FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

12. Capítulo XI


Fic: Batalhas e Honras


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo XI




A Rainha Luna ouvia com atenção os berros indignados da cela ao lado. Fazia uma semana que Lady Belatriz Lestrange havia sido presa, por ordem do Rei Voldemort, na torre sul.
Ela não conseguia conter o rompante de esperança que brotara em seu coração tão despedaçado.
Aquela prisão deveria significar alguma coisa, não deveria? Era ou não era a demonstração que as coisas estavam mudando?
Mesmo Lady Minerva, tão alquebrada pela doença dos pulmões, possuía um novo brilho no olhar. As coisas não deveriam demorar tanto assim...
Lady Cho lhes tinha dito, naquela mesma manhã, que recebera um recado do príncipe Harry, lhes dizendo que ficassem preparadas. A partir daquela manhã cintilante de verão, Lady Minerva e a Rainha Luna estariam alerta a qualquer mudança. Fosse o que fosse.
E a primeira, como compreendera Luna, fora a de que Lady Belatriz perdera seu prestígio junto ao Rei Voldemort.
— O que será que a harpia aprontou para o lobo de Penedo prendê-la? — Minerva indagou mais uma vez, como se não conseguisse deixar de pensar naquilo.
— Quem me dera compreender a mente sórdida deste vilão, Lady Minerva — Luna suspirou desviando o olhar para ama. — Talvez tenha ultrapassado a cota de mortes?
— Sua Majestade não deveria brincar com algo tão sinistro — repreendeu a velha senhora. — Eu ouvi os guardas falando sobre a rainha de Penedo. Aquela menina que gritava tanto outro dia, lá no pátio. Dizem que foi por causa dela.
— Eu me admiro que a senhora dê ouvidos às fofocas dos guardas, Lady Minerva — Luna comentou um tanto divertida. — Além disso, duvido que o Rei Voldemort tenha um coração para que se preocupe com o bem estar da própria esposa.
— É verdade.
O assunto morreu. Entretanto, os gritos abafados de Lady Lestrange retumbavam pela cela, ultrapassando as grossas paredes de pedra, deixando-as desconfortáveis. Luna voltou a olhar pela estreita janela da torre, perdida em pensamentos.
Como se lembrasse de algo mais emocionante, Lady Minerva indagou com muita excitação na voz enfraquecida:
— Quanto tempo a senhora pensa que demorará agora, Majestade?
A loira mulher suspirou ainda mais profundamente, olhando diretamente para o céu azul e suas poucas nuvens. Depois de alguns segundos, ela respondeu:
— O tempo necessário, minha querida, mas agora estamos em contagem regressiva. A qualquer momento, estaremos fora daqui.
E a Rainha rezava que fosse o mais rápido possível. A saúde de sua velha ama deteriorava-se com uma rapidez surpreendente, e, se não fossem os esforços de Lady Cho, lhe enviando elixires de fortalecimento, a velha senhora já teria falecido há mais tempo.
Enquanto as duas prisioneiras atalaianas conspiravam sobre sua fuga iminente, na cela ao lado, Belatriz Lestrange, Marquesa de Isendream, grunhia e usava suas parcas forças, tentando abrir a porta. Seu olhar colérico e enlouquecido vagava pelo pequeno espaço de pedra úmida e pela palha apodrecida que recobria o chão poroso.
Não! Isso era inadmissível. Ela serviu com devoção por muitos anos para ser descartada como uma latrina velha!
— Voldemort, eu irei sair daqui, e quando eu sair, você desejará jamais ter me conhecido! — Belatriz jurou num murmúrio.
Ela estava resmungando maldições, quando viu a pequena cancela ser aberta e olhos conhecidos brilharem na escuridão do corredor.
— Milady! Milady — sussurrou a voz com urgência. — Sou eu, Goyle.
Os olhos ensandecidos da Marquesa brilharam com agrado. Goyle era seu ajudante predileto, bonito o suficiente para que lhe agradasse na cama, burro o suficiente para não entender seus arquivos secretos, e fanático o suficiente para adorá-la mais que a um Deus.
— Meu pequeno Goyle — ela sussurrou sedutora. — Você veio me tirar deste luar fétido e sujo?
— Eu ainda não posso, Milady...
Belatriz interrompeu aos gritos:
— Como não pode? Seu inútil e...
— Shhhhhhh! Milady! Eu disse que não posso hoje, eu estou quase conseguindo a chave. Amanhã à noite a senhora será livre, Milady, eu prometo. E o melhor, estará na posse de todas as suas coisas. Só um pouco de paciência, por favor — Goyle implorou.
Belatriz controlou o grito que borbulhava em sua garganta. E pensou por um momento. Pela primeira vez, seu escravo particular tinha razão. Ela não deveria sair daquele maldito e escuro castelo com apenas a roupa do corpo. Ela era uma LESTRANGE, ela era uma MARQUESA, iria embora como uma dama de sua estirpe. Mas antes, ela daria a Voldemort aquilo que ele verdadeiramente merecia...
— Tudo bem, Goyle, meu rapaz. Amanhã à noite.
A cancela foi fechada e Belatriz Lestrange gargalhou, saboreando sua vitória.
Voldemort estava com os dias de paz contados.


Hermione suspirou novamente, enquanto refazia seu estoque de flechas. Ela demorara três dias para reunir madeira suficiente e adequada. Nesse meio tempo, ela ainda tivera de convencer ao ferreiro que fizesse as ponteiras de acordo com suas instruções.
Hagrid, o ferreiro, era apegado demais aos seus métodos antiquados e obsoletos para acompanhar as idéias inovadoras que Hermione trouxera de suas viagens. Porém, a curandeira era teimosa o bastante para fazer o velho homem dobrar-se à sua vontade.
A jovem arqueira escolheu o local mais retirado do acampamento para terminar as flechas, na parte inferior, atrás de uma muralha de arbustos. Era o local mais recluso que ela pensara, depois de seu dormitório, é claro.
Hermione estava evitando o acampamento, e todas as áreas comuns, como o refeitório e o pátio de treinamento, por exemplo.
Aliás, de um modo geral, Hermione estava evitando encontrar Harry, e assim, evitando lembrar do que ocorrera às margens do rio. E toda a vez que as lembranças a assombravam, a curandeira as empurrava, com firmeza, para o canto mais obscuro de sua mente.
Ela não iria lembrar. Pois, se não lembrasse, ela não iria pensar. E se não pensasse, ela não iria se atormentar com seus sentimentos confusos pelo irascível príncipe de Atalaia.
Ele não a procurou ou sequer dirigiu a palavra, depois de tê-la seduzido. Mesmo que ela estivesse disposta a ser seduzida, a simples conclusão que a indiferença do guerreiro gerava lhe produzia uma dor tão profunda, e uma vergonha tão sufocante, que ela preferia afastar os pensamentos de seus próprios sentimentos e lembranças, e fixá-los na batalha iminente.
Ela lembrava claramente do retorno silencioso até o acampamento e da recepção de Dom Sírius.

