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2. Capítulo II


Fic: My Destiny


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Relembrando

Harry teve um choque. A mulher a sua frente era alta, tinha um corpo bem delineado, o cabelo castanho estava batendo na cintura, cacho formavam-se nas pontas. Os olhos castanhos brilharam ao encontrar os verdes dos olhos deles e um sorriso tímido surgiu.

- Hermione...

Harry não podia acreditar. Ela estava ali na sua frente, depois de três anos, ela estava lá, linda.

- Olá Harry!

Ele não sabia o que fazer, estava muito confuso. Uma parte dele queria fazer perguntas, descobrir os motivos de sua partida e da falta de notícias. Outra parte, queria abraçá-la e dizer quanta falta ela fazia. Mas ele não teve tempo de decidir o que fazer, pois a voz do Sr. Weasley o fez voltar para a realidade.

- Vamos começar nossa reunião- disse o Sr. Weasley- Sente-se. - Eles obedeceram. O rapaz pode perceber que rosto da amiga adquiriu àquele tão conhecido semblante concentrado. Forçou-se a prestar atenção também. - Harry, a Hermione foi chamada por nosso ministério pelos ataques que também estão ocorrendo na França. Alguns membros da ordem que moram lá foram atacados e como ela é responsável pelas investigações de lá achei que...

- Você é uma inominável? – perguntou Harry sem conseguir controlar a ansiedade e a surpresa.

- Sim... - respondeu Hermione seriamente. – Bom... Na verdade, sou chefe do Departamento de Mistério.

- Puxa!- disse o moreno surpreso, sempre soube que Hermione seria muito bem sucedida em qualquer profissão. Sempre fora muito inteligente e aplicada, mas não podia negar que estava surpreso com o cargo que ela ocupava.

- Voltando ao assunto, Hermione tem algumas teorias sobre os motivos dos ataques, assim como a autoria dos mesmos. Então pedi permissão ao Ministério francês para trazê-la à Londres a fim de unir forças com o nosso ministério e resolver este caso.

- O senhor quer dizer que vamos trabalhar juntos?- perguntou Harry, um pouco incomodado.

- Sim, é isso que estou dizendo. - disse o Sr. Weasley.

- Você vê algum problema Harry?- indagou Hermione o olhando serenamente.

- Não!- apressou-se a responder. - Problema algum... Quanto tempo nos deu para resolver o caso?- perguntou recompondo-se.

- Bem, Hermione só foi liberada por um mês de forma que o ideal seria que o caso fosse resolvido durante este período. Mas alguma pergunta?

- Não. – responderam ao mesmo tempo.

- Então ótimo. Hermione... – o ministro olhou para a garota – Posso fazer algo por você? Já tem onde ficar?

- Sim, Sr. Weasley. Estou em um hotel pago pelo ministério francês. Estou bem acomodada, não precisa se preocupar. –terminou sorrindo gentilmente.

- Então você poderia jantar conosco na Toca. Rony está no país de férias e Molly adoraria te ver.

- Talvez outro dia. Sabe que tenho outras coisas para resolver. E quanto antes melhor. – ela lançou-lhe um olhar significativo.

- Tudo bem. Mas saiba que não vou perdoá-la se não nos visitar.

- Visitarei Sr. Weasley. Pode ter certeza. –respondeu Hermione sorrindo.

- Então até mais. Boa sorte para os dois!

- Obrigada senhor Weasley - disse a garota.

- Até mais Ministro. - disse Harry, despedindo-se.

Saíram da sala e andaram em silêncio por um corredor que dava nos elevadores do ministério. Harry queria começar uma conversa, mas não sabia o que dizer. Ainda estava atordoado por encontrar a amiga tão repentinamente. Tomou coragem e decidiu arriscar.

- Hermione... – começou timidamente.

- Harry, você se incomoda de começarmos o trabalho amanhã?- perguntou Hermione com uma expressão séria – Tenho que resolver algumas coisas, cheguei ontem a noite, portanto não tive tempo pra nada.

- Não, tudo bem. - respondeu rapidamente - Quer ajuda?

