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4. Sobre Empregos


Fic: Hermione Granger Está Morta e Vivendo em Nova York


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Sobre Empregos


- HERMIONE, QUERIDA OUÇA O QUE SUA MÃE ESTÁ DIZENDO. ENSINAR É UMA COISA QUE SEMPRE SE PODE CONTAR.

Na segunda-feira seguinte à formatura, com a tinta do meu diploma ainda não muito seca, saí pelo mundo tentando a sorte, com o New York Times debaixo do braço (Seção Consegui Meu Emprego Através do New York Times ); fui para Manhattan.
Tap... Tap... Tap.
- Hermione, não sei por que você está se matando a procura de um emprego enquanto podia ensinar, chegar em casa às três, ter férias no Natal, todo o verão tem folga e um bom salário para começar. Muitas filhas de minhas amigas já estão ensinando há anos e adoram. Elas vão para a Europa no verão e para Porto Rico na páscoa.
- Mamãe, eu não quero ensinar. Quero fazer algo criativo.
- Criativo? Desculpe, Srta. Recém Formada, desculpa ter sugerido uma coisa nada criativa.
Quero um trabalho criativo sobre quais as revistas femininas escrevem. Como aquela mulher que arranjou o emprego de assistente de um cara bonito e rico, e dois meses depois ele se casou com ela. É perfeito.
Será que ela conseguiu esse emprego através do New York Times? Será que a mãe dela insistia para ela ser professora?
Através do anuncio no Times , a primeira agência de emprego que eu procurei era a Apenas Universitários , no alto de uma escada na da Rua 45 Oeste. Por que eu achei que estavam a minha espera? Entre, Hermione. Aqui está seu emprego criativo com seu patrão rico e bonito e bem ali, do outro lado daquela porta, os repórteres e os fotógrafos das revistas esperando por uma fascinante história.
Não, não estavam à espera de Hermione. De fato, fizeram o maior esforço para evitá-la. Na recepção, havia oito jovens “Hermiones” e cinco jovens “Edds”. Todos com o New York Times debaixo do braço, todos de preto. Todo mundo carregava uma capa de chuva. Onde estavam as garotas dos filmes, que chegam à Nova York, descem do trem, um homem (rico e bonito) derrubam café nelas, depois arranjam um emprego como assistente deles ou coisa assim e depois se casam com elas? Qual a diferença entre essas mulheres e Hermione Granger?
Sim, essas mulheres vão a cemitérios verem pessoas sendo enterradas. Hermione Granger vai a eles para ser enterrada.
A encarregada da agência deu a todo mundo um cartão para a gente preencher. Demelza, eu deveria ter sido dona de casa, assim não teria que preencher aquele cartão.
- Hermione, querida, se tivesse preferido ser professora, não teria que preencher aquele cartão.
Tap – tap - tap, bata quanto quiser em cima do meu caixão, mamãe. Eu não posso mais ouvir você.
Com uma caneta Bic azul e apoiada em minha bolsa, escrevo: Nome: Hermione Hayden Granger. Último emprego: nenhum. Motivo para deixar o último emprego (devo deixar em branco? Se nunca tive um emprego, como posso ter deixado ele?). Espremi no espaço “Nunca trabalhei”. Depois acabei riscando (o cartão ficou com uma aparência péssima). Será que devo pedir outro cartão? Será que a recepcionista ia me achar estúpida? Como é que pessoas que trabalham na agência de emprego conseguem emprego? Já pensaram sobre isso? Virei o cartão. Qualificações? Será que devo colocar minhas habilidades com o computador? Mas daí iam me mandar para um emprego que use computador e eu não quero isso. Quero algo criativo. Qualificações: nenhuma. (O cartão está maravilhoso. Como eu gostaria de empregar esta Hermione Granger. Nunca trabalhou. Não sabe fazer nada. Não tem capricho.) Pergunta: que tipo de trabalho está procurando? Ah! Procuro “algo criativo”. Ultima pergunta: escolaridade. Ah! Nível universitário, seus débeis mentais.