Início do flashback

— Que silêncio estranho — Draco comentou, depois de esconder os cavalos no lugar de sempre.
— Eu estou com um mau pressentimento, querido — Pansy sussurrou, esfregando os braços.
Draco olhou-a tranqüilizadoramente e logo começou a escalar para subir até a plataforma um. Ele preferia entrar pela porta da frente, como costumava dizer. Harry apenas ria desta brincadeira, já que, teoricamente, o acampamento não tinha porta alguma.
Mal o último dos guardiões do Dragão havia se posto de pé, apareceu Dom Sírius com o semblante iluminado por um sorriso confiante e um olhar de conquistador.
— Vejo que recuperaram nosso príncipe e nossa curandeira — ele iniciou o discurso com sua voz aveludada. — E bem a tempo da brincadeira. Que rufem os tambores, meus queridos, a guerra vai começar. Não há tempo para risos, ou choradeira, é hora de treinar e matar.
Nesse discurso meio cantado, um tanto assustador, Dom Sírius fazia gestos de quem brandia uma arma imaginária, enquanto dançava ao redor dos recém chegados, com uma alegria extremamente perversa.
Hermione pensou que ele esperara demais por vingança. Uma vingança que nem todos entendiam, mas que ela, igualmente, queria.
— Aqui, meu corajoso guerreiro, meu amável príncipe. Eis aqui a prova cabal de nossa libertação, finalmente teremos lutas, finalmente teremos ação.
O sorriso maléfico, que deformou o rosto belo de Dom Black, enviou calafrios a todos, e mesmo Harry, que pegava o bilhete que o chefe do bando do Dragão lhe estendia, sentiu dificuldades em não se assustar. Dom Black sempre cantava versinhos bizarros sobre os acontecimentos, mas nunca demonstrara tanta satisfação numa luta sangrenta antes.
Ele desdobrou a folha de pergaminho e leu a letra charmosa e caprichada de seu irmão mais velho:

Temos uma semana para libertar Atalaia. E apenas mais uma semana para libertar a Rainha. Preparem-se para o ataque, a hora da vingança se aproxima.

Harry ergueu os olhos verdes e o cenho franzido para Dom Black, encarando-o com atenção extrema, antes de perguntar:
— Temos condições de suportar a luta, Dom Sírius? Seja honesto.
Dom Sírius deu seu sorriso mais maroto, que não lhe alcançou os olhos, os quais continham um brilho perigoso, e então respondeu:
— Toda a minha força, todos os meus homens estão ao seu dispor, Alteza.
Todos se surpreenderam. Era a primeira vez, em doze anos, que Dom Black chamava Harry por seu título real sem qualquer inflexão de zombaria. Os homens do chefe perceberam que aquele era o momento certo. O momento em que eles libertariam o mundo de Voldemort, ou cairiam em batalha, numa mistura de honra, dever e sangue.
Harry assentiu com um gesto brusco de sua cabeça, e respirou fundo. Tudo pelo que lutara estava a um passo dele. Bastava ganhar a maior guerra que o mundo civilizado conhecera e destruir o rei mais tirano, e o exército mais sanguinário de que se tinha notícias, com uma força inferior a quinhentos homens.
Seria difícil. Seria praticamente impossível. Mas ao príncipe sempre gostaram os desafios. Ele deu um meio sorriso de zombaria, enquanto amassava o bilhete em sua mão dura e calejada, compreendendo o espírito de Dom Black.
Ele se preparava para se retirar, quando Sírius o tocou no ombro e lhe falou:
— Eu só peço uma coisa, Alteza.
— O que quiser, Dom Black.
— Eu quero poder matar pessoalmente a vaca Lestrange. Tenho algumas pendências com aquela meretriz.
Harry franziu o cenho interrogativamente e encarou Dom Sírius, mas não perguntou nada. Ele sabia, melhor do que ninguém, que as mágoas que pudessem sobreviver em um homem como Dom Black, eram dignas de uma vingança à altura.
— Tudo bem, nem eu, nem meus homens a mataremos. Ela é tua.
Dom Sírius sorriu, matreiro como uma raposa, e acenou com a cabeça, libertando o ombro do amigo de tantos anos.
Hermione apenas observou tudo calada. Ela ainda estava magoada demais com o príncipe para contestar qualquer coisa, e sabia que Sírius compartilharia a presa Lestrange com ela.

Fim do flashback

Depois disso, uma verdadeira revolução instalou-se no Acampamento Dragão. Até mesmo as crianças estavam excitadas demais, e as aulas tiveram de ser canceladas ante a hiper atividade dos pequenos, adicionada à personalidade normal dos dois afilhados de Hermione.
A bagunça era tanta que as crianças foram enviadas para outra extensão do acampamento, onde elas não teriam contato imediato com as armas e com coisas que pudessem feri-las. Ainda assim, à noite, quando todos estavam reunidos, os pequenos membros do Bando do Dragão não conseguiam dormir cedo e suas travessuras chegavam a um limite alarmante.
Bella e Jim tentaram escapar de seu confinamento por diversas vezes, tantas que Hermione cogitou ir terminar suas flechas lá. Só desistiu, quando soube que príncipe Harry e Draco tinham sido enviados para lá para a proteção dos garotos, enquanto organizavam seus planos de batalha.
Totalmente distraída, Hermione não percebeu a aproximação de Sírius.
— Os pensamentos negros que nublam a mente de tão formosa jovem não devem valer uma única moeda de ouro. Portanto, ao invés de oferecer uma moeda por seus pensamentos, eu ofereço uma moeda por seu sorriso. Ainda que, uma moeda apenas, não seja, nem de longe, o real valor de um sorriso seu, minha querida.
A voz aveludada instantaneamente provocou uma sensação de aquecimento em Hermione e divertimento ante o oferecimento. Por isso, mesmo preocupada, a curandeira sorriu, fazendo seus âmbares olhos brilharem.
— Dom Sírius.
— Ah! Aí está o sorriso. Porém — ele começou a apalpar o corpo, como se buscasse algo —, não tenho o pagamento comigo. O que me diz, bela senhora? Dará um prazo ainda maior para o pagamento de tal dívida? Ou mandará seus soldados me jogar no calabouço mais profundo e sombrio? Uma dívida de tal magnitude deve ser paga, sem dúvida nenhuma.
Hermione ampliou o sorriso e balançou a cabeça negativamente, antes de responder:
— Sírius, seu grande bobo. Está certo, esta dívida eu perdoarei.
Dom Black sorriu maroto, com seus gélidos olhos azuis a cintilar, e logo sentou num tronco caído, próximo à pedra onde Hermione estava sentada.
Ele olhou a pilha de flechas com admiração, e ficou alguns minutos observando a castanha fabricar mais algumas. Finalmente entediado pelos movimentos precisos e contínuos dela, Dom Sírius perguntou:
— E então, minha querida, já está pronta para me contar o que houve na fatídica noite?
— Que noite, Dom Sírius? — Hermione desconversou, sentindo as bochechas ruborizarem apenas um pouco.
— Não se faça de desentendida, minha criança. Eu falo da noite que está deixando tanto você, quanto nosso caro príncipe, como lobos mal humorados.
Hermione suspirou ruidosamente e ficou calada. Voltou a atenção para as penas que colocava como guia, terminando mais uma de suas setas. Depois de um longo tempo, ela murmurou:
— Não aconteceu nada. Como aconteceria? Ele não passa de um imbecil, e estúpido e... E néscio, e...
— Tudo bem, tudo bem — Sírius interrompeu, tentando controlar o riso que tremia em seus lábios. — Eu já entendi. Não aconteceu nada, mas você pôde conhecer o caráter mais profundo de Harry.
Hermione se forçou a manter a concentração na nova flecha, sem cair na tentação de responder à pequena armadilha verbal que Sírius lhe armava.
O chefe do bando do Dragão encarou a pequena mulher à sua frente. Tão frágil e tão forte. Ah, ele queria ter podido enchê-la de mimos durante toda a vida, mas será que ela seria esta mulher formidável se ele a tivesse protegido tanto?
Sírius suspirou, e sua voz adquiriu um tom sério e suave:
— Querida, você pode confiar em mim. Eu apenas quero que você tire este peso de seu coração. Seus olhos andam tristes demais para que minha própria alma suporte.
Hermione alcançou o braço forte do moreno a seu lado e o apertou com firmeza.
— O senhor sabe que, se fosse algo que você pudesse resolver, eu lhe contaria. Eu confio no senhor, Sírius — ela disse, retirando o tratamento especial. — Isso é o resultado de minhas escolhas e devo conviver com a conseqüência delas.
— Eu só quero que você seja feliz, Mione. Se você acha melhor, nós podemos simplesmente ir embora; deixar esta briga, que não é nossa, para trás. Minhas terras continuam minhas, você sabe, e meu castelo é muito bem fortificado...
Hermione sentiu os olhos encherem-se de lágrimas, que ela impediu de se derramarem. Nunca, em toda a vida dela, outra pessoa que não fosse Luna, preocupara-se com a sua real felicidade. Ela levantou e ajoelhou-se ao lado de Dom Sírius, e, com a garganta ardendo pelo esforço de não chorar, ela disse:
— Eu penso que amo o senhor, Dom Sírius Black.
— Eu a amo também, pequena. Muito — sussurrou ele, enquanto a abraçava forte.
Nesse momento, eles ouviram um rugido de raiva, e, antes que Hermione pudesse reagir, ela fora retirada dos braços de Dom Sírius e jogada contra um arbusto fofo. Ela ergueu o olhar, chocada demais para responder ao golpe, e viu o príncipe de Atalaia apontando a espada no coração de Dom Black.

