FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

18. Cap Dezoito


Fic: Os delírios de Consumo de Gina Weasley


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

DEZOITO

No dia seguinte, acordo às seis da manhã. É patético, eu sei, mas estou tão animada quanto uma criança no dia de Natal (ou como eu no dia de Natal, para ser totalmente honesta).

Fico na cama, dizendo a mim mesma para ser adulta, permanecer deitada e não pensar nisso, mas simplesmente não consigo resistir. Minha mente está tomada pelas imagens das pilhas de jornais em todas as bancas do país. De todos os exemplares do Daily World sendo deixados nos tapetes de entrada das pessoas nesta manhã, todas as pessoas que vão estar abrindo seus jornais, bocejando, imaginando quais serão as notícias do dia.

E o que elas verão?

Elas vão ver o meu nome! Ginevra Weasley impresso no Daily World!. Minha primeira matéria assinada num jornal de circulação nacional. "Por Ginevra Weasley ." Não soa legal?

"Por Ginevra Weasley ."

Sei que o artigo entrou porque Eric Foreman me telefonou ontem à tarde e me contou que o editor estava realmente satisfeito com ele. E o puseram numa página colorida, portanto o retrato de Janice e Martin estará em cores. Realmente importante. Não consigo acreditar. O Daily World!

Mesmo enquanto estou deitada aqui, me ocorre que já há uma pilha inteira de Daily Worlds na banca de jornal e nas lojas virando a esquina. Uma pilha inteira de exemplares intocados, fechados. E o jornaleiro abre às... a que horas? Seis, se não me falha a memória. E são seis e cinco. Portanto, teoricamente, eu poderia ir lá e comprar um agora mesmo, se quisesse. Eu poderia simplesmente levantar, vestir alguma roupa, ir até a banca e comprar um exemplar.

Não que eu fosse, claro. Não estou tão triste e desesperada para correr lá logo que a loja abre, só para ver meu nome. Quero dizer, por quem você me toma? Não, eu vou apenas passear até lá, casualmente, mais tarde — talvez às onze ou meio-dia — pegar o jornal e dar uma olhada com um interesse moderado e depois andar de volta para casa.

Provavelmente nem vou me preocupar em comprar uma cópia. Quero dizer, já vi meu nome impresso antes, não vi? Não é grande coisa. Não é razão para se compor uma musica e sair dançando.

Vou virar para o outro lado e voltar a dormir. Não posso entender por que acordei tão cedo. Devem ser os passarinhos ou algo assim. Humm... fecho os olhos, afofo o travesseiro, penso em alguma outra coisa... fico pensando o que comerei de café da manhã quando levantar?

Mas nunca vi meu nome no Daily World, vi? Diz uma vozinha na minha cabeça. Nunca o vi num jornal de circulação nacional.

Oh, Deus, isto está me matando. Não consigo esperar mais, preciso ver.

Subitamente levanto da cama, jogo uma roupa no corpo e desço a escada na ponta dos pés. Quando fecho a porta, sinto-me como a garota daquela musica dos Beatles sobre sair de casa. Lá fora o ar está fresco e revigorante, e a rua está absolutamente quieta. Nossa, é bom estar de pé cedo. Por que eu não levanto às seis com mais freqüência? Eu deveria fazer isto todos os dias. Uma caminhada energizante antes do café, como as pessoas fazem em Nova York. Queimar muitas calorias e depois voltar para casa e tomar um café da manhã saudável de aveia e suco de laranja fresco espremido na hora. Perfeito. Este será meu novo regime.

Mas quando chego no pequeno correr de lojas, meu coração começa a bater e, sem querer, diminuo as passadas para um passo de funeral. Agora que estou aqui, começo a me sentir um pouco nervosa. Não estou realmente certa de que quero ver meu nome impresso. Talvez eu só compre uma barra de chocolate Mars Bar para mim e volte para casa. Ou uma Mint Aero, se tiver.

Com cautela, empurro a porta e recuo ao som do "ping!" quando abre. Eu realmente não quero chamar atenção para mim esta manhã. E se o rapaz atrás do balcão leu meu artigo e achou um lixo? Ah, Deus, isto está acabando com os meus nervos. Eu nunca deveria ter me tornado uma jornalista. Eu deveria ter sido uma esteticista, como sempre quis. Talvez não seja tarde demais. Vou fazer um outro curso, abrir minha própria loja...

— Olá, Gina!

Olho e sinto meu rosto repuxar de surpresa. Martin Longbottom está de pé ao lado do balcão, segurando um exemplar do Daily World.

