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3. Sequestro


Fic: Você é Tudo


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Capítulo III - Sequestro


Depois do pedido de Carrow, Draco, mesmo a contragosto, começou a pesquisar a melhor forma de interrogar a garota Weasley. Não poderia simplesmente chamá-la para conversar, pois não eram bem o que as pessoas costumam chamar de amigos.


O interrogatório deveria ser feito o mais rápido possível, pois o Lorde das Trevas estava sedento de novas informações sobre o paradeiro de Potter, e se não as conseguisse alguém, leia-se Draco Malfoy, pagaria o preço. Draco decidira que o melhor momento para pegá-la sozinha era depois da aula de Trato das Criaturas Mágicas. Recolhera informações com alunos do ano dela, que lhe informaram que ela sempre ficava papeando com Hagrid depois da aula. Depois de conseguir o horário dela, optou pela próxima sexta-feira, pois a aula de Trato das Criaturas Mágicas seria a última do dia, assim os professores não sentiriam sua falta. A única falha no plano era a garota nova, Heathcliff. Estava sempre colada na Weasley. Pegar uma grifinória emprestada por algumas horas não chamaria a atenção de McGonagall, mas duas já era suspeito.


Por sorte, Pansy livrara-o do empecilho na manhã de sexta-feira. Encontraram as duas, Weasley e Heathcliff, no corredor do segundo andar, a caminho da aula de Defesa Contra a Arte das Trevas. Pansy detestava a garota Weasley, e nunca perdera sequer uma única chance de aborrecê-la. Desta vez não seria diferente.


- Por onde anda seu namoradinho testa-rachada, Weasley? Ainda não acredito que ele te deixou vir sozinha à Hogwarts enquanto tenta salvar a própria pele. Uma atitude um tanto egoísta para o príncipe dos desafortunados, não?


Draco notou que Heathcliff olhara assustada para Weasley, que ficou tão vermelha quanto seus cabelos. Era impressão sua, ou havia certa tensão no ar?


- Namorado? Do que ela está falando Gina? – perguntou a morena exasperada, enquanto Weasley apenas a encarava de olhos arregalados. Draco não podia acreditar no que via. Então Potter tinha conseguido pegar as duas?


- Hera eu... Olha, me desculpe não ter contado, mas eu posso explicar...


- Explicar o quê? Isso não se faz, Virgínia! Você viu que eu gostava dele desde o início! Como você pôde não me contar que vocês haviam sido namorados?


- Wow! Isso sim é uma novidade! Quer dizer que a Weasley fêmea levou chifre do Potter? – disse Pansy, divertindo-se com a situação.


- Não! Nós já tínhamos terminado! – ela estava quase chorando de tensão – Hera, nós precisamos conversar. Vamos pra outro lugar, por favor!


- Não Virgínia! Eu não quero ver a sua cara na minha frente nunca mais! Pra mim, você morreu! – dizendo isso a garota saiu correndo, cortando a multidão de alunos que tinha se formado no corredor.


- Obrigada Parkinson! Realmente, ajudou muito! E você Malfoy, o que ta olhando? Porque cada um aqui não cuida da própria vida? Inferno! – dizendo isso saiu em disparada para longe dali.


De longe, Draco estava observando-a conversar com Hagrid, que pelo jeito a consolava dando tapinhas em suas costas, que quase a fizeram cair de cara no chão. Já fazia mais de meia hora desde que os outros alunos haviam passado por ali, e ele a aguardava pacientemente. Viu-a se despedir do meio-gigante, e quando ela chegou bem perto de seu esconderijo, murmurou um simples Estupefaça, pegou-a nos braços e cobriu-se com a capa de invisibilidade.


Cautelosamente seguiu para as masmorras, onde havia preparado uma sala para o interrogatório. Havia conjurado duas cadeiras confortáveis. Procurara Veritasserum no armário do Professor Slughorn, porém não encontrara. Ou ela contava por bem, ou ele precisaria usar a varinha, e esta era a última coisa que desejava.


