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8. Capítulo 08


Fic: Proposta Indecente


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A escola representou o retorno à realidade e à rotina com Sammy de volta às aulas. Os ado­lescentes costumam ser fanfarrões, e o garoto não fugia à re­gra, o que deixava Hermione em um misto de divertimento e desespero.

O último semestre do ano sempre era o mais corrido, com a expectativa dos exames finais, e punha alunos e professores num estado elevado de tensão.

Os dias seguiam-se céleres um ao outro, e ela dedicava seu tempo ao ensino, visitava o pai no final da tarde e à noite fre­qüentava o meio social com Harry.

Tornar-se parceira dele causava crescente especulação e, em­bora ninguém duvidasse do bom gosto de Harry James Potter em relação a mulheres, era evidente a curiosidade sobre seu passado e status.

— Em que você trabalha? — indagou uma senhora na festa de caridade.

— Sou professora de literatura inglesa — Hermione respon­deu, educada.

— Que interessante... Em uma escola particular, suponho.

— Pública — corrigiu Hermione, que viu os olhos da mulher se arregalarem.

Harry Potter era um homem respeitado devido às generosas doações. Ele deveria, a todo custo, ser bem tratado. Hermione percebia como tudo era diferente ali, e divertia-se com isso.

Nesse momento, Harry virou-se, captou-lhe a expressão e inclinou-se para ela.

— Quer mais uma bebida?

— Não, obrigada.

— No que está pensando?

— Acho que os objetivos do fundo de caridade seriam atin­gidos de uma só vez, se todas as mulheres presentes doassem as jóias que estão usando.

— Talvez devesse sugerir isso a elas.

— E insultá-las? É melhor não, Deus me livre!

Pouco mais tarde, a bela Cho Chang chegou, colada a uma bela companhia masculina.

Tratava-se de uma jogada premeditada, Hermione deduziu, admirando os dotes de atriz de Cho. Seu alvo era Harry, e a arma, o ciúme.

Pelo visto, não funcionou, e Hermione quase sentiu pena da moça quando sentaram-se para jantar.

A mesa era comprida, e fora arrumada com pratos de por­celana fina, talheres de prata e taças de cristal para diversos tipos de vinho.

Teria sido acidente ou coincidência? Ou Cho havia pedido para sentar-se ao lado de Harry? Hermione garantiu para si que não se importava.

Durante a refeição, que foi servida por um grupo uniformi­zado, Hermione travou uma conversa interessante sobre o siste­ma de ensino com um homem que se sentou a sua direita. Isso a ajudou a ignorar os sutis gestos de Cho, cujas mãos muitíssimo bem cuidadas pousavam de quando em quando no braço de Harry. Bem como o sorriso provocante, a risada sensual e sua entonação felina, ronronante.

Harry nunca estivera tão charmoso e solícito, e Hermione cor­respondia com afeição. Apenas desempenhando seu papel, dizia a si mesma.

— Um pouco mais de vinho?

Hermione olhou fixo para Harry, percebeu-lhe o brilho tênue nos olhos verdes, e quis bater nele. Deus do céu, ele estava achando graça em tudo aquilo!

Ao mesmo tempo que sorria, Hermione pousou a mão na coxa dele, cravou as unhas em sua perna musculosa e então escor­regou os dedos na direção na virilha.

— Não, obrigada.

— Vá com calma, pequena — pediu-lhe, sereno.

— Não sei do que você está falando — replicou, fingindo espanto.

— Duvido que seria tão corajosa se estivéssemos sozinhos — desafiou-a, com senso de humor.

— Pode contar com isso.

— Está me desafiando?

— Se ninguém mais se prontifica...

— E acredita que vai ser bom para mim! — Harry zombou, notando as emoções que lhe dançavam no rosto.

— Sim — ela respondeu, admirando seu sorriso.

O café foi servido em um salão amplo, onde aconteceria o grande evento da noite, no qual diversos itens interessantes iriam a leilão: quadros, obras de arte, jóias.

Os lances consecutivos a seduziam, não tanto pelos objetos em si, mas pela disputa que envolvia os interessados.

— Tem alguma coisa de que você gosta? — Harry indagou, e Hermione indicou um pequeno quadro no canto do palco. — Quando for apresentado, faça um lance.

Ele mencionou um limite, e Hermione lhe lançou um olhar espantado.

— Está falando sério?

