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31. Compreendendo Harry


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


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“Mione,” Ron suspirou, ao se acomodar ao lado dela e senti-la mexendo em seus cabelos.


 


 “Hummmmm?” ela gemeu um segundo antes de seus lábios encontrarem seu caminho no pescoço dele.


 


“No caso de eu não falar pra você mais tarde, porque Harry está aqui e tudo mais,” ele falou, encostando-se ainda mais em seu corpo. “Eu te amo.”


 


 “Eu sei,” Hermione sussurrou com sua boca bem perto da orelha dele. “Agora cale-se e me mostre.”


 


Com prazer, pensou Ron, fechando seus olhos e saboreando a sensação que a mão dela fazia ao deslizar sob sua camisa e explorar suavemente seu tórax. Podia realmente sentir o calor de seus dedos enquanto ela passava-os levemente sobre seu peito, antes de deslizá-los para abaixo de seu estômago. Então sem aviso, seus agradáveis dedos abandonaram sua pele e seu corpo morno afastou-se dele.


 


Merda! Ron xingou ao abrir seus olhos para ver por que ela o tinha deixado “Tudo bem, amor?” perguntou, aliviado em perceber o desejo queimando em seus brilhantes olhos castanhos.


 


Antes de responder, Hermione retirou seus sapatos, agarrou a bainha de seu colete de trico e puxando-a arrancou-o pela cabeça. “Bem,” ela disse, abaixando-se de volta ao lado dele e sustentando-se em seu cotovelo para poder assim admirá-lo. “Você não vai dormir com seus sapatos, vai?” perguntou com um sorriso travesso.


 


“Não, eu suponho que não,” ele riu, usando seus dedos do pé para tirá-los. “Você gostaria que eu tirasse mais alguma coisa?” Ron perguntou com um sorriso torto.


 


“Eu vou deixar isso pra você decidir,” Hermione respondeu, empurrando-o para trás, antes de colocar-se sobre ele, e de cobrir sua boca com a dela.


 


Em algum lugar no fundo de sua mente, uma pequena, irritante voz manteve-se tentando dizer-lhe que não deviam fazer aquilo. Dean e Colin estavam mortos. Harry e Ginny estavam péssimos. Tinham se trancado em seus próprios quartos e estava cada um tentando cuidar de tudo que tinha acontecido a seu modo. E onde ele estava? Estava fazendo qualquer coisa para ajudar-lhes? Não, ele estava deitado no chão agarrando sua namorada.


 


Ele estava fazendo o que sempre fazia quando algo o incomodava; estava tentando distrair-se. Ele queria se esquecer da guerra. Queria se esquecer das mortes. Queria se esquecer de tudo e se concentrar somente em Hermione. Mas isso era realmente assim tão errado? Por que não poderia manter o mundo lá fora um pouco de vez em quando? Não era isso que Harry e Ginny estavam fazendo? Melhor que procurar alívio na solidão, ele se consolava nos braços da namorada. Mas oferecia-lhe conforto também, e não era isso que importava realmente? Não estava sendo egoista. Ele estava consolando Hermione. Eles estavam confortando um ao outro. Ao contrário de seu melhor amigo ou de sua irmã, ela queria estar com ele. Ela tinha procurado por ele. Ela necessitava dele e ele ia cuidar dela.


 


 


Se ela queria namorar, era isso que eles iam fazer, Ron disse a si mesmo ao envolver Hermione pela cintura com seus braços e beijá-la de volta entusiasticamente. Tudo que lhe importava agora era ela. Ele queria se perder nela e deixar que ela se perdesse nele. O resto do mundo, e todos que estivessem nele teriam apenas que esperar até amanhã. Naquela noite, ele pertencia a ela.


 


Ron abriu sua boca ligeiramente, mas antes que ele pudesse aprofundar o beijo, a língua de Hermione mergulhou pela abertura e enroscou-se na dele. Com um gemido macio, rolou-os para o lado e beijou-a ferozmente. Lutando com o impulso de rasgar a blusa dela, Ron segurou-a e começou a desabotoá-la com os dedos tremulos. Isso levou mais tempo do que ele gostaria, mas eventualmente ele chegou no último botão. No instante em que terminou, abriu a camisa e colocou ambas suas mãos em seu peito.


 


 “Espere,” ela sussurrou baixinho, colocando suas próprias mãos no peito dele e dando lhe um empurrão.


 


“O que...”


 


 “Shhhh,” ela silvou, ficando de joelhos e apoiando-se neles para conseguir impulso pra levantar.


 


Ron poderia ouvi-las agora; as vozes no corredor, e estavam chegando mais perto pelo barulho. Rezando que fossem somente os membros da Ordem saindo e não sua mãe os procurando, olhou fixamente para a porta com expectativa.


 


Hermione não perdeu tempo em recolocar sua camisa. Ela somente enfiou o colete pela cabeça ao se levantar e andar nas pontas dos pés até a porta.


 


Ron suspirou aliviado silenciosamente quando as vozes murmuradas desapareceram. Quem quer que fosse devia ter passado em frente ao quarto que tinham se escondido e haviam prosseguido para o salão.


 


 “O que você está fazendo?”, ele sussurrou de forma urgente, quando Hermione abriu a porta e perscrutou lá fora.


 


 “É Bill,” ela murmurou, enquanto ele saltava e cruzava o quarto até parar ao lado dela.


