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3. Capítulo III


Fic: My Destiny


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Hermione desceu as escadas correndo. Estava muito preocupada com Draco, ele não estava usando nenhum feitiço para mudar a aparência e tinha deixado a capa de invisibilidade, que ela conseguiu com o ministério francês. Olhou para o hall do hotel, mas ele não se encontrava ali. Foi até a rua olhando para todos os lados, mas nem sinal dele. O pânico tomando conta de seu coração. “Será que ele foi capturado?” perguntava-se a todo o momento, olhando em todas as direções. Andou ate chegar a um parque, onde caminhou até um banco e sentou. Colocou as mãos no rosto, angustiada. Tinha que achar Draco logo, mas não sabia onde poderia procurar. Estava decidida a informar ao ministério e obter ajuda para encontrá-lo quando ouviu seu nome.

- Hermione?

Ela levantou a cabeça rapidamente e encarou o dono da voz. Era Draco a encarando de modo preocupado. Hermione foi tomada por uma onda de alívio tão grande que o abraçou muito rápido, assustando-o.

- Por Merlin! Você está bem! – lágrimas molhavam sua face.

-Calma, eu estou bem, não precisa ficar assim – disse o loiro meigamente retribuindo o abraço e acariciando seus cabelos.

- Você me deixou muito preocupada! Não devia sair assim, sem disfarce, nem proteção! – reclamou ainda abraçada a ele. – Por que fez isso?

- Você sabe muito bem o por que. – disse triste.

- Eu não pretendia magoar você... Desculpe-me.

- Eu que peço desculpa. Sei que nunca me deu esperança, eu realmente te amo – ele encarou a garota, que corou – É difícil ficar ao seu lado sem poder demonstrar isso...

- Sinto muito! – falou com sinceridade, odiava machucar Draco.

- Deixa pra lá, não é sua culpa. É que meus sentimentos por você, somado com a obrigação de me esconder, me tiram do sério – disse um pouco irritado.

- Eu sei, mas você precisa fazer isso – disse afastando-se – Sabe que corre risco de vida.

- Mas quando isso vai acabar? – indaga chateado – Quanto tempo mais vou ter que suportar tudo isso?

- Pouco, eu te prometo... Não volto pra França antes de resolver esse caso – deu um sorriso encorajador.

- Ok – falou retribuindo o sorriso – Por falar em caso, você não deveria estar no ministério? – indagou.

- Ai...! Estou muito atrasada! E ainda tenho que pegar minhas anotações no hotel! Devo ir rápido ao ministério – falou agitada – Fiquei tão desesperada com seu sumiço que me esqueci da reunião!

- Você ficou desesperada? – falou o loiro, sorrindo. “Se ela ficou desse jeito é porque sente algo por mim.”

- Claro que fiquei! – disse contrariada – Pensei que tinha sofrido um ataque.

- Está bem. Agora vamos aparatar no hotel, não quero que se atrase mais.

- Ok! – concordou a garota. Em seguida aparatam.


“O que será que aconteceu?” perguntava-se pela décima vez um moreno impaciente. “Ela nunca foi de se atrasar! Já devia estar aqui!”. Continuava caminhando de um lado para o outro dentro de seu escritório no ministério. Harry chegou cedo ao ministério. Não conseguiu dormir direito esta noite, estava ansioso para encontrar Hermione novamente. Já tinha pensado em várias formas de segui-la e descobrir onde estava hospedada, queria saber a razão de tanto mistério. Mas seus planos foram afastados momentaneamente. “Será que ela sofreu algum ataque?” preocupou-se. “Não seria estranho, afinal Hermione é uma ex-membro da Ordem da Fênix, poderia muito bem ser abordada”. Queria não se desesperar, mas não conseguiu. Tomou uma decisão. “Vou reunir um grupo de aurores e procurá-la. Tenho certeza que sofreu um ataque!” Andou em direção a porta rapidamente. Girou a maçaneta com violência e saiu da sala precipitadamente, chocando-se com alguém que tentava entrar com tanta determinação quanto ele pretendia sair. O encontro dos dois corpos foi forte o bastante para os dois caírem.