— Claro que sim.

Hermione continuou a observar o leilão com novo interesse, e quando chegou a vez do quadro de que gostara, fez o primeiro lance. Cho fez uma contra-oferta, e os lances foram aumen­tando, fazendo a platéia especular sobre uma pequena guerra particular.

O leilão era por uma boa causa, Hermione repetia para si mesma, quando o valor dos lances subia em centenas de dólares. Alfonso bem que poderia pagar. No entanto, Hermione recu­sou-se a fazer um lance acima do limite que ele estabelecera, e evitou olhar para Cho quando fechava o lance.

— Dou-lhe uma, dou-lhe duas...

— Três mil dólares.

Houve um alvoroço coletivo ao ouvirem Harry, e Hermione observava com indiferença como Cho tomava aquilo como uma afronta a sua pessoa.

Ninguém duvidava que era uma luta entre ex-namorada e amante.

— Três mil dólares. Dou-lhe uma, dou-lhe duas... vendido para Harry James Potter!

— Você quis provar algo com isso? — Hermione sussurrou.

— Sim, creio que sim.

— E tinha de fazer isso publicamente?

— Você gostou do quadro. Eu o comprei. O dinheiro vai para a caridade. Fim da história.

— Não, Harry. Não é.

— Seu raciocínio me fascina.

— Parabéns, meu querido! — Ambos se viraram para Cho.

— Um belo quadro. Espero que Hermione aprecie.

— Estou lisonjeada — Hermione respondeu com estudada cortesia.

— Harry é muito indulgente, não é mesmo, querido? — Cho se virou para seu acompanhante e o apresentou: — Ronald Weasley. — Ronald deu um passo à frente, pegou a mão de Hermione e beijou-a.

— Encantado...

Hermione retribuiu-lhe com um sorriso educado e soltou a mão. Harry fez apenas um aceno com a cabeça. O ambiente torna­ra-se sufocante e na primeira oportunidade ela pediu licença e foi ao toalete.

Quando saiu, cinco minutos mais tarde, percebeu que Cho a esperava.

— Então você está aí. Harry sentiu sua falta.

— É mesmo?

— Ainda não descobri qual é o seu charme, mas deve ser algo irresistível, para conseguir prender Harry.

— Talvez seja o sexo.

— Não seja convencida, minha querida — Cho disparou, gélida.

— Essa palavra não está em meu vocabulário. — Hermione respirou fundo. — Por que não vai direto ao assunto?

— Ronyo está fascinado por você.

— Está me oferecendo Ronald em troca de Harry? — Espan­tou-se, sem acreditar no que ouvia.

— Rony é famoso e milionário.

— E enquanto houver dinheiro disponível... — Hermione disse com desdém, e Cho sorriu.

— Vejo que nos entendemos bem.

— Não, benzinho. Longe disso.

— Então não vai jogar?

— Não os jogos que você conhece. — Hermione passou por Cho e voltou ao salão.

Harry a viu entrar, e alguma coisa nela tocava seu coração. Sentiu uma pontada de desejo no baixo-ventre, e sua expressão ficou um tanto séria quando percebeu que Ronald Weasley ca­minhou na direção dela.

Ciúme? Não era uma emoção consciente, mas se dissipou quan­do Hermione eu um leve sorriso a Ronald e continuou seu ca­minho pelo salão.

— Gostaria de tomar mais um café? — Harry ofereceu quan­do ela se aproximou.

— Talvez algo mais forte — Hermione esbravejou.

Os lábios dele curvaram-se em um sorriso despretensioso.

— Deixe-me adivinhar... Cho trocou algumas palavrinhas com você.

— E não gostei nem um pouco.

— O leilão está quase acabando.

— E então poderemos ir embora?

— Sua pressa em ir embora me excita.

— É uma questão de escolha — insinuou, com cinismo. Hermione deslizou a mão pelo pescoço dela e massageou-lhe os músculos tensos.

— Só mais dez minutos, pequena.

Harry esperou entrarem no carro e saírem do estacionamen­to.

— Quer me contar o que aconteceu?

— O dinheiro tem sua próprias regras.

— Como assim?

— Bem, como posso explicar? Dois homens ricos e duas mu­lheres. Será que importa quem está com quem? Cho gosta de provocar, e eu não estava disposta a engolir.

Hermione fitou-o de soslaio e, ao perceber o esboço de um sor­riso, completou, zangada:

— Não é engraçado.