Harry havia procurado Hermione por todo o canto. Ele não suportava mais a distância que se impusera. Ela havia dominado sua alma, e o príncipe tinha honra o suficiente para se render e respeitar sua derrota.
Durante o dia, ele não conseguia pensar em mais nada que não fossem os lábios macios e doces da curandeira. Nas mãos pequenas e quentes lhe acariciando o corpo. Em seus gemidos enlouquecidos enquanto faziam amor.
Durante as noites, ele não dormia, ansiando o corpo maleável junto ao seu, e controlando-se para não invadir a cabana onde a castanha dormia com seus afilhados.
O inferno não seria tão torturador.
Então, disposto a tudo, Harry passou a caçar a mulher, deixando um rastro de mau humor e maldições. E o pior, ela parecia ter se transformado em fumaça.
Ele estava quase desistindo, quando viu Sírius caminhando com sua displicência habitual, mas com certo ar de impaciência, até um canto encoberto por arbustos, e resolveu segui-lo.
Harry escondeu-se atrás de uma árvore, e girou os olhos quando ouviu Sírius falar mais um tanto de palavras, que na idéia do guerreiro eram totalmente dispensáveis. O nosso caro guerreiro pensava que ações eram muito mais necessárias que palavras.
O príncipe ficou muito sério quando ouviu Sírius e Hermione conversando sobre ele, e, a muito custo, controlou a vontade de sair de seu esconderijo durante os longos momentos de silêncio.
Ele saiu lentamente detrás da árvore, quando ouviu Sírius a convidando para ir embora.
Mas, o cataclisma de suas emoções surgiu quando ele ouviu os dois confessando seu amor. Aquilo era demais.
Ele mataria a ambos, mas primeiro faria Dom Sírius sangrar até a morte, ante os olhos daquela traiçoeira bruxa, que lhe arrebatou o coração e a razão.
Lançando seu grito de guerra, Harry pulou entre os dois, arrancando Hermione dos braços de seu Ex-amigo e mirou o coração traidor daquele patife com Camullus.
— TRAIDOR! PATIFE! EU VOU ESPETAR SEU CORAÇÃO COMO UM COELHO E ASSÁ-LO NA PIRA ONDE VOU QUEIMAR SEUS OSSOS! LEVANTE-SE E LUTE!
— Harry, o que... — Sírius tentou falar, apenas para ser interrompido novamente.
— CALE-SE! CALE-SE! LEVANTE E LUTE COMO UM GUERREIRO! ONDE ESTÁ SUA HONRA, CÃO?
— Você está se exaltando, Harry. E eu não vou lutar com um pirralho que não sabe se comportar e conversar civilizadamente — Dom Black afirmou. — Respire, baixe esta espada e eu lhe contarei uma história.
Mas Harry não queria conversar. Seu coração sangrava. Ele nunca pensou que poderia sofrer uma dor pior que um ferimento, mas naquele momento parecia que seu peito havia sido arrombado e ele quase não conseguia respirar. Olhou dolorosamente para a fonte de toda a sua agonia e disse, seco:
— SUA DESGRAÇADA, EU DEVIA...
Ele ergueu a mão como se fosse espancá-la, e Hermione encarou-o, magoada e corajosa, o que fez com que ele caísse de joelhos. Ele jamais conseguiria feri-la, mesmo que ela lhe arrancasse o coração e o pisoteasse.
Sírius, aliviado por o pior da explosão do guerreiro ter passado, resolveu confortá-lo. Porém, sabia que palavras de consolo, ou um simples toque apenas, enfureceriam ainda mais o orgulhoso príncipe. Assim, ele o confortou com a única coisa que tinha nas mãos naquele momento: a verdade.
— Se sua Alteza estiver mais calmo agora, eu gostaria de lhe contar uma história. A minha história. Mas antes, Hermione, por favor, volte a sentar, ele não fará mais nenhuma loucura.
Hermione apertou os lábios, impedindo-se de falar qualquer coisa. Ela nunca esperara que Harry reagiria tão violentamente, apenas porque ela havia abraçado a outro homem. Principalmente depois de tê-la ignorado de forma tão ostensiva nos dias anteriores.
Ela sentiu o coração pulsar uma batida mais rápida, quando surgiu uma pontinha de esperança de que ele a quisesse. A curandeira teve que apertar os punhos ao lado do corpo, impedindo-se de lançar os braços ao redor daquele homem tão orgulhoso e honrado que, agora, parecia humilhado, de joelhos, à sua frente, como se ela fosse o adversário vencedor de uma batalha de vida e morte, ainda que, aquela cena, a fizesse ter vontade de chorar.
Obedecendo o comando de Dom Sírius, Hermione voltou a sentar no tronco, lutando contra as lágrimas, lutando contra o amor que a invadia quando ela pensava naquele arrogante príncipe.
Harry não se mexeu durante todo o tempo em que percebeu Hermione se movendo. Ele tentava controlar a dor que o impedia de respirar, e aguardou Dom Sírius voltar a falar:
— Você nunca me perguntou, Harry, quem sou eu, ou de onde vim. Aceitou-me como sendo mais um entre os ciganos, mais um entre os salteadores, e eu não lhe mudei a imagem porque me era conveniente que não soubesse de toda a verdade.
“O fato é que sou um príncipe. Um príncipe cigano. Mas meu principado é bem real, não apenas um monte de tendas como na época de meu pai, e dos príncipes anteriores a ele. Eu tenho um castelo, e muitas terras, que comprei ao longo de minha vida. Meu principado fica na Espanha, é claro, e há muitos que o querem. Você se pergunta aonde eu vou cinco meses por ano? Todos os anos? É para lá.”
“Mas não é sobre meu título, nem sobre minhas terras, que quero lhe dar conhecimento. Eu quero lhe contar o que ocorreu trinta anos atrás, quando eu ainda era um rapaz.”
“Você vê, as coisas num acampamento cigano são ferventes de sentimentos. Todos muito apaixonados, tudo parece ampliado. Inclusive dentro da família os ódios e amores são excessivamente violentos. Eu tive um irmão mais moço. Assim, era apenas um título, para dois homens fortes e corajosos. Nada é decidido pela ordem de nascimento, sabe? Tínhamos que lutar um contra o outro para provar quem seria mais digno de ser o príncipe.”
“Nossos casamentos eram marcados desde nossos primeiros dias, e a minha prometida era uma moça de beleza estonteante. Com quinze anos, era a mais bela de todas as mulheres do acampamento. Seu nome era Jane, seus olhos eram dourados e seu cabelo selvagemmente ondulado. Ele combinava com sua natureza apaixonada e arisca. Ah, Jane... Ela foi a mulher mais fantástica que eu conheci, e a única que conseguiu entrar profundamente em meu coração.”
Dom Sírius parou para observar o efeito que suas palavras causavam no homem à sua frente. Ele percebeu que os músculos das costas relaxavam minimamente, e isso o incentivou a continuar:
— Eu estava tão cheio de mim, Harry, tão confiante. Era o melhor espadachim, o melhor músico, o melhor poeta. E, é claro, era o mais bonito de todo o grupo, estando comprometido com a moça mais bela. Isso me fazia tão cego. Eu jamais percebera que meu irmão se apaixonara pela minha noiva, ou que ela lhe correspondia ardentemente os sentimentos.
“Uma noite, três dias antes de nosso casamento, eu acordei com o barulho dos cavalos. Eles estavam inquietos. A noite estava escura pelas nuvens grossas de chuva. Quando eu levantei, o nosso guardião dos cavalos me disse que faltavam dois cavalos: o de meu irmão e a égua que minha noiva ganhara como presente de casamento.”
“Bem, como você já deve estar entendendo, eles fugiram juntos, num ato de loucura e paixão, deixando para trás minha desolação de ter perdido, numa única noite, meu irmão e a mulher de minha vida.”
“Isso simplificava as coisas para meu pai, é claro, ele instantaneamente nomeou-me seu sucessor. O pai de Jane ofereceu-me muitas coisas para aplacar minha ira, inclusive seu sangue. Mas eu não queria nada daquilo. Tudo tinha gosto de cinzas.”
“Numa noite, enquanto eu fazia mais um plano de vingança, eu vi uma águia. Tão próxima de mim, encarando-me com tanta profundidade, que pensei que ela desvendava minha alma. E então eu descobri a verdade: eu não queria verdadeiramente que meu irmão morresse, ou que minha antiga noiva sofresse maldições terríveis. Eu os amava demais.”
“Daquele momento em diante, eu apenas queria que eles voltassem para perto de mim. Queria que eles continuassem como minha família. Eu tinha todo o grupo de ciganos para comandar, e, algum dia, eu encontraria a mulher adequada para mim.”
— E então você encontrou Hermione — murmurou Harry entre dentes.
— Harry, você está me ouvindo, rapaz? Eu disse que isso aconteceu quase há trinta anos atrás. Hermione sequer era nascida, homem.
Harry relaxou mais um pouco e suspirou, mas não saiu de sua posição subjugada, a dor permanecia forte demais.
— Eu passei a procurá-los por todos os cantos do mundo. Mas parecia que eles sempre estavam um passo adiante. Um pouco mais de dois anos depois, eu descobri que Jane estava grávida. As pistas do paradeiro de meu irmão e sua família se esfumaçavam e perdiam, e eu estava cada vez mais ensandecido na busca de minha família.
“Quatro anos depois, eu descobri que meu irmão havia morrido de uma doença dos pulmões. Ele fora enterrado como um indigente. Foi a humilhação suprema. Todos os meus companheiros vibraram com a morte indigna dele, pois pensavam que ele merecia ser lançado aos chacais por trair toda a tribo. Mas eu não. Eu o queria vivo.”
“Minha cunhada e o bebê permaneciam desaparecidos, e foi seguindo a trilha de mortos que eu acabei descobrindo muito mais do que esperava”.
“Naquele mesmo mês, logo depois do funeral adequado do meu irmão, numa cidade da costa de Lindsey, eu encontrei uma formosa mulher. Tão maravilhosa que apenas poderia ser comparada a um anjo.”
“É claro que eu deveria ter desconfiado. Mas Belatriz era muito hábil em fazer um homem perder todas as reservas.”
Harry incorporou-se imediatamente ao ouvir o nome da amante de Voldemort, ele virou-se para Dom Sírius com os olhos confusos, enquanto sentava no chão, afinal seus joelhos ardiam pela posição que se obrigara a permanecer minutos antes.
— Vejo que reconhece o nome da víbora. Belatriz me teve nas mãos durante dois anos. Dois anos em que minhas buscas restaram totalmente infrutíferas. Até que eu descobri o porquê. Belatriz, além de subornar todos os homens que eu enviava em busca de minha cunhada e minha sobrinha, havia feito algo muito pior.
“No primeiro ano que nos conhecemos, ela mesma seguiu o rastro delas, e então, usando sua arma favorita e a mais desonrada, Belatriz envenenou Jane, deixando-a morrer na porta de um castelo na costa.”
“Eu desconheço os detalhes, mas creio que Jane já estava doente. O que eu consegui averiguar muito tempo depois, é que Belatriz não pôde matar a criança e acabou por entregá-la a uma camponesa, dizendo que o bebê era filho de uma prostituta. A víbora ainda pagou à camponesa para que sumisse com a criança.”
“Eu apenas descobri toda a verdade, quando eu mesmo vi Belatriz pagando meu homem e lhe prometendo muito mais que simples moedas de ouro. Atirei-a na rua apenas com uma trouxa de roupas, enquanto ela me gritava que eu nunca encontraria Jane e o bebê.”
Sírius suspirou e sorriu docemente para Hermione, enquanto lhe estendia a mão.
