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3. Cuidados


Fic: Zona de Risco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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OPÇÃO DE MÚSICA
Everybody Fool - Evanescence

 Evanescence - Everybody's Fool


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Hermione sentiu necessidade de procurar equilíbrio, visto que a posição de agachamento não estava ajudando muito e, pra isso, agarrou com força a camisa de Draco, trazendo-o inconscientemente para próximo dela.

- Você está sangrando, Granger.


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Hermione respirou fundo e agradeceu por aquele silêncio ter significado essa simples constatação. Por alguma razão, havia imaginado que houvesse algum motivo maior naquele transe repentino.

Eu deveria estar me torturando por ter imaginado que uma coisa dessas podia mesmo acontecer. O quão boba eu realmente sou? Eu senti sua respiração tão descompassada, tão próxima de mim, que imaginei que ele pudesse estar travando uma batalha com uma possível intenção maior... Não, Merlin, ele nunca me beijaria.

- Não é nada... Eu estou bem. – Disse,sorrindo fracamente.

- Melhor que meu pulso, eu aposto que sim. – Disse Draco,sorrindo e sentindo o pulso novamente latejar. – Mas mesmo assim , está sangrando.

Hermione respirou fundo, ainda tão próxima dele e segurando-o forte pela camisa. Foi quando sentiu que estava sendo puxada de volta para sua posição ereta. Draco observou mais uma vez o corte na testa dela e a quantidade considerável de sangue que estava escorrendo dali, fazendo um caminho razoável que descia pelo lado direito de sua face. Hermione sentiu o cheiro do sangue novamente e sentiu seu estômago embrulhar, não evitando uma expressão nauseada. O bastante para Draco perceber que ela não estava, realmente, nada bem.Retirou suas mãos do ombro dela e levou-as de encontro as mãos dela que seguravam com certa força a camisa dele.

Draco se afastou de Hermione e seguiu direto para o balcão de Mademe Pince, contornando-o e puxando algumas gavetas com força, de modo que elas caiam grosseiramente e derramavam todos os seus conteúdos, entre eles papéis, livros, penas, tinteiros e objetos em geral. Hermione não entendia, mas esperava que ele soubesse o que estava procurando.

- Aqui! – e sorrindo, contornou o balcão novamente, na direção de Hermione.

O sonserino carregava, agora, uma bolsa pequena que Hermione podia identificar facilmente como sendo uma bolsa de primeiros socorros. Não iria contestar a existência daquilo, ali, já que havia uma enfermaria na escola, mas agradecia a bibliotecária por mantê-la lá. Draco estava sério, como se por acaso aquele corte fosse em sua própria testa.


Sem nem mesmo pedir-lhe alguma opinião, Draco a puxou pela mão até uma cadeira próxima e fez com que ela se sentasse ali. Puxou uma para si e despejou todo o conteúdo da pequena bolsa sobre a mesa. Havia tudo o que ele precisava ali, e Hermione simplesmente não estava protestando. Sentiu a ardência, mas evitou demonstrar isso.

Eu estaou me importando com a Granger sangue-ruim. Eu realmente estou me importando com ela, e eu não sei dizer o porquê disso. É tudo confuso, e eu só queria ter certeza de que estancarei esse sangramento a tempo de evitar com que ela perca mais sangue e apague pela noite inteira. Eu não saberia o que fazer se, por alguma razão, a tivesse desacordada em meus braços. É a mesma sensação de proteção que eu sinto por Pansy, o mesmo desejo em querer todos os ossos dela em todos os seus devidos lugares. Mas eu nunca pensei que fosse sentir isso por alguém mais se não a tão frágil Parkinson. Mas Hermione, é, igualmente, ou talvez até mesmo mais frágil que a minha sonserina. Hermione é como uma daquelas bonecas de porcelana que você tem sempre cautela quando tenta manuseá-la, mesmo que você a deteste e deseje que ela nunca mais faça parte de sua estante, mas você nunca admitiria se descuidar dela. É assim que eu estou me sentindo.

- Eu estou bem, de verdade. – Hermione tentou protestar, observando-o preparar os curativos.

Draco não dera ouvido a ela, apenas lhe lançou um olhar de reprovação e retornou ao que estava fazendo. Hermione podia sentir seu coração palpitar mais forte do que o normal.

