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8. Azkaban o Faria Esquecer


Fic: 5 MINUTOS ANTES DO FIM - Draco e Hermione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Azkaban o Faria Esquecer







08 - Azkaban o Faria Esquecer


 


 


 


 


            Draco saiu do vácuo num estalo e desmoronou sobre o piso frio de pedras da arena no quartel. Sentia o sangue escorrer quente pelo seu braço. No mesmo segundo correntes ataram suas mãos e pés e o arrastaram pelo chão. O grito de ódio de sua tia ecoou e Voldemort materializou-se a sua frente assim como Hermione Granger sendo arrastada forçadamente por quatro mãos de comensais encapuzados. Ela ainda tentava lutar.


 


-       LEVEM-NA DAQUI! – a voz rouca de Voldemort rugia em ódio.


 


-       NÃO! – Draco sentiu sua própria garganta queimar ao gritar enquanto realizava todos os feitiços possíveis que pudessem o libertar das correntes que o apertavam cada vez mais.


 


-       VOCÊ! – Voldemort voltou-se para ele com o dedo ossudo e autoritário fervendo em desprezo. – TRAIDOR! – cuspiu. Voltou-se para Bellatrix. – QUERO A CABEÇA DELE!


 


Foi a vez de Hermione gritar, porém sua voz foi abafada e desapareceu assim que a tiraram da arena.


 


A risada insana de Bellatrix soou e as correntes que o prendiam arrastaram-no com velocidade, o fez voar e então ele bateu contra a parede da arena. A dor foi intensa e dessa vez ele acreditou que algum de seus ossos haviam sido quebrados.


 


Voldemort foi embora junto com Hermione.


 


Draco lutou para se libertar.


 


-       Como ousa, querido sobrinho? – Bellatrix rosnou. – Trair seu próprio mestre, seu próprio sangue...


 


Pansy aparatou carregando um espada. O sangue escorria por sua têmpora. Seus olhos verdes encontraram os cinzas de Draco no mesmo segundo. Ela parecia furiosa.


 


-       QUE MERDA VOCÊ TEM NA CABEÇA, DRACO? – ela gritou e correu até ele arrastando o aço da espada pesada pelo piso de pedra.


 


Bellatrix ergueu as mãos e a fez voar para longe.


 


-       FIQUE LONGE! – a mulher gritou. – Ele é meu! – voltou-se para o sobrinho, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa comensais irromperam por todas as entradas da arena.


-       ELES ESTÃO AQUI! – gritou o líder do grupo. – OS REBELDES! – parecia em desespero – POR TODA PARTE! – foi até Bellatrix. – CONHECEM O LUGAR! O MESTRE PRECISA QUE FAÇA PARTE DA GUARDA! A MALDITA SANGUE-RUIM SE DEIXOU SER PEGA PARA ABRIR UM PORTAL DE APARATAÇÃO NO QUARTEL QUANDO O PLANO DELES DERAM ERRADO!


 


O grito que a bruxa soltou enfurecida com certeza ultrapassou todas aquelas paredes. Quando ela tornou a se voltar para Draco, seu olhar queimava num ódio tão intenso que sua insanidade parecia incontáveis vezes maior.


 


Draco sentiu sua garganta ser esmagada quando sua tia comprimiu seus dedos gelados contra ela. O ar lhe faltou e ele  ainda era obrigada a tentar lutar contra as correntes que queriam ultrapassar sua pele.


 


-       Não se preocupe se é o culpado por isso ou não, meu adorável sobrinho! – ela vociferava falsamente calma – Sua sentença já está decretada de qualquer forma. – e o largou.


 


Ele puxou o ar no mesmo segundo em busca de manter-se vivo. No outro aparatou a mando da magia de sua tia. E no outro ele surgiu em uma cela úmida e fétida sentindo seu próprio corpo cair em direção ao chão.


 


Foi obrigado a urrar de dor quando estancou em sua queda de modo brusco quando as corrente que o prendiam penduraram-no a centímetros do chão. Talvez seu ombro tivesse deslocado nesse processo.


 


Seu corpo balançava dolorosamente, mas não era a dor que o incomodava. Tudo dentro de si revirava em desespero. Ele tinha que sair dali. Tinha que livrar Hermione das mãos de Voldemort. Ele sabia o que ela sofreria.


 


Por que ela havia quebrado o trato?


 


            Ele ainda se lembrava do olhar que ela havia lançado a ele antes de se entregar. Como se pedisse desculpas. A viu lançar o mesmo olhar para Potter e Weasley logo antes de fugir para o lado do bruxo das trevas. Ela não precisava ter feito aquilo. Não precisava ter se jogado nas mão de Voldemort. Ela poderia ter fugido. Conseguiria. Era uma das únicas que sabia como enganar a magia do lorde. Por que ela havia se entregado?


