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11. Capitulo Onze


Fic: Alugando Hermione Granger III - Epílogo ON- Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pessoal, 

Não fiquem bravos comigo! Eu tenho trabalhado muito, e acabei realmente esquecendo o dia de postar! =/ Quem tiver meu facebook dá um toque, assim eu venho e posto! ^^
Eu e a Thys estamos começando a pensar em uma outra fic, mas receio que não iremos postar aqui, pois há muito tempo eu tenho notado que o numero de leitores aqui vem diminuindo. 
Então, as proximas fics serão postadas no Nyah! e no fanfiction.net.

Me perdoem por não responder os reviews, eu leio todos, voces sabem... mas acreditem, estou postando do trabalho em pleno feriado. Isso mesmo, eu vou trabalhar hoje e amanhã... e com alguma sorte, vou ter o meu "feriado" na 2 feira, se não acontecer nenhum imprevisto. =/

Continuem mandando muitooos reviews!!

Mais um cap tenso hein!? =D Espero que gostem!!

Beijos
Angel_S

--**--


Horas mais tarde, quando o sol estava começando a esconder-se, um exausto Draco Malfoy adentrou pelo hall da própria casa. Olhou ao redor, o andar de baixo estava completamente vazio. Só existiam dois lugares onde poderia encontrar a esposa: na sala íntima ou no quarto do bebê. Subiu as escadas lentamente e parou em frente a porta onde seu filho estaria dormindo dali alguns meses. Observou Hermione mexer em alguma coisa no rodapé da parede. Ela era encantadora de todas as formas, se fosse uma menina, gostaria que se parecesse com a mãe. Draco soltou um muxoxo, já era hora de decidirem o nome do herdeiro, não parecia certo ficar chamando-o só de bebê, fez uma anotação mental de que mais tarde deveriam discutir isso.


               


- Você voltou – comentou Hermione com um fraco sorriso. Aproximou-se para abraçá-lo e suspirou quando os lábios de Draco encontraram os seus.


- Está muito bonito – ele comentou um minuto depois, reparando nas últimas mudanças que Hermione havia feito no quartinho, que agora já tinha todas as paredes pintadas e desenhadas conforme Hermione comentara de suas ideias. No entanto, não havia móvel nenhum ali.


- Estava esperando por você para comprarmos os móveis. – comentou ela ao ver no que ele reparava.


- Poderemos ir no final de semana – ele respondeu rapidamente.


- Não falta muito para o fim de semana, você não acha que seria muito cedo? – perguntou apreensiva, sabia que a família Malfoy não estava realmente de luto, pelo contrário, parecia mais um alívio que Lucius Malfoy finalmente não estivesse mais presente para atormentá-los. Mas ainda assim, não parecia certo. – Podemos esperar mais um pouco. Ainda temos tempo...


- Você tem noção da loucura que serão os próximos dias? – ele questionou segurando seu rosto com ambas as mãos, por mais que estivesse sério, seu toque era gentil. – Dentro de uma semana devo estar assumindo o título, nesse meio tempo temos o velório e o enterro de Lucius, que já está todo acertado, além da leitura do testamento. Não posso e não quero ficar deixando nada para depois. – disse tocando o ventre saliente de Hermione. – O bebê não vai esperar até que a situação toda se acalme para vir ao mundo – ela sorriu levemente – e o tempo que eu puder dispor a ele, assim será. Não importa o que os outros vão comentar. Nossa família está em primeiro lugar.


- Eu só pensei que... – começou ela em um sussurro.


- Lucius nunca foi um pai para mim e muito menos para Annelise. Por mais que a morte dele possa ter me afetado de certa forma, não ficarei de luto mais que o tempo estritamente necessário. Amanhã a tarde ele será enterrado. As pessoas serão devidamente recepcionadas aqui em casa, e depois disso página virada para mim.


- E o velório? – questionou ela. Não deveriam estar lá se o corpo já seria enterrado no dia seguinte?


- Ainda estão preparando o corpo. Levara algumas horas para que o levem para o velório. – Draco acariciou os cabelos de Hermione. – Só iremos para lá amanhã, minha mãe cuidara de tudo até lá.


- Mas... – começou ela, novamente sussurrando.


- Hermione... – ele a olhou de forma severa, como se a repreendesse. – Sei o que você pensa a respeito, sei que não aprova todo esse descaso, mas tudo que eu queria nos últimos dias era voltar para casa e ficar com você. E é isso que vou fazer, independente de qualquer outra coisa. Preciso tomar um banho e quero você comigo lá – ele completou com uma mordiscada em seu lábio e depois um beijo em seu pescoço, os pontos fracos de Hermione como ele bem sabia. Se seu discurso possessivo e saudoso não a convencesse, sabia que seus atos o fariam.


 


                Sutilmente puxou-a para seu quarto.


 


- Sua mãe está aqui, Draco – Hermione disse antes que entrassem no aposento.


- E? – ele questionou com uma sobrancelha arqueada. – Já conversei com ela horas atrás, não me importa onde ela está nem o que está fazendo. Além do mais, ela está hospedada no quarto de hospedes.


- Ela tem visitas – completou Hermione. – Várias senhoras chegaram para o chá das cinco. – murmurou – Inclusive a rainha. Vieram todas dar seus pêsames, nós não deveríamos estar lá?