Me sentei e fiquei esperando a minha vez de ser entrevistada, olhando para as paredes, evitando os olhares dos outros, desejando que ninguém conseguisse o emprego antes de mim. Havia um entrevistador e uma entrevistadora. Torci e rezei pelo homem. Não me dou bem com mulheres. Nunca me dei. O único zero que eu tirei na escola foi dado por uma professora que eu não gostava (e ela não gostava de mim). Minha vez. Era a mulher. Vamos, Hermione, reaja e não tire outro zero. A mulher fez sinal para segui-la até o escritório. Fez sinal para que eu me sentasse. Obedeci.
- Meu nome é Hermione Granger. Li o anúncio que colocaram no jornal. – falei, colocando o jornal na escrivaninha.
Ela não estava olhando para mim, e sim para o meu cartão. Acho que o considerou muito incrível.
- Ah, sim, achei: “Moça Inteligente, grau universitário, ótimo salário. Agência Apenas Universitários, 555-7826, 45 Oeste 44”. Está vendo? É esse aqui.
Ela não me olhou. A vadia não queria levantar os olhos e me encarar.
O nome daquela encantadora mulher era Srta Trewlaney. Provavelmente quando se formou, seus pais lhe ofereceram uma plástica no nariz ou um casaco de peles, e você preferiu a plástica, não é Srta Trewlaney? Todos nós sabemos disso. Sabem o que as pessoas dizem as suas costas? “Aquele é sem duvida um nariz plastificado”. Tola Srta Trewlaney, deveria ter conservado orgulhosamente seu nariz ancestral, como Hermione Granger.
A Srta Trewlaney me fez entrar no seu minúsculo escritório maltratado, com cinzeiros bregas, avisos sem graças na parede como PLANEJE COM ATECENDÊNCIA e um grande pôster de Mona Lisa piscando o olho, durante 10 minutos, sem me olhar.
Até que enfim ela falou.
- Sabe o básico de computadores? Word, Excel, Power Point, Internet e Outlook?
- Na verdade, não estou interessada num emprego em que tenha que usar um computador. Quero fazer algo criativo. Estou aqui por causa do anúncio que pedem uma jovem inteligente. A jovem sou eu, haha.
Até hoje eu me arrependo daqueles hahas.
- Posso ver esse jornal, senhorita?
- Claro que sim. Claro. Veja, aqui está. Jovem inteligente. Haha.
Ela pegou o jornal e saiu da sala.
Voltou em um instante.
- Sinto muito, mais essa vaga já foi preenchida.
- Era um trabalho interessante? – quis saber a boca-grande aqui.
- Qual a diferença? Já foi preenchido.
- Estava apenas curiosa. Quero dizer, é bom saber que há empregos interessantes disponíveis. Quero...
- Sabe usar um computador?
- Um pouco, mas não quero um emprego que tenha que usar um computador. Quero fazer algo criativo. Nem levaria em consideração um trabalho desses.
- Word, Excel, Power Point e Outlook?
- Sim.
Deveria ter dito: “Não, senhorita Trewlaney. E acho que essa entrevista já terminou. Você e seu pessoal obviamente não entendem o que eu estou procurando. Bom dia Srta. Trewlaney”.
- Bom, vamos ver se temos alguma coisa.
Ela começou a mexer nos cartões em cima da escrivaninha, afastando um peso de papéis que reproduzia alguém sentado em uma privada. Encantador, absolutamente encantador. O telefone tocou e ela atendeu imediatamente.
- Alô, Trewlaney falando.
Ela apanhou outro cartão e começou a escrever.
- Sim... Seu nome... O nome da firma... Qualificações exigidas... Qual é o salário? Tá brincando! Não sei se posso convencer alguém a trabalhar por esse salário de fome.
Ela desligou e virou para mim com o novo cartão nas mãos e disse:
- Acabo de receber um pedido que pode servir para você.
- Tem que usar computador?
- Sim. Vá até a Rua 39 Oeste, 418, sala 141, e pergunte pelo Sr. Binns, e me telefone depois da entrevista.
Ela me deu um novo endereço em um pedaço de papel, e sai do escritório.