 


“Uau,” Ron expirou, quando observou atentamente o seu irmão mais velho. Ele estava uma sujeira absoluta. Pelo que podia ver, sua camisa tinha sido rasgada, coberta de fuligem e estava realmente um bocado ensangüentada. Mesmo assim, pareceu estar, devido às circunstâncias melhor do que a sua pele. Mesmo nesta distância, Ron podia perceber as escoriações e os arranhões que escorriam pelos braços de seu irmão. Ele claramente havia passado o diabo.


 


“Tenha certeza de por mais dessa poção depois do banho”,Tonks disse calmamente, apontando para a gosma verde que sujava a testa de Bill.


 


 “Sim, Mãe”,Bill respondeu rindo quando as bochechas de Tonks coraram.


 


 “Oh, essa é boa,” ela revidou, ao pararem ao lado da porta da frente. “E eu suponho que se eu voltasse de uma missão parecendo que tinha sido acorrentado à parte traseira do Noitibus e claramente arrastado através da Inglaterra, você não ficaria extremamente preocupado?” disse, chicoteando sua varinha e usando-a para destravar a porta. “Engraçado”,continuou. “Porque eu recordo, em primeiro lugar você não quis nem mesmo que eu fosse na missão. E sou eu que estou te Molly-mimando?”


 


Touché, pensou Hermione com um sorriso ao perceber as orelhas de Bill tornarem-se vermelhas. Mesmo com toda aquela sujeira o cobrindo, aquelas orelhas Weasley dele tinham-no traído.


 


“Bill e Tonks?” Ron murmurou para ela silenciosamente, um lampejo malicioso em seus olhos que a lembraram de seus irmãos gêmeos. “O que aconteceu com a Fleur?”, perguntou em um sussurro.


 


 “Quem se importa?” Hermione sussurrou de volta, lutando com o impulso de olhar de cara feia. No que dizia respeito a ela aquela piranha francesa não era boa o bastante para Bill, ou qualquer um dos Weasleys no que dizia aquele assunto. Ela era arrogante, vaidosa, e tão cheia de si mesma para pôr os sentimentos ou necessidades de alguém acima dos seus próprios.


 


 “Então está certo,” Tonks disse, acariciando Bill no rosto quando ele não respondeu. “Eu vou aparatar pro trabalho agora e agir como se eu não soubesse o que diabos está acontecendo,” ela continuou, andando para o lado de fora da porta e então parando inesperadamente nos degraus gastos. “Tenha esperança de que eu não seja demitida,” ela adicionou, sem incomodar-se em voltar-se na direção dele. “Porque se eu for, eu vou voltar e eu farei com que o que Dolohov lhe fêz pareça como…”


 


 “O QUE!” Ron gritou, muito mais alto do que pretendia, fazendo seu irmão e Tonks girassem ao redor e encarassem a entrada da porta onde ele estava.


 


 “Shush!” Hermione silvou, acotovelando-o nas costelas e apontando para as cortinas comidas por traças que escondiam o retrato da Sra. Black, que misericordiosamente não tinham aberto.


 


 “O que vocês dois estavam fazendo lá dentro?” Tonks perguntou baixo, voltando para dentro da casa, e fechando a porta atrás dela.


 


 “Eu diria que é razoavelmente óbvio o que eles estavam fazendo,” Bill respondeu com um falso sorriso, ao notar a aparência desalinhada de Ron e Hermione. “É melhor vocês dois terem cuidado. Mamãe ainda está na cozinha.”


 


 “Nós estávamos dormindo,” Hermione mentiu com uma cara impassível, tentando soar ofendida.


 


“Uh huh,” Bill riu quando as orelhas de Ron avermelharam, para a mortificação de sua companheira.


 


Aquelas malditas orelhas Weasley.


 


 “Não é nossa culpa se nós dois fomos expulsos para fora de nossos quartos,” Ron murmurou defensivamente. “E não mude o assunto. Como Dolohov atacou-o quando você estava em Bristol e ele estava preso em Azkaban?”


 


Tonks moveu-se incômodamente quando Bill olhou de relance para ela e disparou então um olhar para os degraus que conduziam para baixo à cozinha.


 


 “Bom?” Ron exigiu. “Aquele bastardo atacou Hermione e…”


 


“Ron, acalme-se.”


 


 “… se ele estiver livre, eu… ela tem o direito de saber.”


 


 “Oh está bem,” Bill sussurrou, movendo-se mais perto da porta em que seu irmão estava. “Estará em todos os jornais da manhã de qualquer maneira. Apesar de que,” disse, olhando de relance para a cozinha mais uma vez apenas para certificar-se que sua mãe não estava ao redor, “você não ouviu isto de mim.”


 


“Sim, que seja”, Ron aceitou prontamente.


 


 “Todos aqueles ataques”, Bill respondeu com cuidado, “eram apenas uma diversão para jogar o Ministério no caos. Quando Fudge mandou seus aurores se espalharem por todo maldito território do país, Voldemort e seu pequeno bando de seguidores deslizaram para Azkaban e prepararam eles mesmos uma pequena e agradável fuga da prisão.”


 


“Viado!” Ron grunhiu. “Malfoy?”