- Só quero você no momento, minha cara – ele respondeu entrando no quarto e levando-a consigo. Nunca se importara com os bons modos e não seria agora que o faria. A rainha poderia dar os pêsames dela durante o velório.


- Draco! – Hermione murmurou de forma saudosa quando ele a agarrou pela cintura e guiou-a para o banheiro. Abriu a ducha e enquanto esquentava, encarregou-se de despir Hermione de suas roupas, e logo cuidou das suas próprias. Com um beijo voluptuoso foi empurrando-a, sutilmente, para dentro do box.


 


                Suas mãos passearam pelo corpo da esposa, redescobrindo cada curva, adaptando-se mais uma vez as medidas que ela vinha adquirindo pelo avanço da gravidez. Dedicou um tempo especial aos seios mais fartos e mordiscou-os ao sentir Hermione puxar seu cabelo.


                O banho correu entre caricias e beijos profundos, pois Draco sabia que a posição que tinha em mente dentro daquele banheiro não era confortável para Hermione, ela se cansava facilmente e com as pernas bambas era difícil sustentar o peso de seu corpo. Mas assim que desligou o registro da água, sentindo-se uma nova pessoa agora que estava limpo e deixara para trás todo o peso de ter passado o dia planejando o funeral de seu pai, Draco ergueu-a nos braços e riu ao ouvi-la soltar um gritinho de surpresa.


                Deitou-se na cama puxando-a sobre seu corpo, como desejava fazer nos últimos dias, e voltou a agarrar-lhe os lábios. Sua ereção latente roçava-lhe o ventre e era exatamente o tipo de estímulo que Hermione precisava, afinal, por mais que estivesse curtindo a gravidez, cada dia seu corpo parecia ficar mais arredondado e não podia evitar sentir-se insegura quanto a isso, sempre fora magra e curvilínea, e ver essa definição abandonando seu corpo a fazia tremer. E se Draco não a desejasse mais como mulher?


                Como que adivinhando seus pensamentos, Draco roçou sua ereção mais uma vez sobre ela, fazendo-a afastar as pernas em um convite claro, queria senti-lo. Precisava disso.


 


- Ahn – ela gemeu alto ao ser erguida. Draco ficou em uma posição quase sentado e deleitou-se com a visão do corpo dela, sabia das inseguranças de Hermione, mas não conseguia sentir-se menos atraído por ela, pelo contrário, imaginar que era seu filho que crescia ali só aumentava sua veneração àquele corpo. Mordiscou os seios dela mais uma vez, jamais se cansava deles.


 


                Com sutileza ergueu-a sobre seu corpo apenas o suficiente para penetrá-la, e gemeu ao sentir o contato entre os corpos, contato que tanto ansiava.


 


---


 


                Minutos mais tarde desciam juntos as escadas, o jantar estava servido e Annelise os esperava a mesa junto de sua mãe, que não escondeu o desconto ao vê-los descer tão amorosamente abraçados. E, no fundo, Narcisa sabia que o que sentia era inveja, por nunca ter tido um relacionamento assim, por nunca ter tido tal cumplicidade com o marido.


Com Lucius havia servido basicamente para procriar. Não podia negar que o amara no início de tudo. Lucius Malfoy era tudo que o uma mulher gostaria de ter: lindo, charmoso, galanteador, rico e um dos herdeiros mais próximos ao trono. Como não se apaixonar por alguém assim? Assim que engravidou de Draco, após seguidos abortos, a situação mudou. A cada semana que passava, e seu corpo adquiria formas cada vez mais arredondadas, Lucius afastava-se cada vez mais. Não era a toa que a segunda gravidez havia sido tão difícil e dolorosa.


               


- Vocês estão atrasados – ralhou Narcisa com ar arrogante.


 


                Draco fechou o semblante para a mãe.


 


- Devo lembrá-la que essa casa agora é minha? – perguntou ele no mesmo nível de arrogância, comentário que deixou sua mãe calada.


 


                Hermione apenas suspirou, ajeitando-se melhor na cadeira. Sorriu para a cunhada sentada a sua frente. Por um momento, parou para analisar o rosto de Annelise com mais atenção e sentiu-se mal por ela, já não era fácil o que vinha enfrentando com a reabilitação de Harry, e agora precisava encarar a morte de um pai totalmente ausente. Sabia que nenhum deles lamentava terrivelmente a morte de Lucius, mas de todos Annelise era a mais pura e amável, por isso, por mais que detestasse o pai, jamais diria que não se importava.


 


- O velório deve começar logo – anunciou Annelise, quebrando o silêncio que se instaurara durante todo o jantar.


- Você vai para lá com a mamãe – disse Draco de forma autoritária. – Hermione e eu iremos mais tarde, lá não é lugar para ela a essa altura da gravidez – declarou.


 


                Por maior que fosse sua vontade de retrucar, afinal não era uma inválida e poderia muito bem acompanhá-los ao velório, Hermione se conteve. Primeiramente porque Draco ficaria com ela, e segundo, porque realmente não sentia vontade alguma de ficar no mesmo cômodo que mais membros da família Malfoy por mais tempo que o estritamente necessário.


 


- Além do mais, tenho algumas pendências em meu escritório que não podem esperar – completou.