- Obrigada Harry, mas não precisa. Que horas devo me encontrar com você amanha?

- Encontrar? Comigo?- falou Harry ruborizando.

- Sim, para começarmos a investigação. – explicou a menina.

- Ah, sim! A investigação! – disse Harry encabulado. – As oito está bom? Posso ir te buscar. Onde você está hospedada?

- Te encontro aqui, não há necessidade de me buscar. Então, até amanhã Harry! – ela foi apressada, em direção da saída do ministério, deixando Harry ainda mais confuso.

“Será impressão minha ou ela não quer ficar muito tempo perto de mim?”- pensou ele - “Mas por quê? Ela está escondendo algo de mim... Tenho que descobrir o que é!”


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Hermione respirou fundo quando saiu da cabine telefônica. Era duro ficar ao lado de Harry sem denunciar a falta que o amigo fazia. Tinha muita vontade de dizer o que sentia e os motivos que a fizeram morar na França. Mas não podia. A segurança de outra pessoa estava em jogo e Hermione sabia que Harry não ia gostar de saber que tinha ido embora por cauda desta pessoa. “Se bem que não foi a única razão” - pensou ela – “O fato de amar os dois melhores amigos já seria motivo suficiente!” - suspirou. Pensava que o tempo que passou fora seria o bastante para por um fim nos sentimentos confusos. Mas quando viu Harry soube que o tempo não fora nenhum pouco eficaz. Queria abraçar e dizer-lhe que não queria ter ido. “Não vou fazer, nem dizer nada disso”. Tinha que continuar afastada dele, e também de Rony. Um arrepio correu sua espinha. Como reagiria Rony ao vê-la? Como ela mesma se sentiria? Tinha plena consciência que o rapaz ficou magoado quando terminaram o namoro. Mas, agora, será que ele ainda tinha rancor? Hermione em meio aos seus pensamentos caminhou até o hotel.

- Cheguei! – falou a garota ao entrar no quarto do hotel onde estava hospedada.

- Que bom que você apareceu! Estou com fome. – disse um rapaz forte, alto, pálido, com cabelos loiros platinados e olhos de um azul acinzentado – Por que demorou tanto?

- Draco, te disse que vim a trabalho. E este trabalho pode te deixar livre das ameaças. Então, não espere que eu vá passar o dia com você. Afinal só tenho um mês – respondeu Hermione cansada.

- Sei disso tudo. Apenas pensei que estava matando a saudade do Potter. –respondeu o loiro com malícia e rancor na voz.

- Pode para com isso Malfoy – disse Hermione chateada fazendo uma careta na ultima palavra, sabia que o loiro odiava que o chamasse pelo sobrenome. – Meu relacionamento com Harry é profissional e só.

- Ah é? Pois pra mim você ainda é caidinha pelo cicatriz – disse Draco transparecendo inveja.

- Chega! O que passou, passou. Vim a trabalho e não para relembrar o passado.

- Você não precisa relembrar porque nunca esqueceu.

- Esqueci sim.

- Você não esqueceu!– o rapaz levantou e deu alguns passos em direção a morena, ficando muito próximo dela – Se o passado não importasse mais, você não me negaria a chance que tanto te peço.

- Draco...

- Mione, já te disse que sou apaixonado. – ele colocou a mão no rosto da garota – Mas você sempre se afasta... Diz que só está ao meu lado pra me proteger...

- E estou! – ela o interrompeu – Afinal, é meu trabalho!

- Mas esse não pode ser o único motivo!

- E não é! Você salvou minha vida e é meu amigo. Não há motivos maiores que este.

- Você sabe que não quero sua gratidão nem sua amizade! – disse em voz baixa.

- É só o que posso oferecer... – disse Hermione segurando as mãos do rapaz.

- Infelizmente. Sei que se você me desse uma chance, com certeza te faria muito feliz.

- Eu sei, mas não quero enganar você nem a mim. Por favor, entenda.

- Ok, não vou mais insistir. Pelo menos por hoje... – disse Draco com um meio sorriso – o que você vai querer almoçar?