— Eu estava acordado, por acaso — explica ele meio embaraçado. — Pensei em vir até aqui, dar uma olhadinha...

— Ah — digo. — Erm... eu também. — Encolho os ombros mostrando indiferença. — Já que estava mesmo acordada...

Meus olhos caem no jornal e sinto meu estômago virar. Ah, Deus. Vou morrer de nervoso. Por favor, pelo menos que eu morra depressa.

— E então, que tal... que tal está? — digo numa voz estrangulada.

— Bem — diz Martin, olhando para a página como que perplexo. — É mesmo grande. — Ele vira o jornal ao contrário para ficar de frente para mim, e eu quase ajoelho por cima.

Lá, bem colorida, está uma fotografia de Martin e Janice, olhando para a câmera com um olhar infeliz, logo abaixo do título :

CASAL ROUBADO POR EMPRESÁRIOS GANANCIOSOS DA FLAGSTAFF LIFE.

Um pouco trêmula, pego o jornal de Martin. Meus olhos correm pela página até a primeira coluna de texto... e lá está! "Por Ginevra Weasley." É meu nome! Sou eu!

Há um "ping" na porta da loja e nós dois olhamos. E, para meu completo espanto, lá está papai.

— Ah — diz ele e tosse embaraçado. — Sua mãe quis que eu comprasse um exemplar. E já que eu estava mesmo acordado...

— Eu também estava — diz logo Martin.

— Sim, e eu também — digo.

— Bem — diz papai. — E então, saiu à matéria?

— Ah, sim — digo. — Está aqui. — Viro o jornal de forma que ele possa ver.

— Nossa! — diz ele. — E grande, não é?

— A fotografia está boa, não acha? — diz Martin entusiasmado. — Realça bem as flores das cortinas.

— Sim, a foto está ótima — concordo.

Não vou me rebaixar perguntando o que achou do artigo. Se ele quiser elogiar o que escrevi, vai fazê-lo. Se não, então realmente não importa. O que importa é que eu estou orgulhosa do que escrevi.

— E Janice está muito bem, eu achei — diz Martin, ainda admirando a fotografia.

— Muito bem — concorda papai. — Talvez um pouco melancólica.

— Sabe, esses profissionais, eles sabem como iluminar uma foto — diz Martin. — A maneira como a luz do sol cai exatamente aqui, no seu...

— E o meu artigo? — resmungo. — Você gostou dele?

— Ah, está muito bom! — diz Martin. — Desculpe, Gina, eu devia ter dito! Ainda não li todo, mas parece ter captado a situação muito bem. Faz de mim um herói! — Ele franze a testa. — Apesar de nunca ter lutado nas Falklands, você sabe.

— Ah, tá — digo apressada. — Bem, na verdade, isso não vem ao caso.
— Então você escreveu tudo isto ontem? — diz papai. — Naquela máquina de escrever? — Ele parecia boquiaberto.

— Sim — digo eu satisfeita. — Parece bom, não é? Já viu meu crédito? "Por Ginevra Weasley."

— Janice vai vibrar de emoção — diz Martin. — Vou comprar dois exemplares.

— Eu vou comprar três — diz papai. — Sua avó vai adorar ver isto.

— E eu vou comprar um — digo. — Ou dois, talvez. — Displicentemente pego um monte e jogo-os no balcão.

— Seis exemplares? — diz o vendedor. — Tem certeza?

— Preciso deles para meus arquivos — digo e coro levemente.

Quando chegamos em casa, minha mãe e Janice estão esperando na nossa porta de entrada, desesperadas para ver um exemplar.

— Meu cabelo — lamenta Janice logo que vê a fotografia. — Parece horrível! O que fizeram com ele?

— Não parece não, amor! — protesta Martin. — Você está muito bem.

— Suas cortinas estão lindas, Janice — diz minha mãe, olhando por cima de seu ombro.

— Estão mesmo, não é? — diz Martin ansioso. — E justamente o que eu disse.

Desisto. Que espécie de família termo eu, que está mais interessada em cortinas do que em jornalismo econômico de alto nível? Mesmo assim, não me importo. Estou hipnotizada pelo meu crédito. "Por Ginevra Weasley." "Por Ginevra Weasley."

Depois de todos terem olhado bem o jornal, minha mãe convida Janice e Martin para tomarem o café da manhã conosco, e papai serve o café. Há uma atmosfera um pouco festiva pelos acontecimentos, e todos ficam rindo muito. Acho que nenhum de nós consegue realmente acreditar que Janice e Martin estão no Daily World. (E eu, claro. "Por Ginevra Weasley.")

Às dez horas, dou uma fugida e telefono para Eric Foreman. Só casualmente, você sabe. Para ele saber que eu vi.