— Ela estava certa. Jamais voltei a ver Jane ou sequer conheci o bebê. Mas anos mais tarde, eu cheguei até um reino no norte da Normandia, seguindo a pista da camponesa. Acabei por descobrir que o bebê de meu irmão era uma menina. E que ela fora criada como aia da princesa. A Rainha não pareceu satisfeita em me dar as informações, mas o Rei foi muito bondoso afirmando que sua filha, Vossa Alteza Luna, tinha em minha sobrinha a melhor amiga e que a levara para sua nova casa, no Reino de Atalaia.
Harry ficou em pé com os olhos arregalados fixados em Hermione. Sírius voltou a encarar Harry e concordou:
— Sim, Harry. Hermione é minha sobrinha. Não bastasse sua semelhança espantosa com Jane, ela carrega o sinal dos Black atrás de sua orelha esquerda, uma pequena pinta em forma de meia lua. E, por ordem de sucessão, a próxima princesa dos ciganos. E agora ambos queremos vingança. Queremos o sangue de Belatriz para salvar a honra da vida de Jane, que jamais se submeteu a ninguém exceto a sua paixão, primeiro por meu irmão, depois por minha sobrinha.
Ele ainda a olhava, espantado. Uma princesa! Ela não era uma simples camponesa, era uma princesa, de sangue tão nobre quanto o dele.
Hermione quase ficou ruborizada ante o olhar abismado de Harry. Ele a encarava num misto de espanto, curiosidade e encantamento, que a fazia querer correr. Certamente, se Dom Sírius não estivesse segurando sua mão com tanto carinho e, ao mesmo tempo, firmeza, ela já teria escapulido.
O príncipe nem sabia por onde começar suas desculpas, tanto com Dom Black, mas, em especial, com Hermione. Ele errara tanto com ela...
— Dom Black, eu...
— Tudo bem, Harry — ele interrompeu. — Eu entendo, não preciso de desculpas, mas tem alguém aqui que as merece. Eu gostaria que os dois ficassem aqui, enquanto resolvem suas diferenças. Não podemos enfrentar a batalha com o exército desunido.
Hermione olhou seu tio, assustada, e começou uma negativa com a cabeça, mas Dom Sírius foi irredutível:
— Minha querida, por favor, seja razoável. Conversem. Eu não suporto mais o clima de tensão no acampamento, por causa de vocês dois.
Em seguida ele deixou-os, andando com seu gingado característico, e sua despreocupação aparente.
Hermione olhou rapidamente para Harry, e então voltou à sua ocupação anterior, cortando as penas guias com uma ferocidade muito suspeita. Depois que tinha passado seu choque, a curandeira decidiu que Harry não merecia toda a sua consideração, se apenas olhava para ela com admiração quando descobria suas origens nobres. Ele era um safado arrogante e elitista. Portanto, ela não conversaria, ela apenas ouviria. É isso. Ninguém poderia obrigá-la a falar. Ninguém. Nem mesmo seu tio. Nem mesmo o Rei de Atalaia. Nem mesmo Luna...
—Eu não sei o que sua Alteza deseja, mas é melhor que saiba que eu não tenho nada a lhe falar. Portanto, pode voltar a seu treinamento ou qualquer coisa que esteja fazendo — explodiu Hermione numa profusão de palavras rápidas.
— Eu...
— Não sei mesmo o que quer de mim! Afinal, o que sua Alteza quer de mim? — ela indagou, levantando-se e colocando as mãos na cintura estreita. — Sua Alteza conseguiu o que queria, não é verdade? Depois voltou para sua vida normal, suas amantes habituais. Eu nem mesmo sei porque estou tendo esta conversa com você...
— Hermione...
Entretanto a curandeira continuava seu discurso proferido com palavras rápidas, como se pensasse consigo mesma em voz alta:
— Eu deveria aceitar a proposta do tio Sírius. Ir com ele para Andaluzia, ouvir o vento Siroco. Não fosse minha promessa à Luna, eu teria ido. É claro que tem meus afilhados. Mas eles entenderiam. Acho que o Sírius aceitaria que eles viessem me visitar de vez em quando. Só se houvesse algum problema com o Rei Ronald e a Luna, mas duvido que eles colocassem qualquer empecilho... O Draco e a Pan também concordariam. É claro que tio Sírius teria de deixar o bando, não que ele já tenha nomeado um sucessor... A Tonks e o Remus teriam que ir conosco, afinal são família, e um dos gêmeos... Aquele que se casou com a Angelina... Enfim. Eu ainda não sei se seria melhor partir agora, tão perto do parto e tudo mais, não que eu não possa fazer um parto numa carroça, mas é sempre preferível um local mais limpo. E aqui seria muito melhor. A não ser que Angelina entre em trabalho de parto exatamente quando estivermos ausentes durante a batalha. Ah! Tem a batalha, eu realmente não posso ir antes disso. Os arqueiros daqui são péssimos e eu não deixaria a vida do Rei e da Rainha nas mãos destes inúteis. Como vê, eu não vou conversar com o senhor, Sua Alteza, eu não tenho tempo. Aliás, o que sua Alteza continua fazendo aqui? Devia estar correndo atrás de uma de suas mulheres ou de qualquer coisa que goste de fazer. Eu tenho muitas flechas para terminar e...
Harry estava tonto com tantas palavras em tão curto espaço de tempo. Ele ainda estava chocado com a intensidade dos sentimentos que o assaltaram antes da revelação de Dom Black.
E, na sua última tentativa, ele segurou a curandeira pelos ombros, chacoalhando-a levemente e a fazendo parar seu discurso e encará-lo com o cenho franzido.
— Hermione! Fique quieta um segundo! Eu não quero conversar!
— Não?! — ela indagou, muito surpresa.
— Não!
— Então.. Então, o que sua alteza quer?
Ele suspirou e mirou aquela boca perfeita, e falou num tom mais rouco que o habitual:
— Primeiro que pare de me chamar de sua alteza.
— E segundo? — ela insistiu, perdida no verde dos olhos intensos do príncipe.
Harry, seguindo sua teoria de que ações são melhores do que palavras, preferiu demonstrar, e a beijou intensamente, ainda a segurando firme pelos ombros e braços, esmagando-a contra seu tórax musculoso e duro.
Deuses, ela era perfeita, e tinha um gosto tão bom... E ele sentiu tanto a falta dela naqueles últimos dias...
Hermione já havia esquecido todas as resoluções de se afastar dele. Ela forçou os braços até se libertar do aperto firme daquelas mãos poderosas, para agarrar-se a ele com ansiedade, segurando-o pelos cabelos e pelos ombros. Ele era tão quente, tão maravilhoso...
Os dois gemeram e aprofundaram ainda mais o beijo já selvagem. Em questão de segundos, Hermione estava suspensa nos braços do príncipe e enlaçava-o pela cintura com as pernas.
Apenas separaram as bocas o suficiente para respirar e Harry dizer:
— Depois da nossa vitória nós conversaremos.
— Tudo bem — Hermione soprou.
E voltaram a beijar-se com ânsia faminta.
Hermione pensaria nas conseqüências depois.
Os dois estavam tão envolvidos que não escutaram a aproximação de Simas Finnigan, que ofegava para trazer a decisão final de Dom Black e Draco Malfoy sobre o ataque.
Harry havia querido atacar assim que o bilhete de seu irmão chegara, mas Draco e Sírius se contiveram. Eles queriam um ataque bem planejado, e era isso que Simas queria compartilhar com o chefe da guarda real de Atalaia.
Ele só não esperava ver o bruto General segurando a curandeira como se fosse um objeto precioso e delicado, enquanto tratava os lábios da mesma com bem menos cuidado.
O capitão dos arqueiros chegou a inclinar a cabeça para tentar entender onde começava um e onde terminava o outro. E, um pouco embaraçado, ele coçou a garganta para anunciar-se. Ele fez isso mais de duas vezes. Ainda eufórico, o Lord resolveu ignorar as convenções e anunciar em alto e bom som:
— O ataque conjunto aos soldados em Atalaia será amanhã, ao meio dia, Alteza.
O casal abriu os olhos e permaneceu, por um momento, totalmente paralisado; bocas coladas, olhares vidrados, respirações descompassadas.
Dez segundos depois, o príncipe soltou a castanha, ajudando-a rapidamente a arrumar as saias, enquanto passava a mão pelos cabelos revoltos. Mais recomposto, ele virou para encarar seu subordinado.
— O que você disse, Simas?
O Lord controlou o riso que coçava em sua garganta, ao observar o casal amarrotado, e manteve o rosto o mais sério possível.
— Sua Majestade, Rei Ronald está com os soldados a postos, podemos iniciar o ataque amanhã, ao meio dia, se sairmos daqui duas horas antes do nascer do sol. Isso nos dará uma hora de descanso. Malfoy e Dom Black já fizeram suas considerações sobre o plano e estão esperando que sua alteza se una a eles.
— Obrigado, Simas. Hermione, se você quiser participar da retomada de Atalaia junte suas flechas e vamos.
Hermione concordou em silêncio e, com uma habilidade que surpreendeu os homens, amarrou sua pilha de flechas com um barbante fino e especial, enquanto guardava o material restante embalado em um tecido escuro e macio.
O príncipe recolheu o feixe de flechas em silêncio, e seguiu em direção à primeira escada para o acampamento, deixando Hermione e Finnigan olhando-o perplexos.
Finnigan coçou a garganta mais uma vez, e então disse:
— Vamos, senhorita Hermione, eu a acompanho até a reunião.
— Obrigada, soldado Finnigan. Mas antes, por favor, diga-me qual é o plano oficial?
Ele encarou a pequena mulher e pensou em não responder, afinal ela era uma dama, deveria ficar em casa esperando que os homens a defendessem. Era assim que as coisas tinham que acontecer.
Pelo menos ele pensava que era assim. Mas, desde que descobrira que, o soldado Parkinson era, na verdade, a soldada Parkinson, e que ela lutava com a espada muito melhor do que alguns homens de Dom Black, e depois que vira a curandeira acertar a laça de uma caneca de cerveja com um disparo certeiro, de olhos fechados, Finnigan começara a repensar seus conceitos.
Assim, para seu completo espanto, ele se viu respondendo:
— A família Weasley está se deslocando pelo sul. Eles possuem grandes amigos, entre eles algumas das famílias mais poderosas militarmente, como os Bonnes e os Prewett, que atualmente usam o nome modesto de Smith para fugir do látego de Voldemort. Dentro do castelo, dos trezentos soldados, aproximadamente duzentos são nossos. Temos em torno de oitenta homens armados no Acampamento do Dragão, a maioria está se unindo a nós nesta última semana, algo haver com “as cartas disseram” ou sei lá. Muito cigano, em minha opinião...
Hermione sabia disso. O acampamento parecia ter inchado de uns dias para cá. Ela perguntou, impaciente, quando ambos se aproximavam da cabana do refeitório:
— E qual o nosso papel, afinal?
— Nós, senhorita, iremos chegar e tomar!— Simas respondeu extremamente sério. — E depois nós voltaremos a Penedo como uma tempestade selvagem que irá destruir tudo em seu caminho. Cavalgaremos como se os cães do inferno estivessem em nossos calcanhares e chegaremos lá em cinco dias. E então... O Rei Voldemort implorará por uma morte rápida, ou todos nós nos veremos nas portas do outro mundo. Isso é uma promessa dos soldados de Atalaia! Sangue e Morte! Inimigos de Atalaia temam seu nome! — ele terminou sussurrando, enquanto apertava os punhos.
Hermione assentiu. Ela também queria sangue, ela também queria a morte. De uma pessoa apenas, mas ela conseguiria, e cumpriria sua promessa à Rainha Luna. Ela mal podia esperar pelo que o dia de amanhã lhe proporcionaria.