- Desculpe – Harry falou, massageando o cotovelo e acertando os óculos em seu rosto, sem olhar à pessoa que havia colidido com ele – Estou com pressa e não olhei para onde estava indo.

- Aconteceu alguma coisa Harry?

Só então Harry olhou para a pessoa que, assim como ele, ainda estava no chão.

- Hermione! – Harry sorriu pelo alivio de ela estava bem. – Por que você não chegou na hora que combinamos?- falou com um sorriso amarelo em seu rosto, enquanto se levantava.

A morena ficou sem graça. Não podia dizer que se atrasou por causa de Draco, mas não pensou em nenhuma desculpa convincente. Preferiu não entrar em detalhes.

- Tive um imprevisto – disse simplesmente, também se levantando.

- Que tipo de imprevisto? – perguntou Harry desconfiado.

- Nada muito difícil de resolver – Hermione tentou encurtar a conversa.

- Deve ter sido importante pra te fazer chegar a esta hora – ele insistiu no assunto.

- Foi importante, mas como já disse, não foi difícil de resolver.

- Você não pode me dizer o que aconteceu? Acho que é o mínimo que poderia fazer, afinal estou te esperando à uma hora e meia – disse o rapaz chateado.

- Harry, já disse que não foi nada demais – disse alarmada com a cobrança dele – Vamos trabalhar, está bem?

- Eu sou mesmo um bobo – disse irritado – Fiquei preocupado, pensando que foi atacada e você nem pra me dizer o que realmente causou o atraso!

Ela não sabia o que dizer. Não pensou que Harry ainda se importava com ela e isso lhe causou muita felicidade. A possibilidade dele ainda querer sua amizade deixou-a esperançosa.

- Harry... Desculpe-me! Eu não queria deixá-lo preocupado!

Ele olhou a amiga nos olhos. Odiava brigar com ela e o modo como pedia desculpas, tão meigamente, fez a raiva de Harry desaparecer.

- Eu só queria saber o que aconteceu. Não consigo entender o que te impede de falar. Não só hoje, como há três anos atrás. – disse em voz baixa.

- Eu... Eu... Não posso te dizer – ela desviou o olhar magoada. – Não insista, por favor...

- OK – concordou Harry – Vamos trabalhar!

O resto do dia foi muito calmo, embora Hermione tenha reparado que Harry a tratava com certa frieza. “Deve estar zangado comigo” pensou “Eu também ficaria com raiva”. Olhou furtivamente para ele. Continuava tão bonito quanto há três anos atrás. “Não, ele está mais!”. Depois de tanto tempo ainda estava muito confusa com seus sentimentos. Encontrar Harry confirmou que o que sentia por ele era mais forte do que amizade. Mas, no fundo, não tinha certeza se esquecera de Rony. “A mesma dúvida de antes”. O que aconteceria quando encontrasse Rony? Sentiria a mesma coisa do que quando viu Harry? “Será que ele me perdoou?” Olhou para o relógio. Este marcava sete horas da noite. Estava cansada. O desaparecimento de Draco naquela manhã não foi a melhor forma de começar o dia.

- Harry? – chamou com cautela.

- Sim? – respondeu sem tirar os olhos do relatório que estava lendo.

- Podemos parar por hoje? Estou realmente muito cansada.

-Sim, podemos – respondeu simplesmente. Estava louco para encerrar o expediente mais cedo, só que tinha medo de Hermione permanecer no ministério e isso estragaria seus planos de segui-la. Observou-a organizar os relatórios que estavam analisando juntos e pegar a bolsa.

- Amanhã na mesma hora? – perguntou a morena.

- É... Na mesma hora – Harry então resolveu arriscar - Hermione, como você vai para o hotel? Posso acompanhá-la, se quiser... Já é tarde.

