Um grande abraço ao Idiota que denunciou minha fic, me proibindo de poder acessar os comentários feitos por vocês, leitores.
Por isso eu exclui a fic e a repostei.
A denúncia anônima e imediatamente acatada pelo site é um erro.
Não tive nem como saber o que motivou a denúncia.
Sei que não foi plágio, agora, o que foi, eu não sei.
Se um autor não tiver nem mesmo a opção de saber o motivo pelo qual seu trabalho foi bloqueado, bem, desculpe mas eu estou muito chateado com isso. Qualquer imbecil vem aqui, olha para as fics e denuncia aquelas que ele não gostou de ler. Verdades ou não, o site bloqueia o autor e não dá sequer uma linha de explicação. É um julgamento aberto onde somos considerados culpados logo de cara, sem direito sequer a conhecer a acusação.
Esse site já foi melhor do que isso. Agora...
Boa leitura, enquanto eu ainda mantiver minhas histórias aqui.
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Hogwarts – Noite da Escolha dos Campeões do Torneio Tribruxo
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- ... E com isso, terminamos a seleção dos campeões. Agora nós devemos... - fala Dumbledore com alegria forçada e pára quando um novo nome é expelido do Cálice. Com rapidez, Dumbledore o pega no ar e o lê em voz alta. – ...Harry Potter.
O salão literalmente explodiu em conversas. O nome que acabara de sair, pertencia a uma pessoa que todos julgavam morta há anos.
Sim.
Desde que tinha nove anos, Harry Potter foi considerado por todos no Mundo Bruxo como “Desaparecido, presumivelmente morto”.
Todos, menos os Goblins e Sirius Black.
Para todos os efeitos, os Cofres da Família Potter ainda estavam bloqueados, à espera do seu legítimo herdeiro. As tentativas do Ministério da Magia para acessar os Cofres que legalmente pertenciam a Harry Potter foram tratadas com o habitual desprezo.
E Sirius Black, desde que fora libertado de Azkaban, procurava sem cessar, pelo mundo todo, tentando encontrar Harry Potter. Ele estava no Caribe nesses dias. Depois de passar semanas no Rio de Janeiro, onde uma denúncia anônima tinha levado-o de Pucket e antes disso ele estivera buscando Harry em Bora-Bora.
O fato de que todos esses locais eram praias paradisíacas não foi notado por ninguém.
O Ministério, na figura de seu maior líder e ministro, Fudge, além de alguns apoiadores, a começar com Lucio Malfoy, foram enxotados do banco sem maiores explicações quando ele resolveu acessar pessoalmente o cofre.
O Ministro ficou furioso. Enviou alguns Aurores.
Os Duendes retaliaram. Prenderam os aurores em estacas do lado de fora do banco e fecharam o banco por três dias.
Foi o suficiente para que o Profeta Diário, seriamente endividado com os duendes, publicasse uma reportagem de capa acusando o Ministro de tentativa de roubo.
A situação ficou muito... feia, para o Ministro. Ele quase caiu.
Enfim...
Depois veio o escândalo com Sirius Black!!
Fudge andava falando baixo por anos. A má publicidade tinha praticamente acabado com seu mandato.
Desde o dia em que foi notado o desaparecimento de Harry, até hoje, sete “presumíveis” Harry Potter tentaram acessar os cofres da Família.
Todos os sete foram mortos, incluindo seus responsáveis legais, por tentativa de roubo.
Os Goblins não brincavam com assuntos sérios.
Assim que Dumbledore terminou de ler o nome de Harry, suas emoções foram em várias direções.
A primeira delas foi a esperança. Afinal, o Cálice reconhecia publicamente que Harry Potter ainda estava entre os vivos.
A segunda delas foi o temor. Afinal, o Torneio começaria em alguns dias e Harry Potter teria que estar presente ou perderia sua magia.
A terceira delas foi à dúvida. Será que Harry Potter conhecia o mundo mágico? O quanto ele realmente sabia sobre Magia?
A quarta delas foi a tristeza. Dumbledore sabia que algo estava muito mal explicado pelos Dursleys. Havia sinais claros de abuso e maus tratos. Rita Skeeter tinha feito uma investigação particular e o escândalo subseqüente tinha manchado a imagem de Dumbledore mais do que se o Diretor tivesse chacinado o Ministro pessoalmente em público. O escândalo com Sirius Black fora um pesado golpe para Dumbledore. Ele tinha perdido o comando da Suprema Corte e seu cargo na ICW. Ele ainda mantinha-se como Diretor de Hogwarts, mas era um equilíbrio muito difícil. Nos últimos anos ele tinha inclusive sendo demitido e depois recontratado.