 


Bill assentiu e então continuou, “junto com Dolohov, Macnair, Mulciber, e Rodolphus Lestrange. A maioria deles caiu fora assim que nós chegamos, mas Lestrange ficou pra trás para tentar libertar seu irmão. Eu teria pegado ele também, se Dolohov não tivesse chegado por trás de mim e tentado me acertar com um feitiço cortante”.


 


 “Que nunca aconteceria se você me deixasse fazer o meu trabalho,” Tonks resmungou em voz baixa.


 


 “Felizmente Hagrid estava lá e manobrou para pegar com a maior parte da maldição,” Bill disse, ignorando seu comentário. “Não se preocupe,” adicionou quando Hermione arfou e cobriu sua boca. “Ele está bem. Hagrid é muito grande para um feitiço cortante fazer danos reais. Tudo que fez foi arranhá-lo. Vocês deviam ter visto aquele merdinha virar de costas e correr. Ainda assim, deu a Lestrange o tempo que ele precisava para escapar. De qualquer forma ele teve que deixar seu irmão para trás”.


 


 “Ron!” Hermione ralhou, quando uma serie de imprecações abafadas saiu de sua boca.


 


 “Este é uma maldita maravilha”, ele continuou, olhando de relance para Hermione ansiosamente. De todos aqueles bastardos desprezíveis tinha que ser eles não é? “Então”, Ron disse, tentando esconder sua ansiedade como se fosse outra coisa, “você vai contar para o Harry, ou eu vou?”


 


 “Eu faço isso”, Hermione suspirou, sabendo que Ron não gostava de ser o portador de más notícias.


 


 “Venha cá”, ele disse, não obstante seu irmão e Tonks, ao juntar sua mão com a de Hermione e a puxar de volta ao seu quarto temporário. “Amanhã será um longo dia. É melhor dormimos um pouco”.


 


********************


 


Hermione não disse uma palavra quando Ron guiou-a de volta ao seu cobertor. Estava com medo de falar; medo que sua voz traisse seus sentimentos. Sob circunstâncias normais, poderia esconder suas emoções, uma vez que separasse sua mente, conseguiria. Era só uma questão de empurrá-los de lado e erguer uma parede mental em torno deles para impedi-los temporariamente de sair. Mas este dia tinha sido qualquer coisa fora do normal e sua mente estava literalmente girando. Havia assim muitos sentimentos que tentam quebrar com aquela parede que não tinha nenhuma possibilidade de esmagar a todos. No instante onde se concentrava em um e tentava conte-lo, outro aparecia em sua cabeça de forma desagradável. A aflição conduzia à culpa, que conduzia à vergonha, e à raiva de si mesma por abrigar aqueles tipos de sentimentos sobre Harry, quando nenhum deles era sua culpa. Era um círculo vicioso sem fim.


 


 “Não se preocupe”, Ron disse quando Hermione deitou-se no cobertor e virou-se de costas para ele, como se realmente quisesse ir dormir. “Eu irei com você”, ele adicionou, posicionando-se ao lado dela. “Nós podemos falar com ele juntos”.


 


“Está bem”, ela respondeu entediada.


 


“Mione?” Ron perguntou baixinho, colocando sua mão na parte lateral do corpo dela. “Você está bem?”.


 


“Estou”, disse, tentando manter sua voz firme. Mas era uma mentira. Ela sabia disso e suspeitava que Ron sabia também. Embora, misericordiosamente, ele não pedisse explicações à ela por isso. Ela era não somente grata para aquilo, era grata pelos seus braços fortes que estavam agora em torno dela e do calor de seu corpo quando ele pressionou-se de encontro a ela. Ela estava agradecida e miserável ao mesmo tempo.


 


Esta era a última vez em que ele estaria livre para abraçá-la desta maneira. Esta era a última noite que passariam juntos; a última vez que ela adormeceria em seus braços. Pela manhã tudo seria diferente. Ela não poderia tocá-lo. Não poderia beijá-lo. Não poderia lhe falar livremente. Se ela tivesse um pesadelo não poderia ir até ele. Ela teria que prestar atenção em si mesma em cada minuto do dia e ela odiava isso. Por quase um mês tinha tido a atenção total de Ron, mas aquilo estava a ponto de mudar. Ela estava perdendo ele; perdendo ele para Harry, e não havia nada que pudesse fazer a não ser se afastar e deixar acontecer.


 


“Está tudo bem, amor”, ele sussurrou depois de plantar um beijo suave bem próximo à sua orelha. “Eu não vou deixá-lo te machucar novamente. Eu prometo”.


 


 “O que?”, ela perguntou, tentando enganá-lo como se não soubesse sobre o que ele estava falando. Ele pensa que eu estou preocupada com Dolohov, ela percebeu. Suponho que eu deveria estar.


 


“Tudo bem admitir que você está com medo”, Ron continuou, abraçando-a um pouco mais forte.


 


“Mas eu não estou”, ela respondeu sinceramente. Eu deveria estar, mas não estou. Talvez isso só não tenha me atingido ainda.


 


“Aquele bastardo doente quase matou você”, Ron respondeu. “É claro que você está com medo”.Eu estou apavorado, ele pensou. “Mas eu não o deixarei feri-la outra vez”.


 


 “Não é como se ele estivesse atrás de mim especificamente”, ela disse, rolando de maneira a encará-lo. “Ele estava atrás da profecia. Eu apenas apareci no seu caminho”, ela adicionou, incerta de estar tentando tranquilizar Ron ou a si mesma. “Poderia facilmente ter sido Neville”.