Eu podia jurar que ele está preocupado comigo. O que foi esse olhar? Como ele conseguiu invadir minha alma desse jeito? Meu coração está batendo forte ou é só impressão minha? Ou será que ele só está tentando bombear mais quantidade de sangue que possa repor todo o sangue que eu já perdi? Eu senti algo gelado tocar meu corte e não pude evitar estremecer com o contato. Ele está realmente, cuidando de mim. E esté sendo cuidadoso como se eu fosse algum tipo de vidro que ameaçaria se transformar em cacos no menor dos descuidos. Sua respiração vem de encontro a minha face, ele consegue ser mais alto que eu mesmo estando nós dois sentados. Fechei meus olhos por alguns instantes sentindo a ardência em meu corte e tentando esquecer que era meu inimigo quem estava cuidando de mim, e não o meu namorado. O cara que eu tanto repudiei estava fazendo um perfeito papel de namorado, e eu pensei no quão bom seria se ele alcançasse esse posto... tê-lo sempre a toda disposição. Eu lembrei do quão bom foi sentir os seus músculos peitorais contra minha face, quando ele me colocou em seu peito, tentando me proteger do livro que nos acertaria em cheio. E pensei que, mesmo que aquele risco fosse o mais idiota de todos, ele havia me protegido por mais de uma vez, mesmo que estivéssemos presos em uma biblioteca e longe de qualquer comensal que fosse. Então, eu pensei que ele estava cobrindo o papel de Harry, por ser exatamente isso que ele faria: me protegeria. Mas agora não há Harry algum, só existem meus pensamentos infantis e mãos que estão... acariciando meus cabelos? Ele esté mesmo acariciando meus cabelos? Eu simplesmente estou me recusando a constatar isso. Na verdade, eu estou temendo interromper o momento. Está sendo perfeito demais para que eu tentasse estragá-lo.

- Como conseguiu se machucar? – a voz de Draco a acordou de um súbito transe mental.

Hermione piscou algumas vezes e ajustou seu olhar para poder fitá-lo nos olhos. Estava cada vez mais escuro ali, suas mãos postas sobre seu colo e os arrepios ouriçando seus pelos. Seria o frio? Ou aquele toque... carinhoso.

- Er... eu... – era difícil concentrar-se em uma resposta com aquelas mãos em seus cabelos, com aqueles olhares aprofundando nos seus. – Um comensal.

Hermione sorriu, envergonhada com a confissão. Draco pareceu sério diante da revelação, frisando as sobrancelhas e deslizando a mão que acariciava seu cabelo pelo braço da garota e pousando por ali mesmo.

- Pode me explicar isso?

Promete que volta a tocar meus cabelos? Não... sua idiota... ele nem se quer percebeu que estava fazendo isso.

- Humm... – e ponderou, por alguns instantes. – Encontrei um, sabe, pelo meu caminho. Fui arremessada contra uma escadaria, só isso.



E sorriu, como se a história fosse mesmo muito divertida. Draco era o único ali que não conseguia ver graça alguma naquilo. Nenhum sorriso, nenhuma expressão divertida. Hermione desfez seu sorriso o mais depressa que pôde e esperou que ele a xingasse ou qualquer coisa do gênero. Era assim que conversas civilizadas entre eles sempre terminavam.

Como ela pode achar isso divertido? Eu esperava, em começo de conversa, que ela fosse dizer ter tropeçado nos próprios pés e caído sobre algo pontiagudo. Mas não ter sido atacada por um comensal. A Hermione Granger frágil podia ser mais valente que qualquer sonserino, eu estou quase certo disso. Mas eu não consigo esquecer a forma como a mão dela havia tremido, antes de estarmos presos aqui, segurando a varinha em minha direção. Ela acreditava mesmo que eu era um comensal, e eu a estava amedrontando caído no chão e com um punho torcido. Eu não sabia como, nem porque, mas estou me sentindo bem, sabendo que aquele comensal imundo não tirou a vida dela. Eu me sinto bem por saber que ela não partiria o coração de ninguém, nenhum de seus admiradores, de seus amigos grifinórios e nem mesmo o coração de quem a ama de verdade. Eu estava me sentindo invejoso com esses pensamentos. Eu queria ter uma amiga tão valente quando a Granger parecia ser. Eu tinha um amigo: covarde. Eu queria ter uma namorada que me amasse profundamente e que eu tivesse certeza de que estaria naquela guerra lutando por mim. Hermione pretendia lutar pelo Potter, e ele estava lutando por ela. Mas eu não queria exatamente ser ele, eu queria ser eu mesmo, e tê-la só para mim. Eu observei por alguns segundos a face dela, nas palmas de minhas mãos, e eu não estou mais me importando se uma delas estava com o punho torcido, eu só quero apreciá-la o quanto eu pudesse sem que ela percebesse. Os olhares dela estão penetrando tão fundo minha alma que eu posso sentir meus pecados sendo revelados. Eu sei que ela está percebendo o que está acontecendo, eu a vi franzir o cenho e me observar curiosa. Foi então que eu resolvi desfazer o momento e continuar a limpar o caminho de sangue que havia escorrido por sua face, ainda temendo quebrá-la e perdê-la de minha estante. Eu a vi fechar os olhos novamente, mas estava tão escuro que eu podia só ter confundido. Eu deixei que meu punho torcido pousasse em sua face e a trouxesse para mais próximo, buscando alguma iluminação maior. Ela não protestou. Então eu pensei que talvez pudesse beijá-la e ela nem protestaria também.