Acomodou o corpo desfalecido em uma das cadeiras, conjurando cordas nos braços e pernas da garota, imobilizando-a para o caso de tentar correr. A varinha dela já estava em suas mãos, portanto agora só restava acordá-la.


- Enervate! – exclamou, e segundos depois a garota abria os olhos assustada. – Boa noite Weasley.


- Malfoy! O que eu estou fazendo aqui? O que você vai fazer comigo?


- Nada, se você colaborar e me contar tudo o que souber sobre o paradeiro do seu namorado. Ou melhor, ex-namorado. Olha Weasley, preciso admitir que garotas como você não se vêem todos os dias. A garota rouba seu namorado e você ainda a trata como amiga. É muita bondade sua.


- Minha vida pessoal não lhe diz respeito! E você pode me torturar o quando quiser. Não tenho a menor idéia do paradeiro de Harry.


- Deixe-me explicar uma coisa – começou ele, chegando perto – estamos tendo uma conversa civilizada aqui, porque eu achei que você poderia ser inteligente e colaborar. Mas se não o fizer, tenho ordens para usar da força física, e acredite, eu não hesitaria em usá-la.


- É claro que não hesitaria. É a parte preferida de vocês, não é? A tortura. Ver o sofrimento e a dor no rosto das pessoas. Fazem isso por puro prazer – cuspiu ela em sua cara, acordando a fúria dentro dele.


- Cale-se! Você não sabe de nada!


- Sei sim, Malfoy! Sei que seu papai é o servo mais baba-ovo de Voldemort, e sei que seu maior sonho sempre foi ser como ele. E agora você conseguiu, não é mesmo?


- Cale-se! – Perdera o controle. As emoções falavam mais alto. Tudo o que reprimira dentro de si nos últimos anos estava vindo à tona neste momento – Você não sabe como é tudo isso!


A voz dele soara desesperada. E ela percebera, pois ficara calada de repente. Não poderia mostrar seus sentimentos. Não para ela. Recobrou a postura firme anterior, e voltou-se para ela.


- Weasley, não estou aqui para brincadeiras. Me conte tudo o que souber sobre Potter e a Ordem da Fênix, e não sairá machucada.


- Acorda, Malfoy! Se eu soubesse onde o Harry está, eu não estaria de mãos atadas nessa escola inútil, estaria? Além do mais, a Ordem da Fênix é uma organização secreta, e as reuniões e planos são tão secretos quanto. Eu não sei de nada!


Draco viu-se extremamente irritado com aquela garota. Por impulso, tirou a varinha do bolso e aproximou-se perigosamente. A garota não conseguiu disfarçar o medo. Seu rosto ficara vermelho demais e seus olhos encheram-se de lágrimas, enquanto todo o corpo dela tremia. Quando viu aquilo, fraquejou. O braço que empunhava a varinha caiu ao lado do corpo. Este não era o homem que queria ser. A garota suspirou aliviada ao constatar que se livrara de uma maldição cruciatus quase certa.


- Você vai passar a noite aqui. Espero que amanhã se lembre de alguma informação útil.


Dizendo isso, ele saiu e trancou a porta, enfeitiçando-a para que, se a garota gritasse, as pessoas do lado de fora não pudessem ouvir.


Rumou para o dormitório com a cabeça doendo. Então era aquilo que qualquer pessoa decente pensava sobre ele. Um assassino que mata por prazer.


•••


Gina acordou na manhã seguinte com uma dor aguda nas costas. Chorara durante horas, mas estava tão cansada que adormecera ali mesmo, amarrada na cadeira. Mexeu-se o máximo que conseguiu, e constatou que estava com fome.


Ou Malfoy vinha lhe trazer algo para comer, ou quando chegasse ela já teria desmaiado de fome. A última vez que comera fora no almoço do dia anterior, portanto estava fraca e desidratada.


