* * *
Fred e George desceram as escadas com suas travessuras habituais. Quando viram Hermione sentada no sofá, lendo um livro, os rapazes logo trocaram olhares entre si. Sorrisos idênticos – sempre com a malícia do canto dos lábios – iluminaram seus rostos. O resto da família estava fora por algum motivo que eles já nem se lembravam e Hermione havia ficado para trás visando colocar a cabeça em ordem após tantos dias exaustivos que tivera. Eis que todos iriam ficar fora por horas e esta era a chance da qual os meninos esperavam ansiosamente há tempos. Mais do que isso, na verdade. Muito, muito mais.
— Hermione! — Fred cumprimentou sorridente, sentando-se em um dos lados livres no sofá, ao redor dela. — Você está fazendo mais trabalhos? Honestamente, menina...
— Você nunca vai se divertir? — George perguntou, deslizando para baixo no outro lado disponível. Se seu tom foi um pouco devasso, apenas seu irmão reconheceu-o para o que era. Hermione estava ocupada demais pensando que eles sempre pareciam completar os pensamentos e falas um do outro.
— Eu tenho muita diversão. — Repreendeu Hermione. — Na verdade, considerando que faço meu trabalho muito antes do necessário, eu posso ter mais diversão ainda.
— Só que você nunca se dá ao luxo de tê-la, não é? — George apontou com uma risada.
— Bem... — Ela encolheu os ombros, corando ligeiramente. — Talvez não, mas isso significa que não estou em apuros sempre que tenho que sair para cuidar do irmão de vocês e Harry.
— Soa chato. — Disse Fred.
— Eu ajudo a todos com meus estudos. — Ela deu-lhes ambos os olhares de popa, tentando não ficar nervosa. — Por que vocês de repente estão tão interessados na minha diversão?
— Nós estamos interessados na diversão de todos. — Disse George.
— Eles deveriam se divertir mais vezes. — Fred concordou. — Especialmente você. Você não é nenhum divertimento a todos.
— Eu sou muito divertida. — Ela murmurou, olhando para eles. — Agora parem de me incomodar, eu tenho que voltar ao trabalho.
— Ou, você poderia dar uma pausa e realmente fazer algo divertido agora, ao invés de fazê-lo ‘mais tarde’. — Disse Fred.
— Oh, o que vocês dois estão tramando? — Ela exigiu. — Eu não vou ajudá-los a preparar qualquer coisa que exploda, se essa é a idéia que possuem de diversão.
— Fred. — Disse George, seu sorriso estranhamente predatório. — Acho que vamos precisar mostrar a ela do que estamos falando.
— Felizmente, meu irmão.
Sem dar a ela uma chance de fazer qualquer coisa a mais do que olhá-los em confusão, George segurou seu queixo e virou o rosto delicado para o dele. Então, sorrindo para ela, seus lábios encontraram aos dela. Ela estava temerosa abaixo dele, mas ele já esperava por isso. Seus lábios se mantiveram leves contra os dela por um instante e então sua língua avançara, desejando explorar e excitar.
— Por Merlin! — Ela praguejara, sacudindo seu corpo para longe dele. Olhando os irmãos e vendo como eles se olhavam, sentiu-se corar horrivelmente. — Que diabos há de errado com vocês dois?
— Errado? — George perguntou.
— Nada está errado. — Fred continuou. — Estamos aqui para ajudar você, Hermione.
— Ajuda a relaxar. — George concordou. Sua mão deslizou sobre a coxa macia dela suavemente, seus olhos furando-a. — É preciso relaxar.
— Eu estou relaxada! — Ela gritou, sentindo-se vibrar sob o toque ousado do ruivo. — Eu realmente, uhm, não preciso de ajuda.
— Oh, nós sabemos que você não precisa de ajuda. — Fred disse com uma risada.
— Você parecia ter as coisas completamente em ordem no outro dia, quando você saiu para um passeio. — Murmurou George, sua mão deslizando mais para cima da coxa dela. — Parecia estar totalmente relaxada.