Aquele toque estava a inebriando de uma forma que ela mesma não saberia precisar como e o quanto. Hermione havia reaberto seus olhos e agora observava os de Draco atentos aos seus lábios, de uma forma provocativa. Aquilo não significava muito, mas Hermione tinha a impressão de que alguma luta estava sendo travada dentro da cabeça dele. Sensações das quais ela não se orgulhava em nada. Então, desviando seu olhar inconscientemente, Hermione percebeu um brilho maior em um dos dedos do sonserino. Seu coração bateu forte e sentiu um nó engasgando em sua garganta. Muito rapidamente segurou a mão de Draco e a manteve a altura de seus olhos, de forma que pudesse observar o anel que reluzia em seu dedo.

Eu não queria demonstrar nada do que eu estava sentindo naquele momento, mas eu sabia que não conseguiria. Eu sinceramente queria ter permanecido de olhos fechados e ignorado aquele brilho. Era um anel que ele tinha em seu dedo, e era um anel de compromisso. Eu senti como se estivesse afundando em areia movediça, como se eu estivesse perdendo o chão como quando viemos parar nessa biblioteca. Era tudo tão real e, incrivelmente, entristecedor. Eu não deveria me sentir assim.

- Eu posso chutar? – Hermione sorriu, querendo parecer sincera.

Draco entendeu de inicio o que ela estava tentando dizer. Sua mão estava segura entre a dela e a uma altura razoável de seus olhos. Hermione começou a tatear com seus dedos o anel ao qual ela estava se referindo. Podia sentir o toque de sua decepção.

- Parkinson! – e sorriu, olhando-o fundo.

- Não é tão difícil adivinhar, não?!

Por favor... pare de sorrir desse jeito. Você não está facilitando as coisas. Eu nunca tinha desejado beijá-la, Granger. E agora está sorrindo desse jeito, quase radiante, enquanto toca o meu anel de compromisso. Eu estou me sentindo um lixo, por ter cogitado a idéia de querer tê-la.

- Não mesmo, Malfoy. – desfez o sorriso por algum tempo, desviando o olhar. – Sabe onde ela está agora?

Draco suspirou cansado, observando a pronuncia de cada uma daquelas palavras. Ela o estava fazendo confrontar-se com seus medos e dúvidas novamente.

- Espero que esteja em segurança. – respondeu, sério.

- Sabe onde Harry está agora? – Hermione o fitou em indagação.

Draco suspirou novamente e balançou a cabeça em sinal de negação, desviando os olhares para baixo. Hermione percebeu que ele ainda estava lhe escondendo alguma informação, mas aquilo era doloroso o suficiente, talvez ele estivesse fazendo algum bem a ela. Então, Hermione afundou seus dedos e entrelaçou-os à mão de Draco, cuidadosa para que não torcesse aquele punho mais do que já estava torcido. Era o mesmo cuidado que ele tivera com seu corte. Sorriu, alguns segundos, e esperou que ele voltasse a atenção para suas mãos. Draco não entendia aquela atitude, mas então sentiu seu anel colidir com algo do mesmo material, e brilhava também, à luz do luar.

- Eu também espero que ele esteja em segurança. – Hermione sorriu fracamente.

Eu sinceramente espero que ele esteja seguro. Eu queria poder aparatar desse lugar e ir até ele. Mas não posso. Draco me observava atento agora, ele podia sentir meu anel de compromisso contra o anel dele, ele podia ver o brilho de nossos anéis, ele podia sentir minha dor e minha angústia. E eu... podia sentir as mãos deles acariciando meu cabelo novamente. Eu fechei meus olhos mais uma vez, mas então o vi desfazer o laço de nossos dedos. Imaginei que estivesse causando dor ao pulso dele, mas não, sua expressão era séria, inexpressiva até. Ele só estava se afastando de mim. Eu realmente conseguia ser inconveniente.

Draco pegou um bandaid sobre a mesa e o colocou sobre o corte na testa de Hermione, de forma cuidadosa e sentindo seu pulso latejar novamente. Hermione percebeu isso no mesmo instante e pareceu preocupada por vê-lo sofrer de dor daquela forma.

- Eu posso tentar alguns feitiços, Malfoy...

- O quê? – assustou-se, então entendeu. – Não. Eu estou bem.

- Obrigada. – Hermione sorriu, apontando para o curativo em seu corte. – Por cuidar disso por mim.

Draco sorriu de volta, muito fracamente, e então se ergueu de seu assento, sem nem mesmo ajeitar toda a bagunça que fizera com os primeiros socorros. Hermione apalpou o curativo e sorriu satisfeita, erguendo-se também.