 


Hermione não havia dado a ele nenhuma escolha a não ser correr atrás dela e lutar contra Voldemort para salvá-la mas tudo que ele sabia não era páreo para o mestre que havia o ensinado, mas ele tentou, com todas as forças. Viu Hermione chorar implorando para que ele parasse. Não importava o choro dela. Não importava o que ela pensasse dele naquele momento. Ele lutaria contra todo o exército de Voldemort por ela.


 


Virou a cabeça para poder olhar as corrente que o prendiam no teto cru de pedras mal lapidadas daquela cela. Ele pensava em Hermione. Que tipo de tortura ela poderia estar sofrendo agora. Se estava viva ainda. Ele tinha que correr. Mas precisava ser inteligente para conseguir chegar até ela. Tentou se lembrar de todos os anos que convivera com sua tia. Ele sabia tudo que o mestre havia a ensinado. Sabia ainda mais.


 


Por mais que Bellatrix fosse a sombra de Voldemort e sua lealdade fosse incontestável, Azkaban havia a levado a loucura e de algum modo o próprio mestre a considerava um perigo evidente, por tanto tudo que o mestre a ensinava era com cautela. Draco conhecia bem esse processo. Conhecia bem o lado insano de sua tia.


 


Tentou se focar o máximo que pode. Seu estomago revirava ainda se remetendo a Hermione, mas ele tentou. Tentou os feitiços simples. Não conseguiu se livrar. Tentou mais alguns. Não conseguiu. Concentrou-se mais fortemente. Foi capaz de realizar um que estava penando em seu treinamento e finalmente conseguiu se soltar desmoronando contra o chão. Um alarme soou. Ele soltou um palavrão. Tateou por sua varinha e se lembrou que Voldemort havia o desarmado.


 


Com agilidade ele encostou-se na pedra de sua cela e voltou o ombro para o lugar. Tentou conter o grito da dor mas não foi capaz. Escutou uma tropa de comensais avançar para sua cela e esperou que eles estivessem próximos o suficiente para explodir a grade de sua cela. Conseguiu derrubar boa parte deles, mas a outra ainda permanecia de pé. Ele teria que lutar sem varinha. Não tinha muitos problemas com isso.


 


Avançou tendo a motivação de que cada um que derrubava era um passo para alcançar Hermione Granger. Usava magia e as vezes até mesmo o próprio punho. A guarda foi diminuindo facilmente. Eram comensais estúpidos e que mal sabiam desarmar o adversário. Aquele era o típico comensal que guardava os portões das masmorras.


 


Avançou. Havia mais comensais espalhados pelos labirintos que ele bem conhecia. Alguém começou a gritar seu nome e ele conhecia bem a voz. Tentou fugir, mas o caminho para a saída não podia ser desviado. Ele preparou todo o poder que tinha e voltou com sua concentração quando encontrou com a tropa que cercava a voz que o chamava.


 


Matou cegamente cada um deles. Usou os punhos. Socou. Restou apenas um de pé. Ele roubou a varinha do que fizera cair por último e estendeu em sua direção preparando a maldição que lançaria para fazê-lo cair, mas parou assim que se deparou com os olhos incrivelmente verdes e os cabelos longos, negros e escorridos de Pansy Parkinson. Ela ofegava e limpava o sangue que escorria pelo canto de sua boca. Provavelmente ele teria causado aquilo.


 


-       Vá em frente, Draco. – ela começou. – Mate-me assim como tem feito com todos que estiveram do seu lado durante todos esses anos!


 


-       Se eu não os matar eles me matarão. – ele retrucou. – Sou um traidor agora, se esqueceu?


 


-       Está de que lado agora? – ela foi sarcástica – Aliás, de que lado você sempre esteve? Porque foi você quem eu vi lutando contra nós para tentar salvar aquela sangue-ruim!


 


-       Não diga idiotices! Eu sempre estive com o lorde nessa guerra! Fiz por ele coisas que ninguém teria capacidade de fazer dentro do ciclo da morte! – Draco vociferou.