— Não foi possível nem mesmo ouvir que nós estávamos nos masturbando, considerando os ruídos pequenos que você estava fazendo. — Fred concordou. — Você definitivamente não precisa de ajuda.
— Oh, Merlin! — Ela gemeu perplexa, encarando-os. — Vocês viram isso? Por que vocês não disseram que estavam lá?
— E onde está a diversão nisso? — George perguntou e notando a aparente falta de vontade dela para se afastar, mergulhou a mão sob a bainha da saia e deslizou sobre sua perna nua.
— Espere. — Ela engasgou nervosa, procurando forças para fugir. — Isso é loucura. Isso é uma piada, não é?
— Isso parece como uma piada para você? — Fred perguntou ao ver a mão do irmão lentamente empurrada para cima, movendo-se sobre as sensíveis coxas suavemente.
Fred se inclinou sobre seu corpo e procurou a pele doce do pescoço dela. Hermione olhava, chocada, sem conseguir ter reação, até que seus olhos se fecharam em redenção à carícia. Seu coração estava batendo fora do peito, a boca, literalmente, ágape. Então George gemeu no seu ouvido e ela sentiu uma contração deliciosa em si, apesar de seu estado de choque. Ela mudou de idéia, subconscientemente, considerando a possibilidade de obter atrito entre as coxas ou pedir para que a saciassem, não tinha certeza.
Os irmãos se separaram dela e Fred procurou com os olhos antes de sua boca abaixar-se na direção dela de novo. Ela engoliu em seco, sentindo-se acuada e amedrontada. Ao mesmo tempo, deixou suas coxas deslocarem à parte, com a mão de George vindo devastadoramente perto das suas peças intimas. Fred fez uma pausa com os seus lábios pairando logo acima dela, sua respiração fraca sobre os lábios convidativos.
— Beije-me, Hermione. — Ele ordenou. — Pela primeira vez, apenas faça o que deseja.
Ela lambeu os lábios, hesitando por apenas um instante antes de se inclinar para frente e seguir as instruções dele. Suas bocas se encontraram suavemente, seus lábios explorando a despedida antes de finalmente se afastarem dele. Felizmente, ele entendeu o recado e se tornou o controlador arisco da cena. Desta vez, o beijo não era unilateral ou constrangedor. Ele pediu a ela para brincar e provocar, para provar e dominar.
Os dedos de George finalmente tocavam sobre o tecido de renda branca e ela gemeu no beijo, com as pernas afastadas. Ele brincava com ela, seu toque leve deslizando sobre o material, mesmo quando ela tentou forçar um toque mais firme com seus quadris insistentes.
— Você está molhada, Hermione? — George perguntou, mesmo já sabendo a resposta.
— Você não sabe o quanto. — Ela admitiu em silêncio, enquanto Fred se afastava da sua boca. Ela podia sentir as mãos dele indo para a blusa e rapidamente começando a soltar os botões.
George teve um momento preciso para deslizar os dedos por baixo do tecido. A ponta do dedo suave passou então a circular o clitóris e ela só conseguia suspirar pesadamente. A camisa saíra quase sem um aviso prévio. Quando o sutiã fora solto e deslizara sobre seus braços, ela não pôde deixar de estremecer. Apesar das sensações maravilhosas, ela sentiu um momento de receio, principalmente ao ver os dois olhando seus seios nus.
— Por que não fizemos isso antes? — George sorriu, gemendo em sua garganta.
— Eu não tenho idéia, irmão. — O outro completou, redirecionando seu olhar para Hermione. — Você tem um corpo incrível. Eu não posso esperar para provar.
— Concordo plenamente. — Disse George.