 


                Annelise apenas se dignou a assentir, enquanto sua mãe preferiu manter-se calada. Tanto Narcisa quanto Annelise foram educadas para jamais contrariar Draco ou qualquer homem da família Malfoy. Aquilo tudo era um absurdo para Hermione, jamais iria aceitar uma decisão de Draco de tão bom grado quanto as duas mulheres sentadas a mesa.


                Assim, poucos minutos depois as duas partiam em direção a capela em que o velório vinha ocorrendo enquanto Draco, como prometido, ficou com Hermione. Cochilaram até o sol raiar, para só então irem se arrumar – devidamente vestidos de preto.


 


- Sinto muito...


- Meus pêsames...


- Ele foi um grande homem...


 


                Hermione já não aguentava mais sorrir levemente e agradecer tantos cumprimentos, que sabia serem ditos apenas da boca para fora. Assim que na primeira oportunidade que teve, aproveitando que Draco conversava com William sobre qualquer assunto, esgueirou-se para o pequeno quartinho que havia logo ao lado da cozinha, destinado a acompanhante do homem que estava sendo velado, e que Hermione bem sabia que jamais pisaria os pés ali, era muito simples para alguém do estilo de Narcisa Malfoy. Por mais que fosse uma capela construída e utilizada pelos nobres, ainda assim ficava longe dos padrões Malfoy.


                Sentou-se na poltrona e suspirou, o bebê parecia agitado dando voltas em seu ventre, ainda não o havia sentido chutar propriamente dito, e mal podia esperar que acontecesse, mas só esses pequenos movimentos que faziam sua barriga oscilar levemente já eram suficientes para arrancar um sorriso de seu rosto.


                Mas também já era o suficiente para fazê-la ir ao banheiro diversas vezes por dia. Com passinhos rápidos se dirigiu ao banheiro que ficava em anexo ao quartinho.


 


 


- Você parece preocupado, meu amigo – comentou Draco ao se afastar acompanhado de William.


- Catherine – suspirou. – A secretária do consultório da médica dela me ligou hoje cedo para confirmar que o exame ficou pronto, fui direto lá pegar aquela hora que me despedi de você, mas cheguei tarde demais, Catherine já havia retirado o exame e quando perguntei a ela, me disse que a secretária deve ter se enganado, porque ela não fez exame recentemente...


- Vocês chegaram a conversar sobre isso? – questionou Draco, pacientemente.


- Ela se afastou logo em seguida – suspirou – é o que mais a vejo fazer. Nem parece que passei mais de uma semana longe de casa.


- Olhe lá – Draco apontou para Catherine, que se dirigia a uma porta discreta ao lado da cozinha. – Sua chance de falar com ela, com esse falatório todo aqui no salão, ninguém vai incomodá-los.


 


                E de fato o falatório estava realmente alto. Por mais que se tratasse de um velório, os políticos fanáticos pareciam não se dar conta do fato, aproveitando a ocasião em que tantos estavam presentes para, mais uma vez, mostrarem suas ambições e planos para o futuro. Draco revirou os olhos quando William se afastou, não aguentaria passar muito tempo ali.


 


- Kate – William a chamou com a voz suave, ao entrar no pequeno aposento.


- William – ela afastou-se rapidamente da poltrona em que estava para ficar de frente para a janela, não queria que William a visse vulnerável.


- Nós precisamos conversar – começou ele, mas ela logo fez questão de interrompê-lo.


- Não temos nada a tratar...


- Eu liguei para o laboratório – ele declarou, o que a fez calar-se imediatamente. – E eles me confirmaram que você fez sim um exame lá recentemente, inclusive foram muito solícitos em se oferecerem para me enviar uma cópia dos resultados, devo tê-los amanhã logo pela manhã. – blefou. – Bem, acredito que voce tenha duas escolhas: Contar-me o resultado e, independentemente do que acontecer, enfrentarmos a situação juntou ou deixar que eu descubra amanhã o que diz o exame.


- Não diz nada – sussurrou ela, mas William não pode ouvir, o que o fez se aproximar mais, parando atrás dela.


- Como? – perguntou novamente.


- Nada – retrucou ela, a cabeça baixa, os olhos grudados no sapato escuro.


- Isso é ótimo, meu amor. – disse William de forma sincera com olhos brilhosos.


- Como é ótimo? – esbravejou ela, os olhos ficando gradualmente vermelhos. – Isso só piora tudo! Se eu soubesse que o problema é comigo, ou mesmo contigo, teríamos uma explicação. Já posso até ouvir sua avó me enchendo os ouvidos, dizendo como não sou boa o bastante para você e como sou fraca até para lhe dar um filho...


 


                Dentro do banheiro Hermione estava imóvel. Não havia sido sua intenção ouvir a conversa que o casal estava tendo, mas ficara presa ali a partir do momento que eles entraram no quarto. Não tinha o direito de atrapalhar, ou mesmo mostrar que sabia de algo tão intimo a respeito da vida já conturbada do casal. Entretanto, não pode evitar sua surpresa: então Catherine não havia ficado estéril após o aborto.


                Se fosse meses atrás, diria que era uma injustiça, afinal uma mulher como ela não merecia mesmo ser mãe, mas agora que estava ciente do tamanho da vontade de William de ter um filho, quase sentia pena por ele. Apenas por ele, é claro, pois por mais que Catherine não tenha se intrometido em sua vida e na de Draco, sabia que a maior diversão da mulher era importuná-la.