 


-       Por que salvar a sangue-ruim então? – Pansy quase gritou. – Por que se voltar contra todos a essa altura da guerra! Eles estão tomando o quartel, Draco! Nós precisávamos de você! Estamos perdendo! Tem rebeldes por toda a parte! – Draco não respondeu, apenas permaneceu ofegante encarando os olhos brilhantes da mulher a sua frente que se aproximou furiosa fazendo a ponta da varinha estendida pressionar contra sua garganta. – Por que? – ela quase gritou novamente. Draco permaneceu em silêncio. Deixou que Pansy o olhasse bem nos olhos e então recuou a varinha. O olhar dela ainda se demorou sobre ele por mais alguns segundos até que a mente dela se abriu e os seus olhos clarearam mudando de expressão em um piscar de olhos. Ela recuou um passo e fez uma careta. – Merlin. – ela sussurrou. Fez outra careta e recuou mais um passo. – Gosta dela. – ela balançou a cabeça confusa sussurrando novamente. – Eu sempre soube! – tornou a olhar nos olhos de Draco. – Sempre soube! – repetiu mais alto dessa vez. - Você sempre quis a atenção dela! – sua voz foi se tornando cada vez mais consistente enquanto o olhava com desgosto. – Sempre quis que ela te notasse! – repetiu. – Por isso nunca perdeu tempo em insultá-la! – Pansy cobriu a boca com as mãos. – Primeiro dia em Hogwarts. Na seleção das casas. Ela foi a única garota que você manteve os olhos fixos até que ela se sentasse na mesa da grifinória e alguém de nós sussurrasse que ela era uma sangue ruim. Então passou a esnobá-la. Mas você a quis! A quis bem antes disso! – ela recuou outro passo. – E depois de todo esses anos... – a voz dela voltou a morrer.


 


Foi a vez de Draco recuar.


 


-       Eu preciso passar, Pansy. – foi tudo que ele disse.


 


-       Crescemos juntos, Draco! Te conheço melhor até mesmo do que você se conhece. Sempre fui apaixonada. Sabe disso. Sempre te observei, te notei e te avaliei mais do que qualquer outra pessoa e agora tudo que você me parece é um completo desconhecido. Eu não tenho nenhuma convicção de que seja capaz de guardar tanto sentimento por tanto tempo. Você é Draco Malfoy. Nenhuma mulher chega ao seu coração. Nenhuma mulher tem poder sobre ele. Nenhuma. Não é do tipo de homem que ama.


 


-       Eu não sei o que é amor, Pansy. Não tenho ideia do que seja tal coisa, mas se for isso que está me dando força para dizimar o mundo inteiro para tentar salvá-la. – ele enojou seu próprio discurso pateticamente heroico. – Então eu a amo. – concluiu sabendo que não podia lutar contra a sinceridade de suas palavras. Hermione tinha esse poder sobre ele. O poder de lhe fazer ridículo, fraco, vulnerável, fácil. Ele não podia lutar contra, queria odiá-la por isso, e ele odiou, em Hogwarts e por muito tempo por sinal e continuava ainda a odiá-la por isso. Mas o que o atraia a ela era muito mais forte do que seu ódio de ego ferido.


 


Pansy balançou a cabeça novamente confusa. Deu espaço para que ele passasse e ele assim o fez.


 


-       Ele esta com ela na sala de treinamento. – Pansy informou antes que ele pudesse contornar a saída.


 


Ele voltou-se para ela. Gostava dela. Pansy sempre havia sido tão devota a ele. Seria uma boa esposa. Era algo que o fazia não se sentir tão mal em saber que seria obrigado a se casar com ela no fim de todas as contas.


 


-       Obrigado. – disse e sumiu da vista dela.


 


Avançou para dentro do quartel novamente. O local estava um caos. Os caminhos que conhecia estava abarrotado de rebeldes. Eles tinham planos estratégicos bolados o que deixava Draco confuso e em situações realmente complicadas em determinados momentos. Algo estava errado com o modo como eles pareciam lutar como se fosse a última batalha de suas vidas. Estavam dispostos a dar a própria vida e Draco não hesitou em matar muitos deles para conseguir avançar.


 


Chegou ao lugar onde Pansy havia lhe indicado. Havia uma força de comensais guardando a única entrada. Passar pelos rebeldes para chegar até ela foi tão complicado quanto conseguir chegar vivo até ali. Passar pelos comensais foi ainda mais devastador já que agora todos sabiam sobre sua traição. Escancarou a porta da sala da sala de treinamento e se arrastou para dentro exausto. A cena corroeu seu coração.


 


Voldemort tinha as mãos erguidas na direção de uma Hermione que cravava as unhas na própria palma da mão buscando forças para não soltar um gemido que fosse enquanto estava sendo torturada. Ela vestia um vestido de pano fino e claro, muito diferente do jeans e da blusa a qual viera vestida. O número da roupa era maior do que o dela e Draco sabia que quando Voldemort vestia suas vítimas de cor clara, ele pretendia executar algum ritual glorioso. Correntes pesavam sobre os pés dela.