Eles se aproximaram da pele quente e Hermione não pôde fazer nada, principalmente ao sentir como os seios doloridos exigiam a atenção que estavam prestes a ganhar. Bocas mordiscavam, línguas tocavam, lábios macios se separavam para tomar seus mamilos com um desejo ardente. E durante todo o tempo, a mão de George estava traçando padrões sobre sua intimidade tão sensível ao toque. Ela arqueava as costas na direção deles, gemendo alto com as sensações incrivelmente deliciosas que sentia, rasgando sua mente para longe da realidade.
— Isso é tão bom. — Ela suspirou. — Que Morgana me perdoe!
Os meninos recuaram em conjunto, suas bocas se unindo na tarefa de mordiscar-lhe o corpo quente com carícias ferozes que Hermione observou fascinada, apenas aumentando. Quando a mão de George se retirou de si, ela gemeu em negação.
— Só um minuto, Mione. Nós vamos chegar lá, não se preocupe. — Fred rira divertido.
Ela pôs então as mãos a rapidamente desfazerem os botões das camisas dos garotos e, em seguida, mudou-se para os fechos das calças jeans. Hermione engolia em seco, olhando decididamente nervosa como eles saíram de dentro delas. Os despertares eram evidentes através do pano fino das boxes, e ela estava de repente um pouco alarmada.
— Isso é delicioso. Ela sussurrara entre gemidos, recebendo olhares maliciosos dos ruivos. Tudo se movendo muito rápido.
— Você é... virgem? — George perguntara, esperando que não, mas ao mesmo tempo torcendo para que Ron não tivesse sido o sortudo.
— Não. — Ela admitiu. Dormira com McLaggen após muito firewhiskey e se arrependera disso até hoje. Ele tinha sido horrível, muito doloroso e desconfortável para ela, até encontrar um traço de prazer no evento. — Mas, foi... Bom, não podemos simplesmente voltar ao que estávamos fazendo? — Ela implorou. — Estou tão tensa...
— Relaxe. — Fred repreendeu, movendo-se em direção a ela novamente.
— Nós não faremos nada que você não queira. — Acrescentou George.
— Mas, se você deixar-nos... — Fred murmurou, indo de joelhos na frente dela. — Vai se sentir nos céus.
— E acabará por nos levar junto. — George concordara, rindo malicioso.
Ela não teve a chance de concordar ou discutir com eles, visto que Fred tomara aquele momento para arrastar a saia para cima. Assustada, ela se mexeu, apesar de suas pernas estarem em um convite, assim como o resto de seu corpo. As mãos se moviam em suas pernas e sobre suas coxas, segurando a calcinha e puxando-a suavemente. Ela hesitou, sentindo-se em pânico mesmo quando erguera os quadris para deixá-lo puxar a peça até o chão.
— Essa é uma boa menina. — Fred murmurou, jogando o tecido para o lado.
— Como será o gosto dela? — George perguntou com os olhos fixos na cena. Ele observava atentamente o seu irmão tirando o resto de suas roupas e preguiçosamente deslocando-se a prolongar o prazer da morena.
— Vamos descobrir. — Fred abaixara a cabeça, beijando a parte interna das coxas antes de se mudar para sua intimidade incrivelmente molhada. Sua língua avançara a provocação, gostando do tormento.
— Oh... — Hermione gemeu, seu estremecimento notável em sua respiração. Uma mão caíra para o seu cabelo, num aperto severo.
— Está gostando? — George perguntara, lambendo os lábios. Pegou então a mão livre de Hermione e pressionou um beijo macio na palma da mão, observando os olhos amendoados quando aproximou o membro rígido. Ela agarrou-lhe automaticamente, explorando-o como se fosse a coisa mais natural a fazer.
— Ela é brilhante. — Disse Fred, levando a sua boca para longe dela por um instante. — Quer provar um pouco?
Seus dedos mergulharam profundamente dentro dela, empurrando e massageando onde ele sabia que ela iria querer seu toque. Depois de um momento, levantou os dedos ao seu irmão, gemendo quando George levou-os em sua boca. A sucção constante causara certa provocação deliberada, um lembrete da sensação de que estava prestes a vir.