                Os comentários maldosos sobre seu corpo ainda a incomodavam.


                Ficou ali até ter certeza que os dois já tinham saído, o que levou alguns bons minutos, e quando finalmente se viu livre daquele quartinho, deu de cara com Draco.


 


- Procurei você em todos os lugares – comentou ele abraçando-a com carinho.


 


                Se não estivesse ainda digerindo a conversa entre Catherine e William, ela teria se dado conta de como seus olhos brilhavam amorosamente. Estava realmente preocupado com ela, eram tantas pessoas entrando e saindo ao mesmo tempo daquele lugar que não sabia o que pensar.


 


- Fui ao banheiro – disse ela dando de ombros.


 


                As horas arrastaram-se até o momento do enterro. Durante o trajeto do caixão até o mausoléu da família, Draco seguiu na frente, enquanto Hermione, Annelise e Narcisa iam alguns passos atrás. Algumas mulheres choravam a perda de Lucius como se fosse alguém próximo. Hermione reprimiu um suspiro ao notar que aquelas mulheres haviam sido amantes de Lucius em algum momento da vida dele.


                Após o enterro todos seguiram para o palacete dos Malfoy, onde seria servido uma ceia em respeito a memória de Lucius.


 


- Herms, você precisa sentar. – Draco passou as mãos pelas costas da esposa. – Seus pés estão ficando inchados demais.


- Estou bem, Draco. Só quero que isso acabe.


 


                Se a noite do velório e o enterro no dia seguinte lhe pareceram longos, os demais dias passaram voando. Tiraram o final de semana para planejarem todo o quartinho do bebê. Haviam andado de loja em loja, e por fim, depois de dois dias, Hermione havia decidido os móveis. Os móveis demorariam a chegar, mas a garantia de saber que tudo havia sido encomendado deixava Hermione tranquila.


Mexeu-se na cama ao sentir um movimento estranho, abriu os olhos situando-se em seu quarto com Draco ao seu lado. Olhou no relógio de cabeceira, a madrugada ia alta. Virou-se, ficando de frente para o marido, havia enormes olheiras em baixo dos olhos, a pele parecia ainda mais translucida do que o normal, Draco parecia a beira da exaustão. O movimento a acometeu novamente, pegando-a de surpresa, o que a fez arregalar os olhos ao se dar conta do que era.


 


- Draco – sussurrou ela, mas ao ver que ele não acordava, segurou a mão dele firmemente na região em que tinha sentido o bebê chutar pela primeira vez, levou um tempinho, mas um chute preciso logo a atingiu novamente e seu sorriso só se expandiu ao ver que Draco estava acordado, apenas mantinha os olhos fechados por preguiça, mas ao sentir o chute em sua mão, arregalou os olhos encarando-a surpresa.


- Ele já tinha feito isso antes? – perguntou ele e uma emocionada Hermione lhe respondeu que não.


 


                Era um gesto pequeno ante os olhos de outras pessoas, mas para ele que vinha lamentando a distância que o trabalho vinha impondo, estar presente em um momento desses tinha um enorme significado. Apesar dos dias de luto, não havia se ausentado do Parlamento e nem de suas obrigações para com a Rainha um dia sequer.


                Beijaram-se com carinho, ambos sorridentes e logo voltaram a adormecer, assim que o bebê também se acalmou. Hermione suspirou aconchegando-se nos braços de Draco e sentiu-se melhor ao ver que ao pegar no sono o semblante dele não estava mais tão sério.


 


                Junho chegou trazendo consigo o verão Londrino e o sétimo mês de gestação de Hermione Malfoy. E após o período de luto, Draco enfim assumiria o titulo de Duque, o que na prática, iria lhe dar ainda mais responsabilidades. Como Duque, sua agenda de viagens ao lado de William e Catherine iria se intensificar, e Hermione só poderia começar a acompanhá-lo depois que o bebê estivesse grande o suficiente para poder acompanhar os pais. Conhecia Hermione bem o suficiente para saber que ela jamais deixaria o filho para trás.


                O trabalho mais árduo, e que lhe consumia mais energia, eram referentes a assuntos ligados a morte de seu pai. A abertura do testamento não fora nenhuma surpresa: 75% de todo patrimônio ficara para Draco, 20% para Annelise e o restante para Narcisa.


                Conferiu seu traje mais uma vez na frente do espelho, certificando-se de que todas as medalhas que recebera em honra ao país no curto período em que se aventurou no exército – uma idiotice que fizera querendo seguir William em todos os seus passos – e sorriu, sentia-se confiante. Estava pronto para se tornar o próximo Duque Richmond.


                Ao sair do closet, encontrou Hermione sentada na poltrona do quarto acariciando o ventre, agora bastante distendido. Aos sete meses de gestação, a castanha estava em forma, o corpo magro evidenciava, ainda mais a barriga. Estava elegantemente vestida de verde escuro, um discreto decote sustentava os seios mais fartos, uma faixa lhe passava logo abaixo do busto permitindo que o vestido caísse de forma fluída sobre a barriga até o chão, realçava suas formas sem restringir seus movimentos.


