate na água fervente e senti o aroma do mate preencher a cozinha, senti os braços de Vernon em volta do meu corpo e o beijo que me dei na bochecha,fez cócegas como sempre, mas nunca reclamo, retribui o beijo na ponta de seu nariz.



_Petúnia querida, o que vai fazer esta tarde? -perguntou se afastando



_Oras, como assim? -perguntei meio confusa



_Digo, perguntei se estará ocupada hoje a tarde -virou-se e abriu a geladeira



_Bem, não farei nada de mais, apenas tomar chá, continuar meu tricô...



_ótimo deu uma golada na água gelada



_Por quê? -cruzei os braços



_Irá ao mercado, precisamos repor algumas coisas da dispensa



_Oh, a dispensa está cheia!



_Mas falta waffles e farinha de trigo, ervilhas, cogumelos...bom irá ao mercado ou não?



_Se acha que precisa, irei então



_ótimo, leve Dudley com você, ele precisa participar mais das atividades domésticas em família - falou me entregando a carteira, depositou um beijo em minha testa e saiu da cozinha.
Ouvi seus passos rangerem a escada, devia estar indo para o quarto, corri até a dispensa e constatei que tinha waffles, ervilhas, nozes, champignons, estava repleta de mantimentos, franzi o cenho suspirei, tinha algo estranho nessa história.
Após beber meu chá, tomei um banho me arrumei, peguei a chave do meu carro e chamei Dudley para me acompanhar.



_Oba! Vai me comprar algum brinquedo novo?



_Seu aniversário já passou, e seu pai e eu, compramos cinco presentes a mais, depois do chilique que deu por receber presentes a menos, ele ficou vermelho e começou a chutar o pneu e a porta do carro, Dudzynho tem um temperamento forte.



_Está bem Dudzynho, mamãe compra, não precisa ficar assim
_Oba!



_abri a porta do carro para ele e senti um arrepio na pele, estremeci e fechei a porta, entrei no carro também e o mandei colocar o cinto, destravei o freio de mão meio hesitante, mas não dei importância, mau pressentimento era coisa para estranhos, como minha falecida irmã, girei a chave na ignição e dei partida, arrancando com o carro para a rua principal, já estava na avenida quando o sinal fechou, minha cabeça estava longe, em casa mais precisamente, não sabia o motivo, mas o fedelho sempre me vinha á mente, lembrei dos olhos de minha irmã e de quando éramos crianças, lembrei das vezes em que ela ficava no jardim brincando de mudar a cor das flores, junto com o outro anormal, que dá aulas na escola de pessoas estranhas como ele, hoje em dia, lembrei de várias vezes presenciá-lo levitar pétalas ao redoe de Lili e as fazerem brilhar , sempre sentia uma tristeza, não que eu tivesse inveja dos anormais, mas imaginava que nunca um garoto faria pétalas brilharem para mim, ou me olhar com adoração, apesar do sorriso tímido que ele tinha, mas a olhava com ternura nos profundo olhos negros . Fui tirada de meus devaneios pelo som de uma buzina irritante
_Hey tartaruga!!



_Tartaruga é sua mãe!! -gritei com a cabeça para fora da janela



_Isso mãe, mostra o dedo do meio pra ele!!



_Não bebê, sou uma dama e damas não fazem gestos obscenos -dei partida novamente, estava tão distraída novamente que não percebi que havia pegado uma bifurcação que levava ao retorno da via.


_Mãe, não sei se notou , mas acho que estamos voltando, olhe! -apontou



_Parece a casa de Peter!



_Eu..esqueci algo querido, por isso voltei -menti



_Hm



Na verdade eu não havia me dado conta, mas resolvi ir até o fim, já que


retornei sem pensar, resolvi não me importar com que aqui significava, então apenas segui.
Estacionei junto á guia da calçada, um pouco distante da frente da casa, tirei Dudley e o mandei que ficasse no balanço, não sei por que me ocorrei agir assim, mas segui em frente, entrei pela porta da frente, tirei os sapatos e caminhei a passos leves, fui até a cozinha e estava vazia, subi para o quarto e estava vazio também, fui até o banheiro e quarto de óspede, também não havia ninguém, o quarto de Dudley também não, senti a boca secar, engoli em seco e desci novamente a escada, parei próximo a porta do armário e ouvi uns murmúrios, parecia a voz do menino, encostei meu ouvido na porta e tentei escutar o que diziam, Vernon devia estar lá dentro, ou o garoto falava sozinho .