— Parece bom, não é? — diz ele alegre. — O editor está realmente interessado nesta série, portanto, se você tiver alguma outra história como esta é só me dizer. Gosto de seu estilo. Perfeito para o Daily World.

— Excelente — digo, apesar de não estar bem certa se aquilo é um elogio ou não.

— Ah, e antes que desligue — acrescenta — é melhor você me dar seus dados bancários.

Meu estômago dá um nó desagradável. Por que Eric Foreman quer meus dados bancários? Merda, ele vai examinar se minhas próprias finanças estão em ordem ou algo assim? Ele vai avaliar meu crédito?

— Hoje em dia tudo é feito por transferência — diz ele. — Quatrocentas libras. Está bem?

O quê? O que ele...

Ah, meu Deus, ele vai me pagar. Mas claro que vai. Claro que vai!

— Está bem — ouço-me dizer. — Nenhum problema. Já vou, hã... lhe dar o número da minha conta, certo?

Quatrocentas libras! Penso confusa enquanto procuro meu talão de cheques. Num piscar de olhos! Quase não acredito.

— Excelente — diz Eric Foreman, anotando os detalhes. — Vou preparar isso para você com a contabilidade. — Depois faz uma pausa. — Diga-me, você estaria disponível para escrever reportagens mais gerais? Histórias de interesse humano, esse tipo de coisa?

Se eu estaria disponível? Ele está brincando?

— Claro — digo, procurando não parecer entusiasmada demais. — Na realidade... é provável que eu prefira isto a finanças.

— Ah, certo — diz ele. — Bem, vou ficar de olho em temas que possam adequar-se a você. Como eu disse, acho que você tem o estilo certo para nós.

— Ótimo — digo. — Obrigada.

Quando coloco o fone no gancho, tenho um enorme sorriso no rosto. Tenho o estilo certo para o Daily World! Ah! Finalmente descobri meu lugar!

O telefone toca outra vez, e eu atendo, achando que já é Eric Foreman me oferecendo mais um trabalho.

— Alô, Ginevra Weasley — digo numa voz profissional.

— Ginevra — diz a voz rude de Harry Potter, e meu coração gela. —Você poderia por favor me dizer que diabos está acontecendo?

Merda.

Merda, ele parece realmente zangado. Por um momento estou paralisada. Minha garganta está seca, minha mão está suando em volta do fone. Ah, Deus. O que vou dizer?

O que vou dizer a ele?

Mas espera aí. Eu não fiz nada de errado.

— Não sei do que você está falando — digo, ganhando tempo. Fique calma, digo a mim mesma. Calma e fria.

— Sua tentativa espalhafatosa no Daily World — diz ele sarcástico. — Sua historinha tendenciosa, desequilibrada, provavelmente difamatória.

Por um segundo fico tão chocada que não consigo falar. Tendenciosa? Difamatória?

— Não é tendenciosa! — digo finalmente. — É um bom artigo. E certamente não é difamatório. Posso provar tudo o que disse.

— E suponho que ouvir o outro lado da história teria sido inconveniente — ele vocifera. — Imagino que você estava ocupada demais escrevendo sua prosa brilhante para procurar a Flagstaff Life e pedir sua versão dos fatos. Preferiu ter uma boa história do que estragá-la com uma visão equilibrada.

— Eu tentei ouvir o outro lado da história! — exclamo furiosa. — Telefonei para sua estúpida empresa de RP ontem e disse a eles que estava escrevendo o artigo!

Faz-se silêncio.

— Com quem falou? — diz Harry.

— Cho — respondo. — Fiz a ela uma pergunta clara sobre a política da Flagstaff de trocar de fundos, e ela me afirmou que retornaria. Eu disse a ela que tinha um prazo urgente.

Harry faz um suspiro impaciente.

— Que merda você estava fazendo falando com Cho? A Flagstaff é minha cliente, não dela.

— Eu sei! Eu expus isso a ela! Mas ela argumentou que você era um homem muito ocupado e ela podia lidar comigo.

— Você comentou que estava escrevendo para o Daily World?

— Não — respondo eu, e sinto-me ruborizar levemente. — Não especifiquei para quem eu estava escrevendo. Mas teria informado a ela se tivesse me perguntado. Ela simplesmente não ligou. Simplesmente deduziu que eu não poderia jamais estar fazendo alguma coisa importante. — Sem querer, minha voz se eleva de emoção. — Bem, ela estava errada, não estava? Vocês todos estavam errados. E talvez agora comecem a tratar todo mundo com respeito. E não apenas as pessoas que vocês acham que são importantes.