- Parece... que teremos um convidado a mais, este ano em Hogwarts. – fala Dumbledore em voz baixa. – Sugiro que aproveitem a festa e depois voltem a seus dormitórios. Essa situação toda... precisa ser analisada ainda.
Voltando aos seus pensamentos, Dumbledore caminhou até onde estavam os campeões. Aquela noite seria, literalmente, um inferno. E o dia seguinte seria ainda pior.
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Hogwarts – 2 semanas depois da Seleção do Torneio – Sala de reuniões dos Professores – 10:00 hs da manhã
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- Até que enfim. – reclama Snape irritado quando Dumbledore entrou na sala de reuniões. – Essa reunião deveria ter começado a uma hora!!!
- Lamento pelo atraso. – fala Dumbledore sorrindo como há muito não se via. – Recebi boas noticias. Eu encontrei!
- Suas meias? – pergunta Minerva enquanto lia um pergaminho com os dados de um aluno.
- Não. – fala Dumbledore sorrindo. – Algo mais importante.
- Sua razão? – pergunta Snape divertido.
- Não. – fala Dumbledore sorrindo ainda mais. – Ainda mais importante.
- Você não perdeu suas balas de limão de novo, perdeu? – pergunta a Professora de Herbologia rindo.
- Não. – fala Dumbledore sorrindo. – Muito mais importante.
- Já sei. Descobriu uma maneira de fazer com que as Veelas sejam menos antipáticas. – fala Snape divertido.
- Não, meus amigos. – fala Dumbledore calmo. - Eu, finalmente “o” encontrei.
- Espere! – fala Minerva séria. – Você “o” encontrou???
- Sim. – fala Dumbledore sorrindo.
- Encontrou quem? – pergunta Flitwick sem entender.
- Harry Potter! – fala Dumbledore sorrindo. – Eu o achei.
- E ele estava escondido onde? – pergunta Snape com escárnio. – Espere... deixe-me adivinhar... num local muito calmo, tranqüilo e cheio de mimos???
- Na verdade... ele está na prisão. – fala Dumbledore estreitando os olhos e vendo o espanto de todos da sala.
- Na prisão??? – pergunta Minerva preocupada. – Como é que ele foi parar na prisão e ninguém soube??? Ele não é exatamente um desconhecido!
- Ele não está na Inglaterra. – fala Dumbledore. – Ele está nos EUA!
- Avisou Sirius Black? – pergunta Filius sério.
- Enviei uma coruja para ele há poucos minutos. – fala Dumbledore sorrindo. – Ele deve estar aqui em alguns dias. Acredito que ele ainda esteja no Rio de Janeiro seguindo uma das pistas.
- Era só o que me faltava. – fala Snape balançando a cabeça com desprezo. – Como o encontrou???
- Recebi uma coruja com um bilhete sem assinatura dizendo onde ele estava. Foi impossível rastrear quem a enviou. – fala Dumbledore em voz baixa.
- Potter foi preso por que? Roubou algumas balas e doces??? – pergunta Snape com desprezo.
- Ele... bem... o que nós sabemos sobre ele??? – pergunta Dumbledore sério.
- Ele morava com os Dursleys, muito contra minha vontade. – fala Minerva acidamente e Dumbledore encolheu-se.
- Sim, uma das minhas piores decisões. – fala Dumbledore sério. – De qualquer forma... depois dos acontecimentos trágicos ocorridos alguns dias depois do seu sexto aniversário...
- Dumbledore... sinceramente... “eventos trágicos”... fale de forma clara. – reclama Pomfrey seca. – Ele fugiu da casa onde você o deixou. Simples assim. Até onde sabemos, ele fugiu mais morto do que vivo!! Em pleno inverno. Com poucas roupas.
- Sim, bem, de qualquer forma, ele desapareceu naquele dia. – fala Dumbledore em voz baixa ganhando um olhar assassino de Minerva. – Eu achei que ele poderia um dia e voltar para sua casa.
- Voltar para os Dursleys??? Que idiotice!! Ele jamais voltaria para aquela casa!!! Graças a Merlin, seu corpo não foi encontrado naquela casa. – fala Minerva furiosa. – Eu ainda acredito que eles mereciam ser enforcados pelo tratamento que deram ao garoto! Não só serem presos por abuso infantil!!!
- De qualquer forma, ele foi encontrado na América. Ainda não consegui descobrir como ele foi parar lá, ou de que maneira, mas ele está lá. Na prisão. Os detalhes ainda são duvidosos, mas fui capaz de entregar ao diretor da prisão, o convite do jovem Harry para participar do TriBruxo. Ele entregou a Harry Potter e logo depois foi aceita. Ele será trazido até nós pelos aurores americanos nos próximos dias. fala Dumbledore.