- Que tal comida italiana?

- O que você quiser meu amor! Vou pedir.


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Harry bateu a porta de seu apartamento ao passar. Andou até o sofá onde se deixou cair, sua cabeça doía e estava se sentindo cansado. Levantou de repente e caminhou até a gaiola de Edwirges. Pegou um pergaminho e rabiscou um bilhete amarrando em seguida na perna da coruja, que levantou vôo. Voltou para o sofá e ficou a espera da resposta.
Uma hora havia passado desde que Edwirges levou o bilhete e ele ainda estava na mesma, quando escutou um “craque” próximo a porta de seu apartamento. Alguém havia aparatado. Correu para abri-la.

- Oi Harry! O que foi que aconteceu pra você me pedir pra vir tão urgentemente?

- Rony!- Ronald Weasley continuava alto, com sardas no rosto e com o cabelo ruivo. A única mudança era que agora tinha mais músculos graças a prática do quadribol. – Que bom que veio! Preciso conversar com você. Entre.

- Diz logo o que foi Harry! Você está muito agitado.

- Seu pai não te contou a novidade?

- Meu pai? Não. Não vejo papai há dois dias. Estive com os gêmeos no Beco Diagonal e só voltei para a Toca agora à tarde.

- Ah! Entendi.

- Mas diz logo o que é Harry! Sobre o que você quer falar.

- Sobre a Hermione.

- O que tem a Hermione, Harry? – perguntou o ruivo muito interresado.

- A Hermione voltou.

- O que? – Rony sentou no sofá se entender nada.

- É isso que você escutou.

- Não acredito! Depois de três anos! – disse ainda surpreso e abalado.

- É Rony! Eu quase que morro de susto quando a vi no escritório do seu pai.

- No ministério? O que ela fazia lá?

- Ela veio para ajudar nas investigações dos ataques.

- E o que ela tem haver com isso? – perguntou Rony, confuso.

- A Mione é uma inominável... Ela é chefe do departamento de mistérios da França.

- Nossa! – disse Rony espantado com a notícia – Ela sempre foi inteligente, mas chefe dos inomináveis? É... Impressionante.

- Também acho.

- Então ela te disse por que foi embora daquele jeito? – perguntou o ruivo com um pouco de mágoa na voz.

- Não, ela mal falou comigo. Nem sequer quis me dizer onde estava hospedada.

- Estranho... Como... Como ela está?- perguntou hesitante e ansioso.

- Pelo que pude ver, muito bem. – falou o moreno corando um pouco.

- Como assim?

- Ela está linda Rony. Na verdade, eu diria que ela está um mulherão. – disse Harry corando e surpreso com o que disse da amiga.

- Sério? – Harry confirmou com um aceno de cabeça – A Mione sempre foi bonita, mas pelo que você ta dizendo...

- Não estou falando só fisicamente Rony. Ela está com um ar... Mais decidido, maduro... Se você quer saber ela está com jeito de quem sabe o que quer e faz o que quer.

- Harry, para de falar desse jeito que tô ficando ansioso pra ver a Hermione.

- Mas estou falando a verdade. Se você a visse ia entender o que estou falando.

Os dois ficaram em silencio por algum tempo. Até que o ruivo perguntou:

- Harry, você acha que a Mione está sozinha? – Harry olhou nos olhos do amigo – Afinal, já faz três anos... Ela pode estar noiva ou até casada...

- Não! Casada ela não está – disse Harry com uma pontinha de ciúmes – Nem noiva. Não vi nenhuma aliança.

- Certo – Rony falou pensativo.

- Rony... Você sente falta dela? – perguntou o moreno sério. Rony pareceu surpreso com a pergunta e refletiu alguns instantes antes de responder.

- Eu... Sim. Apesar de tudo sinto muita saudade dela. E você?

Harry fitou o amigo nervosamente. O ruivo não sabia dos seus sentimentos pela melhor amiga, ele nunca admitiu pra ninguém o que sentia, embora tivesse vontade de dizer a Rony, não tinha coragem por achar que ele ainda sentia algo por Hermione.