 


O bruxo das trevas a libertou-a da dor para receber um Draco Malfoy destruído que acabara de irromper pela sala. Hermione desmoronou mole e iniciou um choro deprimente.


 


-       Veja quem se juntou a nós, adorável sangue-ruim. – Voldemort tinha um brilho insano nos olhos. Como o de um ditador poderoso encurralado minutos antes de sua queda. – Eu estava esperando que nos encontrasse, só não sabia que demoraria tanto. – Voldemort fez um sinal para que ele se aproximasse. Draco não o fez e então o bruxo tomou a liberdade de aproximar-se do invasor. – Sabe, Draco. Tive um tempo considerável para ponderar bem sobre a imensa frustração que me causou. – ele começou. – Lembro-me há anos atrás, quando você estava prestes a se juntar aos meus comensais, Snape contou que lhe ensinava a arte da oclumência e legilimência antes mesmo de entrar em Hogwarts. Eu deveria ter previsto que havia sido um excelente aluno já que sei que é um dos melhores dentre todos os meus comensais. De qualquer forma, eu nunca imaginei que pudesse ser capaz de conseguir manipular suas memórias para me enganar. Sei como é difícil esse tipo de tarefa, ainda mais sobre o poder da magia negra. – Voldemort parecia frustrado com o tom de suas palavras – Mas, mesmo que eu soubesse que escondia algumas partes de sua memória para mim, eu te conhecia, Draco. Sabia da sua lealdade. Foi um dos mais leais a mim. Entrar em sua mente sempre me confirmou isso. Sua ambição por poder só era suprida dentro do meu ciclo e isso foi o que me fez confiar em você. – ele colocou sua mão ossuda sobre o ombro de Draco que subia e descia enquanto ele ainda ofegava – Você sempre foi bom demais. Suas qualidades e ambições me trouxeram grandes afeições por você. Ainda quero que seja tão grande quanto eu. Mas obviamente vejo que possui algo que denominei sendo seu ponto fraco. O que realmente me surpreende, porque pelo que conheço de Draco Malfoy e as qualidades de caráter que possuí e que me trouxeram grande interesse em tê-lo como meu comensal, Hermione Granger só não pode passar de um simples ponto fraco que facilmente será tratado.


 


-       Mestre, eu imploro que...


 


-       Ainda tenho interesse nos seus serviços, Draco. – Voldemort o cortou com o tom em muito bom som. – Mas nenhum dos meus comensais pode carregar atrasos como esse que tem carregado há muito anos pelo que vasculhei na memória dela. Ela é uma sangue-ruim, uma distração, um fardo. Eu te conheço, Draco. Você quer ser poderoso. Ninguém pode dominar com destreza o poder tendo um ponto vulnerável e ela te torna vulnerável. – Voldemort recuou. Olhou nos olhos de Draco. – Vai destruí-la. – ele simplesmente disse. – Agora. – tinha um brilho exultante. – E vai pegar todos os poderes dela. Eu o ensinarei.


 


-       Ele está te enganando. – Hermione usou os últimos sons que podiam escapar por sua boca para dizer aquilo.


 


-       CALADA MALDITA! – Voldemort rugiu.


 


Draco fez uma careta.


 


-       Sabe que não posso. – tentava conter o sangue que corria ralo em suas veias.


 


Voldemort riu.


 


-       Se não se mostrar forte não está apto para ser poderoso. E eu sei que poder é o que mais almeja. Desde sempre. Foi o que sempre quis. Foi o que te fez unir-se a mim. – deu as costas a Draco e voltou para próximo de Hermione que ainda permanecia sem forças sobre o chão. – Precisa dar um fim ao seu ponto fraco, Draco. – ele estendeu a mão e ela se retraiu contendo seu grito compensando com a força que usava ao tentar fincar os dedos contra as pedras do piso agora.


 


-       Pare! – Draco ordenou antes mesmo que pudesse raciocinar. Voldemort não parou. Seu corpo se desesperou enquanto a via se contorcer sobre o chão. – PARE! – berrou e foi até ela. Voldemort recuou sua mão e ela soltou um murmúrio audível de alívio relaxando todos os músculos. Draco ajoelhou-se a frente dela ao mesmo tempo que a via tentar sustentar o peso de seu corpo nos braços para que pudesse encará-lo. – Granger. – ele sussurrou em choque pelo estado dela. A mangas de seu vestido grande deslizava por seus ombros deixando os ossos de sua clavícula frágil a mostra. Ela tremia. Lágrimas escorriam dolorosamente pelo rosto pálido dela. Segurou-a pelos braços e ela desmoronou sobre ele. Draco a abraçou.