Se Harry risse, lhe daria um soco. Mas ele não o fez, e eles permaneceram calados pelo resto do caminho.

Harry reparou no movimento de seus ombros quando Hermione subiu quase correndo as escadas.

Ela despiu-se em silêncio, tirou a maquiagem, escovou os dentes, pôs uma camiseta e, quando entrou no quarto, encon­trou Harry já deitado.

Recostado ao travesseiro, seu peito estava nu e o lençol co­bria-o até a cintura. Hermione foi até a cama e deitou-se costas para ele.

Instantes depois, Harry apagou a luz, e o aposento ficou imerso na escuridão.

Hermione permaneceu quieta, controlando a respiração ao con­tar o tempo. Dois, três, quatro... Dez, onze, doze. Vinte. Droga! Por que sua imaginação fervilhava, concentrando-se no homem junto a si?

"Admita, garota: você o deseja. Precisa do toque de suas mãos e de sua boca a explorar-lhe o corpo."

Imagens sensuais povoaram sua mente, e Hermione virou-se devagar estendendo a perna. Talvez se escorregasse um pouco a mão...

— Você já vai dormir?

Hermione congelou quando sentiu Harry puxa-la para cima dele.

Ele trouxe o rosto dela para mais perto e beijou-a com in­tensidade, enquanto lhe acariciava as nádegas.

Com um gesto ágil, ergueu-a e ouviu-a gemer ao acomodá-la sobre seu corpo, e embalou-a com delicadeza para a frente e para trás até que ambos se movessem em um mesmo ritmo.

Deus do céu! Cada noite de amor era melhor do que a ante­rior. Harry fez com invertessem as posições, e Hermione vibrou como nunca quando ele deslizou a língua por seu ponto mais delicado e deu um pequeno grito de incomensurável prazer.

As sensações percorreram-na por completo, e suas mãos cor­reram inquietas pelas costas de Harry, até que Hermioneí pu­xou-lhe a cabeça de encontro a sua e beijou-o com uma ânsia que a fazia perder a noção de tempo e lugar, nada restando além da paixão.

Um longo período se passou até que ambos repousassem os corpos cansados lado a lado, trocando leves carícias até mergu­lharem em um sono profundo.

Fazia uma semana que John fora transferido para um quarto particular, e quando Hermione perguntou o motivo a resposta foi clara: ordens de Harry Potter.

— Não prefere que seu pai morra com dignidade na priva­cidade de seu próprio quarto? — Harry retrucou quando ela exigiu uma explicação.

— Sim, mas...

Harry tomou-lhe o rosto entre as mãos e a fez calar-se.

— Não há "mas", pequena. Eu cuidarei de tudo.

Mais um favor que devia a ele. Fizera também uma lista de roupas que Harry insistiu que comprasse. Quando o deixasse, tinha a intenção de devolver-lhe tudo o que não pudesse pagar. Era uma questão de orgulho.

As visitas ao hospital tornavam-se cada vez mais difíceis, e John parecia mais e mais debilitado. Partiu-lhe o coração quando, em uma segunda-feira, foi a seus aposentos e encon­trou-o inconsciente e respirando com o auxilio de aparelhos.

Hermione não queria deixá-lo assim. Chamou a enfermeira chefe, fez algumas perguntas, saiu dali e ligou para Harry. Após alguns segundos, a voz dele fez-se ouvir em meio a uma série de ruídos ao fundo.

— Problemas?

Hermione interrompera uma reunião e desculpou-se.

— É John.

— Não precisava dizer mais.

— Gostaria de ficar um pouco mais.

Harry deu uma olhada no relógio, e fez alguns ajustes em sua agenda.

— Mantenha contato.

— Sim. — Ela desligou, e permaneceu pensativa, encarando o papel de parede.

Sabia que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria, mas nada se comparava ao momento em que seu pai fosse de fato deixar este mundo.

Devagar, voltou para o quarto e permaneceu sentada segu­rando a mão dele.

Foi assim que Harrya encontrou uma hora mais tarde. Trou­xe o jantar e permaneceu ao lado de Hermione até um pouco antes da meia-noite, quando John enfim partiu.

Harry conduziu-a para fora do quarto, e abraçou-a com força. Hermione não conseguia chorar, havia apenas um porquê que a consumia. Após alguns minutos, se afastou um pouco.