— Chega. — Resmungou Fred, rindo.
— Volte para o trabalho, cara. — Respondeu George.
— Sim, por favor. — Hermione arqueou os quadris como se para lembrá-lo do que ele deveria estar fazendo e ele obedientemente abaixou a boca para ela novamente. — Eu não posso acreditar que eu estou fazendo isso.
— Acredite. — Disse George.
Eles caíram em silêncio, apenas os sons da respiração pesada e ocasional, gemidos ecoando na casa silenciosa. A mão delicada na ereção George movia-se precisamente, com convicção. Logo, ele estava empurrado em seu prazer. Hermione foi arqueando na boca de George, ofegante. Com cada movimento de sua língua ou a sucção gentil de sua boca contra o clitóris dela, sentia-se fragmentando ainda mais, movendo-se muito mais sobre ele. O dedo provocante estava circulando sua entrada cruelmente, sabendo exatamente o que isso faria com seu corpo possuído pela sensação de desejo.
— Dentro de mim. — Ela implorou. — Por favor.
— Anda Fred, vá foder ela. — Insistiu George, ofegando com os dedos dela apertados nele. — Ela vai adorar.
Fred aliviou um dedo dentro dela, provocadoramente, sabendo que não seria suficiente. Sua boca se afastou um pouco, só trabalhando para mantê-la desesperada, mas não dando a ela o que ela precisava.
— Ela está implorando para que você a coma. — George repetiu, com os olhos cerrados contra o prazer que ameaçava esmagá-lo.
— Me fode. — Ela colocou para fora em um suspiro. — Por favor, faça isso logo.
Fred acariciou demoradamente o corpo dela, o sorriso no rosto era predatório. Ele afastou a mão dela do membro de George, percebendo quão perto do clímax seu irmão estava, impossibilitado de fazer qualquer coisa. Eles tinham um plano a seguir, acima de tudo.
Ele libertou sua ereção dolorosamente rígida. Sentado ao lado da morena, sorriu para o olhar confuso em seu rosto. George levantou-se e puxou-a para cima e depois disso notou-a muito desesperada para atrair e saciar-se. Em vez disso, ele manteve os olhos em seu cativeiro, apoiando-a contra seu irmão. Segurando seus quadris, ele posicionou-se e apoiou seu peso contra ela, vendo como a ponta do membro de Fred brincava sobre sua entrada.
— Confie em nós. — Murmurou George, deixando-a com o corpo repleto de expectativa. — Está gostando de tudo isso?
— Ela vai gritar por mais. — Respondeu Fred, gemendo ao finalmente sentir o corpo quente que preenchia. Substituindo as mãos de George nos quadris de Hermione, ele orientou seu corpo enquanto ela se movia em cima dele.
Hermione só poderia acenar com a cabeça, sentindo os espasmos em seu corpo diante do toque dele dentro dela. Ao contrário da última vez, não houve dor, apenas o atrito delicioso de seus corpos movendo-se juntos. Quando as mãos de Fred deslizaram em torno de seu corpo para tocar os seios suavemente, ela gemeu, arqueando o corpo dela em seus dedos, mesmo quando ela movia seus quadris contra ele. A boca encontrou seu pescoço, sugando, lambendo e mordendo de um jeito insano.
— A sensação é incrível. — Admitiu ela, deslizando para cima com a intenção de levá-lo ao fundo de outro movimento, cada vez mais dentro de si. — Realmente muito bom.
— Eu te disse. — George rosnou, aproximando-se dela.
— Hermione. — Disse Fred, fazendo com uma mão o caminho provocante entre os seus corpos, provocando o clitóris dela. — Não vamos deixar o George fora da brincadeira, não é?
— Claro que não. — Ela concordou facilmente, com os olhos fechados contra o prazer de estar sendo consumida.