_Por favor...não faça isso, eu...não farei mais nada esquisito -meu coração acelerou
Havia algo errado, se Vernon quisesse dar umas cintadas no fedelho, por que quis fazê-lo quando estivesse sozinho? Era no mínimo estranho , não que eu não confiasse em meu marido, mas na hora não sabia no que pensar



_Vernon? chamei



_Está aí dentro , querido? -esperei aflita por uma resposta



Demorou aluns segundos e ele respondeu:



__Sim, estava apenas ensinando algo a esse moleque estúpido querida



Sua vos estava meio rouca e entrecortada, afastei-me quando vi a maçaneta girar



__Ora..n-não precisa se dar ao trabalho de ensinar qualquer coisa a este demente, querido...-falei tentando fazer minha voz soar o mais firme que pude, pois tinha certeza de que eu estava pálida, olhei Vernon de cima a baixo , ele estava com os cabelos meio bagunçados, a roupa um pouco amarrotada e tinha gostas de suor em sua testa, abafei um arfar e desviei o olhar para Harry, ele estava sentado na cama, o lençol bagunçado e a colcha jogada n chão, seu rosto tinha uma marca de uma mão bem vermelha, estava mais descabelado que o normal , seus óculos embaçados e seu rosto molhado, a atmosfera estava pesada e a tensão era palpável, puxei Vernon pela manga da camisa, pois se pegasse em sua mão, ele sentiria como minhas mãos estavam tremendo e frias



_O que está acontecendo? -reencontrei minha voz



_Já disse! -rosnou



_Acho melhor que eu tome conta da chave, se fica abrindo a porta a todo momento, então não será um castigo



_Petúnia!!



_Além do mais, não seria correto que deixasse seus negócios para paparicar um fedelho, todas as vezes em que ele precisasse ir ao banheiro, etc.



_Não está sendo perspicaz, Petúnia, eu disse que cuidarei do castigo dele bufou



_Ficarei com as chaves, as duas!! enfatizei



_Petúnia...



_Me dê a sua chave! lancei um olhar duro



_Está bem...-me entregou relutante



_Depois não reclame que não consegue domesticar esse seu sobrinho



_Não se preocupe, vá comer um pedaço de torta, está estupenda



Voltei para subir a escada e guardar as chaves, e vi meu filho sentado na escada, com olhos vidrados na parede.



_O que houve queridinho?



Ele sobressaltou-se e me olhou com uma cara assustado.
_Hm...não foi nada mãe, eu, vou por meu quarto -levantou-se bruscamente
Subiu correndo e bateu a porta de seu quarto, não achei esta atitude normal, geralmente ele só fica assim quando não ganha algo que quer.
Preciso sondá-lo pensei
Subi para meu quarto e pendurei as chaves no prego, tive um pressentimento de que talvez eu tivesse que mantê-lo no castigo e guardar muito bem as Chaves, era só um pressentimento.




 


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POV Dudley



Mamãe me mandou esperar no balanço, mas não estava afim, entrei e fui o que estava passando na TV, não tinha nada interessante, apenas seriados musicais chatos e a garota do blog. Decidi subir para o meu quarto e jogar vídeo game, pisei no quarto degrau quando escutei a voz do meu pai, vindo debaixo da escada



_...não farei mais nada esquisito



_Chega garoto...hoje terei minha recompensa!


 


"Que recompensa seria essa? "   -pensei.



_Vernon?


 


"É a  minha mãe"   -senti sem saber o por que, um pouco de alívio.



__Vernon querido, está aí dentro?



__Vista-se moleque, depressa !


O quatro-olhos estava pelado? Prendi a respiração e arregalei mais meus olhos, não entendia por que o Harry precisava se vestir, afinal o que ele estava fazendo pelado?



_Sim, estava apenas ensinando algo a esse moleque estúpido querida!



__Uma palavra...sobre o que aconteceu...ou melhor, nada aconteceu!


Respirei por que meus pulmões ja estava ardendo, nem me lembrava de ter prendido a respiração, o que será que aconteceu para o papai ficar tão cheio de mistério e sinistro?



__Ora..n-não precisa se dar ao trabalho de ensinar qualquer coisa a este demente, querido...-disse ela.


Nunca ouvi minha mãe falar desse jeito antes.
O que estava acontecendo afinal? Minha mãe apareceu e me chamou, nem lembro o que ela disse, apenas subi e me tranquei no quarto, me jogar na cama e abraçar meu robô era muito melhor  do  que conversar.

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