— Eu estou bem, Harry.

Hermione não estava nada bem, lógico. Tinha o rosto pálido, o olhar triste, e Harry faria qualquer coisa para amenizar-lhe o sofrimento.

Ele cuidou das formalidades, levou-a para casa, preparou a banheira, apanhou uma garrafa de vinho e duas taças, despiu­-a, e em seguida a si mesmo, e entraram na banheira.

— Quer conversar? — Harry indagou, com carinho, afagando-lhe os cabelos com os lábios, e ela fez que não, grata pela consolo que ele lhe oferecia.

Mais tarde, Hermione não protestou quando deitaram-se na cama e ele a puxou de encontro ao peito.

As semanas seguintes foram tomadas por uma atmosfera irreal e Hermione mergulhou no trabalho. Passava muito tempo na cozinha preparando receitas elaboradas, e Harry percebia como tornara-se pálida, e ela perdia peso. Naquela tarde, fez algumas ligações, cancelou alguns compromissos e voltou para a mansão.

Hermiona olhou-o, surpresa.

— Você chegou cedo...

Pareceu-lhe frágil, e Harry pôs as mãos nos bolsos da calça, contendo a vontade de toma-la nos braços.

— Vamos viajar para a Costa do Ouro no final de semana.

— Está brincando, não é?

— Não. Precisamos estar no aeroporto em uma hora.

— Não podemos simplesmente largar tudo e ir embora, Harry...

— Podemos, sim. — Caminhou até a escada.

— Você faz sua mala ou eu faço?

— Por quê?

— Precisa de algum motivo?

— Claro que sim! — Ela o seguiu, a raiva crescendo a cada passo.

Com aquilo ele sabia lidar, pois Hermione costumava perder a paciência com facilidade em grandes explosões, após a morte do pai.

No quarto, em cima da cama, havia duas malas, uma cheia e outra vazia.

— Não quero ir a nenhum lugar.

— Brigar não resolverá nada. — Hermione lançou-lhe um olhar irado.

— Acho que não gosto muito de você.

Harry foi até o closet e apanhou mais algumas roupas.

— Você tem o pavio curto, pequena. Odeie-me o quanto quiser. — Hermione o observava, incrédula, depositar as roupas no leito junto com algumas peças de lingerie.

— O que pensa que está fazendo, Harry?

— Nós vamos sair em dez minutos.

Ela foi, apressada, até o closet e tomou-lhe a frente.

— Mas que droga, eu faço isso!

Minutos mais tarde, já havia recolocado nos cabides as peças que ele escolhera e fez uma seleção de seu agrado.

— Você ajudaria se me dissesse se esta é uma viagem de negócios ou diversão.

— É para relaxarmos — Harry comunicou, indolente. Após alguns movimentos hábeis, Hermione terminou da arru­mar sua bagagem.

— É o homem mais teimoso que eu tive o desprazer de co­nhecer, sabia?

— Desprazer, Hermione? — ele repetiu com uma suavidade que fez a raiva desaparecer de seu semblante.

— Não é bem assim...

— Obrigado. — Harry observava-a colocar estojos de maquia­gem e cremes na sacola.

Chegaram ao aeroporto com alguns minutos de antecedência e viajaram um pouco mais de uma hora até Coolangatta. Harryo alugou um carro, e a noite já caíra quando percorriam os trinta quilômetros que os levariam para a costa norte. Prédios altos iluminavam a baía, e Harry dirigiu até a praia principal, onde se hospedaram no Sheraton Mirage Resort, um belo edifício construído à beira-mar.

A suíte enorme tinha uma vista magnífica, e havia também champanhe no gelo, flores, frutas frescas e chocolates de boas-­vindas.

— Isto é maravilhoso! — Hermione abriu um sorriso, apre­ciando o oceano e sua bela orla.

Harry observou com alívio a alegria no rosto dela, e sua alegria compensou os compromissos que adiara a fim de per­mitir-lhes essa breve passeio.

— Vamos dar uma volta?

O champanhe podia esperar.

— Se é isso que você quer...

Hermione virou-se para ele.

— Por acaso está me mimando?

— Estou fazendo sua vontade.

— Isso pode ser perigoso — ela devolveu, sorridente.

— Então, aproveite.

— Acho que deveríamos ir passear.

Hermione ouviu uma risada rouca escapar da garganta dele. A brisa noturna era uma carícia na pele, e eles caminharam pela areia de mãos dadas.