Como se seu pedido tivesse sido atendido por Deus, a porta abriu-se escandalosamente, revelando Malfoy, que entrou e fechou-a.


- Está com fome não é? – perguntou ele antes mesmo que ela abrisse a boca para reclamar – Peguei algumas coisas na cozinha pra você comer. – dizendo isso ele conjurou uma mesa entre as duas cadeiras já presentes na sala, depositando nela uma cesta reduzida que tirara de dentro da capa. Transfigurou-a ao tamanho normal e com mais um toque de varinha tirou as cordas que a amarravam. – Coma, e depois precisamos conversar.


Gina não conseguia pensar, tamanha era a fome que sentia. Abriu a cesta e tirou lá de dentro torradas, um pedaço de bolo de chocolate e uma garrafa de suco de abóbora. Em poucos minutos havia devorado tudo.


- Já acabou? – o loiro perguntou, olhando desconfiado. Quando ela confirmou com a cabeça ele prosseguiu – Bem Weasley, agora você pode começar a me contar tudo o que souber.


- Eu já disse ontem que não sei de nada. Você pode me manter aqui o mês inteiro e eu continuarei não sabendo de nada!


- Qual é, Weasley! Você é a namorada do Potter, é impossível que você não saiba o que ele está fazendo!


- Como você pôde perceber ontem, eu não sou mais a namorada dele.


- Ah, é claro. Foi só aparecer um rabo-de-saia novo para que ele se cansasse de você, não é? Aliás, eu nem sei por que vocês chegaram a namorar, já que ele nunca te amou, não é mesmo Weasley?


- Cala a boca! Isso não é problema seu!


- Tem razão... Não é problema meu que a tal Heathcliff seja mais bonita e mais atraente que você, tanto que até mesmo Potter perdeu o controle. Ele que é tão amigo do seu irmão... Aliás, o que ele achou disso, Weasley? E a sangue-ruim? Não te defendeu? Que amigos você tem...


Ele tocara em seu ponto fraco. Instantaneamente, todo o ódio que sentira de Rony e Hermione foi re-aceso em seu coração. Seu próprio irmão e sua melhor amiga. Como eles puderam deixar Harry fazer aquilo com ela? Como? Sentiu o corpo esquentar e as lágrimas escorrerem livres pelo seu rosto.


Draco ficou sem ação ao ver as lágrimas da garota. A única mulher que havia visto naquela situação em toda a sua vida, tinha sido sua mãe, quando o Lorde decidiu que já era hora dele tornar-se um comensal. Arrependeu-se de tudo o que havia dito. Sentiu vontade de consolá-la, apertá-la em seus braços até que ela se acalmasse.


Aproximou-se dela lentamente, enquanto ela soluçava. Escorregou a mão pelos cabelos vermelhos, parando-as no queixo da garota, levantando sua cabeça, para que ela olhasse nos olhos dele.


- Pare com isso. – disse sério – Ele não merece que você chore por ele. Nenhum deles merece.


Com isso afastou-se para o outro canto do quarto, onde conjurou uma cama de solteiro confortável para que a garota pudesse dormir, além de uma mesa de cabeceira com um jarro de água em cima.


- Descanse um pouco. Mais tarde te trago o almoço. E não chore mais.


Dizendo isso, saiu do quarto sem olhar para trás. Do lado de fora, lacrou a porta com um feitiço.


Precisaria arranjar Veritasserum para interrogá-la se não quisesse usar da força física. Ela jamais deduraria os amigos, apesar de sentir mágoa deles. Era cedo, e o professor Slughorn sem dúvida estava tomando o café da manhã no Salão Principal. Sorrateiramente, seguiu para o estoque particular do professor de poções.


Entre as tantas prateleiras abarrotadas de frascos, procurou até achar um vidrinho verde com um líquido totalmente transparente dentro, rotulado Veritasserum.


Algumas gotas e a garota Weasley contaria tudo o que soubesse.


•••

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