 


“Ele não tentou matar Neville”.


 


 “Ele não precisou. Quando a varinha de Neville quebrou, ele já não era uma ameaça”.


 


Ron estudou a cara de Hermione atentamente como se suas palavras estivessem penetrando-o. Ele nunca tinha olhado para aquilo daquela maneira antes. Neville não era realmente muito ameaçador, mesmo com sua varinha. Não mesmo conseguia atingir seu alvo, na metade do tempo. Não que isso importasse realmente. Por que Dolohov tentou matar Hermione e não Neville não era realmente importante. O que importava era que tinha tentado matá-la e se dessem oportunidade, ele provavelmente tentaria outra vez. Como ela podia não estar com medo?


 


“Se não é Dolohov, então o que é?” Ron perguntou, sabendo que algo a incomodava.


 


“Nada”, ela respondeu, desviando seus olhos.


 


“Não me venha com essa”, ele replicou rapidamente.


 


“”Não é... nada.” Hermione insistiu. “É bobagem.”


 


 “Você pode me dizer”, Ron disse, estendendo sua mão e acariciando seu rosto. “Eu não rirei. Eu prometo”.


 


 “É só que…” Hermione começou e então hesitou. Incapaz de terminar, ela deixou sua cabeça cair de encontro ao peito dele e tentou lutar contra as lágrimas que ardiam seus olhos. Mas Ron era tão doce, e seu sentimento de perda era tão forte agora, que ela não poderia escondê-los por muito mais tempo.


 


 “Hermione?”, ele disse ansiosamente, ao sentir a umidade em sua camisa. “O que é foi?” Perguntou, abraçando-a protetoramente.


 


 “Eu sinto como se esta fosse nossa última noite juntos”, ela sussurrou entre fungadas.


 


“O que?” Ron questionou, entre chocado e preocupado.


 


 “Será diferente amanhã”, ela lamentou. “Tudo mudará. Eu sabia que isso aconteceria. Quero dizer, Harry necessita de você e eu compreendo, mas eu apenas não esperava que isso fosse acontecer tão cedo. Eu pensei que eu… que nós teríamos mais algumas semanas antes… e eu não estava preparada”.


 


 “Espere”, ele disse com pânico cada vez maior. “Você está falando como se nós fossemos voltar à maneira que as coisas eram… antes”.


 


 “Não. Não, é só que… sua… nossa atenção estava concentrada um no outro… em nós, como um casal, e agora não estará. Deus isso soa tão terrível”, ela exclamou. “Eu não acho que seja egoísmo, isso é só que… Eu sei que Harry necessita de você, mas isso vai ser diferente agora. Eu não poderei tocar em você e nós teremos que prestar atenção em nós mesmos todo tempo e…”


 


Mas ela encontrou-se incapaz de terminar quando Ron se inclinou para frente e beijou-a delicadamente. Não durou muito tempo, apenas alguns segundos, mas era bastante para silenciá-la. Quando ele se afastou, ela deixou sua cabeça cair de encontro ao seu peito outra vez e deixou-se levar. Poderia sentir suas mãos acariciar suas costas gentilmente enquanto ela soluçava em seus braços.


 


 “Hoje à noite você veio aqui para baixo me dizer adeus?”, ele perguntou pesaroso, quando as lágrimas dela secaram e o tremor nela diminuiu.


 


Melhor do que respondendo com palavras, Hermione assentiu simplesmente sua cabeça de encontro ao seu tórax e apertou-se ainda mais nele.


 


“Quando você ia me dizer?”.


 


 “Dizer-lhe o que?”, ela fungou. “Não havia nada para dizer que você já não soubesse”.


 


 “Eu não sabia que você… que você se sentia assim”, Ron falou, sua voz soando estranhamente tensa. “Que você pensa que Harry é mais importante do que você.”.


 


“Ele é”, Hermine respondeu de forma definitiva.


 


“Besteira.”.


 


 “Sempre tem sido vocês dois Ron. Tem sido assim desde o primeiro dia no trem. Há uma ligação entre vocês dois que eu não posso mexer. Eu sei disso. Eu sempre soube. E eu compreendo. É só que às vezes é duro ser a…”


 


“Terceira roda?”, ele perguntou, terminando o pensamento para ela.


 


“Isto é porque você não quer que Harry saiba sobre nós”, Hermione sussurrou, seus olhos úmidos se alargando com a repentina compreensão. “Você não quer que ele se sinta assim.”.


 


 “Eu não o quero que você se sinta assim também”, ele indicou simpaticamente. “Eu esperei isso de Harry, mas não de você. Você sempre se sentiu assim e eu apenas não vi? Inferno sangrento” murmurou em voz baixa quando Hermione não respondeu. “Me desculpe. Isso não é verdade”, ele assegurou-a. “Eu acho que, certo, existem coisas que nós falamos quando estamos juntos que nós não falamos com você. Coisas de garotos. Da mesma forma que você e Ginny conversam sobre coisas de garotas. É só… mais fácil. Mas há toneladas de coisas que você e eu falamos e que eu não compartilho com o Harry”.Como meus sentimentos, pensou.