Andaram até o trecho iluminado por holofotes, voltando en­tão para o deque do hotel, indo, em seguida, até a marina.

Lá havia restaurantes, cafés, butiques e o elegante Palácio Versace, onde não se pouparam recursos para obter um resul­tado magnífico.

Aproveitaram para tomar um drinque em um bar de onde, tinham uma bela vista do cais e suas embarcações.

O lugar, Gomesdo e atraente, era ponto de concentração dos visitantes.

Hermione sentia que sua tensão dissipava-se aos poucos. Seria a brisa marítima a responsável? Ou a perspectiva de ficar com Harry dois dias inteiros, sem nenhum compromisso social ou de negócios para atrapalhar?

Surfe, sol e areia... Aquilo, sim, era vida.

Harry a observava sem reservas. Os cabelos presos no alto da cabeça começavam a se soltar, e ele conteve o impulso de livrá-los de vez das presilhas.

Desejava acariciar as feições delicadas e tocar aquela boca com a sua, saboreá-la com sua língua e tomar conta daquelas doces reentrâncias no prelúdio para uma intimidade maior. Nesse instante, Hermione o fitou, atordoada, sua face ganhou uma cor rosada, e ele sentiu um aperto forte no peito, que se intensificou quando ela lhe sorriu.

— Está cansada, Hermione.

— Estou?

— Sem dúvida.

O tom despretensioso não a enganava.

— Não sei por que, mas acho que ir para cama não significa necessariamente dormir.

Harry roçou-lhe o queixo com o dedo.

— Quem sabe... — Ergueu-se da cadeira com um súbito mo­vimento e a fez levantar-se também. — Pode deixar todo o tra­balho para mim.

— Bem, é melhor assim — Hermione brincou.

De fato, ela refletiu depois, a intimidade entre ambos ficava cada dia melhor. Harry sabia levar uma mulher à loucura. Bastava um toque de suas mãos, de sua boca sensual e ela pegava fogo.

Talvez ele tivesse começado, pensava, quase dormindo, mas foi ela quem terminou. Ambos, em estado de glória, atingiram o êxtase. Hermione ouviu quando Harry gemeu em seu ouvido, e em seguida, beijou-a com ardor, e os dois tremeram, delicia­dos, num auge de paixão que duvidava vir a sentir outra vez.

Hermione adormeceu, mas foi despertada pelos dedos hábeis deslizando e explorando, e posicionou-se em cima dele, arquean­do-se sobre ele quando Harry beijou-lhe os seios, estimulando­ os mamilos até que ela gritasse.

Harry, então, passou a passear os lábios na curva de seu pescoço, bem devagar, apossando-se em seguida de sua boca em um beijo que pareceu tirar toda a vida de seu corpo.

Em um movimento suave, Harry ficou de costas ajeitando-a com sensualidade sobre seus quadris, momento em que Hermione assumiu a tarefa fantástica de acariciá-lo e excitá-lo, movimen­tando-se com vigor até a explosão final.

Então Harry abraçou-a como a um bebê e afagou-lhe os cabelos.

— Eu espero que você não queira fazer nada agitado nas próximas horas.

— Nem uma volta na praia? Um mergulho no mar? Um joguinho de tênis? — Harry provocava, dando-lhe beijinhos no rosto.

— Olhe, quero o desjejum na cama às oito — ela pediu, brincando.

— Oito e meia — corrigiu-a, explorando as curvas de seu pescoço com a boca.

— Está bem. — Hermione cerrou as pálpebras, com Harry a observá-la dormir.

Hermione acordou com a campainha. O camareiro trouxe o café, e, enquanto ela vestia o robe, Harry preparou a mesa para os dois.

Ele abriu as cortinas para a linda visão do mar.

Suco de laranja, cereal, torradas, café. Hermione saboreou tu­do com satisfação, e Harry contentou-se com uma porção de bacon, ovos e tomates.

Após a refeição, tomaram banho, visitaram o Palácio Versace e voltaram para o hotel, onde tomaram sol junto à piscina. Tudo era muitíssimo relaxante, Hermione refletiu, com o olhar perdido no oceano. Uma sensação de paz a envolvia, e ela se sentia no topo do mundo.

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Gnt, aqui na fi, o Rony e a Ginny não são irmãos ok?!
beijoos;*

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