N/A Carla Ligia: Oiii...=D... Ahh, fala sério, eu nem demorei tanto dessa vez, né?? Aliás, nem cobrei comentários e nada mais...oO... Acho que estou amolecendo com o passar dos anos... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Amorecos, depois de um último capítulo extremamente caliente (*faz pausa para se abanar*), eu venho com um com uma revelação.. SIM, FINALMENTE EU ESTOU CONTANDO OS PODRES DOS PERSONAGENS!!!!!!!!!!!!!!!\o/\o/\o/!!!!!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E o Sírius realmente é parente da Mione, mas não o pai dela.. ahá.. eu tinha pego vocês nessa, não???^^??? Eu sou ótima, mesmo, e linda, e inteligente, e, sobre tudo, modesta... *momento arrogante, aprendi com o Harry... kkkkkkkkkkkkkk*. Enfim, teve cena de ciúmes, eu particularmente adoro a Hermione sofrendo de verborragia e deixando o pobre Harry tonto... hihihihihihihihi. Fazer o que? Eu sou uma Corvinal do Mal, não sou???=)??? Ah, e vocês viram como o Voldinho é ruim? Depois de anos de serviços prestados, a pobre Bela sequer teve seus direitos trabalhistas atendidos e ainda por cima foi presa.. Cadê os Direitos Humanos???oO??? Cadê o Movimento pela Anistia???oO??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Não se preocupem meus queridos, eles terão mais até que o merecido... Um castigo digno de Corvinal do Mal, uma morte lenta e dolorosa... *faz carinha de má*. Ah, no próximo capítulo, mais batalhas, apenas um período de aquecimento, afinal eles praticamente estão no controle de Atalaia já.. Veremos qual é a função do irmão da Gina e o triste fim da ruiva... (*não é que eu a odeie, mas ela não é importante nesta fic.. Se vocês quiserem que ela sobreviva, me mandem comentários e digam se ela deve ficar com alguém... ahsuahsuashuashuashusah. Quem disse que a autora não preza a democracia???=D???). Só que a revelação de quem é Draco Malfoy, só no ataque fulminante ao Reino de Penedo, mas teremos indícios... Vocês verão, estes capítulos serão ótimos... Ah, eu nem me lembrei disso no capítulo passado (*autora possui déficit de lembrança*), eu vou colocar no capítulo onde começa e onde termina a N/C, para que, aqueles que não gostem de ler, ou se sintam constrangidos, possa pular e ler a continuação. Só aviso que poderão existir, dentro da parte N/C, algumas coisas importantes para o contexto da fic... Não é certo porque ainda não escrevi.. mas pode acontecer... Bem, agora acho que terminei.. Nossa O_O.. Big N/A... é só uma das formas de me desculpar pelas demoras anteriores. Beijocas estreladas aos meus amados comentaristas que não me abandonaram, eu amo vocês todos. Beijinhos pros meus mudinhos de plantão, eu também gosto de vocês, mas ainda dou preferência a quem comenta, então: comentem pelo amor de todos os santos e santas! E, até a próxima N/A.
PS: Estou respondendo a todos os comentários atrasados e atuais, então leia muito até achar seu nominho.
PS2: Ah! Eu aprendi a colocar em negrito *sim autora completamente burra em treinamento*, então vou colocar os nominhos de vocês em negrito, acho que será mais fácil de vocês se localizarem, não é??=D???
PS3: Comentem de novo e me façam feliz ...*-*...
PS4: SIMMM!!\o/!! 230 COMENTÁRIOS!!\o/\o/\o/!! MUITO OBRIGADA A TODOS!!!!o//\\o!!