 


 “Você não vê, apenas porque nós estamos ficando mais próximos não significa que as coisas irão mudar. Quer dizer, nosso relacionamento”, Ron adicionou, indicando a si mesmo e a Hermione, “mudará, obviamente. Para melhor. Mas não o meu com Harry. Ele sempre foi meu melhor amigo e sempre será. Quando precisar de mim eu estarei lá para ele, do mesmo jeito como eu estarei lá para minha outra melhor amiga, quando ela precisar de mim”, ele adicionou com um gracejo. “Não tem que ser um ou o outro, amor”, explicou, inclinando-se para frente e beijando-a na testa. “Aqui tem mais que o bastante de mim pros dois. Se você necessitar de algo” Ron informou-a, “tudo que você tem que fazer é pedir.”.


 


 “Eu sinto muito por você ter ficado no meio”, Hermione respondeu.


 


 “Eu não” Ron riu. “Não é assim. Não para mim de qualquer maneira. Realmente isso está é me lisonjeando. Mas, isso não significa que eu quero ver meus dois melhores amigos lutando por mim. Embora, isso seria um duelo espetacular”, gracejou.


 


“Eu não vou duelar com Harry por você.”.


 


“Eu não espero isso de você” Ron respondeu, tornando-se sensato uma vez mais. “Nem tampouco Harry irá duelar com você. Ele se colocará de lado do mesmo jeito que você está tentando fazer. Mas você não precisa. Nenhum de vocês. Eu acho que, sim, Harry está em um lugar ruim agora, e irá precisar de nós dois para ajudar a trazê-lo de volta, mas é sempre dessa maneira não é? Quer dizer nós fazemos isso há anos. É a mesma coisa que sempre foi. Você cuidando de mim, eu cuidando de você, e juntos, nós cuidamos de Harry.”.


 


“Então é simples assim, não é?” Hermione perguntou.


 


“Sim, é.”.


 


“A mesma coisa de sempre?”


 


“Sim” Ron concordou.


 


“Nós não costumávamos namorar.”.


 


“Sim, certo, então essa parte será diferente.”.


 


“E você não vai... deixar de lado?”


 


 “Deixar de lado?” Ron gritou, rolando sobre suas costas e puxando-a para cima dele. “Você está louca? Não há nenhuma maldita maneira de eu parar de fazer isso” ele declarou, passando as mãos em seu cabelo e beijando-a profundamente.


 


Não havia nada doce e macio naquele beijo. Ele era intenso e profundo e tão completamente apaixonado que fez Hermione gemer. Infelizmente, seus gemidos trouxeram à tona resultados inesperados. Antes de continuar então, se afastou dela, rindo baixo.


 


“Gostou disso, não foi?” Ele arreliou, sentando-se ereto e despindo suas calças em um movimento rápido.


 


“O que?” Ela disse, enquanto seus olhos vibraram excitados e ela tentou se concentrar nele. “O que você está fazendo?” Ela perguntou, quando notou que ele estava somente meio vestido.


 


 “Ficando pronto para a cama”, Ron respondeu com um sorriso malicioso. “Está quente aqui dentro. Você não esperava que eu dormisse com as minhas calças, não é?”.


 


“Eu acho que não.”.


 


 “Você pode querer retirar esse colete,” Ron disse, arrumando-se ao lado dela. “Porque irá ficar muito mais quente aqui, bem antes do que eu imagino”, adicionou, sua mão deslizando delicadamente pelo seu braço.


 


“É assim então?” Hermione perguntou, mordendo seu lábio inferior para impedir-se de sorrir.


 


“Merlin, Mione?” Ron gemeu, seus olhos colados em seu lábio inferior. “Você tem idéia de quão louco isso me deixa?”.


 


Esta foi a vez de Hermione rir. “Realmente?” Ela perguntou, arqueando uma sobrancelha para ele enquanto sentava e retirava seu colete de lã por sua cabeça. Ela foi incapaz de conter o sorriso quando os olhos de Ron cairam de seus lábios para seu peito. Tinha se esquecido de que não tinha se incomodado em recolocar sua camisa, mas claramente Ron não tinha. Seus olhos procuraram sua pele no instante em que ela a descobriu. Ele estava olhando-a fixamente agora faminto, lambendo seus lábios como um homem morto de fome que antecipa o gosto de uma refeição de quatro pratos que passou diante dele.


 


Sem pensar, Hermione abaixou-se e reuniu as laterias de sua camisa obstruindo a visão dele.


 


 “Mione?” Ron murmurou, seus olhos fixos agora em sua face, implorando.


 


“Pare de me encarar como se eu fosse um pedaço de carne de porco”, ela censurou.


 


 “Pedaço de carne de porco”, ele riu, agarrando seus antebraços e rebocando-a para baixo pra cima dele. “Acredite-me, você é qualquer coisa mais fina e lisa” ele zombou, imediatamente antes de reclamar seus lábios e administrar um beijo entorpecedor de mente.


 


Mas em vez de reclamar, Hermione pareceu somente muito feliz em participar. As mãos encontraram seu caminho no cabelo desgrenhado quase no mesmo instante que sua lingua se encontrou com a dele. Com ela estando por cima do jeito que estava, Ron podia trabalhar rápido com sua blusa. Antes mesmo que ela registrasse o fato que esta tinha sumido, ele mandou-a voando através do quarto.


 


“Ron!” Hermione gritou, sentando-se ereta e ficando montada sobre ele quando percebeu que estava de topless. “Pra que você fez isso?” Perguntou, procurando pelo chão por sua camisa descartada. “E se um de seus irmãos entrar? Eu não vou poder me cobrir?”