Termino, um pouco ofegante, e faz-se um silêncio desconcertante.

— Ginevra — diz Harry finalmente — se isto tudo tem a ver com o que aconteceu entre nós naquele dia, se isto é alguma espécie de vingança mesquinha...

Deus, agora eu realmente vou explodir.

— Não se atreva a me insultar! — grito. — Não tente inventar que isto é alguma espécie de coisa pessoal, droga! Não tem nada a ver com aquilo! A incompetência da sua empresa é que deve ser responsabilizada! Eu fui absolutamente profissional. Dei a vocês todas as chances de dar seu lado da história. Todas as chances. E se vocês estragaram tudo, a culpa não é minha.

E sem dar a ele a chance de responder, bati o telefone.

Sinto-me bastante trêmula quando volto para a cozinha. Pensar que já gostei de Harry Potter. Pensar que fui à mesa dele no Terrazza. Pensar que deixei ele me emprestar vinte libras. Ele é um arrogante, egocêntrico, chauvinista...

— Telefone! — diz mamãe. — Devo atender?

Ah, Deus. Vai ser ele de novo, não é? Telefonando de volta para se desculpar. Bem, ele não precisa pensar que me vence tão facilmente. Afirmo cada palavra que eu disse. E vou dizer-lhe isto. De fato, vou acrescentar que...

— É para você, Gina — diz minha mãe.

— Está bem — digo calma e me dirijo ao telefone. Não me apresso, não entro em pânico, sinto-me completamente controlada.

— Alô? — digo.

— Gina? Eric Foreman.

— Ah! — respondo surpresa. — Oi!

— Algumas novidades sobre seu artigo.

— Ah, sim? — digo, procurando soar calma. Mas meu estômago está agitado. E se Harry Potter falou com ele? E se eu fiz realmente alguma coisa errada ? Ah, merda, eu averiguei todos os fatos, não foi?

— Acabei de falar com o Morning Coffee ao telefone — diz ele. —Você sabe, o programa de televisão? Rory e Emma. Estão interessados na sua reportagem.

— O quê? — digo meio boba.

— Eles estão fazendo uma nova série sobre finanças. "Administrando seu Dinheiro." Toda semana recebem um especialista financeiro, dizem aos telespectadores como controlar suas finanças. — Eric Foreman abaixa a voz. — Francamente, eles estão ficando sem assunto. Já fizeram hipotecas, cartões de lojas, aposentadorias, todos os assuntos normais...

— Certo — digo, procurando soar inteligente. Mas enquanto suas palavras vão entrando lentamente, sinto-me um pouco perplexa. Rory e Emma leram meu artigo?

Rory e Emma de verdade? Tenho uma visão repentina deles segurando o jornal juntos, empurrando-se um ao outro para terem uma boa visão.

Mas claro, isto é tolice, não é? Eles teriam um exemplar cada um.

— Portanto, de qualquer modo, eles querem ter você no programa amanhã de manhã — Eric Foreman está dizendo. — Falar sobre essa história de bonificação, avisar aos telespectadores para tomarem cuidado. Está interessada neste tipo de coisa? Se não estiver, posso facilmente dizer a eles que está muito ocupada.

— Não! — digo rapidamente. — Não. Diga-lhes que estou... — engulo em seco. — interessada.

Quando desligo, sinto-me quase desmaiando. Não posso acreditar. Vou aparecer na televisão.































BANK OF HELSINKI
HELSINKI HOUSE
124 LOMBARD ST
LONDRES EC2D 9YF


Ginevra Weasley
a/c William Green Recrutamento
39 Farringdon Square
Londres EC4 7TD

27 de março de 2000

Hyvä Ginevra Weasley

Oli erittäin hauska tavata teidät viime viikolla, vaikka tapaaminen jäikin lyhyeksi. Olitte selvästi hermostunut, mikä on aivan ymmärrettääv". Siitä huolimatta minä ja kollegani ihailimme tavallisuudesta poikkeavaa luonteenlaatuanne. Olemme varmoja, että teistä olisi yhtiöllemme paljon kyötyä, ja mielellämme tapaisimme teidät uudestaan, ehkä lounaan merkeissä.

Haluaisin onnitella teitä suurenmoisesta artikkelistanne "Daily World" — lehdessä. Olette selvästi taitava ilmaisemaan ajatuksianne, ja on suuri ilo päästä pian keskustelemaan kanssanne äidinkielelläni. Toivoisin että ottaisitte minuun yhteyttä yllä mainitulla osoitteella.

Parhain terveisin

Ystävällisesti

Jan Virtanen
















Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.