- Malfoy! – chamou, aproximando-se dele. – Você deve saber como desfazer os feitiços. Nas janelas, na porta... deve saber.

Draco dispersou seus olhares para ao longe e negou constantemente com sua cabeça.

- Não, não sei.

- Malfoy, está se recusando? - estava irritada com aquela negação. - Vai, se esforce, sei que consegue.

- Mexer com esses feitiços não é seguro, Granger. – tinha a voz um tanto exaltada.

- Mas você é um deles... – Hermione sorriu, esperando que ele entendesse a brincadeira.

- Repete isso mais uma vez pra ver só.

Mas Draco não havia entendido. Simplesmente havia se afastado dela e seguido até uma estante próxima.

- Parece que está se divertindo com isso tudo, Malfoy. – Hermione o seguiu.

- Claro que não, Granger, eu só...

Mas antes mesmo que Draco pudesse terminar, fora interrompido.

- Xiiii... não precisa falar mais nada.

Hermione lhe deu as costas e seguiu para uma estante mais distante ainda. Draco revirou os olhos uma vez e a observou se afastar. Estavam a sós ali, poderia usar o tom de voz que quisesse, então gritou, esperando que ela o escutasse.

- Presta atenção, Granger...

- Quieto, Malfoy. – Hermione protestou, encontrando um banco e puxando-o para si, sentando-se nele. - Não quero ouvir mais nada.

- Você é mesmo uma idiota, Granger. – seus nervos estavam a flor da pele. - Por que não vai se ferrar?

Uma expressão de profunda indignação surgiu na face de Hermione. Draco estava, agora, arrependido pela grosseria. Podia ‘ouvir’ o silêncio estourando seus tímpanos, e aquela tensão pairando sobre eles. Não havia forma alguma de Draco perceber o quanto Hermione estava furiosa com ele por aquela atitude, pois ele simplesmente só podia enxergar um borrão ao longe que a representava sentada em um banco e aparentemente com um livro aberto em seu colo.

Definitivamente, eu queria poder aparatar agora mesmo daqui. Bibliotecas são meus lugares favoritos, mas eu tenho a impressão de que estou criando algum trauma a isto, ou talvez alguma repulsa. Como um sonserino consegue ser tão estúpido em questão de segundos? Como ele pôde ser tão estúpido comigo, quando eu sorri simpática para ele, quando eu agradeci por um curativo bem feito, quando eu entrelacei meus dedos aos dedos dele?! Certo... ele talvez estivesse enojando por ter meus dedos entre os dele, mas eu estava bem intencionada, desejando uma conversa civilizada. E tudo o que eu consegui foi um em alto e bom som “por que não vai se ferrar?”. Eu iria, sabe, se eu pudesse. Mas eu estou aqui, trancada com você seu cretino loiro aguado. Eu ouvi seus passos seguindo em minha direção e esperei que ele começasse com suas grosserias novamente.

- Podíamos pensar em alguma solução juntos. – sua voz era sussurrante.

Draco estava ereto, ao lado de Hermione. Observava por detrás dela o livro que a mesma tentava ler, mas não havia claridade alguma para aquilo.

- Não vai falar comigo mesmo?!

Nada. A castanha simplesmente estava se recusando a fitá-lo ou mesmo dirigir-lhe alguma palavra que fosse. Sabendo que não arrancaria nada dela, deixou que seus nervos estivessem a flor da pele novamente. Era difícil ter que controlar esse tipo de reação, era tudo tão irritante e estressante, que era como se estivesse despejando sua carga elétrica, e só lamentava que fosse justo em Hermione.

- Qual é Granger? TPM? Quer que eu troque sua fralda? – aumentou o tom de sua voz. - Ou prefere a parte do talquinho, primeiro?!

E absolutamente nada, nenhum mover de cabeças, nenhum soco, nenhuma palavra, nem mesmo um suspiro. Ela estava, com certeza, muito irritada com ele.

- Deixe de bobagens, Granger. As coisas já não estão fáceis. – e despejou, novamente.


Mas sua recepção continuava nada calorosa. Quanto mais gritasse, quanto mais tentasse irritá-la, mesmo que inconscientemente, mais silêncio conseguia arrancar dela. Percebendo que não haveria muito o que fazer, Draco puxou um banco e sentou ao lado dela, muito próximo, por sinal. Observou atento as expressões dela, parte encoberta pelos cachos de seu cabelo. Podia ver a respiração ofegante, talvez de ódio, e podia ver que se não acalmasse seus próprios nervos, só a irritaria ainda mais.

- O que está lendo? – Perguntou, olhando sobre os ombros dela. – Eu ouvi dizer que ler no escuro prejudica a vista.

Draco sorriu, de sua própria piada, como sempre fazia. Mas nenhuma resposta quanto a isso. Estava começando a temer que ela nunca mais lhe dirigisse a palavra.