 


-       Me desculpe, Malfoy. – ela tinha a voz falha, rouca, baixa e soluçante.


 


-       Ela tem resistido em silêncio. – Voldemort comentou como se estivesse em um chá das cinco. – Como todos os outros fazem no início. Mas eu estou sendo gentil porque sei os segredos dela. – ele sorriu - Ela não é tão boa legilimen igual a você, Draco. Sei o que ela tem usado para ser tão poderosa quanto tem se mostrado esses últimos anos. Agora eu sei exatamente como destruí-la. Dumbledore deixou claro para que ela nunca se deixasse ser pega porque se eu vasculhasse a sua memória e descobrisse qualquer vestígio da magia que ela está usando, eu saberia como destruir e isso não seria nada bom para ela, nem para os amiguinhos dela. Mas eu também sei o segredo dela do porque se deixou ser pega. – sorriu novamente – Uma atitude muito ingênua ao meu ver. – Voldemort girou sua varinha entre seus dedos. – Estúpida sangue-ruim. – ele cuspiu. – Agradeço a oportunidade que me deu em deixar que eu pudesse destruí-la pelo caminho que mais me agrada. Mas ainda há um último segredo, Draco, e isso irá interessar a você. – ele tinha novamente seu tom insano – O segredo que torna o fim dela ainda mais atrativo. – ele riu – Ela está carregando um filho.


 


Draco não conseguiu processar. Hermione soluçava em seus braços.


 


-       Eu não sabia. – a escutou sussurrar para ele.


 


-       Ela ficou bem surpresa quando a contei. – Voldemort riu novamente. – Eu pensei que era um filho de Potter, mas então vasculhando cada centímetro da memória dela eu descobri que era seu, Draco.


 


O sangue que fervia nas veias de Draco congelou quase que de imediato.


 


-       Eu não sabia, Malfoy. – ela chorou baixo contra o pescoço dele – Eu juro que não sabia.


 


Ele afagou os cabelos dela quase que de maneira automática sentindo o impacto da descoberta fazer seu estomago querer desmoronar.


 


-       Draco. – Voldemort retornou ao seu tom sério. – Ela é a culpada de tudo isso. Do quartel estar sendo tomado, da guerra ter se tornado incerta para o nosso lado nos últimos anos. Dumbledore a fez culpada. É a vez dela pagar. Não apenas por ser uma sangue-ruim, uma rebelde, o amor da vida de Harry Potter, mas por ser quem fez tornar capaz o nosso possível fracasso. E você irá destruí-la porque ela também te dominou, te domou, te fez fraco e te distraiu. Está livre para se vingar. – aproximou-se dos dois – Mate-a. Mate a mulher que pensa amar, o filho que ela carrega e tome todo o poder que ela conseguiu adquirir tomando as malditas poções de Dumbledore. Então eu partilharei de segredos da magia com você como nunca farei com nenhum outro.


 


Draco riu sarcástico enquanto tinha o nojo estampado em seu rosto.


 


-       Eu a odeio. – ergueu os olhos para Voldemort. – Mas eu a amo muito mais, porque o ódio que eu sinto é consequência primeiro do amor que eu tive quando a olhei pela primeira vez na minha vida. O ódio que eu sinto por amá-la é consequência do meu caráter, do meu eu, do meu ego que sempre renegou o amor.


 


Voldemort se enfureceu.


 


-       NÃO HÁ NADA QUE NOS DEIXE MAIS FRACOS DO QUE O AMOR! – ninguém nunca entenderia porque amor sempre seria o dedo na ferida de Voldemort.


 


-       EU NÃO POSSO LUTAR CONTRA! – Draco retrucou no mesmo tom.


 


-       ENTÃO DÊ UM FIM A SUA LUTA! – Voldemort estendeu sua varinha para Draco. – Pegue-a que eu lhe ensino como vencer a magia que a torna poderosa. Se aprender o que te ensinarei e será tão mais forte quanto ela.


 


-       Nunca! – cuspiu Draco. – Eu preciso dela.


 


O rosto ofídico de Voldemort se contorceu numa careta de nojo.


 


-       Você sempre foi uma criança mimada, Draco Malfoy. – ele disse com a raiva estampada nos olhos. – As vezes é preciso algumas lições de quem sabe o que nos tornará pessoa melhores.


 


Ele estendeu a varinha para Hermione e todos os músculos dela contraíram novamente. Draco sentiu as unhas dela fincarem em seu braço. Ela arqueou e se contorceu. Ele parecia estar usando algum tipo de magia que duplicara a dor dela e dessa vez ela não foi capaz de conter seu grito estridente e sufocado.