 


 “Ninguém pensará em olhar aqui dentro, amor” respondeu, sentando-se ereto e pressionando seus lábios em sua garganta.


 


“Eles pensarão se nos escutarem.”


 


“Nós ficaremos quietos” ele murmurou, empurrando os cabelos dela para o lado para permitir a ele um melhor acesso.


 


“Não é esse o ponto” Hermione protestou, mas seu coração não estava realmente reclamando. Seus olhos já tinham fechado e sua cabeça estava começando cair para trás em entrega. “Sou eu que estou exposta aqui.”


 


“Não exposta o bastante” Ron sussurrou, ao deslizar as alças de seu sutiã para baixo de seus ombros para garantir que o trajeto que sua boca fazia estaria desimpedida.


 


“Não deixe marca” Hermione gemeu, uma mão pendendo sobre sua cabeça e enredando em seu grosso cabelo vermelho uma vez mais.


 


“Eu sei, amor” Ron murmurou. Aquele não era um erro que iria cometer outra vez. Não no pescoço dela de qualquer maneira. Mas não havia nada que impedisse sua boca de ir um bocado mais suavemente e demorado nos lugares que Harry e seus irmãos nunca veriam. Apenas a barreira fina de algodão cobrindo a área que mais desejava.


 


Isso tem que sair, ele decidiu ao descarregar uma trilha de beijos macios através do ombro de Hermione e começar seu caminho para baixo de sua clavícula. Infelizmente, Ron ainda não tinha nenhuma idéia de como soltar um sutiã. Hermione sempre tinha feito essa parte para ele. Isso pareceu tão fácil quando ela fez. Ela não precisou nem mesmo usar as duas mãos. Mas deve haver algum macete, ele lamentou, porque quando alcançou as costas dela e tentou soltá-lo ele mesmo, a maldita coisa recusou a se mover.


 


Então em vez de ajudar-lhe, Hermione começou a dar risadinhas, para desgosto de Ron.


 


“Um pouquinho de ajuda seria muito bem vinda” ele murmurou.


 


“Não desta vez” Hermione arreliou. “Se você quer tirar isso; você terá que fazê-lo por si mesmo.”


 


Desafio aceito, pensou Ron, tirando seus lábios de cima do corpo dela podendo assim olhá-la. Assim que seus olhos se encontraram, ele sorriu malicioso, então agarrou a parte dianteira da ofensiva peça e empurrou-a para baixo violentamente, parando quando seus seios e ambos os mamilos estavam descobertos.


 


“Isso não foi exatamente justo” Hermione proclamou, enquanto via Ron contemplando seu corpo exposto.


 


“A bruxa mais brilhante que eu conheço me disse uma vez que tudo é justo no amor e na guerra” ele disparou de volta, sua voz rouca de desejo.


 


“Bobo” Hermione riu, alcançando suas costas, liberando o fecho e permitindo que seu sutiã caisse sobre o colo de Ron.


 


Seu coração martelva descontroladamente em seu peito, Ron descansou de volta sobre seus cotovelos e estudou o jeito como o desarrumado cabelo marrom de Hermione estava agora caindo como uma cascata sobre seus seios, destacando-os. Sem tirar os olhos dela, moveu-se em direção a ela e cobriu-a com uma das mãos. Quase imediatamente, ele sentiu seu mamilo endurecer e fazer pressão contra sua palma enquanto ele a acariciava.


 


Hermione gemeu suavemente enquanto movia-se para baixo e juntava seus longos cabelos para cima com as mãos. Enquanto ele olhava, ela suspendeu os braços acima de sua cabeça, dando a Ron acesso completo a ela.


 


Arrancando seus olhos longe do peito dela, Ron olhou de relance acima para seu rosto, procurando por consentimento. Os olhos de Hermione estavam fechados firmemente, mas suas ações eram bastante para que ele prosseguisse com um pouco mais de confiança. Seu corpo inteiro agora estava em brasa, Ron sentou-se uma vez mais, enterrando seu rosto entre os seios dela, e beijando o vale entre eles enquanto continuava a afagar seus generosos bicos com as pontas dos dedos.


 


Hermione choramingou quando ele finalmente removeu sua mão de seu seio e substituiu-o por sua boca, afagando seu mamilo com a lingua. O som era bastante para estimulá-lo, e logo ela gemeu baixo enquanto ele mordiscava e sugava sua sensível carne.


 


Sem aviso, ele afastou sua boca para longe do corpo dela e substituiu-a imediatamente com ambas as mãos. Olhando de relance acima para o rosto dela, Ron observou que os olhos ainda estavam fechados e sua cabeça estava inclinada para trás com prazer. Sua garganta delgada chamava por ele, então ele colocou seus lábios ali outra vez e beijou-a levemente, enquanto massageava seus seios firmemente com as mãos.


 


Ela não somente gemeu alto, ela tirou seu peso das pernas dele e arqueou-se de encontro a ele, antes de sentar-se em seu colo. Com um próprio lamento abafado, Ron moveu sua boca mais para baixo, beijando seu ombro, e mais abaixo ainda, até que sua cabeça estava entre os seios dela uma vez mais. Então ele soltou seu seio esquerdo e trouxe lentamente sua boca para ele, aplicando beijos suaves em torno de toda sua pele, antes de cuidar com carinho da parte sinsivel no centro. Quando alcançou seu bico cor-de-rosa, ele colocou-o em sua boca, e sugou-o fortemente.