-Sinto. Ela é minha melhor amiga, não é? – respondeu ocultando o real motivo da saudade.

- Sabe gostaria muito de descobrir por que a Hermione foi embora tão de repente! – exclamou Rony.

- Eu também... –disse suspirando. - O que você acha de investigarmos? – propôs Harry.

O ruivo pensou um pouco, depois esboçou um sorriso cúmplice, pois queria muito entender o que aconteceu.

- Concordo. Não agüento mais imaginar o porquê de tudo isso.

Harry fitou o amigo. “Quer dizer que o Rony ainda pensa nos motivos da Hermione. Será que ele ainda gosta dela?”

- Harry? – o ruivo chamou tirando-o de seus pensamentos.

- Hum... Fala.

- Quando vamos começar?

- Tenho uma reunião amanhã com ela às oito. Vou tentar descobrir onde ela mora. –disse Harry cansado. O ruivo o fitou curioso.

- Como você vai fazer isso? –perguntou sabendo o quanto era difícil arrancar uma palavra da amiga.

- Vou segui-la assim que sair do ministério. Se ela ainda é a Mione que conhecemos, vai para o hotel andando ou de táxi. –disse o moreno com um sorriso amarelo lembrando dos velhos tempos. - Ela nunca gostou de aparatar sem necessidade.

- Ótimo! Enquanto isso vou tentar arrancar algo de papai. Ele deve saber de alguma coisa – falou Rony empolgado.

- Ok. Amanhã te mando uma coruja contando o que descobri – concluiu Harry decidido.

- Então vou pra casa. Quero começar ainda hoje a pressionar papai. Boa noite Harry!

- Noite Rony!

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Hermione demorou a dormir. O encontro com Harry mexeu muito com ela apesar das poucas palavras trocadas. Também incomodava fato dele querer conversar e ela não poder dizer nada. Se o deixasse começar uma conversa, sabia que mais cedo ou mais tarde ele perguntaria o motivo de sua viagem e obviamente ela não poderia responder, por mais que quisesse. O cansaço não deixou que ela continuasse a pensar, e dormiu profundamente.

No meio da noite, sentiu um braço passar por sua cintura ao mesmo tempo em que era beijada no pescoço. Abriu os olhos rapidamente e deparou-se com os olhos azul-acinzentados de Draco, que lhe encaravam com desejo.

- Draco o que você está fazendo?-disse Hermione assustada.

- Tentando conquistar a mulher que eu amo – disse beijando a boca da morena em seguida. Um beijo cheio de luxuria, paixão e desejo. Hermione estremeceu, há muito tempo não tinha um relacionamento. Seu passado não a deixava se envolver. E mesmo gostando do beijo e do toque de Draco, o afastou.

- Draco não! – exclamou Hermione nervosa tentando afastar o loiro com as mãos.

- Por quê? Sei que você está gostando... – tentou beija-la novamente.

- Não posso fazer isso! Eu não te amo!

- Eu sei! Mas até quando você vai esperar pelo Potter ou pelo o Weasley? – disse o loiro irritado se afastando da morena.

- Não estou esperando por eles! Caso tenha esquecido, quem foi embora fui eu!- devolveu no mesmo tom.

- É! E foi por minha causa! Será que você não sente mesmo nada por mim?- indagou Draco nervosamente.

- Sinto! – disse Hermione em tom triste – Mas não o mesmo que você... Desculpe!

Draco lançou-lhe um olhar triste, depois foi até a cama e pegou a camisa e saiu do quarto.

- Draco aonde você vai?- gritou a garota, mas ele não respondeu.

Hermione trocou rapidamente de roupa e correu atrás dele. Sabia que ia se atrasar para a reunião com Harry, mas não podia deixar Draco sozinho. Odiava quando ele fazia aquilo, a deixava irritada e magoada, mas ele corria perigo e ela era responsável por sua segurança.
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N/A: Muito obrigada pelos comentários! Espero que gostem do capítulo! E, por favor, comentem! Até a próxima! Beijos para todos!

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