 


Draco tentou amenizar a dor dela, mas sabia que os feitiços não ajudariam já que Voldemort não parecia estar lançando nela nenhuma maldição imperdoável. Estava louco por não ter poder algum nas mãos contra o poderoso bruxo das trevas.


 


POR QUE INFERNO ELA HAVIA SE DEIXADO SER PEGA?


 


Quando Hermione achou que já não pudesse mais aguentar dor alguma ela finalmente foi capaz de provar do alívio. Amoleceu sobre os braços de Draco. Ele a segurou firme. Ela ofegava sentindo sua pele grudar na dele pelo suor. Pelo menos estava com ele.


 


-       Essa maldita foi realmente muito burra deixando-se cair em minhas mãos. – Voldemort riu. As correntes nos pés dela fizeram com que ela começasse a ser arrastada em direção a ele. Hermione agarrou-se a Draco e ele a segurou firme, porém as correntes era fortes e foram obrigados a se soltarem. Ela lançou a ele um olhar triste e úmido. – Devo confessar que Dumbledore usou toda a sua sabedoria em se utilizar dos seus incríveis dotes em poções, senhorita sangue-ruim. Mesmo depois de morto aquele velho ainda sabe me perturbar. Uma pena mesmo que tenha caído em minhas mãos. – Ele suspirou falsamente desapontado. – Como punição vou lhe informar os deveres que Draco incumbiu a mim. – Voldemort segurou os braços finos de Hermione e a forçou a se levantar. – Primeiro vou matar seu filho. – ele informou. – Quero que o veja escorrer em sangue. E sabe muito bem que nunca mais poderá ter nenhum. Não eram essas as restrições da magia de Dumbledore caso engravidasse e sofresse ataque de magia negra? – sorriu vitorioso. Ela soluçou. Ele estendeu a mão na direção do ventre da mulher.


 


-       Não vai fazer isso! – Draco já estava de pé. Avançou para Voldemort. Sabia que nenhuma de suas magias seria páreo para as dele, mas mesmo que precisasse usar seus punhos. Trituraria cada parte frágil daquele corpo esquelético. Voldemort revirou os olhos e estendeu a mão livre fazendo-o voar e bater contra a parede lisa as suas costas. – É MEU FILHO TAMBÉM! – gritou e tentou lutar novamente, mas Voldemort o mantinha imobilizado.


 


 


-       E é isso que torna tudo ainda mais interessante. – disse tornando a encarar a mulher a frente dele. – Vai doer, querida. – foi a última coisa que disse antes de retrair os dedos que estavam estendidos na direção do ventre dela.


 


A dor pareceu gradativa de modo que Hermione se assustou no primeiro segundo, no outro ela já se curvava e no seguinte gritava puxando o tecido do próprio vestido. Algo incolor escorreu por entre as pernas dela e então veio sangue. Muito sangue. Empoçando-se em seus pés.


 


Voldemort deliciava-se com a cena e Draco mantinha os olhos fixos nela em choque. Nunca em sua vida havia se sentido tão impotente. Tão humanamente incapacitado. Tão estúpido. Sequer sabia o que fazer.


 


Quando o bruxo recuou sua mão Hermione continuou a gritar sofridamente começando dessa vez um choro compulsivo. Ela perdeu as forças e ia desmoronar sobre a própria poça de sangue. Voldemort a segurou por um dos braços forçando-a a se manter de pé. Draco sentiu-se livre da magia que havia o mantido preso, mas simplesmente não tinha reação alguma além de se manter estático.


 


-       Está colhendo aquilo que plantou, sangue-ruim. – vociferou ele para Hermione.


 


-       Não ainda. – ela cuspiu em resposta com os dentes cerrados, as lágrimas lhe escorrendo o orgulho que ela ainda mantinha intacto.


 


Voldemort se enfureceu e largou-a. Ela cambaleou. Apertava o vestido com força ainda mostrando a dor que a consumia.


 


Draco se aproximou nunca imaginando que passaria por aquilo em toda a sua vida. Seu coração sempre havia sido duro e frio. Ele já havia visto muitas mortes, já havia matado também. Já vira Voldemort executar rituais dolorosos, nojentos e sofridos, mas nunca ele havia sentido nada além de indiferença. Era um comensal. Todos de dentro do ciclo eram indiferentes a essas práticas, exceto Voldemort e Bellatrix que se deliciavam com o sofrimento alheio. Ver Hermione ali era encarar o pesadelo que sua parte fraca sempre temera. A parte fraca que ele não sabia lidar. A parte que o levara a beijá-la, a salvá-la, a pensar nela todos os dias de sua vida, a tê-la como mulher, a parte que ele não conhecia dentro dele mesmo. Apenas ela conseguia atingir seu coração revelando a ele mesmo que nem tudo que ele era se resumia a prepotência, orgulho, indiferença e preconceito.