- Tive uma idéia pra fazer você falar. – e sorriu, trazendo seu banco para ainda mais próximo dela. - Vai ser infalível

Hermione estremeceu com o contato das pernas do mesmo com as suas, mas não demonstrou nada que pudesse servir de munição para ele. Sentiu uma aproximação maior e percebeu que a face dele estava se aproximando perigosamente da sua. Se Draco houvesse tentado esse tipo de atitude antes de um bondoso “vai se ferrar”, Hermione teria permitido que ele seguisse em frente. Mas, agora, ela só conseguia ser capaz de empurrá-lo o mais forte que podia para longe dela mesma, afastando seu corpo para evitar o contato... de lábios.

- O que pensa que está fazendo? – empurrou para longe, sobre os risinhos divertidos do mesmo. - Se afasta de mim, Malfoy.

- Viu, eu disse que ia ser infalível.

Draco ria divertido por ter conseguido fazê-la abandonar o silêncio. Mas Hermione estava furiosa com a atitude mal intencionada do mesmo, simplesmente estava soltando fogo pelas ventas e sabia que se ele não sumisse de sua frente iria cometer um assassinato.

- Claro que foi infalível, tentando me beijar a força. – e afastou seu banco, de modo que estava distante dele agora.

- Eu não ia beijar você, não chegaria a tanto. – pareceu ofendido com o que ela dissera.

Certo. Eu ia beijar você! Mas eu só iria fazer isso porque você precisava acabar com essa greve de palavras. Mas que droga, Granger, nós estamos presos aqui e você tem que ficar mogoadinha com as coisas que eu digo?

Hermione sabia que ele não a beijaria, aquilo era simplesmente a coisa mais óbvia... para ela. Draco Malfoy nunca ousaria ir “tão baixo”, mas ela havia acreditado por alguns milésimos que ele realmente iria encostar seus lábios nos dela e prendê-la em seu corpo. Era isso que ela estava desejando, mas era isso que simplesmente não aconteceria.


Já era noite, oficialmente, e por mais que eles não tivessem notado, já havia se passado horas que estavam ali. Não havia sinal algum de que aqueles feitiços seriam desfeitos tão cedo para que eles pudessem sair dali. Draco observou Hermione mais uma vez, muito atento aos olhares dela e quase conseguindo decifrar os pensamentos da mesma. Havia todo o tipo de sentimento ali, e ele entendia boa parte deles : havia ódio, fúria, decepção, curiosidade e havia uma expressão de dúvida.

Sem dizer absolutamente mais nada, Draco ergueu-se de seu banco e seguiu em direção à janela, que tinha como vista os jardins. Observou atento por alguns segundos e suspirou cansado. Hermione o seguiu ate lá, também muito curiosa pelo o que veria. A guerra ainda não havia acabado.

Meu suspiro era não somente um suspiro cansado, mas um suspiro indignado. Como eu podia ser tão cruel com alguém que eu desejava ter? Eu senti a presença dela atrás de mim, caminhando em minha direção, e então senti meu coração bater mais forte do que o normal. Mas eu estava errado, ela não caminhava em minha direção, simplesmente queria avistar os jardins e tirar as mesmas conclusões que eu. Havia algo em comum entre nós, e era o desejo de estar lá, lutando. O desejo de estar com nossos amigos e namorados, e protegê-los. Mas então eu senti seu corpo pender para o meu lado e senti seu braço roçar ao meu, de forma que estava cada vez mais forçada a cair sobre mim. Eu a fitei incrédulo. Seria algum tipo de “eu te perdôo pela parte do ‘vai se ferrar’”? Eu sempre soube que aquele gato Bichento ensinaria coisas desse tipo a ela. Mas não, eu observei, pela claridade da lua que estava invadindo a janela, que seus olhos estavam se fechando, cada vez mais, e mais. Ela estava adormecendo e eu teria que ampará-la caso ameaçasse apagar. Eu disse que não saberia o que fazer se a tivesse desacordada em meus braços. Mas agora estava sendo diferente, ela estava simplesmente adormecendo, e não desmaiando. Eu sabia que ela acordaria, ela só precisava de alguns minutos de sono e,então, poderia voltar a me detestar. Eu enlacei meu braço direito ao redor de sua cintura e estremeci com aquele contato. Era tão perfeito, seu corpo. Eu não a vi mostrar nenhum tipo de resistência, eu simplesmente a vi aconchegar-se cada vez mais em meu ombro. De alguma forma aquilo deveria significar algo mais. Algo como... “ela confia em mim” ou talvez “eu não sou assim tão desprezível”. Ela estava adormecendo em meus braços, e eu teria que acolhê-la em meu peito. Eu senti um sorriso se formar no canto de meus lábios, e não era de ironia, não era de cinismo, também não era de divertimento... era de prazer.