 


- Está tudo bem? – perguntou ele ao se aproximar, sabia que os últimos dias haviam sido exaustivos para ela. Os móveis do quarto do bebê que ambos escolheram com todo o cuidado haviam chegado, dando início a longos dias de arrumação que ela, teimosa como era, não quis saber de ajuda, queria cuidar de cada detalhe para a chegada do bebê.


- Está sim – respondeu ela com um sorriso tranquilo. – Só o seu filho que não para de se mexer. – disse sorrindo, porque por mais incômodo que pudesse ser esses movimentos constantes, não havia nada que se comparasse e a emocionasse tanto quanto sentir o bebê.


- Então podemos ir? – perguntou ele, apoiando uma das mãos da barriga da esposa, sentiu o bebê mexer-se. Por mais que quisesse dizer a ela para não se preocupar, ficar ali e relaxar, precisava dela ao seu lado. Não para mostrar a todos sua esposa, exibi-la como a maioria dos parlamentares costumava fazer, simplesmente a queria ao seu lado.


 


                Chegaram ao enorme salão com horas de antecedência, exatamente como deveria ser. Presentes, naquele momento, estavam apenas alguns membros da imprensa que conseguiriam esse privilégio, e outros poucos políticos – que Draco reconhecia como os mais esforçados, aqueles que queriam crescer de posição. Isso o fez manear a cabeça, era uma pena que fossem tão iludidos, pareciam não se dar conta que quem causava isso era seu nome, não seu mérito.


 


- Você pode ficar sentada ali – Draco apontou para as primeiras cadeiras, destinadas a família Malfoy e Hermione lhe sorriu de forma carinhosa.


- Vou ter tempo suficiente durante a cerimônia para isso – garantiu sendo abraçada pela cintura por ele. – Não se preocupe comigo, não irei abusar.


- Você sempre diz isso.


 


                Mesmo chegando cedo, não demorou para que os preparativos começassem. A maquiagem de Hermione foi retocada, assim como traje de Draco foi ajeitado diversas vezes, tudo para que parecessem impecáveis. Algumas fotos oficiais foram feitas e quando Hermione se deu conta, os membros do parlamento e da nobreza já começavam a chegar.


                Em muito a cerimônia se assemelhou à que Draco tivera no início do ano, o hino à rainha retumbou pelos alto falantes e logo a matriarca fez um discurso inspirador a respeito dos novos políticos que chegavam ao parlamento e de sua confiança na capacidade deles de guiarem a Inglaterra junto dela para um futuro de sucesso, sem esquecer de enfatizar o quanto o país estava bem independente da crise que se alastrava pela Europa e ainda fez menção as Olimpíadas que iniciariam no mês seguinte – um discurso muito vigoroso para alguém da idade dela, pensou Hermione admirada com a fibra da Rainha. Mas não demorou que ela ficasse sem fôlego, o que muitos viram como um alivio, pois já se remexiam inquietos em seus lugares.


                Como de praxe, Draco se ajoelhou frente a rainha, recebeu suas bênçãos e seu novo título, uma coroa foi posta em sua cabeça e uma espada em suas mãos, simbolizando a conclusão da cerimônia, a transferência definitiva do título a ele, da mesma forma que era feita há séculos. Após o recebimento do titulo, Hermione herdou, automaticamente o titulo de Duquesa de Richmond.


                Por um minuto o salão ficou em silêncio em respeito a memória de Lucius Malfoy, e logo Draco recebeu as últimas bênçãos, dando assim início ao jantar de comemoração, um grande evento preparado no salão ao lado que já os esperava.


                Draco foi aplaudido de pé, e logo as pessoas começaram a se dispersar. Recebeu os cumprimentos pessoais do Príncipe de Edimburgo e da Rainha. Discretamente, Hermione apareceu parada ao seu lado, não podia deixar de reparar como a nova Duquesa de Richmond era magnifica.


 


- Vossa Alteza. – Draco fez uma mesura elegante para a esposa, arrancando um sorriso doce.


- Não estou acostumada com isso. – murmurou envergonhada.


 


Ela o beijou de forma delicada, parabenizando-o pela conquista – mas sua vontade era de fazer muito mais, como deixou claro ao sussurrar ao pé do ouvido de Draco, que soltou uma gostosa gargalhada, atraindo a atenção de alguns convidados presentes.


 


- Posso interromper? – a voz alegre de William fez os dois se afastarem, e Hermione sorriu ao ver os amigos se abraçarem.


- Vou deixá-los conversar – disse ela dirigindo-se ao toalete. Afinal quanto mais a gravidez avançava, menos era capaz de conter sua bexiga.


 


                Entrou correndo no primeiro banheiro que encontrara pelo caminho, estavam todos os box vazios. Escolheu um a esmo, quanto mais a gravidez avançava, mais complicado era sair de casa.


                Ao sair do box, surpreendeu-se ao ver Catherine parada em frente aos espelhos. E ela que achava que a rixa que a Duquesa parecia manter já houvesse se resolvido há muito tempo.


 


- Desfrutando de sua posição, Vossa Alteza? – perguntou com escárnio. – Aposto que não está tão confortável assim – zombou.


- Não, não está tão confortável assim – retrucou Hermione com o rosto erguido. – Mas aposto que você daria tudo para estar nessa posição neste momento.


- O que você pensa que sabe? – Catherine disse entre dentes, mostrando que não estava ali para brincadeiras.