- Não precisa se incomodar Harry. Posso ir sozinha.

- Então vai aparatar?

-Não, vou de táxi – respondeu distraidamente, sem perceber a preciosa informação que forneceu – não gosto de desaparatar sem necessidade.

- Hum... Você tem certeza que não quer que te acompanhe?

- Tenho – Hermione percebeu que precisava sair rápido, Harry mostrava-se muito gentil e ela com certeza adoraria ter novamente sua companhia, mas era muito arriscado, ela não podia deixar que seus sentimentos colocassem a vida de Draco em perigo – Bem, até amanhã!

- É... Até amanhã!

Harry esperou cerca de cinco minutos e foi atrás de Hermione. Ela só poderia pegar um táxi na frente da cabine telefônica que dava acesso ao ministério. Pode ver na hora em que ela entrava no elevador. Desceu as escadas correndo e chegou a tempo de vê-la caminhando em direção a cabine. Quando harry finalmente chegou a rua, Hermione estava entrando num táxi. Harry viu outro se aproximar e imediatamente fez sinal pra ele parar. Entrou e pediu ao taxista pra seguir o carro a frente.


Hermione olhava através do vidro do carro, pensativa. O fato de Harry se preocupar com ela, a fez lembrar do passado, onde juntamente com Rony, formavam um trio inseparável. “Um trio que você desfez Hermione”. Suspirou enquanto via mais a frente o parque onde mais cedo tinha encontrado Draco. Pediu para o taxista parar.

Caminhava pensando nos amigos. A culpa da separação do trio fora totalmente dela. Ela que foi embora de repente, sem explicação, sem um aparente motivo. Culpava-se por isso, embora tivesse que admitir que não pudesse ser de outra forma. Prometeu segredo, então faria segredo. Mesmo que com isso, magoasse tanto seus dois melhores amigos. “Queria tanto dizer a verdade, conversar novamente como amigos inseparáveis que éramos...”

O toque do telefone a trouxe de volta a realidade. Sempre gostou deste hábito trouxa e com a situação de Draco, achou mais prudente usar o celular. Afinal, as corujas eram mais fáceis de se interceptar e os bruxos das trevas não pensariam em rastrear um objeto trouxa.

- Alô?

- Hermione? Onde você está? - uma voz preocupada perguntou.

- Estou no parque. Aconteceu alguma coisa?

- Eu é que te pergunto! Já são oito horas e nada de você. – a voz agora apresentava irritação – Com quem você está?

- Não estou com ninguém! Só queria tomar um pouco de ar... Não precisa ficar chateado!

- Ok! Ainda vai demorar?- disse impaciente - Estava te esperando pra jantar.

- Não vou demorar. Só preciso tomar um táxi...

- Hermione, não é mais fácil aparatar? – ele a interrompeu - Está tarde...

- Esta bem. Você venceu! Vou aparatar. Encontramos-nos no restaurante do hotel, está bem?

- Certo. Estou te esperando. Tchau!

- Tchau! – respondeu encaminhando-se a um lugar mais reservado para poder desaparatar.

Ao mesmo tempo...

Harry não tirava o olho do táxi onde Hermione estava. Para sua surpresa, o carro parou num parque muito freqüentado em Londres e Hermione desceu. Pediu para o motorista parar também, pagou e foi na mesma direção que ela, cuidando pra não ser visto. A viu caminhar pelo parque despreocupadamente, com o pensamento longe. Queria tanto poder conversar com ela sem que tantos segredos interferissem. “Desejo tanto te dizer o que sinto...” Mas para isso, tinha que esclarecer todas as dúvidas que ela deixou quando partiu.

Ficou escondido atrás de uma árvore, pois Hermione parou pra atender o celular. De onde estava, podia escutar claramente o que a garota dizia. No começo da conversa não escutou nada de importante, mas uma frase o deixou alerta: “Não estou com ninguém!” escutou a garota dizer “Não precisa ficar chateado”. Harry não podia acreditar “Nos encontramos no restaurante do hotel, está bem?”