George então passou à sua frente, posicionando o membro em seus lábios. Ela não se preocupou em abrir os olhos, dando espaço entre os lábios e recebendo-o em sua boca. Ele gemia, obrigando-se a não empurrar impulsivamente contra a garganta dela, sentindo a boca inexperiente movendo-se sobre ele. George poderia sentir-se nas nuvens, seu corpo indo longe demais não duraria muito. A língua dela pousava feroz sobre a parte inferior da sensibilidade dele e, em seguida, ela estava chupando, o movimento rítmico e cada vez mais veloz.
— Isso, Hermione. — George dissera ofegante, arqueando seus quadris contra os lábios dela. — Que boca deliciosa você tem.
— Quero te ouvir gemer. — Fred disse, seu próprio corpo começando a latejar, duro e exigente dentro dela. — Quero ver você gritar de tanto desejo.
Ela só gemia, as vibrações ecoando ao longo do comprimento do membro delicioso de George. Ele também gemeu, empurrando profundamente, apesar de suas melhores intenções para ser gentil com ela, e sentiu o primeiro impulso das sensações intensas que estavam a caminho. O prazer percorria seu corpo, inebriante e avassalador. Ele agarrava os dedos pelos cabelos ondulados, tanto para se firmar como para segurá-la perto de si.
Fred respirava com dificuldade, sentindo-se inclinar demasiadamente perto da borda do sofá apenas para observar o orgasmo do seu irmão. Seus dedos se moviam contra o clitóris dela de modo mais feroz, implorando-lhe para vir com eles. Ela estava perto, seu corpo se contorcendo contra o dele. Sua respiração estava vindo em tom pesado e desconexo, toda a razão lavada pelo prazer.
— George, que tal nos dar uma mão... — Fred perguntou ofegante. — Ou a boca?
Fred obedientemente caiu de joelhos, vendo os corpos se moverem um contra o outro antes de se perder entre as pernas de Hermione, sugando o clitóris com sua boca ávida de um movimento rápido.
— Ah, isso! — Ela gritou, seus quadris se movendo freneticamente mais do que nunca.
Mordiscando seu clitóris, levantou a mão suavemente sobre os fios ruivos do irmão, agarrando-se neles sem pudor antes de deslizar a mão arranhando o corpo dele, para então voltar-se ao corpo de Hermione.
— George! — Fred rosnou para seu irmão. — Você não está ajudando, desgraçado.
Hermione não tinha idéia do que ele estava falando e não poderia ter se importado menos no momento. Seu corpo era uma massa pulsando prazer. Ela estava tremendo, o prazer tão duro doía. Agarrando a mão de Fred, ela apertou-a contra sua boca, chupando os dedos desesperadamente. Ela ouviu seu gemido áspero atrás dela quando ele arrastou seus quadris com força, seu corpo latejante dentro dela. O sentimento, juntamente com a atração mais insistente dos lábios de George contra o clitóris dela, fez com que se inclinasse diante do prazer. O primeiro espasmo surgiu e ela gemeu, o som quase de dor. Seu controle sobre o cabelo de George estava mais preciso.
— Não pare. — Ela implorou, mesmo quando sentiu-se contra o prazer insuportável.
Onda após onda da intensa sensação subindo por ela através dos garotos que se entregavam ao prazer, eventualmente, teve que empurrar a cabeça longe, muito sensível para manter-se sã. Sentindo-se de volta contra o peito de Fred, ela gemeu de contentamento.
— Isso foi incrível. — Ela murmurou. — Eu acho que não consigo sequer me mover.
George se logo cambaleou para cima do corpo deles, deixando-se senti-los relaxar com um gemido.
— Eu não sei por que não fizemos isso antes. — Disse ele, sua voz rouca. —
— Mas vamos fazê-lo novamente em breve. — Fred terminou sorridente.
NOTA DA AUTORA: Então, o que acharam? Espero que tenham gostado, não levo muito jeito com esse tipo de fanfic. Deixem seus comentários, eles me dão idéia sobre o que acharam da história e me motivam a escrever outras! Obrigado por lerem.