Cordy: Sim, ela abandonou o vai não vai, e quando ela foi.. Minha nossa, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Foi bem ido... =). Espero que tenhas curtido os dois capítulos. Beijocas estreladas e até.

Jan: Amoreeecoooo. Sim, o capítulo VIII teve isso, vários amassos calientes, que culminaram, é claro, no capítulo X, onde, finalmente, os dois se entregaram à paixão..*suspiros apaixonados*. Ahh, tenho que te dizer que quando li teu comentário sobre as fraldas pensei nas fraldas de bebê.. o Harry de fraldas não é nada sexy, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E sim, o Harry é gostoso de qualquer formaaaaa...*suspiros*. Beijocas estreladas.

Hermione: Ai, amada, eu devo dizer que fiquei muito vermelha e muito contente com os seus elogios..*-*... Ainda bem que gostaste do capítulo oito. Eu demorei mesmo para postar...¬¬... Problemas técnicos envolvendo falta de tempo e falta de disponibilidade de computador...¬¬... Daí, postei o capítulo nove.. e passou muito tempo para postar o capítulo dez... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Mas eu cheguei a N/C kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E respondendo a seu último coment, não o Voldinho não terá interesse nenhum na Mione... ele não tem interesse real nas coisas, apenas em si mesmo. Quando o Voldemort ver Hermione ele vai estar mais pra lá que pra cá... E mais uma vez muito obrigada pelos elogios. Estou tentando não sumir, mas nunca se sabe.. ahsuhaushaushaushasuh. Beijocas estreladas, flor, e até o próximo capítulo.

Imogen: Amada, teu nominho sumiu dos coments..oO... Mas eu te reconheceria em qualquer lugar.. =D... Vamos por partes... kkkkkkkkkkkk. Realmente, no capítulo IX o que mais chama a atenção é o Jim(*eu amo ele..*+*), e a Hermione finalmente cedendo a seus impulsos... ahsuahsuahsuashuashaush. E fico muito feliz que tenha amado o capítulo da N/C.. Eu sei que estou te devendo vários e vários comentários em Fênix...u.u... Eu vou comentar, prometo... Beijcoas estreladas e até.