- Sei que você não consegue engravidar. – retrucou Hermione incapaz de conter sua língua – E também sei que nem você e nem William tem problemas, mas mesmo assim, nada de um herdeiro. Não podemos esquecer que a Rainha a despreza cada dia mais por culpa disso, e não poderia ser diferente, não é mesmo? Caso você não de um herdeiro a William, quem assumira o trono será Harry... e Annelise.


- Ora, ora. – continuou a zombar. – Então, de repente, a tola Hermione Granger tornou-se a senhora Malfoy e ficou confiante, é isso mesmo? Porque você não me pareceu tão confiante assim quando fui visitá-la da última vez.


- Uma besteira minha, reconheço. – retrucou. – Mas desde que meu marido parece ser incapaz de manter as mãos longe do meu corpo, tudo que você me disse naquela tarde não passou de pura besteira.


- Acho engraçada essa sua confiança, quando sabe que todos aqui apenas a suportam por falta de opção.


- Você não é diferente de mim, Catherine. Ou melhor, não nesse ponto. Você não veio de um berço de ouro, você fez seu joguinho sujo para cima de William até conquistá-lo... Nisso sou superior a você, foi Draco quem veio até mim, não precisei rastejar nem implorar para chegar aonde estou e, novamente, quem carrega um herdeiro sou eu.


- Você não passa de uma vadia barata que se vendeu para o Draco – retrucou aproximando-se perigosamente. – Ou você realmente acredita que ninguém sabe sobre o seu suposto acordo com Draco?


- Enquanto você não passa de uma vadia mais barata ainda que brincou com os dois, usou-os como se fossem brinquedos e quando teve a oportunidade de estar onde eu estou abriu mão deliberadamente, você achou que Draco não era bom o bastante, então porque nos importuna tanto agora? Você quem abortou, você que não quis assumir. Só você! Ninguém, além de você mesma, deve pagar pelos seus erros, Catherine.


- Por que eu os importuno? – refez a pergunta com escárnio. – Porque minha vida estava muito boa até você aparecer, meu coração é de William hoje, mas a relação que eu tinha com Draco era muito mais... Oh, o sexo – riu maldosamente – definitivamente não poderia ser melhor.


- Relação essa que você abriu mão – repetiu ela.


- Relação essa que eu estava prestes a ter de volta – disse entredentes.


- Agora sabe o que eu acho? – nem lhe deu tempo de responder. – Eu acho que o seu problema não é comigo, nem com Draco, é com você mesma. Você não suporta a ideia de que ele seguiu em frente e superou essa relação doentia, você não suporta ver que a cada dia ele conquista mais coisas na vida enquanto você parece perder e perder. Sabe o que eu acho? – continuou. – Acho que o que a impede de engravidar é a culpa, você sabe do que fez quando engravidou de Draco e nunca superou isso, enquanto William nunca soube. Eu vi vocês no dia do velório de Lucius – confessou – e vi claramente o medo que você tinha do exame apontar que não podia engravidar por culpa única e exclusivamente sua, por culpa de ter aberto mão de uma criança quando lhe deram a oportunidade. Só posso imaginar o tamanho do amargor que isso causou – disse protetoramente colocando uma mão sobre sua barriga. – Não sou sua amiga Catherine, nem nunca serei, mas respeito a relação dos nossos maridos e por isso acho que você deveria me ouvir, para pelo menos deixar tudo mais suportável: chegou a hora de você revelar esse seu segredinho ao seu marido.


 


                Pela primeira vez a Duquesa se manteve calada e imóvel.


 


- Antes que você perca muito mais que só a confiança do seu marido, afinal a rainha já a rebaixou e enquanto essa criança não vier, só vai piorar – disse de forma diplomática e se afastou, destrancou a porta do banheiro e apressou o passo para encontrar Draco.


 


                Sentia-se mais leve por ter falado tudo, mas ainda assim não conseguia afastar a sensação de que a qualquer momento Catherine a esfaquearia pelas costas. Só o que restava fazer era torcer para que a Duquesa deixasse seu egocentrismo de lado e desse atenção ao que lhe fora dito, pois Hermione realmente pensava daquela forma.


                E realmente pensava que William seria um ótimo pai, ele merecia isso, merecia um filho seu.


                Aproximou-se de Draco, que lhe sorriu e passou um braço por sua cintura, mantendo-a sempre perto enquanto se encaminhavam para o salão ao lado.


 


- Já cumprimentou a todos? – perguntou ela tentando disfarçar o que acabara de acontecer no banheiro, sabia que mais tarde contaria a Draco, mas aquele não era o momento.


- Já – disse ele dando de ombros.


- Sua mãe falou alguma coisa?


- Nada – suspirou. – Mas me parece melhor que em todos os anos que esteve casada com meu pai, esse status de viúva parece lhe cair bem – disse com divertimento, arrancando um riso de Hermione.


- E Annelise? Não a vi por aqui.


- Está ali – apontou ele para a mesa destinada a eles, onde Annelise já ocupava seu lugar.


- Vou me sentar com ela – disse ao ver que mais políticos se aproximavam para conversar com Draco.