Nunca foi procurar o Sr.Binns. Durante quatro semanas, procurei outras 23 agências, onde encontrei outras 23 senhoritas Trewlaney. Bem, gostaria de dizer uma palavra a todas vocês, senhoritas Trewlaneys. Sou uma mulher que vai morrer com uma maldição nos lábios.
Quero que todas vocês acabem no inferno! Cada uma devia ter um quartinho como aquela butique do terceiro andar da Saks, só que as roupas nunca teriam o tamanho certo. Os peitos vão cair, e os cabelos vão ficar ralos. Em frente de cada uma deve haver um computador. Deveriam sofrer permanentemente de laringite e serem obrigadas a digitar em vez de falar. O pessoal que traz comida para vocês devem estar todos de preto. E vocês serão obrigadas a olhar, sorrir e dizer obrigada. Desejo a todas dentes cariados e botas de astronauta. E mais uma coisa – todos seus narizes vão crescer novamente.
Depois de quatro semanas de buscas, passei uma semana comendo e aí consegui um emprego. Mas não através de uma agência. Foi através de Andrômeda Black.
Se um garoto judeu é formado na área artística, não arranja um agente ou coisa assim.
Arranja um papel através de Andrômeda Black ou do cunhado do Sirius, que trabalha no mesmo prédio que Fred Siegal, que é o cabeleiro do advogado de Timbaland. Se um rapaz judeu se torna advogado, arranja um emprego através de Ron Marsh, que trabalha com roupas, mas tem um irmão que trabalha na Wall Street e tem um advogado de uma das melhores firmas.
Se um garoto judeu quer ser cabeleireiro, há primeiro um monte de choradeira a respeito, mas não se preocupem, senhoras e senhores. Logo no primeiro dia de trabalho terá uma enorme clientela. A mãe do garoto, as tias, as primas, as amigas e todas as mulheres da família ou relacionada à família, ou relacionada com alguém que é relacionado à família, etc., virão de todo o lado só para arrumar o cabelo com o menino da Goldie ou o sobrinho da Harriet. E irão lá tão freqüentemente que logo ele abrirá seu próprio salão e não terá que trabalhar para alguém, deixará de ser uma desgraça para a pobre mãe e o pobre pai, que economizaram para lhe pagar uma educação universitária e tiveram que dar todo aquele dinheiro para a Escola Bu-T Beauty.
E assim, arranjei meu emprego através de Andrômeda Black. Ela era amiga de um homem chamado Danny Hirshfield, que era vizinho de um homem chamado Herman Nash, cujo cunhado, Alastor Moody, tinha uma gravadora de discos infantis. Andrômeda Black ouviu que Alastor Moody ia expandir o negocio, graças a um sucesso de natal gravado pelos Esquilos da Alegria, e precisava de mais ajuda. Ele jurou que eu não teria que passar às oito horas em frente a um computador. Comecei a trabalhar no dia 19 de setembro, no meu aniversário, o que eu achei que era sinal de sorte. Não podia suportar a idéia de enfrentar outra Trewlaney e se não encontrasse logo um trabalho enlouqueceria de tanto ouvir que ser professora é maravilhoso. Portanto, aceitei, mesmo sabendo que não teria nenhuma chance de aparecer em uma revista ou me casar com o Sr. Moody.
Não era um trabalho maravilhoso, mas eu estava satisfeita. Minha mãe, no entanto, estava deslumbrada. Ela dizia que eu estava trabalhando no showbiz para quem estivesse mais próximo, mesmo que essa pessoa não me conhecesse, tipo o carteiro ou caixa do supermercado.
Berenice Granger teve uma experiência nesse negocio. Uma vez, alguém lhe deu um cartão e disse que ela devia estar no cinema. Era um agente.
Minha mãe nunca foi vê-lo porque estava noiva, e até hoje conta a todo mundo que desistiu de ser atriz por causa do meu pai.
Gostaria de aproveitar essa oportunidade para agradecer a Andrômeda Black por me arranjar o emprego. Obrigada, Andrômeda, obrigada por me salvar. Gostaria de colocar uns mil cartazes no metrô de Nova York:


Arranjei Emprego Através de Andrômeda Black

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