Então, a viu aparatar.

Não podia acreditar. Ele não esperava por isso. “O que você queria? Que ela passasse três anos sem ninguém?” pensava chateado “Quem seria cego o bastante pra não ver o quanto ela é maravilhosa?” suspirou “Eu fui”. Ficou mais um tempo no parque, pensando. Quando o cansaço por fim o dominou, aparatou em casa. Resolveu dormir, mesmo sem comer nada. Mas não conseguiu. A conversa de Hermione no telefone era muito estranha. “Ela está namorando” concluiu “Estava marcando um jantar com ele. Mas quem poderia ser? Quem?”


Hermione chegou ao ministério pouco antes das oito da amanhã, pois queria continuar a analisar os relatórios. Tinha uma boa teoria sobre o autor dos ataques, só faltavam alguns dados que podiam confirmar sua identidade. Abriu a porta da sala de Harry abrindo-a em seguida. Viu que Harry ainda não estava lá. Decidiu olhar logo os relatórios e depois tirar as dúvidas quando Harry chegasse.


Harry não conseguiu dormir bem. Tinha pesadelos com comensais da morte que atacavam a ele, Rony, Hermione e outra pessoa que ela não conseguia ver quem era. No sonho, um comensal chamado Dolohov duelava intensamente com Hermione, que tentava proteger um desconhecido, este parecia ser o alvo de todo o ataque. De repente, outro comensal surgiu, e atacou Hermione pelas costas. Ele acordou com o grito da garota. Olhou o relógio e viu que estava atrasado. Levantou e foi tomar banho. Não tinha fome então seguiu para o ministério. Entrou rápido na sala.

- Nossa Harry, que susto! – falou Hermione. Só então Harry percebeu que ela se encontrava em sua sala. Um misto de preocupação e raiva se manifestou, ao lembrar-se do sonho e logo em seguida, da conversa dela ao telefone. Por ser muito temperamental, a raiva e o ciúme levaram a melhor.

- Para uma inominável, você se assusta muito fácil – falou friamente. Hermione o olhou intrigada.

- Eu só não estava esperando ninguém... – Harry não a deixou completar.

- Não? – ironizou – Nem mesmo eu, que sou dono da sala? - ironizou o moreno.

- Por que você está agindo assim? Aconteceu alguma coisa?

- E você por acaso se importa?

- Claro! Você é meu amigo...

- Amigo? Desde quando você continua sendo minha amiga? – Hermione o olhou, passada.

- Harry...

- Desde quando amigos vão embora sem explicação? – ele aumentou a voz.

- Eu disse que não podia... – ela tentou explicar.

- Desde quando amigos têm segredos um com o outro? – o rapaz a cortou, elevando ainda mais a voz.

- Eu só não posso...

- Desde quando Hermione, amigos escondem os seus relacionamentos um do outro? – gritou.

- Do que você está falando? – Hermione não sabia do que ele estava falando.

- Não seja hipócrita, você sabe muito bem! – disse irritado se levantando e caminhando ate a mesa dela.

- Não sei do que está falando – retrucou magoada e se levantando para encará-lo. – E não me chame de hipócrita, pois certamente não sou nem um pouco!

- Só estou dizendo a verdade. Você finge gostar da verdade, mas é uma mentirosa! Tenho certeza que foi embora pra viver com algum cara! Coitado do Rony deve tê-lo traído muitas vezes antes...

Harry não conseguiu terminara a frase, pois Hermione lhe deu um tapa no rosto. Era demais para ela ser acusada de trair Rony. Ela nunca faria isso, abominava esse tipo de postura. E mesmo gostando muito de Harry, não poderia deixar que ele lhe ofendesse desse jeito,

- Nunca... – ela o olhou com raiva – Nunca mais diga isso! – ele ainda a observava surpreso pelo tapa – Eu jamais trairia alguém, muito menos o Rony! Portanto, não fale o que você não sabe e não me ofenda nuca mais desta maneira! Você não me quer mais como amiga? Tudo bem! Mas você não tem o direito de dizer estas coisas, sendo que não sabe nem de longe o que me motivou a ir embora!