 


                Ao aproximar-se da cunhada, conteve um suspiro. Annelise era a única que, aparentemente não havia superado a morte de Lucius e suportava, com muito custo, a distância de Harry. O vestido preto simples servia para deixar todos atentos quanto ao seu estado de espírito, algo que andava preocupando Hermione demasiadamente.


 


- Você não acha que é nova demais para usar preto?


- Não estava inclinada a colocar uma cor vibrante – respondeu evasiva, olhando para algum ponto da toalha branca que recobria a mesa.


- Ficar assim não vai resolver muita coisa. – Hermione mexeu distraidamente no guardanapo de linho que pousava delicadamente em cima de um prato. – Façamos um trato. O que você acha?


- Diga – a voz era desinteressada, mas Hermione sabia que Annelise jamais a deixaria falando sozinha.


- Prometa-me que assim que Harry voltar, você irá usar roupas coloridas novamente – Hermione sorriu ao ver a cunhada sinalizar positivamente com a cabeça.


 


                O jantar em si não foi nada muito diferente do que já estava acostumada, política era o assunto a ser debatido, muitos se exibiam, outros repreendiam, outros ainda sequer prestavam atenção no que estava acontecendo ao redor. Hermione só sentiu seus músculos relaxarem no momento em que Draco a chamou para irem embora, não se sentia cansada, mas a tensão de ter Catherine sempre por perto a incomodava.


                Por diversas vezes, Hermione notara Catherine rondar Draco, enquanto ele e William conversavam animados. Sabia que ela jamais faria qualquer coisa que pudesse prejudicar a sua, já complicada, posição perante a Família Real Britânica, mas todo o cuidado era pouco. Todas as vezes em que Catherine rondava Draco, Hermione estava sentada na mesa destinada a eles com Annelise ou com alguma dama que fazia questão de lhe fazer companhia. 


 


- Você me parece tensa – comentou Draco já dentro do carro, puxando-a para seus braços. Essa era a vantagem de ter um motorista, pensou ela com um sorrisinho.


- Estou bem. Por que deixou sua irmã com a sua mãe?


- Foi Annelise quem pediu. Ela já não é nenhuma criança, sabe muito bem o que está fazendo. – Draco parecia contrariado com a decisão da irmã.


- Mudando de assunto... você esteve muito bonito hoje – comentou ela – a espada e a coroa combinam com você.


 


                Ele riu maneando a cabeça.


 


- São muito mais peças decorativas que de alguma importância, principalmente porque hoje só os reis usam coroas – deu de ombros. – Mas a espada realmente é uma bonita peça.


- É a mesma que passa de geração em geração? – perguntou ela com curiosidade.


- Deveria ser, mas a que recebi é só uma réplica. Com o passar dos anos ter esses objetos passou a ser muito valorizado, e mesmo depois de morto a família continuava presando por eles, assim que há algumas gerações passaram a distribuir réplicas perfeitas... O que importa realmente são as joias incrustadas no cabo, vê essas verdes? – apontou para a espada que descansava no outro banco da limusine, um pequeno luxo que se permitiram naquela noite. – São as joias da família Malfoy, hoje estão com minha mãe, mas um dia serão suas.


 


                Assim que o carro parou na frente da residência Malfoy, o assunto ficou esquecido. Hermione lhe deu um sorrisinho safado arrancando risos de Draco, que a acompanhou escadas acima até o quarto do casal. Assim que entraram, Draco fechou a porta atrás de si e a puxou para seus braços.


                Não demorou a estarem nus sob os lençóis, ambos já ofegantes pelas preliminares. Draco penetrou dois dedos em Hermione, sentindo-a úmida e pronta para recebê-lo, soltou um sorrisinho maroto antes de virá-la de costas para si.


 


- Depois da sua última consulta, você me disse que era hora de buscarmos novas posições – sussurrou em seu ouvido, a voz rouca fazendo cada pelo do corpo de Hermione se eriçar.


 


                Colou as costas dela contra seu peito, segurando-a pelos seios estando ambos ajoelhados sobre a cama. Acariciou-a até ouvi-la gemer de prazer, seu membro pulsava de desejo, roçando sobre as nádegas de Hermione, mas ainda não era hora de mudarem tanto assim de posição.


                Ajudou-a a se inclinar para frente, empinando as nádegas e lhe dando uma melhor visão de sua feminilidade, que também pulsava de desejo. Deslizou a mão pelas costas de Hermione, sentindo-a relaxava e ansiosa pela nova posição, seu corpo já arqueava levemente pelo prazer antes mesmo de penetrá-la. Definitivamente a gravidez só havia lhe feito bem nesse quesito, encontrava-se insaciável e sempre desejosa.


 


- Vem – chamou ele erguendo-se um pouco mais e roçou seu membro na feminilidade dela, que estando com os joelhos e as mãos apoiadas sobre o colchão lhe parecia incrivelmente sexy. Apertou-lhe as nádegas por puro prazer e arqueou ao penetrá-la levemente. A posição era diferente, por isso foi se contendo. Mas o gemido de prazer de Hermione logo lhe mostrou que ela estava muito bem, e ansiava por mais.


 


                Apoiou as mãos em sua cintura para guiá-la melhor e impôs seu próprio ritmo, rápido, quase frenético, mas não houveram reclamações. Inclinou-se para lhe beijar a nuca e a sentiu se arrepiar, vê-la tão entregue só aumentava o seu prazer.