- Eu estou bem. – Hermione disse, sentindo seu corpo ser flexionado.

Draco ainda tinha um meio sorriso em seus lábios, e agora a estava direcionando-a ao chão, ainda com seu braço em sua cintura e cuidando para sentá-la no chão ao seu lado o mais cautelosamente possível. Estavam, agora, sob a janela e iluminados pelo luar que estava invadindo a vidraça enfeitiçada. Não havia som algum além do som de suas respirações e o batimento de seus corações. Aquela biblioteca havia sido enfeitiça justamente para não permitir que som algum invadisse as paredes. A castanha não parecia completamente confortável nos braços do que ela ainda podia chamar de “seu inimigo”, mas estava gostando da idéia de ter algo macio e fofo para apoiar sua cabeça. Aqueles músculos todos, nunca pensou que pudessem existir.

Mas eles estavam o tempo todo ali, debaixo daquele uniforme, daquela gravata, daquela capa sonserina, daquele broche de monitor chefe. Draco Malfoy como um todo sempre esteve ali, e eu nunca parei para observá-lo como eu estava fazendo hoje. Por alguma razão, e eu ainda espero encontrar a explicação para ela, eu estava gostando de estar ali, em seus braços. Eu fechei meus olhos por alguns instantes e senti a respiração dele fazendo com que seu peito, subisse e descesse quase de forma ritmada. Eu podia ouvir o seu coração batendo apressado por baixo da camisa, e podia sentir o meu bater depressa também. Meus pensamentos estavam bloqueados, eu estava me recusando a pensar em qualquer coisa que não fosse aquele momento, na verdade, aquele contato físico. Era acolhedor o modo como o braço dele passava por meus ombros, permitindo que minha cabeça se encaixasse em seu peito, um pouco abaixo de seu pescoço, enquanto seu outro braço, aquele cujo pulso estava torcido, me enlaçava e me prendia a ele. Não havia força e nem mesmo grosseria naquele ato, eu só podia sentir um tipo de cuidado que eu nunca esperaria da parte dele. Na verdade, eu temi que ele me matasse no primeiro instante em que percebi que o vulto a minha frente, nos corredores, era Draco Malfoy. Agora, esse nome não estava mais me causando repulsa ou mesmo medo, só era um nome como qualquer outro. Draco era uma pessoa como qualquer outra, ele tinha sentimentos e era alguém em quem eu podia confiar. A minha respiração estava pesada, em parte pelo cansaço e em parte pelos meus medos que estavam me tirando a concentração do momento. Eu queria tanto que ele quebrasse aquele silêncio e dissesse o que realmente estava acontecendo com Harry. Na verdade, eu queria que ele voltasse a acariciar meus cabelos e, com a voz mais sedutora que ele pudesse, dissesse em meus ouvidos algo como “Ele está seguro.” Ou quem sabe “Seu Harry sobreviverá, não se preocupe”. Mas ele não diria isso, ele não se importava se Harry viveria ou não, se eu viveria ou não. Ele só se importava se eu estava sangrando demais ou se eu estava cansada demais, e por isso cuidava de mim dessa forma. Pensei, então, que ele podia ao menos dizer algo como “Me beije”. Eu seria capaz de esquecer tudo se uma possibilidade dessas existisse, eu esqueceria até de mim mesma. Mas era Draco Malfoy, apesar de eu ter constatado que ele era como qualquer um.Imagina!É claro que Draco Malfoy nunca se interessaria por mim. Eu tinha minhas belezas, eu sabia disso, mas elas não eram nada pra ele. Aqueles olhos azuis acinzentados nunca me encarariam de outra forma senão, repulsiva. Aquela boca pálida e aqueles lábios finos nunca viriam de encontro ao meu. Bom, ao menos não realmente decididos a me beijar, porque anteriormente eles haviam estado muito próximos dos meus. E eu, como uma boba, acreditei que se juntariam aos meus. Eu senti a respiração dele se intensificar agora, como se ele estivesse forçando maior quantidade de ar para entrar em seus pulmões. Eu abri meus olhos rapidamente e tentei fitá-lo nos olhos, mas ele foi mais rápido e, com seu pulso torcido, afundou minha cabeça de volta para seu peito.

- Desculpe. – Hermione disse, ainda afogada nos músculos peitorais do sonserino.

- Não, tudo bem. – Draco sorriu, discreto.

Hermione sabia o quanto estava cansada, suas pálpebras lutavam para permanecerem abertas, ainda mais com a pouca iluminação do lugar e o frio que estava percorrendo sua espinha. E Draco também podia enxergar isso, de tal forma que a forçara a permanecer ali, aninhada em seus braços. Era uma sensação de proteção,na verdade, estava só servindo de travesseiro para ela, e Hermione estava envergonhada por isso.