 


Ele aproximou-se dela sabendo que Voldemort permitiria aquilo apenas para vê-lo sofrer. Sabia que seu mestre, ao vasculhar a mente de Hermione, havia conhecido o Draco vulnerável que ele era com ela. Parou quando os olhos dela se fixaram nos dele. Então ele pode conhecer uma dor que não sabia que existia. Doía cada parte dele. Cada pedaço de seu corpo. Cada pedaço de sua alma. Ele não entendia como. Mas doía.


 


Hermione viu a dor explicita nos olhos dele. Viu o quanto ele se importava enquanto encarava aqueles cinzas quase em colapso de sofrimento. Sabia que aquilo não era parte do Draco Malfoy que ele era acostumado a ser, mas ali naqueles olhos ele era o Draco Malfoy que a tocava quando se encontravam, o Draco que a beijava, que sussurrava em seu ouvido, que trocava olhares intensos com ela durante uma proximidade imprevista em alguma batalha que se esbarravam. Era ele sofrendo por algo que sempre pedira para que ela nunca fizesse. Ela sentia tanto.


 


Draco aproximou-se mais. Tocou o rosto dela. Afastou os cabelos grudados com o suor. Doía a alma dele. Era tão forte que ele não conseguia distinguir. Não conseguia entender o que era. Só doía muito. Engoliu em seco enquanto a via ofegar. Ela ainda sofria de dor.


 


-       Hermione. – ele deliciou-se com a pronuncia do nome dela saindo de sua boca ao mesmo tempo que era amargo. Os olhos dela derramaram ainda mais lágrimas.


 


-       Me desculpe. – ela disse com a voz rouca e trêmula.


 


-       Pedi tanto para que nunca se deixasse ser...


 


-       Ainda vai entender o porque, Malfoy. – ela o cortou. Fez uma careta e se retraiu sentindo novamente a dor forte cortar a parte de baixo de sua espinha. Cravou seus dedos mais forte no vestido. – Confie em mim. – ela disse com os dentes apertados e a voz esganiçada. Soluçou contraindo novamente o corpo. – Eu sei o que estou fazendo. – gemeu – Eu sei o que estou fazendo. -  repetiu.


 


-       Saia do caminho, Draco. – Voldemort deixou sua voz soar alertando de sua temerosa presença. – Ainda não terminei com ela.


 


Draco voltou-se para ele.


 


-       Ela já pagou o suficiente, Voldemort. – havia um tom ingenuamente desafiador no modo como ele não hesitara em pronunciar o nome do bruxo.


 


Voldemort riu.


 


-       Eu só a fiz perder o filho, Draco. E ela deveria me agradecer porque ter uma criança no meio dessa guerra não é nem um pouco saudável. Ainda mais sendo filho dela. – ele fez uma cara de nojo. – Eu o perseguiria até poder matá-lo na frente dela. Mas como sei que essa nascida-trouxa é estúpida e ingrata, sei que ela não agradecerá por eu não ter dado tempo para que ela se apegasse ao feto.


 


-       Posso pagar no lugar dela o que quer que esteja planejando. – Draco tentou, mas sabia que o bruxo não aliviaria para ela.


 


-       Não seja ingênuo, Draco. – ele apenas disse. – Saia do caminho. – empurrou Draco para chegar até Hermione. – Agora chegou a hora de Dumbledore pagar por seu plano fracassado, da nascida-trouxa pagar por sua escolha, e de você aprender a como se livrar de atrasos na vida. – Voldemort estendeu sua varinha para Hermione que ainda lutava com a dor que sentia forte nos quadris. Os pés dela deixaram o chão e ela passou a flutuar a centímetros dele. Ele a colocou dentro de algum tipo de transe que fez com que os músculos dela se relaxassem.


 


Draco temeu pelo tipo de ritual que ele poderia presenciar.


 


O suor dela começou a reluzir e então Draco percebeu que era sua pele. O sangue ainda pingava pelos seus pés. A boca seca dela estava levemente aberta. Ele havia posto ela num estado doentio. E então ela saiu do transe que Voldemort a havia colocado. Ela abriu bem os olhos e logo então seu grito soou novamente enquanto sua pele resplandecia num brilho que quase chegava a o cegar. Floreios coloridos saiam de um por um de dentro dela e se enegreciam quando envolviam Voldemort.