                Continuou penetrando-a até sentir o corpo de Hermione travar e ela arquear as costas, gemeu longamente de forma manhosa, satisfeita pelo orgasmo que a atingira. Vê-la satisfeita excitou-o ainda mais, fazendo-o gozar logo após dela. Segurou com firmeza em sua cintura até terminar, mas logo se arrependeu, talvez houvesse segurado forte demais, mas o orgasmo fora tão intenso que nem pensou, só sentia aquela quente sensação de se aliviar.


 


- Nunca imaginei que essa ebulição de hormônios na gravidez poderia deixá-la tão fogosa – comentou ele quando Hermione se deitou em seus braços, ainda languida pelo pós coito.


- Nem eu – disse com um risinho.


 


                Ainda ofegavam e estavam com os corpos suados, mas o orgasmo fora tão arrebatador que não lhe deixara forças nem para se arrastar até o banheiro para um banho. Abraçou-a com carinho e sentiu o leve ondular da barriga dela, que arrancou um sorriso seu – como sempre acontecia quando sentia seu filho.


                Hermione fechou os olhos se aconchegando nos braços de Draco e sorriu, as palavras que dissera a Catherine retumbavam em sua mente, mas, desta vez, ao invés de sentir-se oprimida só conseguia se sentir ainda mais confiante. Draco era seu e ninguém iria mudar isso.


 

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Comentários: 15

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 28/06/2013

Caralhoooooooooooooo! Ameeeeeeeeeeei!

Nota: 5

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 08/06/2013

Adorei, adorei...

Nota: 5

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Enviado por Giselle Viana em 08/06/2013

Catherine devia sumir, isso sim! Achei é tome ela escutar tudo isso da Mione, haha. Bem feito! u.u
E Mione divando muito em todas as situações <3 Mas já quero que esse baby nasça logo!  

Nota: 5

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Enviado por SweetAngel33 em 07/06/2013

Amei, flores, arrasaram!
Beijo beijo, até! *-* 

Nota: 5

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Enviado por aphroditte kareninna pinto rodrigues em 03/06/2013

Muito bom! Faz tempo que eu não deixo um comentário, né? Desculpa :/ Adorei a novidade sobre AHG virar um livro!! Super feliz por vcs! Esperando anciosamente pelo próximo capitulo! 

Nota: 5

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Enviado por Gabriela G. Potter em 02/06/2013

"Mas aposto que você daria tudo para estar nessa posição neste momento."
Tradução: Seu recalque bate na minha barriga enorme e volta!
Achei até que Kate ouviu menos do que merecia, that bitch.
A criança dá sinal de vida logo na hora dos pais se divertirem kkkk
E Anne, tadinha, com saudade do Harry e agora sem pai. Por mais crápula
que tenha sido é pai dela, né. Quando for postar a fic nova no Nyah, põe o link
aqui pro pessoal, estou me incluindo, poder acompanhar.
A FeB tá parada mesmo, até de atualizações das fics que eu acompanho.
O problema do Nyah é que não tem como filtrar por shipper. Aí é maisdifícil de achar uma fic que interesse. Por mais que meu shipper preferido
não seja esse, essa é uma das poucas Dramiones que gosto de ler. O que significa que é você é uma ótima escritora. Parabéns!  

Nota: 5

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Enviado por Kési Ridle Krum em 01/06/2013

OMG OMG OMG OMG OMG OMG
Please poste logo um caps de De repente pai!!
rs
Amei o caps e estou muiiiito louk para saber como a Kate vai se virar!
Merlin esta mulher deve sofrer apenas pelo simples fato de tr feito o meu Draquinho chorar!!!
bjs 

Nota: 1

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Enviado por Jamie Darrow em 31/05/2013

Adorei a Catherine mereceu o que ouviu ao contrario do que os outros pensam eu gostaria de ver ela gravida mas vou esperar pra ver o que acontece aqui posta logo ta bjus.

Nota: 1

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Enviado por Lisa Granger em 31/05/2013

Adoreei! A kate é uma recalcada, que tinha que tomar conta da vida dela!!! Draco e mione cada vez mais lindos juntos!! esperando pelo proximo capitulo!! bju

Nota: 5

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Enviado por sonimai em 30/05/2013

achei pouco o que Hermione disse a Kate,e nem gostei que ela não é estéril,affff..............espero que ela não engravide nunca,hehehehehe

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 30/05/2013

amei. Meus parabéns pelo cap. Achei cada cena temperada na medida certa. Aguardando os p´roximos.

Nota: 1

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Enviado por Hermione Black Malfoy Riddle em 30/05/2013

Muito bom!Posta mais!

Nota: 1

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Enviado por Barbara Rosier Malfoy em 30/05/2013

Ooooiiii!!!! 
Qual vai ser a nova atitude de Catherine ???? Hiper curiosaa!!! Kkk
Bjoo. 

Nota: 5

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Enviado por Ghp1998 em 30/05/2013

OMG!
Poste mais!
Será que a Kate vai  mesmo ouvir a Mio0ne? Seria bom elas deixarem essa rixa pra tras... 

Nota: 5

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Enviado por Suzana G. Potter em 30/05/2013

EEEEEE!!
Catherine mereceu cada palavra, fato.
Capítulo perfeito, como sempre.  Demora muito pra postar não!

Nota: 5

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