- Ainda vamos ficar aqui um bom tempo, não é mesmo? – Hermione quebrou o silêncio,num tom sussurrante.

- É, vamos sim. – Draco concordou, sorrindo de canto de lábio.

Com essa resposta, Hermione sentiu seus músculos relaxarem e seu corpo aceitar muito mais facilmente o aconchego dos braços sonserinos, enquanto seus olhos ainda ameaçavam se fechar.

- Não existe nada mesmo que possamos fazer pra sairmos daqui? – sua voz era fraca, quase inaudível.

- Não. Não há nada a se fazer.

Eu poderia jurar que aquela havia sido a melhor sensação da minha vida: sentir Hermione adormecendo em meus braços. Sua cabeça se aconchegando em meu peito, sua respiração adquirindo um ritmo devagar, seu coração palpitando em batidas calmas, não mais tão aceleradas, e seu braço envolvendo minha cintura em uma tentativa de se ajustar melhor a posição em que estávamos. O chão era frio, eu sabia disso, mas era muito mais confortável estamos ali do que desajeitados em cadeiras de madeira. Eu afrouxei o laço que estava fazendo em torno dela,evitando machucá-la com isso. Na verdade, era meu pulso que estava me forçando a isso. Eu sabia que ela já havia cerrado os olhos, e aquele silêncio era a prova disso. Não me restava muito senão fechar os meus também e jogar a cabeça para trás, de modo que pudesse apoiá-la contra a parede. Era uma péssima posição, eu admito, mas eu não me moveria dali por nada, porque isso significaria mover Hermione da posição em que ela estava adormecida. Eu queria que houvesse um espelho a nossa frente pra que eu pudesse observar a expressão dela, a serenidade de sua face enquanto dormia. Já era noite, não muito tarde, e eu sabia que a guerra ainda continuava se desenrolando no castelo. Quantas pessoas já estariam mortas a essa hora? Já havia um vencedor naquela guerra? Ou simplesmente perdedores? Era tão sofrido pensar nisso, porque eu sabia que Pansy e Blás poderiam estar correndo perigo, tão vulneráveis a ira de meu pai e a todos os outros comensais. Eu estava me sentindo culpado por não estar com eles agora, por não estar servindo de escudo protetor da Pansy, como eu estava servindo agora... para Hermione. Então eu senti ela se movimentar em meu corpo, talvez estivesse se ajeitando. Eu afrouxei o laço para permitir que ela o fizesse livremente, mas esse ato não durou muito tempo. Então em deixei meu pulso torcido ir de encontro aos cachos dela, tão macios como eu nunca havia imaginado. Era acalmante poder acariciar seus cabelos, era uma sensação de paz, eu estava tranqüilo em estar ali com ela. Se o Potter presenciasse isso, eu certamente seria um homem morto. Mas ele não estava aqui para isso, talvez ele nunca mais estivesse aqui para acolhê-la em seus braços desse jeito como eu estava fazendo, talvez ele nunca mais pudesse simplesmente abraçá-la, acariciar seus cachos e sentir essa paz que eu estava sentindo. E Hermione talvez nunca mais pudesse sentir nenhum tipo de prazer com ele. Eu estava proporcionando algum prazer a ela? Talvez... mas ela estava adormecida, muito provável que nem estivesse sentindo minhas mãos roçando em seu braço, que me agarrava forte pela cintura. Sua mão tão pequena, tão frágil, me segurando forte por cima da camisa que um dia fora branca. Eu sorri discreto, imaginando o que estaríamos fazendo agora, naquela posição em que estávamos se ela estivesse acordada.

*---*---*---*

Será que ele pode pressentir que eu estou acordada? Eu ,sinceramente espero que não, caso contrário ele saberá que isso tudo é um fingimento só para poder abraçá-lo e sentir esses músculos peitorais novamente. Eu estou delirando, só pode ser isso. Eu não posso estar sentindo e nem pensando essas coisas, eu só deveria estar mantendo distância suficiente dele. Mas ele não representava perigo algum, por que eu me afastaria dele? Eu só queria saber o que Harry diria disso... ele não me perdoaria. Mas eu não estou nem um pouco interessada em me mover daqui, não quando eu estou sentindo esse tipo de proteção vindo dos braços fortes dele. Por que eu nunca parei pra fazer essas constatações antes? Definitivamente, elas são tão óbvias agora. Eu realmente não quero dormir, não quando eu posso ficar aqui, sentindo esse corpo me aquecendo. Ele cheira tão bem, é como... o que está acontecendo? Eu estou fraca... acho que estou quase dormin...

*

Era visível o cansaço nas expressões de Hermione. Ser atirada por um comensal e ganhar um machucado profundo na testa por isso, correr desesperada pelos corredores por longos e cansativos minutos, encontrar Draco em sua caminha e travar uma batalha com o mesmo, havia a deixado realmente cansada. Draco, por sua vez, só repousava a cabeça na parede porque não tinha muita opção naquele momento. Os olhos fechados e sua mente rumando para lembranças e pensamentos novos a cada segundo.