 


Draco foi obrigado a olhar aquilo por um tempo que ele julgou ser a eternidade. Quando os floreios se tornaram escassos e a pele dela se apagou, Voldemort soltou o ar vigoroso de quem acabara de se deliciar com muito poder. Hermione caiu mole sobre a poça de sangue. Mas ele ainda parecia não ter terminado o serviço.


 


Draco caminhou até ela no chão. Estava mole. Mal respirava. Colocou-a em seus braços com cuidado e ela abriu seus olhos incrivelmente âmbar de um modo sonolento e fraco.


 


-       Draco. – ela disse. Foi quase inaudível. Ele se aproximou para poder escutá-la. Ela o olhava, mas não parecia realmente vê-lo. – Eu sonhei. – os lábios secos dela se curvaram num sorriso distante. – Sonhei que tínhamos uma casa simples. – ele mal podia escutá-la. – Era no meio de uma clareira bonita e tinha um jardim bem cuidado. – soltou o ar e o puxou novamente quase sem conseguir. – Éramos eu e você. Todos os dias. Dormíamos juntos. Comíamos juntos. Éramos felizes. Só eu e você. – ela soltou o ar. Seus olhos se fecharam como se fosse difícil mantê-los abertos. Ele sentiu seu coração dissolver. – Não havia guerra. – então sua boca relaxou juntos com todos os músculos e o corpo dela pesou.


 


Voldemort soltou um último uivo de vigor.


 


Hermione gelou nos braços de Draco.


 


Ele permaneceu estático vendo a figura sem vida dela a sua frente. Ele havia morrido junto com ela.


 


-       Nada pode deter seu caminho ao poder agora, Draco. – Voldemort disse.


 


Draco não pode escutar porque ele agora entendia o que Hermione significava, porque nada em seu mundo parecia fazer mais sentido. Nada mais tinha cor, som, textura. Nada parecia interessante o bastante, atrativo o suficiente. Ele percebeu que seu mundo mais havia girado em torno dela do que qualquer outra coisa. Ela era a figura principal de sua existência. Todo o resto, a guerra, Voldemort, poder, rebeldes, todo o resto, eram só coadjuvantes. Ela apagou seu mundo.


 


No mesmo instante a porta da sala de treinamento foi rompida. Um batalhão passou por ela.


 


Tudo que Draco entendeu foram os sons mortos que se seguiam a sua volta. Sons fortes, gritos. Tudo que ele fez foi enterrar seu rosto na curva fria do pescoço de Hermione.


 


-       Não. – sua voz saiu sem força. Ele precisava que ela abrisse os olhos. Ele precisava ver novamente o brilho âmbar dela. Precisava escutar sua voz doce. Precisava do toque dela. Ele precisava dela.


 


-       AFASTE-SE DELA!


 


 Draco escutava alguém berrar em seu ouvido.


 


Seu corpo foi arrastado para longe dela. Milhões de braços pareciam o carregar para longe dela. Ele não protestava.


 


Viu o corpo morto de Voldemort caído sobre a pedra fria do chão e Harry Potter tomar o corpo de Hermione passando a gritar chorosamente seu nome. Seus membros pesaram com o peso das correntes que o envolveram.


 


Draco apenas fechou os olhos enquanto era carregado.


 


Havia morrido junto com ela.

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Comentários: 5

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Enviado por Jac Malfoy em 08/08/2013

CHOREI... chorei... chorei... apenas chorei.........

Nota: 5

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Enviado por Déia Santos em 03/03/2013

Minha garganta travou nesse capitulo. Tensão a cada linha... Nossa... =(

Nota: 5

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Enviado por Larii Malfoy em 20/01/2013

Nossa! Meus lábios até secaram..Que capítulo sofrido e forte, meu Deus!

Eu preciso dizer que AMO drama :) Quanto mais, melhor...sério, sou muito estranha kkkkk

Você escreve demaaaaais! Parabéns!

beijos ;*

Nota: 5

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Enviado por Nicole Ninfadora em 20/01/2013

Não dá pra comentar agora que não dá pra acreditar que esse capítulo é o último e a Mione morre!! É muito forte! Tenho lágrima nos olhos! Essa foi a fic mais envolvente que eu li em toda a minha vida! Tem tanta emoção nela!! Esse capítulo foi memorável do jeito que você queria que fosse! Deprimente e perfeito!

Nota: 5

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Enviado por M R C em 19/01/2013

acabou?? socorroo que tristeeeee =/
meu deuss
essa foi sem dúvidas a dramione mais cruel que já li!
muito bem escrita, bem formulada, adorei tudooo, mas to aqui sofrendo junto do draco....
ai ai ai
poxa poxaaaa
mas gostei muito da história =]
beijos       

Nota: 5

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