- Falou com o garoto? – pergunta Minerva preocupada. – Como ele estava?
- Não tive contato direto com ele. – fala Dumbledore sério. – O diretor da prisão não permitiu, mas sentiu-se bastante aliviado pelo fato de que o garoto terá uma educação de qualidade. Fora dos Eua.
- Mesmo? – pergunta Snape sério.
- Sim. – responde Dumbledore indeciso.
- O que ele sabe sobre o Mundo Mágico? – pergunta Minerva séria.
- Não sei. Sabe algumas coisas, eu presumo, mas não sei se ele sabe sobre seu passado ou sobre seu destino. – fala Dumbledore em voz baixa.
- Ele foi preso acusado de que? – pergunta Sprout.
- Não houve acusações. Acho que ele só foi levado até a prisão por terem sua presença na cena de um crime. Acredito que ele tenha sido preso há poucos dias. – fala Dumbledore sério. – Mas aceitei a responsabilidade de permitir que o jovem Potter seja educado aqui, tendo a mim como responsável por sua... “custódia”, pelo menos até que ele tenha seus NIEMS.
- Interessante. – fala Snape sorrindo. – Os Americanos o liberaram muito facilmente, não acha?
- Eu... agora que eu penso nisso... fiquei em dúvida. – fala Dumbledore preocupado. – O diretor da prisão me pareceu bastante ansioso para que o jovem Harry fosse tirado de suas mãos. Ele parecia estar... com medo do jovem Harry.
- Não deve ter sido assim tão difícil usar um Confundus num trouxa e falar com o garoto, não é mesmo? – pergunta Snape sério.
- Oh, o jovem Harry não está numa prisão trouxa. – fala Dumbledore sorrindo. – Ele está numa prisão Bruxa. Obviamente usar um Confundus não seria... aceitável.
- O que? – pergunta Snape sentindo algo de errado. – Qual o nome da prisão?
- Eles chamam de... Alcatraz, acredito. – fala Dumbledore calmo e vê o espanto de Snape. – O que foi, Severus???
- Alcatraz é uma ilha localizada na Califórnia. Inicialmente foi utilizada como uma base militar, e somente mais tarde foi convertida em uma prisão de segurança máxima. Atualmente, é um ponto turístico. – fala Snape sério. - A prisão foi fechada em 1963, menos de um ano após a primeira fuga realizada na prisão. O governo alegou que o complexo foi fechado devido ao seu alto custo de manutenção, e ao fato de que não garantia uma total segurança, em relação às prisões mais modernas. Era mais fácil e mais barato construir uma prisão nova do que melhorar as condições de Alcatraz.
- E? – pergunta o professor de feitiços.
- E os Bruxos Americanos assumiram o lugar depois disso. Na parte superior da ilha, é um local de turismo, mas nos níveis inferiores... é bem diferente. – fala Snape sério. – Fortaleceram a ilha com encantos muito mais potentes dos que os de Azkaban. Escavaram a ilha, em direção ao centro da terra e colocaram níveis de segurança. Do nível 1 ao 9. Só vão para Alcatraz, criminosos que não devem fugir de forma alguma.
- História interessante. – fala Dumbledore sorrindo. – Eu não conhecia tal fato. De fato, o diretor do lugar comentou algo sobre Harry estar no nível 9. Eu não me preocupei na hora por que... O que foi, Severus, meu filho??? – pergunta Dumbledore ao ver Snape levantar-se ainda em choque.
- O nível 9 de Alcatraz é reservado para os criminosos mais cruéis e insanos de todas as Américas. É literalmente, o “fundo do poço”. É o nível mais profundo e bem guardado em toda a prisão. Tem mais sistemas de bloqueio no Nível 9 do que... Gringottes, Azkaban e Hogwarts juntos. – fala Snape respirando pesadamente. – Para lá, só são levados prisioneiros muito mais perigosos do que... por exemplo... Aquele que Não deve ser Nomeado!!! É um bloco completo com os piores assassinos!!! E Harry Potter está lá??? – pergunta Snape apavorado.
- Na cela 1, se não me falha a memória. – comenta Dumbledore calmo. – Ora, Severus, você está preocupando-se à toa. Isso tudo deve ser um engano.
- Duvido. – fala Snape preocupado. – Duvido mesmo!!!
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Notaram a relação entre estes tres??
kakakakakakaka!
Claudiomir
O Autor + Caçado da FEB!