Draco sentiu o corpo de Hermione estremecer contra o seu, seus músculos se contraindo com força e a mão dela que agarrava sua cintura apertar ainda mais forte. Espantado, abriu os olhos depressa e pousou a mão sobre o ombro dela, esperando que ela despertasse, mas ela apenas continuou a estremecer contra seu corpo. Seria frio que ela estava sentindo?

Mas, então, Hermione deixou escapar um grito, não muito alto, e Draco teve certeza de que havia sido um pesadelo. A castanha abriu os olhos assustada, apertando a cintura de Draco com força e visualizando o lugar muito dificilmente.

Quanto tempo terá se passado desde que eu adormeci? Eu não deveria ter pego no sono desse jeito, eu sabia que teria pesadelos. Eu senti a mão dele vir de encontro aos meus cabelos e acariciá-los, abaixando, em seguida, até minha face e acariciando minha bochecha, de forma que eu despertei por definitivo. Ele tentava retirar minha mão de sua cintura e foi ai que eu percebi que estava mesmo apertando-o forte demais.

- Desculpe... eu... desculpe. – foi tudo o que Hermione conseguiu dizer, fitando-o constrangida.

- Tudo bem. – Draco sorriu, tentando tranqüilizá-la. – Foi um pesadelo?

Hermione simplesmente balançou sua cabeça em sinal positivo, com os olhos focados nos botões da camisa de Draco, alguns desabotoados. Estava muito assustada com o pesadelo que tivera, e sua respiração estava descompassada. Draco voltava a acariciar seus cabelos e, sem pensar muito no que estava fazendo, deixou sua mão escorregar de volta para a face dela e segurá-la de forma que pudesse trazê-la para perto. Hermione ainda não o fitava, tinha os olhos marejados pela lembrança do pesadelo, mas sentiu quando o braço que Draco mantinha atravessando seus ombros se deslocou de lá e sua mão agarrou o outro lado de sua face. Seus olhares voaram, imediatamente, até os do sonserino. A lua iluminava o suficiente para ela não entender absolutamente nada das expressões dele. Não sabia o que estava passando por sua cabeça, podia apenas sentir seu rosto ser deslocado para perto do rosto dele, de forma que agora estavam muito próximos. Suas respirações ofegantes colidiam de encontro à suas faces e causavam arrepios em suas espinhas. Hermione não estava temendo aquela aproximação, simplesmente estava sem reação.

Eu não pensei no que estava fazendo quando trouxe a face dela pra próximo da minha. Eu só o fiz. Eu não pensei quando comecei a respirar ofegante, eu não podia controlar isso. Eu estava agindo por impulso, mas ela não estava se importando. O que ela pensa, afinal? Ela deveria me empurrar pra longe dela, devia me acertar algum tapa ou algum soco... ela era boa em socos, eu podia afirmar por experiência própria. Mas ela só sabia me olhar, e fundo. Eu só queria que ela me impedisse disso que eu estava quase fazendo, porque eu mesmo não poderia manter nenhum tipo de auto-controle. Foi impressão minha ou os lábios dela estavam entreabertos? Como se estivessem prevendo o que estava prestes a acontecer. Então...

*CONTINUA

N/A: aaaaaaaaaahhhhh.... quereeem saber o que aconteceu??? COMENTEM... de montããããooo!!!!!!!!!!!!! =)
aahh parte NC tá quase chegando! hAUhUA
eu disse q era melhor encarar a fic como drama! HUhUA
=)

bjusss e ateh o prox.

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Valeu pelos comentáááriiooos... espero mais ok?!

Ju - valeu por betar hAU..
mariana - leitora de longa data... adoro seus coments!!!
JOSY - aahhh valeu pela forçaa... espero q esteja gostando
Elros Dust' Amandill - valeeu meesmo... fico contente que esteja curtindoo... espero mais coments seu ok?!
Lalaah Granger Veráciz - uuhu... fiquei contente q vc gostou! ^^ vou revelar os mistérios ainda! valeu
Ane Black Malfoy - valeu pelo comentário! continua por aqui hein...
Wanneli da Silva Rosa - aahh... eu gosto de deixar td mundo curioso!!! valeu pelo coment!!! quero mais ^^
NaH Potter Malfoy - aaahhh... que tudo digo eu... vc gostou da fic! hehe... valeu mesmo!
Naty - adoooreeiii...continua comentando hein! bjs
Lisa - valeu mesmo por comentar... fica de olho... que a coisa vai esquentar ja ja! ^^

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 25/12/2013

Puta merda! OMG! Fala sério! Ameeeei o cap!

Nota: 5

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