Ele continuou a observá-la, ainda paralisado pela tapa que lhe recebeu. Sabia que tinha ido longe demais, que o ciúme foi lhe dominado, mas tinha consciência, isso não justificava o que ela tinha feito. Percebeu que ela tremia, com certeza de raiva, e em seus olhos identificou a decepção de ouvi-lo falar aquelas coisas horríveis. De súbito, ela pegou a bolsa e andou em direção da porta. “Se ela sair, não vai voltar mais.” Pensou o moreno. “Tenho que impedi-la”

- Hermione – andou rápido para alcançá-la. Quando chegou perto o bastante segurou seu braço e a girou para poder olhar em seus olhos. Mas usou tanta força, fazendo Hermione ficar muito próxima a ele.

Harry podia ver cada detalhe do rosto que tanto amava. Os olhos castanhos, tão expressivos, e que lhe transmitiram tanta paz no tempo da guerra. Sua pele tão sedosa e sua boca... Os olhos de Harry recaíram sobre a boca de Hermione, sentiu um arrepio subir pelo seu corpo. Queria muito beijá-la, provar o gosto de seus lábios. Foi inclinando o rosto em direção ao da amiga, aproximando cada vez mais seus lábios dos dela...

Continua...



N/A: Oi! Demorei mas postei! Vou tentar não demorar pra postar! Mas depende também de vocês! Espero que gostem e comentem!

Agradecimentos:

Anna Voltaire: A Mione tem muito que pensar né? Além de lidar com o encontro com o Harry e proteger Draco, ainda tem que se preparar pra um possível encontro com o Rony! Valeu por comentar!Bjo!

Caroline Marques: Bem, postei! Espero que goste e acompanhe a fic até o fim! Muito obrigada pelo comentário! Abraço!

Elenissima: Valeu pelos elogios!!! Sua fic também é muito legal! Estou acompanhado e gostando muito! Espero que esse capítulo esteja de seu agrado!Bjo!

Daniel Black: É uma honra ter você como leitor! Amo suas fics e espero realmente que você continue com “24 horas” e com “O segredo da fênix”, elas são ótimas! Espero que curta o novo capítulo!Um grande beijo pra você!

Poly Figueiredo: Obrigada por comentar e continue a prestigiar a fic! Abraço!

Vanessa Luana: Amiga! Olha o novo capítulo! Aguardo tua opinião tá? Beijão!

Rufus Sorcerer: O que posso dizer? Muito obrigada pelos elogios! Adoro nossas conversas! Digo e repito “não estou decepcionada”. Também gosto muito de suas fics apesar de não ter lido todas (não tenho preparo psicológico pra ler H/G ainda! Desculpe!). Me diz o que você achou do novo capítulo tá Titio Rufus? Beijão!

Diego Taluro: Amigoooo! Companheiro de madrugadas no msn! Eu ferrada nos trabalhos e você zoando! Olha atualizei! Cadê o novo capítulo do “Retorno” heim? Ahhh, eu quero o Jeremy pra mim!kkkk Valeu pelos elogios, pela força e pelo incentivo! Sim, e eu não sou má! Só carente de comentários!rsrs Beijão Diego!

Agradecimentos especiais!

A Nety_Granger, minha beta bailarina linda, que me incentiva e me cobra os capítulos! Valeu Nety!!!! Adoro você! (gente, leiam as fics dela “Arte da Sedução” e “Harry Potter e o Herdeiro do Mal” são ótimas!

A Raquel B. pela capa linda! Muito obrigada amiga! Tô esperando seu novo capítulo ta? Manda logo! Bjão! (leiam a fic dela também “Quando não houver mais sempre”, demais!)

Até a próxima! Bjos a todos! :******




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