 


Ron teve que se afastar dela e respirar profundamente quando Hermione esfregou-se de encontro a ele. Isso foi assim tão inesperado, e foi assim tão bom que ele quase perdeu o controle de si mesmo naquele instante. Suas mãos foram imediatamente para a cintura dela para impedi-la de fazer outra vez.


 


“Gostou disso, não foi?” Hermione arrulhou, enquanto colocava dois dedos sob o queixo de Ron e levantava sua cabeça para então poder beijá-lo.


 


Quando ela trouxe sua boca de encontro à dele, Ron beijou-a de volta ansiosamente. Movendo uma de suas mãos para seu ombro, empurrou-a para trás, forçando-a a retirar seu peso de cima dele e mover suas pernas para que ela pudesse deitar de costas. Enquanto ela inclinava-se para trás, ele se movia com ela, cobrindo o pequeno corpo dela com o seu próprio.


 


O peso do corpo masculino pressionado de encontro ao seu próprio era tão gostoso que Hermione foi incapaz de suprimir seus gemidos macios de prazer. Recusando a abandonar sua boca, Ron engoliu-os todos, emitindo alguns próprios de volta para ela.


 


Movendo suas pernas para os lados dela, Ron quebrou o beijo e ajoelhou-se ficando assim montado sobre ela. Respirando profundamente, seu corpo inteiro ansiando por ela, ele sentou-se e tentou recuperar um pouco do controle. Ele estava perigosamente perto do ápice agora. Se não desse um passo para trás e não se controlasse, ele sabia que era provável que tentasse algo que lamentaria mais tarde. Para um breve segundo, ele quis saber se ela o deixaria. O fogo e o desejo que ele viu queimando nos olhos dela quando os abriu e olhou para ele, sugeriu que ela poderia.


 


“Você é tão bonita” ele murmurou, colocando suas mãos em suas coxas e lentamente deslizando-as, e sua saia, para cima.


 


Oh, Maldito Merlin Misericordioso, Ron praguejou pra si mesmo quando seus inflamados olhos varreram a parte de baixo do corpo dela e travaram em sua calcinha. Qualquer dúvida que ele tivesse a respeito dela estar tão excitada quanto ele, desapareceu no instante que ele viu o revelador sinal lá.


 


“Oh, Cristo, Hermione” ele murmurou, sua voz aspera de desejo. “Você tem alguma idéia do quanto eu quero…?”


 


“O que” ela perguntou com sorriso malicioso quando ele ficou inesperadamente silencioso. Tudo é justo no amor e na guerra, lembra? Você está tãooooo encrencado e você ainda não percebeu isso.


 


“Ficar com você” ele sussurrou, arrastando suas mãos para baixo em suas coxas e então empurrando-as de volta pra cima outra vez.


 


“Você está comigo” ela respondeu timidamente.


 


Não da maneira que eu quero estar, pensou Ron, movendo suas mãos para seu estômago e corredo-as lentamente pelo corpo dela acima. Quando alcançou seu rosto, ele prendeu-o em ambas as mãos, inclinou-se para frente, e beijou-a energicamente.


 


 “Diga-me o que você quer fazer comigo, Ron” Hermione ordenou, após rolá-los e acabar ficando por cima. “Eu quero ouvir você dizer” ela adicionou, ajoelhando-se por cima dele e correndo sua mão pelo seu peito. “Diga-me enquanto eu toco em você” ela insistiu, deslizando sua mão sob o cós de sua cueca e envolvendo-a em torno dele.


 


 “ISSO É FODA!” Ron gritou muito mais ruidosamente do que ele pretendia. O quarto não tinha sido protegido, e a última coisa que queria era acordar o retrato da Sra. Black, fazendo assim sua mãe encontrá-los, no assoalho, quase que completamente, fazendo aquilo.


 


 “Então é isso?” Hermione sussurrou, inclinando-se para frente e encostando sua boca no pescoço dele. “É isso o que você quer?” Ela perguntou numa voz completamente sedutora. “Você quer… me foder?”


 


AMALDIÇOADO INFERNO SANGRENTO!!! A mente de Ron gritou, enquanto arremetia de encontro à mão dela. Ele tentou responder, mas quando abriu sua boca tudo que saiu foi um grutural gemido. De que inferno essa Hermione veio? Ela até xingou. Hermione xingou. Ela disse foda. Ela apenas me perguntou se eu queria fode-la, ele pensou, gemendo outra vez não somente por causa da pergunta dela, mas por causa das imagens que invocou.


 


“É isso o que você quer, Ron?” Hermione perguntou, enquanto suas leves carícias e delicados afagos tornavam-se mais vigorosos. “Porque se for, eu estou pronta.”.


 


Aquelas seis pequenas palavras foram a sua destruição. Elas acertaram nele como uma tonelada de tijolos e seu alívio foi tão forte e rápido que não teve nem mesmo tempo para gemer um aviso.


 


 “Aparentemente você não está” Hermione murmurou, retirando sua mão.


 


 “Não é… engraçado!” Ron ofegou, seu rosto vermelho pelo esforço e embaraço.


 


“Oh, vamos” Hermione riu enquanto deitava ao lado dele. “Admita. Foi um pouco engraçado.”.