Claudiomir e CIA: É verdade, que é vivo sempre aparece, ahsuhasuhasuhas. Amado, quanto tempo né? E eu te devendo respostas coerentes com a maravilha deles... Ai ai.. Estou cansada só de olhar eles... ashuashuashaush. Acho que depois disso eu vou, com toda a certeza, desenvolver uma Lesão por Esforço Repetitivo, ahsuhasuhasusahuashas. Ai, ai.. Homens e suas guerras... ahsuhasuhasuhasuas. Tem problema não, eu aceito comentários de todos, com uma tranqüilidade assustadora, mas devo admitir que eu não consegui relaxar, eu tinha que rir, toda a vez que eu lia sobre uma arma convenientemente moderna demais para minha fic.. ahsuhasuhasuhasuh. Aproveita e relaxa lendo minhas respostas... Bem, vamos ao que interessa: PARTE 1: Realmente, a introdução da história deu bem para entender os personagens, né? O Reino é fictício, meu caro Gabriel, e supostamente fica na Europa... kkkkkkkkkkkkkk. E sim, o Harry é meio bobão, mas todos os guerreiros são assim (*dá uma olhada sarcástica para o Gabriel*). PARTE 2: Hermione curandeira... esta foi a idéia original que permaneceu mais original durante toda a fic, e coitada das médicas da tua cidade, elas devem enlouquecer... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Os gêmeos são os gêmeos. Eles ainda conseguen sorrir nesses primeiros capítulos, vamos ver como eles reagirão no capítulo que virá (XII) quando Atalaia for retomada... E Ronald coloca ordem sim, ahsuahsuhasuashusahsau, mas isso não quer dizer que o Harry não vai aprontar quando o irmão estiver distraído... kkkkkkkkkkkkkkk. Quem comanda um grupo de desordeiros sabe disso, né Gabriel??? PARTE 3: Gabriel, só para te avisar, caso não tenhas entendido o que o Claudiomir e a Cortadora te contaram, a fic não tem só sangue e morte... Aliás eu sou caçada diariamente por leitoras raivosas que dizem que eu mato demais...oO.. Vai se entender. E o Jim era meiguinho sim.. judiaria do piá... E te acalma, assim acabará acertando um móvel da casa e a Hermione vai te capar depois daquele horror de tempo gasto em reformas... ahsauhasuhasuhasuhasu. E espiões existem em todos os lugares.. Não vou falar mais nada para não entregar o jogo...;P... Cortadora tenha paciência com nosso jovem/velho companheiro, ele não Lê tão rápido porque nunca precisou, geralmente ele faz mais o estilo “ataco e depois pergunto”... kkkkkkkkkkkkkkkk. PARTE 4: Judiaria do Gabriel, Cortadora, ele só se empolgou um pouquinho demais... Eu prometo, amado, que na minha próxima fic, estilo Fairy Tale existirão armas bem legais e magia, e aí tu poderás brincar um pouquinho, ok? PARTE 5: Eu entendo perfeitamente, Claudiomir, ainda mais quando tu és um papai coruja e babão, me doeu escrever esta cena, mas eu sempre penso que iria matar a Luna na minha idéia original... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E ela sobreviveu, então não fui tão má assim... Sim a guerra é algo horrível e despótico, que acaba por atingir, sempre, mais inocentes do que aqueles que realmente querem o conflito...u.u... e eu sou muito má quando eu quero, eu fiz o pobre Lestrange ter uma vida miserável... ainda bem que foi curta..oO...Cortadora de Almas, se houvesse macarena naquela época, eu acho que o Voldinho iria pedir pro Ron dançar.. ele e todos os soldados, já imaginaste que festa???=D??? Cruel da minha parte né??? Mas minha imaginação alcançou as alturas... ahsuhasuhasuhasuahsusah. Gabriel, amado, pensa comigo, flechas podem fazer um bom trabalho... Só acompanhe o ritmo... Lestrange se dá mal, 2.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Gabriel, amado, não precisa chorar.. Olha, minha história vai ter um final feliz, vai ter um felizes para sempre, não... *droga, autora sem saber o que fazer para consolar*... Sim o Harry mente para si mesmo até o final... Mas quando ele se rende...*-* (autora faz carinha sonhadora).. ele se rende pra valer... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Sim, é o que estás pensando, sim o Draco logo aparece... E sim, ela realmente tem gosto de morangos, haushaushaushaushash. PARTE 6: Cortadora de Almas, eu já te disse que te amo, né?? Sou sua grande fã e tal.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Obrigada por esclarecer tudo com o Gabriel, ele realmente se deixa levar em alguns momentos... ahsuahsuashuashuashaush. E sim, sangue e membros decepados são ótimos nessas guerras... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Mas deixa o Gabriel pegar a fic também, coitadinho... É uma peninha que não dá para usar uma lança contra o velhote...¬¬... Mas vem cá.. e se, por acaso, assim, sem querer, ele pisar numa flor de lis envenenada, hein? Hein? Será que é violação do protocolo também???*-*??? PARTE 7: Sim, querido Gabriel, se o Harry estivesse na sua fic ele seria o predador perfeito, aliás ele estaria no nível dos espartanos, mas é outra fic, é outra época, então deixa ele quietinho. E Cortadora das Almas, não liga para o Gabriel..¬¬... Se tu quiseres eu te passo o endereço de Camullus, esta espada ainda está em busca de seu par ideal..^^... Quanto ao Gabriel cair da vassoura, sem comentários né.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Os gêmeos são ótimos..*-*.. Gabriel, meu anjo.. Eu até acredito que tu podes voltar no passado, mas tens que se lembrar que se modificar qualquer coisa, por mínima que seja, ela pode acabar com o mundo como conhecemos e tem mais: A FIC É MINHA EU MATO QUE EU QUISER, ORAS!!!!!! E ninguém vai me impedir *faz cara de malvada, muito, muito pior à de Hades*. PARTE 8: É eu disse que a vida miserável do Lestrange terminou logo.. Não sei, às vezes penso que fui boazinha demais, poderia ter feito ele morrer de forma mais cruel *faz carinha de pensativa*, mas todo mundo reclama quando eu mato um personagem, então.. deixa assim... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. É sério que o grito era parecido??*-*?? Legal!\o/! Hermione não chama aquilo de fuga, não.. Ela chama de saída estratégica pelos fundos... kkkkkkkkkkkkkkkk. No caso dela, pelos túneis... Sim, e para meu espanto, meu querido, muitos não desconfiaram que Parkinson fosse a Pansy.. eu sei, totalmente chocada até hoje..O_O.. O Draco vai ter que praticar com alguém.. vai ser com o Jim mesmo.. =D... PARTE 9: O Draco é bobinho, é claro, afinal estamos nos temos muito, muito antigos, meu bem. E sim, a espiã era quem menos se esperava, uma personagem terciária.. ai.. eu sei ser tão má.. kkkkkkkkkkkkk. E pobre Atalaia..u.u... O Ron não é o Ronald tapado de sempre, ele é um rei agora, oras, ele sabe o que fazer nas situações de risco. Sim depois de um saaaalto temporal, temos, finalmente, o Jim, ele é tão doce*-*, e a Bela, ela é tão*irritantemente fofa*.. E Gabriel, não irrita a Cortadora... kkkkkkkkkkkkkkkk. Vocês dois parecem dois meninos pequenos, ai, ai... PARTE 10: Sim, afinal o Harry tinha que ter uma mulher né.. Nem todo mundo é celibatário, meu caro Gabriel, ainda mais naquela época... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E Cortadora, isso aí! Ensina o moço o nominho dos filmes de criança, daqui há alguns anos serão os filhinhos dele e da Mione... kkkkkkkkkkkkkkkk. E quanto aos gêmeos, o George não desistiu, ele não queria a Angelina.. ele só fez aquilo pra pentelhar o irmão, fala sério... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. PARTE 11: Gabriel..,¬¬’, nem vou me manifestar, a Cortadora já disse tudo... PARTE 12: Sim o encontro é bem.. positivo, kkkkkkkkkkkkk. Eu disse que o Harry seria um predador na tua fic.. =D.. Meu orgulho (*seca a lágrima no cantinho do olho*). PARTE 13: Olha Gabriel, eu tenho plena consciência de que tu possuis OS MALDITOS PROTOCOLOS DA MISSÃO, mas tu contarias para a Hermione se o teu passado fosse perigoso para os dois? Se o teu passado te causasse tanta vergonha, que teus pesadelos só terminassem depois que tu conhecera a tua princesa? Tu contarias? Revolverias as areias do tempo? PARTE 14: Não, a briga foi pequena, os dois batedores sequer tiveram uma chance real contra uma Pansy e um Draco raivosos, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E é óbvio que quando velhos amigos se encontram um zoa com o outro...=)... É isso que nos faz humanos, afinal (*fica pensando no tanto de humanidade que Gabriel possui, comparando com suas informações confidenciais...*). PARTE 15: Quanto aos instintos de generala da minha queria Isabella eu não tenho nada a dizer.. Ela manda, e é obedecida..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Que se pode fazer como uma guria como esta?=)? PARTE 16: É Gabriel, acho que não podes falar muito do Harry, mas tem uma coisa que eu devo concordar: tu és muito mais cuidadoso com a tua princesa do que ela precisa, e o Harry é muito mais estúpido com a Hermione do que ela precisa.. ai, ai.. equilíbrio não é uma palavra conhecida pelos dois, né?? Kkkkkkkkkkkkkkkk. PARTE 17: Sim, Cortadora, eu também entendo o Hades.. Ahhh, como entendo... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Amados, muito obrigada pela presença de vocês na minha fic, e espero que os capítulos continuem agradando... Não xinguem o Claudiomir, coitado, ele é tão amado como vocês dois... oras.. Sim comentários múltiplos é o que há.. *autora estafada depois da maratona de respostas*. Beijocas estreladas para todos, e até a próxima N/A.