 


“Não. Foi. Não” ele silvou. Eu não posso acreditar nisso. Eu arruino completamente minha cueca e ela achou isso… divertido? “Foi pra isso que você falou, certo?” Ron perguntou, enquanto seu coração continuava martelando em seu peito. “Para me fazer gozar?”


 


“Não” Hermione replicou, dando um leve e suave beijo em seu pescoço. “Eu queria dizer isso. Eu estou pronta.”


 


 “Mas...” INFERNO SANGRENTO!! “Você... nós... você... você não pode estar.”


 


“Mas eu estou.”


 


“Mas...”


 


“Eu estou cansada de esperar,” Hermione suspirou. “Você não?”


 


“Sim, mas...”


 


“Você não quer?”


 


“Você está brincando?” Ele exclamou em uma voz muito mais alta do que gostaria. Eu só tenho sonhado com este momento desde que eu tinha treze anos e percebi que as meninas eram diferentes de um jeito bom. “Naturalmente que eu quero.”


 


 “Mas?” Ela perguntou.


 


MAS NADA! Seu corpo gritou, instantaneamente pronto para o segundo round.


 


“A poção” Ron exclamou, como se isso devesse ser óbvio, porque realmente, deveria ter sido. Toda a maldita coisa era idéia dela pra começar.


 


O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO! A pequena e barulhenta voz gritou em sua cabeça. VOCÊ É IDIOTA? Essa é uma excitada, DETERMINADA, menina quase nua sentada na sua frente. Você é louco por ela e você está tentando falar para ela desistir? VOCÊ ESTÁ LOUCO?


 


“Oh isso.”.


 


“Sim, isso” Ron disse, rolando de lado e olhando fixamente para ela ansiosamente. O que diabos ela está pensando, o lado mais razoável de seu cérebro queria saber, sugerindo algo assim como aquele louco solto. Inferno sangrento, se eu não estivesse assim tão chocado, eu teria aceitado a oferta dela, ele percebeu, e arruinado toda a possibilidade que eu tivesse de mantê-la a salvo.


 


 “A poção vai continuar funcionando” Hermione replicou.


 


VIU!! Sua libido exclamou. PARE DE NOS DETER!


 


 “Espere... não. Eu li suas anotações” Ron falou incerto. “Nós não podemos.”


 


 “Sim nós podemos, ela argumentou. “Tudo dará certo, se eu guardar o sangue.”


 


SIM!! Sua libido gritou triunfantemente.


 


NÃO!! Seu lado racional discutiu. “Não… espere. Não é a mesma coisa.” Mesmo um estudante do primeiro ano poderia lhe dizer que as poções eram mais eficazes quando os ingredientes estavam frescos.


 


“Bem, não” Hermione admitiu, “mas ainda sim vai continuar funcionando. E será forte o bastante.”


 


 “Que inferno,” Ron respondeu. “Não há nenhuma maldita maneira de eu ter outra chance igual a essa com aqueles loucos livres. Voldemort e aquela vadia. Lestrange é ruim o bastante sozinha, mas agora há cinco mais daqueles maniacos correndo em volta deles e eles gostariam muito de por as mãos em você e em Harry. Absolutamente não. Eu não arriscarei sua vida assim.”


 


“Ron.”


 


“NÃO!” Ele gritou, levantando-se e recolocando suas calças.


 


“Onde você está indo?” Hermione perguntou, quando ele jogou-os sobre o ombro e aproximou-se da porta.


 


“Me trocar.”


 


“Você não pode” ela falou rapidamente. “Como você supostamente explicará isso para Harry?”


 


“Merda” Ron murmurou baixo.


 


“Me desculpe” Hermione disse, soando verdadeiramente arrependidal. “Um… você pode dar ela pra mim.”


 


 “O QUE?”


 


“Me de que eu irei limpá-la” ela disse, seu rosto corando. “Eu preciso tomar um banho de qualquer maneira. Ponha apenas suas calças de volta,” ela sugeriu, “e eu trarei-a de volta quando eu tiver terminado.”


 


“Um banho?” Ron perguntou, arquenado suas sobrancelhas enquanto dava um sorriso torto para ela. “Agora ESSA é uma idéia brilhante,” adicionou. “Eu irei com você.”


 


 “Você não vai.”


 


“Com medo que eu possa tentá-la novamente?”


 


“Não seu tolo. Alguém pode nos ver.”


 


“Quem?”


 


“Sua mãe.”


 


“Nem brinque sobre isso” respondeu, estremecendo ante o mero pensamento. “Está certo,” disse, apanhando a roupa do assoalho e entregando-a de volta para ela. “Você vai para sua chuveirada, eu irei para a minha e depois eu encontro com você aqui.”


 


“Tudo bem,” Hermione concordou, jogando a roupa para trás e então seguindo-o até a porta. “Ron” ela disse, quando deslizaram pelos corredores e se dirigiram para a escada. “Tente achar um outro cobertor. Deve esfriar pela manhã.”


 


 “Não se preocupe, amor” ele falou segurando o riso, passando seu braço em torno da cintura dela e plantando um beijo rápido em sua face. “Eu vou manter você aquecida.”


 


“Eu tenho certeza que você vai” ela riu baixo enquanto alcançavam o primeiro andar ela rumava para o banheiro que compartilhava com Ginny.


 


 

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