Nick: Amada, bem vinda ao mundo de BeH. E sim, o Harry é bem estúpido, mas ele foi criado assim, coitado, numa época em que ou se era homem e era nobre ou era-se escravo, ele é bondoso do jeito dele... E eu amo a Mione também, ela não é uma mocinha chorona.. kkkkkkkkkkkkkkkkk. Como tu viste neste capítulo, sim, o Sírius tem parentesco com ela, e eu não fui má...quer dizer.. muito má..*-*...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E foi daquela vez sim, eles esperaram demais, coitados (*autora má, muito, muito, má*). É verdade, o Harry acha que poderá tratar a Hermione como ele trata as amantes idiotas dele, mas a princesa dos ciganos é muito mais que isso, hasuhasuhasuhasuhasuhs. Ele vão ficar num meio termo... Nem totalmente bem, nem totalmente mau, mas as batalhas vão atrapalhar sim.. ahsuhasuhasuashuashuash. Estou postando mais um.. num tempinho bem razoável, né??*-*??? Beijocas estrelas, amada, e até o capítulo XII.

Belinhaaaa: SIM!!!\o/\o/\o/!!! Mulheres no comando... ahsuahsuashuash. Espero que gostes do capítulo. Apareça Flor. Beijocas estreladas e até lá.

Proserpine: Flor, eu sei que demorei muito, mas realmente saiu N/C.. kkkkkkkkkkkkkk. E não liga não, acho todos os comentários bem vindos, sempre...=)... Estou esperando pra ver o que você achou da N/C.. e deste capítulo cheio de revelações, é claro... Beijocas estreladas.

Pah: Poooosteiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..... kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Beijocas estrelas, flor.

Nath: Amada está atualizadoooo.... Só estou esperando os comentários...=P... Espero que tenhas curtido este capítulo também.. Beijocas estreladas, flor, e até a atualização.

Tuty: Seja bem vinda à fic. Amada, eu estava numa crise existencial de meia idade aos vinte e quatro... kkkkkkkkkkkkkkk. Não me mate, oras.. Eu fiquei toda vermelha quando vi os elogios... *-*... Eles sempre são bem vindos...*+*... E to tentando postar logo... hihihihihi. Amada, pensando em ti eu vou colocar um aviso antes das N/Cs... Eu fiquei toda orgulhosa de saber que consegui afastar teu cansaço de quatro dias de acampamento... To atualizando... ahsuhasuhasuhasu. Aqui vai um capítulo cheio de revelações... hehehehehehehe, espero que tenhas curtido. Beijocas estreladas, querida, e aproveite.

Gabih: Flor, muitíssimo obrigada pelos elogios, eu estou tentando escrever o mais rápido possível, estes quatro últimos capítulos realmente demoraram, mas estou fazendo o máximo para não tardar tanto. Eu espero que este capítulo consiga te manter até o próximo. Beijocas estreladas e até lá.

Natylindinha: Florzinha, eu to aqui, to atualizando sim... hihihihi. Nem demorei tanto desta vez.. ahsuhasuhasuhasuh. Espero que tenhas curtido o capítulo. Beijocas estreladas.

Mione03: Eu sei amada, demorei horrores, totalmente sem perdão, mas neste capítulo eu fui bem mais rápida não fui???^^??? Sim, eles tiverem uma noitada de amor (*autora suspira e pisca*), ela consegue afastar os sentimentos oras.. É a única defesa da Hermione contra o arrogante Harry, manter-se tranqüila, pelo menos por fora. E eu perdôo sim, imagina que não??? Se eu mesma estou sempre atrasada em tudo.. ai, ai... ahsuhasuahsuahsuash... Obrigada pelos parabéns e espero que este capítulo tenha sido ótimo também. Beijocas estreladas e até o próximo comentário...

Jessy Nefertary: Que bom que valeu a pena..*-*... Sim, aconteceu, aconteceu tudooo... hasuhasuhasuhasuashaush. O Harry é um estúpido, deu para perceber né??? Ele ainda vai aprontar mais. Ele não consegue evitar é da natureza dele... ahsuhasuahsuash. Espero que este capítulo não tenha demorado tanto. Beijocas estrelas e até.

Jessy Potter: Amada, que bom que gostaste da N/C...(*faz carinha satisfeita*). Afinal as opiniões Wild são as melhores (*tu sabes o que é feito da Dona Jan e da DY???^^???*). Eu adoro saber que meus capítulos te inspiram. E sim, já soubestes muito deste capítulo (*pois é.. autora linguaruda*). Este comentário ta grande simmm... ahsuahsuahsuash. E, ai.. são seus olhos, florzinha. Eu não demorei muito...=P... Beijocas estreladas e até a próxima.

Teresa: Amadaaaaa!!!!!!!!! Quanto tempoooo!!!!!!!!! Eu fico tão feliz em saber que tu não me abandonaste...*-*... Que bom que achaste UAU.. kkkkkkkkkkkkk. Esta era a intenção. Beijocas estreladas e até o próximo capítulo.

Nuna: Flor, seja bem vinda. Eu espero que tenhas conseguido ler os outros capítulos, eles são muito bons também. Fico feliz que meu capítulo com N/C tenha sido bem aceito...=D... Estou torcendo para que tenhas gostado deste também. Beijocas estreladas.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.